Arquivo mensal: maio 2012

CA BibliUnB Comunica

Por Henrique Mascarenhas

Para os Centros Acadêmicos de biblio- Centro Acadêmico de Biblioteconomia Centro Acadêmico Ufrj Centro Acadêmico Biblioteconomia Uff e outros: Comunico que o Centro Acêmico de Biblioteconomia da Universidade de Brasília – CABIBLIO/UnB deflagrou nesta quinta-feira 24/05 greve estudantil por maioria de votos tirado em assembleia geral, em apoio à greve docente nacional, por melhorias nos cursos de Biblioteconomia, assistência estudantil, bolsas de pesquisa e paridade nas eleições para reitoria cordenação de curso e diretoria da faculdade. CAs, não esperem por (in)decisões dxs professorxs. Façam assembleias e decidam-se por um caminho. Aqui na UnB o colegiado teve como diretriz: cada professor decide com sua turma. Isso gerou o impasse dxs estudantes esperar pela posição dxs professorxs e vice-versa. Tomamos então a frente e decretamos greve. Alguém pode me convencer que estamos em condições de prosseguir normalmente com as aulas. Com isso coloco que o CABIBLIO apoia a greve docente e discente e gostaríamos de construir uma pauta nacional das escolas de biblio, já que os ENEBDS e os EREBDS não conseguem articular essas demandas.

Estudantes da UnB entram em greve

Data de publicação: 29/05/2012

Por Eu, estudante

431 alunos aprovaram greve na última assembleia, menos que o quórum mínimo. Agora a decisão foi homologada junto aos CAs e o DCE

O Diretório Central dos Estudantes (DCE) realizou hoje, às 12h, uma reunião com o Conselho das Entidades de Base, formado pelos Centros Acadêmicos (CAs) de diversos cursos da Universidade de Brasília (UnB). A reunião acabou há poucos minutos e finalizou com a decisão por uma greve estudantil.

Compareceram representantes de 46 CAs e aprovaram a homologação das decisões feitas na assembleia dos estudantes que aconteceu quinta-feira (24/5), que resultou na greve estudantil. A última assembleia aprovou, por unanimidade, a greve discente com 431 alunos presentes, abaixo do quórum mínimo necessário (1097 alunos) que corresponde a 3% do número de universitários da UnB. A decisão de homologação foi apertada, com 22 votos a favor, 20 contra e 4 abstenções.

Octávio Torres, coordenador geral do DCE, faz uma ressalva de que “essa gestão não apoia repressões violentas contra quem não quiser entrar em greve”. A decisão da greve estudantil veio contra a posição do DCE. Em entrevista concedida na última quinta-feira (24/5) Octávio Torres afirmou que “o Diretório valoriza os professores e acredita que a greve é um instrumento legítimo, mas não assim. Não deve ser banalizado e ocorrer a cada dois anos”.

Fonte: http://www.correioweb.com.br/euestudante/noticias.php?id=29672

Cotas raciais – quem ganha, quem perde?

Data de publicação: 21/05/2012

Por José Goldemberg

O Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu recentemente, por unanimidade, que a introdução de cotas raciais no acesso às universidades públicas federais não viola a Constituição da República, seguindo a linha adotada nos Estados Unidos há algumas décadas de introduzir “ações afirmativas” para corrigir injustiças feitas no passado. A decisão flexibiliza a ideia básica de que todos são iguais perante a lei, um dos grandes objetivos da Revolução Francesa.

Ela se origina na visão de que é preciso aceitar a “responsabilidade histórica” dos malefícios causados pela escravidão e compensar, em parte, as vítimas e seus descendentes. A mesma ideia permeia negociações entre países, entre ex-colônias e as nações industrializadas, na área comercial e até nas negociações sobre o clima.

Sucede que, de modo geral, “compensar” povos ou grupos sociais por violências, discriminações e até crimes cometidos no passado raramente ocorreu ao longo da História. Um bom exemplo é o verdadeiro “holocausto” resultante da destruição dos Impérios Inca e Asteca, na América Latina, ou até da destruição de Cartago pelos romanos, que nunca foram objeto de compensações. Se o fossem, a Espanha deveria estar compensando até hoje o que Hernán Cortez fez ao conquistar o México e destruir o Império Asteca.

