Arquivo mensal: março 2012

Estudantes protestam em BH pela criação de fundo social do minério

Data de publicação: 29/03/2012

Por Patrícia Scofield

Mobilização nacional levou cerca de 500 estudantes a participarem de protesto no Bairro Santo Agostinho, nesta quinta-feira, em Belo Horizonte, pela criação do fundo social do minério. Segundo o presidente da União Estadual dos Estudantes de Minas Gerais (UEE-MG), Rafael Leal, a ideia é investir o dinheiro dos royalties da mineração, uma das atividades mais rentáveis no estado, em educação, garantir o meio-passe estudantil e investir em ciência e tecnologia. “A principal riqueza em Minas não gera nada para o povo. O dinheiro não tem destino e temos má qualidade de educação, por exemplo”, afirma Rafael.

Para concretizar essa reivindicação em Minas, os jovens terão de colher mais treze assinaturas para colocar a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) do fundo social do minério, elaborado em agosto do ano passado, em votação na Assembleia Legislativa. Segundo o texto, 50% dos royalties deveria ser destinado para esse fundo. Até o momento, os militantes contam com o apoio de treze deputados estaduais, entre eles, Carlin Moura (PcdoB), Celinho do Sintrocell (PcdoB), Antônio Júlio (PMDB). O grupo pretende se dirigir ao prédio da Assembleia ainda nesta quinta-feira, para pressionar parlamentares.
 
Congresso Nacional
 
O senador Aécio Neves (PSDB-MG) apresentou no Senado um projeto de lei estabelecendo novas e maiores alíquotas para a exploração dos recursos minerais brasileiros. Pela proposta, a alíquota máxima da Compensação Financeira pela Exploração de Recursos Minerais (Cfem) aumentaria de 3% para 5%, especialmente para produtos como ferro, alumínio e cobre. Além disso, o senador defende que a compensação passe a incidir sobre o faturamento bruto e não o líquido, para diminuir os descontos inerentes à atividades de exploração mineral.

Fonte: http://www.em.com.br/app/noticia/politica/2012/03/29/interna_politica,286121/estudantes-protestam-em-bh-pela-criacao-de-fundo-social-do-minerio.shtml?utm_medium=twitter&utm_source=twitterfeed

Anúncios

Estudantes fazem nova manifestação pela agilidade na concessão do meio-passe

Data de publicação: 29/03/2012

Por Luana Cruz

Conforme anunciado na quarta-feira pela Associação Metropolitana dos Estudantes Secundaristas da Grande Belo Horizonte (Ames-BH), um grupo de alunos da capital fazem nova manifestação nesta quinta-feira. Segundo a BHTrans, os manifestantes se reuniram na Avenida Amazonas com Contorno, perto do Colégio Pio XII e devem seguir para o Centro de BH. Ontem, eles ocuparam a Praça Sete e foram em passeata até a porta da prefeitura. Novo protesto está marcado para a próxima terça-feira.

Os estudantes pedem agilidade da prefeitura na liberação do meio-passe. Os alunos alegam que o benefício foi solicitado por mais de 6 mil estudantes, mas por enquanto, foi concedido a apenas 500.

Antes, apenas jovens matriculados no ensino médio, que residem a mais de um quilômetro da escola e cujas famílias são atendidas em programas sociais da prefeitura eram contemplados. Agora, o estudante não precisa mais estar inserido em programa social. A Ames-BH acha que a proposta ainda é limitada.

Em nota, a prefeitura informou que até o momento, cerca de 7.700 estudantes solicitaram o benefício do meio passe estudantil. Deste total, 1.147 cartões já estão sendo usados e 1.391 unidades estão em fase final de aprovação para a concessão do benefício já na primeira semana de abril. Para requerer o benefício, o estudante deve preencher o Requerimento do Meio Passe no site da Prefeitura, no endereço: www.pbh.gov.br/meiopasse, ou no BH Resolve, ou procurar um posto de atendimento de uma das nove regionais.

Fonte:  http://www.em.com.br/app/noticia/gerais/2012/03/29/interna_gerais,286124/estudantes-fazem-nova-manifestacao-pela-agilidade-na-concessao-do-meio-passe.shtml?utm_source=twitterfeed&utm_medium=twitter

Gestão de museus como negócio

Data de publicação: 27/03/2012

Po Técnico em Museu

Quem disse que cultura não pode ser um ramo de empreendimento? E que lidar com exposições museológicas não pode ser fonte de renda? Essas e outras questões perpassam a conversa com Maria Ignez Mantovani Franco, que aos 27 anos criou a primeira empresa brasileira de exposições, museus e projetos culturais, a Expomus.

