Arquivo mensal: setembro 2010

Palestra e Seminário com o Prof. José Antonio Moreiro González

O Programa de Pós-Graduação em Ciência da Informação convida:

Palestra & Seminário

Prof. José Antonio Moreiro González
Depto. de Biblioteconomía y Documentación
Universidad Carlos III de Madrid

Palestra: Inserción laboral de los titulados en Documentación en España en unos años de crisis económica
Data: 13/10/2010
Horário: 10:00 às 12:00
Local: Sala 1000 da ECI/UFMG

Seminario: Tesauros y Ontologías en la Web Semántica. Principios y tendencias en la representación documental
Data: 14/10/2010
Horário: 8:30 às 12:30
Local: Auditório Azul da ECI/UFMG

Inscrições para o Seminário através do e-mail: ppgci@eci.ufmg.br

Atenciosamente,

Profa. Gercina Ângela B. O. Lima
Coordenadora do Programa de Pós-Graduação em
Ciência da Informação – UFMG

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O que o bibliotecário deve saber sobre tecnologia? quais os limites?

Data de publicação: 22/09/2010

Por Alex da Silveira

 “Nas redes locais e nas de longa distância, adotam-se a topologia em estrela, a em anel e a em barra”. Como nossos leitores devem conhecer, o Bibliotecno.com.br é um blog de biblioteconomia e tecnologia, mas, sinceramente, na palavra de editor de conteúdo deste site, digo que nunca publicaria este tipo de conteúdo por aqui. Não, a frase não apresenta erros! Trata-se de uma afirmativa correta, mas qual é a sua relação direta com a biblioteconomia? Eis que esta foi uma das questões de conhecimentos específicos da prova para bibliotecário do MPU, que ocorreu no mês de setembro de 2010.

Mas este não foi à única questão deste estilo da prova. Houve outra sobre a topologia e protocolos de redes, relativa à interligação de computadores e outra sobre roteadores. Este tipo de questão apavora até mesmo um blog que busca discutir a tecnologia associada à biblioteconomia, pois, gera uma grande dúvida: O que é a biblioteconomia?

O que é a tecnologia na biblioteconomia? Suporte da informação, ferramenta de produtividade, de disseminação, de divulgação ou a tecnologia é a própria biblioteconomia? O que se observa é uma crise de identidade da área querendo se aprofundar em aspectos tecnológicos específicos para profissionais de tecnologia – o que também ocorre em relação à administração/educação com um aprofundamento demasiado em gestão do conhecimento. Esta crise não é recente, e um exemplo clássico está no livro “Paradigmas modernos da Ciência da Informação” de Nice Figueiredo que afirma na página 12: “atualmente, as bibliotecas e o pessoal de computação possuem papeis compartilhados que são irremediavelmente interligados. A tecnologia da informação é o pilar de ambas as organizações e há uma demanda crescente para a união dessas duas especialidades

Esta linha de raciocínio parece ser a adotada pela organizadora do concurso quando formulou as questões indicadas no inicio deste texto. Nada contra o bibliotecário saber a função de um roteador e as topologias de rede, mas este é um conhecimento que deve ser cobrado para exercer a profissão? Qual a aplicabilidade?

O problema está em cobrar de um bibliotecário este tipo de conhecimento e não avaliar se este tem o potencial de avaliar um software gerenciador de bibliotecas em relação ao seu uso, compatibilidade com formatos biblioteconômicos, formas de compartilhamento e manutenção de uma base de dados, excluindo-se questões relativas à instalação do sistema em si, avaliar e conhecer novos serviços de informação e redes que tenham potencial de agregar valor aos serviços da biblioteca, conhecer novos suportes de informação e suas formas de distribuição de conteúdo, entre outros aspectos. É necessário, por exemplo, que o bibliotecário entenda de estudos de usabilidade e organização da informação, mas não será este que irá construir o website, não sendo necessário conhecer de html, java, php, cgi, asp…

