Arquivo mensal: janeiro 2012

Através de enquete, pesquisadora deseja ouvir bibliotecários para mapear mercado de trabalho na capital

Data de publicação: 31/01/2012

Por CRB 6ª Região

Após a conclusão da graduação e de uma pós-graduação lato sensu, ao observar a inserção dos profissionais da Biblioteconomia no mercado de trabalho em Belo Horizonte, a bibliotecária Priscila Reis (CRB6-2517) quis esclarecer se, de fato, os bibliotecários conseguem ocupar espaços no chamado mercado informacional de tendências e como se dá esta inserção. Foi a partir deste questionamento que a profissional iniciou as pesquisas que culminaram na dissertação “Inserção no mercado de trabalho e a empregabilidade de bacharéis em Biblioteconomia: caso dos egressos da ECI/UFMG de 2005 a 2010”.

Para traçar esse panorama, a pesquisadora solicita a participação de bibliotecários que se graduaram na Escola de Ciência da Informação da Universidade Federal de Minas Gerais (ECI/UFMG) no período de 2005 a 2010. Para isso, basta responder este questionário até o próximo dia 10 de fevereiro. “Além de verificar como ocorre a inserção dos bibliotecários no mercado de trabalho, espero, com os resultados da pesquisa, auxiliar os meus colegas na identificação de fatores que contribuem para a nossa empregabilidade em Belo Horizonte”, afirma a mestranda.

A dissertação está sendo orientada pelo professor Dr. José Marcos Carvalho de Mesquita, do Programa de Pós-graduação Stricto Sensu em Administração da Faculdade de Ciências Empresariais da Universidade Fumec.

Fonte: http://www.crb6.org.br/noticias_crb.php?codigo=384

ABMG divulga agenda de cursos para profissionais da Ciência da Informação

Data de publicação: 28/01/2012

Por CRB 6ª Região

A Associação dos Bibliotecários de Minas Gerais (ABMG) divulgou recentemente o agendamento dos cursos que ela irá oferecer ao longo do primeiro semestre. Os cursos se destinam, principalmente, aos profissionais e estudantes da Ciência da Informação que desejam complementar a sua formação. Todos serão ministrados no Espaço Cultural da ABMG, que fica localizado à Rua Guajajaras, 410 – Sala 608, no Centro de Belo Horizonte. As inscrições devem ser feitas através do e-mail borgesclea@gmail.com Informações e dúvidas podem ser esclarecidas pelos telefones (31) 9671-8197 ou (31) 2512-5856.

Curso: “Empreendedorismo para Profissionais da Informação”
Público: bibliotecários, arquivistas, museólogos, cientistas da informação, estudantes e interessados em biblioteconomia
Carga horária: 8 horas/aula
Data: 29/02/12
Investimento: R$150,00 (não associados); R$100,00 (associado em dia); R$75,00 (estudantes)
Facilitador: Consultor Nelson Oliveira

Curso: “PHL”
Público: bibliotecários, arquivistas, museólogos, cientistas da informação, estudantes e interessados em biblioteconomia
Objetivo: capacitar o público interessado a instalar, configurar e operar o software PHL.
Carga horária: 4 horas/aula.
Data: 24/03/12
Investimento: R$100,00 (não associados); R$75,00 (associados em dia); R$50,00 (estudantes)
Facilitador: Bibliotecária Adriana Tunes

Curso: “Noções de Organização de Arquivos e Documentação”
Público: interessados em trabalhar com a organização de arquivos e documentação
Objetivo: preparar os interessados no trabalho de organização e administração de arquivos e documentação, segundo as técnicas adequadas para armazenamento e conservação, a fim de facilitar sua localização e consulta em acervos
Carga horária: 9 horas/aula
Data: a confirmar
Investimento: R$100,00 (não associados); R$75,00 (associados em dia); R$50,00 (estudantes)

Curso: “Inglês”
Público: interessados em aprender a língua inglesa
Carga horária: 6 horas/aula mensais
Horário: de 8h às 9h30, todas as terças-feiras
Investimento: R$65,00 mensais

