Biblioteconomia

Habilidades para bibliotecarios inmigrantes (digitales)

Data de publicação: 16/02/2011

Data de publicação no Blog DA ECI: 15/03/2011

Por Rafael Ibañez

Las habilidades informáticas con las que debe contar un bibliotecario, si no quiere alejarse de sus usuarios, son al menos las mismas que los adolescentes españoles tienen oportuniodad de adquirir en la Enseñanza secundaria Obligatoria. Un valor y un esfuerzo añadidos, desde luego, a nuestras capacidades y conocimientos, y que además deben enriquecerse día a día.

Aunque el progreso de los tiempos siempre parece correr en beneficio de los jóvenes, no es menos cierto que la edad proporciona una perspectiva en ocasiones necesaria para comprender lo que ocurre y hasta lo que está por venir. Pero no han pasado tantos años como parece desde que comencé a trabajar en este apasionante mundo de la documentación, contando como toda herramienta moderna con una pequeña máquina de escribir. Eran años en que la sala de catálogos de la Biblioteca Nacional albergaba inmensos ficheros de madera y en la literatura profesional se hablaba de que en Estados Unidos existían bibliotecas en las que los datos del catálogo eran accesibles a través de terminales informáticos. Poco después, pude contar con un gran avance, una máquina de escribir electrónica que facilitaba “enormemente” el duplicado de las fichas…

Afortunadamente, durante las dos últimas décadas he podido asistir desde mi puesto de trabajo a la revolución de las nuevas tecnologías de la información (espero poder gozar de este privilegio durante mucho mas tiempo, sospecho que incluso más de lo deseado) y, con mayor o menor fortuna, participar de sus beneficios: hace casi dieciocho años (que no son tantos) que cuento con un SIGB; después llegaron los CD-ROM, que pronto fueron desbancados por Internet; ahora ando explorando las redes sociales…

La adaptación a estos cambios ha exigido no pocos esfuerzos, tanto personales (afortunadamente, los más gratificantes) como institucionales. Pero en ocasiones echo la vista atrás y veo cómo algunos compañeros de profesión, que se van quedando rezagados en esta carrera por carecer del apoyo, la comprensión y el estímulo precisos de la institución para la que trabajan, se sienten agobiados ante la presión de lo novedoso. Hace ya mucho tiempo que lograron aprender a programar el magnetoscopio para grabar un programa de televisión y ahora no tienen ánimos para afrontar los retos que las nuevas tecnologías de la información nos plantean cada día.

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Cómo trabajar la lectura con los bebés

Data de publicação no Blog DA ECI: 15/03/2011

Por Lectura Lab

Sin lugar a dudas, la aventura de formar lectores es una tarea muy gratificante. Entre las razones por las que es importante trabajar la lectura con niños de 0 a 3 años destacan las múltiples posibilidades de juego, aprendizaje y afecto. La literatura infantil habla de la vida de los niños y si algo es imprescindible en esta etapa es mostrarles el mundo. Los colores, los animales, la noche y el sueño, la comida, el baño, son, entre otros, temas cotidianos muy presentes en la ficción.

Estos primeros contactos positivos con la lectura deben realizarse en un entorno adecuado que estará condicionado por la calidad y variedad de materiales de lectura, el atractivo de las actividades que se realicen en torno a estos y un espacio dónde facilitar el acceso a los libros y la realización de propuestas acompañados de un adulto. El préstamo de estos materiales es una de las acciones más eficaces a la hora involucrar a la familia y ofrecer pautas para seguir leyendo juntos.Contar con apoyos como la escuela, la biblioteca y la librería es fundamental a la hora de compartir y obtener recursos.

Prepararse para estar a la altura

Es muy importante seleccionar buenas lecturas. Para elegir bien es necesario conocer al lector. Los intereses generales y las características evolutivas son orientativos. Es esencial que este fondo sea variado en cuanto a temáticas, géneros, tipologías y soportes.
 La narración de historias como estrategia comunicativa es la principal aliada para iniciar a los niños en la literatura. Las necesidades narrativas en estas primeras edades requieren que en la lectura de las imágenes esté presente la oralidad y, en algunas ocasiones, el apoyo visual en la oralidad. Es aconsejable utilizar distintas técnicas para contar (oralidad, apoyo del libro, títeres, dibujos). Las proyecciones audiovisuales de cuentos (vídeos, dvds y montajes de imagen y música) suponen otra forma de disfrutar de las imágenes tanto fijas como en movimiento.

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Livros interativos começam a ser usados na educação de crianças

Data de publicação: 14/02/2011

Data de publicação no Blog DA ECI: 15/03/2010

Por TALITA BEDINELLI

Pedro Henrique Soares, 8, e Lui Furlan, 7, leem na tela do computador um livrinho que explica o significado da palavra “porta”. Ficam encantados, não apenas pela história, mas pelos recursos que a acompanham: músicas, narração, vídeo e um “quiz” sobre o que leram.

Leitores vorazes dos livros de papel, segundo eles mesmos contam, os dois começam agora a se aventurar pelo mundo da leitura digital.

O colégio onde estudam, o Notre Dame, na zona oeste de São Paulo, adotou na semana passada uma biblioteca virtual de literatura infantil, criada pela editora Callis.

Ela será usada ao menos uma vez por semana com as crianças dos ensinos infantil e início do fundamental.

A biblioteca é a primeira do tipo no Brasil, segundo a Callis. Mas outras editoras, de olho no crescimento do uso de tablets tipo iPad, também investem em livros digitais para o público infantil, que vão além da simples digitalização do livro impresso.

O objetivo das editoras é criar livros mais interativos: além de poder virar a página e colori-las com o mouse, os leitores podem ouvir músicas e a narração das historinhas. Em versões para iPads, as crianças podem tocar na tela do dispositivo e mover os personagens, por exemplo..

Continue lendo: http://www1.folha.uol.com.br/saber/874558-livros-interativos-comecam-a-ser-usados-na-educacao-de-criancas.shtml

Metamorfose para o e-book 2.0

Data de publicação: 13/02/2011

Data de publicação no Blog DA ECI: 15/03/2011

Por Raquel Cozer

Infantis, arte e quadrinhos são as primeiras áreas em que as editoras nacionais investem na produção de livros interativos e multimídia, de olho na expansão dos tablets

Desde janeiro, editores e designers da paulistana Bei convivem com um corpo estranho para o ambiente de trabalho ao qual estavam habituados. A mais recente contratação da casa, especializada em títulos de arte, culinária e turismo, foi a de um cinegrafista, Marco Aslam. A existência na editora de um funcionário fixo responsável pela produção de vídeos, algo inimaginável anos atrás, reflete uma evolução do mercado que, com a chegada de tablets (computadores portáteis) como o iPad e o Galaxy, começa a ganhar força no Brasil.

Trata-se dos enhanced e-books (livros digitais aprimorados) ou, como preferem alguns editores por aqui, e-books 2.0, capazes de oferecer recursos interativos como áudio, vídeo, foto e animação. No limiar entre o livro e alguma coisa tecnológica demais para ser aceita como tal pelos mais tradicionais (na verdade, são programas chamados aplicativos), essas publicações eletrônicas ganharam no segundo semestre do ano passado suas primeiras versões nacionais, por editoras como a Bei, a Saraiva e a Globo – a pioneira, com uma versão lite de A Menina do Narizinho Arrebitado, de Monteiro Lobato, disponibilizada de graça desde agosto na loja da Apple. Vários outros projetos estão em andamento em casas como a Peirópolis, que prepara quadrinhos e obras infantis, e a Ediouro, que aposta nos recursos para obras de não ficção.

Assim como aconteceu com os e-books para Kindle e outros leitores eletrônicos do gênero, as editoras que começam a entrar nesse filão o fazem mais por precaução do que qualquer outra coisa. Não se espera nenhum fenômeno de vendas, mas o que não dá é para correr o risco de ficar para trás. O discurso, com variações mínimas entre editores, é resumido por Renata Borges, diretora da Peirópolis, que desenvolve quatro projetos de livros animados ou interativos: “Estamos trabalhando com um modelo de negócios que ninguém conhece ainda muito bem. Não tem retorno garantido, até porque nem os e-books só de texto têm números representativos no Brasil, mas é melhor estar preparado para o que vier.” O que pode vir desse formato será um dos temas centrais, por exemplo, da próxima Feira de Bologna (Itália), a mais importante do mundo na área de infantis e juvenis.

Continue lendo: http://blogs.estadao.com.br/a-biblioteca-de-raquel/2011/02/13/metamorfose-para-o-e-book-2-0/

Política do livro é unificada sob a Fundação Biblioteca Nacional

Data de publicação: 07/02/2011

Data de publicação no Blog DA ECI: 15/03/2011

Por PublishNews

No último dia 21 de janeiro, foi anunciado o nome do novo presidente da Fundação Biblioteca Nacional (FBN), o jornalista ribeiropretano Galeno Amorim. O que passou despercebido foi uma mudança importante dentro da coordenação da política do livro e leitura exercida pelo Ministério da Cultura (MinC), que veio junto com o novo nome na presidência da fundação do Rio de Janeiro. Antes, parte da política do livro e leitura do país era articulada pela Diretoria de Livro, Leitura e Literatura (DLLL), vinculada à Secretaria de Articulação Institucional (SAI) do MinC, e outra parte pela própria FBN.

Agora, ao aceitar o novo cargo, Galeno conseguiu colocar a DLLL sob o guarda-chuva da FBN, simplificando e unificando assim a coordenação da política do livro e leitura no Brasil. Outra novidade é que José Castilho Marques Neto, atual secretário-executivo do Plano Nacional do Livro e Leitura (PNLL), que anunciara em novembro sua saída, deve permanecer no cargo por pelo menos mais seis meses. Fabiano dos Santos também continua na direção de Livros, Leitura e Literatura, ainda que dentro da FBN. Vale lembrar que o PNLL é resultado de uma portaria interministerial entre o MinC e o Ministério da Educação (MEC), que indicam o conselho diretivo, o comitê executivo e o secretário-executivo do plano. Mas agora a interação com o Minc ficará mais simplificada.

Fonte: http://www.blogdogaleno.com.br/texto_ler.php?id=9464&secao=32

El préstamo de pago en bibliotecas

Data de publicação: 15/02/2011

Data de publicação no Blog DA ECI: 14/03/2011

Por Fuensanta Martinez

A raíz de la plataforma “No al préstamo de pago en bibliotecas” con la que estoy totalmente de acuerdo, surgió el post de este mes con el fin de crear conciencia y hacer que las Administraciones Públicas fomenten el acceso público a los fondos de las bibliotecas sin coste alguno.

Es verdad que, el canon por préstamo, se lleva realizando desde hace muchos años en otros países, de hecho lo corroboro porque durante mi estancia en Bruselas por temas de trabajo fui usuaria habitual de una biblioteca municipal pagando las correspondientes tasas por préstamo. Y pude comprobar que las tasas eran de 0.20€ por libro prestado y de 5€ para préstamos de un mes. Con la correspondiente sanción de 0.05€ por cada día de retraso en la devolución. Los usuarios de dicha biblioteca no veían inconveniente alguno en pagar estas tasas, porque en estos países el uso de estos centros es “como ir al médico”, es decir, está introducida en la rutina diaria de los ciudadanos y se aprovechan considerablemente los recursos que les ofrecen las Administraciones.

Sin embargo, este pago en España creo que no sería factible por diferentes factores:

 La demanda en las bibliotecas españolas (sobre todo municipales) es bastante baja, y si a eso le sumamos el pago por préstamo, podríamos reducir considerablemente el número de préstamos, y por tanto de usuarios.
 Ya comenté en anteriores posts que no se deben poner travas al acceso a la información y menos a un nivel tan básico, puesto que sin ese acceso seríamos simples borregos siguiendo cuatro pautas establecidas.

Continue lendo: http://www.biblogtecarios.es/fuensantamartinez/el-prestamo-de-pago-en-bibliotecas?utm_source=twitterfeed&utm_medium=twitter

Enciclopédias perdem espaço nas livrarias e bibliotecas

Data de publicação: 14/02/2011

Data de publicação no Blog DA ECI: 14/03/2011

Por Régis Martins

Coleções renomadas são atiradas no lixo e até rejeitadas por sebos de Ribeirão Preto

Imagine você, leitor, encontrar cerca de dez volumes de uma enciclopédia respeitada com livros de capa dura e papel de qualidade, jogados na lixeira. Pois foi o que aconteceu com este repórter, que se deparou com a cena no prédio onde mora: uma coleção inteira da renomada Larousse em vias de ser descartada sumariamente.

Porém, o pior estava por vir. Resgatada, o passo seguinte se tornou quase que uma missão impossível. Ao tentar doar os livros a sebos e bibliotecas do Centro de Ribeirão Preto, ninguém aceitou a coleção. Foi preciso entrar em contato com uma ONG que desenvolve um projeto de incentivo à leitura, para conseguir um lugar seguro para os livros.

“O computador acabou com as enciclopédias. A única opção é vender esses livros para a reciclagem”, afirma Hildete Regina Gomes, funcionária do Sebo do Brechó.

Hildete informa que graças a sites de consulta como o Google e Wikipédia, as coleções de livros sobre conhecimentos gerais caminham para a extinção. Atualmente, no sebo, nem vendendo cada volume da Enciclopédia Barsa, por exemplo, a um real, os livros são comercializados.

Continue lendo: http://www.jornalacidade.com.br/editorias/caderno-c/2011/02/14/enciclopedias-perdem-espaco-nas-livrarias-e-bibliotecas.html

El Hospital General de Alicante renueva su biblioteca infantil gracias a la donación de la Fundación SM

Data de publicação: 14/02/2011

Data de publicação no Blog DA ECI: 14/03/2011

Por EUROPA PRESS

El Hospital General Universitario de Alicante ha renovado su biblioteca infantil gracias a una donación realizada por parte de la Fundación SM, que el gerente del Departamento, José Martínez Soriano, ha entregado a las maestras del aula hospitalaria.

Según ha informado la Generalitat, gracias a la campaña solidaria ‘Vapor ti, vapor todos’, los pacientes más pequeños del centro pueden disfrutar del material nuevo de lectura y juegos didácticos que llenan las estanterías del aula hospitalaria.

Esta campaña fue puesta en marcha por SM con el objetivo de llevar la lectura y la diversión a los lugares donde más se necesitara. En total, la Fundación SM recaudó un total de 105.266 libros que han sido donados a los hospitales infantiles de España, entre ellos el Hospital General Universitario de Alicante.

Gracias a la colaboración de las personas que han participado durante estas navidades en esta iniciativa a través de la compra de libros de la colección El Barco de Vapor, la Fundación SM ha hecho entrega de los primeros lotes de libros a los 51 centros hospitalarios de España que se han unido hasta el momento a la campaña.

El lema de la campaña ‘Una generación que lee, un mundo que cambia’ hace hincapié en el derecho de todos los niños y, en particular, de los que se encuentran en situaciones difíciles, a leer y divertirse, pero también en la necesidad de la educación como motor de la sociedad.

Fonte: http://www.europapress.es/salud/politica-sanitaria-00666/noticia-cvalenciana-hospital-general-alicante-renueva-biblioteca-infantil-gracias-donacion-fundacion-sm-20110214102847.html

Comunidades rurais da Paraíba recebem bibliotecas

Data de publicação: 14/02/2011

Data de publicação no Blog DA ECI: 14/03/2011

Por Agência Brasil

O programa Arca das Letras, do Ministério do Desenvolvimento Agrário, começa a entregar nesta segunda-feira (14/2) bibliotecas em comunidades rurais da Paraíba. Até sexta-feira (18/2), serão entregues 31 bibliotecas.

Na tarde desta segunda-feira, será entregue o acervo no Assentamento Baixo, no município de Riachão. Na terça (15/2) será a vez das comunidades de agricultura familiar de Riacho D’Água e Bela Rosa, do município de Pedras de Fogo. Na quarta-feira (16/2), serão contemplados os moradores de Cachoeira do Gama, em Matinhas.

A entrega das bibliotecas vai contemplar também a população rural de Salgado de São Felix e Gurinhém. Em cada evento, moradores das comunidades serão capacitados e diplomados como agentes de leitura, ficando aptos para administrar as bibliotecas, incentivar a leitura e ampliar os acervos com doações locais.

Fonte: http://www.correioweb.com.br/euestudante/noticias.php?id=17582

Esta biblioteca escolar está viva

Data de publicação: 14/02/2011

Data de publicação no Blog DA ECI: 14/03/2011

Por JOSÉ L. GONZÁLEZ

Una biblioteca es, según los miembros de la Real Academia de la Lengua, un «local donde se tiene considerable número de libros ordenados para la lectura». En el IES Número 5 han querido darle una vuelta a este concepto y adaptarlo a las necesidades del siglo XXI. Una visita a sus instalaciones sirve para darse cuenta de que el suyo difiere de los proyectos que se desarrollan en otros centros educativos: no hay vitrinas que impidan el acceso a algún ejemplar, cuenta con revistas de diverso tipo, dispone de películas de cine y documentales y hasta de un espacio con ordenadores desde los que se puede acceder a la información que ofrece internet. «Queríamos olvidarnos de las bibliotecas clásicas que sólo cuentan con fondos bibliográficos», señala Puerto Menéndez, una profesora de matemáticas del centro que lleva años inmersa junto a otros docentes en un proyecto de redefinición de la biblioteca escolar. Un proyecto que ha sido reconocido con la concesión del Premio Buenas Prácticas para la Dinamización e Innovación de las Bibliotecas de los Centros Escolares para el año 2010, del Ministerio de Educación.

No es la primera vez que este centro recibe un premio por su trabajo en la biblioteca. El proyecto ahora galardonado es la continuación de una ambiciosa actuación iniciada en 2000, destinada a devolver a la comunidad educativa el protagonismo en el desarrollo de su biblioteca y que recibió un cuarto premio en la misma categoría que ahora en el año 2004. «En aquel momento los medios, el mobiliario, el espacio y las actividades no eran los mismos que ahora», explica Puerto Menéndez.

Esa actuación iniciada de manera firme hace ya once años consistía en redefinir dos aspectos fundamentales: los recursos materiales que se iban a poner a disposición de la comunidad educativa y las actividades que se desarrollarían en torno a las instalaciones.

En el primer apartado, los responsables del proyecto tuvieron claro que el camino a recorrer dirigía a las nuevas tecnologías y al uso y comprensión del lenguaje audiovisual. Por eso se optó por incorporar ordenadores y materiales como películas de cine o documentales.

Continue lendo: http://www.elcomerciodigital.com/v/20110214/aviles/esta-biblioteca-escolar-esta-20110214.html

La biblioteca-ciudad

Data de publicação: 13/02/2011

Data de publicação no Blog DA ECI: 14/03/2011

Por Daniel Gil

Creo que habría que replantearse el modelo de construcción de edificios de bibliotecas, basado en una estratificación por estándares cuantitativos y organizado en red, si, pero a partir de unos nodos principales jerárquicos. Evidentemente, soy un firme partidario de los edificios y de sus bondades: símbolo visible de una profesión moderna, elemento de regeneración urbana y centro de atracción cultural y ciudadano… Pero pienso que quizás ya hemos llegado a un callejón sin salida, y ahora nos es urgente redefinir algunos aspectos de la gestión y la planificación bibliotecarias: pienso que los edificios y los estándares con que se construyen han quedado en buena medida desfasados. Hay que encontrar nuevas soluciones y una nueva forma de hacer las cosas, para poder encarar con garantías el futuro.

Y por otro lado, hay un tema que me parece de una importancia capital, y es del diálogo y la conversación entre biblioteca y ciudad, y la potenciación de la vertiente social y urbana del edificio. Este diálogo es cada vez más complejo de gestionar, y hasta ahora sólo se ha afrontado, creo, de dos maneras: un edificio central que canaliza un porcentaje muy alto de la conversación, y que funciona de nodo central, y unos servicios de extensión bibliotecaria, fijos o móviles, como bibliobuses, bibliopiscinas, etc. Tengo la sensación de que la relación biblioteca-ciudad es secundaria en el momento de la planificación y del proyecto, pero que una vez construido el edificio, se convierte en prioritaria, y el uso de la ciudadanía supera todas las perspectivas y los esquemas iniciales.

Y me pregunto si la integración de la biblioteca con la ciudad sólo se puede afrontar de estas dos formas, o si hay más posibilidades y más caminos por explorar. ¿Podemos encontrar más formas de gestionar este aspecto? Creo que si, y pienso que pasa por difuminar la biblioteca para toda la ciudad y por todas sus calles, hasta el punto de integrarla nítidamente en su día a día. Se me ocurren algunas ideas, y que se centran en la presencia de la biblioteca en cualquier mobiliario urbano y elemento que circule por nuestras calles. Presencia en las paradas de autobuses y los autobuses, los paneles de información turística, los taxis, los metros y las estaciones, los trenes de cercanías… Y también, por qué no, con la elaboración y la construcción de mobiliario urbano ad hoc, y aquí los arquitectos tendrían un nuevo campo para explorar. Toda la ciudad se convertiría en una biblioteca-ciudad, una biblioteca extensa y difuminada, integrada en las calles y las plazas de la ciudad. O sería una ciudad-biblioteca, donde esta está presente de forma activa en las calles de la ciudad.

Por supuesto, todas estas formas (edificio, extensión y difuminación) son claramente complementarias y no excluyentes entre sí. Cada una de las tres formas juega un papel diferente y responde a necesidades, usos y funciones diferentes e intransferibles. Y desde las administraciones y desde la profesión hay que intentar dar una respuesta válida para todos. No digo en ningún momento que se dejen de hacer edificios, no. Pero quizás estos edificios habría que hacerlos y planificarlos de una forma diferente, y estas diferencias, aplicarlas en pensar nuevos usos bibliotecarios que no pasen, necesariamente, por el uso de un edificio.

Fonte: http://www.bauenblog.info/2011/02/13/la-biblioteca-ciudad/

No Rio Grande do Sul, grupo coloca biblioteca em ponto de ônibus

Data de publicação: 12/02/2011

Data de publicação no Blog DA ECI: 14/03/2011

Por Daniel Cassol

Escolher um livro interessante enquanto o ônibus não chega, pegá-lo emprestado não sem antes deixar um outro exemplar para um próximo passageiro, em uma “biblioteca” a céu aberto sem nenhum tipo de organização. Isso é possível desde dezembro em cinco pontos de ônibus de Porto Alegre. Funcionando como experiência e ainda encontrando barreiras, o projeto “Estante Pública” está testando o cuidado da população com sua própria cidade.

A ideia nasceu em 2008, de forma experimental e com recursos do próprio grupo. Foram instaladas bibliotecas em cinco pontos de ônibus de Porto Alegre. Algumas mais bem sucedidas, outras menos. Em julho do ano passado, o coletivo Nômade conseguiu aprovar o projeto na Fundação Nacional de Artes (Funarte), do Ministério da Cultura, e em dezembro criaram cinco novas estantes na capital. Até abril, eles devem concluir um documentário sobre a experiência.

“O documentário quer discutir quem se importa com a cidade. Levantar essa pergunta e fazer com que as pessoas pensem”, explica o psicólogo Daniel Caminha, um dos integrantes do grupo Nômade, ao lado do administrador Aron Litvin e do fotógrafo Danilo Christidis. “O projeto serve como um termômetro da gestão coletiva dos bairros”, complementa.

Caracterizado como uma experiência de “participação coletiva e ocupação urbana”, a “Estante Pública” tem um funcionamento simples e preza pela falta de regras e de fiscalização. O grupo aproveitou a estrutura dos pontos de ônibus, utilizada normalmente para peças publicitárias, e, com a autorização da Empresa Pública de Transportes e Circulação (EPTC)m fez as estantes de madeira compensada. O resto fica por conta dos moradores dos bairros e usuários do transporte coletivo, que podem pegar um livro emprestado ou disponibilizar um exemplar para que outras pessoas possam ler.

Continue lendo: http://ultimosegundo.ig.com.br/educacao/no+rio+grande+do+sul+grupo+coloca+biblioteca+em+ponto+de+onibus/n1238004859147.html

Assinado protocolo entre bibliotecas nacionais de Angola e Cuba

Data de publicação: 12/02/2011

Data de publicação no Blog DA ECI: 14/03/2010

Por Agência Angola Press

Um acordo cultural tendente ao reforço da cooperação técnica entre Angola e Cuba, no ramo bibliotecário, foi rubricado nesta sexta-feira, em Havana, pela Biblioteca Nacional José Marti e pela congénere angolana.

Rubricado pelo director de intercâmbio do Ministério da Cultura de Angola, Francisco Dias da Costa, e pelo director da Biblioteca José Marti, Eduardo Cuevas, o memorando contém cinco artigos e visa promover um activo intercâmbio de obras de interesse mútuo.

Pretende-se com o mesmo empreender a realização de cursos intensivos de habilitação para bibliotecários angolanos em Cuba, viabilizar a formação de técnicos bibliotecários em Angola e fomentar a realização do intercâmbio de publicações bibliográficas.

Com esse protocolo, será possível promover a realização de dois cursos por ano, em Cuba, para graduar um número necessário de bibliotecários angolanos e implantar um curso para a formação de técnicos bibliotecários em Angola.

À luz desse protocolo, Angola solicitou ajuda cubana na construção de uma nova instalação para a sua Biblioteca Nacional, a que as autoridades cubanas se mostraram receptivas.

Cuba comprometeu-se a dar corpo ao Acordo Cultural, através da Corporação Antex.

Fonte: http://www.portalangop.co.ao/motix/pt_pt/noticias/lazer-e-cultura/2011/1/6/Assinado-protocolo-entre-bibliotecas-nacionais-Angola-Cuba,51f2f006-224b-49f9-b9bf-ce350e0012e3.html

Bibliotecas são cada vez mais procuradas pelos jovens

Data de publicação: 05/02/2011

Data de publicação no Blog DA ECI: 14/03/2011

Por Paulo Sousa

As bibliotecas municipais e escolares em Portugal estão a ganhar importância como espaços privilegiados para utilização da Internet, revela um estudo europeu sobre crianças e riscos online hoje apresentado na Universidade Nova de Lisboa.

Este foi um dos dados que surpreendeu a coordenadora nacional do estudo, Cristina Ponte, que reforça o potencial das bibliotecas como espaço a apostar para ensinar os alunos a fazer uma boa utilização da Internet.