O que parece com estas questões é que o bibliotecário deve saber tudo de sua área e o que está relacionado com as ferramentas que utilizará para trabalhar, como, por exemplo, a configuração de uma rede local. Imagine um médico sendo obrigado a montar a rede de um hospital para a interligação do sistema de prontuários? Inimaginável, né? Então, também não consigo ver um bibliotecário, na essência de sua profissão, criando o website de sua biblioteca, criando aplicativos para web, montando redes! O Bibliotecário deve entender de organização da informação aproveitando-se e entendendo dos recursos tecnológicos existentes, porém, a criação dos recursos deverá sempre ser feita por um profissional especializado que transformará os anseios do bibliotecário em um recurso.

É bom notar que o editor deste blog já sabia as respostas para as perguntas elaboradas pelo concurso, mas por se interessar em conhecimentos de tecnologia e não por uma obrigação como bibliotecário. Assim, ao elaborar esta reflexão, me coloco no lugar daqueles que deverão usar a tecnologia, porém, não tem tanto interesse por tecnologia e reflito: isto não é biblioteconomia!

Fonte: http://alexdasilveira.com/?p=1053&cpage=1#comment-613

Rede de museus da região metropolitana de BH debate ações educativas

Por UFMG Notícias – 23/09/2010

Agendado para a próxima semana, o 2° Seminário da Rede Informal de Museu e Centros Culturais da Região Metropolitana de Belo Horizonte (RIMC) terá como tema central as Ações educativas em debate. O evento vai reunir profissionais e estudantes de arte, educadores, pesquisadores, especialistas em museologia e historiadores. As atividades vão acontecer no auditório do Museu Histórico Abílio Barreto, à avenida Prudente de Morais, 202, éntre 26 e 28 de setembro. A iniciativa integra a Primavera de Museus 2010.

Para a coordenadora de ações educativas do Centro de Referência em Cartografia Histórica da UFMG, Márcia Maria Santos, a finalidade do encontro é o aprofundamento do conhecimento das ações e produtos educativos e culturais da rede, além da ampliação de atividades conjuntas. “Vamos também envolver novos talentos nas atividades de produção e difusão do conhecimento”, explica.

Durante o evento, será apresentado o Caderno de acessibilidade – Reflexões e experiências em exposições e museus, guia com orientações práticas e informações sobre como ampliar e aprimorar a relação das instituições ligadas à arte com seus públicos especiais. Lançado pela Casa Fiat de Cultura, em junho deste ano, o Caderno apresenta cases e melhores práticas de diversos museus e instituições do país, além de contar com textos de especialistas na questão.

Entre os temas abordados no seminário, estão A curadoria educativa, Os princípios norteadores de ações educativas e Arte e Educação. Estão previstas atividades que envolvam representantes das instituições integrantes da RIMC e palestras com convidados especiais. Trata-se de gestores de outras entidades e estados, que trarão experiências diversas, baseadas no contexto geográfico em que atuam.

As inscrições podem ser feitas pelo site www.ufmg.br/rededemuseus/crch/seminario-rimc, mediante preenchimento da ficha e pagamento da taxa de inscrição (R$ 10, estudante; R$ 20 e profissionais).

Informações adicionais pelo telefone: (31) (31) 3277-8835.

A Rede
Composta por 13 espaços culturais de Belo Horizonte, a Rede Informal de Museus e Centros Culturais tem o objetivo de criar ambiente de troca e reflexão acerca das estratégias e ações educativas, desenvolvidas pelos museus e centros culturais.

Integram a RIMC: Casa Fiat de Cultura, Centro de Referência em Cartografia Histórica da UFMG, Instituto Inhotim, Museu de Arte da Pampulha, Museu de Artes e Ofícios, Museu de Ciências Naturais PUC Minas, Museu de História Natural e Jardim Botânico da UFMG, Museu das Telecomunicações Oi Futuro, Museu dos Brinquedos, Museu Giramundo, Museu Histórico Abílio Barreto, Museu Mineiro e Superintendência de Museus de Minas Gerais.

Acesse aqui a programação.

