Arquivo mensal: março 2011

Se arquivistas brasileiros tivessem sangue egípcio.

Data de publicação: 11/20/2011

Por Arquivos Correntes

Tenho acompanhado com atenção a revolução popular no Cairo (Egito), e tenho visto coisas interessantes. Como é bom vislumbrar a democracia e o engajamento de grupos em prol de um objetivo único. Pois bem, os egípcios estão ministrando uma verdadeira aula de cidadania e atitude.  E nós, arquivistas, deveríamos aprender com eles. Hoje precisamos de humildade para perceber que estamos muito aquém da posição política, teórica e prática que deveríamos adotar como “gestores da informação”. Por isso decidi olhar para os acontecimentos do Egito e extrair de lá alguns aprendizados importantes para o nosso futuro.

Se arquivistas brasileiros tivessem sangue egípcio, o Arquivo Nacional teria uma gestão rotativa e democrática. Digo rotativa para que cada gestão tivesse tempo definido, início e fim. Acredito que se os arquivistas brasileiros se posicionassem, o nosso Mubarak já teria saído do Cairo arquivístico (Arquivo Nacional) e  dando oportunidade de outras gestões efetuarem trabalhos melhores e diferentes. Assim sendo, seria o Arquivo Nacional uma instituição mais democrática e abrangente. Aberta para prestar conta dos seus atos, aberta ao diálogo com profissionais, estudantes de graduação e técnicos de arquivo; aberta ao diálogo com as instituições de representação como Diretórios Acadêmicos e Associações; haveria mais interesse da parte do Arquivo Internacional em apoiar a pesquisa e a atuação técnica do seu profissional mais próximo: o arquivista.

Se arquivistas brasileiros tivessem sangue egípcio, o Conselho Regional de Arquivologia já estaria completando jubileu de prata (pelo menos) e as associações, com  participação mais efetiva e focada, apoiariam as movimentações deste conselho. Com isso a farra de outros profissionais que entram e saem das vagas de arquivistas nas empresas cairiam vertiginosamente! Teríamos piso salarial nacional, fiscalização e proteção da saúde de profissionais em arquivos insalubres. Seria um canal direto onde poderiamos nos apoiar e nos proteger…

Se arquivistas brasileiros tivessem sangue egípcio, alguns Diretórios Acadêmicos fariam mais pelos alunos e menos por si mesmos (conhecimento de causa), cobrariam ensino de melhor qualidade e professores de verdade; zelariam pela infra-estrutura de salas de aula e laboratórios. As escolas de Arquivologia seriam exigidas a ponto de  formar um profissional capacitado para entrar em um mercado de trabalho competitivo com propriedade. Fariam da tecnologia aliada e não uma inimiga hostil! Seria decente!

Se arquivistas brasileiros tivessem sangue egípcio, O Sistema Nacional de Arquivos seria uma realidade palpável nas três esferas governamentais. A legislação arquivística seria instrumento de manutenção da cidadania e não um artifício para travar o acesso a certos documentos. O Conarq seria mais participativo tanto na teoria quanto na prática e se reuniria mais vezes com mais membros (2 vezes por ano é muito pouco e números de integrantes não atende um país com o tamanho e as demandas do Brasil). A política de acesso a documentos públicos seria tema de debate livre e democrático entre a populaão brasileira!

Se arquivistas brasileiros tivessem sangue egípcio, seriam mais unidos, se comunicariam mais… Seja pelo facebook, twitter ou pessoalmente… Teriam maior senso de grupo, de comunidade. Isso seria saudável e atrairiam mais jovens interessados em abraçar uma carreira apaixonante, mas nem tão valorizada assim.

Se arquivistas brasileiros tivessem sangue egípcio, talvez não teríamos todas essas coisas descritas acima, mas com certeza seríamos melhores, faríamos mais… Muito mais.

Fonte: http://arquivoscorrentes.com/2011/02/se-arquivistas-brasileiros-tivessem-sangue-egipcio/

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Projeto Santo de Casa


Escaninhos

Caros Alunos,

O Diretório Acadêmico Lydia de Queiroz Sambaquy, da Escola de Ciência da Informação, leva ao conhecimento dos estudantes de nossa escola, os procedimentos para renovação e solicitação dos escaninhos.