A empresa em questão é responsável pela implementação da concepção museológica da mostra Pioneiros & Empreendedores e já atuou em cerca de outros 200 projetos de arte e cultura em diversos países.

Maria Ignez é doutora em Museologia pela Universidade Lusófona de Humanidades e Tecnologias de Lisboa, Portugal. Em entrevista exclusiva ao Unifor Notícias, a museóloga e empresária mostra que para empreender basta querer e, claro, inovar. Confira.

Unifor Notícias: A senhora fundou a Expomus muito jovem. Como aconteceu?

Maria Ignez: Meu primeiro emprego foi na Secretaria de Cultura, Esportes e Turismo, em São Paulo. No momento em que eu ingressei nesse trabalho, essa secretaria foi desmembrada. Todos os outros funcionários queriam muito ir para a área de turismo, que era uma área mais jovem. E eu fiquei na cultura para atender o secretário no gabinete (José Mindlin). A partir daí, eu descobri de uma forma muito mais intensa o que era arte. Depois que fiz uma especialização em Museologia, continuei trabalhando na mesma secretaria, mas me atrelei à área de museus. Em seguida coordenei a área técnica de todos os museus do estado de São Paulo. Eu me apaixonei pela noção de projeto, e aí foi o grande empreendedorismo, porque aos 27 anos eu fundei a primeira empresa de museologia do Brasil. Eu tive o insight: da mesma forma que existiam os escritórios de arquitetura, por que não um de museologia?

Unifor Notícias: Qual é a contribuição que a cultura brasileira pode dar a eventos turísticos como a Copa?

Maria Ignez: A nossa cultura é material e imaterial. Ela vai estar exposta na nossa forma de acolher e de nos comunicar com esse público estrangeiro que virá. Mas temos que nos preparar para isso. Os museus, por exemplo, têm uma oportunidade muito grande de exercer um papel social relevante num momento desses. Por quê? Porque quando nós vamos à França queremos conhecer o Louvre. Então os estrangeiros não querem ver apenas a Copa do Mundo, as Olimpíadas, eles querem conhecer o país. E, no momento de conhecer nossa cultura, os museus são os carros-chefes; é onde essa memória social está contida, e nós precisamos estar habilitados para isso. Quando eu digo ‘habilitados’, me refiro a pensar uma programação de ponta, estar com os nossos museus bilíngues, trilíngues, em horários estendidos, e com as cadeias turísticas os contemplando.

Unifor Notícias: E as expectativas são boas?

Maria Ignez: Nós vamos receber a Conferência Mundial de Museus em 2013. Isso é um mote fundamental para 2014, 2015, 2016. Vamos receber 4 mil profissionais dos principais museus do mundo. Esses profissionais vão se deslocar em roteiros culturais para ver cidades brasileiras. Isso nos antecipa uma missão.

Unifor Notícias: Como a senhora avalia a relação entre a economia e os museus em geral?

Maria Ignez: Nós estamos hoje num momento da discussão da economia criativa, em seus diferentes formatos, concepções e nas suas pluralidades de responsabilidades. Olhamos muitas vezes o museu como uma coisa empoeirada, uma coisa do passado, quando na verdade o museu hoje é a catedral do século 21. Quer dizer, não há um arquiteto que não queira projetar um museu. Os principais monumentos edificados no mundo hoje estão em museus, os grandes arquitetos internacionais têm as suas obras magnas em museus. Eu avalio que a própria economia precise desses símbolos, como símbolos de inovação, de transformação. A área de cultura é também um grande empreendimento social. Ela tem a missão de formar as futuras gerações, e não há nada de mais empreendedor do que isso.