Curso: “Espanhol”
Público: interessados em aprender a língua espanhola
Carga horária: 6 horas/aula mensais
Horário: de 9h40 às 11h10, todas as terças-feiras
Investimento: R$65,00 mensais

Fonte: http://www.crb6.org.br/noticias_crb.php?codigo=381

Escritor Bartolomeu Campos de Queirós é homenageado no Centro Cultural Vila Fátima

Data de publicação: 20/01/2012

Por  Prefeitura de Belo Horizonte

O Centro Cultural Vila Fátima dedica o mês de janeiro ao escritor mineiro Bartolomeu Campos de Queiroz. Uma exposição e uma oficina de incentivo à leitura homenageiam o escritor, que faleceu na segunda-feira, dia 16. Toda a programação é gratuita. O Centro Cultural Vila Fátima fica na rua São Miguel Arcanjo, 215, na Vila Nossa Senhora de Fátima.

A exposição “Escritura – Bartolomeu Campos de Queirós” apresenta cartazes com trechos da obra do renomado escritor. Os cartazes estão expostos no espaço do Telecentro, dando aos usuários a oportunidade de fruição dos textos naquele ambiente. A mostra é uma parceria do centro cultural com a Superintendência de Bibliotecas Públicas do Estado de Minas Gerais e fica em cartaz até o dia 4 de fevereiro, de terça a sexta, das 9h às 17h, e aos sábados, das 9h às 12h.

Segundo os coordenadores da atividade, o objetivo é provocar um reencantamento nas pessoas, através de aliterações, correspondências e magníficas imagens presentes nas “Escrituras” do autor, além de incentivar os visitantes a lerem mais, por interesse próprio.


Outra atividade em destaque é o Tapete de Histórias, que também irá abordar a obra de Bartolomeu Campos de Queirós. A atividade de leitura compartilhada de textos trará além do livro “Correspondência”, de Bartolomeu, a obra “Carta para Carolina”, de Sylvia Manzano. A oficina acontece na terça, dia 24, às 9h, e promete remeter o público à época em que as cartas eram o principal meio de correspondência utilizado. “Quando jovem escrevi e recebi várias cartas e sempre gostei dessa forma de comunicação”, destaca Alison Barbosa, coordenador do Tapete de Histórias e bibliotecário do centro cultural.

A partir da atividade de leitura, os participantes irão ingressar na oficina intitulada Criação de Postais, que acontece logo depois, às 10h, na qual terão a chance de construir seus próprios postais, através de desenhos e colagens.

Bartolomeu Campos de Queiroz

Bartolomeu Campos de Queirós nasceu em 1944 na cidade de Papagaios, interior de Minas Gerais. O escritor destacou-se na literatura infanto-juvenil e publicou mais de 40 livros, sendo que alguns destes foram traduzidos para o inglês, o espanhol e o dinamarquês. Foi um dos mais premiados escritores mineiros, conquistando, entre outras premiações, os prêmios Cidade de Belo Horizonte, Jabuti, Selo de Ouro, da Fundação Nacional do Livro Infanto-Juvenil, Rosa Blanca (Cuba), Quatrième Octagonal (França), Nestlé de Literatura e Academia Brasileira de Letras.

Fonte: http://portalpbh.pbh.gov.br/pbh/ecp/noticia.do?evento=portlet&pAc=not&idConteudo=54818&pIdPlc=&app=salanoticias

Uma nova visão da universidade como produtora de conhecimento

Data de publicação: 10/02/2011

Por Luciane Miranda de Paula

O conhecimento é o objetivo primeiro e principal e a essência de todas as propostas dos sistemas de educação superior. Ele é inerente a todo e a qualquer um desses sistemas, independentemente de seu país e sua estrutura social. Nenhum conjunto de organizações abrange tão largo campo de conhecimento como as universidades. A razão é simples: com a divisão do trabalho na sociedade, todas as produções e resultados advindos de pesquisadores que estão na educação superior são definidos como avanços. Este componente prático de conhecimento avançado configura-se juntamente com alguns diferenciais humanísticos e filosóficos que são especificamente encontrados no perfil de tais pesquisadores.

