Arquivo mensal: agosto 2011

Carta aberta aos Estudantes de Biblioteconomia, Documentação, Ciência da Informação e Gestão da Informação

Belo Horizonte, 30 de agosto de 2011.

Carta aberta aos Estudantes de Biblioteconomia, Documentação, Ciência da Informação e Gestão da Informação.

A Comissão Organizadora do XXXV Encontro Nacional de Estudantes de Biblioteconomia, Documentação, Ciência da Informação e Gestão da Informação – ENEBD, vem através dessa oficializar que o XXXV ENEBD acontecerá na Escola de Ciência da Informação da Universidade Federal de Minas Gerais , como foi anunciado na plenária final do ultimo encontro ocorrido em Manaus.

O evento ocorrerá dentre os dias 22 à 28 de julho de 2012 na referida escola, e novas informações serão postadas em nosso blog http://www.enebd2012.wordpress.com, e no site que em breve entrará no ar.

Atenciosamente,

Comissão Organizadora XXXV Encontro Regional de Estudantes de Biblioteconomia, Documentação, Ciência da Informação e Gestão da Informação.

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XII Encontro Regional de Estudantes de Biblioteconomia, Documentação, Ciência e Gestão da Informação da Região Sudeste e Centro-Oeste

VALORES DOS PACOTES:

1º LOTE     01/09 a 20/09

2º LOTE     21/09 a 10/10

3º LOTE     A partir de 11/10 a 12/11

Veja os valores dos pacotes: http://erebdseco2011.jimdo.com/

Dados para depósito:

Banco do Brasil

Conta corrente: Lilian Aguilar Teixeira

Agência: 4421-0

Conta: 105098-2

1)O pacote cultural será vendido separadamente.

2)A inscrição será feita atraves do preenchimento da ficha de inscrição, e reenviada, juntamente com a cópia digitalizada do comprovante de deposito, para o email: erebdseco.financas@gmail.com

3)O desconto dos trabalhos aprovados é de 50% sendo que será valido a partir do segundo período, o mesmo deverá ser feito de acordo com os pacotes referidos acima.

Mais informações: http://erebdseco2011.jimdo.com/

Estímulo à preservação da cultura dos livros

Data de publicação: 30/08/2011

Por Carlos Andrei Siquara

A finalidade do projeto – inaugurado hoje no Centro Cultural da UFMG – é fomentar a pesquisa e o trabalho sobre técnicas tradicionais de editoração que deram origem à longa história dos livros.
Com foco nessa perspectiva, uma programação com mostras e cursos deverá ser lançada hoje. Sobre tais atividades, a coordenadora do museu, Ana Utsch, adianta que boa parte delas vai estar pautada pela conciliação entre prática e teoria.

Para dar sustentação aos objetivos do museu, um laboratório de história do livro também estará disponível com um equipamento composto de máquinas e matérias-primas que possibilitam a criação e a manutenção dos acervos.

“O papel do laboratório de história do livro é justamente animar esse pequeno parque gráfico, a partir de pesquisa de técnicas e tradições gestuais. Pois cada um desses ofícios carrega em si uma série de conhecimentos concebidos em torno do objeto livro que constituem um precioso patrimônio imaterial”, completa Ana Utsch, que também é professora do curso de conservação e restauração de bens culturais móveis da Escola de Belas Artes da UFMG.

Oficinas. Ana afirma que a partir de setembro serão ministradas no espaço do museu aulas de tipografia, gravura, caligrafia, ilustração, encadernação, artes do papel (artesanal, reciclagem, marmorização), entre outras, criadas por meio da parceria com a ONG Memória Gráfica Typographia Escola de Gravura.

A coordenadora acrescenta que essa oportunidade se mostra relevante e atraente para quem busca se especializar em conservação e restauração de livros, uma vez que será incentivado o estudo vertical dos formatos e estruturas desses objetos.

“As oficinas, junto com os trabalhos de pesquisa que identificam e fazem o mapeamento de todas as estruturas internas de um livro, são essenciais para o trabalho do restaurador. Quem deseja restaurar uma obra do século XVIII, por exemplo, precisa conhecer profundamente os aspectos do livro que terá em mãos”, reitera Ana Utsch.

