Arquivologia

I Conferência Nacional de Arquivos deve ser realizada em 2011

Data de publicação no Blog DA ECI: 18/03/2011

Por Casa de Oswaldo Cruz

No ano em que a Lei de Arquivos completa 20 anos, a realização de uma inédita Conferência Nacional de Arquivos mobiliza profissionais da área. Proposta pelo Ministério da Justiça, a iniciativa surge em um momento propício, em função da atual discussão a respeito da transferência do Arquivo Nacional para este Ministério. Além disso, a realização da Conferência justifica-se em função da importância dos arquivos para o cidadão, para o fortalecimento do Estado brasileiro e para o desenvolvimento científico e cultural do país.

A Casa de Oswaldo Cruz (COC) é membro do grupo de trabalho criado pelo Ministério da Justiça para planejar a Conferência, que deve ser realizada em outubro deste ano, em Brasília. Alguns pontos a respeito do encontro já foram acordados, tais como a realização de conferências regionais preparatórias. Essa ação, que deve acontecer ao longo dos próximos seis meses, tem por objetivo garantir a representatividade do encontro, contemplando os diferentes pensamentos e segmentos presentes na área de Arquivos.

A Conferência terá como objetivo a revisão dos marcos legais e institucionais da área, de forma a constituir uma política de estado para os arquivos. Será proposto um conjunto de ações com metas, prazos e conceitos ao Governo Federal, tendo em vista a definição e implementação desta política. “Para o campo dos arquivos, esse será um processo inédito que poderá abrir um caminho fecundo para as políticas públicas arquivísticas e incorporação de diferentes segmentos em sua formulação”, afirma o vice-diretor de Pesquisa, Educação e Divulgação Científica da COC, Paulo Roberto Elian dos Santos.

Representante da COC neste movimento, Paulo Elian destaca que a experiência da Fiocruz pode ajudar muito na formatação da Conferência: “A COC/Fiocruz vem se constituindo desde os anos 90 como uma interlocução importante no campo dos arquivos. Nesse momento, trazemos a experiência das conferências nacionais de saúde e do próprio congresso interno da Fiocruz, como processos de construção coletiva e democráticas de políticas públicas”, diz.

Continue lendo: http://www.coc.fiocruz.br/comunicacao/index.php?option=com_content&view=article&id=224

El futuro del software de gestión documental

Data de publicação: 17/02/2011

Data de publicação no Blog DA ECI: 16/03/2011

Por: Silvia Torres

La firma española especializada en el desarrollo de soluciones de software documental DocPath ha llevado a cabo un análisis para determinar cuáles son las tendencias que marcarán el futuro de este tipo de tecnologías en los próximos años. Entre ellas, primará la búsqueda de soluciones más intuitivas, ágiles y sencillas; el incremento del outsourcing para que las organizaciones puedan centrarse en el foco de su negocio y garantizar la calidad de un servicio crítico; y la imposición de nuevas tendencias en materia de seguridad que vendrán dadas por el incremento de smartphones, tablet PCs y netbooks, y que, entre otros procesos, facilitarán la captura de firmas a través de dispositivos digitales. De otro lado, el almacenamiento inteligente se convertirá en una necesidad. Y es que, según el estudio de este proveedor, en el mundo se genera un volumen de información por segundo cercano a los 400 GB, y todas las previsiones apuntan a que este índice continuará creciendo a un ritmo del 50%. Finalmente, según datos de la consultora PwC en 2020, el 80% de los ingresos del mercado de software documental se generará a través de servicios de Enterprise Content Management (ECM), una tendencia que muy pronto tendrá más fuerza que la de la digitalización de documentos.

Todo esto en un contexto en el que DocPath considera que la tecnología documental ha dejado de ser una commodity para convertirse en una apuesta de valor en compañías de todo el mundo. Según sus propios datos, la mayoría de los departamentos de sistemas ha abordado algún proyecto en este sentido. Los ajustes presupuestarios a los que se han visto sometidos los CIOs como consecuencia de la difícil coyuntura económica, y la necesidad de obtener un rápido retorno de las inversiones realizadas figura en las raíces de esta apuesta tecnológica.

Fonte: http://www.revistatcn.com/id12145/el-futuro-del-software-de-gestion-documental/?utm_source=feedburner&utm_medium=twitter&utm_campaign=Feed:+TcnOnline+%28Revista+TCN+|+Technology+channel+news%29

Arquivo Nacional de Angola cria protocolo de cooperação

Data de publicação: 16/02/2011

Data de publicação no Blog DA ECI: 16/03/2011

Por António Bequengue

A directora do Arquivo Nacional de Angola disse, na segunda-feira, em Havana, que a instituição que dirige vai preparar um memorando de entendimento com a congénere cubana, tendo em vista as áreas da formação e investigação.

Alexandra Aparício, que falava à imprensa angolana, no termo de uma visita da delegação cultural ao Arquivo Nacional de Cuba, sublinhou que este interesse já fora manifestado, no ano passado, na deslocação a Angola do ministro da Cultura de Cuba, Abel Prieto.

“Uma vez que o Arquivo Nacional de Cuba não depende do Ministério da Cultura, mas do Ministério da Ciência, Tecnologia e Ambiente, foi programada esta visita que, acredito, é o primeiro passo de uma larga cooperação”, referiu.

“Até 2012 devem realizar-se várias acções, pelo que ainda é prematuro dizer quais são, mas o memorando deve dar prioridade à área de formação, não só com a deslocação de técnicos cubanos à Angola, mas também na ida de quadros angolanos à pátria de Fidel para estágio, licenciatura, pós-graduação e, até mesmo, doutoramento”, anunciou.

Continue lendo: http://jornaldeangola.sapo.ao/17/0/arquivo_nacional_de_angola_cria_protocolo_de_cooperacao

Ex-ministro Delfim Netto doará sua biblioteca pessoal para a USP

Data de publicação: 14/02/2011

Data de publicação no Blog DA ECI: 16/03/2011

Por  Folha Poder

O economista e ex-ministro da Fazenda Antonio Delfim Netto vai doar sua biblioteca pessoal para a USP (Universidade de São Paulo). Com 250 mil livros, a coleção é uma das maiores bibliotecas privadas do Brasil.

O motivo da doação, ele conta rindo, são os 82 anos. “Eu estou ficando velho, e a USP vai continuar.”

Dizendo não ser um bibliófilo, o ex-ministro afirma que seu acervo é uma “biblioteca de trabalho, especializada”.

“Não tem nenhuma primeira edição. Tenho todos os clássicos, mas não tenho nenhuma primeira edição. Eu não sou um bibliófilo, sou um colecionador de livros. Tenho muito prazer nisso”, afirma.

Delfim conta que compra livros “como todo mundo, por catálogo e referência”. Muitos amigos sugerem títulos a sua secretária, que os compra.

Constituída em sua maioria por títulos de economia, a coleção conta também com livros e documentos de história, geografia, filosofia, ciência política e matemática.

A biblioteca será integralmente doada para a Faculdade de Economia e Administração da USP, da qual Delfim é professor emérito. A faculdade está construindo um espaço para abrigar o acervo.

“Estou devolvendo para a FEA tudo aquilo que ela me deu”, afirma Delfim.

Fonte: http://tecnoles.blogspot.com/2011/02/ex-ministro-delfim-netto-doara-sua.html

Sin papeles en el hospital

Data de publicação: 14/02/2011

Data de publicação no Blog DA ECI: 16/03/2011

Por ANA MORIYÓN

La frase tan recurrente de ‘tienes letra de médico’ tiene los días contados. Varias Áreas Sanitarias del Principado de Asturias se han subido ya al carro de la digitalización y hace unos días lo hacía el hospital Grande Covián. Tras un fin de semana de emigración de datos y agendas de todo el año, se puede decir que el hospital del Oriente trabaja ya sin papeles.

El equipamiento hospitalario ha comenzado a trabajar hace unos días con una nueva herramienta informática de gestión clínica (Selene) que permite digitalizar el historial de todos los pacientes para que pueda ser consultado con total comodidad en cualquier departamento e incluso desde la consulta de Atención Primaria. Y, lo que es aún más importante, podrá ser consultado de forma fácil, sencilla y rápida desde cualquier hospital de la red del Principado de Asturias. «Esto permite que si un paciente del Oriente es atendido en Jove, los médicos puedan consultar todo su historial clínico», explica el gerente del centro, Íñigo de Diego.
Esto incluye, destaca, las radiografías o los escáner que se pueda ir haciendo un paciente a lo largo de su vida. «Todas las herramientas informáticas que usa cada uno de los departamentos del hospital quedarán integradas en este nuevo programa», resume. El hospital ya trabaja con esta nueva herramienta y se espera que en breve lo puedan hacer los centros de salud.

La principal ventaja que encuentra el gerente del Grande Covián, al que la incorporación al Selene ya le pilló durante su estancia en el Hospital de Avilés, es la «seguridad» que esta herramienta ofrece al ciudadano, «porque todo queda registrado, existe total trazabilidad sobre qué es lo que se le prescribe a un paciente, en qué momento y de qué manera». Además, bromea De Diego, se acaba con los problemas de legibilidad que en ocasiones presentaban los historiales por escrito. «Ahora todos escribiremos en Times New Roman», celebra.

Otra de las ventajas del nuevo sistema es la «rapidez y agilidad» con la que se podrá acceder a los resultados de cada una de las pruebas que pueda realizar el paciente. «El acceso a las pruebas será mucho más rápido porque antes había que esperar, por ejemplo, a que el resultado de una analítica en el laboratorio nos llegara por papel, pero ahora nada más que estén los resultados podremos consultarlos por el programa informático», explica. En el futuro, añade De Diego, toda esta información digitalizada servirá también para tener «una base de datos muy amplia» que permita «realizar estadísticas» sobre las diferentes dolencias y tratamientos, un adelanto importantes también para mejorar la asistencia sanitaria.

Aunque el archivo tradicional aún tiene un hueco en el hospital Grande Covián, se espera que paulatinamente vaya desapareciendo para dar paso a los nuevos tiempos. Y, así, de paso, ahorrar papel.

Fonte: http://www.elcomerciodigital.com/v/20110214/oriente/papeles-hospital-20110214.html

Dez erros típicos em projetos de virtualização de armazenamento

Data de publicação: 14/02/2011

Data de publicação no Blog DA ECI: 16/03/2011

Por Rainer Bretzel

Sem um planejamento detalhado até os projetos de virtualização de armazenamento podem dar errado.

Em termos práticos, vale a pena considerar os seguintes pontos, também considerados erros clássicos em projetos de virtualização:

1. Na hora da contratação

É aconselhável uma sabatina completa do fornecedor sobre as atribuições e suas expectativas  de funcionalidade do sistema. É normal que ocorram erros de comunicação quando o assunto é a possibilidade de modificar os caminhos de acesso ao servidor de armazenamento por parte do servidor de aplicativos. O que a empresa contratante esquece ou deixa de observar nesse caso, é que determinados produtos têm tempos de resposta distintos quando recebem a mensagem da alteração no caminho de acessos.

2. Dimensionamento errôneo dos componentes de armazenamento

Outro erro absolutamente corriqueiro é não perguntar ao cliente sobre suas necessidades de tráfego de dados de entrada e saída. Tais informações são cruciais para definir a dimensão dos servidores de storage. A correta configuração desses servidores será composta por escolha de interfaces de rede, memória RAM etc. Por motivos de economia, algumas companhias optam por configurar os servidores com o mínimo aceitável de recursos. Um planejamento cauteloso prevê a configuração de um servidor de backup, capaz de reagir à requisição e responder em casos de desastres sem perturbar a dinâmica da rede.

3. Acertar o cronograma para migração das bases de dados

O pouco tempo dedicado ao diálogo com o fornacedor sobre esse processo de transferência de dados de um servidor para o outro pode ocasionar atrasos no funcionamento da plataforma virtualizada.

4. Backup, Backup e mais Backup

Deixar de conversar detalhadamente sobre as rotinas de backup e ensaios para eventuais recuperações de desastres é o quarto – e um dos mais comuns – erros nas tratativas com o fornecedor de soluções para virtualização de storage.

5. Conhece o teu hardware como a ti mesmo

Saber de cor e salteado todas as informações de compatibilidade entre o hardware em uso na estrutura é crucial. Obtenha, assim que possível, a HLC (Hardware Compatibility List) do fornecedor para não cometer esse quinto erro.

Continue lendo: http://cio.uol.com.br/gestao/2011/02/11/dez-erros-tipicos-de-projetos-de-virtualizacao-de-armazenamento/

O Arquivo Público e uma tragédia cotidianamente anunciada

Data de publicação: 14/02/2011

Data de publicação no Blog DA ECI: 16/03/2011

Por  Felipe Azevedo

Não existe no estado de Pernambuco uma política pública responsável para a gerência dos Arquivos Históricos, eu diria até que nem existe uma política pública para esses estabelecimentos. Se por um lado o patrimônio histórico e os feitos heróicos de nossos antepassados são alçados a propaganda de governo na criação de uma identidade ufanista e orgulhosa da pernambucanidade, por outro, o que há é um completo descaso com a fonte material dessa memória.

Ontem, mais uma vez, parte do acervo do Arquivo Público Estadual foi destruído pelas chuvas. Hoje pela manhã fui pesquisar na seção de manuscritos, sediada na Rua Imperial, e me deparei com os portões fechados e a desolação dos funcionários que me informaram que esta seção do arquivo fora gravemente atingida pelas águas da chuva e ficará fechada pelo resto da semana para levantamento dos estragos causados.

Não é a primeira vez que isso acontece, as arcaicas instalações do Arquivo sucubem sempre que a chuva engrossa um pouco mais, ceifando aos poucos a documentação que é, na letra de nosso estridente hino, a “fonte da vida e da história, desse povo coberto de glória”. O perigo também se conflagra nas instalações elétricas, cujas estruturas há muito tempo merecem uma revisão, pois, conforme o relato de um funcionário, sempre que a chuva acomete o prédio acaba por inundar o quadro de eletricidade, fato que já anda causando alguns estorvos e que de fato preocupa os arquivistas, pois o perigo de um incêndio é eminente. Hoje pela manhã o pessoal do arquivo não se arriscou e estava trabalhando sem energia, às escuras e no calor do mormaço recifense.

Continue lendo: http://temposavulsos.blogspot.com/2011/02/o-arquivo-publico-e-uma-tragedia.html

Legislativo continuará preservação histórica em parceria com Arquivo Público

Data de publicação: 10/02/2011

Data de publicação no Blog DA ECI: 16/03/2011

Por Juliano Carlos

Reunião entre Arquivo Público e o presidente da Câmara Municipal de Uberaba, Luiz Humberto Dutra (PDT), definiu continuidade no projeto de preservação de documentos históricos da instituição e resgate de acervo de Uberaba. O evento aconteceu na manhã de ontem e teve a participação da diretora do Arquivo Público, Lélia Bruno, os escritores Guido Bilharinho, João Eurípedes Sabino, o historiador Danilo Ferreira, a jornalista Evacira de Coraspe e a diretora do departamento de Documentação e Pesquisa da Câmara, Sumayra Oliveira.

Segundo o presidente do Legislativo, a intenção da Câmara Municipal é fazer um resgate histórico e para isso acontecer é preciso que a instituição e o Arquivo se agreguem a mais pessoas e deem continuidade ao trabalho que se iniciou com uma campanha realizada pela TV Câmara e órgãos de imprensa de Uberaba. “A Câmara tem que ser exemplo de preservação histórica. Então convocamos a população para nos disponibilizar seu acervo particular para duplicação, ou mesmo doação. No futuro, nossa intenção é que o Paço se torne um museu, abrigando obras de arte e documentos históricos que contêm a história de Uberaba”, acrescenta o parlamentar. De acordo com o escritor e historiador Guido Bilharinho, a iniciativa é ótima, “a preservação do patrimônio histórico é o resgate da memória de um povo”.

Solicitação – Durante a reunião, escritor João Eurípedes Sabino elogiou o projeto, fez um pedido ao presidente Luiz Dutra para resgatar historicamente a Praça da Gameleira, conhecida por Praça da Concha Acústica, transformando o local em um ponto cultural. O vereador-presidente, juntamente com a diretora do Arquivo, se comprometeram a apoiar a iniciativa, seja do ponto de vista documental, quanto através de ações junto ao Executivo.

Fonte: http://www.jornaldeuberaba.com.br/?MENU=CadernoA&SUBMENU=Politica&CODIGO=41514

Crescem apelos pela abertura de arquivos

Data de publicação: 07/02/2011

Data de publicação no Blog DA ECI: 15/03/2011

Por  ARCHIVÍSTICA & SOCIEDAD

No discurso de posse, a presidenta Dilma Rousseff lembrou o passado de combate à ditadura militar, os companheiros mortos, mas destacou que não guardava rancores. Mas é cada vez mais crescente o apelo de entidades civis para que sejam abertos em sua totalidade os arquivos da ditadura. A Comissão da Memória e da Verdade ainda espera por uma definição efetiva da nova mandatária do País. Em dezembro o Brasil foi condenado na Corte Interamericana de Direitos Humanos, ligada à Organização dos Estados Americanos (OEA) por causa das perseguições, mortes e desaparecimentos forçados de cerca de 70 pessoas durante a Guerrilha do Araguaia.

Mas nem só familiares de guerrilheiros ou militantes de esquerda esperam por reparações de injustiças referentes ao período da ditadura militar. Soldados que participaram das ações também reivindicam seu quinhão em termos de indenização, promoções retroativas ou pensões. É o caso do sargento João da Santa Cruz Sarmento, que participou das primeiras ações contra a guerrilha em Marabá e foi um dos últimos a sair da região no fim dos conflitos – mas que ao final foi perseguido e preso por Sebastião Curió, sob a acusação, nunca provada, de que estaria vendendo terras a colonos. Por conta disso, deu baixa no Exército sem ter obtido as promoções a que teria direito se permanecesse normalmente nas Forças Armadas.

Santa Cruz mora atualmente em um pequeno sítio no município de Santo Antônio do Tauá. “Vamos enviar uma correspondência ao ministro da Justiça, para que o caso dele seja revisto”, diz Paulo Fonteles Filho, membro do grupo de trabalho que investiga a existência de ossadas de guerrilheiros na região do Araguaia. A história de Santa Cruz é um pedaço pouco contado dos conflitos no Araguaia. O relato de soldados que participaram das ações ainda é feito de forma tímida, muitas vezes por receio de possíveis represálias de militares da velha guarda -os mais resistentes à ideia de que se abram os arquivos do período ditatorial.

Continue lendo: http://archivisticaysociedad.blogspot.com/2011/02/crescem-apelos-pela-abertura-de.html

A Arquivologia merece conteúdo original!

Data de publicação: 01/02/2011

Data de publicação no Blog DA ECI: 15/03/2011

Por Diego Oliveira

O meu principal objetivo sempre foi escrever o blog que eu gostaria de ler. Eu procuro de todas as formas produzir conteúdos próprios e enfoques diferenciados para assuntos que já estão manjados. Eu sei bem, que nem sempre é possível produzir conteúdo 100% original. Eu tenho as minhas limitações e utilizo outros autores e fontes como base para os textos que escrevo. Mas existe uma coisa chamada bom senso.

Como comenta André Silva, do blog Arquivos Correntes, “estamos na geração Xerox. É mais fácil e prático copiar do que criar algo”. Em blogs do nicho da Arquivologia, o xerox é uma prática cada vez mais comum. Vejo muita gente reproduzindo e poucos produzindo.

Mal sabem eles, que as mesmas regras que valem para o mundo acadêmico e literário, também valem para a web. E só analisar a LEI Nº 9.610, que “altera, atualiza e consolida a legislação sobre direitos autorais e dá outras providências.”

Segundo a Lei, “são obras intelectuais protegidas as criações do espírito, expressas por qualquer meio ou fixadas em qualquer suporte, tangível ou intangível, conhecido ou que se invente no futuro” (Art. 7º).

Apesar do caráter público da internet, as informações produzidas e publicadas na web pertencem ao autor que as criou, que detém os “direitos morais e patrimoniais” (Art. 22).

Não importa se o texto em questão está publicado num livro, com editora e devidamente registrado, ou se está publicado num site ou blog. A proteção aos direitos autorais, de que trata a Lei Nº 9.610, independe de registro (Art. 18). Assim como, “é facultado ao autor registrar a sua obra” (Art. 19).

Continue lendo: http://www.arquivonline.com.br/2011/02/arquivologia-merece-conteudo-original.html?spref=tw

Gestión de documentos: sonrisas y lágrimas

Data de publicação: 17/01/2011

Data de publicação no Blog DA ECI: 15/03/2011

Por Adela Alòs Moner

EN 2002 escribí el artículo “Intranets: sonrisas y lágrimas”. En aquel momento las intranets se estaban expandiendo en las organizaciones y empezaba a haber un “corpus” de experiencias que permitía hacer una reflexión sobre cómo debía implementarse una intranet para garantizar su éxito.

Han pasado casi diez años y hoy un tema “estrella” es el de la gestión de la documentación en las organizaciones. También en este caso tenemos suficientes experiencias acumuladas para poder realizar unas primeras reflexiones o recomendaciones que faciliten que un proyecto de gestión de documentos pueda obtener los objetivos esperados. Me permito pues la licencia de usar la misma expresión para este artículo “Gestión documental: sonrisas y lágrimas”.

¿Qué preocupa a las organizaciones?
¿Qué sucede hoy en muchas de ellas, en lo que concierne a la información y la documentación?

A las organizaciones les preocupa la pérdida o la dificultad de acceso a documentación crítica e indispensable, por ejemplo, para dar respuesta a una auditoría. También les preocupan las “pérdidas de tiempo” o las horas que dedica el personal a buscar información o a reelaborar documentos que ya existen. Preocupa que, cuando un empleado deja la organización es prácticamente imposible encontrar los documentos en su ordenador, o que si no está por cualquier motivo sea complicado encontrar un anexo importante que ha recibido por correo electrónico.

Al mismo tiempo se empieza a constatar una preocupación creciente por la “legibilidad” y el acceso en un futuro a la documentación. Esta inquietud es resultado, muy a menudo, de alguna penosa experiencia asociada a la dificultad de recuperar un documento de hace apenas 8 ó 10 años o de recuperar un vídeo del que ya no se dispone el equipo de lectura.

La necesidad de gestionar la documentación es un hecho evidente y responde fundamentalmente a dos motivos: por una parte, al crecimiento exponencial de información (un 60% cada año) en múltiples formatos y, por otra, a la multiplicidad y generalización en el uso de los dispositivos de recepción y de generación de documentos, resultado de la expansión e impacto de las tecnologías (internet, ordenadores personales, PDAs, etc.).

Continue lendo: http://www.thinkepi.net/gestion-de-documentos-sonrisas-y-lagrimas

Estado actual y perspectivas de futuro del mercado de la gestión documental

Data de publicação: 01/01/2011

Data de publicação no Blog DA ECI: 15/03/2011

Por Jordi Perez

Price Waterhouse Coopers realizó el pasado mes de noviembre un estudio para evaluar el estado actual y futuro del mercado de gestión documental. Los resultados del informe reflejan la evolución experimentada por este sector en los últimos años. Una evolución que ha llevado al mercado español de gestión documental a una fase más madura y típica de otros mercados más desarrollados como pueden ser el de Reino Unido, con servicios más integrados y en la que los clientes tienden a externalizar procesos más complejos de su back office.

gestion-documentalSegún datos de este mismo estudio, el mercado español de gestión documental representó en 2009 alrededor de 260 millones de euros, lo cual supone un 17% del gasto total en la externalización de procesos de negocio.

Si durante el periodo 2006-2009, el mercado creció a un ritmo del 9%, se espera que en los próximos cinco años, el crecimiento sea algo menor, de entre un 1 y un 5%. Sin embargo, ese crecimiento será muy diferente en los distintos segmentos de mercado, siendo los servicios de Enterprise Content Management los que experimentarán un incremento más significativo (de 5% a 9%) frente a los servicios de custodia (entre 0% y 4%) y digitalización (de -7% a -3%).

Continue lendo: http://pymecrunch.com/estado-actual-y-perspectivas-de-futuro-del-mercado-de-la-gestion-documental?utm_source=feedburner&utm_medium=feed&utm_campaign=Feed%3A+Pymecrunch+%28PymeCrunch%29&utm_content=Twitter

Digitalizar dos siglos de historia

Data de publicação: 10/02/2011

Data de publicação no Blog DA ECI: 04/03/2011

Por Sara Vila

Ríos de tinta corren por la biblioteca de la Real Sociedad Económica de Amigos del País de Santiago (Rseaps). Más de 200 años en activo han dado para toda una colección de documentos que hablan de la historia de Galicia. Como el primer proyecto para traer el ferrocarril a esta comunidad, en el que estuvo involucrada la Sociedad, que colaboró en la inauguración de la línea férrea de Santiago a Carril en 1873. El primer libro de cuentas de la sociedad e incluso el acta de una reunión a la que acudió el rey Alfonso XII aparecen también en los archivos de la biblioteca creada en 1834.

El fondo documental de la Rseaps constituye un importante legado para los estudiosos de la historia de Galicia así como para los interesados en algún ámbito de la sociología o la economía gallegas. Para mejorar la accesibilidad y la difusión de los documentos, la Fundación Pedro Barrié de la Maza financia con 100.000 euros un proyecto para digitalizar los fondos documentales de esta Sociedad. En total 162.550 documentos de los siglos XIX y XX pasarán a formar parte de una base de datos virtual que facilitará el acceso de los interesados a unos fondos únicos de indudable valor.

Sobre alfombras hechas a mano, en la Real Fábrica de Tapices, tal y como presumían los miembros de la Sociedad, el presidente de esta entidad, Juan Bautista de la Salle explicó lo importante que era que se llevara a cabo este proyecto. Además de que se evita el deterioro de muchos documentos antiguos, “con la digitalización es más fácil el mantenimiento porque no hay que manipular fisicamente los escritos originales, por lo que es más rápido, y no es necesario desplazarse”.

Los estudiosos de la Rseaps fueron reuniendo a lo largo de los años valiosos estudios sobre los problemas de la economía gallega. De entre todos estos informes publicados en el seno de la Sociedad destacan estudios sobre las técnicas de pesca de la sardina. En este sentido, también se digitalizará el manuscrito original de la obra La industria de la pesca en Galicia, de Joaquín Díaz de Rábago. En cuanto a la agricultura, existe un catálogo en el que se estudia la influencia de determinadas especies de aves en la cosecha. De este modo, aparecen clasificadas una serie de especies como beneficiosas o perjudiciales para el cultivo. A nivel de estudios sociológicos existen informes sobre la emigración de gallegos al otro lado del Atlántico. Además, en el archivo también se pueden encontrar publicaciones periódicas de 200 años de antigüedad, así como boletines editados por la propia Sociedad, como es el caso de la Revista Económica y el periódico El Centenario ilustrado con litografías y grabados del siglo XIX.