Renovação dos Escaninhos

O aluno que já possui seu escaninho deve se dirigir à secretaria do DAECI,  entre os dias 21 e 25 de março , para preencher o termo de responsabilidade e efetuar o pagamento da taxa unica de R$8,00 pelo uso do escaninho durante o semestre.

NOTA:

O DAECI esclarece que a taxa de uso é utilizada para manutenção dos escaninhos e investimentos na infra-estrutura do diretório. No segundo semestre de 2010 foi possível adquirir um aparelho de DVD que estará disponível para uso ainda essa semana.

Solicitação de Escaninhos:

1. O aluno da ECI deve preencher o formulário online da lista de espera que está disponível em:

https://spreadsheets.google. com/viewform?hl=en&pli=1& formkey= dDcxWGxtbThxUmlscWpieER1ZWg5S0 E6MQ#gid=0

2. O aluno deve aguardar a próxima chamada da lista de espera que está disponível para consulta em:

https://spreadsheets.google.com/pub?hl=en&hl=en&key=0AqCXBjH9fE1TdDcxWGxtbThxUmlscWpieER1ZWg5S0E&output=html

A primeira chamada de 2011 será realizada no dia 28/03.

A lista de espera será chamada de acordo com a ordem da lista (que é mantida automaticamente pelo formulário) e com o número de escaninhos disponíveis.

3. O aluno que for chamado deverá preencher o termo de responsabilidade e efetuar o pagamento da taxa de manutenção de R$8,00 para retirar a chave do seu escaninho e ter o direito de uso durante o primeiro semestre de 2011.

Calendário de Renovação e Solicitação de escaninhos

21 a 25 de março: Período de Renovação

28 de março: Divulgação da primeira chamada de 2011 da lista de espera dos escaninhos.

28 de março a 1 de abril: Assinatura do termo de responsabilidade para estudantes da primeira chamada da lista de espera.

Certos da colaboração de todos nesse processo, agradecemos a atenção.

Atenciosamente,

Secretaria do Diretório Acadêmico Lydia de Queiroz Sambaquy.

 

XXXIV ENEBD: informações

Tema: Formação do Profissional da Informação: desafios, perspectivas e campos de atuação

Período: 25 a 30 de julho de 2011

Local: UFAM

Envio de trabalhos: http://enebd2011.jimdo.com/cient%C3%ADfico/

Site: http://enebd2011.jimdo.com/

Trabalhos

  • Envio de trabalhos completos: até o dia 30 de março
  • Divulgação do resultado da avaliação dos trabalhos: 1 de abril
  • Prazo final para envio de reformulação, quando necessário: 30 de maio
  • Divulgação dos trabalhos aprovados para apresentação: 20 de junho

Grupos de Trabalho

  • GT 1.: Educação para Promover a Competência Informacional: um grande desafio para os bibliotecários

Ementa: Competência informacional. Expansão das ferramentas informacionais. Realidade da inclusão informacional nos países subdesenvolvidos. Adequação de unidades de informação e suas praticas para a inclusão informacional.

  • GT 2.: Perspectivas da Atuação do Profissional da Informação

Ementa: O papel do profissional da informação em ambientes tradicionais e não tradicionais. A performance do futuro bibliotecário: entre a realidade e a aspiração.Os cenários futuros para a atuação profissional.

  • GT 3.: Diversidade dos Campos de Atuação

Ementa: Dimensão política, administrativa, educacional e social do fazer profissional. A atuação em ambientes tecnológicos.

  • GT 4.: Temática livre

Ementa: Assuntos não contemplados nos demais Grupos de Trabalho podem ser incluídos neste GT uma vez que tenham relação com o tema geral do evento.