Os investigadores presentes hoje no debate sobre os resultados do estudo foram unânimes em considerar que com a rede de bibliotecas escolares e com a presença – obrigatória há dois anos – de professores bibliotecários está aberto caminho para uma intervenção mais activa junto dos alunos.

Esta intervenção passa por dar apoio, controlar e ensinar a fazer um bom uso da Internet, nomeadamente junto dos jovens oriundos de estratos socioeconómicos mais baixos, que são, simultaneamente, quem tem menos apoio deste género em casa e quem mais usa as bibliotecas, por ter acesso à Internet grátis.

Segundo o estudo, a procura de bibliotecas por jovens portugueses para aceder à Internet é em Portugal o dobro da europeia.

As crianças procuram-nas como um espaço onde se sentem bem, tal como em casa, refere Cristina Ponte, acrescentando que há crianças com Internet em casa que ainda assim vão para as bibliotecas, muitas vezes com o seu portátil, para conviver.

«Este dado vem reforçar o potencial das bibliotecas, que deve ser pensado. As bibliotecas são locais de socialização e um potencial para intervenção activa em matéria de segurança», afirmou a investigadora.

Fonte: http://a-informacao.blogspot.com/2011/02/bibliotecas-sao-cada-vez-mais.html

Quora para bibliotecarios y bibliotecas

Data de publicação: 05/02/2011

Data de publicação no Blog DA ECI: 11/03/2011

Por Fernando Gabriel Gutiérrez

He comenzado a utilizar Quora. Para los que no saben de que trata les cuento que es una plataforma social dedicada a preguntas y respuestas que los mismos usuarios gestionan. Igual que Yahoo Ansewrs!, pero con una mezcla de facebook y twitter. Por ahora las preguntas se pueden realizar en inglés, ya que no tienen editores en otros idiomas. En mi experiencia ya me han borrado algunas preguntas que he hecho en español, ante lo cual me lancé a seguir preguntas y preguntar en inglés. Una opción colaborativa interesante que tiene esta herramienta web es que los mismos usuarios pueden editar una pregunta cualquiera para nejorarla, al mejor estilo de una wiki. Las demás opciones conocidas las tiene todas: votación de la mejor respuesta, seguimiento de grupos de interés y de preguntas en particular, etc.

La primera pregunta que hice interesa a la temática de este blog fue la siguiente: Do librarian students need to have their own blog and use social networks?. (¿Los estudiantes de bibliotecología necesitan tener u blog y utilizar redes sociales?). Para mi sorpresa conseguí 5 respuestas y 10 seguidores. La mayoría coinciden en que no solo es necesario que los estudiantes tengan sus propio blog y participen en las redes sociales, sino que los profesionales del mundo de las bibliotecas sean concientes de las importancia de la web social en el mundo de la información en la actualidad. Más allá que el bibliotecario se dediquen al tema tecnológico, los demás no pueden quedar afuera del desarrollo de la cultura digital en que vivimos. Y para los alumnos es importantísimo aprovechar a aprender a utilizar herramientas de la web social para promocionarse y empezar a construir su curriculum en ella. Soy de los que permanentemente les taladro a mis alumnos que aprovechen la cantera de Internet para aprender y mostrarse, aprender de y con Internet. Los bibliotecarios no nos podemos quedar afuera, y Quora es una nueva herramienta de la web social que tenemos que aprovechar para que la comunidad en español crezca.

Continue lendo: http://tecnomareados.blogspot.com/2011/02/quora-para-bibliotecarios-y-bibliotecas.html

Una biblioteca de récord

Data de publicação: 05/02/2011

Data de publicação no Blog DA ECI: 11/03/2011

Por Ana Lorenzo

La biblioteca del Fórum Metropolitano reabrió ayer con un objetivo: llegar este año a los 90.000 socios en toda la red municipal. Así lo señaló ayer la edila de Cultura, María José Bravo, quien apuntó que en estos momentos son 86.922, «e pode que cos que se fagan esta fin de semana cheguemos aos 87.000».

Este mismo número lo retomó luego el alcalde Javier Losada en su discurso, en donde presumió de «la magnitud de esta cifra: un tercio de los coruñeses están abonados a las bibliotecas. No hay otra ciudad en España que tenga semejante número. Esta ciudad tiene el índice de lectura más alto, y duplica a la de España». En este sentido, incluso fue más allá y apuntó que, si Galicia tiene una gran cantidad de lectores, en parte es por todos los que están en A Coruña.

El regidor también habló de los motivos que llevaron al gobierno municipal a invertir un millón de euros en la reforma de esta biblioteca, «porque teníamos que cambiar, que movernos, porque los ciudadanos nos demandan nuevas prestaciones. Nosotros podríamos haber dedicado ese dinero a otra cosa, pero se lo dedicamos a la cultura, a la educación. Hemos creado un espacio de encuentro y lectura, el mejor de la ciudad».

Señaló que este puesto le será relegado muy pronto, cuando se abra la biblioteca del Ágora, «un proyecto muy ambicioso que tendrá la más grande de toda Galicia». Losada aprovechó para enumerar todos los proyectos que se han llevado a cabo en los últimos años para «reafirmar el compromiso con los vecinos y con los barrios, donde existen 22 centros cívicos, 7 bibliotecas (más la del Ágora), escuelas infantiles (7), museos (7), espacios deportivos (más de 60). Ninguna ciudad de Galicia y pocas de España cuenta con una red de más de 100 instalaciones municipales al servicio de sus vecinos».

Continue lendo: http://www.lavozdegalicia.es/coruna/2011/02/05/0003_201102H5C9997.htm

Las bibliotecas públicas de Gran Bretaña se niegan a desaparecer

Data de publicação: 04/02/2011

Data de publicação no Blog DA ECI: 11/03/11

Por IÑIGO SÁENZ DE UGARTE

Hoy es un día perfecto en Gran Bretaña para defender los libros. En concreto, para intentar salvar a centenares de bibliotecas públicas que van a desaparecer por culpa del recorte del gasto público iniciado por el Gobierno británico.

Hay convocadas 40 concentraciones en bibliotecas (en este caso, esto significa concentrarse para lecturas públicas de libros y actuaciones musicales), además de un llamamiento a la gente para que literalmente vacíe las estanterías, aunque luego obviamente tenga que devolver los libros.

Nadie sabe la cifra exacta de bibliotecas que cerrarán, porque en muchos casos depende de la decisión que tomen los ayuntamientos. El Gobierno central ha reducido de forma drástica la financiación local, y de ahí sale el sostenimiento de muchos de estos centros.

Los promotores de la campaña denuncian que 468 bibliotecas, de las que 54 son móviles, están amenazadas. El Consejo de los Artes no las ha contado, pero el recorte es inminente. Para todo lo relacionado con museos pequeños, bibliotecas y archivos, tiene tres millones de libras cuando antes había 13 para este fin. La cultura no podía librarse de los recortes. Sin embargo, el Gobierno ha marcado las prioridades. Los grandes museos de Londres, por su peso en la cultura y su atractivo turístico, sufrirán menos daños.

“La gente ama y utiliza sus bibliotecas”, dice Alan Gibbons, uno de los impulsores de la campaña. “¿No es hora de que el Gobierno rectifique este programa destructivo e indiscriminado de cierres y haga lo mismo?” Antes de llegar al poder, los conservadores alardeaban de su amor por los libros. Cuando le dijeron al actual viceministro de Cultura, Ed Vaizey, que el anterior Gobierno quería cerrar bibliotecas, dijo: “Eso es inaudito y vergonzoso para todos los que nos preocupamos por los libros y la lectura”.

Fonte: http://www.publico.es/espana/359781/las-bibliotecas-publicas-de-gran-bretana-se-niegan-a-desaparecer

Municípios atingidos pela enchente receberão bibliotecas novas

Data de publicação: 20/01/2011

Data de publicação no Blog DA ECI: 11/03/2011

Por ALTV 2ª edição

Mas as cidades ainda precisam enviar documentos à Fundação Biblioteca Nacional

Somente cinco dos 18 municípios que tiveram bibliotecas destruídas por causa da enchente, que atingiu o estado de Alagoas no ano passado, deram entrada na papelada para garantir a reconstrução dos prédios. As cidades que ganharão bibliotecas novas não enviaram à Fundação Biblioteca Nacional os documentos para receber livros e móveis novos.

A enchente que atingiu Alagoas no ano passado também destruiu bibliotecas. Por isso, 18 cidades afetadas pela cheia receberão bibliotecas novas. Cinco delas já deram entrada na papelada para garantir a reconstrução dos prédios. Mas nenhuma das 18 enviou à Fundação Biblioteca Nacional os documentos para receber livros e móveis novos.

Os municípios de Rio Largo, Murici, Branquinha, Santana do Mundaú e Quebrangulo tiveram os prédios das bibliotecas destruídos pelas chuvas. Todos eles já encaminharam ao Estado os projetos de reconstrução dos espaços. Outras 13 cidades perderam somente acervo e mobília.

Segundo o secretário de Cultura do Estado, todas as prefeituras ganharão livros e móveis novos do Governo Federal, mas, para isso, precisam entregar alguns documentos.

Fonte: http://gazetaweb.globo.com/v2/noticias/texto_completo.php?c=222178

Hay de lectores a lectores

Data de publicação: 07/02/2011

Data de publicação no Blog DA ECI: 11/03/2011

Por BENNY IBARRA

Debido a los bajos índices de lectura en México, se han realizado diversas campañas de fomento a esta labor, sin embargo esta vez son conductores, músicos y deportistas los portavoces del movimiento “Diviértete leyendo”, pues la lectura también es lúdica.

Participan personalidades como Ana Claudia Talancón, Belanova, Benny Ibarra, Diego Torres, Ely Guerra, Fernando del Solar, entre otros. Pero qué es lo que leen ellos y con qué frecuencia.

Yordi Rosado confesó, por ejemplo, que empezó a leer ya en su adolescencia, y Benny Ibarra acepta que no es un “lector habitual”. Mariano Osorio dice que hasta antes de ser conductor de su programa de radio nunca había tenido un “interés real” por fomentar la lectura mientras que Rodrigo Dávila, vocalista de Motel, es sincero: “No devoro tres libros a la semana”.

Ahora su popularidad los coloca en posición de fomentar la lectura.

Yordi Rosad0 expone entonces que los libros que más le interesan son de del género de autoayuda: “Me encantron La Fuga del Siglo, de Carlos Contreras, y Los Cuatro Acuerdos”, dice. A su lista agrega El Laberinto de la Soledad, de Octavio Paz; y El Señor de las moscas, de William Golding.

Benny Ibarra comenta que su gusto por la lectura surge en su infancia cuando su mamá le leía El Principito, que por cierto inspiró su disco La marcha de la vida.

“En realidad no me considero un lector habitual, pero hay cosas muy particulares que me gustan, como reportajes, científicos, leo mucho el periódico y he leído todos los libros de Harry Potter”.

Continue lendo: http://www.eluniversal.com.mx/espectaculos/102490.html

Córdoba es la provincia andaluza con menos bibliotecarios profesionales

Data de publicação: 07/02/2011

Data de publicação no Blog DA ECI: 11/03/2011

Por PILAR COBOS

La provincia de Córdoba se sitúa en una posición media dentro de la comunidad andaluza por el número de bibliotecas públicas, el 11% de la comunidad autónoma, y la actividad que en ellas se realiza. No obstante, una encuesta publicada recientemente por la Consejería de Cultura, relativa al año 2009, indica que los centros cordobeses son los que menos profesionales de la máxima categoría ocupan en este servicio, con 22 bibliotecarios profesionales de los 386 que trabajan en Andalucía, lo que supone solo un 5% del total.

Estas cifras no se corresponden con el peso del personal contratado en los centros cordobeses, que suma casi un 12% del regional con 211 trabajadores, y el gasto anual en salarios, que con 4,5 millones de euros supuso en el 2009 también el 12% de lo invertido en Andalucía. Este presupuesto se dirige en Córdoba principalmente a auxiliares de biblioteca, un total de 130 trabajadores, otro personal, trabajadores formados en otras materias y becarios.

En cuanto al presupuesto para otros conceptos, las administraciones públicas invirtieron en las bibliotecas un total de 7,1 millones de euros en el periodo analizado. El 60% de este desembolso, que además de salarios contempla sobre todo adquisiciones, solares y edificios, fue realizado por ayuntamientos, mientras que la Junta aportó el 28%. De este modo, a excepción de la Biblioteca Pública Provincial, el resto de los 99 puntos de servicio que se extienden por la provincia son de titularidad municipal.

Continue lendo: http://www.diariocordoba.com/noticias/noticia.asp?pkid=615315

Maratón de protestas en el Reino Unido contra el cierre de bibliotecas

Data de publicação: 06/02/2011

Data de publicação no Blog DA ECI: 11/03/2001

Por EFE

Una maratón de protestas en forma de sentadas u ocupaciones nocturnas tienen lugar en el Reino Unido este fin de semana para protestar por el cierre de cientos de bibliotecas municipales en el marco de los recortes presupuestarios impuestos por el Gobierno de David Cameron.

Unas cuarenta personas pasaron la pasada noche leyendo y compartiendo juegos de mesa en la biblioteca de New Cross, en el sureste de Londres, mientras que otros centenares de personas se turnan para hacer lecturas públicas en las instalaciones de sus localidades.

Muchos ayuntamientos y autoridades provinciales han decidido cerrar las bibliotecas de sus territorios para poder cumplir con el objetivo de recorte del gasto público auspiciado por el Ejecutivo de coalición conservador-liberaldemócrata.

Los ediles argumentan que, si no se cierran los centros de lectura para hacer cuadrar las cuentas, habría que prescindir de otros servicios más fundamentales, como residencias de ancianos o centros de salud mental.

Sin embargo, los ciudadanos, apoyados por numerosos escritores y figuras públicas del país, sostienen que la clausura de bibliotecas es muy perjudicial a largo plazo, sobre todo para los más desfavorecidos de la sociedad.

Continue lendo: http://www.finanzas.com/noticias/economia/2011-02-06/425523_maraton-protestas-reino-unido-contra.html

As bibliotecas acabaram? Cinco argumentos contra e a favor das bibliotecas

Data de Publicação: 05/02/2011

Data de publicação no Blog DA ECI: 11/03/2011-03-11

Por Peter Jackson

Com mais de 400 bibliotecas públicas correndo o risco de fecharem, a campanha para salvá-las está ganhando ritmo. Mas numa época de downloads, livros baratos e compras online facilitadas, esta instituição britânica poderá sobreviver?

Um dos autores mais vendidos do Reino Unido uniu-se a luta contra o “vandalismo cultural” apoiando um dia nacional de leituras de protestos contra os fechamentos das bibliotecas no sábado.

Mas não importa o quão eloquentemente a poeta Carol Ann Duffy ou o autor Colin Dexter exaltem suas virtudes, o fato é que o número de visitantes às bibliotecas – assim como seus orçamentos – estão caindo.

Ativistas dizem que elas são portas insubstituíveis para o aprendizado hoje mais do que nunca, mas para outros a velocidade e amplitude da rede tornou-as dinossauros obsoletos.

Então o que a Internet pode prover que uma biblioteca não pode, e quando simplesmente não existe substituto online para uma ida até a sua biblioteca local? Aqui estão cinco exemplos de ambos os lados:
Apenas na biblioteca…

Continue lendo: http://doraexlibris.wordpress.com/2011/02/05/as-bibliotecas-acabaram-cinco-argumentos-contra-e-a-favor/

Salud 2.0 y bibliotecas

Data de publicação: 01/02/2011

Data de publicação no Blog DA ECI: 11/03/2011

Por  Belen Benito.

Inaugurando el año y el mes en BiblogTecarios, os voy a abordar con un nuevo concepto que llevo investigando desde hace unos meses y que, por circunstancias de la vida, no he podido seguir poniendo en práctica, pero no por ello me gustaría abandonarlo sino, todo lo contrario, me anima a seguir investigando todas sus posibilidades.

Con este chip que me sigue acompañando sobre bibliotecas especializadas en ciencias de la salud, os contaré en qué consiste este concepto, bajo mi análisis y opinión, y su relación con las bibliotecas y los servicios de información.

Os preguntaréis ¿qué es esto? Pues técnicamente se puede definir como: web 2.0 + salud= Salud 2.0. Aprovechando los beneficios colaborativos que nos ofrece la web social, el desarrollo y la ampliación, cada vez a más colectivos, de las nuevas tecnologías llegando hasta el ámbito sanitario, ¿De qué manera los datos estadísticos nos muestran que cada vez más personas buscan información de salud en internet? datos que nos proporciona la página Prsalud con la noticia “Se analizan las ventajas de una Salud 2.0 para la sociedad”

Continue lendo: http://www.biblogtecarios.es/belenbenito/salud-2-0-y-bibliotecas?utm_source=twitterfeed&utm_medium=twitter

Proyecto para la creación de una Biblioteca de Pacientes en el Hospital del Henares

Data de publicação: 31/01/2011

Data de publicação no Blog DA ECI: 11/03/2011

Por Este de Madrid

El Punto de Información al Voluntariado, perteneciente a la Concejalía de Juventud del Ayuntamiento de Coslada, gestiona desde marzo de 2010 un proyecto para la creación de una Biblioteca de Pacientes en el Hospital del Henares.

El proyecto se enmarca en el convenio de colaboración que ambas entidades tienen firmado, gracias a la donación de un fondo bibliográfico de 700 títulos por parte de la ONG Solidarios para el Desarrollo, y a la participación de voluntarios. Con estos dos ingredientes comenzó en octubre de 2010 el servicio de Carrito-Biblioteca, que consiste en acercar a pacientes ingresados en el hospital y a sus familiares o acompañantes la posibilidad de leer un libro sin desplazarse de sus habitaciones y sin ningún coste.

La implantación de este servicio ha tenido muy buena acogida entre los usuarios del hospital y ha servido para dar un paso más. Muchos de los pacientes son personas mayores con dificultades para leer y en otros casos, se trata de pacientes que, por su propia enfermedad, no se encuentran en condiciones de leer pero si de escuchar una buena historia. Por ello, acabamos de realizar el curso “La Lectura como instrumento de interacción terapéutica en la acción voluntaria en hospitales”.

23 voluntarios han participado en esta acción formativa cuyo objetivo ha sido el de prepararles para hacer uso de la lectura como canal de comunicación y de acercamiento a los pacientes en su tarea voluntaria de acompañamiento. Como ha explicado la edil de Juventud, Charo Arroyo, “se trata hacer más llevadera la estancia en un hospital poniendo a disposición de los enfermos un recurso con el que disfrutar de ratos agradables en compañía de una buena lectura”.

Fonte: http://www.estedemadrid.com/noticia_comentada.asp?id=21592

Revolución lectora

Data de publicação no Blog DA ECI: 11/03/2011

Por ALEXIS IBARRA O.

Las tabletas y los lectores de libros electrónicos (e-readers) están lejos de ser una moda pasajera. Se han vendido15 millones de iPad desde su lanzamiento hace 9 meses y este año se espera que cerca de 80 nuevas tabletas salgan a competirle.

Un nuevo estudio llamado Publishing in the digital era, realizado por la consultora Bain and Company por encargo del Foro de Avignon, confirma el asombroso boom de estos dispositivos: entre un 15% a 20% de los usuarios de los países desarrollados tendrán una tableta o un e-reader en el año 2015, mientras que las cifras actuales rondan en torno al 2%. Además, la compra de libros digitales se cuadriplicará en los próximos cinco años.

El estudio se realizó a partir de encuestas a tres mil usuarios de Japón, EE.UU., Alemania, Francia, Inglaterra y Corea. El objetivo: analizar la migración desde el papel a los formatos digitales y entender el comportamiento de los lectores que se están enfrentando a este nuevo tipo de dispositivos.

La investigación reveló que el más usado (y que también lo será en el corto plazo) es el lector de libros electrónicos; esto “debido a un precio ventajoso y una experiencia de lectura que es más cercana al papel”. En cambio las tabletas, en su mayoría aún tienen un precio que no baja la barrera de los US$ 300, lo que impide su masificación.

Sin embargo, dice el estudio, serán las tabletas las que terminarán por imponerse debido a que su precio inevitablemente descenderá y a que los usuarios preferirán sus mayores capacidades gráficas y multimedia.

Continue lendo: http://www.elpais.com.uy/suplemento/ds/revolucion-lectora/sds_545295_110206.html

Las bibliotecas se enfrentan a un escenario complejo para el préstamo de eBooks

Data de publicação no Blog DA ECI: 11/03/2011

Por Lectura Lab

La relación entre los eBooks y las bibliotecas públicas se define hoy por la concurrencia desigual de diversas estrategias, puestas en juego desde cada uno de los campos con interés en el asunto: el sector del libro y los sistemas de bibliotecas públicas.

Las bibliotecas quieren ofrecer este nuevo tipo de libros a sus usuarios y el sector del libro presenta distintos modelos de trabajo en este terreno que se orientan a mantener o a incrementar su negocio a través de este canal. En líneas generales las bibliotecas se mantienen a la expectativa y la iniciativa sigue estando en manos de este sector industrial y comercial del libro. No obstante, ni por un lado ni por el otro se han puesto en juego soluciones homogéneas.

Sistemas abiertos y cerrados

Llama especialmente la atención la diferencia en las estrategias que se plantean a las bibliotecas desde las empresas que suministran eReaders y, en definitiva, eBooks. Debemos recordar que ahora hay, por una parte, libreros como Barnes & Noble o Amazon que venden sus eBooks y comercializan también unos aparatos para su lectura (eReaders) y que, por otra parte, hay numerosos fabricantes de aparatos que no son libreros (venden eReaders “vacíos” o con libros gratuitos de dominio público). Para entender la situación podemos fijarnos en el mercado más maduro para los libros electrónicos del mundo: Estados Unidos; después de tres años de funcionamiento allí las propuestas desde el sector comercial del libro se pueden agrupar en dos bloques:

1. Sistemas abiertos: los libreros que venden aparatos en los que se pueden cargar tanto los libros que les van comprando los clientes, como los libros gratuitos que se lleguen a cargar como préstamo en la biblioteca o los gratuitos (de dominio público) el cliente se cargue de modo autónomo.
2. Sistemas cerrados: los libreros que venden aparatos en los que se pueden cargar exclusivamente los eBooks que ellos venden a través de una plataforma. Barnes & Noble con su Nook y Sony comercializan aparatos que funcionan con el sistema abierto. En cambio, iTunes (Apple) con sus iPad o iPhone y Amazon con su Kindle responden al sistema cerrado.

Sin embargo, como se ha dicho antes, además hay fabricantes de eReaders “neutros” que no son empresas libreras y que se limitan a comercializar unos aparatos capaces de servir de soporte a texto en formatos compatibles con el dispositivo y, en muchos casos, acompañados de un software capaz de adaptar otros formatos para hacer esos textos compatibles con su sistema.

Continue lendo: http://www.lecturalab.org/story.php?id=1943

Las nuevas prácticas de lectura en internet

Data de publicação: 14/02/2011

Data de publicação no Blog DA ECI: 10/03/2011

Por Adela Lo Celso

Los modos de lectura en pantalla son influidos por el tipo de relación que los lectores establecen con ella. Los adolescentes, llamados nativos digitales, mantienen un vínculo natural influido por el entretenimiento más que por el estudio, mientras que para los adultos, la relación es utilitaria, diferente a la que tienen con el libro como soporte de lectura placentera. Así lo reveló un estudio que analizó las prácticas de lectura de jóvenes escolarizados y docentes de la ciudad de Buenos Aires.

La pregunta acerca de cómo es el tipo de lectura que realizan los jóvenes en la pantalla y si es comparable con los modos de leer el libro impreso fue el motor de una investigación de la Facultad de Comunicación. Se relevó una serie de encuestas representativas de chicos de 14 a 18 años que concurren a la escuela media de la ciudad de Buenos Aires, tanto a establecimientos de gestión privada como estatal, y se estableció una comparación con adultos, docentes de ese mismo nivel educativo. Por otra parte, el análisis se completó con las sesiones de internet que desarrollaron los entrevistados.

Las conclusiones del estudio revelaron que el modo de leer en la pantalla se modifica según el tipo de relación que los lectores establecen con ella. Los chicos se vinculan naturalmente con la pantalla, y su uso está signado por el entretenimiento más que por el estudio, mientras que los adultos, en este caso docentes, mantienen una relación utilitaria, muy distinta a la que tienen con el libro como soporte de lectura placentera. Los chicos dicen preferir internet por la posibilidad de comunicarse -en el chat sobresalen las chicas sobre los varones- y de entretenerse, indicador con mayor incidencia en los varones. Mientras que los adultos dicen preferir su posibilidad de acceso a la información, según indicó el profesor Francisco Albarello, autor de la investigación.

Esta diferencia hace también al tipo de uso multitarea que despliegan los usuarios: son los jóvenes quienes desarrollan una multitarea mucho más intensa, manipulando diversos programas a la vez, con un interés predominante en el chat que hegemoniza sus sesiones de internet y que es la razón principal por la cual eligen leer en pantalla.

Los adultos, en cambio, desarrollan una multitarea menos intensa, pero se destacan en la manipulación de ventanas múltiples cuando buscan información de interés. Es este factor el que permite concluir que también la pantalla ofrece una experiencia de placer, por la posibilidad de acceder a información variada de un modo ágil y sencillo.

Continue lendo: http://infouniversidades.siu.edu.ar/infouniversidades/listado/noticia.php?titulo=las_nuevas_practicas_de_lectura_en_internet&id=1234

Biblioteca: ¿sólo digital?

Data de publicação: 09/02/2011

Data de publicação no Blog DA ECI: 04/03/2011

Por Asunción Trénor

Este estudio editado por el CLIR (Council on Library and Information Resources) trata de poner las bases para una buena gestión del nuevo ambiente digital. Ello llevará a una reconceptualización de  la universidad moderna y por supuesto de las bibliotecas universitarias.

El estudio tiene 6 apartados: La idea del orden, ¿Puede una biblioteca nueva ser totalmente digital?, Lo que cuesta mantener un libro, Grandes proyectos de digitalización y su utilidad…, Conclusiones, Epílogo.