Burton Clark faz uma consideração elementar sobre tipos de conhecimento e grupos de conhecimento: “O conhecimento é o material básico ou substâncias, como corpos de ideias avançadas e redes relacionadas, que abrangem muito mais que culturas específicas de cada nação. Os acadêmicos têm se comprometido a descobrir novas facetas desse material básico e, através dessas descobertas, manipular, conservar, refinar e transmitir esses conhecimentos”.(Clark,1983, p. 11)

Os autores Helga Nowotny, Peter Scott e Michael Gibbons (2003), em “Mode 2” revisited: the new production of knowledge. (“Modo 2” revisitado: a nova produção do conhecimento), abordam a dinâmica da ciência e da pesquisa em sociedades contemporâneas. Eles reuniram, nessa obra, alguns filósofos, historiadores e sociólogos da ciência prontos a discutir de que maneira a produção de conhecimento e o processo de pesquisa estão sendo radicalmente transformados em um novo paradigma.

E sse novo paradigma da produção do conhecimento foi chamado de “Modo 2” e envolve o conceito de um novo formato de produção do conhecimento, um exemplo de distribuição social de conhecimento. Nele, há melhores mecanismos de ligar ciência e inovação; seria o conhecimento “socialmente distribuído”, transdisciplinar e sujeito às múltiplas responsabilidades.

O “Modo 1”, descrito por Michael Gibbons e outros (Gibbons et al., 1994), seria caracterizado pela teoria hegemônica ou ciência experimental, e também por uma direção interna de classificação de disciplinas e pela autonomia de cientistas e suas instituições, como as universidades. Este seria o modelo acadêmico centrado no pesquisador e em disciplinas, e a produção de conhecimento seguiria um padrão linear, da ciência básica à aplicada e, depois, ao desenvolvimento e à produção.

Ao contrário disso, no “Modo 2”, a produção de conhecimento seria mais contextualizada, focada em problemas e capacitada a explorar caminhos da interdisciplinaridade.

Essa tensão existente na pesquisa científica refere-se à dicotomia entre pesquisa básica e pesquisa aplicada e, embora conceitualmente diferentes, analiticamente e do ponto de vista de seus objetivos, o que podemos destacar como relevante é a atual discussão de mudança de paradigmas no conflito entre conhecimento e uso.

Continue lendo: http://www.comciencia.br/comciencia/?section=8&edicao=63&id=792

XVI ENEARQ “Arquivologia e Ciência: Uma União necessária para o Avanço da Sociedade”

O Encontro Nacional dos Estudantes de Arquivologia (ENEARQ) e um encontro organizado pela Executiva Nacional dos Estudantes do Brasil (ENEA) com a participação dos Centros e Diretórios Acadêmicos de Arquivologia das universidades brasileiras. O encontro tem por objetivo reunir estudantes dos cursos de Arquivologia em torno de problemáticas ligadas ao desenvolvimento científico e prático do estudante de Arquivologia, além da formação do futuro Profissional Arquivista, e dos possíveis espaços de dialogo do arquivista com a sociedade, debatendo as novas tendências da Arquivologia e da Tecnologia, aliando-as aos aspectos sociais, políticos e econômicos da realidade brasileira.

O evento pretende na sua XVI edição promover a integração entre estudantes e futuros profissionais arquivistas de todo país. Na edição anterior do evento realizada em julho de 2011 na Paraíba, a cidade de Vitória foi escolhida por unanimidade como sede da edição 2012 do ENEARQ, a capital do Estado do Espírito Santo sediará pela segunda vez na história este evento sendo que a primeira vez se deu ano de 2004.

Sob a organização do Centro Acadêmico Livre de Arquivologia da UFES (CALARQ) o encontro pretende reunir cerca de 450 estudantes dos 16 cursos de Arquivologia existentes em todo o Brasil. Em sua décima sexta edição o encontro trás o tema “Arquivologia e Ciência: Uma União necessária para o Avanço da Sociedade” O evento ocorrerá entre os dias 18 e 23 de julho.

