Arquivo mensal: novembro 2010

Jornalista define os Cursos de Biblioteconomia, Arquivologia e Museologia como “Curiosos””

Hoje tem vestibular até para DJ e especialista em games

Por TATIANA LAGÔA

Publicado no Jornal OTEMPO em 21/11/2010

Número de graduações mais que dobrou em oito anos, diz MEC

Se algum dia seu filho, que adora música eletrônica, disser que vai fazer faculdade de DJ, cuidado porque ele pode estar falando a verdade. A cada dia, surgem no Brasil cursos que fogem do circuito dos tradicionais como os tão procurados direito e medicina. Só entre 2000 e 2008, quando foi feito o último Censo da Educação, pelo Ministério da Educação (MEC), o número de graduações oferecidas no Brasil mais que dobrou, passando de 10,5 mil para 24,7 mil.

Na Universidade Anhembi Morumbi, no Rio de Janeiro, o curso de DJ é chamado de tecnologia em produção de música eletrônica. Segundo o coordenador do curso, Leonardo Vergueiro, a graduação tecnológica – considerada também ensino superior – existe desde 2007 e tem duração de dois anos. “O curso não forma só DJs, mas produtores musicais. Ele vai apresentar as músicas que ele produziu”, explica.

O jovem Rodrigo Coimbra, 18, terminou o ensino médio e já foi aprovado nesse curso. Ele sabe que, nessa profissão, o diploma não faz tanta diferença, mas não se arrepende da escolha. “Eu trabalho com música eletrônica desde os 15 anos. Não entrei no curso para pegar o diploma, mas para fazer melhor o trabalho que gosto”, justifica.

Outro curso no ramo de festas que está fazendo sucesso entre os vestibulandos é o de eventos. No Centro Universitário Uni-BH, ele leva o nome de gestão de eventos e cerimonial e também dura dois anos. “Muita gente é profissional de eventos, mas nem todos sabem fazer certo. Aqui, o aluno aprende a fazer eventos de vários tipos, como os sociais, corporativos, comerciais etc”, explica a coordenadora do curso, Karla Delfim.

O aluno do último período do curso Cristiano Alexis Silva, 32, concorda com ela. “Sempre trabalhei com eventos culturais. Fazendo o curso, eu consegui notar que existem outros nichos a serem explorados. Gostei tanto que pretendo fazer uma pós e me preparar para dar aula”, disse.

A Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), também oferece opções de cursos diferentes. Arquivologia, criado no ano passado, é um deles. “O profissional de arquivologia é o que vai se preocupar com os arquivos das empresas públicas e privadas. Ele aprende a atuar desde a produção até a guarda e disponibilização de documentos”, explica a coordenadora do curso, Vera Lúcia Furst Gonçalves Abreu.

Outro curso que ganha adeptos a cada ano é o de jogos digitais. O coordenador do curso na Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais (PUC Minas), Marcelo Nery, explica que a vida dos estudantes não é só jogar. “Eles aprendem desde a parte básica da computação até coisas mais específicas, como animação de personagens e roteiro”, disse.

Para o diretor de regulação e supervisão da Educação Superior do MEC, Paulo Wollinger, o surgimento de novos cursos é positivo. “O Brasil precisa dobrar o número de cursos ainda, por isso o surgimento de novos é positivo. Os estudantes só têm que ficar atentos ao escolherem porque o ideal é fazerem cursos mais generalistas e, lógico, reconhecidos pelo MEC”, aconselha.

Diferenças
Graduação. Tanto os cursos tecnológicos, que duram de dois a dois anos e meio, como os de bacharelado são classificados como graduações. O que muda é que o primeiro é mais focado numa área.

Terceira Idade

Idosos ganham uma graduação só para eles

A onda de criar novos cursos superiores de acordo com a demanda está tão em alta que até mesmo “pseudograduações” são montadas. Em Belo Horizonte, tem a Faculdade da Maturidade, criada pela Universidade Estácio de Sá. A ideia, surgida em 2004, é um curso superior só para idosos, mas que não dá diploma como os tradicionais. Aliás, nem mesmo as disciplinas são as tradicionais.