Leia mais: http://museu2009.blogspot.com.br/2012/03/gestao-de-museus-como-negocio.html?utm_medium=twitter&utm_source=twitterfeed

Edital apoia projetos para desenvolvimento de cursos de biblioteconomia na modalidade a distância

Data de publicação: 26/03/2012

Por Assessoria de Comunicação Social da Capes

A Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) divulga nesta segunda-feira, 26, o edital nº 12/2012. A seleção consiste no fomento da execução de projeto de desenvolvimento dos materiais didáticos e de apoio ao curso de bacharelado em Biblioteconomia, na modalidade a distância, para a execução do projeto pedagógico do curso, estruturado pelo Conselho Federal de Biblioteconomia (CFB), no âmbito do Sistema Universidade Aberta do Brasil (UAB). O valor global a ser aplicado pela Capes, no âmbito deste edital, será de até R$ 1,8 milhão, sendo R$ 1,6 milhão para despesas de custeio e R$ 200 mil para despesas de capital.

Submissão de propostas
As propostas devem atender aos requisitos descritos no edital e devem ser submetidas até o dia 5 de maio, em formato impresso e eletrônico.

Podem apresentar proposta as instituições públicas de ensino superior (Ipes) que cumulativamente possuam cursos de bacharelado em biblioteconomia ou biblioteconomia e documentação ou gestão/ciência da informação, nas modalidades presencial ou a distância, legalmente constituídos e que tenham sua sede e administração no país; possuam credenciamento para oferta de cursos na modalidade a distância ou comprovada experiência em educação a distância; possuam Índice Geral de Cursos (IGC), ano-base 2010, 3, 4 ou 5; e assumam o compromisso de manter as condições de qualificação, habilitação e idoneidade necessárias ao cumprimento e execução do projeto, no caso de sua aprovação.

A análise das propostas será realizada em três etapas, sendo elas análise técnica, análise de mérito e aprovação e homologação pela Diretoria de Educação a Distância (DED) da Capes. O resultado está previsto para ser divulgado no final do mês de maio. O prazo de execução dos projetos é de doze meses, a contar da data de vigência do convênio ou instrumento congênere firmado entre a Capes e a IPES.

Mais informações pelo e-mail editalbiblio@capes.gov.br.

Fonte: http://www.capes.gov.br/servicos/sala-de-imprensa/36-noticias/5319-edital-apoia-projetos-para-desenvolvimento-de-cursos-de-biblioteconomia-na-modalidade-a-distancia

Biblioteca Universitária oferece treinamento em bases de dados

Data de publicação: 26/03/2012

Por UFMG Notícias

Amanhã e nesta quarta-feira, a Biblioteca Universitária promove treinamento em três bases de dados: Scopus, ScienceDirect e Compendex (Engineering Village). Os treinamentos são dirigidos a alunos, professores e pesquisadores de áreas afins ao conteúdo do curso, além de bibliotecários.

A Scopus é considerada a maior base de resumos e referências bibliográficas de literatura científica revisada por pares, com mais de 18 mil títulos de 5 mil editoras internacionais. A ScienceDirect é uma base disponível em periódicos científicos da Elsevier, além de conter livros online organizados em coleções, como livros eletrônicos, enciclopédias, séries de livros e manuais (handbooks). O Compendex, por sua vez, é uma base interdisciplinar de engenharia e áreas correlatas – como física, geociências e petróleo e gás natural –, que indexa mais de 5 mil títulos de periódicos desde 1884.

As inscrições podem ser feitas pelo telefone 3409-4627 ou pelo e-mail setorperiodicoscapes@bu.ufmg.br (informando o nome completo, e-mail, se aluno, professor/ pesquisador, o curso ou departamento vinculado e o curso e horário de preferência).

O treinamento ocorrerá na Escola de Ciência da Informação, sala 1000. Recomenda-se aos alunos que levem notebook para acesso sem fio à internet.

Confira a programação:

27 de março – 9h às 12h – Scopus e ScienceDirect
27 de março – 14h às 16h – Treinamento avançado Scopus

28 de março – 10h às 12h – Treinamento avançado Scopus
28 de março – 14h às 17h – Compendex (Engineering Village) e ScienceDirect

Outras informações pelo telefone 3409-4627 e pelo endereço setorperiodicoscapes@bu.ufmg.br.