É perfeitamente aceitável e desejável que grupos discriminados, excluídos ou perseguidos devam ser objeto de tratamento especial pelos setores mais privilegiados da sociedade e do próprio Estado, por meio de assistência social, educação, saúde e criação de oportunidades. Contudo, simplificar a gravidade dos problemas econômicos e sociais que afligem parte da população brasileira, sobretudo os descendentes de escravos, estabelecendo cotas raciais para acesso às universidades públicas do País, parece-nos injustificado e contraprodutivo, porque revela uma falta de compreensão completa do papel que essas instituições de ensino representam.

Universidades públicas e gratuitas atendem apenas a um terço dos estudantes que fazem curso superior no Brasil, que é uma rota importantíssima para a progressão social e o sucesso profissional. As demais universidades são pagas, o que prejudica a parte mais pobre da população estudantil. Essa é uma distorção evidente do sistema universitário do País. Mas o custo do ensino superior é tão elevado que apenas países ricos como a França, a Suécia ou a Alemanha podem oferecer ensino superior gratuito para todos. Não é o nosso caso. Essa é a razão por que existem vestibulares nas universidades públicas, onde a seleção era feita exclusivamente pelo mérito até recentemente.

A decisão recente do Supremo Tribunal Federal deixa de reconhecer o mérito como único critério para admissão em universidades públicas. E abre caminho para a adoção de outras cotas, além das raciais, talvez, no futuro.

Acontece que o sistema universitário tem sérios problemas de qualidade e desempenho, como bem o demonstra o resultado dos exames da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) – garantia da qualidade dos profissionais dessa área -, que reprova sistematicamente a maioria dos que se submetem a ele, o mesmo ocorrendo com os exames na área médica.

Órgãos do governo como a Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), do Ministério da Educação, ou o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), do Ministério de Ciência, Tecnologia e Inovação, têm feito esforços para melhorar o desempenho das universidades brasileiras por meio de complexos processos de avaliação, que têm ajudado, mas não se mostraram suficientes.

Esses são mecanismos externos às universidades. Na grande maioria delas, os esforços internos são precários em razão da falta de critérios e de empenho do Ministério da Educação, que escolhe os reitores, alguns dos quais, como os da Universidade de Brasília, iniciaram o processo de criação de cotas raciais como se esse fosse o principal problema das universidades e do ensino superior no Brasil.

O populismo que domina muitas dessas universidades, há décadas, é a principal razão do baixo desempenho das universidades brasileiras na classificação mundial. Somente a Universidade de São Paulo (USP) conseguiu colocar-se entre as melhores 50 nesse ranking.

O problema urgente das universidades brasileiras é, portanto, melhorar de nível, e não resolver problemas de discriminação racial ou corrigir “responsabilidades históricas”, que só poderão ser solucionadas por meio do progresso econômico e educacional básico.

O governo federal parece ter tomado consciência desse problema ao lançar o programa Ciência sem Fronteiras, que se propõe a enviar ao exterior, anualmente, milhares de estudantes universitários, imitando o que o Japão fez no século 19 ou a China no século 20 e foi a base da modernização e do rápido progresso desses países.

Daí o desapontamento com a decisão da Suprema Corte não só por ter sido unânime, mas também por não ter sido objeto de uma tomada de posição de muitos intelectuais formadores de opinião, exceto notáveis exceções, como Eunice R. Durham, Simon Schwartzman, Demétrio Magnoli e poucos outros que se manifestaram sobre a inconveniência da decisão.

O único aspecto positivo na decisão do Supremo Tribunal Federal foi o de que simplesmente aceitou a constitucionalidade das cotas raciais, cabendo aos reitores, em cada universidade, adotá-las e implementá-las.

Há aqui uma oportunidade para que os professores mais esclarecidos assumam a liderança e se esforcem para manter elevado o nível de suas universidades sem descuidar de tornar o acesso pelo mérito mais democrático, e sem a adoção de cotas raciais, como algumas universidades estaduais de São Paulo estão fazendo.