La idea del orden

Charles Henry transmite en este apartado del estudio la idea de Toulmin que ya nos advierte en 1972 que los conceptos mutan de generación en generación (“Human understanding: The Collective Use and Evolution of concepts”). Pero existen grandes diferencias  hoy en los procedimientos de la educación superior desde que Toulmin publicó su trabajo hasta el día de hoy: con comunicaciones extremadamente rápidas, así como con la existencia de  recursos y herramientas digitales cabe preguntarse si el conocimiento/ entendimiento humano se produce de forma diferente.

Una colección reciente de ensayos “Understanding Knowledge as a Commons: From Theory to Practice” estudia cómo ha cambiado la forma de crear, compartir y preservar el conocimiento al pasar de medios analógicos a digitales. Podemos hablar de un “hipercambio” (Charlotte Hess y Elinor Ostrom) en las relaciones entre autores/editores/lectores, así como más interrelación entre distintas materias, formas diferentes de comunicación entre los académicos etc.

Continue lendo: http://www.ub.edu/blokdebid/es/content/biblioteca-%C2%BFs%C3%B3lo-digital

Jornal impresso pode acabar no Brasil em 2027

Data de publicação: 04/02/2011

Data de publicação no Blog DA ECI: 04/03/11

Por Euler de França

O site Future Exploration Network (FEN), que auxilia grandes organizações a obter insights sobre o futuro e desenvolver estratégias que criem vantagens competitivas, elaborou um gráfico, baseado em estimativas e tendências atuais, que aponta para o fim do jornal impresso no mundo. Nos Estados Unidos, para ficar apenas num país, mais de 2 mil jornais foram fechados desde o advento da internet. Pátria do mais rico jornalismo do mundo, os Estados Unidos criaram, há pouco, um museu da imprensa.

Segundo o FEN, o primeiro país a abolir o jornal no formato impresso será os Estados Unidos, em 2017, seguido por Inglaterra, 2019, Canadá e Noruega, em 2020. Para o Brasil as previsões do fim dos impressos são para o ano de 2027. O crescimento da tecnologia móvel e o baixo custo da operacionalização, que contrasta com os valores elevados dos jornais impressos, são os principais fatores que ressaltam essa tendência.

Será que o jornal impresso vai ficar como o disco de vinil? Não se sabe. O que se sabe (a tendência) é que quem sobreviver sairá com pequenas tiragens, para distribuição gratuita ou para assinantes privilegiados. Mesmo agora, ninguém, que não seja insano, aposta mais em grandes tiragens impressas.

Na semana passada, saíram os dados do IVC indicando que a “Folha de S. Paulo” não é mais o jornal de maior circulação do país. O primeiro lugar é do “Supernotícias”, um jornal popularesco, como o “Daqui”. Não há comparação entre os dois — a “Folha” é infinitamente superior. Mas é uma tendência os jornais populares ganharem espaço e os jornais mais sofisticados se tornarem menores, pelo menos na forma impressa.

Clique aqui para ter acesso ao dados completos do infográfico.

Fonte: http://www.revistabula.com/posts/colunistas/jornal-impresso-pode-acabar-no-brasil-em-2027

Roger Chartier: “Os livros resistirão às tecnologias digitais”

Data de publicação: 03/02/2011

Data de publicação no Blog DA ECI: 04/03/2011

Por Cristina Zahar

O francês Roger Chartier é um dos mais reconhecidos historiadores da atualidade. Professor e pesquisador da Escola de Altos Estudos em Ciências Sociais e professor do Collège de France, ambos em Paris, também leciona na Universidade da Pensilvânia, nos Estados Unidos, e viaja o mundo proferindo palestras.

Sua especialidade é a leitura, com ênfase nas práticas culturais da humanidade. Mas ele não se debruça apenas sobre o passado. Interessa-se também pelos efeitos da revolução digital. “Estamos vivendo a primeira transformação da técnica de produção e reprodução de textos e essa mudança na forma e no suporte influencia o próprio hábito de ler”, diz.

Diferentemente dos que preveem o fim da leitura e dos livros por causa dos computadores, Chartier – acha que a internet pode ser uma poderosa aliada para manter a cultura escrita. “Além de auxiliar no aprendizado, a tecnologia faz circular os textos de forma intensa, aberta e universal e, acredito, vai criar um novo tipo de obra literária ou histórica. Dispomos hoje de três formas de produção, transcrição e transmissão de texto: a mão, impressa e eletrônica – e elas coexistem.”

Em meados de 2010, Chartier esteve no Brasil para lançar seu livro Inscrever & Apagar, em que discute a preservação da memória e a efemeridade dos textos escritos. Nesta entrevista, ele conta como a leitura se popularizou no século 19, mas destaca que bem antes disso já existiam textos circulando pelos lugares mais remotos da Europa na forma de literatura de cordel e de bibliotecas ambulantes.

Continue lendo: http://www.blogdogaleno.com.br/texto_ler.php?id=9447&secao=22

Nuevo Renacimiento, un proyecto cultural europeo

Data de publicação: 02/02/2011

Data de publicação no Blog DA ECI: 04/03/2011

Por JORDI SABATÉ MARTÍ

El coste de tener todos los archivos culturales europeos digitalizados antes de 2017 podría superar los 100.000 millones de euros
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La Unión Europea se debate entre la necesidad de entrar en la era digital con todo su bagaje cultural guardado en servidores de Internet y la inercia de los diferentes Estados miembros -que son los encargados de digitalizar el patrimonio intelectual nacional- a hacer gastos extra en tiempos de profunda crisis. Un reciente grupo de expertos de la Comisión, capitaneado por la vicepresidenta y responsable de la Agenda Digital Europea, Neelie Kroes, ha elaborado el Informe Nuevo Renacimiento (PDF) para animar a todos los países a hacer un esfuerzo y volcar en la Red todo su patrimonio cultural de dominio público en los próximos cinco años. El coste de este esfuerzo ascendería a 100.000 millones de euros. Además, la propuesta es ambigua respecto a si los autores tienen derecho a negociar libremente con el sector privado la comercialización de las obras que no explotan en la actualidad.

Entre los impulsores del proyecto se destaca que la conversión de las principales obras culturales europeas en formato digital puede ser fuente de nuevos modelos de explotación que traigan riqueza y trabajo en las diferentes regiones de la Unión Europea. Así lo manifestó Neelie Kroes, la vicepresidenta encargada de presentar a la prensa las conclusiones del grupo de expertos que elaboró el Informe. Nuevo Renacimiento pretende que antes de 2017 el grueso de las obras intelectuales de los países miembros esté digitalizado y guardado en los servidores de los Estados, a disposición de sus ciudadanos bajo licencia de dominio público.

También pide que una segunda copia de estas obras, para preservar la correcta conservación de la obra digitalizada, se guarde en los servidores del portal Europeana, la biblioteca digital europea que está bajo el cuidado de la Unión. De este modo, las obras estarán no solo a disposición de los ciudadanos de cada país, sino de todos los europeos. El objetivo es que cualquier ciudadano de la UE pueda acceder a su patrimonio cultural, tanto para su formación como para su explotación comercial, libre reproducción, modificación, etc.

Continue lendo: http://www.consumer.es/web/es/tecnologia/internet/2011/02/02/198405.php

Uno de cada cinco adolescentes nunca visita la biblioteca de su colegio

Data de publicação: 08/02/2011

Data de publicação no Blog DA ECI: 01/03/2011

Por Eduardo Cabrera

Investigación del Consejo Nacional de la Cultura, en jóvenes de cuarto medio de la Región Metropolitana, da cuenta del desinterés por los libros en este grupo etario.

Uno de cada cinco estudiantes de cuarto medio no visita la biblioteca de su escuela. La cifra es uno de los principales resultados del estudio “Hábitos y Comprensión de Lectura”, en el que participaron 207 alumnos de la Región Metropolitana, a cargo de la bibliotecóloga Claudia Gilardoni. No sólo eso: el 60% que la usa, lo hace con poca frecuencia. Sólo el 5% asiste tres veces a la semana.

Con estas cifras, no es de extrañar que el 10% de los escolares no alcance a leer un libro al mes y un tercio de ellos lea entre uno y tres libros al año, según datos del mismo estudio.

La investigación -realizada para el Consejo Nacional de la Cultura- pone de manifiesto el desinterés de los adolescentes por un lugar que se suponía debía atraerlos hacia la lectura y, por lo tanto, su poco contacto con los libros, ya que tampoco los encuentran en sus casas. Probablemente, este sea el comienzo de las cifras que luego exhiben los adultos: el 45% no lee un solo libro al año, según datos de Fundación La Fuente.

En la investigación dirigida por Gilardoni, los adolescentes aseguran que valoran la lectura como algo importante. Pero un tercio dice que no se concentra al leer y el 22%, que se aburre.

El análisis que hace la investigadora para explicar esta realidad incluye dos factores: las bibliotecas no tienen libros entretenidos o actuales, además de contar con pocas revistas y diarios (sólo el 2% dice que encuentra lectura interesante en estos lugares y la mayoría prefiere comprar en ferias o en la calle, si es que hay un título que llame su atención).

Continue lendo: http://diario.latercera.com/2011/02/08/01/contenido/pais/31-58736-9-uno-de-cada-cinco-adolescentes-nunca-visita-la-biblioteca-de-su-colegio.shtml

Campaña de fomento de lectura electróncia en Puebla de la Calzada

Data de publicação: 08/02/2011

Data de publicação no Blog DA ECI: 01/03/2011

Por Provincia Badajoz

Hasta el próximo día 18, la biblioteca pública municipal de la localidad pacense de Puebla de la Calzada centraliza la exposición “Lugares de e-lectura 55 y +”, dentro del programa “Territorio Ebook, lecturas sin fin” que desarrollan la Fundación Germán Sánchez Ruipérez y el Área de Cultura de la Diputación de Badajoz, según informa en nota de prensa.

La muestra es itinerante y antes de desembarcar en Puebla lo hizo en Zafra, Alburquerque, Fregenal de la Sierra o Barcarrota. En esta exposición se muestran aquellos lugares especiales donde encontramos el refugio adecuado para leer, las nuevas lecturas a través de libros electrónicos o cómo influye el soporte con el que se viste la lectura.

“Lugares de e-lectura 55 y +” pretende acercar al público los lugares de lectura de distintas generaciones, reinterpretándolos y definiéndolos como los espacios simbólicos fundamentales para cada lector. Desde esta perspectiva, la muestra confluye con algunos de los objetivos del Plan de Fomento de la Lectura “Un libro es un amigo”, resultado del convenio de colaboración entre la Diputación de Badajoz y la Fundación Germán Sánchez Ruipérez, como son: propiciar la familiarización de la población con el mundo del libro; redescubrir la literatura; facilitar el acceso a las bibliotecas y sus contenidos; acercar el mundo de la escritura y la creación; y desarrollar una conciencia crítica en las personas lectoras.

Continue lendo: http://www.extremaduraaldia.com/provincia-badajoz/campana-de-fomento-de-lectura-electroncia-en-puebla-de-la-calzada/118277.html

Biblioteca de São Paulo completa um ano de atividades

Data de publicação: 08/02/2011

Data de publicação no Blog DA ECI: 28/02/11

Por SP Notícias

Em um ano: 309 mil pessoas passaram pelo espaço; mais de 153 mil livros emprestados; 30 mil usuários cadastrados; 402 atividades culturais

Nesta terça-feira, 8, a Biblioteca de São Paulo comemora o seu aniversário de um ano. O balanço deste primeiro ano mostra que a instituição do governo paulista é um sucesso, comprovado pelos números: a biblioteca recebe 30 mil pessoas por mês, em média – de fevereiro de 2010 a janeiro de 2011 passaram pelo espaço 309.100 visitantes. Neste período, também foram cadastrados 30.628 usuários e emprestados 153.638 livros.

“Em um ano de atividades, a Biblioteca de São Paulo já foi incorporada ao cotidiano da cidade. As pessoas sabem que ali elas têm acesso disponível à internet e muitos livros ao alcance das mãos, dos clássicos aos best sellers, além de periódicos”, afirma o Secretário de Estado da Cultura, Andrea Matarazzo. “É um projeto que deu certo, uma ideia que deve ser replicada e que amplia o acesso a cultura de qualidade para a população.”

Outros números que impressionam: nos 94 computadores disponíveis para os usuários, 774 mil sites foram visitados desde a inauguração, em fevereiro de 2010. Com relação ao atendimento às pessoas com deficiência, um grupo composto por 80 pessoas frequenta com assiduidade o local; desses, cerca de 20 são cegos ou possuem baixa visão. Esses usuários retiram emprestado o material apropriado do acervo e usufruem da programação educativo-cultural. Também são feitas visitas a área, agendadas e monitoradas, por instituições que atendem pessoas com deficiência.

Continue lendo: http://www.saopaulo.sp.gov.br/spnoticias/lenoticia.php?id=213728&q=Biblioteca+de+S%E3o+Paulo+completa+um+ano+de+atividades+na+capital

¿Hay comunicación interna entre los bibliotecarios madrileños?.

Data de publicação: 08/2/2011

Data de publicação no Blog DA ECI: 28/02/2011

Por Plataforma Colegio

Es evidente que no la hay.

Bueno si que hay algunos bibliotecarios madrileños que pueden comunicarse entre ellos, los que pertenecen a las BAGE (Bibliotecas de la Administración General del Estado). Estas bibliotecas recientemente anunciaron la puesta en marcha de una lista de correo interna.

Afirman que  el objetivo de la lista BAGE es que los profesionales relacionados con estas bibliotecas conozcan y participen en el desarrollo de los proyectos que, en el marco de los órganos de coordinación de estas bibliotecas, se llevan a cabo para su mejora.

También esta ¿Qué te cuentas?. El blog de las bibliotecas escolares de la Comunidad de Madrid. Además, el Movimiento de Bibliotecas Rurales de Madrid, al que ya nos hemos referido otras veces, tiene un foro propio.

Pero pare usted de contar. El resto de los bibliotecarios madrileños, sobre todo los de públicas de la capital -redes del Ayuntamiento y la Comunidad- y los municipales de la región, prácticamente no se conocen entre ellos.

Ya comentamos que antes se realizaban unas Jornadas Bibliotecarias de la CAM que servían como encuentro entre ellos cada dos años. Pero desde las 4ª jornadas -allá por el año 2004- ya no hay ni eso. Por no haber no hay ni una lista de correo propia para los bibliotecarios madrileños.

Continue lendo: http://coabdm.wordpress.com/2011/02/08/%C2%BFhay-comunicacion-interna-entre-los-bibliotecarios-madrilenos/

La biblioteca que escapó del fuego

Data de publicação: 29/01/2011

Data de publicação no Blog DA ECI: 28/02/2011

Por RAFAEL ARGULLOL

El 12 de diciembre de 1933, dos barcos de vapor, el Hermia y el Jessica, remontaron el río Elba con un cargamento de 531 cajas. Abandonaban el puerto de Hamburgo con el propósito de dirigirse a los muelles del Támesis, en Londres. En las cajas, además de miles de fotografías y diapositivas, estaban depositados 60.000 libros. En principio, se trataba de un préstamo que debía prolongarse a lo largo de tres años. La realidad es que los libros ya no emprendieron el viaje de regreso a su lugar de origen, consumándose, así, el traslado definitivo, desde Alemania a Inglaterra, de la Biblioteca Warburg, una de las empresas culturales más fascinantes del siglo pasado y quizá la que resulta más enigmática desde un punto de vista bibliófilo.

Como estamos mucho más habituados a las imágenes de libros en las hogueras, resulta difícil de imaginar el proceso contrario: la salvación de una gran biblioteca del acecho de las llamas. La de Alejandría fue incendiada varias veces, y tenemos abundantes noticias sobre quema de libros en cualquier época sometida al fanatismo, hasta el pasado más reciente. Por eso llama la atención lo ocurrido con la Biblioteca Warburg. Curiosamente, todo fue muy rápido, pese a que las negociaciones secretas entre los alemanes y británicos implicados en el plan de salvación de la biblioteca fueron largas y laboriosas. A principios de 1933, Hitler alcanzó el poder, y a finales de ese mismo año los volúmenes que Aby Warburg había reunido en el transcurso de cuatro décadas ya se encontraban en su nueva morada londinense. Los acontecimientos se precipitaron, sometidos al vértigo sin precedentes de un periodo que culminaría en el mayor desastre de la historia. Los continuadores de la obra de Aby Warburg -pues este había fallecido un lustro antes- pronto advierten que será imposible proseguir con su labor bajo la vigilancia nazi. En consecuencia, empiezan los contactos destinados al traslado. Primero se piensa en la Universidad de Leiden, en los Países Bajos, donde escasean los fondos para el futuro mantenimiento. Después, en Italia, el lugar más adecuado de acuerdo con el contenido de la biblioteca, pero el menos fiable tras el largo Gobierno de Mussolini. Finalmente, se impone la opción británica. Eric M. Warburg, hermano de Aby, escribió una crónica pormenorizada de las negociaciones que, como apéndice, se incluye en el recién publicado texto de Salvatore Settis Warburg Continuatus. Descripción de una biblioteca (Ediciones de la Central y Museo Reina Sofía). El relato nos introduce en una trama de alta intriga.

¿Por qué era tan singular la Biblioteca Warburg? Es difícil obtener una respuesta unívoca. De la lectura del libro de Salvatore Settis, así como de la del también reciente y muy recomendable ensayo de J. F. Yvars Imágenes cifradas (Elba), se desprende una suerte de paisaje de círculos concéntricos según el cual la misteriosa personalidad de Aby Warburg abrazaría la estructura de su biblioteca, del mismo modo en que los hilos de la telaraña no pueden comprenderse sin el instinto constructor del propio insecto. También las explicaciones, ya clásicas, de Fritz Saxl, Ernst Cassirer, Erwin Panofsky o E. H. Gombrich sobre el maestro de Hamburgo apuntan en la misma dirección. Lo que podríamos denominar el caso Warburg se refiere a un hombre que dedicó su vida a la formación de una biblioteca que, con el tiempo, sería muchos mundos al unísono: un edificio, construido en Hamburgo por el arquitecto Fritz Schumacher, que debía inspirarse en la elipse orbital de Kepler; un laberinto que atrapaba al visitante, según Cassirer; una colección organizada de acuerdo con criterios sutiles y completamente heterodoxos, todavía no enteramente dilucidados; un polo espiritual que magnetizaba a cuantos se acercaban y que daría lugar, primero en Alemania y luego -póstumamente respecto al fundador- en Reino Unido, a la más prestigiosa tradición contemporánea en el territorio de la Historia del Arte.

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De bibliotecas escolares y otros paripés

Data de publicação: 08/02/2011

Data de publicação no Blog DA ECI: 28/02/2011

Por Antonio Casado

Según el diccionario de la Real Academia de la Lengua, paripé -del caló paruipén- significa fingimiento, simulación o acto hipócrita. Y “hacer el paripé” es presumir o darse tono. Y tal cosa es lo que hacen las administraciones públicas con competencias educativas (entiéndase el Ministerio y las respectivas comunidades autónomas) cuando hablan de bibliotecas escolares. Porque en España, las bibliotecas escolares no existen.

Supongo que para argumentar tal aseveración deberé ir al principio y tratar de definir el concepto de biblioteca. Sí, sé que hay muchas definiciones; cada tratadista y cada profesor tiene la suya, pero a mí me parece muy acertada la de los compañeros de la American Library Association cuando afirman que “Biblioteca es una colección de materiales de información organizada para que pueda acceder un grupo de usuarios, con personal encargado de sus servicios y programas”. Y ahí está el quid de la cuestión. Las bibliotecas escolares en nuestro país son una voluntad del que quiere, un brindis al sol… pero no algo real, a causa de que no todos los centros de enseñanza tienen biblioteca, y los que la tienen, no tienen bibliotecario. Resumiendo: Hay espacios y hay libros… pero no hay personal especializado.

La actual Legislación Estatal (Ley Orgánica 2/2006) de Educación obliga a que todos los centros de enseñanza -sin distinguir entre los de educación Infantil, Primaria, Secundaria y Bachillerato- dispongan de una biblioteca,  a que se dedique tiempo a la lectura y su fomento y hasta autoriza a los centros escolares a pactar con las bibliotecas municipales para cumplir estos objetivos. Pero no dice en ningún sitio que las bibliotecas escolares sean atendidas por bibliotecarios. Algo que es evidente: Tampoco dice que las clases hayan de ser impartidas por maestros. Sin embargo, lo que parecía elemental, acaba no siéndolo.

El año 2008 vimos como se celebraba el I Mes Internacional de la Biblioteca Escolar por iniciativa de la International Association of School Librarianship. Muchos políticos en España lo celebraron, pero ninguno propuso la única solución válida a nuestro problema, que es crear por ley plazas de bibliotecario en todos los colegios e institutos de bachillerato de nuestro país.

Continue lendo: http://www.biblogtecarios.es/antoniocasado/de-bibliotecas-escolares-y-otros-paripes

Um livro em braille sem páginas perfuradas

Data de publicação: 08/02/2011

Data de publicação no Blog DA ECI: 24/02/11

Por PublishNews

A designer gráfica brasileira Wanda Gomes criou novo método de impressão com imagens e até cheiro

Acaba de ser enviado a escolas, bibliotecas e instituições educacionais, um livro em braille diferente. Adélia cozinheira, que lança a Coleção Adélia, é o primeiro título 100% inclusivo. Isso porque permite a leitura simultânea de crianças com e sem deficiência visual, já que o livro não tem suas páginas perfuradas pelo método tradicional. O trabalho é o resultado da união entre as pesquisas da designer gráfica Wanda Gomes, da concepção literária da escritora Lia Zatz e das ilustrações da artista plástica Luise Weiss. Utilizando o mesmo sistema do braille (com as letras resultando da combinação entre seis pontos), o novo processo diferencia-se por não furar o papel, permitindo a edição de grandes tiragens e em conjunto com a impressão offset, o que garante ao material maior durabilidade e a possibilidade de unir o braille a cores e texturas.

Dessa forma, o novo sistema de impressão, denominado Braille.BR, é fator preponderante na democratização do acesso aos meios culturais e de inclusão social, já que elimina o isolamento a que as crianças com deficiências visuais são submetidas na maioria das escolas.

Responsável pelo texto, Lia Zatz utiliza uma retórica simples e direta, abordando por meio de assuntos ligados à autonomia, independência e relacionamentos, temas importantes das atividades diárias do universo infantil.

Em Adélia cozinheira, a menina Adélia exercita sua independência preparando o café da manhã para fazer uma surpresa aos seus pais, que ainda dormem. Utilizando aromas, relevos e texturas, as contrastantes e coloridas ilustrações de Luise Weiss andam lado a lado com o texto, cumprindo de forma rica a função da informação, seja através do traço solto e diferenciado daquele comumente encontrado na literatura infantil, seja através da aplicação extremamente cuidadosa das cores.

Continue lendo: http://www.movimentoculturabrasil.com.br/blog/?p=3559

El ‘e-book’ llega a la Biblioteca

Data de publicação: 02/02/2011

Data de publicação no Blog DA ECI: 24/02/2011

Por DIEGO MARÍN A.

La Biblioteca de La Rioja inició ayer el préstamo de libros electrónicos con gran éxito. Y es que, de los 50 dispositivos con los que cuenta el servicio, todos fueron tomados en préstamo en la jornada de ayer, más de la mitad de ellos antes del mediodía. Cada uno de los libros electrónicos se prestan por un tiempo limitado de 21 días y se acompañan de un maletín con una guía de usuario, un folleto con el millar de títulos que contiene el dispositivo y un cargador de energía. La iniciativa parte de un proyecto del Ministerio de Cultura, que ha suministrado libros electrónicos a quince bibliotecas españolas con el fin de “promover y garantizar el acceso de los ciudadanos a la lectura y a la cultura”..

En la mañana de ayer martes numerosos usuarios se acercaron a la Sala de Lectura de la Biblioteca de La Rioja para interesarse por los libros electrónicos. Es el caso de Eduardo Sánchez, que explicó que «no soy usuario habitual de la Biblioteca (mis hijos sí), pero he querido probar a ver qué tal es esto del libro electrónico». La bibliotecaria Beatriz Paradiñeiro informa que los interesados deben venir con su carné de identidad y su carné de socio de la Red de Bibliotecas de La Rioja y que cada persona que tome prestado un libro electrónico debe leer un documento sobre el funcionamiento del dispositivo y firmar una declaración de responsabilidad sobre el aparato, cuyo valor aproximado es de 150 euros.

“Deben comprometerse a devolver el material en el mismo estado en el que se lo llevan. Y, si falta algo, deben reponerlo», explica Paradiñeiro, y añade: «La mayoría son nuevos usuarios de la Biblioteca, al menos, de la Sala de Lectura. Aquí viene mucha gente fija a estudiar y consultar los ordenadores y a la mayoría yo no los conocía”.

Continue lendo: http://www.larioja.com/v/20110202/cultura/book-llega-biblioteca-20110202.html

Francia digitalizará medio millón de libros descatalogados

Data de publicação: 01-02-2011

Data de publicação no Blog DA ECI: 24/02/11

Por ABC

Francia digitalizará en los próximos cinco años medio millón de libros descatalogados para de dar acceso a los lectores a esas obras y favorecer que sus autores y editores puedan volver a explotar comercialmente sus derechos de propiedad intelectual.

“Un libro no disponible es un trozo de memoria que se derrumba, una parcela del patrimonio que se borra y una obra artística que se olvida a sí misma”, aseguró hoy el ministro galo de Cultura, Fréderic Mitterrand, signatario del acuerdo suscrito con la Biblioteca Nacional de Francia, principalmente.

Esta iniciativa persigue “dar una nueva vida, bajo formato digital, a libros bajo derechos (de autor) del siglo XX que no se comercializan ya en las librerías”, señalaron los firmantes en un comunicado conjunto.

Los títulos, que estarán disponibles en la web del proyecto Gallica de la Biblioteca Nacional de Francia, serán seleccionados del fondo de colecciones de esa institución, que podrá conservar una copia digital para su propio uso.

El acuerdo prevé la explotación comercial de los títulos digitalizados de manera “justa y colectiva”, garantizando tanto a los autores como a los editores “una remuneración equitativa desde el estricto respeto a los derechos morales y patrimoniales”, agrega la nota.