“O curso tem duração de três anos e conta com disciplinas eletivas e optativas. Dentre as eletivas estão língua estrangeira, informática, história da arte, economia e finanças, por exemplo. Já as optativas são dança de salão, oficina da memória, teatro, pintura, etc”, explica uma das professoras Daniella Castanheiras.

De acordo com a professora, o curso surgiu de uma demanda por parte do público alvo, que são pessoas acima de 50 anos. “Não tinha nenhuma oferta de cursos adaptados para esse público. A gente foi encontrando a receita do bolo e montamos essa faculdade”, afirma. E parece que está dando certo, já que, no início, o curso tinha apenas 40 alunos e hoje tem 500. A cada semestre, é feito um novo processo seletivo para montar novas turmas. O valor do curso é de cinco parcelas de R$ 180. (TL)

Fonte: http://www.otempo.com.br/otempo/acervo/?IdEdicao=1857&IdNoticia=156398

COMUNICADO DA VOZ ATIVA, GESTÃO DCE – UFMG 2011

Nos dias 17 e 18 de novembro os estudantes da UFMG optaram por mudar os rumos do DCE UFMG ao dar um passo em direção a uma nova prática de Movimento Estudantil. A Chapa 2 – VOZ ATIVA foi eleita e contou com o apoio de 1754 estudantes, 32,9% dos votantes numa eleição de 6 chapas. Orgulhamos-nos em dizer que, mesmo enfrentando a despolitização do processo, a aliança de várias chapas contra a nossa e as intensas difamações que sofremos, fizemos uma campanha em prol de um DCE que seja próximo dos estudantes, diferente das últimas gestões.

Prontos para assumir nosso posto e preparar de forma organizada a transição da diretoria do DCE procuramos desde o inicio da semana a gestão “Outras Palavras” e sem resposta fomos até a sede da entidade na Rua Guajajaras e nos deparamos com o crime mais covarde que já vimos no movimento estudantil da UFMG. Foi-nos informado pelas funcionárias do DCE a grave ocorrência do furto de R$ 16.000 em dinheiro das dependências da sede do mesmo.

De acordo com o Boletim de Ocorrência nº CIAD/P -2010-1366964 / nº de REDS

2010-001376090-001 e depoimento de uma funcionária, tal fato se deu no último fim de semana, quando o DCE foi invadido pela porta da cozinha com uso de chave, sem sinal de arrombamento, e as salas interiores foram encontradas arrombadas. A denúncia do crime foi realizada por parte das funcionárias do DCE.

Exigimos do DCE “Outras Palavras” e dos militantes da UJS e do PT, que dormiram na sede do DCE no período das eleições, que esclareçam quem foram os responsáveis por essa pilhagem. Queremos que o dinheiro dos estudantes seja devolvido, já que a gestão “Outras Palavras” é a responsável legal pela entidade, por sua sede e patrimônio, além das chaves de acesso às portas externas e à senha do alarme.

A omissão, por parte Gestão “Outras Palavras”, que nem sequer nos oficialmente, perante o gravíssimo fato é tão violenta quanto o mesmo e demonstra para os estudantes o descompromisso com a importância do DCE para a Universidade, como organização política do movimento estudantil e de representação dos estudantes.

José Carlos da Mata Machado, Gildo Macedo, Walkíria Afonso Costa e Idalísio Soares Aranha (estudantes da UFMG assassinados pela Ditadura) serão relembrados nas práticas e idéias da gestão VOZ ATIVA. Assim como a morte deles não foi em vão e nem será para sempre impune, esses crimes contra o DCE vão ser investigados e prometemos tomar todas as medidas, sejam elas políticas, legais ou administrativas.