Agenda
o quê. Abertura do Museu Vivo Memória Gráfica
quando. Hoje, às 19h30
Onde. Centro Cultural da UFMG (Av. Santos Dumont, 174, Centro, 3409-8291)
quanto. Entrada franca

Fonte: http://www.otempo.com.br/otempo/noticias/?IdNoticia=180809,OTE&IdCanal=4

Marcha estudantil em Brasília vai pressionar governo e Congresso

União Nacional dos Estudantes (UNE) pretende levar 20 mil manifestantes à capital federal na quarta-feira (31) para reinvindicar que investimento em educação seja de 10% do PIB e de metade das riquezas do pré-sal. Ameaçada de morte, líder estudantil chilena Camila Vallejo participa do ato e de audiência pública no Congresso.

Data de publicação: 29/08/2011

Por Najla Passos

Depois de ser ocupada por “margaridas” e por sem-terras, a Esplanada dos Ministérios será, pela terceira semana seguida, palco de manifestações de movimentos sociais. Desta vez, são os estudantes que vão pressionar governo e Congresso, com uma marcha na próxima quarta-feira (31). A União Nacional dos Estudantes (UNE) tem duas bandeiras principais. Aumentar o investimento em educação para 10% do produto interno bruto (PIB). E destinar ao setor metade das riquezas do pré-sal.

Segundo a entidade, 20 mil estudantes estarão em Brasília participando da marcha. O ato encerrará um mês de mobilizações estudantis feitas em todo o país, naquilo que a UNE batizou de “agosto verde e amarelo”. “Foi neste mês de mais pressão dos movimentos sociais que a nossa pauta entrou mais no Planalto”, disse à Carta Maior o presidente da UNE, Daniel Iliescu.

As atividades terão início às 9 horas, em frente ao Banco Central (BC), onde os estudantes pretendem se unir a sindicalistas e camponeses, para protestar contra a alta taxa de juros. No fim da quarta, o Comitê de Política Monetária (Copom) do BC anuncia se mexe ou não nos juros.

Do Banco Central, os estudantes seguirão para o Palácio do Planalto, para tentar entregar a pauta de reivindicações nas mãos da presidenta Dilma Roussef. Por ora, não há uma agenda marcada da presidenta com a UNE. Mas, no início do dia, Dilma deve se reunir com o ministro da Educação, Fernando Haddad, para discutir a situação do setor.

“Falta ousadia para o governo quando a discussão gira em torno dos 10% do PIB para a educação. Existe, claro, uma melhora no setor, mas ainda é tímida. Dessa forma, o Brasil desperdiça uma oportunidade única de investir na juventude e dar um salto significativo na educação”, afirma Iliescu.

PNE e Pré-sal
Durante a jornada, a direção da UNE participará de uma audiência pública, no Congresso, convocada para discutir o novo Plano Nacional de Educação (PNE). O projeto, que tramita na Câmara dos Deputados, foi construído a partir das propostas debatidas na Conferência Nacional de Educação, muitas delas propostas pelo movimento estudantil.

O novo PNE propõe que o setor público amplie os investimentos em educação dos atuais 4,8% do PIB para 7%, até 2020. Os estudantes, entretanto, reivindicam que o percentual atinja 10% até 2014. O pleito é ousado. No ano passado, o gasto federal com toda a área social foi de 15% do PIB, segundo pesquisa do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA). Os 10% do PIB em educação também levam em conta dinheiro estadual e municipal.

Os estudantes vão cobrar ainda que a presidenta reveja o veto do ex-presidente Lula ao trecho da Lei do Pré-sal que estipulava a aplicação de 50% do fundo social na área da educação, conforme previa campanha lançada em 2009 pela UNE. A proposta foi aprovada pelo Congresso Nacional, mas vetada pelo poder executivo no final de 2010.

Solidariedade internacional
Os manifestantes participarão ainda de audiência pública convocada pela Comissão de Direitos Humanos da Câmara em solidariedade aos estudantes chilenos, vítimas da truculência do governo daquele país. No último protesto promovido pelos chilenos em prol de melhorias na educação, na última quinta-feira (25/8), um estudante foi assassinado e outros ficaram feridos.

A líder estudantil Camila Vallejo, presidente da Federação de Estudantes da Universidade do Chile (FECh), participará do ato, que encerra a Jornada Nacional de Lutas, tradicionalmente promovida pelos movimentos estudantis, sindicais e sociais, no mês de agosto. Camila tem recebido ameaças de morte.