Continue lendo: http://www.elpais.com/articulo/Galicia/Digitalizar/siglos/historia/elpepiautgal/20110210elpgal_15/Tes

Preocupación por archivos históricos

Data de publicação: 06/02/2011

Data de publicação no Blog DA ECI: 04/03/2011

ImageLa documentación, que reposa en la Academia de Historia de Norte de Santander, está constituida por más de 530 tomos de protocolo notarial en un seriado que viene desde 1762 hasta 1940. La información está almacenada en 320 cajas.

La página 268 del fascículo número 33 de la Enciclopedía del Centenario de Norte de Santander reza que este acervo histórico está condenado a su extinción definitiva, porque carece de las condiciones de depósito, preservación y protección adecuadas.

Agrega que se encuentra expuesto a la contaminación de los automotores, al polvo y la suciedad del ambiente, así como expuesto a la luz y carente de medios ideales para su servicio y manejo.

“Estamos trabajando para mejorar las condiciones en que se encuentra la documentación, lo que pasa es que se necesita una gran inversión económica y como somos una entidad sin ánimo de lucro nos toca avanzar por nuestros propios medios”, comentó Gustavo Gómez Ardila, Secretario General de la Academia de Historia de Norte de Santander.

Continue lendo: http://www.laopinion.com.co/noticias/index.php?option=com_content&task=view&id=367109&Itemid=104

Certidões de óbitos desde 1893 são digitalizadas em Botucatu

Data de publicação: 01/02/2011

Data de publicação no Blog DA ECI: 04/03/11

Por  JCNET

Os cemitérios Portal das Cruzes e Jardim de Botucatu (100 quilômetros de Bauru) contam com computadores na sua área administrativa. Todo o acervo de registros de óbitos do Município é digitalizado e armazenado.

A primeira certidão de óbito é de 1893. O livro, de capa marrom, ainda conserva páginas amareladas e caligrafias quase que indecifráveis, mas aos poucos, aquilo que é parte da história do Município tem sido salvo, e de forma mais moderna.

Segundo a assessoria de imprensa da prefeitura, em breve toda consulta feita sobre as pessoas que se encontram sepultadas em Botucatu seja agilizada pelo meio eletrônico. A Seção de Processamento de Dados também instalou os equipamentos, Internet e programas necessários.

“O processo está adiantado, esperamos ainda este ano colocar tudo nos computadores”, informa Décio de Campos, administrador do Portal das Cruzes, que contabiliza 6400 jazigos e outros 58.171 sepultamentos. “O complicado é decifrar os nomes, porque a caligrafia de antigamente não ajuda muito, e a falta de informações no registro de óbito. Em alguns casos, a pessoa enterrada teve registrada apenas o primeiro nome, e a profissão. É um trabalho de formiguinha, minucioso, mas também de redescoberta, já que temos livros de mais de cem anos”, completa.

Continue lendo: http://www.jcnet.com.br/detalhe_regional.php?codigo=200523

El centro de digitalización del Servicio Estatal de Empleo comenzará a funcionar en Walqa en febrero

Data de publicação no Blog DA ECI: 03/03/11

Por Radio Huesca

Un año más tarde de la firma del convenio en el Parque Tecnológico de Huesca (entre el Gobierno de España y el de Aragón; incluso ha cambiado el ministro de Trabajo) se pondrá en marcha el centro de digitalización documental del Servicio Estatal de Empleo (antiguo INEM). Será en febrero. Se trata de un centro de digitalización similar al de la Seguridad Social.

Recordamos que a comienzos de 2010 se desplazaba hasta Walqa el ministro de Trabajo, Celestino Corbacho. Firmaba el convenio de colaboración con el Gobierno aragonés para la puesta en marcha de este centro de digitalización documental. Se va a iniciar el trabajo con expedientes de tres provincias españolas.

Va a ser una de las noticias de este año 2011 en el Parque Tecnológico de Huesca, un complejo que cuenta con 850 trabajadores y con 65 empresas. Durante este año tendrá lugar la inauguración del edificio del Departamento de Ciencia, Tecnología y Universidad (que ya se encuentra en funcionamiento), y también la apertura del observatorio astronómico-planetario, que se está construyendo en la actualidad.

José Luis Latorre, director del Parque Tecnológico de Huesca, apunta que esta instalación va a suponer un salto cualitativo muy importante para Walqa, ya que pasará a estar abierto los 365 días del año.

Fonte: http://www.radiohuesca.com/Hemeroteca/Noticia.aspx?codigo=496005

El Archivo Histórico vía ‘on line’

Portal Português de Arquivos

Data de publicação: 02/02/2011

Data de publicação no Blog DA ECI: 03/03/2011

Por Renato Venâncio

A criação de um instrumento de pesquisa coletivo, integrando os arquivos públicos portugueses, em muito facilita a recuperação de documentação a respeito da história do Brasil

Os portugueses deram um presente aos historiadores brasileiros. Trata-se da criação do Portal Português de Arquivos. Como o próprio nome indica, esse portal funciona como um catálogo coletivo de acervos arquivísticos, permitindo buscas simultâneas em 18 instituições.

Neste universo, o Arquivo Nacional da Torre do Tombo dispõe do banco de dados com maior número de registros a respeito da história do Brasil: atualmente, cerca de 1400 documentos, deste inestimável acervo, podem ser lidos integralmente.

Um procedimento de pesquisa interessante consiste em clicar no item “busca avançada” e efetuar a pesquisa pelo campo “Âmbito e conteúdo”. No campo “Recuperar registros”, escolha a opção “Registros com imagens”. A busca a partir da palavra “tratado”, por exemplo, resulta em cópias digitais dos principais documentos diplomáticos portugueses, muitos deles dizendo respeito diretamente à história do Brasil, como é o caso do Tratado de Tordesilhas. Também é possível consultar o original da “Carta de Pêro Vaz de Caminha”. Outra opção de pesquisa consiste em escolher um enfoque regional. Digite a expressão “Rio de Janeiro” no campo “Âmbito e conteúdo” e, novamente, no campo “Recuperar registros”, escolha a opção “Registros com imagens”.  Já estão disponíveis, em formato digital, 555 valiosos documentos a respeito da história carioca, como são os casos dos processos, denúncias, inquirições e correspondências inquisitoriais.

Outras instituições arquivísticas portuguesas também guardam preciosidades. No Porto, por exemplo, há documentos de identidade do século XX, de quem estava de partida para o Novo Mundo, assim como registros paroquiais do século XVII, que reproduzem óbitos ocorridos em territórios ultramarinos.

Fonte: http://www.revistadehistoria.com.br/v2/home/?go=detalhe&id=3585

El Archivo Histórico vía ‘on line’

Data de publicação: 02/02/2011

Data de publicação no Blog DA ECI: 03/03/11

Por EL OBSERVATORIO

El Ayuntamiento de Granada ha digitalizado gran parte del fondo documental de la ciudad, como las Capitulaciones o los Libros de Caballeros Veinticuatro, para ponerlos a disposición de todo el público
Belén Rico | Actualizado 01.02.2011 – 01:00

Lo que antes era coto vedado para historiadores, investigadores universitarios y especialistas en la materia ya está al alcance de cualquiera gracias a que el Ayuntamiento de Granada ha digitalizado buena parte de los fondos del Archivo Histórico. Cualquiera puede consultar las actas capitulares de la ciudad desde 1497 hasta las de 1985, lo que la directora del archivo, María del Socorro Rodríguez, define como “la columna vertebral de un Ayuntamiento”.

También podrán consultarse los Libros de Copiadores producidos desde 1492 hasta 1804, todos los del Registro Civil desde 1835 hasta 1870, los de Caballeros Veinticuatro, los Padrones de habitantes hasta 1955…

Casi todas las joyas que hay en los fondos y colecciones que el Ayuntamiento atesora en el Archivo Histórico Municipal están a disposición del público, aunque el trabajo de digitalización continúa adelante.

La nueva página web, alojada en el portal del Consistorio granadino, cuenta con más de un millón de imágenes digitales, muchas de las cuales están ya colgadas. Al tratarse de un archivo público, el acceso es gratuito y libre, salvo para aquella documentación de acceso restringido que marca la legislación vigente.

Tanto María del Mar Socorro como la directora técnica, Margarita Jiménez, resaltaron ayer el enorme esfuerzo que ha supuesto para el reducido personal del Archivo el trabajo de digitalización, que arrancó en el año 2007 y que ha sido posible por la firma de un convenio de colaboración entre el Consistorio y la Sociedad Genealógica de UTA.

Continue lendo: http://archivisticaysociedad.blogspot.com/2011/02/el-archivo-historico-via-on-line.html

El archivo municipal crea una página web, con más de un millón de imágenes digitales

Data de publicação: 31/01/2011

Data de publicação no Blog DA ECI: 03/03/2011

Por Teleprensa

Cuenta con grabados, fotografías planos y carteles, entre otros múltiples documentos de interés histórico

Cualquier ciudadano, investigador o profesional que así lo desee, puede consultar en la red, gran parte de los fondos y colecciones que el Ayuntamiento atesora en el Archivo Histórico Municipal, un importante legado documental que ha sido digitalizado, para poner a disposición del público.

La nueva página web, alojada en el portal del Consistorio granadino, cuenta en la actualidad con más de un millón de imágenes digitales, muchas de las cuales están ya en dicho sitio web, si bien, en otros casos, el trabajo de digitalización continúa adelante.

Así lo ha explicado el concejal de Personal y Servicios Generales, Juan Antonio Fuentes, en la presentación de la nueva herramienta con la que el Ayuntamiento de Granada “da un paso mas en el proceso de implantación de la administración electrónica”, ofreciendo un servicio que “proyecta y acerca este inmenso patrimonio documental a todos los granadinos y personas interesadas de otros lugares de la geografía”.

Continue lendo: http://www.teleprensa.es/granada-noticia-272398-El-archivo-municipal-crea-una-p26aacute3Bgina-web2C-con-m26aacute3Bs-de-un-mill26oacute3Bn-de-im26aacute3Bgenes-digitales.html?sms_ss=twitter&at_xt=4d496a36ccf7c70d,0

Associação: Não há ato real para abertura de arquivos da ditadura

Data de publicação: 18/01/2011

Data de publicação no Blog DA ECI: 03/03/11

Por Severino Motta

Associação de servidores do Arquivo Nacional critica postura de diretor e diz que não há ato administrativo para abrir documentos

A Associação dos Servidores do Arquivo Nacional (Assan) divulgou nota nesta terça-feira (18) alegando que a direção do órgão não tomou medidas concretas para que sejam abertos os arquivos da ditadura que se encontram na instituição. De acordo com o documento, o diretor da entidade, Jaime Antunes, teria mudado de opinião sobre o tema recentemente, “justamente num momento no qual o AN é transferido para a pasta do Ministério da Justiça”.

Em matéria publicada pelo iG nesta segunda-feira, Antunes pede a publicação de um decreto por parte da presidente Dilma Rousseff para que o público possa ter acesso aos documentos do período de exceção.

Na nota a Assan ainda diz não concordar com a gestão de Antunes. Segundo a associação, o longo período de comando está em desacordo com a “ideia de República”. “Neste momento de transferência do Arquivo Nacional para um ministério que pretende cobrar do órgão um papel republicano, manter no cargo um diretor que está há quase 20 anos no comando está em contradição com a própria ideia de República, de limitação de poderes e de não permitir a perpetuação autocrática de um agente público numa esfera de poder.”

Continue lendo: http://ultimosegundo.ig.com.br/politica/associacao+nao+ha+ato+real+para+abertura+de+arquivos+da+ditadura/n1237958121905.html

Arquivo Nacional pede ato de Dilma para abrir papéis da ditadura

Data de publicação: 17/01/2011

Data de publicação no Blog DA ECI: 03/03/2011

Por Severino Motta

Diretor do Arquivo cobra documentos do Exército e da Marinha e diz que Dilma pode garantir acesso aos arquivos da ditadura

O Diretor do Arquivo Nacional, Jaime Antunes, disse esperar a publicação de um decreto da presidenta Dilma Rousseff para que os documentos do período da ditadura militar que se encontram no órgão possam ser franqueados ao público. De acordo com ele, é preciso levar para o plano nacional iniciativas como a de São Paulo, Paraná, Alagoas e Paraíba, que dão acesso a todos os papéis desde que os interessados assinem um termo se comprometendo a preservar a imagem e honra dos citados na documentação.

“Nós queremos um ato específico, que isente o servidor e o Arquivo de responsabilidade por eventual mau uso dos documentos. Hoje nós cumprimos a lei e somos chamados de censores, algo que não somos”, disse.

Antunes se refere à Lei da Política Nacional de Arquivo, que prevê o sigilo de 100 anos para documentos que possam comprometer a honra ou imagem de pessoas. Como tal julgamento é subjetivo, um documento, somente por conter um nome próprio, normalmente fica restrito. Para franquear o acesso, afirmou, bastaria um decreto de Dilma nos moldes dos de São Paulo ou Paraná.

De acordo com ele, nem mesmo o projeto de Lei de Acesso à Informação, que se encontra no Congresso Nacional, vai garantir o acesso pleno aos documentos. “Lá há itens para distencionar a situação. Mas há problemas. Ao mesmo tempo que tira a responsabilidade do servidor e do órgão, noutro artigo fala que o órgão também pode ser responsabilizado. Então isso precisa ser revisto”, disse.

O diretor ainda cobrou o Exército e a Marinha, que afirmando ter destruído seus documentos de inteligência, não enviaram nenhum tipo de material ao Arquivo. “Só quem mandou até hoje parte de seus documentos, em fevereiro passado, foi a Aeronáutica, papéis do CISA (Centro de Informações de Segurança da Aeronáutica), que também havia dito que foi tudo queimado. Então, há documentos. Os documentos dos Centros Nevrálgicos de Informação do Exército e da Marinha nunca chegaram ao Arquivo. Os militares, com exceção da Aeronáutica, estão devendo. O Exército só mandou documentos do tempo do Império”, disse.

Continue lendo: http://ultimosegundo.ig.com.br/politica/arquivo+nacional+pede+ato+de+dilma+para+abrir+papeis+da+ditadura/n1237952027499.html

Setor de gestão de documentos fatura mais de R$ 1 bi

Data de publicação: 17/0/2011

Data de publicação no Blog DA ECI: 03/03/2011

Por Docmanagement

Crescimento foi acima de 25% em 2010 e deve disparar em 2011, prevê ABGD 2010 foi o ano em que as empresas acordaram para a importância da gestão da informação nos negócios, comemora Eduardo Coppola Gutierrez, presidente da ABGD- Associação Brasileira das Empresas de Gerenciamento de Documentos e da Keepers Brasil. Resultado: o mercado de gerenciamento de documentos teve um crescimento espetacular no exercício, acima de 25%, antecipa o dirigente. O faturamento do setor foi superior a R$ 1 bilhão.

Para 2011, a perspectiva é ainda mais animadora. A ABGD prevê faturamento acima de R$ 1,3 bilhão. “As empresas descobriram que trabalhar com ferramentas de gerenciamento de documentos passou a ser um diferencial relevante, não apenas na redução de custos, mas na melhoria de qualidade gerencial, fator importante na briga pelos clientes”, explica o dirigente.

As empresas que gerenciam documentos e demais informações corporativas oferecem agora uma cesta de serviços, além da simples guarda de documentos nos galpões. A pesquisa da informação, por exemplo, que antes era demorada por estar no papel, agora é feita em segundos com a digitalização dos documentos. As empresas, com o formato digital, também cortaram enormes gastos com aluguel de imóveis para a guarda das caixas de documentos. E a captura descentralizada de dados corporativos, com as novas ferramentas de gerenciamento, aumentou o controle das empresas sobre o seu acervo. Como a informação saiu do papel para o espaço digital, ganhou-se rapidez, essencial para diversas necessidades empresariais. Entre elas, a geração de provas, em situações críticas, como processos trabalhistas, fiscalização do imposto de renda, prefeituras e governos estaduais. A validação de documentos digitalizados acelerou ainda o fechamento de contratos entre empresas. “Ou seja, surgiu um novo mercado para as prestadoras de serviços de gerenciamento de documentos”, destaca Eduardo Coppola.

Continue lendo: http://alunadearquivo.blogspot.com/2011/01/setor-de-gestao-de-documentos-fatura.html?utm_medium=twitter&utm_source=twitterfeed

La privacidad de los datos personales vive una nueva encrucijada en internet

Data de publicação: 19/01/2011

Data de publicação no Blog DA ECI: 03/03/11

Por ALEXIS IBARRA e GABRIELA BADE

Las revelaciones de WikiLeaks no sólo remecieron a la diplomacia internacional, también llegaron a la esfera de la protección de los datos privados, luego de que el Poder Judicial estadounidense decidiera investigar a los colaboradores más cercanos del sitio.

En ese contexto, hace unos días, Twitter recibió una orden que obligaba a esta red social a entregar una serie de datos privados de varios usuarios que tenían alguna relación con WikiLeaks. Dos de ellos son estadounidenses, pero el resto son personas que no residen en ese país, aunque sí tienen cuentas ahí. Entre ellas la diputada islandesa Brigitta Jónsdóttir.

Con ello se abrió la discusión de si es lícito que un país pueda acceder a los datos de ciudadanos de otras nacionalidades y cómo los gobiernos pueden proteger la privacidad de sus habitantes.

Según el abogado Daniel Álvarez, coordinador de investigaciones y publicaciones del Centro de Estudios en Derecho Informático de la U. de Chile, los usuarios de Twitter, Facebook y otros sitios de internet aceptan las políticas de privacidad del servicio al momento de inscribirse. “Algunos utilizan políticas bien rígidas que garantizan, por ejemplo, que no cederán a terceros los datos almacenados. En cambio otros, la mayoría, establecen que en ciertos casos podrán entregar tu información a quienes ellos decidan”.

Renato Jijena, abogado experto en derecho informático y asesor de la comisión de Economía del Senado, aclara que al aceptar dichas condiciones los ciudadanos extranjeros renuncian a que se apliquen las normas legales de su país y aceptan la jurisdicción estadounidense.

Continue: http://blogs.elmercurio.com/cienciaytecnologia/2011/01/16/la-privacidad-de-los-datos-per.asp

Deficientes auditivos vão trabalhar na conservação de acervo do Tribunal do Trabalho

Data de publicação: 13/01/2011

Data de publicação no Blog DA ECI: 21/02/2011

Por Direito CE

Uma nova forma de comunicação vai ocupar os corredores da Justiça do Trabalho do Ceará a partir da próxima semana. O Tribunal Regional do Trabalho do Ceará contratou deficientes auditivos para trabalharem na conservação de seu acervo documental.

Para auxiliar nos diálogos com a nova equipe, uma intérprete orientará servidores do Tribunal sobre a Língua Brasileira de Sinais (Libras).

Os deficientes auditivos terão como atribuição retirar poeira, detritos de insetos e resíduos de livros e documentos administrativos e judiciais.

Com a realização do trabalho, o TRT/Ce pretende impedir a degradação de seu acervo, melhorar as condições de acesso aos documentos e também contribuir para a inclusão de portadores de deficiência no mercado de trabalho.

Inicialmente, a equipe será composta por cinco deficientes auditivos da Associação de Pais e Amigos do Deficiente Auditivo (Apada), entidade sem fins lucrativos.

Eles irão higienizar, durante 90 dias, aproximadamente 5.000 caixas com dossiês de servidores, processos de 2ª instância e outros documentos administrativos.

Continue lendo: http://www.direitoce.com.br/noticias/47062/.html

Cardozo visita Arquivo Nacional

Data de publicação: 12/01/2011

Data de publicação no Blog DA ECI: 21/02/2011

Por Ministério da Justiça

O ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, realizou, na tarde desta quarta-feira (12), sua primeira visita à sede do Arquivo Nacional, no Rio de Janeiro. A instituição deve ser transferida à estrutura do MJ.

Com agenda que contemplava visita às instalações do prédio – antiga sede da Casa da Moeda, tombada pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN) -, e reunião com a direção do Arquivo, Cardozo foi recebido pelo diretor geral, Jaime Antunes da Silva, pela diretora geral substituta, Maria Isabel de Oliveira, e vários servidores do órgão. Participaram da visita o chefe de gabinete do ministro da Justiça, Flavio Crocce Caetano, o secretário de Assuntos Legislativos do MJ, Marivaldo de Castro Pereira, o presidente da Funai, Marcio Meira, e o assessor especial do ministro, Ivan Neves.

Antes de iniciar a visita, o ministro fez questão de saldar e dizer algumas palavras aos servidores da Instituição, que o aguardavam nos jardins da sede.

“Estou aqui para conhecer as propostas de vocês e dizer do meu respeito e admiração pelo Arquivo Nacional e pelo trabalho que aqui é realizado”, afirmou o ministro, que frisou seu desejo de dialogar com os servidores sobre suas reivindicações.

Na reunião, Jaime Antunes fez uma explanação sobre a atual situação do Arquivo Nacional e aproveitou para apresentar os projetos em andamento e pleitos da direção do órgão.

“Em termos administrativos, estamos em negociação com o Ministério do Planejamento para implantação de um plano de carreira, pleito desde 1993, tendo em vista que a composição da remuneração dos servidores está baseada em gratificações temporárias”, observou Antunes.

Além desse pleito, o diretor falou sobre a construção do prédio inteligente, em Brasília, para o recolhimento da documentação de todos os ministérios, tanto em papel como em formato digital.

Continue lendo: http://portal.mj.gov.br/data/Pages/MJ7CBDB5BEITEMIDD5F215F15247447F85EC0519C84CA05EPTBRNN.htm

Ministro da Justiça afirma que mudança no Arquivo Nacional não será retrocesso

Data de publicação: 12/01/2011

Data de publicação no Blog DA ECI: 21/02/2011

Por Folha.com

O ministro José Eduardo Cardozo (Justiça) se encontrou na tarde desta quarta-feira com funcionários do Arquivo Nacional, no Rio, e garantiu que a mudança da instituição para sua pasta não será um retrocesso.
Segundo ele, esta foi uma decisão da presidente Dilma Rousseff para reestruturar a Casa Civil, que estava sobrecarregada de atribuições.

Mas ao mesmo tempo reforça o compromisso do novo governo com a difusão de informações, já que o Ministério da Justiça, que é responsável pela condução da Comissão de Anistia, tem desenvolvido atividades que primam pela democracia.

O ministro se esquivou, no entanto, de falar sobre a abertura dos arquivos da instituição. “Isto exige uma análise mais aprofundada. Posso dizer que os órgãos da administração pública devem cumprir a lei”, disse.

Atualmente, documentos de outras instituições já disponíveis no Arquivo Nacional não estão abertos à pesquisa sob a alegação de que sua divulgação, por comprometer a privacidade das pessoas envolvidas, poderia ferir a Constituição.

Continue lendo: http://www1.folha.uol.com.br/poder/859714-ministro-da-justica-afirma-que-mudanca-no-arquivo-nacional-nao-sera-retrocesso.shtml

Cardozo defende transferência do Arquivo Nacional

Data de publicação: 12/01/2011

Data de publicação no Blog DA ECI: 21/02/2011

Por Ultimo Segundo

Para ministro, a mudança do arquivo da Casa Civil para a Justiça vai fortalecer o órgão como “instrumento de Estado”

O ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, afirmou nesta quarta-feira (12) que a transferência do Arquivo Nacional da Casa Civil para a sua pasta não enfraquecerá a política de ampliação do acesso a documentos públicos, como os relacionados ao regime militar. Ao contrário, o ministro disse que a intenção é despolitizar essa missão, fortalecendo o órgão administrativamente como “instrumento de Estado”.

As declarações foram dadas nesta quarta-feira por Cardozo em visita à sede do Arquivo, no Centro do Rio, onde reuniu-se com a direção e funcionários, que queriam a permanência do órgão na estrutura da Presidência da República. O ministro afirmou que fará um levantamento das queixas recentes de pesquisadores sobre obstáculos burocráticos que, na prática, vedam o acesso a documentos.

“Temos projetos de lei tramitando no Congresso que tratam da questão da informação. A lei será cumprida e, se modificada, será igualmente cumprida. O Ministério da Justiça é o último órgão a descumprir leis”, disse o ministro após reunião de duas horas com o diretor do Arquivo, Jaime Antunes da Silva. “Claro que isso exige um diagnóstico do que acontece, mas posso garantir que o direito de informação será assegurado nos marcos da lei e da Constituição”.

Continue lendo: http://ultimosegundo.ig.com.br/politica/cardozo+defende+transferencia+do+arquivo+nacional/n1237944737310.html?utm_source=twitterfeed&utm_medium=twitter

O que faz um Arquivista?

Data de publicação: 12/01/2011

Data de publicação no Blog DA ECI: 13/02/2011

Por Tudo sobre Ciências Documentais

“Os arquivistas são os profissionais que adquirem, avaliam, organizam e conservam a informação relacionada, basicamente, com a gestão da actividade de instituições ou pessoas – de natureza pública ou privada – independentemente do suporte em que estiver registado. No âmbito das suas tarefas estabelecem e aplicam critérios de gestão de documentos; avaliam e organizam a documentação com interesse administrativo, probatório e cultural, de acordo com sistemas de classificação definidos pela entidade produtora da documentação ou que reflectem o seu sistema de organização e/ou os das redes organizacionais onde se encontrem envolvidas; mantêm os documentos, respeitando o esquema de organização original do arquivo; intervêm na análise de processos organizacionais adequando-os à respectiva produção documental, definem e optimizam circuitos documentais e processos de controlo dos documentos na organização, elaboram tabelas de selecção estipulando os prazos de conservação e destino final dos documentos; referenciam os documentos de modo a poderem ser facilmente localizados por qualquer utilizador do arquivo; orientam a elaboração de instrumentos de acesso documentação, tais como guias, inventários, catálogos e índices; apoiam o utilizador orientando-o na pesquisa de registos e documentos apropriados; promovem acções de difusão a fim de tomar acessíveis as fontes; coordenam e supervisionam o pessoal que lhes presta apoio técnico.”

fonte: APBAD

Fonte: http://bibarqmus.wordpress.com/2011/01/12/o-que-faz-um-arquivista/

Entrevista com Charlley Luz sobre o livro Arquivologia 2.0

Data de publicação: 27/11/2010

Data de publicação no Blog DA ECI: 29/11/2010

Por Alcione Pazetto

Alcione: Se apresente para os leitores do Blog, fale um pouco sobre você.