DA ECI

Livro Repositórios institucionais: democratizando o acesso ao conhecimento

No dia 25, foi lançado o livro Repositórios institucionais: democratizando o acesso ao conhecimento, organizado por Maria João Gomes e Flávia Rosa. A publicação da Editora da Universidade Federal da Bahia, EDUFBA, teve o seu lançamento realizado durante a I Conferência Luso-Brasileira de Acesso Livre, na Universidade do Minho, em Braga, Portugal.

A importância dos repositórios institucionais não está só para as instituições que lhes dão origem e para seus pesquisadores, professores e estudantes, mas para a sociedade em geral, constituindo-se como espaços promotores de uma democratização do acesso ao conhecimento. No sentido de contribuir para esse objetivo surge Repositórios institucionais: democratizando o acesso ao conhecimento, que reúne autores brasileiros e portugueses num esforço comum de partilha de experiências e perspectivas.

Os repositórios institucionais surgem associados ao movimento do acesso livre como uma das estratégias mais eficazes de melhoria das condições de disponibilidade e de facilitação do acesso à produção intelectual, acadêmica e científica dos centros produtores de conhecimento, como as universidades e centros de investigação, constituindo um elo na rede dos atores com intervenção no campo da comunicação científica. A obra resulta de uma colaboração transatlântica, de uma vontade de compartilhar e construir conhecimento em conjunto, pretendendo simbolizar o potencial de cooperação e colaboração na comunicação e partilha do conhecimento.

Fonte: http://www.edufba.ufba.br/2010/11/repositorios-institucionais/

Revista da Escola de Ciência da Informação celebra os 60 anos da unidade

Por UFMG Notícias

Já está disponível a nova edição on-line da revista Perspectivas em Ciência da Informação, editada pela Escola de Ciência da Informação (ECI). Trata-se de um número especial, sobre os 60 anos da Escola.

A edição traz entrevistas com todos os ex-diretores da ECI e constitui importante documento sobre a história da escola. As entrevistas e artigos narram vários momentos marcantes, como a evolução do curso de Biblioteconomia, as várias sedes do curso até a construção do prédio próprio, a criação da revista, dos programas de pós-graduação e das especializações, chegando ao surgimento de duas novas graduações: Arquivologia e Museologia.

O número está disponível neste endereço.

 

CARTA ABERTA DA EXECUTIVA NACIONAL DAS ASSOCIAÇÕES REGIONAIS DE ARQUIVOLOGIA – ENARA E DO SINDICATO NACIONAL DOS ARQUIVISTAS E TÉCNICOS DE ARQUIVO – SINARQUIVO A PRESIDENTA DA REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL ELEITA, SRA. DILMA VANA ROUSSEFF

Salvador e Rio de Janeiro, 27 de Novembro de 2010

Exma. Presidenta da República Eleita, Sra. Dilma Vana Rousseff,

Saudações cordiais!

A Executiva Nacional das Associações Regionais de Arquivologia – ENARA e O Sindicato Nacional dos Arquivistas e Técnicos de Arquivo – SINARQUIVO, vem respeitosamente dirigir-se à Ilustre Presidenta da República Eleita, a fim de manifestar nossa preocupação a respeito de rumores que têm circulado no meio acadêmico e profissional a respeito da futura ocupação do cargo de Diretor Geral do Arquivo Nacional.

O Arquivo Nacional, criado em 1838, é o órgão central do Sistema de Gestão de Documentos de Arquivos da Administração Pública Federal – SIGA. Integrante da estrutura básica da Casa Civil da Presidência da República, está diretamente subordinado à Secretaria-Executiva.

Tem por finalidade implementar e acompanhar a política nacional de arquivos, definida pelo Conselho Nacional de Arquivos – Conarq, por meio da gestão, do recolhimento, do tratamento técnico, da preservação e da divulgação do patrimônio documental do País, garantindo pleno acesso à informação, visando apoiar as decisões governamentais de caráter político-administrativo, o cidadão na defesa de seus direitos e de incentivar a produção de conhecimento científico e cultural.