Fonte: http://www.cartamaior.com.br/templates/materiaMostrar.cfm?materia_id=18354&boletim_id=994&componente_id=15987

O profissional da informação diante da colaboração

Data de publicação: 30/07/2011

Por Suely de Brito Clemente Soares

Ferramentas de colaboração dão às unidades de informação recursos poderosos e gratuitos, mas que necessitam ser compreendidos, planejados e geridos.

O homem é um ser social. Ponto! Isso significa que depende 100% da comunicação, da interação, com outros seres de sua espécie, para garantir sua sobrevivência e sanidade mental. Do primeiro choro, ao nascer, até o tuitar, o ser humano está se comunicando, interagindo e… produzindo documentos: sonoros, textuais, audiovisuais, hipermídia!

Toda comunicação estabelecida entre nós é passível de ser documentada e compartilhada. Produzimos dados. Dados analisados geram informação, que gera documentos, que geram novos conhecimentos, que geram novos dados. Este ciclo informacional literalmente move o mundo habitado por seres humanos, que o retro-alimentam, pois dele dependem.

Produzimos, e armazenamos, em unidades de informação, documentos nos mais variados formatos/gêneros [texto, áudio, vídeo…] e suportes [papel/analógico, ótico, digital, on-line…].

Estes documentos são tratados pelos profissionais da informação para atenderem às infinitas necessidades informacionais de todos os setores de nossa vida.

A maneira como o homem registra, escreve e documenta a informação de sua época, bem como o(s) suporte(s) e formato(s) que utiliza revela(m) a época. Historicamente passamos da pictografia [25 mil anos a.C] para a escrita [4 mil a.C], da escrita para a imprensa/Gutenberg [séc. XV] e da imprensa para a internet [séc. XX].

A história também nos mostra que a informação [conteúdo] evoluiu no mesmo ritmo da comunicação [veículo, meio]. As TICs [tecnologias de informação e comunicação] impactaram o sistema informacional de tal forma, nestas duas últimas décadas, pela quantidade, formato, suporte e velocidade, que geraram uma ruptura nesse sistema. Essa ruptura tem sido chamada de 2.0.

Ocorre que, em tempos de web 2.0, o sistema informacional reverteu sua posição de verticalizado para horizontalizado. A horizontalização da informação, ao ser produzida e compartilhada/distribuída por qualquer um de nós é a questão central a ser colocada na mesa de discussão, especialmente pelos profissionais da informação.

A formação profissional tradicional está focada no sistema informacional vertical, ou seja, os produtores são poucos e detém o poder da veiculação da informação.

As regras do jogo mudam no sistema informacional horizontalizado. Os produtores são muitos, que distribuem para muitos, sem intermediários e sem custo, na maioria das vezes. A informação está sendo produzida e distribuída de forma desterritorializada e atemporal. Ela é híbrida, líquida, ubíqua, customizável, interoperável e hipertextual. Os canais de distribuição são móveis, sem fio e táteis.

Como o profissional da informação deverá encarar esse novo paradigma? Onde armazenar e como recuperar a informação nesse ambiente? Quando e quais ferramentas 2.0 deverá utilizar, e para quais serviços? Como ser um profissional da informação 2.0? Em quais situações está sendo exigido do profissional um comportamento 2.0? Por outro lado, quais barreiras institucionais poderão existir? Como deverão ser enfrentadas? Quantos de nós estamos realmente preparados para vivermos em um ambiente informacional horizontalizado? A tecnologia está pronta mas … a quantas anda a interoperabilidade humana necessária para que esse momento de ruptura 2.0, que estamos vivenciando atualmente, seja resolvido?

É senso comum a necessidade da educação continuada para profissionais da informação para que entendam e possam atender às demandas geradas por este momento de ruptura 2.0. Os modelos comunicacionais e de gestão da informação verticalizada já não são mais adequados. O cidadão comum registra e compartilha notícias antes de qualquer rede de TV, a partir de qualquer lugar do planeta. Há uma mudança urgente a ser feita.

Mas onde? Como? Qual a melhor direção a tomar para meu tipo de negócio, minha empresa, minha instituição? Novos produtos e serviços são possíveis, mas quais deles são factíveis a curto, médio e longo prazos?