Fonte e mais informações: http://enearq2012.blogspot.com/

Projeto de lei garante novos direitos a estagiários

Data de publicação: 18/01/2012

Por Agência Câmara de Notícias / Universia Brasil

O Projeto de Lei 2579/11, em análise na Câmara, faz uma série de alterações na Lei do Estágio (11.788/08) a fim de evitar interpretações dúbias e assegurar direitos aos estagiários. Um desses direitos seria a garantia de um intervalo de 15 minutos para jornadas de estágio superiores a quatro horas diárias.

Atualmente, a Lei do Estágio prevê jornada de quatro horas no caso de estudantes de educação especial e dos anos finais do ensino fundamental, na modalidade profissional de educação de jovens e adultos. Já estudantes do ensino superior, da educação profissional de nível médio e do ensino médio regular podem ter jornada de seis horas diárias.

“Não há previsão de intervalo intrajornada para o estagiário, como é previsto para o empregado celetista”, observa o autor da proposta, deputado Edson Pimenta (PSD-BA). Citando a Consolidação das Leis do Trabalho (Decreto-Lei 5.452/43), ele lembra que os empregados com jornada contínua entre quatro e seis horas têm direito a intervalo de 15 minutos e afirma que a mesma garantia deve valer para os estagiários.

A Lei de Estágio prevê que seja aplicada ao estagiário a legislação relacionada à saúde e segurança no trabalho. Na avaliação de Pimenta, esse é o caso do intervalo intrajornada.

Transporte

O projeto de Edson Pimenta também dá ao estagiário o direito de optar pelo recebimento do auxílio-transporte em dinheiro ou tíquete. A lei atual prevê o benefício, mas não especifica sua forma de pagamento.

Com a medida, o deputado espera evitar a prática de empresas que apenas pagam o benefício em tíquetes, sendo que muitos estudantes não utilizam transporte público. Pimenta argumenta que o benefício tem natureza indenizatória, não havendo sobre ele qualquer reflexo trabalhista ou fiscal.

Recesso

A proposta também especifica na legislação que o recesso proporcional, no caso de estágio inferior a um ano, será concedido na proporção de dois dias e meio para cada mês trabalhado ou fração. O texto também garante o gozo desse recesso a qualquer tempo, ponderando interesses, desde que dentro da vigência do contrato.

A lei atual prevê a concessão proporcional de recesso nesses casos, mas não detalha as regras da proporcionalidade e estabelece preferência para o gozo do recesso durante as férias escolares. Hoje também é garantido o recesso de 30 dias para estágios iguais superiores a um ano.

Órgãos de classe

O texto de Pimenta obriga ainda a parte concedente do estágio a pagar a inscrição do estagiário em órgãos de classe e as respectivas anuidades, caso essa inscrição seja uma exigência para a realização de tarefas. O deputado lembra que muitos escritórios de advocacia exigem de seus estagiários a inscrição na Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), o que compromete muitas vezes a bolsa recebida no estágio.

Por fim, o projeto prevê a formação de associações de estagiários para negociar demandas junto ao concedente de estágio. Essa associação poderá também denunciar o descumprimento da lei, em nome da classe, aos órgãos fiscalizadores.

Tramitação

O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Trabalho, de Administração e Serviço Público; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

Fonte: http://noticias.universia.com.br/destaque/noticia/2012/01/18/905717/projeto-lei-garante-novos-direitos-estagiarios.html

Movimento estudantil muda estratégia e propõe reformas concretas no Chile

Data de publicação: 08/01/2012

Por Victor Farinelli

Novos líderes prometem menos protestos, novos aliados e mais propostas

Menos marchas, novos aliados sociais e propostas mais concretas. Segundo a nova diretoria da Confech (Confederação dos Estudantes do Chile), estas serão as diretrizes do movimento estudantil em 2012, após um ano de muitos protestos, apoio popular e repercussão internacional, mas com poucos resultados práticos.

Com a agora vice-presidente Camila Vallejo, os novos porta-vozes da Confederação, Gabriel Boric [foto ao lado] – novo líder da FECH (Federação dos Estudantes da Universidad de Chile) –, e Noam Titelman – novo presidente da FEUC (Federação de Estudantes de Universidades Católicas) – anunciaram um pacote de propostas de reforma da sociedade chilena.