Muito tem se especulado recentemente sobre possíveis mudanças a frente da gestão da maior instituição arquivística do país, o Arquivo Nacional, respeitada entidade vinculada a Casa Civil da Presidência da República, órgão já dirigido outrora por vossa excelência. Debates acalorados a respeito de questões polêmicas como o acesso a documentos do período de regime militar e demais questões relacionadas ao inegável valor histórico do raro e único acervo, sob a custódia do Arquivo Nacional, tem permeado as discussões a respeito do futuro da instituição.

De maneira expontânea e natural, lideranças acadêmicas, políticas e da sociedade civil têm opinado e se posicionado, aberta ou veladamente, acerca de nomes e perfis que poderiam assumir a direção da entidade em seu futuro mandato. Todos sempre muito ligados a uma das atribuições mais importantes do Arquivo Nacional, qual seja, a preservação do patrimônio documental histórico do país e sua garantia de acesso como fonte de pesquisa e de garantia de direitos à sociedade.

Porém, tem nos causado muita apreensão o fato de que temas também de grande importância não têm aparecido nestes debates. Temas estes fundamentais para a preservação dos acervos históricos de amanhã, e cuja atenção não pode ser desconsiderada. Temas relacionados a diversas atribuições legalmente delegadas ao Arquivo Nacional, especialmente relacionados à Política Nacional de Arquivos, ao Sistema Nacional de Arquivos, ao Sistema de Gestão de Documentos da Administração Pública Federal e a tantos outros temas indiretos, vinculados à Lei 8159/91, Decreto 4073/02, além do Art. 5º e do § 2º do Art. 216º da Constituição Federal de 1988.

Segundo o Art. 3º da Lei 8159/91, considera-se gestão de documentos o conjunto de procedimentos e operações técnicas à sua produção, tramitação, uso, avaliação e arquivamento em fase corrente e intermediária, visando a sua eliminação ou recolhimento para guarda permanente. Entende-se portanto que, sem concentrar esforços na gestão documental, inócuos serão quaisquer esforços na tentativa de preservação do patrimônio histórico documental brasileiro.

O reconhecimento deste fato é um dos motivos pelo qual, após mais de um século e meio, o Arquivo Nacional foi elevado ao órgão mais importante do Poder Executivo Federal após a Presidência da República, a Casa Civil. Na Casa Civil, o Arquivo Nacional cresceu, obteve mais estrutura, mais servidores, mais fôlego e fundamentalmente mais poder normativo e maior influência sobre o Poder Executivo Federal. Esta nova posição permitiu enormes avanços na gestão dos documentos públicos, o que resultou diretamente em maior eficiência administrativa e maior transparência na gestão pública, garantindo que os registros documentais, que ajudarão a escrever a história do Brasil, não sofram perdas em seu caminho até um arquivo público, e seu acesso pelo cidadão.

Sendo o Arquivo Nacional a maior instituição arquivística do país, tendo dentre outras atribuições a coordenação da Política Nacional de Arquivos, entende-se como fundamental que sua maior liderança, seu gestor maior, seu Diretor Geral, seja uma pessoa imbuída de diversas características que não se limitam somente a formação histórica e apreço pela cultura. Devido a importância da instituição, sua direção também não está limitada somente a profissão de Arquivista, a quem é designado pelo Art. 2 da Lei 6.546/78 a atribuição de “planejamento, organização e direção de serviços de Arquivo.”

É fundamental que o Diretor Geral do Arquivo Nacional tenha uma formação e experiência profunda na área arquivística, além de sensibilidade história. Também é fundamental larga experiência no serviço público e conhecimento sobre seu funcionamento. Deve ter grande habilidade na aproximação com diversos setores da sociedade civil, além de grande articulação com o setor acadêmico universitário, parceiro estratégico na formação de servidores qualificados e constante atualização nas metodologias e tecnologias aplicadas aos arquivos, além é claro grande fonte de pesquisadores consulentes de seu acervo.