Charlley: Sou publicitário por profissão (já tive uma agência de publicidade no Rio Grande do Sul), sou bacharel em Arquivologia pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul – UFRGS. Também sou pós-graduado em Gerência de Sistemas e Serviços de Informação pela FESPSP (Fundação Escola de Sociologia e Política de São Paulo), onde agora sou professor convidado da disciplina de descrição arquivística no curso de Gestão de Documentos. Na prática sou especialista em projetos de Ciência da Informação em ambientes digitais, iniciei minha vida profissional como atendimento, mídia e planejamento em agências de propaganda por mais de dez anos, onde participei de campanhas publicitárias para empresas e organizações sociais do Rio Grande do Sul. Na área de internet trabalhei na wwwriters (uma startup de Porto Alegre) com a elaboração de projetos, no desenvolvimento e coleta de conteúdo, além de gerenciar projetos web e estruturar arquitetura de informação e conteúdo para clientes como Sebrae/RS, prefeituras municipais e governo estadual do RS. Na área empresarial atuei em clientes como Companhia Zaffari de Supermercados, Calçados Hush Puppies, Metalúrgica Mor, entre outros. Em 2006 passei a exercer a função de Consultor Web junto ao Grupo Conectt em São Paulço, desenvolvendo arquitetura de informação e de interface, além de consultoria em empresas de grande porte. Como Consultor de Ciência da Informação e Comunicação da Plena Consultores trabalho em projetos que são referência em ambientes digitais, como portais de governança corporativa e intranets. Atualmente realizo também pesquisas na área de Ciência da Informação como web semântica, metadados e arquitetura de informação.

Alcione: Como foi o processo de desenvolvimento do livro?

Charlley: O livro é o resultado da minha prática profissional, de minha inquietação quanto ao período que passamos agora (o Tesarac segundo Shel Silverstein) e registrado durante três anos no blog arquivologia 2.0. Não é um livro acadêmico, mas sim pragmático onde incorporo uma atuação arquivística a tudo que vi como consultor de ambientes digitais no mundo corporativo. Através da arquitetura de informação, planejamento de portais corporativos e ambientes digitais, traço os caminhos possíveis para uma abordagem 2.0 no universo das informações arquivísticas, aquelas que são resultado da interação entre pessoas e sistemas nos ambientes corporativos.

Alcione: Qual foi sua principal motivação para escrever o livro?

Charlley: Um dia imaginei: como seria o futuro, ao pesquisarem as informações digitais que geramos agora?
Foi aí que pensei: hoje somos os primitivos digitais. Vamos fazer como nossos antigos primitivos, que deixaram as pinturas rupestres nas paredes? Pensei que não precisamos, nossas paredes hoje são outras, são paredes digitais e podemos deixar para o futuro não somente informações esparsas, mas sim conhecimento, ideias, sentimentos e informações mais substanciais do que nossos antepassados. Para isso parti em busca da concepção da informação digital: ela precisa ser estruturada, seja através de metadados, da arquitetura de informação e de outras técnicas aplicadas a ambientes digitais. Hoje estamos no olho do furacão. O tesarac, citado acima, é exatamente este período que passamos agora: tudo é diferente, tudo é invertido. Jovens são conservadores e idosos são libertários. Jovens ensinam os idosos a utilizarem a internet. O tesarac de Silverstein descreve momentos na história em que a sociedade passa por mudanças sociais e culturais constantes e num ritmo frenético. É nosso dia de hoje. É o mundo 2.0.

Continue lendo: http://monitoriafabci.blogspot.com/2010/11/entrevista-com-charlley-luz-sobre-o.html

La historia no se habría escrito igual si no existiera este archivo

Data de publicação: 28/11/2010

Data de publicação no Blog DA ECI: 29/11/2010

Por Nortecastilla

Eduardo Pedruelo Director del Archivo de Simancas

Curtido en la gestión histórica de legajos tras nueve años en el Archivo de Chancillería, apura su primer año en el Archivo General de Simancas ilusionado por las posibilidades que se abren para que el centro gane protagonismo ciudadano.

-¿Qué distingue al de Simancas de otros archivos?

-Es pionero en el concepto. Ejemplifica la toma de conciencia del valor de la escritura y de la información como herramienta de gobierno y administración. Ese fue el gran hallazgo de Felipe II, porque Carlos V, que fue el creador del archivo, únicamente lo concibió destinado a la custodia de documentación privativa de los reyes. Sin embargo, Felipe II retoma más tarde esa idea de su padre y además la amplía en el sentido de que a Simancas llegan los papeles producidos por los órganos de la administración de los distintos territorios de la monarquía hispánica. Por eso este archivo es importante no solo para Castilla, sino también para el resto de territorios que componían la monarquía.

-¿Por qué se eligió Simancas para albergarlo?

-Hay varias teorías pero la más sólida habla de que tenía una buena ubicación, cerca de la Chancillería y de Valladolid, una ciudad con una tradición burocrática formidable a sus espaldas. El emplazamiento ofrecía buenas condiciones al ser una fortaleza segura y eso era importante para la buena custodia de los documentos. Además, el alcaide de esta fortaleza era el todopoderoso secretario real Francisco de los Cobos y esa puede ser quizá la razón última de que Simancas fuese el lugar elegido.

-En alguna ocasión hubo conatos de traslado.

-La elección de Simancas ha sido controvertida en otros periodos. Incluso a comienzos del siglo XX en alguna ocasión se llegó a barajar la idea de desplazar el archivo a Valladolid, a León o a Madrid, cosa que felizmente no se ha hecho y sigue donde se creó en un principio.

Fonte: http://www.nortecastilla.es/v/20101128/cultura/historia-habria-escrito-igual-20101128.html

La Audiencia Nacional digitaliza sus archivos.

Data de publicação: 24/11/2010

Data de publicação no Blog DA ECI: 28/11/2010

Por José Cavero

El ministro de Justicia, Francisco Caamaño, procedió este lunes a “digitalizar” cuatro millones de los archivos de la Audiencia Nacional, dentro del proceso para implantar el expediente digital que comenzó el pasado septiembre y que tiene previsto concluir en marzo de 2011, con lo que será el primer tribunal sin papel en España. Caamaño se desplazó junto al presidente de la Audiencia Nacional, Ángel Juanes, hasta las instalaciones de este tribunal en la madrileña calle de Prim, donde se ubica la sala de lo contencioso-administrativo, y en la que se ha instalado la oficina de digitalización, donde se trabaja durante las 24 horas del día, en tres turnos de ocho horas, desde hace dos meses. “No hay nada como ver las cosas a pie de obra”, aseguró el ministro, que expresó que este proyecto va a “favorecer la relación de los ciudadanos con la Administración de Justicia y la “va a colocar en los nuevos tiempos”.

La Audiencia Nacional es pionera en la implantación de la digitalización de los expedientes, que se enmarca en el plan de modernización de la Justicia para lograr una Administración de Justicia con “papel cero”, que garantice una mayor agilidad, eficiencia y transparencia de los procesos. El proceso de digitalización, que también se ha iniciado en la Fiscalía de este tribunal, implica el registro, catalogación, escaneo y revisión del material digitalizado y exige que cada documento pase por una decena de manos hasta que regresa a su lugar de origen, por lo que un equipo de 100 profesionales digitalizan y catalogan todos los documentos de las causas abiertas en la Audiencia Nacional. Un equipo 50 licenciados en Derecho se encargan de catalogarlos en PDF. En el equipo de trabajo, tres funcionarios fijan la carga de trabajo que se realiza semanalmente y se pacta la entrega de un determinado número de tomos, de modo que permanezcan el menor tiempo posible en la oficina de digitalización. Una vez escaneado el documento, un equipo 50 licenciados en Derecho se encargan de catalogarlos en PDF para que el usuario final pueda localizarlos “en cuestión de segundos y a golpe de teclado”. Al tiempo, se escanean todos los documentos que ingresan en soporte papel en el registro de la Audiencia Nacional, que está interconectado con el sistema de notificaciones y comunicaciones telemáticas ‘Lexnet’, lo que mejora la accesibilidad de los expedientes en curso.

La seguridad es un aspecto muy importante en este proyecto piloto por lo que existe un control absoluto del transporte, entrega y devolución de cada tomo, que se somete a un control de calidad que acredita que no ha sido manipulado y que no se ha añadido ni eliminado ningún documento.

Fonte: http://www.europapress.es/opinion/josecavero/jose-cavero-audiencia-nacional-digitaliza-archivos-20101124120016.html

CGTP Cultura, II Série, nº 1

Data de publicação: 13/11/2010

Data de publicação no Blog DA ECI: 28/11/2010

Por Percursos

Uma nova série do CGTP Cultura tem inicio com este número. Uma série que se enquadra no Projecto de Preservação, Organização e Valorização do Acervo Documental da CGTP-IN, da qual sou responsável, financiado pelo POPH – Programa Operacional Potencial Humano, Eixo 10, que visa a capacitação técnica dos parceiros sociais.

Esta edição dá conta dos trabalhos que no âmbito do projecto se estão a desenvolver e que visam dotar a CGTP-IN de um Arquivo que valorize o seu passado e possa criar instrumentos de trabalho para o futuro, nomeadamente, na preparação dos novos quadros dirigentes.

Confira: http://percursos-fernando.blogspot.com/2010/11/cgtp-cultura-ii-serie-n-1.html

Archivos no son bodegas

Data de publicação: 24/11/2010

Data de publicação no Blog DA ECI: 27/11/2010

Por Tribuna

“De nada sirve que se diga que somos transparentes si no se mejora la calidad de vida de los ciudadanos”, afirmó el secretario de la Contraloría Estatal, Miguel Angel Sulub Caamal, al presidir la firma de convenio entre la Comisión de Acceso a la Información Pública del Estado de Campeche (Cotaipec) y la Escuela Mexicana de Archivos (EMA). Añadió que los entes públicos e instituciones reguladoras de información y transparencia, deben buscar el equilibrio y ponderar que el principio de legalidad esté a la par con el principio de eficiencia.

Acompañado del director de la Escuela Mexicana de Archivos, Ramón Aguilera Murguía, y del presidente de la Cotaipec, Gonzalo Ernesto Bojórquez Risueño, aceptó la sugerencia de ya no seguir viendo estas áreas como de castigo o bodegas.

Aguilera Murguía explicó que el reto es conservar los documentos de los entes públicos, porque son la base de lo que tendrán las nuevas generaciones. Pidió que en el Estado se unan, a fin de fortalecer la profesionalización de los archivistas.

Bojórquez Risueño señaló que los archivistas no deben ser removidos en el cambio de administración, y por el contrario, se debe establecer un convenio a fin de alentarlo como carrera dentro del servicio público, pues muchas veces se les capacita y al poco tiempo son despedidos.

Continue lendo: http://www.tribunacampeche.com/index.php?option=com_content&view=article&id=33545:archivos-no-son-bodegas&catid=18:primeraplana&Itemid=27

La Asociación de Archiveros de CyL presenta hoy el primer manual sobre exposiciones documentales en España

Data de publicação: 20/11/2010

Data de publicação no Blog DA ECI: 27/11/2010

Por EUROPA PRESS

La Asociación de Archiveros de Castilla y León presentará en el Centro Documental de la Memoria Histórica de Salamanca hoy, 20 de noviembre, el primer manual sobre exposiciones documentales en España que lleva por título ‘Exponer documentos. Diseño y producción de muestras documentales’, dentro de la colección ‘Estudios profesionales’.

Según han informado a Europa Press fuentes de la organización, se trata de una obra colectiva que aborda la temática de la realización de exhibiciones y muestras de libros y documentos archivísticos para impulsar el conocimiento y la comprensión de los documentos en los archivos y del patrimonio cultural.

Estos trabajos han sido redactados por especialistas como el director del Proyecto Culturas de Archivo, Jorge Blasco Gallardo; el corredor de seguros  de la compañía STAI, José Martín Franco; los transportistas Jesús García Navarro y Antonio Ortega Ortega, que se han encargado de trasladar emblemáticas obras como el Guernica, la Dama de Elche o la colección del Museo Thyssen-Bornemisza; el museólogo Jorge Hernández Sanz, y el conservador Arsenio Sánchez Hernampérez, entre otros.

Las mismas fuentes han subrayado que, para que los archivos cuenten con el apoyo de los ciudadanos, “no basta con que ofrezcan buenos servicios”, sino que “deben captar su interés y comunicarles su propia creencia en el valor e importancia de lo que hacen y ofrecen a la sociedad”.

Continue lendo: http://www.europapress.es/castilla-y-leon/noticia-asociacion-archiveros-cyl-presenta-hoy-primer-manual-exposiciones-documentales-espana-20101120071100.html

Praticamente inacessível, Arquivo Público de Teresina agoniza

Data de publicação: 10/11/2010

Data de publicação: 27/11/2010

Por Igor Prado/ Jornal O Dia

O que você espera encontrar no Arquivo Público Municipal de sua cidade? Em Teresina, nas salas onde estão conservados alguns documentos que ajudam a contar a memória singular de seu povo e seu trabalho, foram encontradas caixas de papelão sendo atacadas por traças, papéis desgastados por infiltrações, prateleiras e fichários com ferrugem, teias de aranha, chinelos, extintores de incêndio no chão, uma bicicleta, fezes e forte cheiro de urina de roedores, um saco de cimento aberto e até mesmo um botijão de gás.

Esse é o quadro do Arquivo Público de Teresina, localizado próximo ao cruzamento da rua Anísio de Abreu com Avenida Miguel Rosa. Entre tantos documentos que se encontram lá, também há espaço para as fichas de óbito e saída de todos os cemitérios da capital, assim como para plantas e projetos de obras históricas. O problema é que todos estão ameaçados por estarem em uma estrutura inadequada, que não conta com controle de umidade – ocasionado, também, pelo simples fato da casa convertida em arquivo não possuir forro. Pelas telhas de cerâmica, passa o calor. Pelas frestas do teto, a umidade e o efeito de chuvas.

Discordando de uma situação de perigo aos documentos, Francisco Dimas, o diretor responsável pelo Arquivo Público Municipal, que possui oito funcionários, afirmou que no passado a situação foi bem pior.“Mas você perceba que na situação em que eu cheguei aqui, não tinha sequer um reservatório de água. Hoje a gente já está estruturando, melhorando e tomando as providências”, afirmou ele. Só que ao pedirmos para que ele nos acompanhasse em uma visita pelas salas do Arquivo, houve relutância.

“Mas você quer ir para que? Eu já estou dizendo que está tudo organizado, com os papeis dentro das caixas?”, disse ele, que só após muita insistência, deixou que a equipe visitasse o local – que teoricamente seria aberto para pesquisas da população. Contudo, com nova proibição: O nosso repórter fotográfico foi barrado, sob a justificativa que para tirar as fotos, seria necessária uma autorização superior a da organização do Arquivo Público Municipal.

Continue lendo: http://www.sistemaodia.com/noticias/praticamente-inacessivel-arquivo-publico-de-teresina-agoniza-94653.html

Arquivo Público do Piauí pede esforço para modernização

Data de publicação: 11/11/2010

Data de publicação no Blog DA ECI: 14/11/2010

Por Igor Prado/ Jornal O Dia

Nenhum outro lugar reúne em seus domínios, tanto relatos, referências e números sobre a vida do povo piauiense quanto a Casa Anísio Brito, popularmente conhecida como o Arquivo Público do Piauí. Um dos principais celeiros da memória do Estado, onde são mantidos registros do poder público que datam do século XVIII, XIX e XX, a casa clama por mudanças que acompanhem a sua demanda, a procura pela população e o esforço de seus funcionários: a construção de um laboratório
de microfilmagem, a informatização de seus documentos e a qualificação de seu pessoal.

Frente à direção do Arquivo Público do Piauí, a historiadora Teresinha Cortez destaca o que a instalação efetiva do Núcleo de Microfilmagem e  Digitalização proporcionaria acesso ao material que lá fica. “A informatização faria que as pessoas possuíssem acesso facilitado, muito embora a digitalização seja um passo ainda distante”, – diz Teresinha, que defende também como a microfilmagem ainda constitui um avanço e método prático – “ao contrário do que muita gente pensa, que a microfilmagem é uma coisa ultrapassada, ela ainda é a forma mais segura e prática de garantir a vida de alguns documentos”, conclui.

Dentro os documentos do arquivo que teriam uma vida útil prolongada e existência garantida, estão grande parte da história da imprensa piauiense no século XX. Revisitando os periódicos em um recorte dos anos 70, a estudante Natali Veras  pretende  inalizar o curso de História da Universidade Federal do Piauí com um trabalho que fala sobre o acidente na inauguração do Estádio Albertão. “Estou na coleta de dados nos arquivos do jornal O DIA, O Estado, O Estado do Piauí, O Jornal do Piauí e A Hora”, – afirma, completando: “Acho que a microfilmagem seria interessante porque já encontrei alguns jornais lacrados para o manuseio, devido ao tempo”, diz.

Continue lendo: http://www.sistemaodia.com/noticias/arquivo-publico-do-piaui-pede-esforco-para-modernizacao-94757.html

IFAI llama a crear archivo público

Data de publicação: 10/11/2010

Data de publicação no Blog DA ECI: 14/11/2010

Por Horacio Jiménez

La comisionada presidenta del Instituto Federal de Acceso a la Información y Protección de Datos (IFAI), Jacqueline Peschard, aseguró que es “indispensable” que nuestro país tenga los documentos y los archivos con toda la información pública del gobierno, porque sin ellos no se podría entender la transparencia y la rendición de cuentas.

Al participar en la Reunión Bianual de Archivos y Taller para el Acceso a la Información Pública, organizado por la Comisión Federal de Electricidad (CFE), Peschard Mariscal destacó la importancia de la organización y resguardo de los documentos gubernamentales, pues son los que permiten el conocimiento de nuestro pasado, así como la evaluación y comprensión del presente.

“Ni necedad ni ocio”

Jacqueline Peschard explicó que la diferencia entre el mito y el real conocimiento del desarrollo histórico de nuestro país radica en la existencia de sus fuentes históricas.

Por eso, aseguró que las solicitudes de información que presentan los ciudadanos ante las entidades y dependencias gubernamentales “no pueden ni deben entenderse como una necia y ociosa actitud de personas que nos distraen de nuestras importantes funciones estatales”.

Continue lendo: http://www.eluniversal.com.mx/nacion/181749.html

Un pueblo de 180 habitantes de Girona, pionero al digitalizar toda su gestión

Data de publicação: 10/11/2010

Data de publicação no Blog DA ECI: 14/11/2010

Por ABC Agências

El municipio gerundense de Viladasens, de 180 habitantes, es uno de los primeros de España en la incorporación de nuevas tecnologías al digitalizar toda su gestión municipal, gracias a un proyecto de la firma Apeiron Software y a los convenios firmados con diferentes administraciones.

Así, todos los vecinos de esta localidad pueden realizar de forma electrónica todos los trámites habituales en las dependencias consistoriales, como consultar documentos y notificaciones o interactuar con el juzgado de paz o el registro civil.

El proyecto de Apeiron Software, una empresa gerundense que desarrolla programas de gestión municipal que ha contado en esta ocasión con la colaboración de Fujitsu, ha supuesto la confección de una denominada ‘carpeta ciudadana’ donde los vecinos pueden realizar sus gestiones.

La digitalización de Viladasens permite que todos estos trámites se realicen también fuera del horario municipal y desde cualquier lugar del mundo.

Continue lendo: http://www.abc.es/agencias/noticia.asp?noticia=584492

Países democráticos facilitam acesso a informações públicas

Data de publicação: 08/11/2010

Data de publicação no Blog DA ECI: 13/11/2010

Por Djalba Lima / Agência Senado

A maioria dos países democráticos assegura por lei o acesso a informações públicas. Na Suécia, um ombudsman pode denunciar o responsável pela agência governamental que se recusar a fornecer a informação requerida pelo cidadão. Com um detalhe: o ônus da prova cabe a quem se recusar a dar a informação.

Nos Estados Unidos, a Executive Order 13.526, baixada pelo presidente Barack Obama em 2009, instituiu três níveis de classificação de documentos – confidencial, secreto e top secret. O grau desejado de sigilo da informação é definido por sua “sensibilidade” – o cálculo do prejuízo potencial para a segurança nacional que a divulgação causaria.

Pela norma, a classificação da informação não pode ser adotada simplesmente para acobertar atividade ilegal ou para evitar embaraço a autoridades. A informação só pode ser classificada em qualquer um dos três níveis para proteger “objetivos de segurança nacional”.

A intenção é evitar que continuem protegidas informações sobre atividades ilegais do governo dos Estados Unidos, empreendidas pela Agência Central de Inteligência (CIA), como as tentativas de assassinato do dirigente cubano Fidel Castro e a infiltração do serviço secreto norte-americano entre pacifistas que protestavam contra a Guerra do Vietnã.

Continue lendo: http://www.senado.gov.br/noticias/verNoticia.aspx?codNoticia=105152&codAplicativo=2

TRT-SP inaugura Arquivo Geral informatizado

Data de publicação: 08/11/2010

Data de publicação no Blog DA ECI: 13/11/2010

Por Consultor Jurídico

O Tribunal Regional do Trabalho da 2ª Região abre para o público, nesta quarta-feira (10/11), o seu Arquivo Geral. O ministro corregedor-geral da Justiça do Trabalho, Carlos Alberto Reis de Paula, será recebido nesta terça-feira (9/11) pelo presidente do Tribunal Regional do Trabalho da 2ª Região, desembargador Nelson Nazar, para conhecer as instalações do Arquivo Geral do tribunal.

Localizado na Barra Funda, em São Paulo, o setor possui sistema informatizado, que agiliza a localização dos processos da corte, considerada a maior do país. O arquivo funcionará das 11h30 às 18 horas na rua James Holland, 500, Barra Funda. No local, também funcionarão o Serviço de Gestão Documental e Memória, o Setor de Almoxarifado e Expedição e o Setor de Marcenaria.

O sistema informatizado foi adaptado do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro e permite que qualquer um dos 2 milhões de processos no TRT-2 sejam encontrados em apenas alguns segundos, com a informação da posição exata e a prateleira em que se encontra o processo. O tribunal levou dois anos para encontrar o espaço, que possui quase 15 mil metros quadrados, situada a cerca de 500 metros do Fórum Trabalhista Ruy Barbosa.

Continue lendo: http://www.conjur.com.br/2010-nov-08/trt-sao-paulo-inaugura-arquivo-geral-totalmente-informatizado

Arquivos da ditadura: passado sigiloso?!

Data de publicação: 08/11/2010

Data de publicação no Blog DA ECI: 13/11/2010

Por Marcia Bastos Balazeiro

Muito se discutiu durante o processo eleitoral acerca da necessidade de garantia da liberdade de imprensa e do acesso à informação. Não é à toa que, em suas primeiras declarações, a recém eleita presidente do Brasil, Dilma Rousseff, fez questão de ser contundente afirmando considerar um acinte qualquer controle dos meios de comunicação. E mais, disse que o único controle admissível “é o controle remoto na mão do telespectador”.

Esperamos que assim seja! O Brasil de hoje não admite retrocessos em suas conquistas democráticas.

Nesse aspecto, necessário se faz sublinhar que a liberdade de imprensa está insitamente relacionada ao livre acesso à informação, inclusive aquela produzida pelo Poder Público no período da ditadura militar (1964 a 1985), conhecido como os “anos de chumbo”.

Ocorre que, apesar da ditadura ter terminado há 25 anos no Brasil, um fato trazido à lume essa semana demonstra que persiste o sigilo em face de seus arquivos.

Com efeito, segundo Carlos Fico e Jessie Jane, professores do Departamento de História da UFRJ, o Arquivo Nacional, órgão central do Sistema de Gestão de Documentos e Arquivos, da Administração pública federal, que reúne milhões de páginas sobre o mencionado período da história do Brasil, tem vetado a consulta de pesquisadores, jornalistas e demais interessados a tais documentos.

A denúncia dos historiadores aos meios de comunicação se deu após uma aluna de Carlos Fico, do curso de doutorado, Adrianna Setemy, ter solicitado uma pesquisa no acervo e ter negado seu pedido, sob a alegação de que somente após as eleições o acesso lhe seria permitido.

Continue lendo: http://jc3.uol.com.br/blogs/blogjamildo/canais/artigos/2010/11/08/arquivos_da_ditadura_passado_sigiloso_83115.php

Sigilo no Arquivo Nacional causa protestos

Data de publicação no Blog DA ECI: 13/11/2010

Por Índice de transparência

Criado para facilitar a divulgação de documentos do regime militar, o projeto Memórias Reveladas virou o centro de uma crise entre pesquisadores e autoridades federais durante a semana passada, devido à recusa em oferecer documentos da ditadura durante as eleições, informou o jornal O Globo. A falta de transparência na difusão dos arquivos do regime militar provocou protestos da sociedade civil e de pesquisadores.

O presidente da Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo (Abraji), Fernando Rodrigues, e o diretor-executivo da Transparência Brasil, Claudio Weber Abramo, decidiram cancelar suas participações no seminário “Acesso à Informação e Direitos Humanos”, organizado pelo Arquivo Nacional (que abriga o Memórias Reveladas) de 23 a 26 de novembro, informou a Abraji, que divulgou uma nota repudiando o que chamou de “censura” a documentos da ditadura militar.

Dois historiadores também pediram desligamento do Memórias Reveladas. Um deles alega que o centro se afastou dos propósitos originais. “Da ideia inicial de oferecer o acesso aos documentos da ditadura, o Memórias Reveladas virou um projeto burocrático do Arquivo Nacional. Documentos que deveriam ser públicos, porque já foram desclassificados, continuam submetidos à cultura do segredo”, lamentou a ex-presa política Jessie Jane Vieira de Sousa.

O presidente do Arquivo Nacional e coordenador do Memórias Reveladas, Jaime Antunes da Silva, negou que o órgão tivesse proibido o acesso de pesquisadores ao acervo do regime militar.

Curiosamente, o Memórias Reveladas foi criado pela então ministra da Casa Civil Dilma Rousseff, em maio do ano passado, para facilitar o acesso aos documentos sobre a ditadura, e o passado de Dilma como guerrilheira despertou a curiosidade dos jornalistas durante sua campanha à Presidência.

Fonte: http://www.indicedetransparencia.org.br/?p=1483

Memórias escondidas: historiadores denunciam restrições e controle político de acesso a arquivos da ditadura

Data de publicação: 04/11/2010

Data de publicação no Blog DA ECI: 06/11/2010

Por Flávia Ribeiro

Professores da UFRJ afirmam que aluna de doutorado foi impedida de consultar documentação que deveria estar disponível no Arquivo Nacional

No início do governo Lula, há oito anos, a historiadora Jessie Jane, professora da UFRJ e ex-presa política, imaginou um grande portal no qual os documentos da ditadura militar (1964-1985) estivessem acessíveis a todos os cidadãos brasileiros. No ano passado, quando o projeto Memórias Reveladas foi criado pelo Governo Federal, a partir da ideia de Jessie, ela e Carlos Fico, também professor do Departamento de História da UFRJ, embarcaram no trabalho, Jessie como presidente da Comissão de Altos Estudos da entidade, Fico como presidente substituto. Na terça-feira, pouco mais de um ano depois, Fico pediu demissão após uma aluna ter acesso negado a documentos no Arquivo Nacional de Brasília, e foi seguido por Jessie, um dia depois. “À medida que o processo foi burocratizado, ficou nas mãos dos arquivistas, e nós não tínhamos mais função ali. Não precisam da gente para ser o que já eram. A ideia era maravilhosa, mas se desvirtuou”, diz Jessie.