Continue lendo: http://www.abc.es/agencias/noticia.asp?noticia=675219

El servicio de bibliobús presta más de 100.000 libros en 2010

Data de publicação: 01/02/2011

Data de publicação no Blog DA ECI: 24/02/2012

Por  Trubuna.net

Ccon un presupuesto para este año de 415.881 euros, el Centro Coordinador de Bibliotecas gestiona el servicio de bibliobuses, que lleva la cultura en forma de libros y audiovisuales a 181 municipios, dos menos que durante el año pasado.

Según el diputado provincial de Cultura, Manuel Martín, en 2010 prestaron casi 100.000 libros, más de 5.000 revistas y más de 22.500 documentos audiovisuales, “cifra ésta que supone 10 veces la que teníamos hace dos años”.

Esta tarea se consigue gracias a un equipo de 12 personas, en el que se incluyen tres bibliotecarios, tres conductores que hacen las tareas de auxiliares de biblioteca, dos técnicos para selección, adquisición, catalogación de los libros, dos ordenanzas, un auxiliar administrativo y el director del servicio.

El Servicio de Bibliotecas de la Provincia cuenta con un fondo de cerca de 80.000 documentos, de los cuales cada bibliobús transporta aproximadamente 3.000, que se renuevan conforme a las peticiones que los usuarios realizan vía correo electrónico o vía telefónica.

Para este año están previstas unas 2.300 paradas a las puertas de los centros escolares o en las principales plazas para acercar la lectura a todos los públicos, con lo que en torno a 40.000 personas entrarán en los bibliobuses a coger libros o realizar consultas.

Continue lendo: http://www.tribuna.net/noticia/58376/PROVINCIA/servicio-bibliob%C3%BAs-presta-100000-libros-2010.html

Biblioteca na Estação Central do Metrô será reinaugurada nesta terça

Data de publicação: 31/01/2011

Data de publicação no Blog DA ECI: 24/02/2011

Por Pernambuco.com

Está em um dos princípios do Instituto Brasil Leitor (IBL) a meta de expandir o uso e a familiaridade com os livros, jornais, revistas e computadores, disseminando o ato da leitura em espaços pouco convencionais ou periféricos da sociedade. Sob este viés, será reinaugurada nesta terça-feira, às 9h, na Estação Central do Recife, a biblioteca Leitura nos Trilhos, iniciativa do IBL em parceria com o Metrô do Recife e o Ministério da Cultura (MINC).

A biblioteca volta a funcionar de segunda a sexta, das 9h às 19h, e pretende aumentar seu número de leitores-sócios, que atualmente totalizam cerca de cinco mil. “É de extrema importância a reabertura desse espaço, tanto pela educação que é propiciada quanto pelo lazer dos nossos clientes”, afirma Marcelo Nóbrega, um dos idealizadores do projeto.

O espaço, localizado nas dependências físicas do metrô, no bairro de São José, encontra-se desativado há cerca de 10 meses. No local, um aviso que data de março do ano passado comunica aos usuários que a biblioteca estaria desativada por tempo indeterminado. O local teve suas portas fechadas devido à parceria interrompida com a empresa patrocinadora, a administradora de cartões Cielo. “A empresa resolveu investir mais na área de esportes e ficamos carentes de patrocínios para tocar com o projeto”, afirma Nóbrega.

Situação que incomodou certos passageiros, como a dona de casa Helena Rúbia, de 55 anos, professora aposentada do estado. “Durante anos de ditadura, vi que ser estudante era sinônimo de reivindicação, de luta pelos seus direitos. Os jovens de hoje em dia estão muito perdidos, sem instrução nenhuma, espero que com essa opção eles passem a ter mais contato com a leitura”, observa.

Continue lendo: http://www.pernambuco.com/ultimas/nota.asp?materia=20110131154609&assunto=76&onde=VidaUrbana

Los estudiantes universitarios todavía eligen los libros impresos

Data da publicação: 02/02/2011

Data de publicação no Blog DA ECI: 24/02/2011

Por Comunicación Cultural

Según un estudio llevado a cabo por BISG y que será presentado el día 9 de febrero, parece que los estudiantes universitarios todavía prefieren los libros impresos. A pesar de la afición de la mayoría  de éstos a las redes sociales y a los teléfonos móviles,  casi el 75% de los estudiantes entrevistados escogen los libros de texto impreso en lugar de los libros de texto digitales (eTexts): la costumbre de leer en libro s de papel, su apariencia y sensación, persistencia  y la capacidad para ser revendidos son los principales argumentos.

También la mayoría de los encuestados (60%) valoran mucho los libros de texto, impresos o digitales, de los cuales casi todos se pueden comprar en la librería de la universidad (65%). No obstante, la compra online de estos libros sigue aumentando: una quinta parte de los estudiantes afirmaron que compraron libros de texto en Amazon. Por último, tal vez debido al aumento de los precios, el alquiler de libros de texto fue elegido por el 11% de los estudiantes encuestados, en lugar de comprarlos o descargarlos.

Otro resultados que ya han adelantado son:

* Los estudiantes miran las gangas. Los encuestados dijeron que a menudo compran ediciones anteriores de un libro de texto (16%) o en versiones internacionales (el 18% lo hizo al menos una vez).

* La piratería es un fenómeno generalizado. Más del 40% de los encuestados afirmaron adquirir un libro de texto de un sitio web “pirata”, o conocen a otros que los tienen.

Continue lendo: http://www.comunicacion-cultural.com/2011/02/02/los-estudiantes-universitarios-todavia-eligen-los-libros-impresos/

Las bibliotecas públicas navarras no contemplan los e-books en sus fondos

Data de publicação: 01/02/2011

Data de publicação no Blog DA ECI: 24/02/2011

Por Sonia Macías

El Ministerio de Cultura ha dotado a 15 bibliotecas públicas del Estado con 750 dispositivos electrónicos para su préstamo a domicilio. En este proyecto se han invertido 130.000 euros, y las bibliotecas seleccionadas para la primera fase del programa proceden de Ciudad Real, Huelva, La Rioja, Las Palmas de Gran Canaria, Madrid, Mérida, Murcia, Oviedo, Palma de Mallorca, Santander, Santiago de Compostela, Tarragona, Valencia, Valladolid y Zaragoza.

Navarra, en este aspecto, de momento no contempla la inserción del e-book, al menos, a medio plazo. Así lo apunta Fermín Guillorme, director del Servicio de Bibliotecas Públicas de Navarra. “Se está siguiendo muy de cerca la evolución de la tecnología y de las distintas experiencias llevadas a cabo en otros ámbitos, pero de momento no se ha implantado dicho servicio por varios motivos”, cuenta.

Entre ellos señala el “escaso mercado que existe actualmente, al margen de los títulos libres de derechos de autor”. De momento, dice, el mundo editorial estatal se muestra muy cauteloso en ese aspecto, y, además, todavía no se ha perfilado “un modelo estándar de dispositivo electrónico”. Asimismo, de momento “la tecnología es limitada, puesto que ninguno de los modelos lee todos los formatos, la tecnología existente hace pensar en una evolución de los dispositivos con mayores prestaciones, y, de momento, su precio es aún elevado”. También puntualiza que en estos momentos, y dadas las circunstancias, los “presupuestos son limitados para la adquisición de fondos de este tipo”. No obstante, asegura que “actualmente hay cierto debate acerca de si el papel de las bibliotecas públicas es prestar dispositivos, o más bien ser suministradoras de contenidos mediante accesos a través de Internet”, hecho que ya se viene dando desde hace tiempo en otros países, donde la venta de este tipo de aparatos se ha desarrollado mucho más.

A pesar de todo, Guillorme aclara que “aunque por ahora se está yendo con cautela, se sigue con interés el tema de los libros electrónicos, ya que es un servicio que se impondrá por las posibilidades que ofrece a bibliotecas y usuarios”. Y es que el principal impedimento actual para que esto funcione son los derechos de autor. “La clave para que los libros actuales puedan llegar a los usuarios del e-book es que editores y administraciones públicas se pongan de acuerdo en cómo prestarlos”, afirma. De momento lo que se podría prestar son aparatos, “si bien nuestro compromiso es apostar por los contenidos”, añade.

Continue lendo: http://www.noticiasdenavarra.com/2011/02/01/ocio-y-cultura/cultura/las-bibliotecas-publicas-navarras-no-contemplan-los-e-books-en-sus-fondos

La biblioteca como soporte a la investigación: qué debemos conocer sobre nuestros investigadores según la OCLC

Data de publicação: 01/02/2011

Data de publicação no Blog DA ECI: 24/02/2011

Por Daniel Torres

Recientemente en otros foros se ha venido comentando el creciente desapego que existe en la actualidad entre los investigadores/profesores y la biblioteca universitaria. El investigador actual parece que ya no necesita a la biblioteca y la biblioteca, en su enésima crisis de identidad, parece que debe buscar nuevas competencias y servicios que ofrecer a éstos usuarios para su supervivencia. Este alejamiento, independientemente de las razones que lo han producido, no es exclusivo de España ya que en otros países se está produciendo una situación análoga  (parece que es una preocupación común) por lo que se elevan las voces que ven necesario el volver a tender puentes entre bibliotecarios e investigadores. Para ello es necesario conocer exactamente a que  dedican su tiempo nuestros investigadores y precisamente en este tema se centra uno de los últimos informes de la OCLC titulado “A Slice of Research Life: Information Support for Research in the United States”.

Este informe, de interés para todos aquellas bibliotecas que prestan cobertura a la investigación, se concentra esencialmente en intentar desvelar cuales son las herramientas y servicios que se pueden proveer a los investigadores durante todo el ciclo de la investigación científica. Por ello su objetivo esencial es tratar de detectar cuales son las necesidades exactas de los investigadores de diversas disciplinas y para ello no solo se basa en la revisión de la literatura científica sino, fundamentalmente, en una serie de entrevistas mantenidas en cuatro instituciones relevantes de Estados Unidos (Cornell University, Ohio State University,  Vanderbilt University and University of Washington) con investigadores, estudiantes, gestores de investigación, etc… Por tanto no trata tanto de indicarnos que podemos hacer de nuevo, sino de conocer o descubrir las necesidades actuales para así después saber donde se puede actuar y plantear soluciones eficaces.

El informe recopila, por tanto, las opiniones directas de diversos actores de la ciencia y éstas nos las presenta la OCLC clasificadas en la siguientes áreas o temas donde a priori las bibliotecas podrían colaborar o ser de utilidad: 1) informar sobre oportunidades de financiación, 2) gestión de la propiedad intelectual, 3) búsqueda de colaboradores científicos, 4) gestión y almacenamiento de documentos y datos, 5) análisis de datos, 6) mejora de las habilidades en recuperación y gestión de la información, 6) selección de revistas y canales alternativos de publicación, 7) ayuda en los procesos de promoción y, por último, 8) gestión de pre-prints y post-prints.

Continue lendo: http://www.ub.edu/blokdebid/es/content/la-biblioteca-como-soporte-la-investigaci%C3%B3n-qu%C3%A9-debemos-conocer-sobre-nuestros-investigadore

“Um país moderno é construído com homens e livros”

Data de publicação: 31/01/2011

Data de publicação no Blog DA ECI: 24/02/2011

Por Vitorino Joaquim

A Associação Provincial dos Estudantes de Luanda congrega as associações do segundo ciclo e do ensino superior da província, em torno da defesa dos direitos e deveres académicos e sociais dos seus associados, colaborando com os órgãos do Ministério da Educação na solução de problemas e na promoção do desenvolvimento do ensino. Nos 35 anos da Independência Nacional foi considerada uma das melhores organizações juvenis do país. O Jornal de Angola entrevistou o seu secretário executivo, Júlio Paulo.

Jornal de Angola –  A associação criou um plano de férias, como funcionou?

Júlio Paulo – O plano de férias é uma actividade que visa ocupar os estudantes, participando em actividades educativas, recreativas, culturais e desportivas, foi realizado desde o dia 15 de Dezembro até ao dia 27 de Janeiro de 2011, em 18 escolas da capital. Participaram mais de mil estudantes, dos nove municípios de Luanda.

JA – que balanço faz do seu mandato?

JP – Depois de algum inactivos, retomámos em 2008 as nossas  actividades com a realização de palestras, seminários e visitas de estudo. Com estas actividades, acabámos com o mito de que a que a juventude não está preparada para enfrentar os desafios do futuro. Provámos que a juventude só não faz bem as coisas, quando não quer. Ao longo do mandato reactivámos as associações nas escolas, incluindo no Instituto Médio de Economia do Kilamba Kiaxi. Na cerimónia de celebração da independência a Associação Provincial dos Estudantes de Luanda foi eleita uma das melhores organizações juvenis. Penso que o ano passado foi muito positivo.

JA – Como correu o ano lectivo passado?

JP – Estamos a melhorar, o Executivo continua a edificar escolas e a contratar professores. No ano passado cresceu o número de alunos e mais de 80 por centos dos estudantes tiveram um aproveitamento positivo. Com a introdução do novo sistema educativo, o número de reprovados diminuiu. Penso que daqui a mais alguns anos, as coisas podem melhorar muito mais.

Continue lendo: http://jornaldeangola.sapo.ao/18/0/um_pais_moderno_e_construido_com_homens_e_livros

Las redes sociales son las alas de la Biblioteca 2.0”

Data de publicação: 31/01/2011

Data de publicação no Blog DA ECI: 24/02/2011

Por Claudia Beatriz Iara Vásquez |

Alegre, dinámica y rigurosa es Liliana Morales, la Jefa de la Biblioteca Pública de Queilen, quien hace unas semanas se adjudicó el proyecto “Piececitos de niños, acercándose a la lectura” presentado al Consejo Nacional de la Cultura y las Artes (CNCA), el que le permitirá realizar una pasantía por un mes a la Fundación Germán Sánchez Ruipérez de Salamanca, España.
Esto no hace más que venir a reafirmar el compromiso que asumió Liliana en el año 2007, cuando asumió el cargo de Jefa de Biblioteca y se propuso difundir y promover los servicios de la Biblioteca, porque cree que a través de ella puede aportar a la generación de cambios sociales.

Has sido una de las principales promotoras del uso de las redes sociales para difundir el quehacer de la Biblioteca, ¿qué oportunidades laborales viste en estas plataformas?

La promoción cultural y social genera nuevas oportunidades para seguir adquiriendo conocimientos y ampliando las posibilidades educativas, las que sin duda te permiten optar a un mayor reconocimiento laboral. El poder realizar cursos e-learning y, pongo como ejemplo el curso que realicé del CRA a través de la Pontificia Universidad Católica, significa darle otro sentido a las redes sociales; ya no son solo entretención, ocio o participación social, sino que –además- permite aprendizaje en línea. Se debe mencionar que las redes sociales conectan personas a bajo costo, lo que puede ser beneficioso para las emprendedoras y pequeñas empresas.

De acuerdo a tu experiencia con usuarios, ¿cuál es el uso que están dando a las redes sociales?

Los usuarios están mayoritariamente interactuando con chat, mensajería, correo electrónico, Blogs y Facebook son los más utilizados.

¿Qué falta para que los habitantes de Queilen se involucren en el mundo de la Web 2.0?

Perder el miedo a las nuevas tecnologías y sentirse más cercano a ellas se logra con una buena promoción, ya sea de las capacitaciones o de generar la necesidad de comunicación de forma más inmediata, gratis y confiable. El trabajo realizado por las bibliotecas públicas apunta a la generación de esta necesidad. En Queilen, el factor socioeconómico incide fuertemente en la adquisición de nuevas herramientas para que la población esté más cercana y se pueda involucrar con las nuevas tecnologías.

Continue lendo: http://www.contenidoslocales.cl/entrevista/9312/las-redes-sociales-son-las-alas-de-la-biblioteca-20

15 milhões de alunos estudam em escolas sem biblioteca

Data de publicação: 31/01/2011

Data de publicação no Blog DA ECI: 24/02/2011

Por O Globo

Na volta às aulas, milhões de alunos de todo o país vão estudar este ano em escolas onde não há laboratório de ciências, biblioteca, laboratório de informática ou quadra de esportes.

O Censo Escolar do Ministério da Educação (MEC) mostra que, no ano passado, 27 milhões de estudantes de ensino fundamental e médio — 70% do total — frequentavam estabelecimentos sem laboratório de ciências.

A inexistência de bibliotecas era realidade para 15 milhões (39%), enquanto 9,5 milhões (24%) estavam matriculados em escolas sem laboratório de informática e 14 milhões (35%) em unidades sem quadra esportiva.

Os dados foram divulgados pelo MEC em dezembro e consideram tanto a rede pública quanto a privada.

No ensino médio, menos da metade das escolas tinha laboratório de ciências.

Nas séries finais do ensino fundamental, a situação era mais grave: só 23% delas estavam equipadas.

Nas séries iniciais do fundamental, apenas 7% dos estabelecimentos tinham laboratórios de ciências.

Falando em nome do Conselho Nacional de Secretários de Educação (Consed), a secretária de Mato Grosso, Rosa Neide Sandes de Almeida, diz que as deficiências na infraestrutura prejudicam a aprendizagem.

Ela culpa a falta de investimentos em governos anteriores, tanto no nível federal quanto estadual e municipal, mas ressalva que a situação começou a mudar na última década.

— Os alunos possivelmente vão ter um prejuízo significativo em sua formação. Isso com certeza tem consequências para o nível de escolaridade que a gente oferece à nossa população. O Brasil ainda está fazendo o dever de casa em aspectos primários da escola — diz Rosa Neide.

A falta de infraestrutura preocupa a Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC).

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Salir de la biblioteca

Data de publicação: 18/01/2011

Data de publicação no Blog DA ECI: 24/02/2011

Por Jessica Castaño

Como siempre ha sucedido a lo largo de la historia, al mismo tiempo que el entorno social evoluciona, así también lo hacen los roles de los individuos componentes de la sociedad, las profesiones y las instituciones que le dan forma a la organización social.

En la denominada “Sociedad de la información”, caracterizada por transformaciones extraordinarias en el campo de la tecnología y el ámbito organizacional, el rol del bibliotecario esta cambiando.

Aclararemos que para el propósito de este trabajo me enfocaré en el perfil documentalista del bibliotecario. Por lo cual, de ahora en más le llamaré bibliotecario-documentalista o B/D.

Según Da Cunha (2003) Las profesiones están compuestas por personas que aplican conocimientos abstractos a casos particulares con el objetivo de solucionar problemas específicos de un grupo de personas. Cada grupo profesional define sus reglas y las relaciones que establece con la sociedad y con las demás profesiones.

El conjunto de profesiones forman un sistema, el cual es definido como una estructura que relaciona las profesiones entre ellas de tal forma que la evolución de unas afecta a las otras. Teniendo en cuenta el contexto en el que estamos inmersos todo indica que están emergiendo nuevos conceptos de organización de trabajo y de comportamiento con el desarrollo de las nuevas tecnologías de la comunicación. Los cambios relacionados con nuestra profesión son el resultado de la diversidad de soportes, de las funciones, de los roles, de los usos y de las expectativas de los usuarios en relación con el tratamiento de la información.

Haciendo uso de la denominación de Abbott (1988) “jurisdicciones profesionales” podemos afirmar que las mismas, entendidas como campos de competencia laboral, están sufriendo cambios para el B/D. La explosión de la comunicación esta llevando a más profesionales de distintas áreas a ser sus propios documentalistas, estableciendo esto un peligro latente para el B/D que ve invadida su “jurisdicción” por otros que, sin estar lo suficientemente capacitados y formados para la tarea, resuelven sus problemas de búsqueda, clasificación y recuperación de información.

Continue lendo: http://www.biblogtecarios.es/jessicacastano/salir-de-la-biblioteca?utm_source=twitterfeed&utm_medium=twitter

¿Estamos viviendo un renacimiento de la lectura gracias a los dispositivos móviles?

Data de publicação: 18/01/2011

Data de publicação no Blog DA ECI: 23/02/2011

Por Uvejota

El viernes pasado ReadItLater publicó Is mobile affecting when we read? (algo así como ¿Los dispositivos móviles afectan los horarios de lectura?), un artículo sobre los hábitos de lectura de usuarios con iPad/iPhone/iPod por demás interesante y al que hizo eco CNN con un artículo titulado iPad reading could cut into TV’s Time (El tiempo de lectura en el iPad podría superar al destinado en la Televisión). Y al que, en un arrebato de entusiasmo titularía ¿Estamos viviendo un renacimiento de la lectura gracias a los dispositivos móviles?.

Este estudio se basa en los horarios de uso de ReadItLater que es una aplicación para el iPod/iPhone/iPad, Blackberry, dispositivos móviles con Android y Windows phone y distintos navegadores que permite salvar cualquier página web para una posterior lectura sin necesidad de estar conectado; ReadItLater a la fecha tiene más de 100 millones de artículos guardados por los usuarios. Como les contaba, este estudio se basa en los horarios de uso de ReadItLater especialmente en el iPad y arroja resultados a los que deberíamos estar atentos todos aquellos que de alguna manera nos relacionamos con el mundo del libro y la lectura:

El horario con mayor número de artículos guardados es a las 3 pm; sin embargo, estos artículos son guardados para leerse en un mejor momento.

Continue lendo: http://uvejota.com/articles/361/estamos-viviendo-un-renacimiento-de-la-lectura-gracias-a-los-dispositivos-moviles

Biblioteca vence Prêmio Anu de Ouro em PE

Data de publicação: 14/01/2011javascript:;

Data de publicação no Blog DA ECI: 24/02/2011

Por  Instituto C&A

A Biblioteca Comunitária Caranguejo Tabaiares foi a vencedora do Prêmio Anu de Ouro – projeto destaque 2010 – em Pernambuco. O resultado da fase estadual da premiação foi divulgado no início de janeiro e, desde então, a organização concorre ao Troféu Anu Preto, em âmbito nacional.

A escolha do representante de cada estado foi feita por jurados e por voto popular. Já a eleição nacional, com 27 finalistas, será feita exclusivamente por voto popular. Os interessados em participar podem fazê-lo pelo link http://www.premioanu.com.br/votacao/cadastrausuario.php.

O prêmio Anu é realizado pela Central Única das Favelas (Cufa). A ação visa valorizar e reconhecer publicamente iniciativas desenvolvidas em favelas e demais espaços em desvantagens sociais. Pretende, também, incentivar organismos e indivíduos a desenvolverem projetos sociais dentro dessas áreas e a criar um banco de dados sobre instituições, fundações, ONGs, empresas, clubes, pessoas físicas e demais entidades que atuem em favelas.

A Biblioteca Comunitária Caranguejo Tabaiares está localizada na comunidade de mesmo nome, no bairro da Ilha do Retiro, periferia de Recife. A ação foi fundada em 2005 por iniciativa dos moradores.

Desde 2010, a biblioteca integra o polo de leitura Rede de Bibliotecas Comunitárias da Região Metropolitana de Recife (http://rededebibliotecascomunitarias.wordpress.com/), ligado ao programa Prazer em Ler do Instituto C&A.

Continue lendo: http://www.institutocea.org.br/noticias/detalhe-noticia.aspx?id=1497

El Ministerio de Cultura anuncia un servicio de préstamo de e-book en las bibliotecas públicas

Data de publicação: 12/01/2011

Data de publicação no Blog DA ECI: 21/02/2011

Por Madri Diário

La Dirección General del Libro, Archivos y Bibliotecas del Ministerio de Cultura ha puesto en marcha un programa que tiene como objetivo la introducción del libro electrónico en las Bibliotecas Públicas del Estado, de manera que los ciudadanos puedan tomar en préstamo tanto los dispositivos lectores (los e-readers), como los propios contenidos o libros electrónicos (e-books). El ayuntamiento de Madrid ya había anunciado este servicio, hace varios meses, en la biblioteca María Zambrano, pero aún no se ha puesto en marcha.

En la primera fase del programa se ha dotado de una media de 50 dispositivos a 15 Bibliotecas Públicas del Estado, con el fin de que pongan en marcha un servicio de préstamo a domicilio tanto de los aparatos lectores como de las obras en dominio público que contienen los e-readers y que estarán precargadas, bien en el propio dispositivo, bien a través de tarjetas SD. El importe de la inversión dedicada a este programa ha alcanzado los 130.000 euros.

Las Bibliotecas Públicas del Estado que han participado en esta primera fase son: Ciudad Real, Huelva, La Rioja, Las Palmas de Gran Canaria, Madrid, Mérida, Murcia, Oviedo, Palma de Mallorca, Santander, Santiago de Compostela, Tarragona, Valencia, Valladolid y Zaragoza.

Con esta iniciativa, el Ministerio de Cultura promueve y garantiza el acceso de los ciudadanos a la lectura y a la cultura, independientemente del soporte en el que se encuentren, y enriquece las colecciones de las bibliotecas, adquiriendo las herramientas que proporcionan los nuevos avances tecnológicos.

Continue lendo: http://www.madridiario.es/2011/Enero/madrid/madrid/197239/biblioteca-libro-electronico-ebook-ministerio-cultura-prestamo-.html

Google reitera el libre acceso obras digitalizadas en bibliotecas públicas

Data de publicação: 12/01/2011

Data de publçicação no Blog DA ECI: 21/02/2011

Por El Nacional

La compañia de internet indicó que “garantiza que los usuarios puedan acceder gratuitamente a los libros de dominio público” que escanea, bien a través de su herramienta Google Books o de las páginas web de las bibliotecas asociadas
El gigante de internet Google mostró hoy su buena acogida a un estudio impulsado por la Comisión Europea(CE) sobre la necesidad de digitalizar la herencia cultural europea, y aseguró que el acceso a las obras que escanea en colaboración con bibliotecas públicas es libre para todos los internautas.

“El informe es una aportación a la discusión sobre la digitalización y subraya la importancia de incrementar el acceso a la herencia cultural, algo que Google viene apoyando durante muchos años”, indicó a Efe el portavoz de la compañía estadounidense en Bruselas, Al Verney.

Según señaló, Google “garantiza que los usuarios puedan acceder gratuitamente a los libros de dominio público” que escanea, bien a través de su herramienta Google Books o de las páginas web de las bibliotecas asociadas.

Por último, afirmó que la empresa apoya y trabaja en iniciativas público-privadas de digitalización, y que las bibliotecas con las que colaboran pueden igualmente aportar esos fondos escaneados por Google en el proyecto europeo Europeana -que pretende ser el mayor archivo cultural digital de Europa-, algo que ya ha hecho laUniversidad de Gante (Bélgica).