Para liderar a maior instituição arquivística do país, o diretor deve ter condições de dialogar com diversas áreas como a História, o Direito, a Administração (especialmente a pública), a Educação e a Arquivologia. Esta pessoa deve ter capacidade de dialogar com instituições análogas por todo o mundo trocando experiências e mantendo o Brasil numa posição de liderança e vanguarda quando tratamos de gestão de arquivos públicos.

O futuro do Arquivo Nacional, responsavelmente dirigido por profissional qualificado para tal, é fundamental para o avanço da Arquivologia, disciplina responsável pelo estudo, desenvolvimento e aplicação das metodologias e princípios que garantem a boa gestão documental.

Esta carta foi escrita por arquivistas atentos e preocupados com os impactos que a decisão sobre o futuro do Arquivo Nacional certamente causarão no futuro da Arquivologia nacional. Que sua leitura possa ajudar nas decisões a respeito do Arquivo Nacional.

Desejamos sucesso a sua futura gestão e fique com Deus.

EXECUTIVA NACIONAL DAS ASSOCIAÇÕES REGIONAIS DE ARQUIVOLOGIA

SINDICATO NACIONAL DOS ARQUIVISTAS E TÉCNICOS DE ARQUIVO

COMUNICADO DA COMISSÃO CIENTIFÍCA DO XIV REGIONAL DOCUMENTAÇÃO,CIÊNCIA DA INFORMAÇÃO E DA V MOSTRA CIENTÍFICA DE BIBLIOTECONOMIA

Data de publicação: 15/11/2010

Senhores erebdianos,

Encerramos o envio de resumo dos trabalhos científicos no dia 31 de outubro de 2010.Os resumos enviados após essa data serão desconsiderados. Para todos os resumos que chegaram em nossa caixa de entrada, foram enviados o e-mail de confirmação de recebimento de resumo. Houve alguns resumos que estavam no formato diferente, desobedecendo o item 4.4 das Normas de Envio de Trabalhos Científicos que determina:

4.4 Não serão aceitos resumos e os trabalhos científicos em formato dotx, docx, rtf, zip, pdf e qualquer outro que não seja doc. (Microsoft Word 97 -2003). Todos esses resumos que se enquadraram nesse item foram notificados. Aqueles autores que persistiram no erro foram eliminados do processo de avaliação. Não receberemos mais os resumos corrigidos dos autores notificados pela comissão científica.

Caso alguém não tenha recebido o e-mail de confirmação de recebimento do resumo, informe a comissão cientifica o título do trabalho, o GT a qual pertence o mesmo e a modalidade de apresentação (oral ou pôster) que pretenderá apresentar. As duvidas que foram encaminhadas para o nosso e-mail serão respondidas nesse comunicado.

Primeiramente, os resumos estão sendo contabilizados e preparados para serem enviados a comissão de avaliação de resumos e trabalhos científicos, composta pelos docentes do Curso de Biblioteconomia da UFMA. A data prevista para ser divulgada a listagem de resumos aprovados será no dia 30 de novembro, podendo sofrer alterações.

Em relação ao desconto de 25% para aqueles que tiverem os resumos aprovados, os autores precisam efetuar o seu pagamento completo, pois o reembolso será feito em São Luís, no evento. Vale ressaltar que esse reembolso serão para aqueles que tiveram o seu trabalho aprovado. O desconto só será válido a partir do 2ª pacote e só será contemplado um autor por trabalho de acordo com o item 2.7.

O resultado das propostas de oficina serão divulgadas no dia 30 de novembro, podendo sofrer alterações. O EREBD não irá custear as passagens nem hospedagem dos ministrantes de oficina e em nenhum item das Normas para Propostas de Oficinas foi garantido isso.

Em virtude das mudanças das datas, o item 2.6 será modificado. No caso de trabalhos aprovados, os autores deverão apresentar a confirmação do pagamento da inscrição até o dia 10 de dezembro de 2010, para a publicação dos trabalhos completos dos anais do XIV Encontro Regional de Estudantes de Biblioteconomia, Documentação, Ciência da Informação e Gestão da Informação e a V Mostra Científico-Cultural de Biblioteconomia.