Fonte: http://www.ufmg.br/online/arquivos/023140.shtml

Ações afirmativas para construir uma UFRGS popular

Por Priscila Pereira e Laura Sito

“Ações Afirmativas constituem medidas especiais e temporárias que, buscando remediar um passado discriminatório, objetivam acelerar o processo com o alcance da igualdade substantiva por parte dos grupos socialmente vulneráveis, como as minorias étnicas e raciais, entre outros grupos.” Flávia Piovesan, Professora PUC SP

As ações afirmativas na universidade são um instrumento na construção de uma sociedade mais igualitária, democrática e plural. Ao longo de toda a história, o conhecimento acadêmico serviu para manutenção das estruturas de poder em nossa sociedade. Vivemos até o inicio desta década tendo nas universidades brasileira 97% dos estudantes brancos e apenas 2% afrodescendentes, o que não representa a realidade da nossa sociedade. Partindo da compreensão de que a obtenção da graduação é também um meio para ascensão social, a universidade é um espaço de poder, e este deve ser democratizado.

Com a política de cotas a universidade se torna um ambiente mais plural e diversificado, onde a produção acadêmica não só acrescenta para aqueles que a acessam, mas também enriquece culturalmente a produção que volta à sociedade.

Ao falarmos na política de cotas, surge o polêmico debate de cotas raciais. Nós do Movimento Mudança não temos dúvida da necessidade das cotas raciais. Durantes séculos a população negra luta por igualdade e convive com a pobreza, desemprego e falta de acesso à políticas sociais. Foram décadas de invisibilidade, mais de 400 anos de escravidão e 100 anos de          exclusão “na liberdade”.

Hoje vivemos um momento no Brasil no qual o movimento social negro, com muita luta, conquistou diversos avanços na construção da “democracia racial” em nosso país, como as ações afirmativas, o estatuto da igualdade racial, Lei 10639/03, etc. É importante ressaltar o quanto as cotas são meio de transformação social frente à sociedade capitalista e racista que vivemos, bem como um instrumento de ruptura das estruturas do sistema.

Por isso, não temos dúvida da importância de sermos agentes  construtores deste processo. Nós defendemos a manutenção e ampliação do sistema de cotas na UFRGS pois queremos transformar a universidade pública em um espaço de todos.

Priscila Pereira é  Diretora de Combate ao Racismo UEE livre/RS
Laura Sito é Diretora de Direitos Humanos da UNE

Fonte: http://www.une.org.br/2012/03/acoes-afirmativas-para-construir-uma-ufrgs-popular-por-priscila-pereira-e-laura-sito/

Ônibus para o EREBD SUL 2012

Curso de pedagogia não é reconhecido pelo MEC em Boituva, SP

Data de publicação: 20/03/2012

Por G1 Itapetininga e Região

60 alunos concluíram o curso, mas não podem atuar na área. Eles buscam na Justiça uma solução.

Aproximadamente 60 estudantes universitários buscam na Justiça uma solução sobre a falta de reconhecimento do curso de pedagogia em uma faculdade em Boituva, SP. Após concluírem o curso, descobriram que não era reconhecido pelo MEC.

A estudante Gabriela Policeno Pereira conta que foram três anos de estudos em vão. O sonho de ter um diploma, virou pesadelo. Ela contou que começou o curso em 2005 pela Faculdades Integradas de Boituva (FIB). No final do primeiro ano, os universitários chegaram a realizar o Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes (ENADE), que é um dos procedimentos de avaliação do Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior.

Gabriela ainda conta que após a prova, os estudantes foram informados de que receberiam os resultados nas residências deles. ‘O caso é que não recebemos o resultado. E quando, ao final do curso fomos procurar os resultados descobrimos que o curso não possuía uma portaria no Ministério da Educação (MEC), não era reconhecido’, lembra.

Ela afirma ainda que ainda durante o curso, ocorreram mudanças na grade curricular. O curso de pedagogia, passou para o normal superior sem nenhuma explicação por parte da faculdade. De acordo com a advogado que representa o grupo, Eduardo Agostinho, com as mudanças, os cursos ficaram incompletos, tanto com um quanto o outro. “Os estudantes têm a conclusão do curso, mas não têm o diploma, ambos os cursos não são reconhecidos pelo MEC”, explica.

O advogado conta ainda que há uma sentença que reconhece que faculdade não tem capacidade para expedir o diploma, mas em consequência disso eles vão indenizar os donos da ação. Essa sentença pode ser objeto de recurso ainda, não é transitada em julgado, mas já é uma vitória. “Os alunos concluíram o curso em 2007 e desde lá estão sem diploma. Alguns prestaram concurso, mas não podem trabalhar. Tem várias pessoas nessa situação. E eles ganharam a ação porque na época que eles prestaram o vestibular. A publicidade era clara, nunca ninguém desconfiou que não era reconhecida pelo MEC. Houve desconfiança quando no ano de pedagogia o curso foi transformado em normal superior”, ressalta.

