Arquivo mensal: fevereiro 2011

XIII EREBD SUL: informações

Tema: Os Ambientes de Aprendizagem e a Questão da Memória

Período: 21 a 24 de abril de 2011

Local: UEL

Envio de trabalhos: http://www.erebdsul2011.com.br/

Site: http://www.erebdsul2011.com.br/

34ª ENEBD: tema, período e informações para envio de trabalhos

Tema: Formação do Profissional da Informação: desafios, perspectivas e campos de atuação

Período: 25 a 30 de julho de 2011

Local: UFAM

Envio de trabalhos: http://enebd2011.jimdo.com/cient%C3%ADfico/

Site: http://enebd2011.jimdo.com/

Bibliographia Brasiliana

Data de publicação:  15/02/2011

Data de publicação no Blog DA ECI: 18/02/2011

Por Revista de História da Biblioteca Nacional

Livro que cataloga e comenta obras raras sobre História do Brasil é lançado em português. Edição original foi escrita em inglês por um brasileiro, em 1958

Mais de 50 anos após seu lançamento, a “Bibliographia Brasiliana” chega às livrarias de todo o país, traduzida pela primeira vez para o português. A obra é um dos principais documentos de consulta para pesquisadores de obras raras no Brasil, tendo sido escrita em inglês pelo historiador e ex-diretor da Biblioteca Nacional, Rubens Borba de Moraes (1899-1986), em 1958, e reeditada pelo mesmo em 1986.

Organizada em dois volumes, a “Bibliographia Brasiliana” registra obras relacionadas ao Brasil, que foram publicadas entre 1504 e 1900, além de livros de autores nacionais do período colonial.

A ideia da reedição surgiu há 4 anos com o empresário José Mindlin (1914-2010), então presidente do conselho editorial da Edusp – editora responsável pelo lançamento. O processo recebeu apoio financeiro da Fapesp, na parte de pesquisa, e da Fundação Vitae, na parte de tradução.

A edição em português se baseou em um volume pessoal de Borba de Moraes, de 1983. O volume, que integra o acervo da Biblioteca Guita e José Mindlin, da Universidade de São Paulo, contava com anotações e correções feitas à mão pelo autor. Nela, Borba de Moraes deixou uma nota “Instruções para uma improvável edição póstuma lá pelo ano de 2003”, utilizada pela equipe de pesquisa.

Fonte: http://www.revistadehistoria.com.br/v2/home/?go=detalhe&id=3619

O vídeo e a universidade

Data de publicação: 17/01/2011

Data de publicação no Blog DA ECI: 18/02/2011

Por Thiago Camelo

Lançado no final do ano passado, o UFMGTube, página de vídeo da UFMG, começa a engrenar e publicar entrevistas e documentários ricos em informação e interessantes para professor e aluno.

No final do ano passado, a Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) aventurou-se por uma nova possibilidade em voga há algum tempo na internet, mas – ainda – não adotada pela maioria das instituições de educação: o vídeo.

Por meio do canal UFMGTube, a universidade quer, segundo sua carta de intenções, “registrar de maneira sistemática a produção cultural e científica gerada nos diversos eventos” da instituição.
A iniciativa tem como objetivo construir uma memória visual da UFMG

Além disso, a iniciativa tem também como objetivo construir uma memória visual da UFMG, com entrevistas mais longas com os professores, que, de modo geral, explicam do que se trata as matérias que ensinam.

Na prática, a organização dos vídeos se dá de forma parecida com a de qualquer outro repositório de imagens da rede.

O UFMGTube ainda está no começo, e a produção ainda está engrenando. Já há, no entanto, algumas preciosidades para se garimpar por lá. Vídeos que, caso não fosse a proatividade dos profissionais da universidade, dificilmente viriam a público.

É o caso, por exemplo, de dois documentários – ambos produzidos por uma equipe da UFMG. O primeiro dá um panorama da, ainda não tão conhecida, agricultura urbana: o manejo de alimentos em cidades industriais.

O outro vídeo narra o dia a dia de alguns mestres da tipografia, um ofício ‘ameaçado de extinção’.

O portal conta com uma vídeo-entrevista de Maria Aparecida de Moura, diretora de divulgação científica da UFMG e responsável pelo desenvolvimento do projeto.