Por favor, preparem os seus trabalhos completos, pois, assim que for divulgado no dia 30 de novembro a lista de resumos aprovados, os senhores terão a partir dessa data até o dia 10 de dezembro para enviar o trabalho completo.

Vale ressaltar que para aqueles autores que tiveram alguns erros detectados pela comissão de avaliação, devem enviar o trabalho completo com o resumo devidamente reformulado.

Todos os autores receberão o parecer dado pela comissão de avaliação de resumos e trabalhos completos, composta pelos docentes do Curso de Biblioteconomia da Universidade Federal do Maranhão.

Atenciosamente,

Comissão Cientifica do XIV EREBD

Fonte: http://erebdnne2011.blogspot.com/2010/11/comunicado-da-comissao-cientifica-do.html

CARTA ABERTA AOS ESTUDANTES – Aprovada no II FÓRUM NACIONAL DOS ESTUDANTES DE ARQUIVOLOGIA

Data de publicação original: 26/11/2010

Às vésperas da abertura do IV CNA sediado na cidade de Vitória, capital do Espírito Santo, foi realizado o II Fórum Nacional de Estudantes de Arquivologia com o objetivo de discutir a atuação do Movimento Estudantil Nacional de Arquivologia e um balanço político da Executiva Nacional dos Estudantes de Arquivologia – ENEA.

Por inúmeros fatores de ordem logística e política, o Fórum teve baixa mobilização e participação, o que de início provocou uma análise crítica e profunda a cerca do ME Nacional de Arquivologia elevando o debate com o seguinte questionamento: Pra que ENEA?

A partir deste ponto tentamos elencar pontos positivos e pontos negativos da Executiva, o que não era inédito em um fórum como este, mas se mostrava necessário diante da atual conjuntura.

Percebe-se que a ENEA sofre uma grande deficiência na comunicação entre os seus diretores, conseqüentemente e entre a base sobre a sua atuação. Mas que atuação?

Fica aparente que, a comunicação é fruto da ação. Quando pecamos na ação ou na falta dela, deixamos a desejar na organização como um todo, no que tange as discussões, as práticas, teorias, propostas e idéias. Não teremos êxito em nossos objetivos se não articularmos bem esses pontos. Mas, que objetivos?

A falta de diretrizes claras capazes de medir a importância da Arquivologia enquanto ciência ou instrumento para solucionar problemas existentes e problemas que ainda não existem em um cenário onde a informação é crescente e tende cada vez mais em ser o elemento essencial para o bom andamento de qualquer organização e de toda produção de conhecimento.

Diante disso, que ensino queremos para as Faculdades de Arquivologia do Brasil?Será que estamos caminhando rumo ao ensino de excelência que atenda as demandas e necessidades da sociedade e do mercado nacional?

Podemos perceber que ainda temos pendentes essas questões fundamentais para que o ME de Arquivologia entre em harmonia e encampe suas bandeiras de forma organizada e efetiva no cotidiano da categoria.

Contudo, avaliamos que a existência de estruturas e espaços já conquistados por nós, estudantes e arquivistas e a própria realização deste fórum com a presença de representantes de Centros Acadêmicos, da ENEA e profissionais Arquivistas, mostra que de fato temos condições reais de elevar está matéria a nível nacional com uma organização capaz de estimular a Arquivologia a ocupar o seu espaço no tamanho e importância reconhecido por nós e as diversas áreas do conhecimento, identificando os estudantes como potenciais protagonistas deste movimento de mudança e crescimento!

Estamos hoje convencidos de que o nosso desafio é grande e que as expectativas são muitas e por isso, defendemos e estamos dispostos a construir um próximo ENEARQ que aglutine e supere essas questões essenciais para que o Movimento Estudantil de Arquivologia se fortaleça e cresça!

Mas para tal é preciso da confiança e principalmente a participação de todos neste processo que se inicia à partir do IV CNA.