* PROFESSOR EMÉRITO DA USP, FOI MINISTRO DA EDUCAÇÃO

Fonte: http://www.estadao.com.br/noticias/impresso,cotas-raciais–quem-ganha-quem-perde-,875703,0.htm

Estudantes de ciência da informação podem submeter trabalhos para encontro nacional até Domingo

Data de publicação: 15/05/2012

Por UFMG Notícias

Termina no próximo domingo, dia 20 de maio, o prazo de submissão de trabalhos para o Encontro Nacional de Estudantes de Biblioteconomia, Documentação, Ciência da Informação e Gestão da Informação (Enebd). A 35ª edição do evento acontece de 15 a 21 de julho, na Escola de Ciência da Informação (ECI) da UFMG. A lista dos trabalhos aprovados será divulgada no dia 18 de junho.

O Enebd contará com duas modalidades de trabalhos: comunicações orais e pôsteres. O autor deverá submeter o trabalho nas opções indicadas na ficha de inscrição disponível no site do evento. Toda a comunicação entre autores e a organização do Evento ocorrerá por meio do e-mail cenebd@gmail.com. Cada autor poderá inscrever no máximo cinco trabalhos, mesmo número fixado como limite de autores por trabalho, incluindo orientador.

De acordo com os organizadores, o encontro pretende reunir cerca de 600 participantes, incluindo profissionais, acadêmicos e interessados na área. Além da apresentação de trabalhos estão previstos palestras, minicursos, atividades de lazer, atividades artístico-culturais, sorteio de brindes, visitas técnicas e turísticas.

O evento é promovido pelo corpo discente dos cursos de graduação da área de Ciência da Informação no Brasil, com o apoio da Executiva Nacional dos Estudantes de Biblioteconomia, Documentação, Ciência e Gestão da Informação, da diretoria da Escola de Ciência da Informação da UFMG e do Diretório Acadêmico Ligya de Queiroz Sambaquy (Daeci).

Fonte: http://www.ufmg.br/online/arquivos/023824.shtml

Professores das universidades federais de MG podem entrar em greve na quinta-feira

Data de publicação: 14/05/2012

Por Luana Cruz

Os professores das universidades federais de Minas Gerais podem entrar em greve na quinta-feira, dia 17 de maio. Foi aprovado no sábado, em âmbito nacional, uma paralisação do Setor das Instituições Federais de Ensino Superior (Ifes) coordenada pelo Sindicato Nacional dos Docentes das Instituições de Ensino Superior (Andes-SN).

Em Belo Horizonte, os servidores do Centro Federal de Educação Federal Tecnológica de Minas Gerais (Cefet-MG) podem aderir à paralisação. Segundo o SindCefet-MG, uma assembleia na tarde desta segunda-feira vai definir se os professores param as atividades na próxima quinta. Os educadores da Universidade Federal de Viçosa (UFV) vão decidir amanhã à tarde sobre a adesão ao movimento.

Também estão na lista das instituições que podem começar a paralisação a Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF), Universidade Federal de Itajubá (UNIFEI), Universidade Federal de Lavras (UFLA), entre outras escolas cujos representantes sindicais participaram de reunião em Brasília com o Ministério da Educação. A rodada de reuniões locais, em cada universidade, acontecem hoje e terça-feira. Os docentes da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) não estão ligados ao Andes-SN, portanto não há indicativo de greve para a instituição.

A reunião, na última sexta-feira entre sindicatos e o ministro da educação, Aloizio Mercadante, definiu que o governo transformasse o PL 2203/11 em Medida Provisória. A MP, que trata de reajuste para os docentes de universidades públicas, foi publicada nesta manhã no Diário Oficial da União (DOU).

Mesmo com essa medida, os sindicato mantém o indicativo de greve, porque as revindicações vão além do reajustes autorizado pelo governo. Os servidores querem a reestruturação da carreira docente, com valorização do piso (o vencimento base hoje é R$ 557,51 para uma carga horária de 20 horas semanais); incorporação das gratificações; valorização e melhoria das condições de trabalho docente.

Fonte: http://www.em.com.br/app/noticia/gerais/2012/05/14/interna_gerais,294169/professores-das-universidades-federais-de-mg-podem-entrar-em-greve-na-quinta-feira.shtml

Seminário “Museus em um mundo em transformação”

Projeto Era Virtual permite visitas virtuais ao Museu Histórico Abílio Barreto

Data de publicação: 24/04/2012

Por Prefeitura de Belo Horizonte

O Museu Histórico Abílio Barreto (MHAB), instituição que guarda parte significativa da história de Belo Horizonte, já está recebendo visitas virtuais, disponibilizadas pelo projeto Era Virtual, que contempla atualmente 15 museus brasileiros de quatro estados diferentes. O projeto permite que o público visite as exposições do MHAB pela internet, como acontece nas principais instituições museológicas do mundo. As visitas virtuais são disponibilizadas gratuitamente ao público em geral, acessíveis pelo domínio http://www.eravirtual.org/mhab_br/.