Por meio de nota, o atual administrador da faculdade, o grupo educacional Uniesp, informou que assumiu a gestão da Instituição em janeiro de 2012, portanto não tem responsabilidade sobre os fatos acontecidos na gestão anterior. Mesmo assim, afirmou que está em contato com o MEC para que o problema seja resolvido o quanto antes. A nota acrescenta ainda que a Faculdade de Boituva foi recentemente recredenciada pelo Ministério da Educação.

Fonte: http://g1.globo.com/sao-paulo/itapetininga-regiao/noticia/2012/03/curso-de-pedagogia-nao-e-reconhecido-pelo-mec-em-boituva-sp.html

Identidades e contrastes na área de Ciência da Informação: quem somos de onde viemos e para onde vamos?

Data de publicação: 13/03/2012

Por Josué S. Barbosa

A trigésima quinta edição do Encontro Nacional de Estudantes de Biblioteconomia, Documentação, Ciência da Informação e Gestão da Informação será realizada em uma das mais tradicionais e respeitadas instituições de ensino e pesquisa no campo do uso, tratamento e gestão da informação, a Escola de Ciência da Informação da Universidade Federal de Minas Gerais (ECI/UFMG).

Os encontros de estudante, ao longo de sua história, promoveram o dialogo, a integração e troca de experiencias entre alunos, profissionais e docentes da area de Informação. Seguindo esta tendência, a atual edição visa ampliar a crescente discussão sobre a evolução da Ciência da Informação (CI) no Brasil envolvendo possíveis dialogos e interlocuções entre as areas abrangidas pelo evento e com a Arquivologia e a Museologia. O encontro visa refletir sobre as inúmeras possibilidades de exploração do mercado na área de CI e investigar a atuação deste profissional em áreas distintas.

Configura-se como principal objetivo do XXXV ENEBD introduzir uma discussão nova; mais pragmática e efetiva; que busque avaliar a perspectiva do estudante de CI sobre a àrea e seus eventuais desdobramentos no exercício da profissão.

Fonte: http://enebd2012.wordpress.com/2012/03/13/identidades-e-contrastes-na-area-de-ciencia-da-informacao-quem-somos-de-onde-viemos-e-para-onde-vamos/

Dia do Bibliotecário 12 de março

Data de publicação: 03/02/2012

Por CRB 14ª Região

O bibliotecário é um profissional de nível superior que atua no mercado de trabalho com uma visão ampla e objetiva da sociedade e de seus variados segmentos.

Como administrador e disseminador de informação, habilita-se a adequar métodos e técnicas de sua profissão às necessidades específicas de seu trabalho, sabendo valer-se dos melhores recursos da Informática, Reprografia e da Microfilmagem, entre outros, para agilizar e otimizar suas funções.

O uso instrumental do Marketing, para difundir a importância da leitura e os benefícios do uso da informação a todos os tipos de usuários e promover a formação cultural do país, são importantes papéis do Bibliotecário, enquanto agente social.

O bibliotecário está habilitado a executar planejamento de serviços bibliotecários, planejamento físico de bibliotecas e centros de documentação e informação, organização de acervos (bibliográficos ou não), de serviços técnicos e administrativos ligados à documentação, avaliação, assessoria, consultoria, ensino, fiscalização técnica, normalização de documentos, análise de trabalhos técnicos e científicos, organização de bases de dados virtuais, de intranets, de documentação para processos de certificação de qualidade, avaliação de conteúdo da Internet, entre outras. O bibliotecário é capaz de atuar em qualquer função que vise a organização e obtenção de informações e como gestor da informação e do conhecimento para atender às necessidades de informação da sociedade.

O bibliotecário economiza tempo e recursos para seus clientes, colocando ao seu alcance informações já selecionadas, precisas e de fundamental importância para o sucesso das organizações.

“METADE DO CONHECIMENTO CONSISTE EM SABER ONDE ENCONTRÁ-LO”

BIBLIOTECÁRIO

PROFISSIONAL DA INFORMAÇÃO

Fonte: http://www.crb14.org.br/noticias_crb.php?codigo=217