A historiadora conta que o objetivo seria a criação de procedimentos comuns a todos os arquivos, pautados nos exemplos dos arquivos estaduais de São Paulo e do Paraná, onde o acesso é franqueado ao público, ao contrário do que acontece em diversos arquivos estaduais e municipais, além de no próprio Arquivo Nacional. “Vários pesquisadores enfrentam essa dificuldade. Não só pesquisadores. Isso acontece todos os dias com o cidadão que procura os arquivos – com vítimas da ditadura, inclusive”, afirma Jessie, que acredita na necessidade de as regras de acesso à documentação serem definidas com transparência.

Continue lendo: http://veja.abril.com.br/noticia/brasil/memorias-escondidas-historiadores-denunciam-falta-de-transparencia-e-controle-politico-de-acesso-a-arquivos-da-ditadura

Carlos Fico: “Se está no arquivo, é para todo mundo ter acesso”

Data de publicação: 03/11/2010

Data de publicação no Blog DA ECI: 06/11/2010

Por Leandro Loyola

Historiador afirma que Arquivo Nacional bloqueou acesso a documentos relativos à ditadura militar (1964-85) durante a campanha eleitoral e renuncia a cargo em projeto do governo

O historiador Carlos Fico, professor da Universidade Federal do Rio de Janeiro, vive de tentar abrir portas trancadas. Ele é um dos mais ativos militantes em prol da abertura dos arquivos acumulados no período da ditadura militar (1964-85). Como tal, Fico era, até a semana passada, integrante do projeto Memórias Reveladas, criado pelo governo federal para tornar públicos tais documentos. Mas Fico renunciou ao cargo ontem, em uma carta enviada ao presidente do projeto, Jaime Antunes. “Não podem os arquivos brasileiros arvorarem-se em intérpretes do direito à privacidade e arbitrarem se este ou aquele documento agride a honra ou a imagem de alguém. Os documentos da repressão não são um testemunho da verdade, mas o registro histórico do arbítrio”, afirma Fico em carta enviada a Antunes.

Fico afirma ter descoberto que, durante a campanha eleitoral, o Arquivo Nacional proibiu o acesso a documentos da ditadura militar a pesquisadores. “A aleação é que jornalistas estariam fazendo mau uso e pedindo documentos sobre os candidatos”, diz Fico. Durante a campanha, jornalistas buscaram documentos históricos sobre a militância da então candidata do PT, e hoje presidente eleita, Dilma Rousseff, em organizações armadas de combate à ditadura militar. Segundo Fico, quem deveria zelar e dar acesso a documentos públicos como esses, passou julgar quem poderia ter acesso a eles, de acordo com as condições políticas.

Fico diz que soube da restrição por acaso. No mês passado, uma aluna sob sua orientação teria tentado pesquisar documentos acumulados pelo Ministério das Relações Exteriores durante o período militar. Apesar de seu tema não guardar qualquer relação com os candidatos, ela foi orientada a esperar até o dia 29 de outubro – quando terminou a campanha eleitoral. O procedimento, segundo Fico, pode estar relacionado à candidata do PT, a ex-ministra e agora presidente eleita, Dilma Rousseff. Durante a campanha, ÉPOCA e diversos outros órgãos de imprensa tiveram experiência semelhante. Todos tentaram ter acesso a três processos conduzidos pela Justiça Militar e arquivados no Superior Tribunal Militar. Eles tratam das investigações conduzidas pelos órgãos de repressão dos ditadores sobre três organizações de luta armada, nas quais a presidente eleita Dilma Rousseff militou. Em agosto, ÉPOCA revelou que o presidente do STM, Carlos Soares, mandou trancar o processo de Dilma em um armário, para evitar “uso político” dos papéis. Pelo que diz Carlos Fico, o mesmo “cuidado” foi adotado pelo Arquivo Nacional, órgão ligado ao Ministério da Casa Civil.

Continue lendo: http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,,EMI184547-15223,00-CARLOS+FICO+SE+ESTA+NO+ARQUIVO+E+PARA+TODO+MUNDO+TER+ACESSO.html

Diretor do Arquivo Nacional nega que haja restrição à pesquisa de dados

Data de publicação: 04/11/2010

Data de publicação no Blog DA ECI: 06/11/2010

Por Flávia Ribeiro

Jaime Antunes diz desconhecer episódio relatado por aluna de douturado que diz ter sido impedida de consultar acervo sobre a ditadura

Em nota de esclarecimento divulgada nesta quinta-feira, o diretor-geral do Arquivo Nacional Jaime Antunes, diz que “a Coordenação-Regional do Arquivo Nacional desconhece a existência deste episódio”, referindo-se à negação de acesso da pesquisadora Adrianna Setemy a arquivos da ditadura: “Em 19 de abril 2010, a referida pesquisadora fez um primeiro requerimento de pesquisa, recebendo a Certidão de Dados (a relação de documentos referentes à sua pesquisa) em 20 de maio. Em 20 de setembro, a pesquisadora solicitou cópias dos documentos da primeira solicitação, e fez novo requerimento de pesquisa. Em 30 de setembro, foram enviadas as cópias dos documentos referentes à primeira pesquisa. Em 1º de outubro, foi encaminhada a segunda Certidão de Dados, relativa ao seu segundo atendimento. Até o presente momento a pesquisadora não solicitou cópia da documentação”.

Jaime Antunes afirma ainda que o instrumento de pesquisa requisitado por Carlos Fico está disponível para consulta desde o dia 29, e nega que essa data tenha sido escolhida por ser o último dia da campanha eleitoral: “De fato, desde o dia 29 de outubro o instrumento de pesquisa está aqui, à disposição, mas o professor Fico não compareceu. O nosso objetivo fora o de atender com brevidade e qualidade o pleito do professor Fico e de outros pesquisadores aqui mesmo no Rio de Janeiro, apesar do acervo estar em Brasília-DF. Lamento que a tentativa de agilizar o acesso tenha sido, de maneira oposta, caracterizada como uma restrição ao acesso, chegando-se mesmo a afirmar que o ‘sigilo’ foi mantido em razão ‘do período eleitoral’, o que é injusto e, francamente, um absurdo”.

Continue lendo: http://veja.abril.com.br/noticia/brasil/diretor-do-arquivo-nacional-nega-que-haja-restricao-a-pesquisa-de-dados

Falta transparência no ‘Memórias Reveladas’

Data de publicação: 04/11/2010

Data de publicação no Blog DA ECI: 06/11/2010

Por Chico Otavio

Historiadora se desliga de entidade por discordar de ‘cultura do segredo’ sobre documentos do regime militar

A falta de transparência na difusão dos arquivos do regime militar provocou mais uma demissão no Centro de Referências de Lutas Políticas no Brasil, o Memórias Reveladas.

Depois do historiador Carlos Fico, foi a vez de Jessie Jane Vieira de Sousa, sua colega na UFRJ, se afastar ontem do cargo de presidente da Comissão de Altos Estudos da entidade. Ela alega que o centro se afastou completamente dos propósitos originais.

— Da ideia inicial de oferecer o acesso aos documentos da ditadura, o Memórias Reveladas virou um projeto burocrático do Arquivo Nacional. Documentos que deveriam ser públicos, porque já foram desclassificados, continuam submetidos à cultura do segredo — lamentou a historiadora e ex-presa política.

Criado pela então ministra-chefe da Casa Civil Dilma Rousseff, no ano passado, para facilitar a divulgação dos acervos do regime militar, o Memórias Reveladas é agora centro de uma crise entre pesquisadores e autoridades federais.

Na carta de demissão, Fico disse que decidiu desligar-se depois que o acesso à documentação da ditadura foi restringido “sob a alegação de que jornalistas estariam fazendo uso indevido da documentação, buscando dados de candidatos envolvidos na campanha eleitoral”.

A decisão, seguida do desligamento de Jessie Jane, provocou gestos de solidariedade e protestos contra as restrições às consultas:

— Até agora, uma quantidade enorme de arquivos permanece sigilosa. O centro Memórias Reveladas é um engodo. Não libera as informações fundamentais que precisamos. É só um projeto midiático, para inglês ver — lamentou Elizabeth Silveira, do grupo Tortura Nunca Mais.

Continue lendo: http://oglobo.globo.com/pais/noblat/posts/2010/11/04/falta-transparencia-no-memorias-reveladas-338007.asp

Historiador se demite em protesto contra sigilo de acervos da ditadura no período eleitoral

Data de publicação: 03/11/2010

Data de publicação no Blog DA ECI: 06/11/2010

Por Chico Otavio

O Centro de Referências das Lutas Políticas no Brasil (ou projeto Memórias Reveladas), criado pelo governo federal para reunir e divulgar os documentos secretos do regime militar, está desfalcado desde ontem. Em carta entregue ao coordenador-geral da entidade, Jaime Antunes da Silva, o historiador Carlos Fico, da UFRJ, anunciou a sua renúncia. A decisão, segundo ele, foi tomada depois que o Arquivo Nacional passou a negar aos pesquisadores acesso aos acervos da ditadura “sob a alegação de que jornalistas estariam fazendo uso indevido da documentação, buscando dados de candidatos envolvidos na campanha eleitoral”.

(Leia a íntegra da carta de demissão)

O historiador, que era presidente substituto da Comissão de Altos Estudos do Memórias Reveladas, foi alertado sobre a proibição por uma aluna de doutorado, que tentara sem sucesso acessar um destes acervos. Para confirmar, ele próprio protocolou um pedido de acesso e também recebeu uma resposta negativa sob a mesma alegação:

– O funcionário do Arquivo Nacional pediu que eu esperasse até sexta-feira (último dia da campanha eleitoral).

A negativa foi a gota d’água na insatisfação de Fico com os constrangimentos que unidades do sistema nacional de arquivos, incluindo o Arquivo Nacional, estariam criando para o acesso à documentação do ciclo militar (1964-85).

Os gestores dos arquivos, sustenta o historiador, demonstram receio de abrir os acervos e correr o risco de responderem judicialmente por ferir, com o mau uso dos papéis, o direito à privacidade, à imagem e à honradez.

Continue lendo: http://oglobo.globo.com/pais/eleicoes2010/mat/2010/11/03/historiador-se-demite-em-protesto-contra-sigilo-de-acervos-da-ditadura-no-periodo-eleitoral-922934844.asp

Arquivologia da UEPB é o que mais oferece vagas no país

Data de publicação: 20/10/2010

Data de publicação no Blog DA ECI: 04/11/2010

Por Gledjane Maciel

Marginalizada das grandes profissões, Arquivologia na PB é o curso que mais oferece vagas no NE; profissionais comemoram Dia Internacional nesta 4ª

Na Paraíba, a UEPB é a universidade que oferece maior número de vagas para o curso de Arquivologia do Brasil

Preservar a informação e resgatar a história, esta é a missão de um arquivista. Uma profissão por vezes esquecida pelas instituições públicas e privadas, mas de fundamental importância para preservar de maneira correta os dados e materiais produzidos a cada ano. Para Lembrar que esses profissionais são indispensáveis no mercado de trabalho foi instituído o Dia Nacional do Arquivista, comemorado nesta quarta-feira (20).

O estudante de arquivologia, Isaac Newton, explica que no curso são ensinados métodos de arquivos através de textos impressos, documentos digitais (sonoras e áudio visuais) e iconográficos. “Todos precisam da informação e o arquivista faz esse trabalho preservando sua originalidade e conteúdo sejam eles arquivos públicos ou particulares”.

Os arquivos sugiram há muitos anos atrás, mas os cursos superiores na área são mais recentes. Em 1976 o curso de arquivista começou a ser instituído em algumas universidades brasileiras. Atualmente, a Paraíba tem a universidade que oferece maior número de vagas do país. A Universidade Estadual da Paraíba (UEPB) é um grande exemplo para outras universidades. O curso também pode ser encontrado na Universidade Federal da Paraíba (UFPB) ampliando assim as chances para os interessados.

Continue lendo: http://www.pbagora.com.br/conteudo.php?id=20101020102428&cat=politica&keys=arquivologia-uepb-mais-oferece-vagas-pais

Un seminario de memoria dixital inaugura a Cidade da Cultura como espazo formativo

Data de publicação: 16/10/2010

Data de publicação no Blog DA ECI: 28/10/2010

Por: Xunta de Galicia

“O futuro da memoria. Patrimonio arquivístico e dixital” reunirá a 120 especialistas, entre os que se atopan algúns dos expertos internacionais máis prestixiosos.

O Arquivo de Galicia celebrará o 18 e 19 de novembro o seminario internacional “O futuro da memoria. Patrimonio arquivístico e dixital”, un encontro de expertos co que esta institución da Cidade da Cultura comezará a dar os seus primeiros pasos e que suporá, ademais, a súa “carta de presentación” perante a comunidade nacional e internacional de arquiveiros.

O seminario reunirá 120 especialistas nacionais e internacionais, que analizarán os retos derivados da implantación da Administración electrónica e da conservación da información dixital. Entre os poñentes estarán algúns dos expertos máis prestixiosos no eido da xestión e conservación do patrimonio documental. Así, participarán profesionais que dirixiron e ocuparon postos de responsabilidade en institucións de referencia, como o Arquivo Nacional de Australia, Canadá, Holanda, Cuba ou México.

Este encontro inscríbese dentro do programa de actividades previas á inauguración oficial da Biblioteca e do Arquivo, unha serie de actos pensados como anticipo do que serán as liñas de traballo da Cidade da Cultura de Galicia, como é a de reunir especialistas galegos e internacionais para intercambiar coñecementos.

Administración electrónica e memoria dixital
Nun primeiro eixo, os expertos analizarán os cambios que os arquivos deben afrontar como consecuencia do desenvolvemento da Administración electrónica, cambios encamiñados a garantir que os documentos electrónicos oficiais teñan as mesmas características ca os ata agora expedidos en papel, co fin de que os cidadáns poidan exercer os seus dereitos coa mesma seguridade.

Continue lendo: http://culturaeturismo.xunta.es/actualidade/nova.php?id=2118&lg=gal

Protección de Datos tutelará el acceso a la información pública

Data de publicação: 11/10/2010

Data de publicação no Blog DA ECI: 23/10/2010

Por Xavier Gil Pecharromán

El anteproyecto de Ley de Transparencia y Acceso de los Ciudadanos a la Información Pública, sobre el que actualmente trabaja el Gobierno, atribuye a la Agencia Estatal, dirigida por Artemi Rallo, la competencia para decidir sobre si son procedentes o no lo son las negativas de los órganos de la Administración a facilitar los datos o documentos que les han solicitado los ciudadanos.

La Agencia Española de Protección de Datos (AEPD) será la encargada de vigilar a las Administraciones Públicas y de la protección del derecho de acceso de los ciudadanos a la información oficial, según regula el anteproyecto de Ley de Transparencia y Acceso a la Información Pública de los Ciudadanos, que será aprobado antes de que termine el año y enviado a los órganos consultivos (Consejo de Estado, Consejo Económico y Social, etc.).

Con la entrada en vigor de esta nueva ley recibirá nuevas dotaciones de competencias y un cambio de denominación, pasando a llamarse Agencia Española de Protección de Datos y Acceso a la Información.

De esta forma, el Gobierno sitúa en el fiel de la balanza a una institución pública, que orgánica y funcionalmente se ha ganado la definición de independiente, para arbitrar una figura legal de la que España era de los pocos países comunitarios en carecer de ella, junto a Luxemburgo, Malta y Chipre.

En los últimos años, tal y como ha venido denunciando el catedrático de Derecho Administrativo y ex director de la AEPD, José Luis Piñar, se ha venido poniendo como excusa la protección de datos para impedir el acceso de los ciudadanos a la información que obra en poder de los poderes públicos.

De esta forma, se han podido poner trabas en los últimos años a que los ciudadanos pudieran conocer detalles de operaciones urbanísticas especulativas y corruptas, de contratos adjudicados a dedo, de las retribuciones reales de quienes tienen responsabilidades públicas, denunciadas por los medios de comunicación y que colapsan actualmente los tribunales españoles.

Continue lendo: http://www.eleconomista.es/legislacion/noticias/2514170/10/10/Proteccion-de-Datos-tutelara-el-acceso-a-la-informacion-publica-.html

La Administración española quiere eliminar el papel en 2015

Data de publicação: 06/10/2010

Data de publicação no Blog DA ECI: 22/10/2010

Por El País

Industria se compromete a digitalizar todos los trámites administrativos

El Ministerio de Industria, Turismo y Comercio se ha fijado el año 2015 como fecha límite para eliminar totalmente el papel en la Administración pública. Para implantar la eAdministración antes del 2015 se digitalizarán todos los trámites administrativos, se finalizará la incorporación de la firma electrónica (DNI electrónico) y se hará una migración de todos los registros hacia el formato digital.

Además, Industria se propone mejorar las infraestructuras de telecomuniaciones, fomentar la concienciación sobre el uso y la confianza en Internet, así como impulsar las TIC en sectores estratégicos, dentro de los objetivos fijados por el Consejo de Ministros para la Estrategia 2011-2015 del Plan Avanza 2.

Dentro de este eje de actuaciones, también se hará especial hincapié en la extensión de las TIC en el sector sanidad y se potenciará la aplicación de estas tecnologías en el sector educativo y formativo. Si la primera etapa del Plan Avanza, que se desarrolló entre 2005 y 2010, buscaba recuperar el retraso de España respecto de la Unión Europea (UE), especialmente en cobertura y conectividad, esta segunda fase pretende situar a España en una posición de liderazgo en el desarrollo y uso de productos y servicios TIC avanzados. Para ello, los esfuerzos se centrarán no tanto en dinamizar la oferta, sino en fomentar la demanda, ayudar a las pymes y consolidar una industria TIC propia especializada en sectores estratégicos.

Continue lendo: http://www.elpais.com/articulo/tecnologia/Administracion/espanola/quiere/eliminar/papel/2015/elpeputec/20101006elpeputec_4/Tes

Iphan entrega prédio do Arquivo Público de Alagoas nesta quarta-feira

Data de publicação: 29/09/2010

Data der publicação no Blog DA ECI: 03/10/2010

Por Agência Alagoas

O prédio do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) em Alagoas será inaugurado, nesta quarta-feira (29), no bairro de Jaraguá às 19h. Na mesma ocasião, o instituto também entrega o prédio da nova sede do Arquivo Público de Alagoas (APA) ao governo do Estado. Porém, a data da inauguração ainda não foi definida.

Desde que passou a ser ligado ao Gabinete Civil, o Arquivo Público de Alagoas (APA) vem passando por uma série de ações que visam estruturar e dar condições para que sua função de guardar e preservar livros e documentos relativos à vida pública de Alagoas seja cumprida com a excelência necessária. A nova sede, localizada no bairro de Jaraguá, é uma delas.

Preocupado com um lugar apropriado para a nova sede do APA, por meio de solicitação do governo de Alagoas, o superintendente do Iphan, Mário Aloísio Melo, com o apoio do Estado, garantiu um espaço adequado para a preservação da memória de Alagoas. Para isso, o Iphan fez alterações em seu projeto arquitetônico a fim de integrar o APA à sua nova sede de maneira a garantir a manutenção correta de seu acervo.

“A mudança de sede do Arquivo Público de Alagoas garantirá um ambiente adequado para conservar o precioso acervo”, completou o superintendente do Iphan.

Dessa forma, a nova sede do Arquivo Público de Alagoas abrange uma área administrativa operacional, que contará com uma recepção documental, sala de triagem documental, laboratório de preservação e restauração, gestão eletrônica, sala de armazenagem convencional, e uma sala de treinamentos.

Continue lendo:  http://tudoglobal.com/blog/capa/79433/iphan-entrega-predio-do-arquivo-publico-de-alagoas-nesta-quarta-feira.html#ixzz11JpnZJtG

Revolução de 1924 ganha exposição on-line

Data de publicação: 27/09/2010

Data de publicação no Blog DA ECI: 03/09/2010

Por Agência FAPESP

O Arquivo Público do Estado de São Paulo lançou uma exposição na internet sobre a Revolução de 1924, também conhecida como “Revolta Paulista”, destinada principalmente a alunos do ensino médio. A Revolução de 1924 é contada em nove “salas”, acompanhada de textos e ilustrações. Compõem a exposição textos explicativos sobre o período, conjuntos documentais de processos criminais instaurados após o movimento e cartas dos líderes do movimento, além de jornais e revistas da época.

Antecedentes, motivos do envolvimento da cidade de São Paulo, consequências para a cidade e outras questões importantes do movimento ainda pouco conhecido pela população são expostos nas páginas do site.

Além do material informativo, professores e alunos têm acesso a 11 atividades pedagógicas para trabalho em sala de aula, preparadas de acordo com os Parâmetros Curriculares Nacionais.

Foram selecionadas publicações especiais, como a Revista da Semana e a revista Careta, que narram os antecedentes e os desdobramentos do episódio que eclodiu no Rio de Janeiro em 1922, mas que ganhou força na capital paulista em 1924.

Continue lendo: http://www.planetauniversitario.com/index.php?option=com_content&view=article&id=17014:revolucao-de-1924-ganha-exposicao-on-line&catid=28:mostras-e-exposis&Itemid=64

Novas obras chegam à Casa de Cultura Josué Montello

Data de publicação: 28/09/2010

Data de publicação no Blog DA ECI: 03/10/2010

Por Márcia Rodrigues

Em breve, pesquisadores, estudantes e demais interessados terão acesso a obras raras da coleção particular de Josué Montello. As publicações foram enviadas diretamente do Rio de Janeiro, pela viúva do escritor, Ivone Montello, e já estão sendo catalogadas por funcionários da Casa de Cultura Josué Montello (CCJM), localizada na Rua das Hortas, 327, Centro.

A doação chegou há dois meses. Ao todo, são 104 caixas de materiais diversos, com destaque para livros. A diretora da Casa, Joseane de Souza e Souza explica que é um acervo rico e diversificado, que está sendo cuidadosamente inventariado para que possa ser disponibilizado ao público. “Ainda não sabemos quantos livros nos foram enviados, pois estamos trabalhando com uma caixa por vez”, revela.

Joseane de Souza e Souza diz, ainda, que a viúva do escritor enviou não apenas livros. “Recebemos máquina de escrever manual, com a qual Josué Montello datilografava suas obras, recortes de jornais, fotos, entre outras peças”, conta. Faz parte dos itens uma coleção de artigos originais publicados pelo escritor no Jornal do Brasil, de 1955 a 1993.

A diretora assegura que todo o material será disponibilizado ao público. “Mas temos que catalogar tudo. Hoje estamos em trabalho de informatização de todo o nosso acervo. Em seguida, faremos esse mesmo trabalho com o material recebido. Deve demorar um pouco, mas valerá à pena”, diz Joseane, referindo-se à importância cultural das obras e arquivos. “Ele [Josué Montello] tinha o cuidado de encadernar todas as primeiras edições de suas obras e tudo isso nos foi enviado. São 21 publicações”, destaca a diretora.

Continue lendo:  http://tesourobibliografico.wordpress.com/2010/09/28/novas-obras-chegam-a-casa-de-cultura-josue-montello/

Iphan entrega prédio da nova sede do Arquivo Público de Alagoas na próxima semana

Data de publicação: 23/09/2010

Data de publicação no Blog DA ECI: 26/09/2010

Por O Jornal

Com o intuito de garantir a preservação da memória de Alagoas, o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) fez alterações no seu projeto arquitetônico a fim de passar a integrar o Arquivo Público de Alagoas (APA) à sua nova sede. No dia 29 de setembro, o prédio será inaugurado pelo Iphan, que também fará a entrega do prédio do APA ao governo do Estado, mas a data da inauguração do novo Arquivo Público ainda não foi definida.

Desde que passou a ser ligado ao Gabinete Civil, o Arquivo Público de Alagoas (APA) vem passando por uma série de ações que visam estruturar e dar condições para que sua função de guardar e preservar livros e documentos relativos à vida pública de Alagoas seja cumprida com a excelência necessária.

Localizado no bairro de Jaraguá, um dos mais antigos de Maceió, o projeto foi totalmente adequado às necessidades do APA, de maneira a garantir a manutenção correta de seu acervo.

Para o atual superintendente do Iphan, Mario Aloísio Melo, “a mudança de sede do Arquivo Público de Alagoas garantirá um ambiente adequado para conservar do precioso acervo”.

Dessa forma, a nova sede do Arquivo abrange tanto a área administrativa quanto a área operacional, que contará com uma recepção documental, sala de triagem documental, laboratório de preservação e restauração, gestão eletrônica e sala de treinamentos.

Continue lendo: http://www.ojornalweb.com/2010/09/23/iphan-entrega-predio-da-nova-sede-do-arquivo-publico-de-alagoas-na-proxima-semana/

Acervo Histórico

Data de publicação: 23/09/2010

Data de publicação no Blog DA ECI: 26/09/2010

Por Aline Marquardt

O Acervo Histórico de Guaramirim guardado por 40 anos pelo historiador Daniel Graudin da Silva, será adquirido pelo município. Isso porque foi aprovado pelos vereadores o projeto pelos vereadores e o historiador será recompensado com R$ 30 mil.

Daniel Graudin da Silva a atitude dos vereadores e da Administração Municipal e prestou algumas homenagens: ao Senhor Cantalício Erico Flores que vinha guardando parte do acervo por 50 anos, os ex-presidentes da Câmara de Vereadores, e o povo guaramirense que terão sua história para contar. O historiador destacou também o apoio que recebeu do ex-vereadores Alcibaldo Guermann e Marcos Mannes.

Segundo Daniel, o acervo já serviu para a publicação de alguns livros. “Colaborei com o lançamento de uma dúzia de livros. A primeira epopéia de fé, Memórias de um menino pobre, Testemunha de fé, Pequeno Livro Padre Mathias, Terra Generosa, Brasil 500 anos, A primeira História de Guaramirim, Busca das raízes, O caminho do Peabiru, História dos alfaiates, Rodovia do Arroz, Guaramirim e Guaramirim 166 personalidades”, ressalta. O material deverá ser exposto na nova Biblioteca Municipal.

Fonte:http://www.adjorisc.com.br/jornais/oregional2/impressa/politica/acervo-historico-1.349437

Catalogan miles de documentos de la Revolución

Data de publicação: 22/09/2010

Data de publicação no Blog DA ECI: 25/09/010

Por Televisa

Especialistas del INAH terminaron la clasificación y publicación de un disco compacto del Fondo Revolución 1900-1917 del Archivo Histórico de Hidalgo del Parral

CIUDAD DE MÉXICO, México, sep 21, 2010.- Más de tres mil expedientes que dan cuenta sobre las diferentes etapas de la Revolución Mexicana, desarrolladas de 1900 a 1917 en el sur de Chihuahua, fueron catalogados por especialistas del Instituto Nacional de Antropología e Historia (INAH-Conaculta); entre los documentos inventariados destaca la correspondencia sostenida, en plena efervescencia revolucionaria, entre diversos jefes militares de la División del Norte que encabezó Francisco Villa.