A programação virtual do museu, que fica na avenida Prudente de Morais, 202, no bairro Cidade Jardim, oferece aos internautas exposições que têm como base diferentes temáticas e vestígios reveladores da história de Belo Horizonte. Ao percorrer os cômodos do casarão colonial, em meio a textos narrativos, objetos de uso doméstico, mobiliário, quadros, documentos textuais, livros, mapas e fotografias, pode-se acompanhar o processo de criação da cidade que nasceu para ser capital de Minas, destacando a mutação da paisagem. No andar térreo do casarão, outra exposição mostra a construção do simbolismo religioso na capital, revelando sua pluralidade. Na sala de exposições do edifício-sede, pode-se conhecer um pouco da história dos bares na capital, desde os primórdios de sua construção, mostrando lugares que foram e são emblemáticos na história da cidade. No andar térreo, o internauta pode ver uma mostra de cartões postais da Coleção Otávio Dias Filho, que revela as múltiplas faces e transformações do panorama visual da cidade, de 1902 aos dias atuais.

Nos jardins do museu, uma exposição permanente mostra três veículos que transitaram, em épocas distintas, pelas ruas do antigo Arraial do Curral del Rei e de Belo Horizonte, estabelecendo relação direta entre o desenvolvimento do sistema de transporte e o processo de evolução urbana da capital até meados do século 20: o carro de boi, que pertencia à antiga Fazenda do Leitão, a locomotiva a vapor Marquinha, utilizada nos trabalhos de construção da capital, e o bonde elétrico, um dos últimos a circular pela capital nos anos de 1960, presumindo-se que seja o único remanescente da antiga frota da cidade.

Criado pela empresa Empório de Relacionamentos Artísticos, o projeto Era Virtual foi desenvolvido a partir do modo de olhar de um visitante real. Todas as obras do acervo exposto podem ser ampliadas a partir de um clique, possibilitando ao navegador observar os detalhes e, em alguns casos, girar o objeto para vê-lo de todos os ângulos. Durante a visita, há textos explicativos sobre cada setor e cada obra das exposições.

Fonte: http://portalpbh.pbh.gov.br/pbh/ecp/noticia.do?evento=portlet&pAc=not&idConteudo=57362&pIdPlc=&app=salanoticias

UNE faz manifestação em defesa do Plano Nacional de Educação

Data de publicação: 09/05/2012

Por  Agência Brasil

Brasília – Um ato público nesta quarta-feira em Brasília pedirá urgência na aprovação do Plano Nacional de Educação (PNE), que tramita em comissão especial no Congresso. Trata-se da campanha PNE Já! – 10% do PIB em Educação e 50% dos Royalties e do Fundo Social do Pré-Sal para Educação, Ciência e Tecnologia.

Os manifestantes querem ver em lei o compromisso de investir 10% do Produto Interno Bruto em educação. O ato, que prevê a entrega de um documento ao presidente da Câmara dos Deputados, Marco Maia (PT-RS), às 11h no Salão Verde, é organizado pela União Nacional dos Estudantes (UNE) com o apoio da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC), da Academia Brasileira de Ciências e da Sociedade Brasileira de Física, entre outras entidades.

O objetivo do movimento é sensibilizar os parlamentares para a necessidade de aprovação do PNE. O plano tem como função sistematizar a educação brasileira, estabelecendo metas e estratégias para implementação entre os anos 2011 e 2020.

Fonte: http://www.em.com.br/app/noticia/especiais/educacao/2012/05/09/internas_educacao,293262/une-faz-manifestacao-em-defesa-do-plano-nacional-de-educacao.shtml?utm_medium=Estado+De+Minas&utm_campaign=Estado+De+Minas&utm_content=Vestibular&utm_source=em.com.br

V ENEMU – Justificativa para o tema

“Museologia em três tempos: as trajetórias de um campo em (trans)formação”

Este ano, a Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro – UNIRIO sediará a 5ª edição do ENEMU, evento com a maior concentração de estudantes de Museologia do Brasil, além de ser o berço do surgimento do primeiro curso de graduação do país.