Os detalhes do programa defendido pelos estudantes serão divulgados em março, e  incluem propostas de reformas tributária, política e educacional. As medidas estão sendo discutidas pelos novos representantes universitários, eleitos em dezembro de 2011.

“Não podemos passar o chapéu e dizer: ´coloquem aqui suas demandas que nós as assumiremos´. Temos que ter um programa próprio, contrapor com o do Governo e convidar a cidadania a debater qual é o melhor modelo”, disse Boric. Ele afirmou que as assembleias realizadas em janeiro e fevereiro, além da elaboração do programa oficial, também servirão para um balanço dos erros e acertos do primeiro ano de mobilizações, e que o próprio programa já é fruto de uma autocrítica.

Sobre as manifestações de rua, Boric disse que os protestos serão feitos com menor  freqüência e deverão ser planejados de forma mais criteriosa. “Todas as ações precisam atender às necessidades do movimento, não podemos mais paralisar uma universidade por sete meses, ou competir para ver quem fica mais tempo paralisado”, comentou o presidente da FECH. “O importante não é se fazemos dez ou vinte marchas, e sim que resultados vão ter as que forem às ruas”.

Apesar de não terem divulgado detalhes das propostas, Camila Vallejo citou a defesa da renacionalização do cobre como exemplo de que as ideias serão debatidas sem tabus. A jovem destacou que o objetivo é “acabar com o modelo que privilegia as grandes empresas, sobrecarregando os mais vulneráveis”.

Novos aliados

Noam Titelman defendeu a incorporação de novos aliados ao movimento estudantil,  diante da falta de apoio maciço de secundaristas, indígenas, sindicatos e ambientalistas nos protestos do ano passado. “Pleiteamos um Chile mais amplo, diferente do que nos oferecem, e para isso precisamos saber interagir com os demais movimentos”, afirmou.

Titelman deu ênfase à relação com as comunidades mapuches, cuja tensão com o Governo tem aumentado neste inicio do ano. “A violência não faz parte da cultura mapuche, mas existe muita preocupação nas comunidades hoje. Algumas comunidades temem a possibilidade de um desenlace trágico”.

Nesse contexto, Boric comentou a polêmica Lei de Fortalecimento da Ordem Pública (conhecida como Lei Hinzpeter, em alusão ao seu autor, o ministro do Interior e vice-presidente chileno Rodrigo Hinzpeter), que se aprovada poderia render penas de prisão para organizadores de manifestações que terminem em distúrbios, o que poderia afetar os mapuches e o próprio movimento estudantil. “Em 2011, os chilenos recuperaram a fé na ação coletiva, não vamos aceitar que logo agora nos roubem esse direito”, afirmou Boric, ao anunciar que se está avaliando qual a melhor forma de se protestar contra a lei, que deverá ser votada no Congresso nas próximas semanas.

Fonte: http://operamundi.uol.com.br/conteudo/noticias/19256/movimento+estudantil+muda+estrategia+e+propoe+reformas+concretas+no+chile.shtml?utm_source=twitterfeed&utm_medium=twitter

Depois de passar três anos fechado, Museu Mineiro finalmente será reaberto

Data de publicação: 18/01/2011

Por Walter Sebastião – EM Cultura

Instituição guarda importante acervo da cultura de Minas Gerais e várias obras-primas de gênios do barroco

Considerado uma das mais importantes instituições de Minas Gerais, o Museu Mineiro reabre as portas nesta quarta-feira. Instalada em sobrado do fim do século 19, na Avenida João Pinheiro, sua extensa coleção abarca documentos, objetos e obras de arte dos séculos 17 a 20. Trata-se de conjunto precioso dedicado à cultura do estado. Depois de passar três anos fechado, ele volta à ativa após oito meses de reforma.

Leonardo Bahia Diniz, superintendente de Museus e Artes Visuais de Minas Gerais, explica que a reforma priorizou as necessidades do local: reestruturação do sistema elétrico e de vitrines, pintura das salas, novo projeto museográfico e proposta luminotécnica. Foi criada uma galeria para mostras temporárias, sala multiuso e café, que começará a funcionar até março. “Estamos reabrindo o museu em condições perfeitas: com tudo recuperado, inclusive as obras”, explica.