Se trata del Catálogo Fondo Revolución 1900-1917, del Archivo Histórico de Hidalgo del Parral, cuya clasificación quedó integrada en un disco compacto que será presentado este viernes 24 de septiembre en el Centro INAH-Chihuahua, y del cual se entregará un ejemplar  al Instituto Chihuahuense de la Cultura para su consulta pública.

La antropóloga Sofía Pérez Martínez, coordinadora del proyecto Rescate de Archivos Históricos del Estado de Chihuahua, informó que la catalogación del Fondo Revolución inició en 2001 y culminó recientemente, como parte de este esquema de rescate de la memoria documental del estado de Chihuahua que se desarrolla desde hace 20 años en diversos archivos municipales.

“Este fondo relativo a la Revolución en Parral, Chihuahua, cobra relevancia no sólo por coincidir con los festejos del Centenario de la Revolución Mexicana, sino porque con la presentación de este catálogo ahora se tiene acceso a las fuentes primarias de investigación de manera ordenada y que dará luz a las investigaciones sobre este movimiento social”.

La especialista del INAH indicó que Parral jugó un importante papel durante la lucha armada de 1910, “ya que fue protagonista de importantes batallas, fue lugar de apoyo logístico para los ejércitos de ambos bandos en sus diferentes etapas y las familias parralenses tuvieron una participación decisiva en los acontecimientos revolucionarios.

“No podemos dejar pasar que Francisco Villa mantuvo siempre una relación muy estrecha con Parral y sus alrededores, tanto en sus años de juventud, como durante la lucha armada y después de su rendición hasta su asesinato en esa ciudad”.

Continue lendo: http://www2.esmas.com/noticierostelevisa/cultura/205982/catalogan-miles-documentos-revolucion

Se abre la Biblioteca Vaticana y junto a ella, están los Archivos Secretos del Vaticano

Data de publicação: 19/09/2010

Data de publicação no Blog DA ECI: 25/09/2010

Por Sociedad Colombiana de Archivistas

La universalidad de la Iglesia católica no sólo es evidente en la variedad de rostros, orígenes, idiomas y culturas de sus 1.166 millones de miembros. Otra forma de comprobar la inmensa extensión cronológica y geográfica del catolicismo es echar un vistazo a las dos instituciones que custodian su memoria: la Biblioteca Apostólica Vaticana y el Archivo Secreto Vaticano. De entre estos dos organismos hermanos, ambos situados en el Palacio Apostólico y con acceso desde el Cortile del Belvedere, el primero ha cosechado un buen número de titulares en los últimos tiempos debido a su reapertura mañana tras tres años de clausura por las obras de renovación de su sede.

Aun siendo más desconocido, el Archivo Secreto Vaticano es igualmente un lugar de importancia vital para la Iglesia. Se trata de una institución incomparable a cualquier otra: cuenta con ochenta y cinco kilómetros lineales de estanterías, documentos que datan desde el siglo VIII y un seguimiento detallado y continuo desde hace más de 800 años de la situación eclesiástica y del mundo. Bien lo saben los 1.500 investigadores de todas las nacionalidades que, cada año, solicitan una autorización para poder sumergirse en sus vastos fondos. Aquí descansan «todas las actas y documentos que se refieren al gobierno de la Iglesia universal», como escribió en el motu proprio «Fin dal principio» León XIII en 1884. A este Papa debe el mundo de la cultura que el Archivo Secreto Vaticano siga siendo «secreto» sólo en una mínima parte: él fue quien aprobó que los estudiosos «sin distinción de nacionalidad y religión» pudiesen consultar sus fondos. Ahora sólo se impide la lectura de los documentos posteriores a 1939, cuando comienza el pontificado de Pío XII.

A diferencia de los archivos de otros Estados, que van permitiendo la consulta de sus documentos por bloques de lustros o décadas, esta institución vaticana mide el tiempo por el período que cada Papa ocupa el solio pontificio. «Benedicto XVI abrió el acceso a todos nuestros fondos de Pío XI, que abarcan de 1922 a 1939. La siguiente etapa, la de Pío XII, es más larga y extensa, va desde 1939 hasta 1958. Se trata de millones de documentos que hace falta catalogar, numerar e inventariar. Nuestros recursos son limitados, por lo que todavía nos llevará unos 5 años terminar todo el trabajo», explica Sergio Pagano, prefecto del Archivo Secreto Vaticano.

Los historiadores tienen muchas ganas de hincarle el diente a los escritos del pontificado de Pío XII. Monseñor Pagano es cauto y no quiere entrar en detalles, pero asegura que los que sostienen que el Pontífice no ayudó a los judíos durante el Holocausto cambiarán de opinión cuando se estudie esta documentación. «Garantizo que no sólo se verán las acciones de Pío XII en la cuestión judía, sino también las enormes contribuciones que dio a tantas Iglesias que sufrían en Europa». También ayudará la apertura de los fondos de esta época a aclarar uno de los episodios más tensos para la Santa Sede durante la Segunda Guerra Mundial: cuando Hitler pensó en deportar a Pío XII a Alemania.

Continue lendo: http://www.scarchivistas.org/se-abre-la-biblioteca-vaticana-y-junto-a-ella-estan-los-archivos-secretos-del-vaticano/

STJ admite cópia extraída da Internet como prova de suspensão dos prazos

Data de publicação: 20/09/2010

Data de publicação no Blog DA ECI: 25/09/2010

Por Superior Tribunal de Justiça

A Corte Especial do Superior Tribunal de Justiça (STJ) admitiu que cópias de atos relativos à suspensão dos prazos processuais, obtidas a partir de sites do Poder Judiciário, são provas idôneas para demonstrar a tempestividade do recurso, salvo impugnação fundamentada da parte contrária.

De acordo com o relator, ministro Luis Felipe Salomão, documentos eletrônicos obtidos em sites da Justiça, na internet, como as portarias relativas à suspensão dos prazos processuais – com identificação da procedência do documento e cuja veracidade é facilmente verificável, juntadas no instante da interposição do recurso especial –, possuem os requisitos necessários para caracterizar prova idônea e podem ser admitidos como documentos hábeis para demonstrar a tempestividade do recurso, salvo impugnação fundamentada da parte contrária.

No STJ, era pacífico o entendimento de que essa cópia deveria ser certificada digitalmente ou que fosse admitida pelas partes como válida ou aceita pela autoridade a quem fosse oposta, no caso também o órgão jurisdicional. Com a decisão da Corte Especial, os ministros admitiram a cópia sem a certificação, desde que conste no documento o endereço eletrônico de origem e a data na qual ele foi impresso.

Continue lendo: http://www.aasp.org.br/aasp/noticias/visualizar_noticia.asp?id=30185&tipo=D

Arquivo Público recebe equipamento para a higienização de documentos

Data de publicação: 17/09/2010

Data de publicação no Blog DA ECI: 18/09/2010

Por Assessoria

Mesa de higienização fará o tratamento de documentos do período do Regime Militar brasileiro

O Arquivo Público de Alagoas (APA) recebeu esta semana o último equipamento doado por conta da parceria realizada entre governo federal e o Banco do Brasil no projeto Memórias Reveladas. A mesa de higienização foi recebida pelo diretor do APA, Geraldo Filho, para fazer o tratamento de documentos do período do Regime Militar brasileiro.

“Esta é uma data de mais uma conquista para o Arquivo Público de Alagoas, que agora dará o tratamento correto aos documentos e assim preservará a história dos alagoanos”, comentou o diretor.

A higienização do acervo é um dos procedimentos mais significativos existentes no processo de conservação de materiais arquivísticos e bibliográficos, uma vez que irá retirar do documento os agentes responsáveis pela deteriorização, como poeira, insetos, sujeira, marcas de grampos, etc.

De acordo com Gisele Timóteo, gerente de documentos permanentes e bibliotecária do APA, o equipamento de higienização doado pelo projeto Memórias Reveladas é o mais moderno e eficiente do Estado.

“A mesa de higienização que recebemos é extremamente eficiente. Duas pessoas operam a máquina ao mesmo tempo, agilizando assim a quantidade de documentos higienizados e a velocidade de sucção de impurezas dos documentos também é excelente. Hoje temos o melhor equipamento do segmento em Alagoas”, disse a bibliotecária.

Continue lendo: http://www.primeiraedicao.com.br/?pag=alagoas&cod=13761

Los archiveros también se rebelan

Data de publicação: 14/09/2010

Data de publicação no Blog DA ECI: 16/09/2010

Por R.F. VALENCIA

El colectivo denuncia el incumplimiento de su ley, después de cinco años, y la reducción de plazas

Si quedaba un sector cultural que se mantenía, en cierta medida, aún cauto y silencioso con respecto a la política cultural de la Generalitat ese era el de los archiveros. Sin embargo, lo fue hasta ayer que rompían su prudencia y discreción para denunciar un buen número de incumplimientos de la administración autonómica, el más importante el de la Ley de Régimen Local y el de la propia Ley de Archivos que exige la dotación de centros documentales en todas las poblaciones con más de diez mil habitantes, una punto recogido en esta última norma pero que lleva sin cumplirse desde hace cinco años.

Además, la Ley de Régimen Local, aprobada en junio, elimina de su articulado aquello a lo que obliga la Ley de Archivos, la creación de los mismos en determinadas poblaciones junto a instalaciones y personal cualificado.

Pero este no es el único punto a denunciar ya que, según aseguraba ayer la presidenta de este colectivo, Remedios Antequera, que agrupa a más de doscientos profesionales, el incumplimiento lo que hace es impedir la transparencia administrativa pero también el libre acceso de los ciudadanos a la documentación y, sobre todo, la preservación y catalogación documental.

Según aseguraba ayer Antequera, la Comunitat Valenciana es la que menos inversiones para archivos ha ofrecido en los últimos años de todas las autonomías. Tampoco han aumentado las cuantías presupuestarias. Las ayudas institucionales se limitan a colaboraciones municipales para la compra de estanterías.

Según reconoció ayer la entidad, la pasada semana representantes del colectivo mantuvieron una reunión con la directora general del Libro, Archivos y Bibliotecas, Silvia Caballer, sin que existiera un mínimo acuerdo y apenas recibieran declaraciones de buenas intenciones.

Continue lendo: http://www.levante-emv.com/cultura/2010/09/14/archiveros-rebelan/738824.html

Arquivo Público guarda a memória da Bahia há 120 anos

Data de publicação: 15/09/2010

Data de publicação no Blo DA ECI: 16/09/2010

Por Portal do Beirú

Um raro acervo documental sobre a história da Bahia e do Brasil. Assim pode ser definido o Arquivo Público do Estado, que completa 120 anos como o segundo mais importante do país, atrás apenas do Arquivo Nacional. Lá, podem ser encontrados vastos materiais, entre cartas de alforrias, inventários e manuscritos originais datados do período colonial, quando Salvador ainda mantinha o título de sede do Governo Geral do Estado (1549-1763).

A instituição, responsável pela guarda definitiva de documentos pertencentes ao Estado, foi fundada em 1980, pelo então governador Manoel Vitorino Pereira. Hoje, o órgão, vinculado à Secretaria de Cultura do Estado (Secult), por meio da Fundação Pedro Calmom (FPC), reúne aproximadamente 25 quilômetros de caixas de documentos históricos. Dos mais famosos, destaca-se o acervo do Tribunal da Relação do Estado do Brasil e da Bahia (1652-1822), considerado pela Unesco como Memória do Mundo.

“Esse reconhecimento significa que temos de ter muito mais zelo com a guarda dos nossos arquivos, por ganhar projeção e visualização internacional. Pesquisadores do mundo inteiro estão interessados em conhecê-los e com frequência visitam nossos documentos”, afirma o diretor de Arquivos da FPC, Paulo de Jesus.

Gestão

Para aprimorar a organização e o recolhimento destes documentos, onde estão incluídas também Coleções Privadas e de Jornais, a Secult e a Secretaria de Administração (Saeb) instituíram, neste ano, a primeira Tabela de Temporalidade de Documentos (TTD). Trata-se de um instrumento de gestão documental para racionalização administrativa.

Continue lendo: http://portaldobeiru.com/cultural/arte-e-exposicoes/3642–arquivo-publico-guarda-a-memoria-da-bahia-ha-120-anos.html

Aposentadoria ficará mais rápida

Data de publicação: 15/09/2010

Data de publicação no Blog DA ECI: 15/09/2010

Por Rosa Falcão

Cedocprev // INSS está digitalizando acervo de documentos de mais de 100 anos, que poderão ser disponibilizados em 24 horas para o beneficiário

Há três anos, o aposentado Manoel Bento de Barros, 65 anos peregrina nas Agências da Previdência Social (APS) para obter uma cópia do processo da aposentadoria. Quer entrar com um pedido de revisão do benefício, mas não consegue porque faltam os documentos que comprovam a vida previdenciária. Casos como o de Manoel se multiplicam nas agências do Instituto Nacional de Seguro Social (INSS) porque os arquivos são guardados de forma desordenada. A desorganização retarda a concessão dos benefícios da Previdência Social. Para centralizar os documentos do acervo de mais de 100 anos, INSS está instalando o CedocPrev, onde os papéis serão digitalizados e colocados à disposição dos beneficiários em 24 horas. Vai agilizar os pedidos de concessão de benefícios.

É o que espera Manoel Bento, que se sente esgotado todas as vezes que se desloca de casa até à agência da Previdência. O pior é que ele volta sem a cópia do processo da aposentadoria, concedida pelo INSS em 2000. “Mandam eu chegar às 5h da manhã, levo o dinheiro da xerox e fico lá até as 13h. Saio sem o documento e eles não me explicam porque o meu processo está perdido”, diz. Cansado de esperar, o aposentado entrou semana passada com uma ação na Justiça Federal, com pedido de apresentação do processo de aposentadoria.

Em geral, quando o INSS é notificado pela Justiça apresenta a documentação do segurado ainda na fase de contestação e a ação é encerrada pelo juiz. A advogada Juliana Campos, do escritório Perazzo Advogados, diz que a lei assegura que todo o pedido administrativo encaminhado aos órgãos públicos, como o INSS, seja atendido no prazo máximo de 90 dias. Mesmo assim, este prazo é descumprido pela Previdência nos casos de apresentação dos processos de concessão de benefícios. Segundo ela, a situação é mais complicada para o segurado que se aposentou em outro estado e precisa se deslocar para pegar os documentos na cidade onde se aposentou.

“A instalação dos centros e a digitalização dos processos vai facilitar, principalmente, os pedidos de revisão de aposentadoria. Hoje, os arquivos do INSS estão amontoados e não há separação dos documentos”, reforça. A advogada lembra que os processos de concessão de aposentadoria são uma espécie de dossiê da vida do segurado. Neles constam os períodos de contribuição, os benefícios temporários concedidos e os cálculos feitos para se chegar ao valor da aposentadoria. Sem esses dados os segurados ficam engessados para pleitear novos benefícios.

Fonte: http://www.diariodepernambuco.com.br/2010/09/15/economia5_0.asp

A imagem negativa da Arquivologia

Data de publicação: 31/08/2010

Data de oublicação no Blog DA ECI: 15/09/2010

Por Diego Oliveira

Se uma imagem vale mais do que mil palavras, a Arquivologia está em situação difícil.

E antes que alguém esbraveje, dê piti e se faça de louco, vamos reconhecer e deixar de ser hipócritas: a Arquivologia e, principalmente, os arquivistas, tem um imagem negativa.

Não adianta negar, basta perguntar para qualquer um. No imaginário popular, os arquivistas são lembrados, quando lembrados, como profissionais intimamente ligados a burocracia, que trabalham em repartições públicas tomadas por imensas pilhas de papel, em meio ao caos e a morosidade administrativa (é a imagem do apocalipse).

Atualmente, a ideia que o arquivista trabalha apenas com o suporte papel tem sido muito combatida. E não é por menos. Esta ideia limita o campo de trabalho de todos nós em um momento em que se discute a digitalização de documentos e o gerenciamento eletrônico de informações.

Outro ponto, que se observa com clareza, é que os arquivistas se preocupam demais em fazer apenas aquilo que lhes compete, ou seja, o que as leis e a teoria arquivística determinam. Isto faz com que arquivistas não trabalhem com o tratamento de livros. Enquanto isso, bibliotecários não se acanham nem um pouco em trabalhar em arquivos, em assumir vagas que seriam de arquivistas. E lá se vai o mercado de trabalho.

Continue lendo: http://arquivonline.blogspot.com/2010/08/imagem-negativa-da-arquivologia.html

Digitalizados más de 100.000 procedimientos del tribunal militar franquista

Data de publicação: 08/09/2010

Data de publicação no Blog DA ECI: 10/09/2010

Por Agencia EFE

Barcelona, 8 sep (EFE).- La Generalitat ha digitalizado más de 100.000 procedimientos judiciales, con más de ochenta mil personas represaliadas, de los tribunales militares franquistas, datados entre 1939 y 1981, con el resultado de que la mitad de los represaliados fueron condenados a muerte.

Esta documentación del Tribunal Militar está depositada en el sótano de la antigua sede de ese tribunal, donde en la actualidad se encuentra la jefatura de la región militar Pirenaica, y se puede consultar tras cursar una instancia.

Más de la mitad de los procedimientos judiciales tuvieron lugar entre 1939 y principios de la década de 1940.

Se ha digitalizado también toda la documentación referente a 2.641 procesados, escogidos en función del estado de conservación de los expedientes, algunos de los cuales estaban deteriorados, y de la relevancia de algunos de los procesados.

Entre los expedientes se encuentran los de personajes relevantes de la historia de Cataluña como el del presidente Lluís Companys o el del arqueólogo, archivero e historiador Agustí Duran y Sanpere.

También los hay de personas anónimas cuyos expedientes se han mostrado hoy, como los de la miliciana Rosario López, de Terrassa (Barcelona) en cuyo expediente figura que “fue vista con arma”, que “acompañaba a un pistolero y que poseía una afiliación extremista anterior al Glorioso Movimiento Nacional”.

Continue lendo:  http://www.google.com/hostednews/epa/article/ALeqM5juzcfxmoaNH-tlvbeAQ-J7WUGdGw

Difusão de arquivos no Twitter

Data de publicação: 06/09/2010

Data  de publicação no Blog DA ECI: 10/09/2010

Por Diego Oliveira

Para quem não conhece, o Twitter é  considerado uma ferramenta de microblog. Nele os usuários podem postar mensagens (tweets) com até 140 caracteres. Isto faz com que escrever no Twitter seja um exercício é tanto de objetividade. É claro que os adolescentes de hoje em dia, pobres em vocabulário, não têm dificuldade de usar a ferramenta.

Falando neles, se engana quem acha que o Twitter é coisa de adolescente. De uns dois anos para cá, o site tem ganhado notoriedade, e você encontra por lá, desde perfis de celebridades a chefes de estado.

O Twitter tem dado um banho na mídia tradicional. Com a possibilidade dos usuários mandarem mensagens para os seus perfis através do celular, o site se consagrou por registrar eventos de forma instantânea. Um exemplo disto aconteceu em junho de 2009, quando as manifestações contra a reeleição do presidente do Irã, Mahmoud Ahmadinejad, ganharam o mundo através da ferramenta, contornando a censura do governo. Não é por acaso que o slogan do site é “What’s happening?” (O que está acontecendo?). Toda esta movimentação social que acontece no microblog poderá ser útil a historiadores no futuro, tanto que  a Biblioteca do Congresso Americano é a responsável por preservar os bilhões de tweets postados na ferramenta até hoje.

No Twitter todo usuário é um jornalista em potencial, o que faz com que o microblog, com os seus milhões de usuários, tenha uma rapidez na disseminação de informações maior até do que uma CNN.

A ferramenta não tem passado longe dos arquivistas. O caso de maior sucesso, talvez seja da arquivista Kate Theimer (@archivesnext). Ela tem atraído uma grande quantidade de seguidores, cerca de 1400. Algumas associações que congregam arquivistas também estão no site, como a Society of American Archivists (@archivists_org), e no Brasil, a Associação dos Arquivistas do Estado do Rio de Janeiro (@aaerj)  e a Associação dos Arquivistas do Estado do Espírito Santo (@aarqes).

Continue lendo:  http://arquivonline.blogspot.com/2010/09/difusao-de-arquivos-no-twitter.html

En riesgo, los archivos históricos por las malas condiciones del AGN

Data de publicação: 05/09/2010

Data de publicação no Blog DA ECI: 10/09/2010

Por Carolina Gómez Mena

Los archivos históricos de un país son fundamentales para “dar rumbo, cohesión social, preservar la identidad nacional, construir democracia y ciudadanía y promover la transparencia y rendición de cuentas”, aseguró Aurora Gómez Galvarriato, directora del Archivo General de la Nación (AGN).

En tal sentido sostuvo que el bicentenario de la Independencia y centenario de la Revolución deben dar pie a otorgar “mayores recursos materiales, humanos y en infraestructura” para el resguardo y conservación de los documentos, así como comprometer en mayor medida a las organizaciones civiles con la tarea.

Entrevistada al concluir la ponencia de James Allen Smith, director de investigación y educación del Rockefeller Archive Center, la funcionaria resaltó también que los archivos no sólo permiten conservar la memoria histórica (remota y reciente), la cual “nos hace ser lo que somos”, sino también que los hechos ocurridos no sean desvirtuados o trastocados.

Continue lendo: http://www.jornada.unam.mx/2010/09/05/index.php?section=politica&article=006n2pol

Novo Blog de ensino universitário de Arquivologia

Data de publicação: 01/09/2010

Dat a de publicação no Blog DA ECI: 04/09/2010

Por André Porto Ancona Lopez

O “Blog Iberoamericano de enseñanza archivística universitária – BIEAU” (http://bieau.blogspot.com/) foi criado em junho de 2010, durante a I Reunião Brasileira de Ensino e Pesquisa em Arquivologia, com o objetivo de amparar as ações e comunicações da Red Iberoamericana de Enseñanza Archivística Universitaria (RIBEAU). A origem da RIBEAU deu-se quando um grupo de professores de Arquivologia das universidades ibero-americanas, participantes do XIV Congresso Internacional de Arquivos, realizado em Sevilla, em 2000, concordaram ser necessário buscar soluções comuns aos problemas para conseguir direcionar os esforços para uma melhor formação de recursos humanos, adequada às novas tendências da sociedade da informação, com as quais, dia a dia, a educação arquivística se defronta. Essa inquietação se traduziu, durante a Assembléia Geral Extraordinária da Asociación Latinoamericana de Archivos, na criação da RIBEAU, que hoje conta com um poderoso instrumento das redes sociais para auxiliar na consecução de seus propósitos. O blog trabalha com formação de futuros arquivistas por se configurar como um veículo de comunicação, disseminação e acesso de informação arquivística relevante para alunos de graduação, pos-graduação e demais interessados. O blog, como ferramenta dinâmica e interativa, é plenamente adaptada à formação das novas gerações de arquivistas e já conta com alunos de graduação como colaboradores.

O Blog Iberoamericano de Ensino Universitário – BIEAU (http://bieau.blogspot.com/). Está aberto a contribuições ligadas à formação do profissional de arquivos. Acesse e confira.

Fonte: http://sinarquivo.ning.com/profiles/blogs/novo-blog-de-ensino?xg_source=shorten_twitter

Documentos históricos mais bem protegidos

Data de publicação: 03/09/2010

Data de ublicação no Blog DA ECI: 04/09/2010

O novo endereço do Arquivo Histórico de Jaraguá do Sul é a Rua Walter Marquardt, 1.725, Barra do Rio Molha, em frente à empresa Brimadec. O prédio mudou da Rua Ida Bona Rocha, antigo local da biblioteca municipal. As novas instalações proporcionam mais ventilação, menos calor e umidade.

O acervo do Arquivo conta com cerca de 10 mil jornais datados desde 1919, cinco mil livros ligados à história do Município, do Estado e do Brasil, 1.500 projetos arquitetônicos de edificações públicas, 80 mil fotografias, 200 mapas, 1,2 mil audiovisuais como CDs, DVDs e VHS, além de documentos de recursos humanos e de protocolo da Prefeitura de Jaraguá do Sul.

A historiadora Silvia Kitta, que trabalha no Arquivo há 16 anos, comemora a mudança e já faz planos para melhorar ainda mais a organização e a conservação dos documentos históricos. “Além dos estudantes e pesquisadores, muitas pessoas que precisam se aposentar busca documentos em nossos arquivos”, informa.

Para evitar o manuseio excessivo de documentos antigos, que se deterioram com facilidade, a equipe do Arquivo pretende adquirir um scanner planetário, que custa aproximadamente R$ 82 mil. “Quando manuseamos um jornal de quase cem anos, por exemplo, acabamos prejudicando o estado de conservação dele. Com o equipamento, vamos poupar muitos documentos que ajudam a escrever a história de Jaraguá do Sul e região”, afirma Silvia. O objetivo é receber este equipamento através de doação.

Fonte: http://www.jdv.com.br/index.php?option=com_content&task=view&id=10997&Itemid=15

Jornal Última Hora ganha acervo online de fotos

Data de publicação: 31/08/2010

Data de publicação no Blog DA ECI: 04/09/2010

Por Jornal Última Hora

Periódico circulou em diversas cidades brasileiras nas décadas de 1950 e 1960

O Arquivo Público do Estado de São Paulo publicou na Internet parte do arquivo fotográfico do jornal Última Hora, periódico brasileiro que circulou em diversas cidades do país nas décadas de 1950 e 1960. No acervo estão quase 20 anos de história registrados em 54.600 mil fotografias e 1.200 ilustrações, que podem ser vistas a partir de um site criado especialmente para a memória do veículo.

O tratamento de conservação preventiva e a digitalização dessas imagens são resultado do Projeto Última Hora – Acervo Fotográfico, que consistiu em organizar, conservar, digitalizar, tratar as imagens, produzir instrumentos de pesquisa e disponibilizar o material na Internet. O projeto teve início em 2007 no Centro de Acervo Iconográfico e Cartográfico do órgão.

As imagens foram capturadas de negativos flexíveis do Departamento de Aqruivo Fotográfico do Última Hora. “Este tipo de suporte é muito frágil e de fácil deteriorização, o que torna a manipulação destes documentos bastante complicada”, explica Elisabete Savioli, diretora do Centro. Para visualizar a imagem no negativo, é preciso utilizar instrumentos específicos como lupas e mesas de luz. “Tudo isso torna a consulta aos documentos originais mais difícil, daí optarmos pela digitalização do acervo, que irá facilitar o acesso aos pesquisadores”, completa.

Continue lendo: http://www.jornalistasdaweb.com.br/index.php?pag=displayConteudo&idConteudo=4453&idConteudoTipo=1

Arquivo Público digitaliza acervo e registra aumento da procura: 65,2% a mais de 2008 para 2009

Data de publicação: 03/09/2010

Data de publicação no Blog DA ECI: 04/09/2010

por Márcia Rodrigues

O acervo do Arquivo Público do Estado, se organizado em linha reta, se estende por 4km. São textos, mapas, plantas, fotografias, filmes, fitas de áudio e vídeo e microfilmes que contam a história da sociedade fluminense e conduzem por um caminho que leva ao conhecimento de fatos marcantes, ocorridos desde o tempo da Presidência da Província, no século 18. Facilitar o acesso a esses documentos tem sido uma meta da instituição, que nos últimos anos investiu na restauração e digitalização do material e, cada vez mais, atrai o público: no ano passado, o Arquivo Público registrou 4.075 solicitações, um aumento de 65,2% na demanda, em relação a 2008.