(Com assessoria de imprensa da Fundação Municipal de Cultura)

Fonte: http://www.ufmg.br/online/arquivos/016837.shtml

Dissertação discute solidariedade em redes sociais

Por UFMG Notícias – 20/09/2010

A troca de informações sobre tratamentos e serviços capazes de melhorar a qualidade de vida dos filhos com diagnóstico de paralisia cerebral leva mulheres a formar redes de solidariedade que começam na sala de espera dos consultórios médicos. “Nesses espaços de atendimento elas trocam informações a respeito de suas vivências e de atitudes que resultam em benefícios para os filhos”, explica o bibliotecário Alberth Sant´Ana Costa da Silva, que defendeu dissertação sobre o tema, junto ao Programa de Pós-graduação da Escola de Ciência da Informação (ECI).

Segundo ele, o estudo teve por objetivo apreender e colocar em perspectiva o significado e as contribuições advindas da informação, em termos de relações, cuidados e manuseios dispensados às crianças que apresentam diagnóstico de paralisia cerebral, tendo como centralidade as experiências maternas.

Alberth Sant´Ana utilizou a metodologia de análise de redes sociais, através da qual buscou apontar as interações informacionais desenvolvidas pelas mães no decurso de suas experiências. A dissertação Informação, paralisia cerebral e solidariedade em rede: as experiências maternas em perspectiva, faz análise teórica sobre redes e suas potencialidades em termos de leitura da realidade, o que, segundo a orientadora do trabalho, professora Alcenir Soares dos Reis, representa “importante instrumento para retratar as interações e relações entre os sujeitos e membros de grupos sociais”.

Vídeo
Ao discutir os impactos do diagnóstico de paralisia cerebral no núcleo familiar, a pesquisa também descreve as etapas do percurso informacional das mães, com relação ao diagnóstico. A primeira fase é a da constatação da lesão cerebral; a segunda, do investimento na reabilitação da criança; a terceira, de assimilação, compreensão e interiorização da condição de saúde do filho, enquanto na quarta há a aceitação e a superação das dificuldades.

“O aprendizado ocorre durante todo o processo”, destaca o pesquisador. Os trajetos de busca de informação, realizados pelas mães, são descritos no vídeo Des/dobrar mulheres-mães,material que, “a partir da adaptação e uso dos princípios da metodologia de storytelling, traduz, de forma sensível, as vivências maternas”, informa a orientadora”.

Alberth Sant´Ana enfatiza que a figura materna é a grande responsável pelos cuidados com a criança, tanto na execução e na manutenção das atividades de vida diária, quanto no acompanhamento nas intervenções clínicas e sessões terapêuticas. “Ao assumir esse papel principal, a mãe torna-se elemento de mediação entre seu filho e a equipe médica/terapêutica”, aponta o pesquisador.

A pesquisa revela ainda que “os conteúdos informacionais que conectam essas mães, muitas vezes, são transmitidos por meio de gestos de empatia, conselhos, desabafos, trocas de experiências e compartilhamento de suas práticas, dúvidas e aprendizagens”. Os ambientes mais comuns para a formação da rede de solidariedade são a sala de espera, o ponto de ônibus e as reuniões de confraternização institucionais.

A professora Alcenir Soares dos Reis aponta que esse percurso, marcado pelas contradições entre a compreensão do diagnóstico e da realidade que a situação dos filhos exige, as mães desenvolvem processo de aprendizagem que as capacita a tratar dos filhos, a estabelecer interação com os profissionais/técnicos e a conviver com as dificuldades, preconceitos e limitações – presentes nos âmbitos familiar e social – com o objetivo de garantir o direito e a cidadania dos filhos.

Indicado para concorrer à premiação do XI Encontro Nacional de Pesquisa em Ciência da Informação (Enancib), que acontece no Rio de Janeiro de 25 a 28 de outubro, o trabalho oferece a “possibilidade de interlocução entre dois campos de conhecimento – ciência da informação e saúde – e incorpora elementos criativos e inovadores”, analisa a orientadora.