Continue lendo: http://www.el-nacional.com/www/site/p_contenido.php?q=nodo/176636/Ciencia%20y%20Tecnolog%C3%ADa/Google-reitera-el-libre-acceso-obras-digitalizadas-en-bibliotecas-p%C3%BAblicas

Las bibliotecas regionales y municipales de Madrid se integrarán en una única red pública

Data de publicação: 12/01/2011

Data de publicação no Blog DA ECI: 21/02/2011

Por Globalhenares

Las bibliotecas regionales y municipales de la ciudad de Madrid se integrarán en una única red pública con carné, catálogo e imagen corporativa única, según han confirmado a Europa Press fuentes de los gobiernos regional y municipal.
Según avanza El País, ambas administraciones firmarán un convenio específico, a modo de anexo al acuerdo marco con el que ya trabajan Comunidad y Ayuntamiento.

El objetivo es, según ha explicado la directora general de Archivos, Museos y Bibliotecas del Ayuntamiento de la capital, Belén Martínez, a Europa Press, “integrar” los sistemas de bibliotecas de la ciudad a fin de facilitar su uso por los ciudadanos y de reducir inconvenientes como la existencia de dos carnés diferentes.

Así, frente a la identidad gráfica roja de la Comunidad y la azul del Consistorio se creará una nueva imagen común para la nueva marca Bibliotecas Públicas de Madrid, que servirá de paraguas para los 16 centros regionales, los 28 municipales, los doce módulos de Bibliometro y las dos bibliotecas que se abrirán este año en el distrito Centro: la Iván de Vargas (en el primer semestre) y la del Conde Duque (en el segundo).

“En paralelo a la negociación del convenio, que se prevé firmar en breve, se ha avanzado en la definición de un logotipo común que identifique a todas las bibliotecas públicas de Madrid”, ha apostillado la directora general de Archivos, Museos y Bibliotecas de la Comunidad de Madrid, Isabel Rosell, a Europa Press.

Continue lendo: http://www.globalhenares.com/madrid/madrid-general/227127-las-bibliotecas-regionales-y-municipales-de-madrid-se-integraran-en-una-unica-red-publica

Ebooks da web: ereader descartável, incentivo a leitura aos navegantes e a realidade brasileira

Data de publicação: 29/11/2010

Data de publicação no Blog DA ECI: 21/02/2011

Por Alex da Silveira

E o que não para de sair a todo momento da web são notícias sobre ebooks, e readers, tablets focados em ebooks. Futuro ou modismo? Não é o momento de respondermos isto no bibliotecno. Mas a evolução segue e eis algumas notícias publicadas nos últimos dias pela web.

E-readers podem se tornar tão descartáveis quanto câmeras fotográficas. Engenheiro dos EUA desenvolveu técnica para fabricação de telas a partir do papel; produto depende de investidores para chegar ao mercado.Algo realmente interessante, mas se pensarmos em relação ao meio ambiente não vejo muitas vantagens. O engenheiro descobriu que o papel tem algumas propriedades semelhantes às do vidro no que diz respeito a servir de base a outros materiais. Ele conseguiu – com um processo chamado electrowetting – reproduzir, no papel, uma variação da tecnologia aplicada em telas de e-inks, utilizada no Kindle, por exemplo. Leia a matéria toda no eBook Reader.

Lançado oficialmente, nesta segunda-feira, dia 22 de novembro, O Primeiro Capítulo & Outros Textos — http://www.oprimeirocapitulo.com, é um novo espaço editorial, no qual os internautas têm acesso ao primeiro capítulo de livros. No Site/Blog os apaixonados pela leitura podem conhecer obras de diversos autores e editoras, assim como temas para promover cada vez mais o hábito de ler bons textos. Acessei o site e mesmo sendo tendo uma estrutura simples achei a idéia interessante, mas me pergunto: Se a idéia é legal porque as editoras não propõe algo similar as bibliotecas – muitas até entrariam na justiça se uma instituição disponibilizassem o início de um livro -, por que muitas editoras não contribuem com o Google Books que tem um alcance maior e, principalmente, se a idéia é pegar aquele que lê na web, porque não vender estes livros em ebook? Leia a notícia completa no eBook Reader.

Continue lendo: http://bibliotecno.com.br/?p=1315&utm_term=%23bibliotecno&utm_source=twitterfeed&utm_medium=twitter

Pasado y futuro de las bibliotecas

Data de publicação: 27/11/2010

Data de publicação no Blog DA ECI: 21/02/2010

Por MAURICIO-JOSÉ SCHWARZ

Fue Francis Bacon, uno de los fundadores del método científico en los siglos XVI-XVII, quien puso en palabras un concepto que hoy nos parece obvio: «El conocimiento es poder». Y por ello, la biblioteca, como depósito de conocimiento de fácil acceso, es parte esencial del concepto del poder ejercido por toda la población consustancial a lo que consideramos que debe ser la democracia.

Las bibliotecas tienen una imponente historia de al menos cinco mil años, desde la ‘Casa de las tablillas’ del templo de Nippur (hoy Nuffar, en Irak), la más antigua encontrada, hasta hoy. Allí se guardaban más de 2.000 tablillas de cerámica de escritura cuneiforme sumeria, algunas datadas alrededor del año 3000 a.C. Esta biblioteca no guardaba solo textos sagrados o administrativos. En sus libros/tablilla encontramos poemas épicos e historias míticas que luego hallamos reescritas en el Antiguo Testamento.

En el siglo VII a.C., el legendario monarca asirio Asurbanipal hizo reunir y organizar una colección de la cual se conservan más de 20.000 tablillas y fragmentos. Esta gigantesca colección, conservada en su palacio y en el de su abuelo, fue la primera biblioteca con una organización sistemática y es hoy en día una de las fuentes más ricas para el conocimiento de la historia, el arte, la ciencia y la religión de la antigua Mesopotamia.
Fue a partir del siglo V a.C. cuando aparecieron las bibliotecas personales en la Grecia clásica, merced a coleccionistas como Pisístrato, tirano de Atenas, el geómetra Euclides, el poeta Eurípides y el filósofo Aristóteles. Aristóteles estaba destinado a jugar un papel singular en la historia de las colecciones de libros.

En el 343 a.C., Filipo II de Macedonia lo llamó para que dejara su natal Estagira y trabajara como tutor de su joven heredero, Alejandro, para lo cual el filósofo fue nombrado director de la Real Academia de Macedonia. Allí, además de instruir al que sería poco después Alejandro Magno, tuvo como alumno a Ptolomeo Soter, que sería uno de sus principales generales.

Continue lendo: http://www.diariosur.es/v/20101127/sociedad/pasado-futuro-bibliotecas-20101127.html

“El lector ideal es el adolescente”.

Data de publicação: 27/11/2010

Data de publicação no Blog DA ECI: 21/02/2011

Por Por Eduardo Febbro

En 1979 revolucionó el mundo de la crítica literaria con su libro La segunda mano o el trabajo de la cita, que anticipó la lógica de Internet. Por eso no sorprende que ahora dedique sus reflexiones al impacto que tendrá el nacimiento y generalización de los libros electrónicos (o numéricos), también conocidos como e-book, sobre escritores, lectores y, más globalmente, la cultura de nuestro tiempo.

Desde París

El historiador y crítico literario Antoine Compagnon contó en un libro delicioso la historia de un hombre que cortaba con una tijera las páginas que no le gustaban de En busca del tiempo perdido, de Marcel Proust. De aquel libro monumental –por su extensión y su hazaña literaria y estética– no le quedaban más que unas cuantas páginas selectas. Esa mutilación física de un libro impreso respondía a una selección apasionada.

Median muchos años y avances tecnológicos entre esta historia y la formación lenta pero verosímil de un lector numérico (e-book) y de una ficción digital. Antoine Compagnon lleva más de 30 años dando clases de Literatura en la Universidad de la Sorbona, en el College de France y en la Universidad de Columbia de Nueva York. Entre el señor de las tijeras y los señores de los pixeles este autor riguroso y elegante vio esbozarse una amenaza que se hizo realidad: la lectura, la lectura de textos literarios, ha quedado relegada a una función de mera distracción superficial. El libro, que forjó la identidad de Occidente, cede terreno ante las nuevas formas de leer derivadas de la era digital. Al mismo tiempo, la creación de grandes obras literarias, las novelas mundo, se fueron espaciando con el tiempo. En uno de sus libros traducidos al español, ¿Para qué sirve la literatura?, Compagnon se pregunta qué sentido tiene la literatura en estas décadas en que la oferta distractiva estrecha el tiempo de la lectura y las imágenes reemplazan la proyección imaginaria. “Mi fe en el futuro de la literatura –escribió Italo Calvino– consiste en saber que hay cosas que sólo ella puede darnos.” ¿Y qué puede darnos la lectura literaria, qué alternativa nos proponen la lectura numérica o las obras digitales donde conviven la palabra y los objetos multimedia? Compagnon no se demora en la amenaza del fin ni en el lamento por el retroceso de la literatura –que constata–, ni en la proyección apocalíptica. Este autor brillante defiende, más que un género en sí, una práctica: la lectura. “La literatura es un ejercicio del pensamiento: la lectura, una experimentación de lo posible”, dice Compagnon. Es imposible pensar la historia del mundo sin el objeto libro. ¿Qué quedará de su maravillosa contribución al pensamiento, a la transmisión de las ideas, a la comprensión del mundo, una vez que avance su transmutación hacia el libro electrónico? ¿Google fagocitará a Borges e Internet a Joyce? Así como el libro modeló un tipo de humanidad, ¿qué saldrá del objeto tecnológico? Para Antoine Compagnon, la amenaza central no está en el agotamiento de la creatividad sino en la compresión de la masa de lectores. La lectura numérica, en pantalla, y la escritura numérica, articulada en imágenes y sonidos, terminarán forzosamente por “crear” un nuevo tipo de lector. ¿Menos humanista? ¿Menos profundo? ¿Menos reflexivo? Las respuestas son inciertas. Cuando salió el CD ROM, los heraldos decretaron de inmediato el fin del libro. Pero sigue entre nosotros. Compagnon pone de relieve una paradoja: ve en la lectura a través de Internet “una resurrección de la lectura pre moderna, la que precedió a Gutenberg y a la era del libro”.

Continue lendo: http://www.pagina12.com.ar/diario/especiales/18-157626-2010-11-27.html?utm_source=VargasLlosa&utm_medium=Hootsuite&utm_campaign=Twitter

1.0 vs 2.0

Data de publicação: 26/11/2010

Data de publicação no Blog DA ECI: 21/02/2011

Por Ana Baeza

Partiendo que no soy nativa digital como señala Marc Prensky en sus libros y tuve la gentileza de conocer en GEF. En estos momentos convergen los individuos 1.0 con los que han entrado ya al 2.0. Por lo tanto, un bibliotecari@ tiene que saber tratar en cierta medida a los dos sujetos.

Los usuarios 1.0 van a las bibliotecas, prefieren hablar y preguntar al bibliotecari@, tocar los libros, sentarse y leer o estudiar con un libro en la mano, a pesar de la incertidumbre que plantea el futuro del libro electrónico, muchos usuarios aun quieren ese trato cercano y amable del biblotecari@. Pero ya que el bibliotecari@ está al servicio del lector ¿con los usuarios inmigrantes ó nativos digitales que pasa? porque su relación con la información es diferente, adoran compartir y distribuir la información que les llega a través de las redes sociales, la nube etc. Asimismo, los usuarios 2.0 quieren las cosas inmediatas y no hacer más de dos clicks. Quieren ser participes pero a lo mejor ya no tanto cara a cara, sino a través de otros medios.

En consecuencia de esto, el bibliotecari@ también tiene que tener habilidades 2.0 y para ello toca reciclarse. Si acaso a muchos aún les cuesta bastante -como dicen me has pillado ya mayor- ¿Qué hacer en eso casos? Sé que no es fácil pero hay que proponérselo y comprender ese nuevo mundo. Lo siento, pero hay que ser ya un 2.0.

Las nuevas tecnologías se están renovándose cada día y de igual forma debe beneficiarse de ello un bibliotecari@, tiene que saber que a través de las TIC’s puede llegar a más gente, que se conciben para ser más colaborativas y tener un contacto más inmediato a través de esas redes sociales pero claro, si se saben utilizar.

Continue lendo: http://www.biblogtecarios.es/anabae/1-0-vs-2-0

La aventura salvaje de leer: Un viaje demasiado organizado

Data de publçicação: 15/06/2010

Data de publicação no Blog DA ECI: 2102/2011

Por Paloma Sánchez Ibarzábal

Antes, cuando los adultos de hoy éramos pequeños,leer era una auténtica aventura salvaje. Y digo auténtica y salvaje porque nadie organizaba nuestro “plan lector”: llegaban a nosotros menos libros (es cierto) pero de todo tipo, y la libertad frente a ellos era absoluta, (sin clasificaciones previas o sin supervisiones adultas, sin mapas-guía de lectura, ni rebajas lingüísticas, ni adaptaciones): Libros gordos, finos, con dibujos, sin dibujos, más o menos transgresores, cursis o atrevidos…de cualquier tipo de temas o argumentos… Nadie vigilaba si eran adecuados a nuestra franja de edad, si el lenguaje era fácil o elevado, incluso si el tema no sería excesivamente crudo para nuestra sensibilidad infantil, si entenderíamos aquellas páginas o no… Leíamos, y punto. Abríamos el libro como el que se mete en una jungla, sin mapas ni brújula. Y de esta forma, los que fuimos lectores, accedimos a determinados libros consideradoshoy “no adecuados o complejos” mucho antes de lo que acceden ahora nuestros hijos con la misma edad. Nos encontrábamos con términos, escenas o lenguaje que a veces, es verdad, no comprendíamos completamente. Pero ¿acaso era necesario comprenderlo todo? Aprendíamos en medio de la penumbra o de la luz de aquellas palabras, nos interrogábamos, nos encontrábamos con puertas cerradas y, por ello mismo, nos aupábamos para abrirnos paso hacia un mundo nuevo, desconocido, todavía demasiado incomprensible pero fascinante por donde nos perdíamos durante páginas… Caminábamos haciendo equilibrios entre lo conocido y lo desconocido, lo accesible y lo inaccesible… Disfrutábamos de la aventura salvaje de leer, sin más.

Hoy en día la forma en que enfrentamos a los niños a la literatura ha cambiado, y creo que, en algunos aspectos, no siempre para mejor. La aventura salvaje de leer se ha convertido en un viaje demasiado organizado. La jungla de la literatura infantil tiende a despojarse de dificultades, de ciertos recovecos, complejos sí, pero con encanto, corriendo el riesgo de convertirse, en una “llanura asfaltada” y exenta de peligros, algo así como un Parque Nacional acotado, completamente supervisada, marcada en todas y cada una de sus rutas, explicada en su recorrido con cuadernillos interpretativos y de orientación al final de sus páginas o en anexos, vallada, encorsetada, asfixiada a veces en franjas de edad de colorines atractivos (que disimulan esa pérdida de libertad), y hasta pavimentada con un lenguaje, estilo y temas sin excesos (para no ensuciarse demasiado con posibles barrizales o sufrir riesgo de tropezar). En un intento (necesario en sus orígenes) de proteger los derechos del  niño en todos y cada uno de los aspectos de su vida, se ha radicalizado y extremado ese amparo de forma que hoy, se le sobreprotege, se le “sobre-dirige”, mermando con ello su capacidad de exploración del mundo. Del mundo literario también.

Y es que la aventura salvaje de leer, es algo más que leer, tal y como lo plantea el plan lector del sistema educativo. Supone sobre todo acercar al niño a una apuesta estética, artística, a una visión especial de la vida, del mundo, de sí mismo, no es solo enfrentarle a un tema o argumento más o menos orientado hacia valores deseables y de socialización. Pero como todo acercamiento y exploración del arte, no puede desarrollarse plenamente dentro de un marco de obligatoriedad, ni con demasiadas planificaciones, organizaciones o encorsetamientos que dificulten su libre manipulación, acceso o interpretación.

Continue lendo: http://www.culturamas.es/blog/2010/06/15/la-aventura-salvaje-de-leer-un-viaje-demasiado-organizado/

Biblioteca pública fecha para restauração e modernização do prédio

Data de publicação: 24/11/2010

Data de publicação no Blog DA ECI: 29/11/2010

Por Gazeta Web

A partir desta quarta-feira (24), a Biblioteca Pública Estadual, localizada no Largo da Matriz, atual Praça Dom Pedro II, fechará suas portas para dar início às obras de restauro e modernização do Palacete Barão de Jaraguá, que vai receber novo mobiliário e uma atualização do acervo bibliográfico.

Todo o material será transferido para outros prédios da Secretaria de Cultura e passará por processo de classificação, catalogação, implantação do sistema de segurança e manutenção, conforme informou a Coordenação Setorial de Administração da secretaria.

O prazo para execução das obras é de um ano. O contrato com a empresa TEC Construções LTDA foi assinado em 29 de outubro de 2010 pelo vice-governador, Jose Wanderley Neto, juntamente com o Secretário de Estado da Cultura, Osvaldo Viégas. O valor do contrato foi de R$ 1.793.180,77(um milhão, setecentos e noventa e três mil, cento e oitenta reais e setenta e sete centavos).

O projeto de Modernização tem valor global de 3.239.329,11 e faz parte do convênio firmado entre a Fundação Biblioteca Nacional (FBN) com o Estado de Alagoas, sendo 2.416.865 (dois milhões quatrocentos e dezesseis mil e oitocentos e sessenta e cinco reais) da FDN e 822.474,11(oitocentos e vinte e dois mil e quatrocentos e setenta e quatro reais e onze centavos) recursos do tesouro do Estado, através da Secretaria de Estado da Cultura (SECULT). No sentido de dar apoio e dinamizar as ações desenvolvidas pela Biblioteca Pública Estadual, transformando-a em um centro cultural que facilite o acesso da visitação, tornando-a mais acessível e moderna.

Na modernização da Biblioteca Pública Estadual prevista no convênio, consta a ampliação do acervo, aquisição de mobiliário e dos equipamentos necessários como computadores para instalação de telecentro, dispondo de computadores com acesso à internet de banda larga, distribuídos nos três pavimentos do prédio.

Continue lendo: http://gazetaweb.globo.com/v2/noticias/texto_completo.php?c=217278

Geração Digital – O que acontece quando as bibliotecas morrem! Reinventam-se?

Data de publicação: 12/11/2010

Data de publicação no Blog DA ECI: 28/11/2010

Por David Vernon

As notícias que estão surgindo na mídia cada vez mais indicam um momento de incertezas quanto ao futuro das bibliotecas. Notícia veiculada pelo portal ZdNet no último dia 10 de novembro trás uma foto chocante!, mais ainda o seu conteúdo mostra que dentro de 20 anos, ou talvez em 10 anos, quase todo o consumo popular de mídia impressa será distribuído exclusivamente em formato eletrônico.  Achei o conteúdo interessante mas ao mesmo tempo muito crítico.

As vantagens são claras para este tipo de mídia digital segundo a notícia, embora a compra e a entrega do conteúdo seja instantânea, há ainda a eliminação da escassez de livros nas livrarias, bem como os benefícios da portabilidade que são óbvios, tem ainda o impacto sociológico que muitos não têm considerado – que é o daqueles que não são incluídos na sociedade digital que podem encontrar-se negado o acesso a toda uma gama de conteúdos que gozava anteriormente com o livro impresso, jornal ou revista.

A notícia é pessimista pois destaca que o desaparecimento da biblioteca pública será lento isso pode ainda ser visto nas notícias veiculadas no Library Journal sobre os cortes orçamentários que acabariam limitando o tempo de serviços oferecidos por estes espaços.

A famosa discussão em torno do que vai permanecer vivo são os livros impressos ou digitais sempre haverá e   ainda sabemos do gosto do leitor de folhear as páginas dos livros porém a possibilidade de encontrar aquilo que procura num simples toque de uma tela pode trazer inúmeros benefícios.

Continue lendo: http://bitbiblio.blogspot.com/2010/11/geracao-digital-o-que-acontece-quando.html

El papel del bibliotecário

Data de publicação: 17/11/2010

Data de publicação no Blog DA ECI: 28/11/2010

Por Laura Martinez

En todas las profesiones u oficios se habla de técnicos como aquellos expertos en faenas propias de su trabajo. Pero no en todos los puestos es sólo el trabajo meramente técnico, el más importante y necesario para llevar a cabo esa labor sino que también se debe complementar con relaciones cordiales. En todos los trabajos, el trato amable es un valor añadido cuando no un elemento imprescindible para un desempeño eficaz.

En nuestra sociedad, a día de hoy, existe la idea muy extendida de que el personal bibliotecario desarrolla un trabajo puramente técnico: catalogación, ordenación, préstamo, etc labores muy ciertas e importantes, pero no las únicas. Se omite el trato al usuario, que es uno de los aspectos psicológicos y sociales más importantes en esta profesión. Es cierto también que desde el punto de vista social no existe un gran reconocimiento, a diferencia de los médicos, abogados, arquitectos, etc profesiones que sí cuentan con un gran prestigio social. Sin embargo el bibliotecario a pesar de vivir en la sociedad del S.XXI, Sociedad de la Información y del Conocimiento se ve como un guardián de libros, persona con tendencia al silencio, celoso del buen orden y gobierno de la biblioteca.

La escasez de recursos materiales, financieros o humanos no ayuda mucho a mejorar esta situación, sino a menospreciar este trabajo. La mayoría de los bibliotecarios municipales son chic@s para todo (animador, formador, informador,etc), no hay que olvidar que éste es uno de los servicios municipales más visitados a diario.

Es necesario urgentemente una revalorización social de esta figura, no hay que olvidar que existe desde la antigüedad como respuesta a una necesidad social. A pesar de las predicciones que aseguraban su desaparición sigue siendo un importante intermediario y más hoy con la explosión de la tecnología. La era de Internet coinciden casi todas las bibliotecas, llegó para reforzar esta figura. En un principio se habló de Internet como un espacio que no estimulaba la lectura, sin embargo es todo lo contrario. Leer es leer, no importa en dónde.

Continue lendo: http://www.biblogtecarios.es/node/122

O futuro do livro

Data de publicação: 16/11/2010

Data de publicação no Blog DA ECI: 28/11/2010

Por Lauro Mesquita, SPC/MinC

Discussão no Fórum de Cultura Digital aponta que a leitura ganha com os suportes digitais

O futuro do livro e da leitura a partir do livro digital foi o centro do debate em duas mesas do seminário do II Fórum da Cultura Digital Brasileira 2010 na segunda-feira, 15 de novembro. No seminário, o americano Bob Stein, do Institute for the Future of The Book, e Giselle Beiguelman, do Instituto Sérgio Motta e da PUC-SP, levantaram questões sobre o que muda na leitura e no aprendizado com a chegada dos livros digitais.

Bob Stein é um empreendedor e pensador da cultura digital. Nos anos 80, fundou a The Voyager Company, que popularizou os CD-ROMs interativos para instituições como o Museu do Louvre e a National Gallery e criou a Criterion Collection, responsável pelo relançamento de grandes clássicos do cinema em DVD. Para ele, é hora de repensar a experiência da leitura uma vez que são muitos os futuros apontados para o livro no começo do século 21.

“Se perdemos um pouco da experiência tátil e sensitiva do livro com a chegada das publicações digitais, também podemos ganhar muito com o que o livro digital nos traz de novo. Com os links, abertura para participação dos leitores, o livro se torna um espaço de congregação de leitores e até do autor. Deixa de ser uma experiência solitária para se tornar uma experiência comum de construção do conhecimento”, disse Stein.

Como exemplos, ele apresentou algumas experiências desenvolvidas no site “Future of The Book”, onde os livros são divididos como posts de um blog e abertos a comentários dos leitores. “O autor e o leitor ocupam o mesmo espaço e dessa maneira quem escreve ou propõe o texto se torna uma espécie de moderador de seminário”, define.

Continue lendo:  http://www.cultura.gov.br/site/2010/11/16/o-futuro-do-livro-2/

Empréstimo de livros cresce 1.400% em Praia Grande

Data de publicação: 12/11/2010

Data de publicação no Blog DA ECI: 28/11/2010

Por Priscila Sellis

Dados se referem ao movimento no Porto do Saber, em relação à antiga biblioteca

Os registros da movimentação na biblioteca Porto do Saber, correspondentes ao 3º trimestre desse ano (julho, agosto e setembro) mostram um aumento de 1.400% no empréstimo de livros em relação ao mesmo período do ano passado, quando a biblioteca municipal ocupava um antigo espaço, bem menor que o atual.

Enquanto a quantidade de livros emprestados foi de aproximadamente 350 no 3º trimestre do ano passado, esse ano o número saltou para 4.900.

Outros números também apontam a movimentação crescente que o Porto do Saber vem conquistando. O número de usuários que se cadastraram nos meses de julho, agosto e setembro desse ano, por exemplo, foi de aproximadamente 1.000 pessoas contra apenas 120 na antiga biblioteca, na mesma época do ano passado.

No terceiro trimestre de 2009, foram realizadas cerca de 1.400 visitas à biblioteca, enquanto que no terceiro trimestre desse ano o Porto do Saber recebeu 8.916 visitantes. Desse total, 1.343 utilizaram o Espaço Net (área com 20 computadores conectados à internet), 603 prestigiaram os eventos do Espaço Flex (área reservada para apresentações artísticas e palestras) e 1.110 fizeram parte de grupos escolares que utilizaram os vários espaços do complexo cultural.

Os demais (5.860 pessoas) utilizaram o setor de biblioteca, mostrando que essa ainda é a área que mais atrai os visitantes do complexo cultural.

De acordo com a bibliotecária Lucilena B. Micco, o Porto do Saber é freqüentado por usuários de todas as idades e com diferentes perfis, desde universitários que utilizam o local para pesquisas até pessoas que estão estudando para concursos públicos, passando pelos grupos de estudantes que fazem trabalhos e os amantes da literatura.

Continue lendo: http://www.praiagrande.sp.gov.br/pgnoticias/noticias/noticia_01.asp?cod=19512&cd_categoria

¿Qué aporta la biblioteca a la universidad?