Todo o material está disponível para consulta

Localizado na Praia de Botafogo 480, o Arquivo guarda preciosidades como o cartaz da campanha para deputado federal do escritor Jorge Amado, de 1947. Nas prateleiras também estão grande parte da documentação da polícia política do estado, como a do Departamento da Ordem Política e Social (Dops), além de papéis do período da escravidão. Outra joia do acervo é um álbum com cem fotos retratando a construção do Porto do Rio, cujo centenário de fundação é comemorado este ano. O material, que está sendo devidamente tratado e digitalizado, deverá ser transformado em livro e, no momento, aguarda aprovação do projeto para captar recursos através da Lei Rouanet.

– Isso é uma joia. Em todo o país há somente três álbuns com imagens da construção do Porto, cada um deles com fotos diferentes. Os outros dois estão nos arquivos do Senado e da Companhia Docas – disse Paulo Knauss, diretor geral do Arquivo Público.

Todo o material guardado na instituição está disponível para consulta, por meio de agendamento, de segunda à sexta-feira, das 9h às 17h. Os interessados têm que se cadastrar e, dependo do tipo de documento solicitado, é necessário fundamentar o pedido. Isso ocorre, por exemplo, em casos de documentos que contêm informações pessoais. No site estão todas as informações do acervo (www.aperj.rj. gov.br) .

Continue lendo: http://tesourobibliografico.wordpress.com/2010/09/03/arquivo-publico-digitaliza-acervo-e-registra-aumento-da-procura-652-a-mais-de-2008-para-2009/

Instituto que será lançado hoje reúne acervo histórico de ACM

Data de publicação: 03/09/2010

Data de publicação no Blog DA ECI: 04/09/2010

Por Jairo Costa Júnior | Redação CORREIO

“O instituto terá o objetivo de divulgar a memória de ACM enquanto empreendedor” ,afirma o senador Antonio Carlos Júnior (DEM-BA)Avaliação: 5.0 of 5. 2 voto(s).
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Salvador, abril de 1974. No gabinete do então governador da Bahia, Antonio Carlos Magalhães, chega uma carta, hoje amarelada pelo tempo. O texto é direto, sem delongas, no estilo característico do autor: “De longe, acompanho com imenso interesse o que você realiza e não quis perder esta oportunidade de lhe enviar (…) uma palavra de afeto, de admiração e de confiança na sua ação de extraordinário e eficiente homempúblico. Com o meu abraço, sou o amigo de sempre, Juscelino Kubitschek”.

A carta, enviada dois anos antes da morte de JK, é apenas um entre os milhares de registros históricos que integram o acervo do Instituto Antonio Carlos Magalhães de Ação, Cidadania e Memória (IACM), que será lançado na manhã de hoje, um dia antes do aniversário do mais atuante e polêmico político baiano. “O instituto terá dois objetivos: divulgar a memória de ACM enquanto empreendedor e atuar naquilo que era uma de suas maiores qualidades, o faro certeiro para descobrir e formar talentos para a iniciativa pública”, afirma o senador Antonio Carlos Júnior (DEM-BA), presidente da entidade.

Ele conta que o lançamento do instituto concretiza um sonho acalentado pela presidente de honra do IACM, a viúva do político baiano, Dona Arlette Magalhães. Foi ela quem sugeriu à família criar um espaço capaz de, ao mesmo tempo, disseminar para as novas gerações as qualidades de ACMcomo gestor e ajudar a compreender a história política do Brasil através da trajetória de quem esteve na linha de frente de quase todos os eventos importantes da Velha e Nova República. “Ninguém melhor do que ela, que viveu mais de 50 anos ao lado do senador, para cuidar da missão do instituto”, afirma o vice-presidente da entidade, Luis Eduardo Magalhães Filho.

Continue lendo: http://www.correio24horas.com.br/noticias/detalhes/detalhes-1/artigo/instituto-que-sera-lancado-hoje-reune-acervo-historico-de-acm/

Será que o doutoramento é uma capacitação profissional desejável para os arquivistas?

Data de publicação: 26/08/2010

Data de publicação no Blo DA ECI: 30/08/2010

por André Lopez

Muito tem sido discutido no Brasil sobre a formação profissional dos arquivistas. A clássica querela sobre a obrigatoriedade ou não do diploma começa a ser superada por um questionamento mais tangente. Alguns daqueles que defendem a “reserva de mercado” para os diplomados o fazem de boa fé, acreditando que somente uma graduação específica, com carga horária e disciplinas pertinentes, é capaz de formar um profissional plenamente adequado aos arquivos. A pergunta atual é se tal profissional seria tão intensamente capacitado que dispensaria qualquer outro tipo de formação posterior, uma vez que um aprimoramento da formação poderia representar falta de compatibilidade com a função de arquivista.

Continue lendo: http://diplomaticaetipologia.blogspot.com/2010/08/sera-que-o-doutoramento-e-uma.html

Arquivo da SEAD será digitalizado

Data de publicação: 30/08/2010

Data de publicação no DA ECI: 30/08/2010

por Cristina Tolentino

A consultoria Mineira Arquivar implementará um software de gestão de documentos que digitalizará o arquivo da SEAD.

Com o objetivo de gerar uma maior organização e tornar mais ágil o serviço público, a Secretaria Estadual da Administração-SEAD, por meio da Diretoria de Modernização, está realizando o processo de gestão de documentos para a digitalização do arquivo da SEAD. Os documentos que já passaram por uma série de arquivamentos e catalogações, serão todos informatizados para ampliar o acesso aos servidores públicos.

A Consultoria Mineira de Gestão de Documentos – Arquivar foi escolhida por meio de processo licitatório para realizar o processo digital dos documentos e para isso uma reunião no auditório da SEAD, na manhã desta terça-feira, 29, reuniu todos os diretores e gerentes do órgão para uma apresentação das propostas da consultoria, prazos e formas de execução.

Será reorganizado e selecionados os documentos para a digitalização, além de entrevista com os servidores para obter uma prioridade nos documentos escolhidos, na oportunidade será formalizada a tabela de temporalidade que determina o tempo de validade dos documentos, colaborando com o manual de arquivo que será feito para que os usuários dos documentos tenham uma maior clareza durante a pesquisa dos documentos.

Continue lendo: http://www.arquivar.com.br/sala_imprensa/arquivo-da-sead-sera-digitalizado

Patrimônio Histórico adota arquivo deslizante em Criciúma

Dta de publicação: 23/08/2010

Data de publicação no Blog DA ECI: 29/08/2010

Por Ariadne Niero

Arquivo histórico de Criciúma recebe a partir desta semana a instalação do arquivo deslizante. De acordo com a diretora do Patrimônio histórico de Criciúma, Lisiane Potrikus, o arquivo digital é uma novidade que segue os modelos da Pinacoteca de São Paulo e do Arquivo Municipal de Florianópolis. “O arquivo deslizante evita roubos e cada funcionário tem senha ou chave para acessá-lo”, diz.

O compartimento tem espaço para os documentos encadernados e quadros de pinturas em telas. Um projeto de organização e adequação do arquivo histórico e do Museu Augusto Casagrande está sendo executado por uma equipe da Unesc.

Até o momento foi feita a higienização de todos os jornais desde a década de 50. No local constam 24.531 fotografias de Criciúma. Atualmente, parte do dos documentos estão armazenados de forma inadequada sobre uma prateleira de madeira, expostos a poeira, a umidade, correndo também o risco de serem corroídos pela proliferação de cupins.

Fonte: http://www.engeplus.com.br/conteudo.php?int=noticia&codigo_not=24810

Uma agressão à história

Data de publicação: 26/08/2010

Data de publicação no Blog DA ECI: 29/08/2010

Por Tribuna do Norte

Uma nova versão do Código de Processo Civil está em discussão no Senado. Certamente, haverá polêmica. Mas há pelo menos um artigo que precisa ser modificado desde já: o de número 967, que restaura o antigo artigo 1.275 do atual código, de 1973, que autorizava a eliminação completa dos autos findos há mais de cinco anos, “por incineração, destruição mecânica ou por outro meio adequado”.

O texto atropela a obrigação do Estado de preservar documentos históricos, viola regras arquivísticas básicas e reforça a moda burocrática de limpar o passado destruindo fontes importantes para a memória do país. Se o artigo proposto se transformar em lei, um número incalculável de processos cíveis pode ser destruído. A medida tem antecedentes históricos. Em 1890, Rui Barbosa mandou queimar os documentos referentes aos escravos existentes na Tesouraria da Fazenda, para impedir que ex-senhores insatisfeitos com a abolição reclamassem indenizações.

O acesso aos documentos do Judiciário, sobretudo da área cível, permitiu aos historiadores contornar parcialmente esse ato lesivo, possibilitando recuperar cópias dos registros da propriedade escrava, com dados indispensáveis para o estudo da demografia e da economia escravistas. Além da vida cotidiana das fazendas e engenhos, essa documentação permitiu conhecer melhor as negociações em torno da alforria e reconstituir a atuação de abolicionistas negros radicais, como Luiz Gama, e acabou por redimensionar a história da escravidão e da liberdade no Brasil.

Basta substituir “fazendas e engenhos” por “empresas e fábricas”, “escravo” por “operário” e “abolicionistas” por “sindicalistas” nas linhas acima para se ter a dimensão do estrago que a autorização proposta pelo artigo 967 pode causar.

Continue lendo: http://tribunadonorte.com.br/noticia/uma-agressao-a-historia/158004

Arquivo Público do Estado do Rio de Janeiro. O que sai do baú e cai nas graças do povo

Data de publicação: 29/08/2010

Data de publicação no Blog DA ECI: 29/08/2010

Arquivo Público digitaliza seu acervo e registra aumento da procura: 65,2% a mais de 2008 para 2009

Por Ediane Merola

O acervo do Arquivo Público do Estado, se organizado em linha reta, se estende por 4km.

São textos, mapas, plantas, fotografias, filmes, fitas de áudio e vídeo e microfilmes que contam a história da sociedade fluminense e conduzem por um caminho que leva ao conhecimento de fatos marcantes, ocorridos desde o tempo da Presidência da Província, no século 18. Facilitar o acesso a esses documentos tem sido uma meta da instituição, que nos últimos anos investiu na restauração e digitalização do material e, cada vez mais, atrai o público: no ano passado, o Arquivo Público registrou 4.075 solicitações, um aumento de 65,2% na demanda, em relação a 2008.

Todo o material está disponível para consulta Localizado na Praia de Botafogo 480, o Arquivo guarda preciosidades como o cartaz da campanha para deputado federal do escritor Jorge Amado, de 1947. Nas prateleiras também estão grande parte da documentação da polícia política do estado, como a do Departamento da Ordem Política e Social (Dops), além de papéis do período da escravidão.

Outra joia do acervo é um álbum com cem fotos retratando a construção do Porto do Rio, cujo centenário de fundação é comemorado este ano. O material, que está sendo devidamente tratado e digitalizado, deverá ser transformado em livro e, no momento, aguarda aprovação do projeto para captar recursos através da Lei Rouanet.

— Isso é uma joia. Em todo o país há somente três álbuns com imagens da construção do Porto, cada um deles com fotos diferentes. Os outros dois estão nos arquivos do Senado e da Companhia Docas — disse Paulo Knauss, diretor geral do Arquivo Público.

Todo o material guardado na instituição está disponível para consulta, por meio de agendamento, de segunda à sexta-feira, das 9h às 17h. Os interessados têm que se cadastrar e, dependo do tipo de documento solicitado, é necessário fundamentar o pedido. Isso ocorre, por exemplo, em casos de documentos que contêm informações pessoais. No site estão todas as informações do acervo (www.aperj.rj.gov.br).

Continue lendo: http://archivisticaysociedad.blogspot.com/2010/08/arquivo-publico-do-estado-do-rio-de.html

Argentina celebra el día nacional del archivero

Data de publicação: 27/08/2010

Data de publicação no Blog DA EDI: 28/08/2010

Por Sociedad Colombiana de Archivistas

El Día Nacional del Archivero, que se festejará este sábado en Argentina, rescata la labor de cientos de personas que son guardianes de documentos históricos y refuerzan la memoria de olvidadizos investigadores o periodistas que necesitan datos para su trabajo.

El Día Nacional del Archivero se celebra en recuerdo de la fundación, el 28 de agosto de 1821, del Archivo General de la Nación situado -en la actualidad- en Leandro N. Alem 246 de Capital Federal, con el fin de centralizar los documentos referidos a la historia argentina.

La guarda de documentos no nació con esa medida, ya que previamente los periódicos y bibliotecas locales habían inaugurado sus propios archivos, prosiguiendo con una costumbre ancestral y con la necesidad cultural que tiene el hombre de testimoniar sobre su tiempo.

No obstante, la fundación del Archivo General de la Nación dio paso al nacimiento de la figura del archivero, trabajador que estaría de allí en más encargado de conocer en detalle la ubicación de documentos con peso histórico.

Continue lendo: http://www.scarchivistas.org/argentina-celebra-dia-del-archivero/

Francia levanta el velo de sus archivos de la ocupación nazi

Data de publicação: 25/08/2010

Data de publicação no Blog DA ECI: 28/08/2010

Por Gerardo Lissardy, BBC Mundo, París

Francia se apresta a digitalizar y poner en línea miles de documentos de la Segunda Guerra Mundial, lo que permitirá a cualquiera con acceso a internet indagar quién colaboró con los nazis en esa época oscura del país.

La publicación en la red simplificará el trámite, abriendo el camino para que cualquiera entre a ese universo y se entere, con sólo presionar unas teclas, si algún pariente, vecino o conocido está nombrado en los documentos.

Los expertos opinan que la operación es parte de un proceso reciente de la sociedad francesa para dejar de lado los mitos y engaños sobre la ocupación y la resistencia, y asumir los hechos de la época tal como fueron.

Pero también advierten sobre el riesgo de que el acceso abierto a los archivos lleve a algunos a sacar conclusiones erróneas sobre quiénes delataron a gente o aportaron información comprometedora a la policía.

La digitalización abarcará diversos archivos policiales de París, desde informes generales hasta seguimiento de individuos, transcripciones de interrogatorios o cartas de delación de judíos, comunistas o resistentes

“Son documentos de una importancia crucial”, dijo Denis Peschanski, historiador y director de investigaciones en el Centro Nacional de Investigación Científica (CNRS por sus siglas en francés).

“Muestran, sobre todo, el carácter muy profesional de la policía de París y el papel de la policía francesa durante su colaboración con los ocupantes”, indicó Peschanski a BBC Mundo.

Continue lendo: http://www.bbc.co.uk/mundo/cultura_sociedad/2010/08/100802_nazi_vichy_francia_archivo_colaborador.shtml

Arquivistas do futuro

Data de publicação: 23/08/2010

Data de publicação no Blog DA ECI: 28/08/2010

Por Regina Yoon

A reportagem Futuro Próximo (agosto), mais especificamente o item sobre carreira de gerente de memória institucional, tem gerado um certo burburinho entre os nossos leitores. Os profissionais da área têm razão ao dizer que as competências citadas na matéria, como pesquisar, consolidar e armazenar de forma organizada a memória institucional da empresa, são mais adequadas ao arquivista.

A leitora Ana Suely Pinho Lopes, formada em Biblioteconomia pela Universidade Federal do Ceará e em Arquivologia pela Universidade de Brasília, nos esclarece que é o arquivista que faz a gestão dos documentos físicos e eletrônicos da empresa com o apoio da tecnologia, embora o bibliotecário também trate dos sistemas de informações. Mas vejam o que ela diz sobre o futuro da profissão: “Este profissional está tendo uma grande oportunidade e atuação no mercado à medida em que as organizações vão tomando consciência do poder da informação tratada e organizada, do seu valor estratégico para a tomada de decisão. Como gestora da área de informações, um dos meus grandes desafios hoje é reter profissionais de arquivo, sejam estagiários ou analistas, pois sua importância no mercado já é uma realidade. O futuro é promissor e as oportunidades são imensas.”

Pelo visto, o mercado já está em evidência.

Continue lendo: http://vocesa.abril.com.br/blog/leitor-sa/sem-categoria/arquivistas-do-futuro/

TJMA vai utilizar a certificação digital em documentos eletrônicos

Data de publicação: 24/08/2010

Data de publicação no Blog DA ECI: 28/0/2010

Por  Tribunal de Justiça do Maranhão

A partir de outubro deste ano, os documentos administrativos e judiciais do Tribunal de Justiça serão assinados eletronicamente, por meio de certificação digital. O presidente do Tribunal de Justiça, Jamil Gedeon, testou nesta terça-feira, 24, o equipamento e o cartão magnético que lhe permitirão a assinatura digital e o acesso a sistemas eletrônicos de órgãos que utilizam essa tecnologia, a exemplo da Receita Federal.

O objetivo da certificação digital é dar validade jurídica às transações realizadas no meio eletrônico e a assinatura funciona de forma semelhante ao processo de reconhecimento de firmas nos cartórios, garantindo a veracidade da assinatura de determinada pessoa.

O Judiciário maranhense recebeu do Banco do Brasil a doação de 2.500 kits de certificação digital, que servirão para autenticar a assinatura de magistrados de 1º e 2º graus, diretores e coordenadores

Continue lendo: http://www.internetlegal.com.br/2010/08/tjma-vai-utilizar-a-certificacao-digital-em-documentos-eletronicos/

Empresas investem em memória corporativa

Data de publicação: 24/08/2010

Data de publicação No Blog DA ECI: 27/08/2010

Arquivistas e museólogos são profissionais mais procurados

Por Maria Carolina Nomura, iG São Paulo |

A história de uma empresa também faz parte de seu patrimônio. Prova disso que é grandes empresas investem uma parte considerável de seu orçamento no cuidado de sua memória corporativa.

A indústria da alimentos Bunge, por exemplo, reserva cerca de R$ 700 mil anuais para manter o Centro de Memória da companhia, que reúne mais de 600 mil imagens, milhares de documentos e filmes. A Unilever tem uma equipe especial para cuidar de seu Centro de História, criado em 2001.

Para o arquivologista Charlley Luz, professor da pós-graduação em gestão de documentos da Fundação Escola de Sociologia e Política de São Paulo (FESP-SP), as informações precisam de um cuidado especial e não podem, simplesmente, serem arquivadas.

Método

“Elas precisam ser selecionadas, classificadas, organizadas e descartadas. Cada informação tem um tempo de vida útil, algumas são arquivadas por determinado período de tempo, por questões legais. Outras são consideradas históricas e devem ser guardadas para sempre”, explica.

O papel do arquivista profissional é, segundo Luz, entender todo este cenário: quais são as informações que podem ser descartadas, quando podem ser destruídas ou quando devem ser recolhidas para o arquivo permanente.

“Guardar todas as informações geradas criaria um caos onde não se conseguiria encontrar a informação necessária. Por isso, existe a necessidade deste tratamento técnico, como é chamada a classificação, indexação, descarte e guarda permanente de informações e documentos nas empresas”, comenta.

Outros profissionais que são requeridos nos setores de memória corporativa são bibliotecário, historiador e museólogo, por exemplo.

Fonte: http://economia.ig.com.br/carreiras/empresas+investem+em+memoria+corporativa/n1237758569752.html

Blog de Diplomática e Tipologia é indicado ao prêmio FRIDA 2010

Data de publicação: 23/08/2010

Data de publicação no Blog DA ECI: 27/08/2010

O Blog de Diplomática e Tipologia da UnB está concorrendo ao prêmio lançado pelo Fundo Regional para a Inovação Digital na América Latina e Caribe (FRIDA).

O FRIDA anuncia o lançamento do prêmio FRIDA/eLAC2010, que procura reconhecer as iniciativas de pesquisa e inovação digital que mais tenham contribuído para o desenvolvimento da Sociedade da Informação na América Latina e o Caribe nos últimos anos.

Com esta chamada, os candidatos poderão receber um prêmio em dinheiro e a oportunidade de apresentar o seu projeto na Terceira Conferência Ministerial sobre a Sociedade da Informação na América Latina e Caribe, que será realizada de 21 a 23 de novembro de 2010 em Lima, Peru.

Um mecanismo de votação on-line (ver link: http://premiofrida.org/por/projects) permitirá identificar as propostas de maior impacto. Cada requerente deve divulgar sua aplicação a fim de obter votos dos seus pares, usando a mídia social como o Twitter (hashtag: # premiofrida). As nominações e a votação pública estarão abertas até 16 de outubro de 2010. As iniciativas mais votadas irão à fase final, onde uma comissão de peritos independentes, será responsável por avaliar as diferentes iniciativas e identificar os vencedores.

Mais importante do que “ganhar” é ter uma votação expressiva, capaz de colocar esse tipo de estratégia didática na “crista da onda” para que os atuais sistemas arcaicos de ensino possam ser atualizados em face das novas TIC’s e para que a tão necessária discussão da autenticidade diplomática possa, efetivamente, ultrapassar os limites da sala de aula e ajudar a sociedade como um todo. Quantos não foram os posts que mostraram a ação fraudulenta, lesiva ao cidadão comum, que poderia ser evitada com conhecimentos básicos de diplomática?

Acesse  aqui o link http://premiofrida.org/spa/projects/view/36 e vote no blog de diplomática da UnB para a divulgação de um novo modo de aprender e para uma ampla divulgação do papel ativo dos arquivistas na sociedade da informação.

Para mais informações:

Prêmio Frida:

http://www.programafrida.net/pt/index.html

Blog de diplomática:

http://diplomaticaetipologia.blogspot.com/

link para votar no blog:

http://premiofrida.org/spa/projects/view/36

Fonte: http://www.cid.unb.br/22/M0011000.asp?txtInformativo=SIM&txtID_ITEM=1565&txtID_SETOR=22&txtTIPO_OPERACAO=NOTICIA

Após secar 220 mil folhas, Fórum se torna digital

Data de publicação: 21/08/2010

Data da publicação no Blog DA ECI: 21/08/2010

Por Silvana Losekann

A Justiça voltou ao normal em São Luís do Paraitinga. Engolido pela água e pelo barro na enchente de janeiro, o Fórum da cidade termina na próxima semana a digitalização das 220 mil folhas dos 2,1 mil processos. O trabalho de recuperação dos documentos conseguiu salvar 80% dos volumes – os demais devem se refeitos até setembro.

Símbolo da volta ao normal é o fato de no dia 16 os prazos processuais terem sido restabelecidos. Assim, as partes dos processos voltaram a poder receber intimação por meio do Diário Oficial. Com o trabalho de tornar digital os processos, o Fórum de Paraitinga se tornou o primeiro do Estado a ter tanto os casos novos quanto os antigos disponíveis para consulta na internet.

Durante a enchente, as águas chegaram até quase o teto do segundo andar do prédio. Os processos mais finos se desmancharam na água e no lodo. Os mais volumosos se salvaram graças à intervenção rápida comandada pela diretora, a juíza Renata Martins de Carvalho Alves.

Continue lendo: http://www.defender.org.br/sao-luis-do-paraitingasp-apos-secar-220-mil-folhas-forum-se-torna-digital/

Portal Português de Arquivos

Data de publicação: 19/08/2010

Data de publicação no Blog DA ECI: 21/08/2010

Com o objetivo de interligar diversas instituições de arquivo portuguesas e disponibilizar seus instrumentos de pesquisa na internet, surgiu a Rede Portuguesa de Arquivos (RPA). Os arquivos que aderirem à Rede se comprometem a garantir o acesso a suas descrições através do Portal Português de Arquivos (PPA).

Projeto da Direcção Geral de Arquivos, demorou 3 anos para ser desenvolvido, num investimento de 500 mil euros (cerca de 1 milhão de reais).

Até o momento, 16 instituições estão integradas ao Portal, entre elas o Arquivo Nacional da Torre do Tombo, disponibilizando mais de 700 mil registros para pesquisa. O Portal não substitui os repositórios das instituições, mas funciona como uma plataforma que redireciona os usuários para os mesmos.

Continue lendo: http://arquivonline.blogspot.com/2010/08/portal-portugues-de-arquivos.html

Gabinete Civil e Iphan definem ações para nova sede

Data de publicação: 05/08/2010

Data de publicação no Blog DA ECI: 07/08/2010

Dando continuidade às ações pontuais que visam estruturar o Arquivo Público de Alagoas, o secretário-chefe do Gabinete Civil, Álvaro Machado, recebeu na tarde desta quarta-feira (4) representantes do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) e do Arquivo Público de Alagoas (APA). A reunião abordou questões estruturais, organizacionais e administrativas sobre a nova sede do Arquivo Público, localizada no bairro de Jaraguá.

Durante o encontro, foram discutidas ações como a entrega do prédio, inauguração, responsabilidade de conservação, análise sobre assinatura de contrato e convênios, transferência e condições do acervo, aquisição do mobiliário e conexão de internet.

A segurança da documentação que ficará disponível no prédio e da população foi um dos assuntos abordados durante a reunião. “Considerando a nova fase do Arquivo Público de Alagoas, bem como a necessidade da segurança da população e dos acervos documentais do Estado, será montado um forte esquema de segurança. Para isso, contaremos com policiamento e a ajuda de uma empresa privada para a instalação de câmeras de vídeo”, garantiu Álvaro Machado.

Desde que passou a ser ligado ao Gabinete Civil, o Arquivo Público de Alagoas vem passando por uma série de ações que visam estruturar e dar condições para que sua função de guardar e preservar livros e documentos relativos à vida administrativa de Alagoas seja cumprida com a excelência necessária.

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Novo centro de documentação pretende impulsionar investigação sobre Nietzsche

Data de peblicação: 05.08.2010

Dta de publicação no Blog DA ECI: 06/08/2010

O edifício finalizado ao lado da residência materna de Nietzsche, em Naumburg, deverá abrigar o maior acervo bibliográfico particular sobre a recepção desse pensador que viria a marcar profundamente o século 20.

Por Simone Lopes

A obra do filósofo alemão Friedrich Nietzsche (1844-1900) vai ganhar mais um espaço de investigação com a planejada abertura do Centro de Documentação Nietzsche (Nietzsche-Dokumentationszentrum) em Naumburg, em outubro próximo.

A iniciativa surgiu em 2000, centenário da morte do filósofo, quando a cidade de Naumburg – onde Nietzsche passou grande parte de sua vida – recebeu a oferta de adquirir a biblioteca do germanista norte-americano Richard Frank Krummel, considerada a maior coleção particular sobre a recepção desse filósofo no espaço de língua alemã.

A aquisição do acervo Krummel foi o ponto de partida para a fundação do centro de documentação, que será instalado em um novo edifício ao lado da Casa Nietzsche, em Naumburg.