Fonte: http://www.ufmg.br/online/arquivos/016776.shtml

37º Aniversário da Independência de Guiné – Bissau

Primeira lista de resumos aprovados para o XI ERBEB SECO

Caros professores, alunos, ex-alunos e funcionários, segue a lista provisório de resumos aprovados para o XI EREBD SECO – Rondonópolis, a Escola de Ciência da Informação está representada por 5 trabalhos, inclui-se aqui trabalhos de alunos já formados.

GT 1: Biblioteconomia, Tecnologia e Redes Sociais – Oral

Informação digital/virtual: acesso e uso a base de dados online

Iran Cavalcanti (UFPB)

Edson Rodrigues da Silva (UFPB)

José Cicero de Sousa Neto (UFPB)

Pirre Dinis Freire. (UFPB)

Publicação cientifica: o caminhar do editor, da edição e a editoração

Iran Cavalcanti da Silva (UFPB)

Edson Rodrigues da Silva (UFPB)

José Cicero de Sousa Neto (UFPB)

Pierre Dinis Freire. (UFPB)

Periódico cientifico: instrumento facilitador para a Comunicação Cientifica

Iran Cavalcanti da Silva (UFPB)

Edson Rodrigues da Silva (UFPB)

José Cicero de Sousa Neto (UFPB)

Pierre Dinis Freire. (UFPB)

Os principais pontos da transdiciplinaridade existente entre as áreas de Ciência e Sistema de Informação.

Débora Mariano da Paixão (UFMG)

Cristina Núbia Barbosa (UFMG)

Inclusão digital e democratização da informação: o papel do bibliotecário na facilitação do acesso ao mundo digital.

Hugo Avelar (UFMG)

Samira Lopes (UFMG)

Fernanda Samla (UFMG)

Web Semântica: Perspectiva para o profissional da informação

Gleibson José Silva (UFPE)

Arquitetura da informação para redes sociais da web: um enfoque na interação de usuários idosos.

Odília Barbosa Ribeiro (UNESP)

Silvana Aparecida Borsetti Gregório Vidotti (UNESP) 

O direito de autor da base de dados: algumas questões

Lidia Martini C. B. Salek

Rosemary S. Hosken

Kennya Torres Andrade

Cintia Madureira

Karine de Oliveira Macedo

As vantagens do Blog no auxilio ao serviço de referencia nas Bibliotecas Publicas

Marcelo da Silva Costa (UFRJ)

Arquitetura da informação digital para blogs: um estudo com blogs de bibliotecas universitárias

Laura Akie Saito (UNESP)

Silvana Aparecida Borsetti Gregório Vidotti (UNESP)

Uma proposta de ontologia para o acervo do curso de arquitetura da UFMT

Daiane Costa da Silva (UFMT)

O direito á informação no website da Justiça Federal – PA

Josefa Xavier de Paula (UFPA)

A informação processual no site do Tribunal de Justiça Estadual do Pará

Josefa Xavier de Paula (UFPA)

Classificação colaborativa na web 2.0: vantagens e desvantagens do uso da Folksonomia

Luis Guilherme G. Macena (UNIRIO)

Thais de Sousa Silveira (UNIRIO)

Patrícia da Silva Rios (UNIRIO)

O serviço de referencia digital e a gestão da qualidade: aspectos gerais

Hugo Oliveira Pinto Silva

O uso potencial dos RSS como ferramenta para a disseminação seletiva da informação em bibliotecas universitárias da USP ao apoio ás atividades acadêmicas e científica dos alunos

Robinson Mascarenhas Almeida (USP)

Gilmar Barbosa Ferreira (USP) 

Redes sociais x Atuação profissional: web 2.0 como estratégia de marketing para unidades de informação

Edilson Targino de Melo Filho (UFPB)

Giulianne Monteiro Pereira (UFPB)

GT 2: Memória e Patrimônio – ORAL

33 anos da produção do conhecimento, resgate da memória e preservação da realidade nordestina do núcleo de documentação e informação histórica regional – NDIHR