Queremos expressar a importância dos estudantes ocuparem os Centros e Diretórios acadêmicos das Universidades e levarem as questões necessárias para o crescimento do ME nacional de Arquivologia nesses espaços somar-se a articulação nacional através da ENEA.

Fonte: http://enea-brasil.blogspot.com/2010/10/carta-aberta-aos-estudantes-aprovada-no.html

Revista do Arquivo Público Mineiro debate Acervos Digitais e Preservação da Memória

Data de publicação original: 17/11/2010

Por Minas em Pauta – Educação, Esporte e Cultura

Um espaço para homenagear José Pedro Xavier da Veiga, fundador do Arquivo Público Mineiro, e criar um debate sobre a relação dos Acervos Digitais e Preservação de Memória. Essas são as principais linhas da nova edição da Revista do Arquivo Público Mineiro, instituição vinculada à Secretaria de Estado de Cultura de Minas Gerais (SEC), lançada nesta terça-feira (16), na Academia Mineira de Letras.

A edição, relativa ao primeiro semestre de 2010, janeiro a junho, traz 12 textos que abordam questões sobre processos de manutenção e recuperação da memória cultural, ao longo da história. O lançamento da publicação está sendo realizado em novembro em decorrência das restrições impostas pelo período eleitoral.

Criada há 114 anos, a Revista do Arquivo Público Mineiro (RAPM) tem cumprido sua missão com a publicação de ensaios, instrumentos de pesquisa e documentos pertencentes ao acervo da instituição, prestando serviços inquestionáveis à pesquisa. A RAPM é referência para consulta de pesquisadores interessados nos mais diversos temas da história de Minas Gerais.

A edição

A Revista traz o editorial Acessibilidade à informação e pesquisa, por Maria Efigênia Lage de Resende, a superintendente do APM; além dos textos Uma visão de Minas Gerais no contexto do Império Lusitano, de A. J. R. Russell-Wood; Os desafios da revolução digital, também de Maria Efigênia Lage de Resende; Uma experiência pioneira com acervos judiciais, de Ivan de Andrade Vellasco; As múltiplas faces da devassa, de André Figueiredo Rodrigues; Uma janela para o mundo, de Maria Marta Araújo; Disseminação da cultura em meio digital, de Paulo Miguel Fonseca e Vinícius Pontes Martins; Acervos portugueses on-line, de Anabela Borges Teles Ribeiro; Tensões e controvérsias em torno da lei, de Ana Rosa e Cloclet da Silva; Pegadas indígenas no acervo do APM, de Adriano Toledo Paiva; Acesso livre à informação pública, de Emerson Nogueira Santana; Uma plataforma de pesquisa amplamente disponível, de Flávio Augusto Rocha Bertholdo e Uma bandeira socialista em Minas Gerais, de Raquel Aparecida Pereira.

A edição também conta com seis trabalhos lançados em 2009 e que abrangem temática variada e abordagens inovadoras que enriquecem a bibliografia sobre a história de Minas Gerais.

Fonte: http://minasempauta.wordpress.com/2010/11/17/governo-anastasia-revista-do-arquivo-publico-mineiro-debate-acervos-digitais-e-preservacao-da-memoria/

Livro: Informação para a área de saúde

Data de publicação original: 24/11/2010

O livro “Informação para a área de saúde: prontuário do paciente, ontologia de imagem, terminologia, legislação e gerenciamento eletrônico de documentos” será lançado sexta-feira (26), às 18h, no Espaço Cultural da ADUFC.

A obra, que será apresentada pelo médico sanitarista Roberto Cláudio Bezerra, é uma coletânea organizada pelas professoras Virginia Bentes Pinto, do Departamento de Ciências da Informação, e Maria Elias Soares, do Departamento de Letras Vernáculas, ambas da Universidade Federal do Ceará. O livro tem caráter teórico-prático, com uma diversidade de enfoques sobre aspectos inerentes ao prontuário do paciente.