Segundo Ralf Eichberg, codiretor do centro de documentação, o volume do novo acervo bibliográfico – que se estenderá por 520 metros quadrados – não poderia ser abrigado no museu-casa, que deverá ser mantido intacto para visitas públicas.

O novo edifício, construído ao lado da residência materna de Nietzsche, está praticamente finalizado. “Hoje ou amanhã os andaimes deverão ser desmontados”, declarou Eichberg à Deutsche Welle nesta quinta-feira (05/08).

Continue lendo: http://www.dw-world.de/dw/article/0,,5870670,00.html

A banalização da homenagem

Data de publicação: 02/08/2010

Data de publicação no Blog DA ECI: 02/08/2010

A controvérsia iniciada por um grupo de historiadores locais, sobre a conveniência ou não de mudar o nome do Arquivo Histórico de Joinville, traz à tona a prática de banalizar tudo. É comum em sociedades como a nossa homenagear as pessoas dando o seu nome a determinados bens públicos. Como a prática tem se popularizado tanto e as obras públicas têm escasseado cada vez mais, estamos frente a situações cômicas.

Como é a de aproveitar as reformas para trocar os nomes – nomes, aliás, que a população sabiamente ignora, numa prova a mais da sua sabedoria e tino. Entre as últimas propostas, está a de dar ao pórtico de Joinville o nome de um conhecido político. Provavelmente já deve tramitar na Câmara de Vereadores algum projeto de lei, para que a calçada do 62º BI, aproveitando a sua reforma, receba o nome de “Boulevard da Infantaria” ou qualquer proposta parecida. A banalização tem chegado ao ponto que ninguém deve se surpreender se cada novo poste passar a receber a denominação de algum vizinho ilustre da rua ou de algum importante cabo eleitoral.

Não está em discussão a necessidade, justa e meritória, de reconhecer a contribuição que dezenas de cidadãos têm dado e continuam a dar em prol desta cidade. Porém, a banalização leva irreversivelmente ao demérito, as homenagens são tantas, a facilidade com que se outorgam títulos, comendas e medalhas é tanta, que a sensação que acaba ficando é de que o mérito dos homenageados é menor.

Continue lendo: http://www.clicrbs.com.br/anoticia/jsp/default2.jsp?uf=2&local=18&source=a2991209.xml&template=4187.dwt&edition=15212&section=892

Centros para recuperar a memória corporativa criam oportunidades

Data de publicação: 23/07/2010

Data de publicação no Blog DA ECI: 26/07/2010

Por Jacilio Saraiva

“Mercado de trabalho: Empresas investem na valorização de seu patrimônio cultural e contratam profissionais especializados em museologia, história, arquivologia e biblioteconomia.

Cada vez mais empresas têm se preocupado em criar centros de memória para guardar documentos, objetos, fotos e imagens que contam a história da organização. Assim, um novo mercado de trabalho começa a ganhar força, principalmente para profissionais das áreas de museologia, história, arquivologia e biblioteconomia. Os núcleos têm equipes enxutas e, no Brasil, pelo menos 15 corporações como Bunge, Unilever e Bosch mantém investimentos com essa finalidade.

Para Dalva Marques, diretora da Asap, consultoria que recruta executivos de média gerência, os profissionais que trabalham em centros de memória empresariais começam a ganhar maior visibilidade no mercado. “Mais organizações estão enxergando as iniciativas de valorização da história empresarial como parte de uma estratégia para mostrar valores culturais, sociais e históricos”, analisa. “Os colaboradores se identificam e os acervos podem fazer parte de uma política de retenção de talentos. Ao mesmo tempo, é possível atrair pessoas alinhadas com essa cultura organizacional.”

Os profissionais precisam ser capazes de atuar na gestão de informações e de ações internas como orientação a pesquisas, organização de visitas, exposições, palestras e até iniciativas de integração de novos funcionários. Segundo Lygia Rodrigues, diretora da Grifo Projetos Históricos, que desenvolve projetos para a Unilever e para o Metrô de São Paulo, as empresas que desenvolvem centros de informação histórica são, geralmente, de grande porte, têm mais de 30 anos de atividade e estão em um estágio avançado na área de responsabilidade social corporativa. Até o fim do ano, a Grifo espera fechar até três novos contratos de formação e manutenção de centros corporativos.

O Centro de Memória Bunge, de uma das principais empresas de agronegócio e alimentos do país, reúne mais de 600 mil imagens, 1,3 mil caixas de documentos, 3 mil peças de filmes e 100 horas de depoimentos de funcionários. “O acervo conta a trajetória da indústria e do agronegócio brasileiros, com informações sobre arquitetura, design, marketing e propaganda, a partir da história da Bunge”, explica Cláudia Calais, gerente de responsabilidade social da Fundação Bunge, que coordena a unidade. O investimento anual para a manutenção do centro é de cerca de R$ 700 mil.

Continue lendo: http://crb8sp.blogspot.com/2010/07/centros-para-recuperar-memoria.html

CAFÉ JC: TERESA: O Arquivo não deve ser um mero guardador de memórias de Rio Claro

Data de publicação: 25/07/2010

Data de publicação no Blog DA ECI: 26/07/2010

Carla Hummel, Marcelo Lapola e Rodrigo Salles, Teresa veio para a entrevista acompanhada do analista administrativo do Arquivo Municipal, Onivaldo Dagnolo.
Teresa explica que Rio Claro foi uma das cidades pioneiras na criação de um arquivo municipal. “A maioria das cidades do Estado não tem seus arquivos. São apenas cerca de 20 delas que têm. O nosso foi pioneiro, criado em 1979 por Ana Maria Camargo. Seu trabalho foi reconhecido internacionalmente, uma referência”, explicou Teresa.

DIGITALIZAÇÃO

Teresa disse que o Arquivo já procura empresa especializada para fazer a digitalização de parte do acervo do Arquivo. Segundo ela, é preciso estabelecer um planejamento e um modo de organização especial desses documentos, para que se possam estabelecer mecanismos de busca eficientes. “De nada adianta digitalizar os documentos se não houver um mecanismo de busca eficiente. Do contrário, muita coisa se perde também no meio digital”, analisou.

A superintendente disse que a intenção é começar o processo de digitalização pelo Acervo Plínio Salgado, que reúne, além de outros documentos, mais de 113 mil páginas de cartas manuscritas pelo fundador do Integralismo. “São preciosidades. Curioso é que o Plínio fazia cópias em carbono de todas as cartas que respondia, e guardava essas cópias também. Hoje, o Fundo Plínio Salgado está organizado por ano. Mas, para se digitalizar, vai ser preciso organizar por assunto”, explicou a superintendente.

Teresa contou que muitos pesquisadores de todas as partes do Brasil e do mundo, interessados na história do movimento integralista, recorrem ao Arquivo de Rio Claro.

ESTRUTURA

Teresa disse que a estrutura física onde hoje está o Arquivo é adequada, mas já está pequena. “Precisaríamos de mais um galpão. Com essa nossa nova estratégia de tornar o Arquivo mais acessível, temos recebido muitas doações de documentos, fotos e outros materiais”, disse.

Segundo ela, do ponto de vista administrativo, o Arquivo hoje conta com uma equipe motivada e que o problema do número reduzido de funcionários deverá ser solucionado. “Temos uma equipe de cinco funcionários e contamos também com outros servidores cedidos por outras secretarias da prefeitura. Agora irão entrar mais oito servidores que passaram no concurso. Foi uma determinação do Tribunal de Contas, que procuramos cumprir. Afinal, o Arquivo é uma autarquia e precisa contar com servidores contratados por meio de concursos”, disse.

Logo que assumiu a autarquia, Teresa conta que procurou ver os pontos mais frágeis que precisavam ser resolvidos, e desde o início colocou em prática o objetivo de fazer do Arquivo uma instituição mais “viva” aos olhos da população. “Tivemos que trabalhar um novo conceito para o Arquivo e fazer com que ele mostrasse mais a sua cara para a população. Criamos o Batepapo Cultural, o Portal Memória Viva, restabelecemos a revista do Arquivo, a agenda, ou seja, inserimos o Arquivo de volta na comunidade”, enfatizou.

Com essa estratégia, segundo ela, as pessoas passaram “a confiar mais no Arquivo e a nos procurar para fazer suas doações de materiais para o acervo”.

Continue lendo: http://jornalcidade.uol.com.br/rioclaro/ultima-pagina/cafe_jc/63352-CAFe-JC:-TERESA:-O-Arquivo-nao-deve-ser-um-mero-guardador-de-memorias-de-Rio-Claro

Los archivos de la dictadura militar se pudren en un edificio de Brasilia

Data de publicação: 03/07/2010

Data de publicação no Blog DA ECI: 04/07/2010

Solo un 5% de los documentos han podido ser estudiados, según un historiador

JUAN ARIAS

La alarma la dio el diario Folha de Sâo Paulo el pasado 27 de junio: los 35 millones de folios (cinco kilómetros si se les colocara apilados), de documentos secretos de la dictadura militar de Brasil (1964-1985) están pudriéndose en un viejo edificio de Brasilia. Hay goteras por doquier que mojan las bolsas de basura que contienen los documentos. Aparte de la humedad, hay riesgo de incendio y, sobre todo, de pérdida o desaparición de los papeles. Los documentos de la historia más oscura y triste de Brasil se encuentran allí, en ese viejo edificio que parece más un trastero que un archivo, desde 1999.

Carlos Fico, catedrático de Historia y director del Departamento de Metodología de la Historia de la Universidad federal de Rio de Janeiro, es uno de los mayores investigadores del periodo de la dictadura militar. Él fue quien dio la primera voz de alarma. “Los documentos corren un serio peligro. Están en un edificio precario, donde no hay posibilidades de que sean clasificados como en un verdadero archivo, como yo mismo he podido observar”, dice.

Aparte del estado de conservación de los documentos, Fico y su equipo de investigadores ven casi tan grave la dificultad que hay para acceder a éstos. A pesar de que los papeles comenzaron a ser consultados durante el Gobierno de Fernando Henrique Cardoso (1995-2003), ha sido mínimo el avance en la apertura de los archivos en los últimos ocho años, durante los dos mandatos de sucesor, Luiz Inácio Lula da Silva, que están a punto de acabar. Los historiadores afirman que solo han podido analizar un 5% de los millones de documentos guardados.

Continue lendo: http://www.elpais.com/articulo/internacional/archivos/dictadura/militar/pudren/edificio/Brasilia/elpepuint/20100703elpepiint_10/Tes

Acervo guarda a memória da UFPE

Data de publicação no Blog DA ECI: 04/07/2010

Ana Cláudia Dolores

Em janeiro de 1936, o empresário, político e jornalista Francisco de Assis Chateaubriand passava da condição de professor susbtituto do curso de doutorado da Faculdade de Direito do Recife para exercer o cargo de catedrático de direito romano na instituição que, dez anos depois, integraria a Universidade do Recife, a atual Universidade Federal de Pernambuco (UFPE). O registro do título de nomeação do ilustre servidor público foi assinado pelo então presidente da República, Getúlio Vargas, numa época em que o Rio de Janeiro ainda era o centro do poder do país. Essas informações bem que poderiam estar escritas num livro de história, mas foram retiradas de documentos disponíveis no arquivo geral da universidade, que fica no campus na Cidade Universitária.

Pouca gente sabe, mas em meio a processos administrativos e relatórios técnicos está toda a memória de um centro acadêmico, com documentos que ajudam a contar a história de alunos, professores e demais funcionários que passaram por lá. Curiosidades, como o contracheque do primeiro reitor da UFPE, Joaquim Ignácio de Almeida Amazonas, que ocupou o cargo de 1946 a 1958. Na época, a vida funcional de cada servidor era registrada num único livro, uma espécie de dossiê administrativo com os salários recebidos, os dias não trabalhados, as viagens realizadas.

Nesse exemplar, é possível verificar, por exemplo, as vezes em que Chateaubriand foi destacado do quadro da universidade para ficar à disposição do governo federal. “Muitos enxergam o arquivo apenas pelo viés administrativo, mas há muita história aqui. É uma fonte de pesquisa”, ressalta o diretor do Arquivo Geral, Eraldo Bezerra, contando que, por mês, apenas duas pessoas, em média, procuram o arquivo com essa finalidade. A maior demanda é de desarquivamento de processos, alcançando a média de 60 pedidos mensais.

Continue lendo: http://www.diariodepernambuco.com.br/2010/07/04/urbana4_0.asp

Servidores acusam governo de omissão sobre conservação de acervo da ditadura

Data de publicação: 30/06/2010

Data de publicação no Blog DA ECI: 01/07/2010

FILIPE COUTINHO
LUCAS FERRAZ

A Associação dos Servidores do Arquivo Nacional acusa o governo federal de se omitir em relação à conservação dos arquivos da ditadura militar guardados no prédio do órgão em Brasília.

Em nota, a entidade diz que o governo é alertado há mais de um ano sobre as condições dos documentos. Como a Folha mostrou, cerca de 35 milhões de folhas estão armazenadas em lonas ou sacos de lixo, sob goteiras e infiltrações.

“Há mais de um ano os servidores cobram dos dirigentes providências para os problemas do prédio. Os funcionários não são coniventes com isso e inúmeros relatórios técnicos e denúncias foram encaminhados por servidores preocupados e impotentes diante da situação, para as autoridades devidas, que não tomaram providências”, diz a nota.

Segundo a entidade, os servidores que cobraram melhorias no prédio do Arquivo Nacional sofrem pressão do governo. “O presidente da associação e outro diretor sofrem um processo administrativo por terem feito críticas à gestão do órgão durante uma assembleia. A administração repete práticas da ditadura de atacar entidades e lideranças sindicais para amordaçar críticas”, afirma a Associação dos Servidores do Arquivo Nacional.

A entidade questiona ainda a vontade política do governo em abrir os arquivos da ditadura. “É esta gestão, que persegue servidores e deixa os acervos expostos aos riscos mostrados pela Folha, que está encarregada de abrir os arquivos da ditadura?”, afirma o texto.

Segundo a coordenação-geral da administração do Arquivo Nacional, Renato Diniz, o órgão vem fazendo melhorias na estrutura do prédio. “Os problemas relatados são pedidos de melhoria de infraestrutura, coisas como telefonia, melhorias nos banheiros, ar condicionado. A gente vem, pouco a pouco, fazendo essas melhorias. O que sobra de dinheiro para investimento é muito pouco e a gente faz o possível”, afirma.

Renato Diniz nega que o Arquivo Nacional faça perseguição a servidores que criticam a direção. “Isso é mentira. O processo foi aberto porque a assembleia foi em prédio público e é preciso tomar certos cuidados. É obrigação da administração apurar uma ofensa moral. Não há nenhuma retaliação”, diz.

Continue lendo: http://www1.folha.uol.com.br/poder/759642-servidores-acusam-governo-de-omissao-sobre-conservacao-de-acervo-da-ditadura.shtml

Quince países europeos digitalizan sus archivos para compartirlos en la Red

Data de publicação: 29/06/2010

Data de publicação no Blog DA ECI

León, 29 jun (EFE).- El Portal Europeo de Archivos y Documentos APEnet permitirá el acceso a través de internet a 16 millones de páginas en el 2011, según declaró a EFE el director general del Libro, Archivos y Bibliotecas, Rogelio Blanco, quien presidió hoy en León una reunión de trabajo con técnicos de quince países.

El Instituto Español de Tecnologías de la Comunicación (INTECO), dirige este proyecto europeo que reúne los archivos digitales de los distintos estados, y cuyo desarrollo técnico fue revisado hoy.

Los técnicos responsables de los archivos analizaron hoy en grupos de trabajo la puesta en marcha del proyecto y mañana celebrarán una sesión plenaria, con la que se clausurará este encuentro internacional, en el que se han conocido las soluciones técnicas, implementadas por INTECO, para una “interoperabilidad de los archivos de los distintos países”.

Para Rogelio Blanco, esta puesta en común de recursos archivísticos es importante para la construcción europea: “Compartir los archivos -dijo- es compartir la memoria de Europa”.

APEnet, o Portal Europeo de Archivos, es un proyecto que coordina España a través del Ministerio de Cultura y que, con el apoyo de la Comisión Europea, pretende dar un acceso unificado y libre a los documentos y archivos digitalizados de quince países europeos.

Continue lendo: http://archivisticaysociedad.blogspot.com/2010/06/quince-paises-europeos-digitalizan-sus.html

Cartórios perdem documentação

Data de publicação: 25/06/2010

Data de publicação no Blog DA ECI: 29/06/2010

Renata Mariz

As enchentes que desabrigaram mais de 110 mil pessoas também destruíram documentos fundamentais para a população de Alagoas e de Pernambuco. Pelo menos sete cartórios, até ontem, haviam anunciado que perderam o próprio acervo, parcial ou integralmente. O número do estrago, de acordo com o presidente da Associação dos Notários e Registradores (Anoreg), é muito maior. “Como vários municípios estão sem energia e sem telefone, não conseguimos fazer um balanço ainda”, disse o presidente da entidade em Alagoas, Manoel Iran Malta. Com a perda dos documentos, Malta prevê futuros problemas, especialmente em relação à propriedade de imóveis.

“Se a pessoa tem o documento, não há problema. O cartório refaz o registro. Mas veja que muitas pessoas perderam tudo também. E se alguém estende, de má-fé, o limite de sua propriedade além do que, de fato, era? Sinceramente não sei como vamos resolver esses problemas. Já até fiz consulta a órgãos como o Tribunal de Justiça daqui para nos ajudar”, afirmou Malta. Dos cartórios atingidos pelas enchentes, a pior situação é de Murici, a 48km de Maceió. O prédio térreo foi derrubado pelas águas e toda a papelada, destruída. Procurações, escrituras, registros de imóveis, entre outros documentos, perderam-se para sempre.

Continue lendo: http://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia182/2010/06/25/brasil,i=199376/CARTORIOS+PERDEM+DOCUMENTACAO.shtml

e-ARQ Brasil versão completa com os metadados

Data de publicação: 16/06/2010

Data de Publicação no Blog DA ECI: 28/06/2010

Conarq

O Conselho Nacional de Arquivos – CONARQ está disponibilizando em seu site a Resolução nº 32, que Dispõe sobre a inserção dos Metadados na Parte II do Modelo de Requisitos para Sistemas Informatizados de Gestão Arquivística de Documentos – e-ARQ Brasil.

O e-ARQ Brasil é uma especificação de requisitos a serem cumpridos pela organização produtora/recebedora de documentos, pelo sistema de gestão arquivística e pelos próprios documentos, a fim de garantir sua confiabilidade e autenticidade, assim como sua acessibilidade. Especifica todas as atividades e operações técnicas da gestão arquivística de documentos, desde a produção, tramitação, utilização e arquivamento até a sua destinação final.

Continue lendo: http://www.conarq.arquivonacional.gov.br/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm

1° Encontro de Profissionais de Arquivo, realizado em parceria com a UEPB, agregou um grande público

Data de publicação: 14/06/2010

Data de Publicação no Blog DA ECI: 18/05/2010

Com a presença de cerca de 200 estudantes e profissionais de Arquivologia e áreas afins, foi realizado nos dias 11 e 12 de junho, o 1º Encontro Paraibano de Profissionais de Arquivo, que teve como tema “A importância da prática dos profissionais de Arquivo para o desenvolvimento da arquivologia paraibana”. O evento foi promovido pela Universidade Estadual da Paraíba em parceria com a Universidade Federal da Paraíba e o Grupo de Estudos em Arquivística e Sociedade (GEAAS), que reúne estudantes e professores da UEPB e UFPB.

A abertura do evento, que aconteceu na última sexta-feira (11) à noite, contou com uma apresentação cultural de flautistas que interpretaram clássicos da música nordestina. Em seguida, foi formada a mesa de abertura, com a presença da coordenadora do curso de Arquivologia da UEPB, professora Jaqueline Echeverría Barrancos; a professora do curso de Arquivologia da UEPB, Gabriela Almeida; da coordenadora do curso de Arquivologia da UFPB, Rosa Zuleide de Brito; da representante do GEAAS/UEPB, Francinete de Sousa; da professora Maria Meriane Rocha, do GEAAS/UFPB; da representante do Departamento de Ciência da Informação da UFPB, professora Edna Gomes Pinheiro, e da representante da UFPB, Juliana Teixeira e Silva

Após a mesa de abertura, o Encontro teve início com um debate sobre arquivos públicos, que contou com a presença da arquivista da UEPB, Hilza Cavalcante, a arquivista da UFPB, Ana Andréia de Amorim, a responsável pelo arquivo público estadual, Esmeralda Sales e a representante do arquivo da prefeitura municipal de João Pessoa, Aurora Dantas.

Continue lendo: http://www.uepb.edu.br/index.php?option=com_content&view=article&id=927&catid=927&Itemid=410

Sua Profissão: Saiba mais sobre Arquivologia

“A profissão é regulamentada há muitos anos, desde 1968. Porém, só em 1998 começamos a ter o curso de Arquivologia na Bahia”. O contexto social apresentado pela professora Aurora Freixo, coordenadora do curso na Universidade Federal da Bahia (Ufba), esclarece um pouco o por quê de tanta gente desconhecer ou ter curiosidade sobre o que é e o que faz um profissional do ramo. É comum ouvir pessoas confundindo o papel do bibliotecário com o do arquivista. Mas para quê serve o profissional especializado em arquivos, afinal?

“A gente é multiuso”, diz o graduando em Arquivologia no Instituto de Ciências da Informação (ICI) da Ufba Rafael Botelho, 26, que trabalha no Arquivo Público da Bahia na área de Tecnologia da Informação. Um dos pontos fortes do curso, destacado por ele e por suas colegas Fernanda Linhares, 22, e Lorena Macambira, 21, é exatamente o leque de opções de trabalho para o profissional. Restauração de documentos, gerenciamento de conteúdo, consultoria, transcrição de arquivos, avaliação de documentação das organizações, levantamento de dados e indexação são algumas das funções lembradas por eles.

Para isso, o estudante precisa ter algumas características específicas, como enumera a coordenadora do curso: organização, saber lidar com tecnologias, ter consciência da responsabilidade da profissão, senso crítico e boa capacidade de criar e executar políticas de gerenciamento.

Muitas dessas funções acabavam sendo exercidas pelos bibliotecários, lembra a professora Aurora. Porém, nos últimos anos o que se tem percebido é um crescimento da área no que diz respeito à procura de profissionais especializados em lidar com arquivos, seja em empresas públicas ou privadas.

Continue lendo: http://www.redeeduca.com.br/noticias.php?pagina=Noticias&idNoticia=410&acao=Ver

Pesquisadores em Arquivologia criam sociedade científica

Data de publicação: 09/06/2010

Data de publicação no Blog DA ECI: 18/06/2010

Encontro de três dias na UnB reuniu profissionais de todo o país e terminou com articulação política para a criação da Associação Brasileira de Ensino e Pesquisa em Arquivologia

Érica Montenegro – Da Secretaria de Comunicação da UnB

Depois de três dias de encontro na Universidade de Brasília, professores, alunos e pesquisadores de Arquivologia de todo o país decidiram criar uma sociedade científica sobre o assunto. A 1° Reunião Brasileira de Ensino e Pesquisa em Arquivologia terminou nesta quarta-feira, 9 de junho, com o compromisso assumido pelos participantes de aumentar a articulação entre os pesquisadores da área e fortalecer este campo do conhecimento.

Para elaborar as bases para a criação da sociedade científica foi criado um grupo de trabalho. Também foi criado um grupo de trabalho para encaminhar as questões relativas à criação de um mestrado em Arquivologia. Os pesquisadores definiram, ainda, local e data da próxima Reunião Brasileira de Ensino e Pesquisa. Será em 2011 no Rio de Janeiro. “Foi muito importante para aumentarmos a articulação e prepararmos a criação dos cursos de pós-graduação na área”, avaliou Georgete Medleg Rodrigues, presidente da comissão organizadora do evento e professora da Faculdade de Ciência da Informação da UnB.

Atualmente, existem 15 cursos de graduação em Arquivologia no Brasil, mas não há programas de pós-graduação na área. “Temos de defender as teses e dissertações em outras áreas do conhecimento, o que diminui a visibilidade da Arquivologia como ciência”, explicou a professora da UnB Angélica Alves da Cunha Marques. Desde a iniciação científica, ela estuda a produção científica sobre Arquivologia.

Continue lendo: http://www.unb.br/noticias/unbagencia/unbagencia.php?id=3455

Um pouco sobre Arquivologia na Mídia

São freqüentes na mídia as reportagens que buscam orientar estudantes

sobre qual  curso de graduação escolher. Outras trazem informações que

vão além da universidade, e apresentam um panorama da profissão, com as

principais funções que o profissional exerce depois de formado.

Estas matérias são uma fonte de informação valiosa para àqueles que estão

prestes a fazer vestibular, e tem que escolher a profissão que irão exercer

para o resto de suas vidas (mentira, nunca é tarde para se trocar de profissão).

O ideal é que além de levantar o maior número possível de informações sobre o

curso, o vestibulando analise a grade curricular e encontre no programa das

disciplinas, conteúdos que lhe interessam. Isto evita a frustração de entrar

num curso esperando receber conteúdo X, e acabar recebendo  Y.

Continue lendo:

http://arquivonline.blogspot.com/2010/06/um-pouco-sobre-arquivologia-na-midia.html

Direção da Arquivologia divulga nota sobre pesquisa

Documento critica matéria publicada pelo Portal da Unb sobre estudo de

mestrado que aponta algumas deficiências do curso

Nota do Curso de Arquivologia da Universidade de Brasília a respeito da matéria veiculada no portal da Universidade, no dia 29 de abril, intitulada Curso de Arquivologia não atende exigências do mercado:

Causou-nos estranheza e espanto que o Curso de Arquivologia da UnB, com um corpo docente composto majoritariamente de doutores, com experiência em diversas instituições públicas, produção científica relevante, atuações em comitês técnicos e conselhos editoriais; que realiza plenamente atividades de ensino, pesquisa e extensão, propiciando debates e reflexões sobre o campo de conhecimento e de atuação da Arquivologia numa perspectiva interdisciplinar e que vem sendo considerado, por anos consecutivos, um Curso 5 Estrelas pelo Guia do Estudante abril, tenha sido objeto de uma matéria publicada no Portal da UnB que contraria toda a sua história.