Ednilson Medeiros de Brito Filho (UFPB)

Rogério Ferreira Monteiro (UFPB)

Clemente Ricardo (UFPB)

Conservação e preservação em museu: tratamento de fotografias

Fabiana Tenório Silva (UFMT)

Preservação do patrimônio documental e resgate da memória: um estudo de caso da coleção “Monumento aos Bandeirantes”

Carminda de Aguiar Pererira (UFG)

Eliane Batista Pires (UFG)

Eliane Almeida Dias (UFG)

Fabiana Almeida Cruz (UFG)

Saullo M. G. de Castro (UFG)

Memória Fotográfica da cidade de Rondonópolis – MT: mapeamento e diagnostico dos acervos

Leidiane da Silva Dourado (UFMT)

A preservação da memória através das correspondências do conselho João Alfredo Correia de Oliveira

Allini Silva (UFPE)

Amanda Silva (UFPE)

Charlene Maria dos Santos (UFPE)

Isidro Felipe (UFPE)

Ciberespaço e Cibercultura: novos cenários para a preservação da memória?

Márcio Adriano C. dos Santos (UFAL)

Zayr Cláudio G. da Silva (UFAL)

A coleção Mineiriana como lugar de memória

Mariana de Oliveira Costa (UFMG)

O centro de documentação histórica do movimento estudantil de Biblioteconomia, Documentação e Ciencia da Informação (CEDOC – BIBLIO): o desafio de reconstrução e preservação da memória estudantil de Biblioteconomia no Brasil.

Giulianne Monteiro Pereira

Iranilda Santos da Silva

Estela Santos

Brenda Alves de Andrade

Ednilson de Medeiros Brito Filho

Os arquivos sonoros da rádio universidade FM: uma ligação entre o passado e o presente através das ondas do rádio

Mariana Monteiro Amado (UFMA)

Mayanna Sousa Nogueira (UFMA)

Thayland Mafra Muniz (UFMA)

 

GT 3: Organização e representação da informação – ORAL

Grupos de pesquisa em linguagens documentárias no Brasil

Isadora dos Santos Garrido

Scheila Conrado de Moraes

Contribuição da psicologia cognitiva nos processos de apresentação da informação: uma abordagem teórica

Rafael Oliveira (UFPE)

Análise da presença e articulação da concepção teórica da catalogação de assunto na literatura científica da International Society For Knowledge Organization: uma abordagem bibliométrica

Gustavo Melleti Ferreira

A temática do desenvolvimento sustentável: revelações na produção científica em Biblioteconomia e Ciências da informação 

Bruna Borges (UFSC)

Camila Mortari (UFSC)

Guilherme Martins (UFSC)

A produção científica discente: a atual conjuntura do curso de biblioteconomia da Universidade Federal de Alagoas – UFAL

Márcio Adriano Costa dos Santos (UFAL)

Zayr Cláudio Gomes da Silva (UFAL)

Pôster

Análise da indexação adotada pelas bibliotecas participantes do Grupo de Bibliotecários em Informação em Ciências da Saúde de Santa Catarina (GBICSSC)

Tiago Daniel de Jesus Costa (UFSC)

Rosiane Maria (UFSC)

 

GT 4: Práticas de informação e de leitura associadas às ferramentas da web

Perspectivas de aprendizagem em bibliotecas escolares com base na leitura e na gestão do conhecimento

André Anderson Cavalcante Felipe (UFPB)

Charlene Maria dos Santos (UFPE)

O Profissional da Informação nas Gibitecas: mediação entre os quadrinhos e seus leitores

Fernanda Silva Damasceno (UFG)

Rubem Borges Teixeira Ramos (UFG)

Raidan Cruz Silveira (UFG)

Modernidade e tradição: relações entre tecnologia da informação e leitura na Biblioteconomia

Erik André de Nazaré Pires (UFPA)

Leitura em bibliotecas virtuais: sua utilização ao alfabetizar alunos do ensino fundamental Ciclo I