Entre outras afirmações, Aparecida de Moura diz que o UFMGTube pretende-se colaborativo. Ou seja, em pouco tempo a página será aberta para que o público também possa ‘subir’ vídeos por lá.

A boa notícia de agora: a dezena de vídeos que já existem na página conta com a licença autoral Creative Commons, que permite a reprodução das imagens contanto que não sejam usadas com finalidade comercial. Vamos, portanto, usar.

Fonte:  http://cienciahoje.uol.com.br/blogues/bussola/o-video-e-a-universidade/view

Livro: Acessibilidade e Visibilidade de Revistas Científicas Eletrônica

Fonte: http://www.cengage.com.br/detalheLivro.do;jsessionid=B98E260175AAEA41BF6A63C6C83E66B1?id=107327

 

Revista da Escola de Ciência da Informação celebra os 60 anos da unidade

Já está disponível a nova edição on-line da revistaPerspectivas em Ciência da Informação, editada pela Escola de Ciência da Informação (ECI). Trata-se de um número especial, sobre os 60 anos da Escola.

A edição traz entrevistas com todos os ex-diretores da ECI e constitui importante documento sobre a história da escola. As entrevistas e artigos narram vários momentos marcantes, como a evolução do curso de Biblioteconomia, as várias sedes do curso até a construção do prédio próprio, a criação da revista, dos programas de pós-graduação e das especializações, chegando ao surgimento de duas novas graduações: Arquivologia e Museologia.

O número está disponível neste endereço.

Fonte: http://www.ufmg.br/online/arquivos/017489.shtml

 

Livro: MANUAL DE FONTES DE INFORMAÇÃO

É provável que a palavra referência, nos sentidos que tem na biblioteconomia de língua portuguesa, haja chegado por aqui nos idos de 1940, trazida pela influência norte-americana sobre uma nova geração de bibliotecários, que, no Rio de Janeiro e em São Paulo, procuravam modernizar as práticas bibliotecárias aqui adotadas. Como em muitos outros casos, prevaleceu a semelhança fonética e ortográfica, em detrimento do sentido que já poderia existir associado a palavras de há muito presentes no português. O fato é que, apesar de qualquer preocupação preciosista, o sentido novo foi incorporado ao português e também a outras línguas, e obra de consulta passou a ser ‘obra de referência’ e ‘sala de consulta’ virou ‘sala de referência’. Assim como ‘cota’ virou ‘número de chamada’ e hoje em dia site se incorpora como tal, deslocando para outros mapas semânticos o seu equivalente ‘sítio’.  Se nossas bibliotecas sempre tiveram obras de consulta, isto é, de referência, o fato é que estas somente adquiriram o estado diferenciado de fontes de informação quando foram criados os primeiros serviços de referência no país, na década de 1940. Esses serviços, que tanto evoluíram em nossas bibliotecas, dependem não apenas de suas coleções, mas também de listas seletivas e comentadas daquelas obras que podem ajudar o bibliotecário em seu trabalho de atendimento aos leitores que buscam informação. Se, em outros países, há um grande número desses guias ou manuais de referência, sua produção no Brasil tem sido esporádica e escassa. Aqui, como é assinalado no prefácio de Paulo da Terra Caldeira, o autor apresenta um “espectro mais amplo” do que aquele tentado pelos antecessores brasileiros “abrangendo tipos de materiais indispensáveis para consulta no cotidiano da população” que “facilitam a identificação e o conhecimento de enorme número de fontes e mecanismos para recuperação de informação em meio eletrônico”. Em 1957, a bibliotecária argentina Josefa Emilia Sabor publicou seu Manual de fuentes de información, que marcou gerações de estudantes e profissionais, não só pela proximidade com nossa realidade (contava com um apêndice sobre obras de referência brasileiras feito por Bernadete Sinay Neves, da Universidade da Bahia) como também pela facilidade de compreensão do castelhano, ao contrário das outras alternativas disponíveis, em inglês ou francês. Ao adotar, neste livro, o bibliônimo usado por Josefa Emilia Sabor,  o autor espera que seu livro venha a ter uma utilidade que se aproxime, tanto quanto possível, da que teve o Manual de fuentes de información. E que seja visto como uma homenagem à ilustre colega argentina.

Fonte: http://www.briquetdelemos.com.br/manual-de-fontes-de-informac-o.html