Baseada na dissertação defendida por Flávia Oliveira no Programa de Pós-Graduação em Ciência da Informação da UnB, na matéria interpreta erroneamente alguns dados e – o que é também grave – faz inferências que não coincidem com as conclusões da autora.  Toda argumentação da matéria, para justificar o seu título, é construída com afirmações equivocadas sobre diversos aspectos, alguns dos quais enumerados a seguir:

Continue lendo: http://www.unb.br/noticias/unbagencia/unbagencia.php?id=3268

Curso de Arquivologia não atende exigências do mercado

Pesquisa identifica exigências do mercado não ensinadas pela UnB e

aponta defasagem do currículo e insatisfação dos empregadores

Francisco Brasileiro
Repórter da Secretaria de Comunicação da UnB

Os formandos de Arquivologia da Universidade de Brasília estão despreparados para o mercado de trabalho. Dissertação defendida pela pesquisadora Flávia Oliveira na área de Ciência da Informação mostra que pelo menos quatro atividades exigidas na prática da profissão não são exploradas em nenhuma das disciplinas oferecidas pelo curso. Não bastasse isso, o currículo adotado pela UnB para a formação de arquivistas está defasado em 26 anos. Os avanços tecnológicos, por exemplo, que revolucionaram e ampliaram a carreira do arquivista, passam ao largo da universidade. E mais: os empregadores não estão satisfeitos com o desempenho dos novatos no exercício da profissão.

A pesquisadora não apenas identificou as quatro atividades exigidas pelos empregadores que não são contempladas no curso da UnB, como constatou que elas estão entre as mais procuradas pelo mercado de trabalho. Para chegar a essa conclusão, Flávia criou um ranking das tarefas mais cobradas. Fez isso a partir de um comparativo entre as 33 disciplinas obrigatórias e optativas oferecidas no curso e as 38 habilidades relacionadas nos editais de concursos públicos, a principal fonte de contratação de arquivistas. As atividades exigidas pelo mercado estão distribuídas entre 11 posições no ranking, ou seja, mais de uma ocupam iguais colocações.

A atividade de orientar e treinar pessoal é a quinta mais cobrada no ranking da pesquisadora. Organização de exposições e elaboração de relatórios e pareceres estão empatadas em oitavo lugar. A criação de manuais técnicos é a única que está na última posição.

Continue lendo: http://www.unb.br/noticias/bcopauta/index2.php?i=614

São Paulo – Leilão de documentos históricos

do Brasil é suspenso

Um leilão de documentos históricos do período do Brasil Imperial foi

suspenso, em São Paulo, a pedido do Ministério Público Federal (MPF).

Entre os documentos que seriam leiloados estava o contrato do casamento

entre D. Pedro II com a imperatriz Teresa Cristina, de 1843, os quais

seriam, em tese, inalienáveis, de acordo com o MPF.

A suspensão do leilão foi comunicada oficialmente ontem

pelo leiloeiro Luiz Fernando Moreira Dutra, que acatou a

recomendação anteontem e retirou de venda todos os documentos

históricos que estavam programados para o leilão, que ocorreria

de terça a esta quinta-feira, na Casa da Fazenda do Morumbi.

Os responsáveis legais da Dutra Leilões comunicaram que vão aguardar

a vistoria técnica do lote com os documentos históricos pelo Instituto

de Patrimônio Histórico Nacional (Iphan) ou o Arquivo Nacional,

solicitada pelo MPF. A lei número 8.159, de 1991, considera como

permanentes o conjunto de documentos de valor histórico, probatório

e informativo, e classifica como imprescritíveis e inalienáveis os

documentos permanentes.

Fonte original da notícia

Fonte: http://www.defender.org.br/sao-paulo-leilao-de-documentos-historicos-do-brasil-e-suspenso/

Acervo histórico digitalizado do Jornal do

Brasil no Google Notícias.Analise dos

recursos de pesquisa.

Em 2008 era anunciada pela imprensa que o Jornal

do Brasil e a hoje extinta Gazeta Mercatil) haviam

realizado acordo de digitalização com o Google.

Para quem não acompanhou mais o assunto deve-se

perguntar: O que aconteceu? A resposta está na

falta de divulgação, pois boa parte do Jornal

do Brasil está digitalizada e disponível para

consulta. O acesso a esta página não é tão fácil

e então o BIBLIOTECNO indica o endereço direto do

arquivo de páginas digitalizadas –

news.google.com/newspapers?nid=0qX8s2k1IRwC 

Hoje, neste tópico, será feita uma análise da

página do acervo digitalizado do Jornal do Brasil

no Google. Mesmo sendo um jornal brasileiro,

a interface que temos acesso está em inglês, porém,

não dificulta em nada a pesquisa.

Continue lendo: http://alexdasilveira.com/?p=594

 

Cursos de Graduação em Arquivologia –

Região Norte e Centro-oeste

Universidade Federal do Amazonas

Criação – 2008

Turno – noturno

Site

Universidade de Brasília

Criação – 1990

Duração – 7 semestres (mínimo)

Turno – noturno

Site

Fonte: http://arquivonline.blogspot.com/2010/04/cursos-de-graduacao-em-arquivologia_4135.html

 

Aos 155 anos, Arquivo Público ganha novo

portal na internet

Um novo portal, com visual modernizado e mais possibilidades de acesso ao acervo e serviços. Esse foi o principal “presente” que o Arquivo Público do Paraná ganhou nesta quarta-feira (7), quando comemora 155 anos de fundação. Durante todo o dia, uma série de atividades foi realizada na instituição, vinculada à Secretaria de Estado da Administração e da Previdência (Seap).
“O portal do Arquivo (www.arquivopublico.pr.gov.br) já era bastante conceituado por pesquisadores da área. O visual foi renovado e os serviços ‘online’ aprimorados, seguindo-se os padrões nacionais de arquivística”, ressaltou o coordenador Pedro Kantek, da Celepar, durante a apresentação das novidades. “O novo portal facilita mais ainda o acesso ao nosso acervo, reduzindo a necessidade de a pessoa ter que se deslocar até aqui para determinadas consultas”, completou a diretora do Arquivo Público, Daysi Lúcia Ramos de Andrade.
Daysi, que há 32 anos trabalha no Arquivo Público do Paraná, fez questão de enaltecer a competência e a dedicação da equipe de servidores da instituição que, embora pequena, atua de forma a garantir que as atribuições do Arquivo sejam exercidas com “excelência”. E assegurou que o Arquivo Público está preparado, e já vem lidando, com o mais recente desafio: organizar e preservar os documentos virtuais (e-mails, sítios na internet), cada vez em maior quantidade e que, mais adiante, refletirão o contexto histórico atual.

Continue lendo:

http://www.aen.pr.gov.br/modules/noticias/article.php?storyid=55508&tit=Aos-155-anos-Arquivo-Publico-ganha-novo-portal-na-internet&ordem=530000

Grupos de mulheres enfrentaram regime 

militar, registra Centro de Documentação 

Clubes de mães participaram da resistência

a governos brasileiros nas décadas

de 70 e 80

06/04/2010
A história da participação de mulheres em movimentos de resistência à ditadura militar no Brasil ainda é pouco explorada. Pouca gente conhece, por exemplo, os clubes de mães da Zona Sul paulistana, berço do Movimento do Custo de Vida que, em 1978, enfrentou a  repressão policial na Praça de Sé, em São Paulo. Documentos  dessa época são conservados e catalogados no Centro de Documentação e Memória da Unesp (Cedem).
Ao longo de parte do período em que o País foi governado por militares, esses grupos de mães, surgidos do trabalho comunitário de algumas paróquias da Igreja Católica, deram origem ou engrossaram movimentos reivindicatórios por melhorias na periferia paulistana.
No começo, discutiam os problemas de relacionamento familiar.  Com o tempo passaram a se organizar para cobrar das autoridades  soluções para a falta de infraestrutura nos bairros,  para a inexistência de escolas, o transporte coletivo precário  e a assistência médica insuficiente.
A documentação arquivada no Cedem está relacionada aos grupos que existiram na região de Vila Remo, na Zona Sul da capital,  alguns dos mais ativos, e sua inserção nos movimentos sociais  da época. O acervo dos clubes de mães mantido pelo Cedem é composto de panfletos, atas de assembleias, cartas, levantamentos de preços, abaixo-assinados, preparação de aulas, recortes de jornais,  fotografias, livros, cartazes e outros materiais.
Fonte: http://www.unesp.br/int_noticia_imgesq.php?artigo=5091
 


Professores apontam Arquivologia como uma das principais

matérias em concursos públicos

Aerton Guimarães Publicação: 29/03/2010 17:51

Atenção concurseiros. Para quem estuda apenas o Português ou  Direito,

além de outras matérias específicas, é bom ficar ligado. Uma disciplina

antes deixada de lado tem ganhado cada vez mais destaque nas provas:

a Arquivologia. Confira na reportagem veiculada no Correio Notícias desta

segunda-feira (29/3):

http://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia182/2010/03/29/cidades,i=182745/PROFESSORES+APONTAM+ARQUIVOLOGIA+COMO+UMA+DAS+PRINCIPAIS+MATERIAS+EM+CONCURSOS+PUBLICOS.shtml

Por pressão do Itamaraty, governistas desejam sigilo

de documentos ultrassecretos por 75 anos

Por pressão do Itamaraty e consentimento tácito da Presidência da República,

deputados do governo já falam em aumentar o prazo de sigilo de documentos

ultrassecretos para 75 anos.

A proposta da Câmara estipula o prazo em 25 anos, renováveis por igual período.

O temor dos diplomatas é ver revelados papéis referentes à Guerra do Paraguai e

à negociação para delimitação de fronteiras internacionais. O projeto de lei que

regula o direito de acesso a informações públicas está na pauta de votações desde

a semana passada, mas não há acordo sobre a redação final.

"Sou favorável a um prazo de sigilo de 75 anos", afirmou o líder do governo na

Câmara, Cândido Vaccarezza (PT-SP), negando haver qualquer tipo de orientação para

mudanças.

O deputado José Genoino (PT-SP), no entanto, disse ter se reunido por diversas vezes

na semana passada com técnicos do Itamaraty. O petista presidiu a comissão especial

que produziu o texto final da futura lei de acesso.

Os diplomatas tentaram convencê-lo da necessidade de um prazo maior para o sigilo de

certos dados.

Quando saiu da Casa Civil para o Congresso, o texto permitia que papéis classificados

como ultrassecretos pudessem ser mantidos em sigilo para sempre - por meio da renovação

indefinida do prazo máximo inicial de 25 anos. Genoino e o relator do projeto, deputado

Mendes Ribeiro (PMDB-RS), resolveram retirar o dispositivo que permitia renovações sucessivas,

mas o Itamaraty reagiu.

Continue lendo: http://www.abraji.org.br/?id=90&id_noticia=1124 Cultura presenta el Portal Europeo de Archivos y Documentos: APEnet
El Ministerio de Cultura ha presentado en el Instituto Nacional de Tecnologías de la Comunicación (INTECO) en León el Portal Europeo de Archivos y Documentos, APEnet. Este proyecto, coordinado por el Ministerio, cuenta con la participación de las Administraciones Estatales de Archivos de 14 países de la Unión Europea, además de la Biblioteca Digital de contenidos europeos Europeana.
El portal, que tendrá su sede en España, dará acceso unificado y normalizado a través de internet a información sobre archivos y documentos provenientes de las Administraciones Estatales de Archivos de España, Portugal, Malta, Eslovenia, Grecia, Francia, Alemania, Polonia, Finlandia, Suecia, Países Bajos, Bélgica, Irlanda y Estonia.
Su contenido será doble. Por un lado, contará con descripciones archivísticas normalizadas y, por otro, objetos digitales (principalmente imágenes). La información estará también disponible en Europeana, siempre que las descripciones archivísticas tengan objetos digitales asociados.
España dará acceso en APEnet a 15.000.000 de objetos y a 3.000.000 de descripciones archivísticas normalizadas de los documentos conservados en los archivos dependientes del Ministerio.
El proyecto, que ha contado la colaboración y el apoyo técnico de INTECO, ha recibido para su desarrollo una ayuda de 640.000 euros del Programa e-ContentPlus.


Fonte: http://hoyesarte.com/index.php?option=com_content&view=article&id=4061:cultura-presenta-el-portal-europeo-de-archivos-y-documentos-apenet&catid=114:mas-noticias&Itemid=414 

Comissão limita sigilo de documentos públicos a 50 anos

A Comissão Especial de Acesso a Informações detidas pela Administração Pública aprovou, nesta quarta-feira, mudanças nos procedimentos de classificação de grau de sigilo – vedando o sigilo eterno de documentos e limitando em 50 anos o prazo máximo no caso de informações ultrassecretas.

O texto aprovado foi o substitutivo do deputado Mendes Ribeiro Filho (PMDB-RS)ao Projeto de Lei 5228/09,do Poder Executivo. A proposta original previa prazo máximo de 25 anos, mas permitia várias renovações.

“Eram 25 anos, renovados sucessivamente e de forma ilimitada. O nosso substitutivorestringiu a uma renovação, atingindo os 50 anos”, explicou o relator.

Além de definir prazo para os documentos ultrassecretos, o novo texto prevêsigilo de 15 anos para os documentos classificados como secretos e 5 anospara os reservados. Em todos os casos, o substitutivo restringe a renovaçãopor apenas mais um período e proíbe a exigência de identificação no pedidode informação, que também não precisará de motivo.

Leia mais: http://www.enara.org.br/modules.php?name=News&file=article&sid=1061

O Dia do Arquivista  Marly dos Santos Vasconcellos


“O trabalho de um Arquivista nunca termina. É um trabalho para a posteridade no duplo sentido de ser feito para e pela posteridade.”

Foi a 20 de outubro de 1823 incluída a existência de um Arquivo público no Brasil. No Projeto da Constituinte; consagrada pela Constituição de 25 de março de 1824. Sua inclusão foi apresentada pelo deputado Pedro de Araújo Lima, futuro Marquês de Olinda. Na Constituição do Império de 1824 em seu art. 7º e no 191 do Projeto da Assembléia Constituinte já constava que “assinada, referendada e selada a lei será guardado o original no Arquivo Público”.

Não se fundou desde logo uma instituição especial com este título e os originais das leis, os decretos legislativos e atos do Poder Executivo continuaram sendo guardados e conservados nas secretarias de origem. Pelo regulamento nº 2 de 2 de janeiro de 1838 durante a menoridade de D. Pedro II, estabelecia-se o Arquivo Público dentro do Ministério do Império aproveitando-se o próprio pessoal da secretaria. Portanto, a Diretoria da AAB, diante da importância do fato histórico relatado, escolheu o dia 20 de outubro para consagrar aos profissionais de Arquivo.

O Arquivista, que depois de viver apenas como um simples funcionário relegado a última instância, passa a ser um técnico na ciência da Arquivologia. A função do Arquivista ficou consagrada, profissionalizando-se através de nível universitário. O 20 de outubro, além de lembrar a fundação da AAB, consagra também os profissionais de Arquivo. Artigo publicado na Revista Arquivo&Administração, v.3, n.1, abril 1975.

http://www.aab.org.br/index.phpoption=com_content&view=article&id=134%3Adia-do-arquivista&catid=30%3Atextos&lang=pt

I SEMINÁRIO DE ARQUIVOLOGIA

As inscrições estão abertas é só imprimir a ficha de inscrição e preenche-la, depois encaminhar para o Diretorio Acadêmico do prédio da Escola de Ciências da Informação, localizada no Campus Pampulha, no horário de 17:30 a 18:30, de segunda a sexta. Vagas Limitadas!!!

SEMINR~1

FICHA_~1

XIII ENArq: UM EXEMPLO DE BRASÍLIA

Caros usuários,

O aluno Alessandro Augusto, do curso de arquivologia, me enviou um texto descrevendo os principais problemas ocorridos durante o XIII ENArq que ocorreu em Brasília.

Para quem participa de encontros estudantis da nossa àrea, já está acostumado com problemas com alojamento, alimentação, credenciamento, palestras e festas, mas, o que aconteceu em Brasília realmente um absurdo, confira o texto:

Me chamo Alessandro Augusto e sou da primeira turma de arquivologia de Minas Gerais, iniciada neste ano de 2009 e trabalho no Arquivo Público da Cidade de Belo Horizonte, acho de grande importância esses encontros e seminários, afinal é graça a estes tipos de eventos que criamos conceitos, organizamos e difundimos a informação criada por nossas instituições, privadas ou públicas.

Mas infelizmente não aconteceu bem assim, parece que é da cidade, muitas promessas e poucas realizações, caso tenha interesse em ver a programação e ou maiores detalhes do evento o endereço do sitio é  http://enearqunb.blogspot.com/ , indo a este endereço verá promessas como o quadro de eventos.

Tirando as palestras, o resto foi a maior roubada, se não fosse a iniciativa nossa, das delegações que participaram do evento, não teria acontecido nada e todos estaríamos largados em Brasília.

Cheguei um dia antes da abertura do evento, na manhã de segunda, 20 de julho, eu e uma colega de classe fomos logo para a universidade, chegando lá ninguém estava sabendo do evento, nem os balcões de informação da universidade, decidimos então procurar o prédio da reitoria, chegando lá, também ninguém estava sabendo do evento, mas indicaram a sala IDEX (não me lembro exato da sigla) no prédio dizendo que provavelmente lá saberiam responder minhas dúvidas e… lá também não sabiam, mas felizmente tiveram a boa vontade de procurar saber o que estava ocorrendo e descobriram que no dia anterior, 19 de junho, tinha chegado um ônibus com estudantes de arquivologia da Paraíba, que estava alojado na Tenda Comunitária, um tipo de circo para eventos, então cederam um carro para levar-nos a esta tenda, chegando lá encontramos com os estudante já reclamando das acomodações, pois fez muito frio a noite e não poderiam ficar por lá, porque era só provisório e que só tinha um chuveiro para atende-los, além de falar que a “organizadora” do evento Bárbara Rodrigues Campos não retornava as ligações e que eles só conseguiram ficar por lá, porque a segurança da universidade acharam eles perdidos, nos juntamos a eles e fomos tomar um café fora da universidade, quando voltamos a esta tenda, nos avisaram que era para irmos ao prédio da Educação Física e que lá a Bárbara Rodrigues Campos iria nos atender, ao chegarmos, nada de Bárbara Rodrigues Campos, logo em seguida chega um dos ônibus do Rio de Janeiro, só então aparece a Bárbara Rodrigues Campos falando para aguardamos até a 17:00 que ela estava resolvendo tudo, então aguardamos, enquanto isso chegou o outro ônibus do Rio, enquanto aguardávamos, começamos a conversar com todas as delegações e todos reclamavam que seus créditos de celular já estavam acabando e que a Bárbara Rodrigues nunca atendia, quando atendia dava uma desculpa e não dava retorno, que já estavam começando a se sentir inseguros, os que já tinham participado de eventos como esse reclamavam da desorganização, que isso nunca havia acontecido, até que notamos que já  era quase 17:00 e nada do retorno da Bárbara Rodrigues ligamos para ela e… celular desligado, decidimos ir a reitoria, de um a dois representantes de cada delegação, chegando lá, procuramos o DCA, Diretório Central Acadêmico, quando chegamos, eles mal sabiam o que estava acontecendo, pois havia na mesa um pedido com a data do dia em chegaram os estudantes da Paraíba, pedindo a autorização para o evento, detalhe, este evento tinha sido confirmado a um ano atrás no evento anterior, ainda bem que houve uma certa atenção por parte do DCA, só aí que conseguimos a autorização para ficarmos em um pavilhão da UNB, mas até a manhã de sábado, 25 de julho, pois tinha de arruma-lo para um concurso que ocorreu no dia seguinte, 26 de julho, liberam alguns banheiros químicos, que seriam montados próximos ao pavilhão, estes… não vi nenhum dia, e que estavam tentando achar essa Bárbara, então, novamente nos mudamos, saindo do prédio da Educação Física e mudando para este pavilhão, chegando lá, ainda bem que tinha sanitários, pois chuveiro era só no Centro Olímpico ou no prédio da Educação Física, um fica do lado do outro e que ficam a 30 minutos a pé do pavilhão onde estávamos, pois perto não havia chuveiro, deixando este problema de lado, nos acomodamos, por volta das 21:00hs aparece a Bárbara perguntando se está tudo ok e que tudo já tinha se arrumado, que ela já tinha conversado com o DCA, falamos sobre esta irresponsabilidade e demos o voto de confiança, então aguardamos o dia seguinte, a abertura e credenciamento para o evento, detalhe que já tinha pago antecipado, assim como muitos que ali estavam.

Isto foi só o primeiro dia, no outro dia,20 de julho, ao amanhecer chegou uma Van com os estudantes de São Paulo e nenhum representante de Brasília para recebe-los, fomos nós que os recebemos, encaminhando para um local no pavilhão e explicando a situação, logo depois apareceu uma estudante de Salvador, esta por sorte estava na casa de parentes e também explicamos a situação, quando fomos fazer nosso credenciamento, não havia ninguém no local, voltamos (os representantes) novamente ao DCA e novamente não sabiam o porquê disso, em uma reunião improvisada na hora, falamos todos os problemas que estavam acontecendo, nossa insegurança e que não mais confiávamos na Bárbara e pedimos para que colocassem uma pessoa de responsabilidade fiscalizando ela para evitar algum problema futuro, durante esta reunião conseguimos falar com Bárbara, mas ela se recusou a aparecer ao DCA dizendo estar muito ocupada com o credenciamento, então decidimos todos ir ao local do credenciamento para conversar com ela, a Coordenadora do DCA, uma responsável que foi designada a orienta a Bárbara e os representantes dos estudante, ao chegar no local, fizemos outra reunião com todas as pessoas que estavam na reunião anterior mais a Bárbara  e a Coordenadora do curso de arquivologia (que também afirmou não saber de nada), enquanto isso o credenciamento ia acontecendo e só nesta reunião que tivemos a total certeza de que barbara não sabia o que estava fazendo, pois no meio de tantas perguntas ela não sabia responder nenhuma e a única resposta que dava era “precisava pedir autorização?”,  agora eu que pergunto, como assim??? Se qualquer pessoa for usar um estabelecimento que não seja dela, é claro que tem de pedir uma autorização, ainda mais sendo de um Orgão Federal! Bem, reunião finalizadas, compromissos remarcados e agora com um responsável orientando-a, fomos fazer nosso cadastramento que estava ocorrendo enquanto a reunião acontecia, uma observação, o cadastramento não foi exigido e nem dado nenhum comprovante. Então todos fomos para a abertura do evento, chegando lá mais decepção, foi quando tive a  certeza de que Brasília é terra de hipócritas e omissos, o Centro Acadêmico assumiu que sabia do que estava acontecendo e não fez nada, criticamos e exigimos o respeito e consideração, todos os presentes saíram de suas casas para um evento de grande importância e ao chegarmos “somos tratados como cachorro sem dono” (palavras de um dos participantes), sem contar que nenhum estudante de arquivologia de Brasília apareceu, somente a noite que alguns estudantes de Brasília apareceram, isso porque nós (as delegações que ali estavam presentes) combinamos de sair e estes falaram que iriam nos ajudar.

Nos dia 21, 22 e 23 de julho as coisas foram acontecendo aos trancos e barrancos, algumas visitas canceladas, algumas apresentações não apresentadas, festas canceladas (a não ser a primeira, que foi um fracasso total, somente um DJ com problemas técnicos e a céu aberto), resumindo um evento muito meia boca, e aquela turma de estudantes de Brasília só aparecia a noite para chamar para sair e mais nada fizeram (continuaram omissos com tudo o que acontecia) por fim chegou o último dia.

Ao acordamos, aqueles que tomaram café tomaram, pois o café não foi suficiente para todos, sem contar que tínhamos de voltar para aquela tenda, que mais parecia um circo, do início da semana, fazendo com que muitos perdessem as apresentações da manhã, inclusive eu. Não mais quis participar do evento, até entrei em contato com algumas emissoras de TV, mas como já era muita tarde, não apareceu nenhuma.

Sei que encontro de estudantes não se pode esperar muito, mas pelo menos o mínimo de respeito, o que mais me deixou indignado foi a irresponsabilidade, hipocrisia e omissão de todos daquela cidadezinha (não culpo a todos, mas não conheci ninguém daquela cidade que valesse a pena) e de  lá só carrego a lembrança de uma terra de hipócritas e omissos, aqui encerro esta infeliz odisséia!

Agradecido pela sua atenção!

Alessandro Augusto

Estudante de Arquivologia

Universidade Federal de Minas Gerais

CAMPANHA DE SENSIBILIZAÇÃO PARA CRIAÇÃO DE ARQUIVOS MUNICIPAIS JUN./JUL 2009

Convite digitalnovaversao3

programacao

GERENCIAR, PRESERVAR E DINAMIZAR O PATRIMONIO DOCUMENTAL

Pilhas de documentos encostados no canto de uma sala, milhares de informações importantes perdidas em papéis sem qualquer identificação. A cena é recorrente em vários órgãos públicos e em empresas privadas que, na maioria das vezes, não dão o valor necessário aos documentos que contam sua história. Certidões, comprovantes e relatórios, que podem fazer a diferença na vida de várias pessoas, são deixados de lado por falta de organização.

O quadro, porém, está mudando, e para isso tem contribuído a formação de profissionais com curso superior em Arquivologia. Um arquivista é o profissional responsável pelo gerenciamento dos documentos e das informações arquivísticas. Os arquivos, por sua vez, têm um duplo papel: jurídico-administrativo e histórico-cultural. A formação desse profissional tem como foco principal o tratamento especializado dos documentos e das informações arquivísticas – registradas em qualquer tipo de suporte – produzidos e acumulados por uma pessoa física ou jurídica, pública ou privada, no curso de suas atividades.

A formação do arquivista busca também prepará-lo tanto para intervir e propor políticas públicas de acesso aos arquivos, tanto para os cidadãos como para a pesquisa científica quanto para ser um profissional capaz de sugerir os meios legais e científicos para a preservação da memória do passado coletivo.

O tratamento especializado dos arquivos implica várias etapas, desde a pesquisa até a preparação de instrumentos (catálogos, inventários, guias, bases de dados, etc.) que possibilitam o acesso aos documentos. A consulta ao documento certo, sem perda de tempo, pode garantir rápidas decisões e um posicionamento estratégico mais eficiente.

Um arquivista deve estar preparado para abordar os arquivos em sua totalidade, em todo o ciclo de vida dos documentos. O ciclo de vida documental – conceito nascido nos Estados Unidos – considera que os documentos de arquivo passam por três fases: corrente, intermediária e permanente. A primeira corresponde aos documentos de uso muito freqüente, geralmente por seus produtores, e a última é mais comumente conhecida como a dos “arquivos históricos”. Não tendo mais que responder aos objetivos imediatos dos seus criadores, estes arquivos têm, na terminologia arquivística, um valor de testemunho, um valor para a pesquisa.

UNB – http://www.unb.br/graduacao/cursos/sobre/arquivologia.php

A GRADE DO CURSO DA UFMG


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  1. Legal o seu Blog. Por que não disponibiliza apresentações dos professores, que autorizarem é claro, via Slideshare para os alunos?
    Sucesso!

  2. Jorge Luís

    Boa Tarde.Rescentemente fiz um concurso que tinha questões de arquivologia e uma me deixou encucado pois acho que há duas respostas.(item d ou e).
    O acondicionamento e o mobiliário adequados aos documentos de acervos que são arquivos intermediários sao:
    (D)caixas de transferências e arquivos deslizantes.
    (E)caixas de transferências e estante de metal.
    (por favor mande sua explicação para gomes.mesquita@yahoo.com.br)

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