Marília Rodrigues Mercadante(UNESP) 

Documentos eletrônicos e as práticas de leitura em ambientes digitais

Marco Aurélio Alencar de Mesquita(UNIRIO)

Dayanne da Silva Prudêncio (UNIRIO)

Francisco José de Paula Júnior (UNIRIO)

Informação (web) acessível: Um (novo) desafio aos profissionais bibliotecários

Giulianne Monteiro Pereira (UFPB)

Alcemir dos Santos Junior (UFPB)

Gustavo César Nogueira da Costa (UFPB)

Pôster

A competência e a responsabilidade do bibliotecário no ambiente escolar: auxílio na formação do conhecimento e da competência informacional do usuário de biblioteca escolar.

João Paulo Borges (UNIRIO)

Luiz Guilherme G. Macena(UNIRIO)

 

GT 5 : Temática Livre – Oral

Biblioteconomia do presente: novos conceitos e desafios

Wander Samuel Oliveira (UNIRIO)

Tiago Leite Pinto (UNIRIO)

Biblioteconomia Inclusiva: uma questão de grade Curricular

Tiago Leite Pinto (UNIRIO)

Wander Samuel Oliveira (UNIRIO)

Entre Cartuns e Charges: possibilidades de análise documental historiográfico

Bruna Dolores Witte (UFMT)

 Biblioteconomia: A gestão e organização das unidades de informação.

Cinthia Holanda (UFPE)

Amanda Nascimento (FSH)

 Os currículos dos cursos de biblioteconomia do sul e centro-oeste: Análise comparativa com o currículo mínimo do CFE de 1982.

Daniela Capri (UFSC)

Ação cultural e ação social: A formação da consciência política na biblioteca escolar.

Jéssica Lavor (UFC)

Ana Daniele Maciel (UFC)

Diana Carla Mendonça (UFC)

Marcella Nunes (UFC) 

Informação e inclusão social: Avaliação da contribuição do projeto BIBLIOSESC na associação beneficente de moradores da travessa Marechal Costa e Silva – Bayeux/Pb.

Jofrany Dayana Pessoa Forte (UFP)

Edilson Targino Melo Filho (UFP)

Iraci Gomes da Silva (UFP)

Transformação social inclusão da pessoa portadora de necessidades especiais: Um estudo de caso com os surdos da biblioteca de Manguinhos – Fiocruz.

Alex dos Reis Saraiva (UNIRIO)

Anna Karla Sousa da Silva (UNIRIO)

Perfil do bibliotecário de referência de bibliotecas universitárias da grande Florianópolis.

Raiana de Jesus Costa (UFSC ?)

Competência em informação: O papel do bibliotecário no desenvolvimento de práticas pedagógicas.

Beatriz Pimentel de Sà Louven de Fontes (UFRJ)

Emilio Zuleta Queiroga Monteiro (UNIRIO)

Museu de arte e tecnologias: Uma discussão renovada para a ciência da informação.

Vanessa Alves Zagatto (USP/FFCLRP)

Giulia Crrippa (USP/FFCLRP)

SEPEX – Semana de ensino, pesquisa e extensão: Exemplo de comunicação científica na Universidade Federal de Santa Catarina.

Adriana P. Rossetto (UFSC)

Viviane Jerônimo (UFSC)

Inez J. de Souza (UFSC)

Filosofia da informação: Conceitos e abordagens no âmbito social.

Túlio Revoredo (UFPE)

Fernanda Samla (UFMG)

Informação X Acesso: O software livre e sua contribuição para a difusão da informação.