Data de publicação: 16/11/2010

Data de publicação no Blog DA ECI: 28/11/2010

Por Àngel Borrego

 Cada vez con mayor frecuencia, y especialmente en tiempos de crisis económica como los que corren, las bibliotecas deben demostrar el valor que sus colecciones y servicios aportan a la institución de la que dependen. En el caso de las bibliotecas universitarias han de poner de manifiesto cómo contribuyen a la misión docente e investigadora de las universidades que las financian. Para ayudar a resolver este ejercicio, la Association of College and Research Libraries (ACRL) encargó un estudio a Megan Oakleaf, de la Syracuse University, que se ha publicado este mes de septiembre. El trabajo se divide en tres partes: una revisión bibliográfica de las investigaciones que abordan empíricamente la determinación del valor de las bibliotecas universitarias; una guía para el investigador o profesional que desea lanzarse a la recogida de datos en su institución; y una agenda de temas a investigar en este ámbito.

La revisión bibliográfica ocupa la primera mitad del informe y analiza los resultados de numerosos trabajos que examinan cómo contribuye la biblioteca a la misión de la universidad desde tres puntos de vista: formación, docencia e investigación. Hay que resaltar que el informe se refiere al valor de la biblioteca para una audiencia externa y, por tanto, no aborda la aplicación de las tradicionales medidas de evaluación internas (inputs, outputs, satisfacción, etc.), sino que se centra en determinar en qué aspectos la biblioteca aporta valor a la universidad y cómo contribuye a la consecución de los objetivos institucionales. La autora enumera una decena larga de aspectos a valorar entre los que se incluyen la matriculación y retención de estudiantes —diversos estudios ponen de manifiesto la importancia de la interacción individual y de la asistencia personalizada para garantizar la continuidad de los alumnos—; la tasa de graduación y el éxito académico de los estudiantes —superior entre aquellos que adquieren formación en alfabetización informacional—; la calidad de la docencia impartida por el profesorado —que tiene una buena opinión de los resultados de las actividades formativas que imparte en colaboración con la biblioteca—; la productividad del profesorado —a menudo correlacionada con los recursos bibliotecarios de los que dispone—; e incluso la aportación de la biblioteca a la valoración de la universidad en los rankings institucionales que, a pesar de las críticas que suscitan, atraen cada vez más la atención de los gestores universitarios por su visibilidad social. Si bien el informe se centra en las bibliotecas universitarias también dedica apartados a trabajos similares en bibliotecas escolares —y su impacto sobre la formación de los alumnos—, públicas —mayoritariamente estudios que intentan cuantificar su valor económico o su impacto social— y especiales —en términos del valor económico o del impacto de la información en las actividades de la organización de la que dependen.

La segunda parte del informe presenta algunas ideas que pueden servir de guía al investigador que aborda el estudio del valor de la biblioteca universitaria mediante el análisis de su impacto entre los usuarios. Se trata de la sección más breve del informe y adopta la forma de ejemplos que quizá merecerían una mayor estructuración. La tercera y última parte del informe presenta una agenda de investigación del impacto de la biblioteca en la misión institucional de la universidad. La autora se centra en 10 cuestiones relacionadas mayoritariamente con el aprendizaje (7 aspectos), la investigación (2 aspectos) y un punto general sobre la contribución de la biblioteca al prestigio de la universidad. La autora sugiere el estudio de posibles correlaciones entre el uso de los servicios bibliotecarios y la captación de estudiantes, su tasa de retención y graduación, su éxito académico y profesional, etc. En conjunto, el trabajo es extenso (cerca de 200 páginas) pero viene precedido de un atractivo resumen ejecutivo que no sólo ofrece una sinopsis de los contenidos al lector apresurado, sino que pretende ser útil para despertar el interés de los responsables universitarios por la evaluación de los servicios bibliotecarios.

Continue lendo: http://www.ub.edu/blokdebid/es/content/%C2%BFqu%C3%A9-aporta-la-biblioteca-la-universidad

Mediación y desintermediación en los entornos digitales: nuevos actores y nuevas funciones en la cadena del libro electrónico

Data de publicação: 02/11/2010

Data de publicação no Blog DA ECI: 28/11/2010

Por José Antonio Cordón e Julio Alonso Arévalo

De la cadena a una malla

EL MERCADO DEL LIBRO electrónico está experimentando transformaciones significativas que afectan a toda la cadena de producción editorial, determinando cambios de posición y de funciones en las tareas tradicionales de autoría, intermediación y distribución.

En una economía tradicional los elementos de la cadena revisten un carácter de inmutabilidad en la que cada uno de los eslabones ocupa un lugar determinado por el anterior, y responsable del siguiente. En el ámbito del libro la exigencia de la publicación implica necesariamente a un autor, un editor, un impresor, un distribuidor y, en la mayoría de los casos, aunque no de manera necesaria, un lector.

Se trata de un sistema en el sentido tradicional del término, tal y como lo definiera Bertalanffy, en el que el conjunto de los elementos se explican y se completan necesariamente para alcanzar un objetivo final, la edición de una obra, en una relación marcada por la verticalidad.

En una economía virtual o en red cada uno de los actores puede entrar en relación con el resto sin la necesaria intervención del conjunto de los elementos considerados globalmente, sin que importe la posición que ocupe en el sistema. Esta configuración permite introducir el concepto de desintermediación, cuyas inferencias representan un poderoso revulsivo en el mundo digital.

Mientras que en el modelo tradicional la publicación pasa necesariamente por la figura del editor, que es quien concede crédito y visibilidad a una obra (de tal manera que el binomio autor-editor es indisoluble), en el modelo digital esta relación adquiere una vertiente polifacética ampliando el elenco de posibilidades que se abren para el autor y su obra.

El modelo se bifurca y se fragmenta en múltiples expectativas susceptibles de erigirse en referentes si el mercado sanciona la viabilidad de las mismas. De esta forma un autor puede decidir conservar la relación con su editor o dirigirse directamente a un distribuidor digital. Puede autoeditarse a través de un sitio web personal o convertirse en su propio distribuidor buscando el apoyo de librerías digitales (Zelnick, 2010).

Continue lendo: http://www.thinkepi.net/mediacion-y-desintermediacion-entornos-digitales-nuevos-actores-nuevas-funciones-cadena-libro-electronico

Las bibliotecas de Castilla y León, pioneras en incorporar audiolibros

Data de publicação: 20/11/2010

Data de publicação no Blog DA ECI: 27/11/2010

Por Europa Press

Las bibliotecas públicas de Castilla y León ofrecen a sus socios la posibilidad de descargar desde sus páginas web audiolibros con títulos actuales, un servicio novedoso que se ofrece a través de la empresa cántabra Audiomol tras el convenio suscrito con la Consejería de Cultura, el primero de estas características con una comunidad autónoma.

‘Tuareg’, ‘Sicario’ y ‘Un mundo mejor’ de Alberto Vázquez-Figueroa, ‘Astur’ de Isabel San Sebastián o ‘Matías y los imposibles’ de Santiago Roncagliolo son algunos de los 80 libros narrados en formato MP3 que pueden adquirir de manera gratuita los usuarios registrados en el portal online de la Red de Bibliotecas de la Comunidad (http://www.jcyl.es/bibliotecas).

El servicio, que estará próximamente también disponible en las bibliotecas de País Vasco y Cantabria así como en el Instituto Cervantes a través de sus respectivas web, incluye las versiones íntegras de las piezas escritas, sin cortes ni resúmenes, relatadas por un narrador profesional.

Algunas de las obras, como la novela ‘Astur’ -la más larga del catálogo-, superan las 16 horas de duración, aunque existen publicaciones de menos de una hora, como ‘Kafka y la muñeca viajera’ de Jordi Sierra i Fabra, premio Nacional de Literatura Infantil y Juvenil en 2007.

Continue lendo: http://www.elmundo.es/elmundo/2010/11/20/castillayleon/1290254001.html

Principal editorial francesa y Google acuerdan digitalizar libros agotados

Data de publicação: 17/11/2010

Data de publicação no Blog DA ECI: 27/11/2010

Por EFE

Se trata de un acuerdo inédito en ese país, que contempla ediciones en línea sólo de libros que no se encuentren en las librerías.

El presidente de la principal editorial francesa Hachette Livre, Arnaud Nourry, y el responsable de Google Book, Dan Clancy, anunciaron el acuerdo entre ambas empresas para digitalizar y vender en línea los libros agotados en esta lengua.

Se trata de un hecho inédito en el mercado francés, donde hasta ahora las editoriales parecían reacias a la digitalización de sus ediciones por parte del buscador, e incluso, luego de que las principales editoriales llevaron a Google ante los tribunales por haber comenzado a digitalizar obras suyas contenidas en bibliotecas estadounidenses.

Hachette precisó que el acuerdo firmado hoy no acaba con el procedimiento judicial y agregó que Google sólo dispondrá de los fondos de la edición siempre y cuanto estén agotados en librerías y no haya una oposición expresa del autor.

Una vez digitalizados, los libros serán propuestos a la venta en la plataforma de Google. Y el acuerdo prevé también que el buscador de Internet ponga las obras digitalizadas a disposición de la Biblioteca Nacional de Francia.

Continue lendo: http://www.latercera.com/noticia/cultura/2010/11/1453-308148-9-principal-editorial-francesa-y-google-acuerdan-digitalizar-libros-agotados.shtml

Base de dados sobre edifícios de bibliotecas

Data de publicação: 22/11/2010

Data de publicação no Blog DA ECI: 27/11/2010

Por Conselho Federal de Biblioteconomia

A Associação NAPLE – National Authorities on Public Libraries in Europe disponibiliza o site Web Librarybuildings.info , inteiramente dedicado a edifícios de bibliotecas.

Trata-se de uma base de dados que reúne informação sobre a arquitetura de bibliotecas de 15 países europeus, construídas após 1990. Na verdade, a atividade das bibliotecas está cada vez mais centrada no usuário e menos na coleção, pelo que são atualmente concebidas como pontos de encontro da comunidade, locais de convívio, de aprendizagem informal e de eventos e atividades culturais. É de realçar que desempenham um importante papel no planeamento urbanístico das cidades.

Consultando a referida base constata-se que se pretende apresentar uma amostra dos melhores edifícios de bibliotecas recentemente construídos na Europa.

Confira a base:  http://www.librarybuildings.info/

Fonte: http://www.cfb.org.br/noticias-cfb.php?codigo=609

A saúde pública dos livros

Data de publicação: 22/11/2010

Data de publicação no Blog DA ECI: 27/11/2010

Por Biblioteca da FSP/USP

Em uma biblioteca os livros têm uma vida bastante agitada. Passam de mão em mão, de mochila em mochila, de casa em casa, mesa em mesa, quarto, cama, copa, cozinha e por aí vai…

O leitor, ávido de informação, lê, anota, dobra, rabisca, às vezes dorme em cima e em outras o cachorro come. Os livros são carregados para as aulas, para casa, para o trabalho, faça chuva ou faça sol. Essas andanças fazem com que eles se derretam ao sol tropical, fiquem com a capa empenada, percam a lombada, enfim, o livro sofre, mas não reclama, continua ao seu dispor guardando informações e/ou segredos para serem descobertos silenciosamente.

Você sabia que todas essas idas e vindas podem causar danos à saúde do livro e por vezes irreversíveis? Por essas e por outras damos algumas dicas para o manuseio dos livros e como evitar danos. Conservem o livro adotando medidas preventivas para a sua saúde, evitando assim que ele vá parar na UTI, isto é, ser restaurado e reencadernado. Seguindo esses cuidados preventivos, você estará contribuindo para prolongar a vida útil do acervo da Biblioteca.

  • Ao retirar um livro da prateleira, não o puxe pela parte superior da lombada, pois isso danifica a encadernação. O certo é empurrar os volumes dos dois lados e puxar o volume desejado pelo meio da lombada.
  • Não fazer anotações ou marcações nos livros, mesmo que a lápis. As anotações importantes para você podem não ser importantes para outro usuário.
  • Evite folhear os livros com os dedos umedecidos com saliva ou com as mãos sujas.
  • Evite debruçar-se ou apoiar os cotovelos sobre os livros.

Continue lendo: http://bibfsp.blogspot.com/2010/11/saude-publica-dos-livros.html

Biblioteca: lotação esgotada mesmo com horário alargado

Data de publicação: 21/11/2010

Data de publicação no Blog DA ECI: 27/11/2010

Por Ângela Coelho

Desde o início do mês de Outubro, já é possível ficar na Biblioteca Geral da Universidade do Minho (BGUM) até mais tarde. Procurando dar resposta às necessidades dos seus utilizadores e ajustar o seu funcionamento à realidade dos cursos em regime pós-laboral, a biblioteca alargou o seu horário: em vez de fechar às 20h, passa a encerrar às 24h.

Para Telma Valdemar, aluna do 2º ano de Economia, o alargamento do horário da biblioteca é-lhe indiferente, uma vez que é bracarense e, por isso, tanto pode estudar em casa como na Universidade. Contudo, a estudante revelou que “alguns colegas, que não moram em Braga, preferem estudar na biblioteca e têm feito comentários muito positivos”, acrescentando ainda que alguns deles ficam mesmo até a biblioteca fechar. A estudante de economia acredita que o novo horário “tem sido vantajoso”.

O ComUM encontrou Telma Valdemar a estudar no sofá e a aluna explicou essa situação pelo facto da biblioteca estar sempre sobrelotada: “Se não chego às 9h para reservar mesa, tenho que esperar muito tempo ou então acabo por ficar pelos sofás”. Esta prática de reservar lugares na biblioteca é frequente e a aluna confirmou que “às vezes não está quase ninguém, mas há malas e livros nas mesas, acabando por não se saber quantas pessoas estão lá e se podemos sentar”. “Eu acho que as pessoas não se deviam poder ausentar durante tanto tempo”, criticou a estudante, uma vez que nesse período há sempre alguém que poderia ter usufruído do lugar.

O novo horário da biblioteca é, para Ana Patrícia Fernandes, aluna do 3º ano de Filosofia, “uma óptima medida”. A estudante frequenta um curso em regime pós-laboral, por isso tem aulas das 17h até às 20h. Confessa que nunca ficou à noite, porque às 20h a biblioteca fechava, mas agora “é uma hipótese” permanecer na UM.

Continue lendo: http://www.comumonline.com/index.php?option=com_content&task=view&id=2836&Itemid=78

Bondinho da Rua XV agora é biblioteca

Data de publicação: 22/11/2010

Data de publicação no Blog DA ECI: 27/11/2010

Por Agência de Notícias da Prefeitura de Curitiba

Facilitar o acesso aos livros e difundir a cultura. O prefeito em exercício Tito Zeglin participou, na manhã deste sábado, da inauguração do Bondinho da Leitura. A iniciativa, que faz parte do programa Curitiba Lê da Fundação Cultural (FCC), remodelou o histórico bondinho da Rua XV de Novembro, que agora passa a abrigar uma biblioteca.

No espaço, os curitibanos poderão emprestar até dois livros por 15 dias. Para ter acesso ao serviço, os interessados devem apresentar documento de identidade com foto e comprovante de endereço. “Curitiba continua evoluindo para o bem da nossa gente. Cultura é a melhor forma de ajudar os jovens a terem um futuro melhor. Além disso, o bondinho é referência de nossa cidade em todo mundo”, afirma o prefeito em exercício.

A dona de casa Regina Araújo comemora a iniciativa. “Tudo que incentiva a leitura é uma grande evolução. E, o mais importante, é que é gratuito”, comenta.

O presidente da FCC, Paulino Viapiana, diz a administração está se esforçando para facilitar o acesso da população à cultura. “É mais um ponto de encontro com a leitura. Nosso objetivo sempre foi esse no projeto Curitiba Lê. As pessoas que freqüentam o centro da cidade não terão mais desculpa para deixar de ler”.

Continue lendo: http://www.curitiba.pr.gov.br/noticias/bondinho-da-rua-xv-agora-e-biblioteca/21157

El bibliotecario como productor de contenidos en medios digitales

Data de publicação: 22/11/2010

Data de publicação no Blog DA ECI: 27/11/2010

Por Fernando Gabriel Gutiérrez

¿Un nuevo rol para el bibliotecario?

Julián Marquina escribió un post sobre “La figura del community manager en las bibliotecas” reflexionando en especial sobre un “nuevo” rol para los bibliotecarios. Las explosión de las redes sociales en este momento nos hacen reflexionar sobre el papel del bibliotecario en ellas. Es por eso que estas ideas no traen nada nuevo, sino que la presencia social de nuestra tarea se potencia. Aunque en la formación del bibliotecario no se trabaje este aspecto, siempre focalizándose en aspectos de la colección digital o impresa. Estas técnicas son importantes, pero si no se hace marketing de nuestro trabajo sigue la bibliotecología sigue siendo un trabajo “ciego” (no le tengamos miedo a la palabra “marketing”, no muerde y no vendemos el alma al diablo si tomamos algo de la disciplina).

En el post escribí un comentario sobre la necesidad de las carreras de bibliotecología de dar más lugar a las materias relacionadas con la comunicación y el marketing en ámbitos digitales y presenciales. Como coloqué en el comentario, tendríamos que discutir la disminución del peso de la formación técnica (obviamente que esto es innegable), para pensar una bibliotecología orientada a lo social y la comunicación verdaderamente.

¿El bibliotecario como productor de contenidos en medios digitales?

Esta semana me topé con este video y pensé que las bibliotecas podrían ser también espacios donde producir contenidos en comunicación digital. Y me puse a pensar cómo introducir los medios de comunicación en las bibliotecas y en desarrollar habilidades y competencias en comunicación mediática por parte de los bibliotecarios. Me imaginé una biblioteca donde el equipo de bibliotecarios realice videos para promocionar la colección, subirlo a Youtube y viralizarlos (siempre caemos en “productores de catálogos”, y si propongo esto sé que no me gano el cielo de la bibliotecología).

Continue lendo: http://tecnomareados.blogspot.com/2010/11/el-bibliotecario-como-productor-de.html

Biblioteca Pública de Évora reabre hemeroteca com periódicos do século XVII

Data de publicação: 12/02/2009

Data de publicação no Blog DA ECI: 27/11/2010

Por Lusa

A bicentenária Biblioteca Pública de Évora (BPE), uma das mais antigas e ricas do país, reabriu hoje ao público a renovada hemeroteca, um espaço que passou a disponibilizar a colecção de publicações periódicas, algumas delas do século XVII.

“Há muito tempo que esta área precisava de ser organizada e limpa, desde logo porque estava em muito mau estado”, justificou o director da BPE, José António Calixto.

Criada há mais de 200 anos por Frei Manuel do Cenáculo, a BPE, tutelada pela Direcção-Geral do Livro e das Bibliotecas, é beneficiária do Depósito Legal desde 1931.

De acordo com o responsável, a intervenção na hemeroteca permitiu “reacondicionar e aproveitar o espaço com estantes compactas”, num total de 3500 metros, e criar “melhores condições de leitura” aos utilizadores.

“Não temos tido os periódicos que estão a sair”, lamentou José António Calixto, explicando que “só chegam, por Depósito Legal, com meses de atraso”. Mas, a partir de hoje, garantiu, a hemeroteca passa a “ter os jornais do dia e manter-se-á a colecção que vai chegando pelo Depósito Legal”.

“Aos leitores que vêm fazer investigação e que usam os nossos fundos antigos, juntam-se agora novos leitores, que vêm ler o jornal do dia, o jornal desportivo ou a magazine”.

Continue lendo: http://www.publico.pt/Local/biblioteca-publica-de-evora-reabre-hemeroteca-com-periodicos-do-seculo-xvii_1364938

10 ideas 2.0 para bibliotecas

Data de publicação: 25/06/2010

Data de publicação no Blog DA ECI: 14/11/2010

Por Biblioblog

La web social ofrece múltiples posibilidades para que las bibliotecas desarrollen sus servicios. Gracias a la web social, las bibliotecas disponen de nuevos procedimientos para realizar su actividad tradicional de formación, información o recreación. Pero lo más destacado es que las tecnologías participativas ofrecen posibilidades inéditas para que las bibliotecas pongan en marcha nuevos proyectos para la relación con sus usuarios, la transmisión de información, el uso de recursos y el apoyo al ciudadano en sus necesidades formativas. La web 2.0 termina con la idea de que Internet es el escaparate en el que las bibliotecas deben exponer sus servicios y colecciones. La web se plantea como un espacio bibliotecario, en el que la relación con el usuario es real y los servicios bibliotecarios son directos y efectivos. La web deja de ser un mero medio desde el que la biblioteca ofrece servicios que se disfrutan en el plano físico, para convertirse en un medio-fin, es decir, en el espacio a través del cual se establece la comunicación con el usuario, al que se prestan servicios bibliotecarios completos mediante medios telemáticos. En los siguientes párrafos se aportan algunas ideas sobre cómo aplicar servicios y tecnologías 2.0 a la actividad bibliotecaria, además de algunos servicios gratuitos con los que poner en práctica estas sugerencias.

Continue lendo: http://diarium.usal.es/biblioblog/2010/10-ideas-2-0-para-bibliotecas/

La biblioteca digital: ¿El fin de los libros físicos?

Data de publicação: 12/11/2010

Data de publicação no Blog DA ECI: 14/11/2010

Por El Rafo

Imagínate una biblioteca sin libros. Sin esos grandes estantes repletos, sin esos enormes pasadizos ni ése particular aroma a madera. Imagínate una en la que sólo encuentres terminales de información que te permitan descargar diversos textos digitales a tu computadora portátil. Una en la que goces de un gran espacio para poder leer, una en la que te puedas llevar todos los libros que quieras en un pequeño dispositivo móvil.

Pues esas librerías existen y están a punto de convertirse en la vanguardia de las bibliotecas en las universidades del mundo. La nota es de la BBC:

Es el caso del Departamento de Ingeniería de la Universidad de Texas en San Antonio (UTSA) donde los textos digitales (e-books) se pueden descargar desde cualquier terminal a los computadores portátiles de los estudiantes.

En septiembre la UTSA abrió la primera biblioteca sin libros que funciona en un campus universitario de Estados Unidos Tiene capacidad para 80 personas y alberga 425 mil libros digitales y 18 mil suscripciones a revistas digitales, informa el reportero de la BBC, Kabir Chibber.

Continue lendo: http://elrafo.lamula.pe/2010/11/12/la-biblioteca-digital-%C2%BFel-fin-de-los-libros-fisicos/

¿Qué es esto de la e-ciencia? ¿Qué podemos [o debemos] aportar los profesionales de la información y las bibliotecas?

Data de publicação: 03/11/2010

Data de publicação no Blog DA ECI: 14/11/2010

Por Jordi Serrano

La e[nhanced]-Ciencia, según el “Libro blanco e-CIENCIA en España 2004” [1], se entiende como el conjunto de actividades científicas desarrolladas mediante el uso de recursos distribuidos accesibles a través de Internet, como cálculo, almacenamiento e información entre otros y en paralelo a la evolución de las redes de comunicaciones dedicadas a la investigación, así como de aplicaciones de trabajo colaborativo.

La asociación que agrupa las bibliotecas de investigación de USA y Canadá (ARL: Association of Research Libraries) publicó el pasado mes de agosto, los resultados de una encuesta y un estudio [2] entre sus miembros en donde recogen de que modo las bibliotecas contribuyen (o van contribuir) en los procesos de la e-ciencia.

Aparte de los resultados, consultables en el documento y en su resumen ejecutivo, cabe destacar que no existe un modelo único de como gestionar la e-ciencia en las universidades y/o centros de investigación y respecto al rol de las bibliotecas en su contribución a la e-ciencia tampoco es homogéneo: en algunos casos se dispone de personal altamente especializado, en otros se crean unidades específicamente para el soporte a la e-ciencia y en un porcentaje elevado básicamente labores referencia.

Lo que se deduce del estudio, es que gracias a la tecnología y naturalmente a la inversión, nos hallamos frente a un incremento de la actividad científica que aumenta exponencialmente, lo que implica una mayor complejidad en el análisis, interpretación y gestión de los datos que genera dicha actividad.

Continue lendo: http://www.ub.edu/blokdebid/es/content/%C2%BFqu%C3%A9-es-esto-de-la-e-ciencia-%C2%BFqu%C3%A9-podemos-o-debemos-aportar-los-profesionales-de-la-informac

Via web, estudantes descobrem os livros

Data de publicação: 11/11/2010

Data de publicação no Blog DA ECI: 14/11/2010

Por Terra

Acostumados com informações em 140 caracteres via web, como atrair adolescentes para as 140 páginas de um livro? Esse é um dos principais desafios de pais e professores: aproximar os maníacos pela rede das histórias impressas em papel.

Nascida em 1995, já em plena internet, Gabriela Holmer praticamente chegou ao mundo com um mouse na mão e palavras-chaves na cabeça. Moradora de Porto Alegre, a estudante de 15 anos passa as tardes navegando no mundo da web: “Visito muitos sites em busca de notícias e informações do meu interesse. Mas o que eu mais faço é conversar com meus amigos em redes sociais”, diz a garota. Frequentadora diária das redes socais, Gabriela conta que não tem o costume de ler: “Ler cansa e ainda dá sono. Os livros não prendem a minha atenção como a internet, por exemplo”.

Conectados diariamente e expostos a um turbilhão de músicas, fotos e vídeos, a maioria dos jovens apresenta o mesmo comportamento de Gabriela, onde a combinação de palavras e papel não se mostra nem um pouco apetitosa. Para o jornalista Sérgio Pavarini, o desafio de aproximar adolescentes dos livros pode ser resolvido através da mesma ferramenta que parece os afastar da leitura: a internet.

Continue lendo: http://noticias.terra.com.br/educacao/noticias/0,,OI4785900-EI8266,00-Via+web+estudantes+descobrem+os+livros.html

Programa instala biblioteca em comunidade quilombola

Data de publicação no Blog DA ECI: 14/11/2010

Por Paula Nadal

Como os livros mudaram a vida de uma comunidade ribeirinha do interior do Pará

Na Comunidade Quilombola Jacarequara, em Acará, a 25 quilômetros de Belém, a energia elétrica só foi instalada em outubro de 2006, transformando a vida das 42 famílias que moram lá. Dez meses depois, uma nova revolução marcou a história do vilarejo: a chegada de 280 livros enviados pelo Programa de Bibliotecas Rurais Arca das Letras, do Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA). O acervo inclui literatura infantil, juvenil e clássica, além de obras técnicas e didáticas. Antes disso, encontrar um material de leitura era coisa rara, assim como ler histórias. Hoje isso mudou.