A capacitação dos usuários finais dos novos produtos e serviços também faz parte desse cenário construído pela ruptura 2.0. Especialmente no nosso país, que carece de alfabetização digital. Estamos à procura de novos caminhos 2.0. E ao caminhante na nuvem só resta uma opção: caminhar!

Fonte: http://webinsider.uol.com.br/2011/07/30/o-profissional-da-informacao-diante-da-colaboracao/

ELEIÇÕES DA ECI GESTÃO 2011-2012 INFORME Diretório Acadêmico da Escola de Ciência da Informação

GESTÃO 2011-2012

INFORME

Diretório Acadêmico da Escola de Ciência da Informação

Eu, Gustavo Lopes de Oliveira, presidente da junta das eleições do Diretório Acadêmico da Escola de Ciência da Informação da Universidade Federal de Minas Gerais, torno público, para conhecimento dos interessados, que estão abertas as inscrições para a diretoria executiva do referido DA, para a Gestão 2011-2012, nos termos deste Edital:

1. As inscrições das chapas concorrentes ao DA ECI deverão ser efetuadas das 15h30min às 16h30min nos dias 25, 29 e 31 de Agosto de 2011 e de 20h30min às 21h30min dos dias 25, 30 e 31 de Agosto de 2011.

1.1 Para a realização da inscrição, os interessados deverão procurar a Junta Eleitoral, representada pelos estudantes Gustavo Lopes de Oliveira, Gábner Guimarães Alves, André Mossler Reis Ferreira, no dia e horário especificados acima no próprio Diretório Acadêmico.

1.2 Para a efetivação das inscrições, é necessário que as chapas tenham composição mínima de 10 integrantes, sendo todos eles estudantes matriculados e regularmente freqüentes nos cursos de graduação ou pós-graduação da Escola de Ciência da Informação da UFMG, sendo no mínimo 6 integrantes matriculados a partir do segundo período. É necessário copia do comprovante de matrícula de todos os integrantes das chapas. Qualquer informação a respeito das inscrições de chapa, poderá ser enviada para o e-mail gustavolopesdeoliveira1980@hotmail.com

2. O período para a realização de campanha das chapas será de 1 de setembro de 2011 a 13 de setembro de 2011.

3. A eleição ocorrera no dia 14 de setembro de 2011, no DA ECI das 08 horas às 22 horas.

3.1 Estão aptos a votar, todos os alunos de graduação ou pós-graduação regularmente matriculados nos cursos de Biblioteconomia, Arquivologia e Museulogia da Escola de Ciência da Informação da Universidade Federal de Minas Gerais.

3.2 Qualquer impugnação do pleito eleitoral será resolvida imediatamente pala Junta Eleitoral.

4. Imediatamente após o encerramento das eleições, será realizada a contagem de votos e a proclamação da chapa vencedora.

5. Todo o processo de eleição constará em ATA, que deverá, para sua validade, ser assinada pelo(s) representante(s) da Junta Eleitoral, e quando solicitado, pelos representantes das chapas.

6. Os casos omissos deste edital serão resolvidos pela Junta Eleitoral.

Há mais de dez anos, bibliotecária Gizele Santos trabalha com o gerenciamento de memória institucional. Que tal saber mais sobre esse ofício?

Data de publicação: 27/08/2011

Por CRB 6ª Região

Se considerarmos que atualmente vivemos em uma realidade de excesso e saturação da informação, a bibliotecária Gizele Maria Santos tem realizado um trabalho primordial na instituição em que atua, o Centro de Memória do Sistema Fiemg, desde o ano de 1997. A bibliotecária trabalha com o gerenciamento da informação em diversos formatos: folhetos avulsos, fotografias, material áudio visual, objetos tridimensionais e livros. Além disto, a profissional integra, desde 2003, o Remig (Rede Memória das Instituições de Minas Gerais), grupo de discussão, estudos e ações cooperativas.

“Trabalhar com a memória institucional é utilizar a história para agregar valores às atividades empresariais”, ressalta a bibliotecária. Nesse sentido, o gerenciamento das informações na instituição em que Gizele trabalha diz respeito à Fiemg (Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais) e das instituições que a compõem, que são Sesi (Serviço Social da Indústria), Senai (Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial), IEL (Instituto Euvaldo Lodi) e sindicatos patronais. Ou seja, o trabalho não é pouco. “Realmente é um desafio! Aqui aplicamos técnicas e processos utilizados em bibliotecas, arquivos e em museus. Participar dessa organização é enriquecedor profissionalmente”, afirma.