Diana Carla Mendonça (UFC)

Marcella Nunes (UFC)

Túlio Revoredo (UFPE)

Web semântica e recuperação da informação na internet: o que esperar do futuro

Marco Aurélio Alencar de Mesquita (UNIRIO)

A biblioteca pública estadual de Alagoas: acesso à informação aos movimentos sociais de Alagoas

Márcio Adriano Costa dos Santos (UFAL)

Zayr Cláudio Gomes da Silva (UFAL)

Encontros científicos estudantis

Os principais encontros científicos da área de Biblioteconomia , Arquivologia, Museologia e Ciência da Informação organizados por estudantes e que consequentemente possuem uma maior participação dos mesmos são os:

  • Encontros Regionais dos Estudantes de Biblioteconomia, Documentação, Gestão e Ciência da Informação (EREBDs)
  • Encontro Nacional dos Estudantes de Biblioteconomia, Documentação, Gestão e Ciência da Informação (ENEBD)
  • Encontro Nacional dos Estudantes de Arquivologia (ENEARQ)
  • Encontro Nacional dos Estudantes de Museologia (ENEMU)

Esse eventos são organizados pela Executiva Nacional de Estudantes de cada área e pelos alunos da escola cede. No entanto, temos que valorizar, os eventos organizados pelos Grupos de Estudos, Diretórios e Centros Acadêmicos dos diversos cursos de Biblioteconomia, Arquivologia, Museologia, Gestão da Informação dentre outros espalhados pelo Brasil.

Nas ultimas semanas coloque na página “Eventos” três encontros científicos que enquandram nesse contexto, são eles:

Confiram os sites e enviem sugestões para a III Semana de Ciência da Informação para o seguinte e-mail: contatodaeci@gmail.com

Viagem para o Rio de Janeiro: opção para o feriado

Site do XIV EREBD NNE – Maranhão

O Curso de Biblioteconomia, da Universidade Federal do Maranhão (UFMA) é o responsável pela realização do XIV EREBD com a temática: OS NOVOS CAMPOS DA PROFISSÃO DA INFORMAÇÃO NA CONTEMPORANEIDADE, que será realizado no periodo de 16 à 22 de janeiro de 2011.

A proposta do encontro é integrar os estudantes das diversas regiões brasileiras, principalmente das regiões Norte e Nordeste, para a difusão, compartilhamento de idéias e relatos de experiências, a fim de tornar a área mais conhecida e fazer com quer a profissão seja mais reconhecida e os futuros profissionais mais conscientes dos problemas que afetam à área.

É importante ressaltar que na programação do XIV EREBD fundiu-se a proposta de realização da V Mostra Científica e Cultural de Biblioteconomia, evento organizado anualmente pelo PET de Biblioteconomia e pelo Diretório Acadêmico da UFMA a fim de que a mesma não sofra descontinuidade.

Confira o site do XIV EREBD NNE – Maranhão: http://www.erebd2011.ufma.br/site/

XI EREBD SECO: aumento do prazo para o envio de resumos e informações sobre as inscrições

O prazo de envio de resumos para o XI EREBD SECO foi prorrogado para até o dia 23 de setembro de 2010.

Para saber mais sobre o envio de resumos, veja aqui: http://erebdseco2010.webnode.com.br/linhas-de-pesquisa/

Os prazos e os seus valores da inscrição para o evento estão abaixo:

Estudante Inscrição Inscrição + Alimentação Inscrição + Alimentação + Alojamento Pacote Cultural
Até 30/09/2010 R$ 40,00 R$ 50,00 R$ 60,00 R$ 30,00
Até 29/10/2010 R$ 50,00 R$ 60,00 R$ 70,00 R$ 35,00
Nos dias do evento R$ 60,00 R$ 70,00 R$ 80,00 R$ 40,00

 

Profissional Inscrição Inscrição + Alimentação Inscrição + Alimentação + Alojamento Pacote Cultural
Até 30/09/2010 R$ 50,00 R$ 60,00 R$ 70,00 R$ 30,00
Até 29/10/2010 R$ 60,00 R$ 70,00 R$ 80,00 R$ 35,00
Nos dias do evento R$ 70,00 R$ 80,00 R$ 90,00 R$ 40,00

 – Cursos paralelos: R$ 35,00 com capacidade de 35 alunos por turma.

 Para saber mais sobre o evento: http://erebdseco2010.webnode.com.br/