Quem cuida desse acervo é uma voluntária, dona Carmen Nogueira de Sousa, ex-professora da única escola local e escolhida pela comunidade para gerenciar os empréstimos e conservar as obras. Na verdade, os livros ficam guardados na sala da casa dela, dividindo espaço com uma televisão e algumas cadeiras. As portas estão sempre abertas e a busca por leituras é constante.

Na tarde em que lá estive, enquanto passava ao vivo na TV um jogo da Copa do Mundo de Futebol, algumas crianças entraram e nem deram bola para a partida. Elas queriam é saber se O Amigo da Bruxinha, de Eva Furnari, ou alguma história de Ziraldo estavam disponíveis. Dona Carmen conta que esses títulos são os campeões de procura, já que as crianças são as principais leitoras. Até mesmo as ainda não alfabetizadas pegam livros. “Elas chegam a competir para saber quem lê mais e até trocam indicações literárias”, conta Carmen, que foi responsável por alfabetizar no passado muitos dos leitores de todas as idades que hoje procuram a sua casa.

Continue lendo: http://revistaescola.abril.com.br/lingua-portuguesa/pratica-pedagogica/programa-instala-biblioteca-comunidade-quilombola-608105.shtml

La modernización en la biblioteca danesa de Aarhus, ejemplo a imitar

Data de publicação: 02/11/2010

Data de publicação no Blog DA ECI: 14/11/2010

Por Diário Vasco

En la presentación de la jornadas, tanto Aran-tza Urkia como Ramón Martín y Arantza Mariskal, coincidieron en situar al proceso de modernización de la Biblioteca Pública de Aarhus, en Dinamarca, como el ejemplo a seguir para conseguir de estos lugares «un punto de encuentro en el que los usuarios sean los protagonistas y acudan a enriquecerse o divertise en sus ratos de ocio».

La primera novedad es su interactividad. A través de su página web, de gran riqueza visual a pesar de su sencillez, los usuarios pueden acceder al catálogo de fondos, que aparece en un lugar bien visible de la página, crear una sección de registro personalizada para guardar sus favoritos, dejar anotaciones, archivar sus lecturas o crearse su pequeño rincón dentro de la biblioteca, una zona central muy espaciosa con noticias destacadas, además de tener la opción de sindicar sus contenidos por secciones.

Pero la gran transformación ha sido llevada a cabo en su interior, olvidando el concepto de un lugar sombrío y lleno de estanterías con documentos para derivar en un cambio total e impactante de sus espacios, servicios y actividades. «La biblioteca se convierte en un centro de información a imitar y a envidiar, dando lugar a una auténtica biblioteca 2.0 debido a la distribución y versatilidad de sus espacios, y por la visión y concepción de sus servicios, basando toda su estructura en los usuarios, que serán las piezas claves del nuevo sistema», coinciden en apuntar.

Continue lendo: http://www.diariovasco.com/v/20101102/san-sebastian/modernizacion-biblioteca-danesa-aarhus-20101102.html

Cinco etapas para realizar uma boa pesquisa escolar

Data de publicação no Blog DA ECI: 14/11/2010

Por Anderson Moço e Camila Monroe

Confira o passo a passo do trabalho necessário para que seus alunos aprendam a investigar temas em todas as disciplinas, na Educação Infantil e no Ensino Fundamental

1 Fazer uma boa pergunta

O primeiro passo para organizar uma situação de investigação que funcione como ferramenta didática é definir o tema de estudo e, em seguida, criar uma pergunta ou situação-problema que desperte na turma a vontade de saber mais (leia o exemplo de uma pesquisa em Ciências no quadro abaixo). Fechada a questão norteadora, antecipe dúvidas ou questões secundárias, que surgirão durante os debates e as descobertas realizadas. Uma boa estratégia é você realizar previamente a pesquisa, levando em conta o nível de conhecimento dos estudantes, as necessidades de aprendizagem e os obstáculos que deverão enfrentar. Essa simulação vai possibilitar ajustes na situação-problema (é possível perceber se o resultado não será o esperado e é preciso reformular a questão, por exemplo) e no planejamento das intervenções.

O tema da pesquisa deve ser atraente e estimulante. “É preciso certo grau de conhecimento sobre o que será investigado para ter a curiosidade despertada e querer se aprofundar no tema”, explica Pedro Demo. Não adianta definir como foco a bolsa de valores, por exemplo, se os alunos nunca ouviram falar nesse assunto nem possuem um repertório básico para iniciar a procura. Por isso, antes de propor o trabalho, é importante falar sobre o assunto e exibir vídeos, fotos e outros materiais para aproximar a turma do assunto que será estudado.

O grande desafio é formular questões abrangentes e que permitam diferentes soluções e interpretações, sem ser genéricas ou apenas opinativas. Um exemplo, sobre a independência do Brasil: “Qual foi a importância, para a nossa independência, da reunião de deputados nas cortes portuguesas em 1822?” Para respondê-la, os alunos têm de ler diversos textos, que certamente apresentam diferentes pontos de vista sobre o período e fatores que explicam o fato em questão. É necessário pensar sobre essas diferenças de visão e, em seguida, formular e defender uma ideia própria.

Continue lendo: http://revistaescola.abril.com.br/planejamento-e-avaliacao/planejamento/cinco-etapas-realizar-boa-pesquisa-escolar-607946.shtml

Penitenciários recebem oficinas de leitura

Data de publicação: 10/11/2010

Data de publicação no Blog DA ECI: 14/11/2010

Por Neila Baldi (DLLL/MinC)

Projeto “Leitura nas prisões” foi lançado nesta quinta, em Porto Velho, em parceria com o Ministério da Cultura

Foi lançado nesta quinta-feira (11/11), às 10h, em  Porto Velho (RO), o projeto “Uma janela para o mundo – Leitura nas prisões”, parceria dos ministérios da Cultura, Educação, Justiça e Desenvolvimento Agrário e do Departamento Penitenciário Nacional (DEPEN). O Ministério da Cultura, por intermédio do Programa Mais Cultura, investiu R$ 160 mil no projeto com a doação de oito pontos de leitura. O projeto será implantado em quatro penitenciárias federais: Porto Velho (RO), Mossoró (RN), Campo Grande (MS) e Catanduvas (PR).

Cada Ponto de Leitura doado pelo MinC é composto por um acervo de 650 obras – exemplares de literatura brasileira, estrangeira, infantil e juvenil, DVD’s, enciclopédias, entre outros – computador e impressora. Além do acervo do Ministério da Cultura, as penitenciárias receberam também obras do projeto Arca das Letras, do MDA.

Com o lançamento do projeto, escritores vinculados à Organização das Nações Unidas (Unesco) vão realizar oficinas de leitura para presos e servidores em todas as unidades, utilizando entre outros livros a coletânea “O pequeno livro das grandes emoções”, elaborada pela própria UNESCO especificamente para leitores adultos e jovens em formação. A equipe de tratamento penitenciário dará continuidade ao trabalho iniciado, tornando a atividade de capacitação permanente.

Continue lendo: http://mais.cultura.gov.br/2010/11/10/penitenciarios-recebem-oficinas-de-leitura/

Si la biblioteca no va al software libre, el software libre irá a la biblioteca

Data de publicação: 04/11/2010

Data de publicação no Blog DA ECI: 14/11/2010

Por Lorena Fernández

En mi corta experiencia en el mundo de las bibliotecas una cosa me ha quedado ya clara: la supremacía de los grandes proveedores de contenidos y de paquetes de software. La mayoría de las suscripciones a recursos electrónicos vienen dados por grandes editoriales que ejercen el control, haciendo y deshaciendo a su antojo.

Y en el mundo de los sistemas integrados de gestión bibliotecaria, tres cuartos de lo mismo. Los paquetes más completos son, por supuesto, privativos y con unos costes bastante interesantes (por no decir otra cosa…). También hay excepciones. Pero recalco lo de excepciones (incluso lo pongo en negritas, por si no ha quedado suficientemente claro). Así que os podréis imaginar la dependencia de esos mastodontes de cara a modernizar o incorporar funcionalidades actuales. Ellos marcan los ritmos, que por supuesto, son más lentos que la frenética celeridad de la tecnología hoy en día.

¿Y qué hacer ante esto? Pues como el propio título del post indica: si la Mahoma no va a la montaña, será la montaña la que acuda a ayudar a Mahoma. En la biblioteca de la Universidad de Deusto llevábamos un tiempo buscando la herramienta ideal para publicar las nuevas adquisiciones de una manera amigable para el usuario final. Y hemos optado por un WordPress como CMS aliñado con un plugin de desarrollo propio: http://nuevasadquisiciones.deusto.es

Diariamente se publican las novedades, siendo cada post una ficha de libro. En esa ficha cargamos la información básica que dependerá de lo que se pueda obtener de manera automática de Open Library y/o WorldCat mediante su API. La ficha ideal, es decir, todos los campos que se buscan son: título, autor/es, editorial, fecha de publicación, número de páginas, ISBN, signatura, número de copia (éste es un número interno de nuestro SIGB), idioma y resumen.

Continue lendo: http://blog.loretahur.net/2010/11/si-la-biblioteca-no-va-al-software-libre-el-software-libre-ira-a-la-biblioteca.html

Radiografía de las TIC en las bibliotecas

Data de publicação: 10/11/2010

Data de publicação no Blog DA ECI: 14/11/2010

Por Georgina Orselli e Ester Omella

Se trata del informe de un estudio realizado durante el periodo 2009-2010 sobre el Servicio de acceso a Internet y a las Tecnologías (nota: es traducción del nombre original “Public access technologies and Internet services”).

El estudio fue realizado por la Oficina de Investigación y estadísticas de la ALA (American Library Association http://www.ala.org/), conjuntamente con la Fundación de Bill y Melinda Gates (http://www.gatesfoundation.org), que aportaron toda la financiación para la realización de este análisis. Se llevó a cabo entre septiembre y noviembre de 2009 a partir de los resultados de los datos estadísticos de las bibliotecas públicas.

Los resultados se analizan para 3 tipologías de Bibliotecas, en función de la población, y sus habitantes:

1. Las bibliotecas urbanas o centrales en las grandes ciudades (las más grandes, con respecto a la población).
2. Las bibliotecas suburbanas (las de los diferentes barrios, o pequeñas ciudades, de menos habitantes).
3. Las bibliotecas rurales (bibliotecas de ciudades y pueblos más pequeños y alejados).

En todos los resultados de datos estadísticos se observa que la mayoría de bibliotecas evolucionaron respecto al periodo anterior 2008-2009, en cuanto al acceso a conexiones de estaciones de trabajo público u ordenadores para acceder a Internet, ya que en los últimos años, muy pocas bibliotecas tenían acceso a Internet.

La mayoría de bibliotecas ofrecen actualmente servicio de acceso inalámbrico a Internet, a una velocidad media de 1,5 mbps (mega bytes por segundo). Hay que decir que esta velocidad, en las bibliotecas rurales no se da y que el acceso a Internet va más lento.

Continue lendo: http://www.ub.edu/blokdebid/es/content/radiograf%C3%ADa-de-las-tic-en-las-bibliotecas

La próxima configuración de la Agencia Española del ISBN

Data de publicação: 11/11/2010

Data de publicação no Blog DA ECI: 14/11/2010

Por Esti Gomez

Debo confesaros que he reescrito esta entrada como unas ¿mil veces? Al principio pensé que podría ofender a alguien, después pensé que era demasiado agresivo, después que no contaba nada, que contaba demasiado y así un largo etcétera. Ante todo quiero recalcar que no quiero hacer apología política sobre nadie ni nada, pues este no es el medio propicio para ello. Tan sólo quiero manifestar una situación de la que algunos estarán al corriente y otros que no lo estarán y con la que personalmente no estoy de acuerdo.

Si accedemos a la página Web de la Agencia del ISBN leemos el siguiente texto:

Debido a una importante reorganización de la Agencia Española del ISBN, las bases de datos de títulos y de editoriales dejan de actualizarse desde el día 21 de septiembre de 2010 hasta nuevo aviso. Las consultas a las bases de datos siguen disponibles, pero no se actualizan desde el 21 de septiembre de 2010.

Algunos se habrán sorprendido ante la nueva y se habrán preguntado ¿pero esto qué es? ¿Qué significa? Y es que la Agencia se va a privatizar, puesto que ha suscrito un “convenio de colaboración” entre el Ministerio de Cultura, la Generalitat de Cataluña y la Federación del Gremio de Editores de España (FGEE) para la gestión conjunta de la misma.

Según leemos en la resolución, la FGEE es la encargada del correcto suministro de los prefijos, la asignación de los ISBN, validar, catalogar, rectificar, cotejar, crear y mantener listados; de la publicación de catálogos y bibliografías, de mantener los convenios de colaboración que actualmente mantiene la Agencia, y cumplir todas las órdenes emanadas de la Agencia Internacional. Vamos, que ellos van a continuar haciendo lo mismo que hasta ahora se está haciendo –aunque introducirán alguna novedad-. Por otro lado, la Generalitat se encargará de lo mismo que la FGEE pero en el territorio que le compete. Y por último entre los compromisos del Ministerio están la cesión de las bases de datos que actualmente sustenta (no se las da, se las deja) y la aportación de los recursos necesarios para el funcionamiento de la Agencia; esto es: la pasta. En este enlace podéis leer vosotros mismos este convenio y sacar vuestras propias conclusiones. He preferido poneros el enlace y no ir desgranando la resolución para no hacer muy extenso el post.

Continue lendo: http://www.biblogtecarios.es/estigomez/la-proxima-configuracion-de-la-agencia-espanola-del-isbn

La biblioteca es un arma cargada de futuro

Data de publicação: 09/11/2010

Data de publicação no Blog DA ECI: 14/11/2010

Por bibliopiedras

Aterrizando otra vez a la realidad después de la vorágine del Congreso. Muchos contenidos, muchas ideas interesantes para repensar los servicios de la biblioteca. Aún tenemos que leer con calma todas las comunicaciones pero nos ha quedado clara una cosa: que los vaticinios apocalípticos sobre el fin de las bibliotecas sólo provienen de quienes no saben lo que es realmente una biblioteca. Los profesionales (también los usuarios), que sí conocemos bien nuestra realidad y nuestras funciones, sabemos que “una biblioteca no es una colección de libros, sino una colección de personas”, entendemos que los cambios tecnológicos afectarán a las bibliotecas de muchas formas (principalmente de una forma positiva) y que las bibliotecas públicas seguirán siendo lo que siempre han sido: instrumentos claves del fomento de la lectura, mediadores entre los ciudadanos y la información, difusores culturales de primer orden.

En el congreso nos habló el holandés Eppo Van Nispen,  quién se ocupó en el DOK Library Concept Center de Delft,  del proyecto de construir la biblioteca más moderna del mundo. Leemos que en 2008, DOK fue elegida por expertos internacionales como la biblioteca número uno del mundo en innovación y en 2009, fue nombrada la mejor biblioteca de Holanda. La vitalidad de la innovadora biblioteca de Delft, la visión de Eppo Van Nispen, nos pareció inspiradora. Eppo nos invitó a dar valor añadido a nuestros servicios y a apostar por romper moldes.

Martin Palmer, director de las Bibliotecas del Condado de Essex (Reino Unido) planteó el papel de las bibliotecas públicas como líderes de la sociedad digital y otros destacados profesionales, vinculados al mundo del libro pero no bibliotecarios, Javier Celaya, Daniel Cassany… expusieron valiosas reflexiones sobre la importancia de la Biblioteca Pública en esta sociedad de la información. Se habló además de bibliotecas digitales, libro electrónico, web móvil, edición digital impulsada desde las bibliotecas, y de proyectos muy interesantes desarrollados por varias bibliotecas españolas.

Continue lendo: http://bibliopiedrasblancas.wordpress.com/2010/11/09/la-biblioteca-es-un-arma-cargada-de-futuro/

Paraná: Governo inaugura biblioteca e portal de informações ambientais

Data de publicação: 10/11/2010

Data de publicação no Blog DA ECI: 14/11/2010

Por Agência de Notícias Estado do Paraná

O secretário do Meio Ambiente e Recursos Hídricos, Jorge Augusto Callado Afonso, e o presidente do Instituto das Águas do Paraná, inauguraram nesta quinta-feira (11) a biblioteca da Secretaria do Meio Ambiente e Recursos Hídricos e lançaram o novo portal de informações ambientais do Governo do Estado e o novo site do Instituto das Águas do Paraná.

A biblioteca tem mais de 12 mil obras específicas sobre a área ambiental, livros, monografias, periódicos, fitas de vídeo, CDs, Estudos de Impacto Ambiental (EIAS), e Relatórios de Impacto Ambiental (EIARIMAS). O espaço conta com sala de estudo e internet e será aberto à população de segunda à sexta-feira.

O arquivo da biblioteca reúne todo o acervo do Instituto Ambiental do Paraná (IAP), da antiga Superintendência de Recursos Hídricos e Meio Ambiente (Surehma) e do extinto Instituto de Terras, Cartografia e Florestas (ITCF). O acervo conta com livros de variados temas relacionados à área ambiental, como aterros sanitários, aterros industriais, usinashidrelétricas, Pequenas Centrais Hidrelétricas (PCH), rodovias, estações de areia, linhas de transmissão, aproveitamento hidrelétrico, coprocessamento de resíduos, resíduos de serviços de saúde, usinas termelétricas, redes de gás natural, resíduos sólidos, cemitérios, barragens, lavras de ouro, entre outros.

Portal – Além da biblioteca, o secretário lançou o novo Portal de Meio Ambiente apresentado pela Secretaria e Estado do Meio Ambiente e Recursos Hídricos, com o objetivo de ser um site de referência em informação ambiental.

O sistema de informações ambientais foi totalmente reformulado, os conteúdos atualizados e a apresentação ganhou um formato mais moderno, facilitando o acesso do público.

Continue lendo:  http://pesquisamundi.blogspot.com/2010/11/parana-governo-inaugura-biblioteca-e.html?utm_source=twitterfeed&utm_medium=twitter

Presídios federais vão receber projeto de incentivo à leitura

Data de publicação: 10/11/2010

Data de publicação no Blog DA ECI: 14/11/2010

Por Zero Hora

Iniciativa ocorrerá em cárceres de Porto Velho (RO), Mossoró (RN), Campo Grande (MS) e Catanduvas (PR)

Presos e agentes presidiários receberão oficinas de leitura em quatro penitenciárias federais do país. O projeto Uma Janela para o Mundo – Leitura nas Prisões, será lançado na quinta-feira em Porto Velho (RO) o e ocorrerá também nos presídios federais de Mossoró (RN), Campo Grande (MS) e Catanduvas (PR).

A iniciativa é uma parceria entre a Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura (Unesco), os ministérios da Cultura, Educação, Justiça e Desenvolvimento Agrário e o Departamento Penitenciário Nacional (Depen). O investimento é de R$ 160 mil com a instalação de oito pontos de leitura.

Cada ponto de leitura é composto por um acervo de 650 obras da literatura brasileira e estrangeira, material infantil e juvenil, DVD’s e enciclopédias entre outros. Os participantes do projeto terão acesso a computador e impressora, que ficarão à disposição inclusive das famílias dos internos durante as visitas.

Continue lendo: http://zerohora.clicrbs.com.br/zerohora/jsp/default.jsp?uf=1&local=1&section=Geral&newsID=a3104712.xml

Bibliotecários nas escolas públicas

Data de publicação: 10/11/2010

Data de publicação no Blog DA ECI: 14/11/2010

Por Luiz Carlos Amorim

Um deputado estadual apresentou, em julho, um projeto que cria o cargo de bibliotecário escolar na rede pública de Santa Catarina. A proposta vem sendo cogitada há uns quantos anos, pois o Conselho de Biblioteconomia e a Associação Catarinense de Bibliotecários, ao contrário da Secretaria de Educação, vêm percebendo a necessidade de um profissional qualificado, nas escolas públicas, apto a cuidar e manter uma boa biblioteca, para que seja de uso pleno para os estudantes.

Eu sei bem o que ocorre nas escolas estaduais e municipais, pois tenho visitado algumas e verifiquei in loco a falta que o bibliotecário faz. Em algumas escolas, um professor “readaptado” – aquele que voltou de uma licença saúde e não está em condições de enfrentar a maratona das salas de aula, por exemplo, pelo que entendi – e dedicado, diga-se de passagem, se encarrega de receber, catalogar, emprestar e receber de volta, entre outras tantas coisas, dando utilidade ao acervo que compõe a biblioteca de uma escola.

Em boa hora aparece alguém para, finalmente, providenciar o preenchimento dessa lacuna enorme que o Estado não teve, até agora, interesse nenhum de preencher, não disponibilizando um profissional para cuidar dos livros das escolas.

Continue lendo: http://www.clicrbs.com.br/anoticia/jsp/default2.jsp?uf=2&local=18&source=a3103355.xml&template=4187.dwt&edition=15864&section=1196

Lançado Centro de Produção de Livros Acessíveis

Data de publicação no Blog DA ECI: 14/11/2010

Por ONG Associações de Cegos do Rio Grande do Sul

No último dia quatro, no auditório do Memorial do Ministério Público, em Porto Alegre, ocorreu o lançamento do Centro de Produção de Livros Acessíveis, juntamente com o lançamento do projeto Município Legal é Município Acessível.

O Centro de Produção de Livros Acessíveis é resultado de um convênio firmado entre a Secretaria de Políticas Culturais do Ministério da Cultura, a Associação de Cegos do Rio Grande do Sul – ACERGS, em parceria com a Fundação Dorina Nowill para Cegos e a Organização Nacional de Cegos do Brasil –ONCB. De acordo com nosso presidente, Moisés Bauer Luiz, “o objetivo é ampliar o número de obras em formatos acessíveis, proporcionando o acesso das pessoas com deficiência visual ou com deficiência motora à informação e à cultura”.

Além da assinatura do termo de cooperação e o lançamento do Centro de Produção de Livros Acessíveis, houve a exibição do vídeo institucional da ACERGS.

O evento contou ainda com a participação dos promotores de Justiça Cesar Luis de Araújo Faccioli e Odete Pinzetta; o representante do Tribunal de Justiça, desembargador Genaro Baroni Borges; o representante do Ministério da Cultura, Marcos Alves de Souza; o presidente da Fundação Dorina Nowill para Cegos, Alfredo Waisflog, entre outros.

No último dia quatro, no auditório do Memorial do Ministério Público, em Porto Alegre, ocorreu o lançamento do Centro de Produção de Livros Acessíveis, juntamente com o lançamento do projeto Município Legal é Município Acessível.

O Centro de Produção de Livros Acessíveis é resultado de um convênio firmado entre a Secretaria de Políticas Culturais do Ministério da Cultura, a Associação de Cegos do Rio Grande do Sul – ACERGS, em parceria com a Fundação Dorina Nowill para Cegos e a Organização Nacional de Cegos do Brasil –ONCB. De acordo com nosso presidente, Moisés Bauer Luiz, “o objetivo é ampliar o número de obras em formatos acessíveis, proporcionando o acesso das pessoas com deficiência visual ou com deficiência motora à informação e à cultura”.

Além da assinatura do termo de cooperação e o lançamento do Centro de Produção de Livros Acessíveis, houve a exibição do vídeo institucional da ACERGS.

O evento contou ainda com a participação dos promotores de Justiça Cesar Luis de Araújo Faccioli e Odete Pinzetta; o representante do Tribunal de Justiça, desembargador Genaro Baroni Borges; o representante do Ministério da Cultura, Marcos Alves de Souza; o presidente da Fundação Dorina Nowill para Cegos, Alfredo Waisflog, entre outros.

Fonte: http://ong.portoweb.com.br/acergs/default.php?reg=35&p_secao=15&PHPSESSID=25b6740271afec360c7b3e47ac3885de

Repositórios Institucionais e Bibliotecas Digitais de acesso aberto no contexto das IES do setor privado

Data de publicação: 09/11/2010

Data de publicação no Blog DA ECI: 14/11/2010

Por Francisco Lopes de Aguiar

As bibliotecas universitárias das IES do setor privado enfrentam uma crise institucional liderada pela falta de investimentos em recursos financeiros, materiais e humanos, além do próprio impacto causado pelas novas tecnologias e, em especial, pela ausência de um projeto estratégico alinhado às necessidades e demandas de aprendizagem do discente/usuário.

A subutilização dos serviços e recursos tanto pelo discente como pelo docente vem apresentando-se como decorrência direta desta crise institucional. Esse fato leva-nos a questionar: será que a difusão e o uso massivo das tecnologias de informação e comunicação, mediadas pela web, tem influenciado no comportamento de busca e acesso à informação, levando os usuários a fazer pouco uso dos recursos e serviços oferecidos pelas bibliotecas tradicionais?

Seria arriscado afirmar diante deste contexto que o modelo atual de bibliotecas das maiorias da IES no contexto privado, por atuarem de modo isolado, estariam fadados ao insucesso? Talvez, precipitado, mas não incoerente.

Como alternativa de sobrevivência institucional, acredito ser necessária a construção de projetos de cooperação interinstitucional, visando à implantação de redes de cooperação para driblar as diversas dificuldades institucionais que as bibliotecas enfrentam na atualidade. Mas como construir mecanismos estratégicos para sair do isolamento institucional? Como – para além da precariedade e limitação de recursos e serviços – aventurar-se na construção de um projeto norteado pelo uso de um sistema digital em rede para coletar, armazenar e recuperar recursos de informação, aprendizagem e conhecimento atendendo amplamente os usuários e contribuindo significativamente para apoiar práticas pedagógicas e educativas de ensino à distância?

Continue lendo: http://www.abmeseduca.com/?p=1104

Livre acesso às bibliotecas públicas

Data de publicação: 08/11/2010

Data de publicação no Blog DA ECI: 13/11/2010

Por Comunicação Social/MinC

O Globo, Segundo Caderno, em 08/11/2010

“Software” que gerencia o acervo de 2 mil instituições ganha nova e ágil versão

Do norte ao sul do país, já são mais de duas mil bibliotecas públicas ao alcance do mouse. E não só por aqui.
Instituições de Portugal e dos Estados Unidos também já se renderam ao Biblivre (www.biblivre.org.br) – o software de acesso gratuito que gerencia o acervo de bibliotecas.