Normas para envio de trabalhos

Informações sobre este item: http://enebd2011.jimdo.com/cient%C3%ADfico/normas/

Mais informações: http://enebd2011.jimdo.com/cient%C3%ADfico/

XIII EREBD SUL: informações

Tema: Os Ambientes de Aprendizagem e a Questão da Memória

Período: 21 a 24 de abril de 2011

Local: UEL

Inscrições: http://www.erebdsul2011.com.br/#eixostematicos

Site: http://www.erebdsul2011.com.br/

O prazo de envio de trabalhos terminou, porém divulgaremos pelo menos os eixos temáticos e o que é contemplado em cada um deles:

1.1 – Aprendizagem colaborativa

  • Informação e Conhecimento no Ciberespaço
  • Espaços de comunicação e interação
  • Recursos Web 2.0
  • Contextos e Relações sociais
  • Mecanismos de colaboração
  • Mecanismos de acessibilidade e usabilidade
  • Compartilhamento da Informação e do Conhecimento
  • Processos de criação do conhecimento

1.2 – Ensino-Aprendizagem

  • Ambientes virtuais de aprendizagem (AVA)
  • Ambientes físicos de aprendizagem
  • Práticas educativas
  • Estratégias de aprendizagem

1.3- Memória

  • Lugares da memória
  • Construção social e coletiva da memória
  • Intercorrências no Ciberespaço
  • Sistemas de informação, repositórios institucionais e computação em nuvem
  • Iniciativas para preservação
  • Organização da informação e do conhecimento
  • Aspectos históricos e contemporâneos

1.4- Eixo Livre

Inscrições: http://www.erebdsul2011.com.br/#eixostematicos

XV ENEARQ: informações

Tema: “CONSTRUÇÃO DA CARREIRA ARQUIVÍSTICA: tendências e perspectivas”

Período: 18 a 23 de julho

Local: UEPB

Inscrições:

Prazos Valores* Estudantes da UEPB
Até 04/04/2011 R$ 50,00 R$ 50,00
De 05/04 a 06/05/2011 R$ 70,00 R$ 50,00
De 09/05 a 03/07/2011 R$ 85,00 R$ 65,00
De 04/07 até dia do evento R$ 100,00 R$ 80,00

*Com direito a alojamento, transporte e alimentação (café-da-manhã, almoço e janta).

Envio de trabalhos:
Até 25 de abril de 2011 Submissão de resumos
Até 09 de maio de 2011 Divulgação dos resumos aprovados
Até 26 de junho de 2011 Submissão de artigos completos

Blog: http://xvenearq.blogspot.com/

Los blogs de Biblioteconomía y Documentación en la era de las redes sociales

Por Álvaro Cabezas

Es conocido ya el debate acerca del papel que los blogs juegan con la popularización de las redes sociales y de otros recursos 2.0. El sentimiento general es que los blogs han perdido gran parte de la relevancia que consiguieron hace unos años, y que sus autores han ido echando el cierre progresivamente, o han reducido su actividad  de forma considerable, que ahora se divide en los múltiples foros que la web 2.0 pone a nuestra disposición.

Nosotros hemos querido poner a prueba esta hipótesis, estudiando la blogosfera en Biblioteconomía y Documentación a nivel internacional para determinar hasta qué punto esto es válido, y ver asimismo la evolución cronológica de este fenómeno. Del mismo modo, nos planteamos otras cuestiones como identificar los blogs top de la disciplina mediante indicadores de relevancia en la web, y determinar las diferentes características de los blogs personales, en oposición a los blogs corporativos o institucionales. Este trabajo, que se planteó hace ya bastante tiempo ve ahora la luz publicado en forma de artículo.

Los resultados más significativos del estudio en el que hemos analizado más de 1100 blogs, y 275000 posts  son que entre 2006 y comienzos de 2009, se produjo un descenso de un 52% en el número de blogs activos, si bien la productividad por blog activo no decayó en este periodo de tiempo. Igualmente, los blogs personales se han mostrado más activos que los vinculados a instituciones. En lo concerniente a los blogs más destacados de la disciplina, se ha constatado que el 38% de ellos se mantienen en posiciones relevantes desde hace ya varios años.

Es complicado determinar con la metodología usada en este estudio si hay “menos” blogs de ByD de los que había hace unos años, lo que si se ha constatado es que la “tasa de mortalidad” de estas herramientas es muy alta, y que uno de los factores explicativos de esto se da en la emergencia de nuevos servicios 2.0 como los sitios de redes sociales, o los microblogs, donde los profesionales de la información han encontrado un medio comunicativo de amplio eco para diseminar su información. Puedes leer el trabajo completo tanto en su versión final en la web de la revista -acceso de pago- o descargando el pdf de la versión preprint, sin el formato final, y con algunos pequeños cambios de estilo y redacción.