Serão comemorados também os 40 Anos da Carta de Santiago e os 80 Anos do Curso de Museologia no Brasil. Além disso, junto ao encontro, acontecerá o 5° Fórum Nacional de Museus, também na cidade do Rio de Janeiro, sediada na Marina da Glória, onde estudantes e profissionais de Museologia e áreas afins poderão avaliar e estabelecer diretrizes para a renovação das práticas nas instituições culturais e museológicas.

O V Encontro Nacional de Estudantes de Museologia visa ao fomento e à estruturação do campo da Museologia, através das diversas atividades propostas. Por isso, contém, no cerne da sua existência, a importância de ser um evento que promove o intercâmbio de conhecimentos de profissionais de museus, estudantes, pesquisadores e todos aqueles que possam agregar e produzir conhecimento à área. Além da confraternização entre estudantes, tão importante para o fortalecimento dos cursos e do campo.

Através deste evento, os estudantes poderão vivenciar o conhecimento e a convivência com os seus colegas de curso em suas diferentes facetas para, além das salas de aula, promover a troca de experiências e informações sobre o passado, o presente e o futuro da Museologia, fazendo deste espaço único e insubstituível.

Com a característica de ser o único evento a nível nacional que reúne estudantes dos catorze cursos de graduação pelo país – além do mestrado em Museologia e agora o recém-criado doutorado –, o V ENEMU tem como princípio incitar a produção teórica e discutir a importância da Museologia como área de conhecimento, inclusive suas características multidisciplinares e interdisciplinares a partir de seu desenvolvimento pautado nos três eixos temporais propostos, – passado, presente e futuro – e o seu papel para além da instituição museu e centros de pesquisa.

Fonte: http://venemu2012.blogspot.com.br/p/o-tema.html

XXXV ENEBD: envio de trabalhos

O XXXV ENEBD contará com duas modalidades de apresentação de trabalhos: comunicações orais e pôsteres. A avaliação das apresentações será feita pela submissão de trabalhos completos para ambas comunicações.

As submissões deverão observar as orientações a seguir:

a) toda a comunicação entre autores e a organização do Evento ocorrerá através do e-mail cenebd@gmail.com. Mensagens relacionadas ao status de avaliação do trabalho serão enviadas através do e-mail informado na ficha de submissão de trabalhos – disponível AQUI – do autor responsável pela submissão do mesmo.

b) o número limite de trabalhos enviados por autor será de 5;

c) o número limite de autores será de 5, incluindo orientador;

d) um dos autores deverá OBRIGATORIAMENTE inscrever-se no evento para que o trabalho conste nos anais;

e) serão emitidos certificados para todos os autores dos trabalhos apresentados;

f) o autor deverá submeter o trabalho nas opções existentes na ficha de inscrição. A comissão cientifica dará prioridade a forma de apresentação escolhida pelo autor, mas reserva-se no direito de altera-la;

g) os trabalhos que não estiverem em acordo com as Normas de Submissão do Evento serão automaticamente recusados.

Eixos Temáticos para envio de trabalhos:

GT1 – Aspectos Constituintes da Ciência da Informação no Brasil

GT2 – Dimensões Acadêmicas

GT3 – O profissional da informação

GT4 – O campo prático dos profissionais da informação

GT5 – Abordagem contemporânea

Saiba mais sobre os GTs: http://enebd2012.eci.ufmg.br/index.php?option=com_content&view=article&id=4&Itemid=5

Cronograma

Data

Horário Atividade
15/04/2012 00:00 Início dos recebimentos dos trabalhos completos.
20/05/2012 23:59 Término dos recebimentos de trabalhos.
18/06/2012 12:00 Divulgação da lista completa dos trabalhos aprovados.
28/06/2012 23:59 Autor (es) envia (m) a versão revisada do trabalho completo.
05/07/2012 00:00 Divulgação final da lista dos trabalhos que serão apresentados no XXXV ENEBD.

Mais informações sobre normas para elaboração dos trabalhos, formatação e elementos constituintes dos mesmos: http://enebd2012.eci.ufmg.br/index.php?option=com_content&view=article&id=12&Itemid=11