A atração da exposição de abertura será o carro-chefe da casa: o belo imóvel e a diversificada coleção de arte. O acervo reúne obras dos principais artistas do barroco mineiro (Aleijadinho, Ataíde e Mestre Piranga, entre outros) e de nomes de referência para a arte contemporânea, como Amilcar de Castro e Celso Renato. “O conjunto mostra a diversidade da arte e da cultura mineira”, observa Leonardo Diniz.

O superintendente garante: agora, o museu conta com condições dignas de abrigar a coleção que possui. “E as de terceiros”, completa Leonardo Diniz. O intercâmbio com outras instituições está em curso. Já se iniciaram as conversas com o Museu de Arte Sacra de São Paulo.

Um dos desafios, aponta Leonardo, é reconquistar a comunidade, especialmente o público mais jovem. Para isso foi criado projeto de ação educativa. Também é necessário ampliar o acervo. “Vamos bem até os anos 1970, mas precisamos chegar à contemporaneidade”, observa o superintendente.

A sala de exposições temporárias permitirá o diálogo entre artistas e propostas relacionadas ao acervo do museu e à cultura mineira. O fechamento por tanto tempo, explica Diniz, deveu-se à reforma em prédio tombado, “o que não é simples”. O processo cobrou estudos e autorizações.

“O Museu Mineiro sempre teve forte papel educativo. Mesmo fechado, desenvolveu ações importantes em escolas e comunidades”, conclui Leonardo Diniz.

Em abril, a casa apresentará exposição de 150 peças recuperadas pelo Ministério Público durante investigação sobre roubo de arte sacra. Elas estão sob a guarda da instituição.

IDENTIDADE COLETIVA

“O Museu Mineiro é a salvaguarda da memória de Minas Gerais”, afirma o historiador Thiago Costa, de 31 anos, novo diretor da instituição. Ele já trabalhou no Museu Histórico Abílio Barreto, em Belo Horizonte, e integra a Superintêndencia de Museus de Minas Gerais desde 2009. De acordo com ele, pela riqueza de seu acervo, a instituição tem condições de apresentar atuação mais dinâmica, além de se tornar nova referência museológica. “Gostaria que a comunidade – acadêmica, artística e escolar – abraçasse o museu como espaço de identidade coletiva”, afirma.

MUSEU MINEIRO

Reabertura nesta quarta-feira, às 10h. Com lançamento do livro Desenho museografado sobre mesa de queijos e outras apropriações de um museu estadual e abertura da exposição Coleções do Museu Mineiro (Arquivo Público, Geraldo Parreiras, Pinacoteca do Estado e Amigas da Cultura). Avenida João Pinheiro, 342, Funcionários, (31) 3269-1168. Aberto às terças, quartas e sextas-feiras, das 10h às 19h; quintas-feiras, das 12h às 21h; sábados e domingos, das 12h às 19h. Entrada franca.

Fonte: http://www.divirta-se.uai.com.br/html/sessao_7/2012/01/18/ficha_agitos/id_sessao=7&id_noticia=48533/ficha_agitos.shtml

Qué pasa conmigo? Soy el peor documentalista del mundo?

Data de publicação: 09/01/2012

Por Historias de un bibliotecómano.

Estoy desmoralizado. Sé que no soy el único que se encuentra en la misma situación. Tengo una carrera, más de seis años de experiencia en los que he hecho prácticamente de todo, por supuesto, trabajar en archivos, bibliotecas y centros de documentación… y sin embargo, no sirvo ni para trabajar como grabador de datos (con todos mis respetos, no se me vaya a entender mal).

Me ayudo a diario de las herramientas que en la actualidad la red nos ofrece a la hora de buscar trabajo. Es agotador observar como apenas unos instantes después de apuntarme a una oferta de trabajo relacionada con este mundo, mi candidatura es rechazada. Llevo así meses: ¿soy el peor documentalista de este país? A quien se encuentre detrás de estas aplicaciones, ¿le dará tiempo a leer mi currículum? A veces, sinceramente, creo que no.