Baixe o livro, versão preprint: http://9222705105000619506-a-1802744773732722657-s-sites.googlegroups.com/site/torressalinas/archivos1/LISblogosphereaftersocialnetworksboom_versionweb.pdf?attachauth=ANoY7coS92cf3DqcCc-lQzdxR1wc9c5LXbGytGxEYi2riNSXqmchbyoJhcZ4uCxhrhj2eLs5RCNtRSExZeuZOO_2msFbgmxxQtd95xcxPTCJ7gYzJOnX5ymBh28A-Q8OueqVUrsFq-t4fi6-pZ_HxDsHX2MlLf_4gnc09R0aQoJiYQsm9Z2aiGvnkSXtC_LJM6nJBvqafZqdWDH_RhfUJ-_anCDK4nUAhN3-nueXPSA7imB4zdsraD3fXoGROeyKH-hj0pipBhJdYqyplTdVQuPRDdLjJZR2eQ%3D%3D&attredirects=0

Fonte: http://documentacion.lacoctelera.net/post/2011/02/16/los-blogs-biblioteconomia-y-documentacion-la-era-las

GRADUAÇÃO EM BIBLIOTECONOMIA NA MODALIDADE À DISTÂNCIA

Por Boletim Eletrônico  Sistema CFB/CRB  Brasília-DF, 14 de fevereiro de 2011

A necessidade de formar um maior contingente de bibliotecários no país sem abrir mão da qualidade, em vista da implantação de diversos proje-tos nacionais que envolvem a contratação de profissionais, motivou o Sistema CFB/CRB a constituir uma parceria com a Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES), por meio da Universidade Aberta do Brasil (UAB) para a oferta do curso de bacharelado em Biblioteconomia na modalida-de a distância.

A oferta de cursos desta natureza é uma realidade em todo mundo. Experiências de sucesso estão presentes no México, Estados Unidos, Japão, Europa, Austrália, Colômbia e outras regiões que enfrentam problemas para qualificar presencialmente bibliotecários. Ademais, analisando o cenário brasi-leiro, em especial a oferta de cursos a distância para outras áreas, bem como a legislação brasileira sobre esta modalidade de ensino, o Sistema CFB/CRB ponderou que a disponibilidade desta abordagem educacional deveria ocorrer independente de qualquer esforço da instituição a qual seria obrigada, por força de decisões judiciais, de efetuar o registro de profissionais assim forma-dos, independente da qualidade oferta.
Diante de tais cenários, entendeu o Sistema CFB/CRB intervir em um processo desta natureza, de modo a assegurar a qualidade. Para tal o Conselho Federal de Biblioteconomia constituiu um grupo de respeitados especialistas da área para a elaboração do Projeto Pedagógico.

A proposta já entregue e aprovada pela CAPES/UAB, é composta por três marcos: situacional, conceitual e operacional. O primeiro destaca a diminuição de vagas para formação de bibliotecários no país, segundo os dados do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (INEP), o que afeta substancialmente a quantidade de profissionais formados anualmente, além de desta-car que a Lei 12.244/2010 determinou a contratação de 175 mil bibliotecários até 2020. O segundo, o conceitual, constituiu a formação com base nas Diretrizes Curriculares Nacionais aprovadas pelo Ministério da Educação para a área de Biblioteconomia (Parecer CNE/CES nº 492/2001 e Resolução CNE/CES nº 19/2001), bem como pelas orientações emanadas pela Associação Brasileira de Educação em Ciência da Informação (ABECIN), estabelecendo os seguintes eixos temáticos:

Além destes expostos, um eixo básico composto por disciplinas como: Língua Portuguesa, Produção de Tex-tos, Estatística, Informática Aplicada ao Ensino a Distância, dentre outras. Do total 2.400 horas/aula são destinadas aos eixos relacionados à Biblioteconomia; 240 horas/aula desti-nadas à formação básica; 240 horas/aula destinadas aos estágios curriculares obrigatórios; 45 horas destinadas ao desenvolvimento de atividades complementares.