Ela ainda ressalta que a preocupação com a memória institucional na entidade em que atua começou na década de 1980, o que gerou uma intensa mobilização dos empregados quanto a essa questão. “Nosso público interno valoriza a informação histórica e se utiliza bastante do acervo”. Troféus, quadros, instrumentos musicais, mobiliário e documentos que dizem respeito aos fundadores da instituição, são os elementos que mais atraem o público do Centro de Memória.

Deixando de lado os detalhes técnicos, podemos atentar para um traço interessante do trabalho de Gizele e que pode ser utilizado pelas mais diversas instituições do País: a preservação da memória de líderes e empreendedores. “É gratificante resgatar a história institucional e dar a conhecer ao público quem foram os verdadeiros líderes, mentores de ações que desencadearam o desenvolvimento de determinados grupos empresariais ou institucionais”. Ela ainda faz questão de ressaltar que além dos lideres, a história de uma instituição é formada pelas pessoas que a compõem. “Trabalhar com memória é muitas vezes lidar com a emoção das pessoas. A história de uma empresa é também a história das pessoas”, enfatiza a bibliotecária.

Fonte: http://www.crb6.org.br/noticias_crb.php?codigo=289

Livro: Los blogs jurídicos y la web 2.0. para la difusión y la enseñanza del derecho

El fenómeno de los blogs jurídicos o blawgs, por su conjunción en inglés (blog + law), se ha constituido en una nueva herramienta de comunicación y de intercambio de ideas, en lo que se ha llamado la Web 2.0, un tipo de comunicación interactiva y participativa que se realiza a través de la Internet, en donde la audiencia se relaciona directamente con el autor mediante comentarios y opiniones que muchas veces enriquecen, complementan o corrigen la información que se presenta virtualmente.

El libro Los blogs jurídicos y la Web 2.0 para la difusión y la enseñanza del derecho trata temas como la irrupción de la Web 2.0 como una forma de escritura interactiva e hipertextual que puede dar lugar al intercambio entre pares. También se explican nuevas formas de concebir la propiedad intelectual y los derechos de autor a través de la idea de bienes comunes y licencias como Creative Commons que da lugar al acceso libre y abierto. A su vez, se exponen experiencias particulares en el uso de los blogs jurídicos, en donde el blog puede ser útil para promover y denunciar las violaciones de los derechos humanos, como una plataforma de enseñanza del derecho o como una herramienta de intercambio y difusión jurídica.

Por otra parte, se reseña las experiencias de abogados, estudiantes y profesores de derecho en el uso de las herramientas tecnológicas y se compilan artículos relacionados con la posible regulación o autorregulación de la blogósfera. Finaliza la obra con el análisis de las posibles colisiones entre derechos fundamentales que se pueden presentar en el uso de la Internet y la posibilidad de crear un marco jurídico que regule la red a través de la propuesta de una constitución para el ciberespacio.

Fonte: http://www.lalibreriadelau.com/libros-de-derecho-y-nuevas-tecnologias-ca89_119/e-book-los-blogs-juridicos-y-la-web-20-p69953

Saiba mais sobre Arquivologia (arquivo o quê?)

Arquivologia lida com informações orgânicas e vai além do documento – trata das informações geradas nas situações de relação entre pessoas e entre pessoas e instituições.

Data de publicação: 25 de agosto de 2011

Por Charlley Luz

A arquivologia é uma ciência que até bem pouco tempo atrás estava numa gaveta, guardada. Ela surgiu como ciência junto à Revolução Francesa, porém há registro de suas aplicações já na época da escrita cuneiforme (algumas Tabletas de Nuzi eram instrumentos arquivísticos – indicavam onde determinado documento estava guardado).

Esta ciência surge agora como mais uma opção para tratar a informação em tempos de explosão informacional. Diria até como uma forte opção. Isso porque a Arquivologia trata de informações orgânicas, ou seja, vai além do documento, trata das informações humanas geradas nas situações de relação entre pessoas e entre pessoas e instituições.

Ou como diziam: é a informação que é prova de alguma ação. Por isso ela é orgânica.