A Profª Heimar Marin, da Universidade Federal de São Paulo, discorre sobre prontuário do paciente desde sua gênese, com Hipócrates, no Século V a.C., até o moderno prontuário eletrônico. Ressalta a importância desse documento como veículo de comunicação entre os membros da equipe de saúde responsável pelo atendimento ao paciente, mostrando que as informações ali registradas vão subsidiar todas as tomadas de decisão com relação à verificação do estado evolutivo da doença, o cuidado e a continuidade dos procedimentos adotados para o tratamento da pessoa doente.

Os professores Virginia Bentes Pinto e Jefferson Leite Oliveira Ferreira trazem reflexão filosófica sobre o papel que as imagens do campo da saúde desempenham para dar certeza ou negar a existência de uma doença e apresentam metodologia para a construção ontológica no contexto da Inteligência Artificial, além de construírem uma ontologia de imagem.

Ramon Alfredo Moreno, pesquisador do Instituto do Coração (InCor), discute a imagem trazendo um novo olhar sobre os modelos matemáticos matriciais para construir representação imagética visando à criação de atalhos que permitam a indexação desses documentos, por meio dos atributos visuais de cor, forma e textura, para facilitar a recuperação de imagens com maior facilidade.

As características da terminologia médica enfatizando as relações entre estudos terminológicos e produção de ontologias é o tema abordado pela Profª Maria da Graça Krieger, do Departamento de Língua Portuguesa da Universidade Federal do Rio Grande do Sul.

Paulo Roberto Elian dos Santos, professor e pesquisador da Fundação Osvaldo Cruz, discute sobre os arquivos de instituições de saúde mostrando a necessidade de definição de uma política nacional de arquivos de instituições de saúde.

Já o texto de Cláudio José Silva Ribeiro, engenheiro de sistemas aplicativos da Dataprev, traz aspectos teóricos referentes à gestão eletrônica de documentos e ao Enterprise Content Management, mostrando que essas ferramentas tanto podem ser aplicadas para textos verbais, como não-verbais (sons, músicas, imagens, vídeos, filmes e páginas web) e aos prontuários eletrônicos do paciente.

Fonte: Profª Virginia Bentes, do Departamento de Ciências da Informação da UFC – (fone: 85 3366 7702)

Fonte: http://www.ufc.br/portal/index.php?option=com_content&task=view&id=10810&Itemid=1

Movimento “Bibliotecas para Bibliotecários e Arquivos para Arquivistas”

Data de publicação original: 23/11/2010

Por: Nuno de Matos

O que o movimento “Bibliotecas para Bibliotecários e Arquivos para Arquivistas” defende que não deverá aceder à carreira pessoas sem formação na área (Ciência da Informação, ou Biblioteconomia, ou Arquivo, ou Biblioteca e Documentação)

Com a publicação do Decreto-Lei n.º 121/2008, de 11 de Julho, que reestrutura as carreiras da Administração Pública, foram extintas as carreiras específicas de técnico superior de biblioteca e documentação, técnico profissional de biblioteca e documentação, técnico superior de arquivo e técnico profissional de arquivo.

Desde então têm aberto procedimentos concursais para provimento de lugares, em bibliotecas e arquivos da administração pública, com requisitos habilitacionais diversos, sendo admitidos técnicos superiores e assistentes técnicos sem qualquer formação na área.

Tendo em conta que as competências deste grupo profissional são revestidas de reconhecida especificidade e dada a existência de formação na área através de diversas licenciaturas, pós-graduações e mestrados que asseguram a saída para o mercado de trabalho de pessoal qualificado, achamos inadequado que os lugares sejam ocupados por pessoal sem as qualificações necessárias.

Assim, solicitamos que seja requisito obrigatório, para qualquer concurso nesta área, a posse de habilitações adequadas.
A petição está a decorrer aqui.

Fonte: http://a-informacao.blogspot.com/2010/11/movimento-bibliotecas-para.html?utm_source=twitterfeed&utm_medium=twitter