Aún así, hoy he tenido una entrevista. Quizás entonces se pregunte quien esté leyendo estas lineas que de qué me quejo. Me quejo de lo siguiente: la empresa en cuestión ha contactado conmigo a través del formador (empleado suyo) que tuve en un curso que realicé a finales de año. En dicho curso (introducción a Joomla! 1.7), de veinte personas tuve la sensación de que los únicos que nos enterábamos de algo éramos tres. En los descansos, y debido a que el curso se estaba enquistando a causa del nivel de desorientación de la mayoría (es decir, de los diecisiete restantes), los tres listillos y espabilados nos juntábamos al profesor para intercambiar pareceres y posturas. Éste, el último día, nos facilitó su página web y su dirección de correo, como formas de contacto en caso de dudas sobre la utilización, en un futuro, de la aplicación de la que nos había intentado formar.

Al entrar, al día siguiente, en su página web, observé que tenía facebook, twitter y demás perfiles en otras conocidas redes sociales, por lo que decidí seguirle para estar informado de las cosas de las que quisiera hablar. Él, a su vez, también le dio al botón de seguir y (al menos así lo creo) debió ver el enlace a mi página web que tengo en el perfil. Ya le comenté durante los descansos del citado curso mis impresiones en cuanto a pros y contras de Joomla!, y que, sin embargo, conociendo como era mi caso HTML y CSS , aquella era mi forma de pensar acerca del programita en cuestión.

Debió (porque creo que así fue) entrar en mi web y ver el trabajo, totalmente desinteresado y auto didáctico realizado por mi persona (así como mi currículum) y me escribió para preguntarme si estaba interesado en trabajar con ellos. No tardé ni dos minutos en mandarle, tal y como pedía, dicho currículum actualizado.

Pues bien, cual era mi gozo que creo haberlo visto caer a un pozo esta misma mañana. Acudo entusiasmado a la entrevista y me encuentro con que, en mi contra, pesa el hecho de no saber PHP ni JAVA. He sido sincero, de qué me serviría mentir.

Por tanto, transcurridas unas horas desde dicha entrevista,  habiéndole dado en mi cabeza las suficientes vueltas, y sabiendo que aún así (ojala) puede que me llamen porque, en sus palabras, mi perfil podía cuadrarles, me pregunto quién soy, de dónde vengo y adónde voy.

Diplomado en biblioteconomía y documentación, los últimos meses (y no olvido, por supuesto, la importante crisis que, desgraciadamente, los curritos nos estamos tragando) me han hecho ver que no sirvo de auxiliar administrativo porque a pesar de que las funciones son el tratamiento de la documentación generada para su posterior recuperación, no tengo experiencia en departamentos fiscales y de contabilidad; tampoco como teleoperador o grabador de datos para dos días porque (creo que por ahí van los tiros) tengo demasiada formación y experiencia para un puesto tan elemental; mucho menos para documentalista, reconociendo que no sé inglés, pero dudando que haya quién además, haya hecho un máster en algún módulo de ingeniería informática y hable, a parte, alemán y chino; desde luego que tampoco para gestor de contenidos o community manager, porque a pesar de tener experiencia como redactor en un revista y haber estado detrás de varios gestores de contenidos nutriendo de ellos a intranets, no soy periodista ni sé de comercio electrónico.

Y por fin, cuando me llaman de un sitio, se me queda cara tonto al darme la impresión de que lo que buscan es a alguien con un perfil informático que, por mucho que me empeñe, no soy yo.

Repito, para acabar: soy un diplomado en biblioteconomía y documentación, conozco y manejo perfectamente HTML Y CSS, pero no soy un informático. Redacto, administro y gestiono contenidos, pero no valgo al no ser un periodista ni nadie del mundo del marketing y de la publicidad. Por tanto, ¿qué soy? Está claro: un bibliotecómano, mezcla de varias cosas pero ninguna en concreto.

Estimadas empresas de este país: ¿qué puedo hacer?

Atentamente suyo: el bibliotecómano.

Fonte: http://bibliotecomano.wordpress.com/2012/01/09/que-pasa-conmigo-soy-el-peor-documentalista-del-mundo/

XIV EREBD Sul: novas informações