Seus princípios “arquivísticos” são adequados à realidade atual. Um dos princípios é o da organicidade, que vimos acima. Nos ambientes digitais os fluxos informacionais ainda espelham a estrutura, funções e atividades da instituição, em todos os contextos.

E temos à disposição telas de gerenciamento desses fluxos (dashboards), com dados e métricas em relação a sua estrutura e funcionamento. Um retrato real e orgânico daquele momento da instituição.

Um outro princípio é o chamado respeito ao fundo (ou princípio da proveniência) que destaca que uma informação sempre terá um pai (no caso o fundo arquivístico).

Em tempos de cloud computing, é mais do que adequado que uma informação tenha um pai, ou origem. Podemos ainda ver que este princípio da proveniência é aplicado diretamente ao conceito de portal, por exemplo, como plataforma unificadora de relações com os públicos externos e internos das empresas e instituições.

Na cumulatividade (outro princípio arquivístico que afirma que um arquivo é a formação progressiva, natural e orgânica de informações) através de fluxos automatizados dos processos (workflows), seja nos repositórios de conhecimento tácito ou explícito nos ambientes digitais. Mais ainda, destaco que esta formação é potencializada hoje com o uso de ambientes colaborativos nas intranets.

Quanto à unicidade, as informações são geradas de forma evolutiva e ao longo dos processos, isto é, na prática, na geração de dossiês e processos administrativos e empresariais. Ou não é um ponto de atenção evitar a duplicidade de informações em ambientes digitais? A informação é única, apesar da multiplicidade de seu uso.

Como deu para ver, a arquivologia é mais atual do que nunca. Pode mudar o seu foco, uma vez documento, agora informação. Mas podemos afirmar que o ponto de atenção hoje é a informação humana digital e a sua perenidade junto à humanidade. Por isso ganha força a ideia da Arquivologia 2.0, incorporando aspectos de ambientes digitais colaborativos em sua matriz.

Fonte: http://webinsider.uol.com.br/2011/08/25/saiba-mais-sobre-arquivologia-arquivo-o-que/

Projeto do MAP vence etapa estadual de premiação do IPHAN

Publicado em 23/08/2011

Por Prefeitura de Belo Horizonte

O Projeto de Higienização e Acondicionamento do Acervo Arquivístico, desenvolvido pelo Museu de Arte da Pampulha (MAP), venceu a etapa estadual da 24ª edição do Prêmio Rodrigo Melo Franco de Andrade, promovido pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN), na categoria Preservação de Bens Móveis. Agora, o projeto vai concorrer com os outros estados a um prêmio de R$20 mil.

Concluído em maio deste ano, o projeto deu vida ao novo Centro de Documentação e Pesquisa do MAP, promovendo a identificação, higienização, acondicionamento, armazenamento e registro dos documentos arquivísticos do Museu. O objetivo é facilitar o acesso à pesquisa de funcionários, pesquisadores e demais interessados na história do MAP e das artes visuais mineiras. Ao todo, foram catalogados mais de 40 mil documentos, que ficarão armazenados em uma sala climatizada.

Para preservar o material, a pesquisa aos arquivos é sempre acompanhada por funcionários do Museu. O pesquisador tem que agendar uma visita, explicitando os motivos e o assunto a ser pesquisado. O desenvolvimento do Centro de Documentação e Pesquisa contou com a participação da equipe técnica do MAP, além do acompanhamento do Arquivo Público da Cidade de Belo Horizonte, no ajuste à Política Municipal de Arquivos e na formatação dos arquivos em séries específicas.

A Premiação

Instituído em 1987 pelo IPHAN, o Prêmio Rodrigo Melo Franco de Andrade é concedido anualmente como reconhecimento às ações de proteção, preservação e divulgação do patrimônio cultural brasileiro que, em razão da sua originalidade, vulto ou caráter exemplar, sejam dignas de registro e reconhecimento público.

O resultado final da premiação será anunciado pela Comissão Nacional de Avaliação até o dia 19 de setembro, e o prêmio, entregue aos vencedores de cada categoria em sessão pública que se realizará em data e local ainda a serem definidos. Os vencedores serão premiados com troféu, certificado, selo de identificação e R$ 20 mil.

Fonte: http://portalpbh.pbh.gov.br/pbh/ecp/noticia.do?evento=portlet&pAc=not&idConteudo=49933&pIdPlc=&app=salanoticias