O Curso de Biblioteconomia na modalidade a dis-tância só será ofertado por universidades públicas, federais, estaduais ou municipais que já possuam o curso na modali-dade presencial, motivo pelo qual o projeto pedagógico expõe as condições necessárias para a execução da propos-ta considerando que a qualidade deve ser prioridade absolu-ta da universidade interessada, de modo a atender as de-mandas e necessidades do mundo do trabalho de seu entor-no

A execução do projeto, a cargo das instituições integrantes do Sistema UAB, se efetuará nos Polos que são as unidades operacionais onde são desenvolvidas as ativida-des pedagógicas e administrativas relativas aos cursos e programas ofertados a distância. Os polos oferecem a estru-tura física, tecnológica e pedagógica para que os alunos possam acompanhar os cursos na modalidade a distância.
Informações sobre a oferta do curso podem ser obtidas diretamente no site da UAB: http://www.uab.capes.gov.br.

Fonte: http://repositorio.cfb.org.br/bitstream/123456789/447/1/Boletim%20N.%2048%20de%2011%20de%20fevereiro%20de%202011%20-%20Gradua%C3%A7%C3%A3o%20em%20Biblioteconiomia.pdf

Livro PNLL: Textos e História

O livro PNLL: Textos e História traz artigos de 24 autores relatando o que foi, o que é e o que representa o Plano Nacional do Livro e Leitura para o futuro deste segmento, seus pontos de vista e envolvimento com essa trajetória. Foram compilados documentos importantes, como a Lei do Livro, as declarações feitas nas cidades bolivianas de Cochabamba e Santa Cruz de La Sierra, que declararam o ano de 2005 como o Ano Vivaleitura, as Diretrizes Iniciais do PNLL e outros.

As principais realizações do Plano nestes 5 anos de história são apresentadas com textos informativos e o resgate do que foi produzido – relatorias, recomendações e documentos –, apresentando uma visão única sobre o PNLL. O livro publica, ainda, alguns depoimentos dos integrantes dos projetos ligados ao Mapa de Ações e sua relação com o PNLL.

Saiba mais: http://www.cultura.gov.br/site/2011/01/31/plano-nacional-do-livro-e-leitura-7/

Los estudiantes universitarios tienen ya derechos de autor sobre sus trabajos

Data de publicação: 04/02/2011

Por EL PAÍS

El Estatuto del Estudiante Universitario fija la protección de su “propiedad intelectual”

Los alumnos universitarios tienen ya derechos de autor sobre sus trabajos. Según el Estatuto del Estudiante Universitario, recién aprobado por el Ministerio de Educación, uno de sus derechos es el siguiente: “Al reconocimiento de la autoría de los trabajos elaborados durante sus estudios y a la protección de la propiedad intelectual de los mismos”.

Se trata de proteger los trabajos de los alumnos en la era de difusión universal y automática que permite Internet, para evitar la copia entre estudiantes, pero también su uso indebido por parte de los profesores, asegura María José Romero, secretaria general de la Coordinadora de Representantes de Estudiantes de Universidades Públicas (Creup), en la que están presentes los órganos estudiantiles de 20 campus españoles.

“Dicen que más vale un ‘por si acaso’ que un ‘quién lo iba a pensar’. Parece obvio que siempre ha de ser así, pero pudiera ocurrir, por ejemplo, que un trabajo de fin de máster tuviera una temática concreta acorde con un proyecto de investigación del profesor tutor. Pudiera darse el caso de que el profesor hiciera suyo el trabajo de fin de máster del alumno para incluirlo en su proyecto sin reconocerle la autoría ni pedirle su autorización”, explica Romero por correo electrónico.

Con las nuevas titulaciones adaptadas al esquema común europeo (plan Bolonia) todas las carreras exigen que los alumnos presenten un trabajo de fin de Grado y uno de fin de máster.

Fonte: http://www.elpais.com/articulo/sociedad/estudiantes/universitarios/tienen/derechos/autor/trabajos/elpepusoc/20110204elpepusoc_9/Tes