Com ele, além de consultar a lista de obras disponíveis nos locais cadastrados, é possível ler, na íntegra, e imprimir, livros licenciados ou que já tenham caído em domínio público. Idealizado há seis anos, o projeto começou tímido, mas cresceu, apareceu e acaba de ganhar sua versão 3.0, possibilitando uma pesquisa ainda mais ágil e cheia de recursos. Há quinze dias no ar, o software turbinado terá lançamento oficial amanhã, na Biblioteca Nacional, uma das usuárias da ferramenta.

O Biblivre, hoje uma ferramenta de informatização de catálogos disponível para qualquer biblioteca, nasceu da ideia de criar um programa gratuito que pudesse ser empregado pelas instituições públicas do Brasil, uma vez que várias delas não teriam como arcar com os custos da licença de uso e manutenção de um software padrão.

– Percebemos que o único jeito de evitar a exclusão digital das instituições públicas era criar um software nacional livre, que estivesse ao alcance de todos – diz Ubaldo Miranda, que coordena o Biblivre.

Continue lendo:  http://www.cultura.gov.br/site/2010/11/08/livre-acesso-as-bibliotecas-publicas/

Espaços sob medida

Data de publicação no Blog DA ECI: 13/11/2010

Por Rubem Barros

Bogotá se notabiliza por suas bibliotecas. E mostra que elas podem ser centros irradiadores de cultura e de práticas pedagógicas

Há algumas décadas, a literatura infantil brasileira é objeto de atenção das ações de promoção de leitura na Colômbia. Nomes como Ana Maria Machado, Lygia Bojunga, Bartolomeu Queirós e Nilma Lacerda, entre outros, são reconhecidos pela qualidade de suas obras, muitas já traduzidas para o espanhol. Mas, de alguns anos para cá, em especial na última década, os ventos com novidades têm soprado em sentido inverso, da Colômbia, em especial da capital Bogotá, em direção ao Brasil.

A novidade tem a forma de bibliotecas de diversos tamanhos e modelos, todas elas, porém, com ingredientes em comum: são públicas, abertas a toda a comunidade (mesmo as escolares) e a elas é reservado um espaço de centralidade em suas respectivas zonas de ação. As bibliotecas de Bogotá foram o alvo central da visita feita por um grupo de educadores, de escolas de quatro municípios brasileiros, vencedores do concurso Escola de Leitores, promoção do Instituto C&A, com apoio da Fundação Nacional do Livro Infantil e Juvenil (FNLIJ) e das secretarias locais.

Segundo a secretária-geral da FNLIJ, Elizabeth Serra, a intenção dos organizadores da viagem foi, em primeiro lugar, a de mostrar uma experiência com bibliotecas, já que no Brasil elas são poucas e mal aparelhadas. “É muito importante que se possa viajar a outros lugares, conhecê-los e se colocar em comparação com eles. Assim podemos identificar os nossos problemas e os deles. É uma troca rica não só em relação ao outro país, aos caminhos que estão sendo tomados em outro lugar da América Latina, mas também dos docentes frente a seus pares”, diz.

Além de ter a cabeça da rede nacional de 28 bibliotecas e museus vinculados ao Banco da República – a Biblioteca Luis Ángel Arango, com média de mais de 60 mil usuários por dia – Bogotá conta com mais duas grandes redes. Uma delas é a BiblioRed (Red Capital de Bibliotecas Públicas), formada a partir do início deste século, com 20 bibliotecas e ônibus itinerantes. A outra é a rede de bibliotecas escolares, com 120 unidades já construídas ou reformadas. Elas estão presentes hoje em 1/3 dos planteles, escolas-sedes de pequenos núcleos que congregam ainda outras pequenas subsedes localizadas na vizinhança.

Continue lendo: http://revistaeducacao.uol.com.br/textos.asp?codigo=12998

La Biblioteca Nacional jubila el microfilme para sus fondos

Data de publicação: 09/11/2010

Data de publicação no Blog DA ECI: 13/11/2010

Por Tomàs Delclòs

El centro cultural cambiará en 2011 a tecnologías digitales más eficaces

El microfilme es una especie tecnológica, otra, en extinción. Nacido en el siglo XIX, va camino de sobrevivir únicamente en las películas de espías. La Biblioteca Nacional de España (BNE), por ejemplo, dejará de usarlo en 2011. La Biblioteca de Cataluña hace tres años que no lo emplea.

La alternativa de la BNE es digitalizar los archivos en formato TIFF, de mucha mayor definición y con ventajas añadidas como las de poder etiquetar e incluir información para la documentación del archivo. La biblioteca está trabajando en la gestión de estos repertorios digitalizados ya que el CD, habitual recurso de almacenamiento, tampoco presenta garantías de una vida longeva. Es el problema de la obsolescencia tecnológica, al que las entidades centradas en la conservación del patrimonio deben hacer frente.

Pepa Michel, directora de Biblioteca Digital y Sistemas de Información de la BNE, explica que la opción digital garantiza tanto el servicio de divulgación como el de preservación de originales en peligro, como libros en papel ácido, un papel que se come a sí mismo y que demuestra que los soportes analógicos tampoco tienen la eternidad asegurada. Algunos, simplemente, se esfuman.

“La BNE quiere dejar de microfilmar el próximo año porque estamos trabajando en tener un respaldo de preservación digital. Esto significa asegurar y poner todos los medios necesarios para que los objetos digitales puedan ser localizados, estén completos y sean comprensibles y legibles en el futuro”, comenta Michel. Otro argumento a favor de dar este paso es la calidad. “El escáner es capaz de captar la textura del soporte analógico, los tonos del original -si este es a color-, etcétera, frente a las posibilidades limitadas de las microformas”. Además, cuenta Michel, la restauración digital permite recuperar contenido dañado, una maniobra que es imposible con los microfilmes.

Continue lendo: http://www.elpais.com/articulo/Pantallas/Biblioteca/Nacional/jubila/microfilme/fondos/elpepirtv/20101109elpepirtv_2/Tes

A leitura como aventura e paixão

Data de publicação: 08/11/2010

Data de publicação no Blog DA ECI: 13/11/2010

Por Moacyr Scliar

O professor nunca deve proibir um livro. Mesmo que a obra seja ruim ou inadequada, a missão do educador é fazer o aluno entender os motivos disso

O romance de Ray Brad-bury, Fahrenheit 451, publicado em 1953, fala-nos de  um futuro em que opiniões pessoais e o pensamento crítico são considerados coisas perigosas e no qual  todos os livros são proibidos e queimados: o número 451 do título refere-se à temperatura (em graus Fahrenheit) na qual o papel pega fogo. Trata-se, obviamente de ficção, mas houve momentos em que essa ficção expressou a realidade. A censura acompanhou como um sombrio espectro boa parte da história da humanidade. O próprio termo “censor”, que é latino, data do século quinto antes de Cristo, quando o Império Romano delegou a funcionários a tarefa de moldar o caráter das pessoas. Mas não só em Roma acontecia isso; na Grécia clássica, em 399 a.C., o filósofo Sócrates foi condenado à morte por difundir entre jovens ideias consideradas perigosas. Desde então, não foram poucos os regimes totalitários que prenderam ou mataram aqueles que ousavam contestá-los.

A partir da invenção da imprensa, por Johannes Gutenberg, no século XV, o livro impresso passou a ser um alvo preferencial nesse processo. Já em 1559, a Igreja estabelecia o Index Librorum Prohibitorum, a lista de livros que os fiéis não podiam ler, e que teve mais de 20 edições, antes de ser definitivamente suprimida em 1966. As autoridades civis exerciam poder semelhante; em 1563, o rei Carlos IX, da França, baixou decreto estabelecendo que nenhuma obra podia ser impressa sem permissão do rei. Nos séculos que se seguiram, e sob várias formas e pretextos, livros foram proibidos e até queimados, como aconteceu na Alemanha nazista. Os motivos, ou pretextos, eram de várias ordens: morais, políticos, militares. Nos Estados Unidos, em vários lugares e por várias instituições, foram censurados livros como Chapeuzinho Vermelho (numa das versões a menina oferece vinho para a sua avó), Alice no País das Maravilhas (os animais falam com linguagem humana), a coleção Harry Potter (supostamente promove bruxaria). Numa época, direções de escolas no Rio Grande do Sul proibiram os livros de Erico Verissimo, porque achavam ser imorais.

No Brasil, tivemos um período de censura severa, quando do regime autoritário (1964-1985). As razões apresentadas não raro beiravam o ridículo; numa exposição de “material subversivo” apreendido em Porto Alegre, havia um livro com a seguinte legenda: “Obra esquerdista em chinês”. Era uma Bíblia em hebraico. Mais recentemente, e nas escolas, surgiram problemas com livros que narravam cenas de sexo e de violência, às vezes selecionados por técnicos da área educacional. Por outro lado, sabemos que a disseminação da pornografia e da violência é cada vez mais frequente. E isso sem falar na questão do politicamente correto, que procura evitar palavras ou expressões potencialmente ofensivas a grupos étnicos ou religiosos, ou a opções sexuais.  Pergunta: o que devem fazer os pais e educadores diante dessa situação?

Continue lendo: http://www.cartacapital.com.br/carta-na-escola/a-leitura-como-aventura-e-paixao

Denúncia de corrupção e violência na Biblioteca Nacional

Data de publicação: 09/11/2010

Data de publicação no Blog DA ECI: 13/11/2010

Por Moreno Barros

Outro “post-denúncia”. Tô me sentindo quase um Datena.

“Caros,

Nesta quinta-feira, 4 de novembro, foi realizada por mim, Bruno e mais três companheiras, sendo duas estudantes da UCAM, uma panfletagem em evento da Fundação Biblioteca Nacional (FBN) marcando um ano e meio de perseguição política e assédio moral da direção da instituição, órgão vinculado ao Ministério da Cultura, sobre o servidor Sílvio Bahiana.

O servidor denunciou o favorecimento de um projeto da Fundação Roberto Marinho dentro do Escritório de direitos autorais da FBN, o EDA, então sob sua gerência administrativa. Quando um projeto dá entrada para registro no EDA em condições normais, ele entra em uma fila de espera para ser registrado após todos os que ainda aguardam o registro em sua frente. Quando há a falta de alguma documentação, a indicação da pendência precisa ser retirada do EDA e sanada após 90 dias. Para a Fundação Roberto Marinho o regimento do EDA pode ser burlado, ao menos no entendimento do presidente da Biblioteca Nacional, o sr. Muniz Sodré, que deu ordens expressas para o servidor em questão recolher a documentação pendente do projeto, já com a Biblioteca fechada e furando o prazo legal e a fila de centenas de projeto em similar situação. Por negar-se a cumprir a ordem ilegal e denunciar a improbidade, amparado pelos princípios da administração pública, foi afastado de suas funções e desde então sofre perseguição política e assédio moral, caracterizados por abertura de processo administrativo contra sua pessoa e cortes ilegais de ponto.

Na quinta-feira, ao panfletarmos sobre o episódio na FBN fomos impedidos, sem justificativa, de abandonar o prédio a instituição, na presença e por ordem da Sra. Tânia Pacheco, coordenadora de administração, e do Sr. Itamar, chefe de serviços gerais.

Conseguimos deixar o local somente após passados cerca de trinta minutos, depois de sermos fotografados e agredidos por seguranças.

Continue lendo: http://bsf.org.br/2010/11/09/denuncia-corrupcao-violencia-biblioteca-nacional-silvio-bahiana/?utm_term=%23bibliotecno&utm_source=twitterfeed&utm_medium=twitter

Gerenciamento de leituras pendentes: as ferramentas preferidas dos leitores

Data de publicação: 21/10/10

Data de publicação no Blog DA ECI: 13/11/2010

Por Augusto Campos

Dando continuidade à nossa série de artigos sobre as ferramentas de produtividade pessoal preferidas dos leitores do Efetividade.net, na semana passada perguntei quais as ferramentas que vocês usam para gerenciar suas leituras pendentes.

Ao contrário do que ocorreu nas ferramentas das etapas anteriores, dessa vez estamos lidando com uma atividade cujo significado é subjetivo e aberto a interpretação. Considero que isso enriquece o resultado, pois cada leitor que respondeu adotou sua própria visão sobre o que são “leituras pendentes”.

Assim, de uma vez só, temos respostas relativas a livros, periódicos, feeds, artigos on-line, e até especialidades, como leitura dinâmica.

A maior parte das ferramentas abordadas está relacionada às leituras on-line, o que é natural e consequência de termos feito a pesquisa em um site – se a tivéssemos realizado abordando pessoas em uma biblioteca pública, a representação seria oposta

O mais popular: Google Reader

Aparentemente os feeds da web são mesmo a principal fonte de informações sobre novas leituras para o público do Efetividade, e isso se reflete no número de leitores que mencionou o Google Reader como sua principal ferramenta de gerenciamento das leituras pendentes.

Continue lendo: http://www.efetividade.net/2010/10/21/gerenciamento-de-leituras-pendentes-as-ferramentas-preferidas-dos-leitores/

Bibliotecas Hospitalarias

Data de publicação: 09/11/2010

Data de publicação no Blog DA ECI: 13/11/2010

Por Jessica Castaño el Mar

Dentro de la Ciudad Autónoma de Buenos Aires (CABA) existen 33 hospitales, más de la mitad poseen bibliotecas y muy pocas se encuentran a cargo de bibliotecarios profesionales, el resto son atendidas por personal administrativo o profesionales del sector de la salud, sin embargo, la situación de las bibliotecas médicas de Argentina, especialmente las hospitalarias, pone en evidencia la necesidad de que un bibliotecario profesional esté a su cargo.

El sector público es el más afectado por los recortes y subejecuciones presupuestarias y por ende sus bibliotecas son más difíciles de gestionar.
Las partidas presupuestarias de los hospitales generalmente no contemplan la compra de material para la biblioteca, ya sea éste destinado al mobiliario, recursos tecnológicos o material para actualizar el fondo bibliográfico.

Debido a las amenazas y desventajas en que se encuentran hoy en día las bibliotecas hospitalarias en Buenos Aires, es muy importante que el bibliotecario haga uso eficiente de las nuevas tecnologías.

Una herramienta muy útil es PubMed (buscador y base de datos de NML) que no solo nos permite localizar un artículo, sino también generar bibliografías y colecciones para poner al alcance del usuario mediante una URL compartida.

Continue lendo: http://www.biblogtecarios.es/jessicacastano/bibliotecas-hospitalarias?utm_source=twitterfeed&utm_medium=twitter

Las redes sociales y las bibliotecas universitarias – 8va. JBDU 2010

Data de publicação: 08/11/2010

Data de publicação no Blog DA ECI: 13/11/2010

Por Fernando Gabriel Gutiérrez

El jueves 4 y el viernes 5 de noviembre se realizó en el Aula Magna de la Facultad de Medicina de la UBA la 8va. Jornada sobre la Biblioteca Digital Universitaria 2010. Esta vez tuve la oportunidad de asistir y exponer un poster, junto a Carolina de Volder, sobre “La (no) presencia de las bibliotecas universitarias argentinas en Facebook”. En este post quiero dedicarme a las presentaciones sobre la temática del esta jornada: “Las redes sociales y las bibliotecas universitarias”.

El día jueves y las primeras ponencias del viernes por la mañana fueron dedicadas a las bibliotecas digitales, repositorios, archivos digitales y al acceso abierto. Tanto los repositorios y el acceso abierto está teniendo una fuerta movida en nuestro país gracias a movida de los bibliotecarios que a pulmón desarrollan proyectos de esta envergadura.

La noticia más interesante pasa porque la Ley de Repositorios de Ciencia y Tecnología se está metiendo en el Congreso de la Nación. Si se llegase a aprobar las bibliotecas y los bibliotecarios universitarios van a a tener un lugar importante en el desarrollo de las mismas. Lo que va a obligar a que los bibliotecarios aprendamos nuevas habiliades digitales. La bibliotecaria rosarina Paola Bongiovani es la representante de llevar adelante esta iniciativa en el Ministerior de Ciencia y Tecnología argentino.
Otra noticia interesante que se difundió fue el ingreso al Congreso el tratamiento del proyecto de ley para que la ley sobre derechos de autor en Argentina no contadiga la misión de las bibliotecas en su rol de difusion de información. Ana Sanllorenti es una de las bibliotecarias que está encabezando esta otra movida. Los bibliotecarios somos una colectivo que aunque no tengamos el reconocimiento de otros círculos profesionales solemos hacer ruido. Es hora de seguir luchando por las bibliotecas en todos los frentes a nuestroa alcance.

Continue lendo: http://tecnomareados.blogspot.com/2010/11/las-redes-sociales-y-las-bibliotecas.html?spref=tw

Meios alternativos buscam espalhar conhecimento

Data de publicação: 07/11/2010

Data de publicação no Blog DA ECI: 13/11/2010

Por Anderson Souza

Apesar de alguns setores estarem se destacando no Brasil – como o econômico, por exemplo, já citado como o oitavo maior do mundo – áreas como a Educação e Cultura continuam tendo taxas altíssimas de desaprovação, segundo a população. O investimento no setor educacional – principalmente em escolas públicas – é apontado pelas pessoas como o principal passo para um bom e garantido avanço social. Atitudes de cidadãos comuns colaboram no sentido de levar cultura e conhecimento à população de Taguatinga. É o caso de Adriano Brandão, de 22 anos, e Everaldo José Silva dos Santos, de 33 anos, que, cada um utilizando seus meios de locomoção – uma Kombi –, decidiram montar um sebo no centro da cidade. Em um local pré-definido, eles organizam os livros nas estantes por volta das 6h e, normalmente, às 18h guardam tudo de novo na Kombi e voltam para casa, de segunda a sábado.

Após terminar os estudos no ano passado, Adriano resolveu abandonar sua terra natal – a Bahia – em busca da almejada oportunidade que a capital do país oferece. Embora tenha se deparado com o oposto, ele resolveu arriscar e dar continuidade a idéia do “sebo ambulante”, que conheceu logo ao chegar à cidade, próximo a Praça do Relógio. O homem que anteriormente cuidava dos negócios no local já estava querendo parar de mexer com livros. Foi então que Adriano decidiu levar adiante o sebo e usou a mesma área para estacionar sua Kombi e montar seu negócio. “O local fica estrategicamente localizado” diz enquanto aponta para os lados onde três escolas o cerca. Ele também cita a igreja que fica bem na frente, “como você pode ver, coloquei muitos livros religiosos na estante, pois são uns dos que mais vendo depois dos livros de concurso”. Adriano diz tirar em média R$ 2 mil a R$ 3 mil por mês, mas “não é somente pelo dinheiro, é pela sensação de estar expandindo a cultura também” garante.

Continue lendo: http://www.jornaldebrasilia.com.br/site/noticia.php?id=308335

Construtora adere ao projeto Biblioteca Itinerante

Data de publicação: 06/11/2010

Data de publicação no Blog DA ECI: 11/11/2010

Por Gazeta Maringanense

Os mais de 250 funcionários da Construtora Piacentini que trabalham na construção do conjunto habitacional Moradias Avelino Piacentini, na Asa Leste de Campo Mourão, agora dispõem de uma biblioteca no próprio canteiro da obra. Publicações de gêneros variados estão à disposição dos pedreiros, carpinteiros, eletricistas, encanadores, serventes, engenheiros e do pessoal administrativo e de seus familiares.

A inauguração da biblioteca aconteceu no final da manhã desta sexta-feira (5), justamente no Dia Nacional da Cultura e da Ciência. No evento também foi oficialmente formalizada a adesão da empresa ao projeto Biblioteca Itinerante, que é desenvolvido pela Fundação Cultural do Município e destina periodicamente caixas estantes com publicações diversas para atender os funcionários. As caixas estantes atendem empresas em sistema de rodízio e o projeto inclui ainda contação de histórias e outras atividades culturais.

A inauguração da biblioteca própria da empresa e a assinatura da parceria com o projeto do Município contou com a presença do prefeito Nelson Tureck, da vereadora Nelita Piacentini, da secretária municipal Sônia Singer (da Cultura), da pioneira e matriarca da família Piacentini, Lurdes Piacentini e do engenheiro Vildes Tardivo (representando a direção da Construtora Piacentini). A cerimônia aconteceu no pátio do almoxarifado da obra e foi acompanhada por centenas de funcionários da empresa.

Fonte: http://gazetamaringaense.blogspot.com/2010/11/construtora-adere-ao-projeto-biblioteca.html

Como um autor irá registrar a sua produção científica: os três ISSN

Data de publicação: 03/11/2010

Data de publicação no Blog DA ECI: 11/11/2010

Por Aldo Barreto

O ISSN é um número padrão composto de oito dígitos,precedido pelo  prefixo ISSN, atribuído a uma publicação seriada pela Rede ISSN. O  ISSN (International Standard Serial Number) é um número de  identificação única, internacionalmente reconhecido para publicações seriadas que, uma vez atribuído, torna-se um atributo individual do título pelo tempo que for editado, sob um determinado título. Mas hoje  uma publicação pode ter 3  números de ISSN: um para o periódico  impresso, outro para sua versão online e outro de ligação entre os  dois anteriores.

A questão é importante e já recebeu atenção da ISO e do Centro Internacional do ISSN. A solução encontrada foi o ISSN-L, um número designado pela rede ISSN para agrupar diferentes versões de um único recurso periódico (continuing resource).

A norma ISO 3297:2007 atualiza a 3297:1998, descrevendo também o  mecanismo do ISSN-L, chamado ISSN de ligação (linking ISSN) que  garante a associação entre diferentes números de ISSN de um mesmo título.

A revista Ciência da Informação, por exemplo, recebe o ISSN-L  0100-1965, ao qual estão associados dois ISSN: o de n. 0100-1965  (versão impressa) e 1518-8353 (versão eletrônica).

Continue lendo: http://groups.google.com/group/aldobarreto/browse_thread/thread/d4dd1790e5665ccb#

Biblioteca Joanina desvenda novo tesouro

Data de publicação: 02/11/2010

Data de publicação no Blog DA ECI: 11/11/2010

Por Patricia Almeida

Pela primeira vez, a totalidade do edifício da Biblioteca Joanina abre para visitas. Com a abertura do piso intermédio, os turistas passam a ter acesso por inteiro ao “ex-líbris” do Paço das Escolas.

A visita vale bem a pena, seja pela sumptuosidade do monumento, seja pela enorme riqueza patrimonial que alberga. Os livros, esses, não podem ser folheados. Mas há tanto por onde o olhar se perde, ainda que num enlevo quase platónico.

A Biblioteca Joanina foi construída de raiz no século XVIII sobre uma prisão medieval, mais tarde transformada em cárcere académico.

“Não era um regime muito rigoroso porque os guardas deixavam-nos subir e aceder à biblioteca para ler livros”, conta Carlos Fiolhais, diretor da Biblioteca Geral.

A este propósito, o catedrático salienta que construir a biblioteca por cima de uma prisão “é uma metáfora da libertação”. “Pela imaginação que podemos alcançar outros mundos. Através dos livros sou livre”, lembra Fiolhais, enquanto desfolha uma secular bíblia sagrada poliglota.

Mais do que qualquer simbolismo, a Biblioteca Joanina é o casamento perfeito entre a sabedoria e a arte. “Toda ela brilha como ouro”, diz o diretor. E vale ouro.

60 mil volumes de obras

O edifício mandado construir por D. João V para albergar a nova “Casa da Livraria” da universidade guarda “um precioso acervo bibliográfico constituído por mais de 60 mil volumes de obras impressas nos séculos XVI a XIX que podem ser requisitadas e consultadas no edifício principal da Biblioteca Geral.
Continue lendo: http://www.asbeiras.pt/2010/11/biblioteca-joanina-desvenda-novo-tesouro/

27 de outubro: é ou não o Dia Internacional da Biblioteca?

Data de publicação: 27/10/2010

Data de publicação no Blog DA ECI: 04/11/2010

Por Redação AgoraVale

São vários os contrapontos a respeito do Dia Internacional da Biblioteca. Em uma rápida vasculhada em alguns sites, o internauta se depara com datas que comemoram este dia  tanto em 1° de julho, como no mês de outubro e aí, as controvérsias são ainda mais significativas.

Este ano, o Reino Unido lembrou-se da data no último dia 4, enquanto  que em Portugal, as comemorações foram no dia 25. No Brasil, encontram-se solenidades tanto no dia 25, como também nos dias 27 e 28.

Porém, pelo fator histórico de surgimento da data, neste ano as comemorações ocorridas na última segunda-feira fazem mais sentido, já que pelo decreto da  Associação Internacional das Bibliotecas de 1999, estipulou-se que o Dia internacional da Biblioteca seria a cada 4° segunda-feira de outubro.

Normalmente, o fato é celebrado através de exibições culturais, palestras e outros tipos de incentivos à leitura.

As várias Bibliotecas de Pind

Pindamonhangaba não promove eventos de comemoração do Dia Internacional da Biblioteca em uma data específica. A instituição faz, sim, muitas atividades que visem um melhor aproveitamento do espaço no decorrer do ano.

Atualmente, dois programas da biblioteca do município merecem destaque: o “Programa Acessa SP”, em parceria com o governo do Estado e o “Biblioteca Acessível”. O primeiro oferece acesso gratuito de meia hora aos usuários do local e em seu site oficial é possível encontrar vários depoimentos de beneficiados com o projeto em todo o Estado. Uma das usuárias relembra de suas dificuldades para se inserir no mundo virtual. “Eu me lembro o quanto lutei para estudar informática sozinha, pois é caro o estudo particular”, escreve ela.

Continue lendo: http://www.agoravale.com.br/sitesvale/noticias.asp?id=27237&cod=7

El tiempo es oro

Data de publicação: 11/10/2010

Data de publicação no Blog DA ECI: 04/11/2010

Por María García-Puentei

¿Y qué tal si los bibliotecarios médicos empezamos a “vendernos” en condiciones? Es decir, ¿qué es lo que la empresa -el hospital, por ejemplo- gana con nosotros?

Tal vez, con la Biblioteca Médica, no gane dinero directamente (y es por eso que no entramos en los programas de incentivos de la empresa), pero sí somos capaces de ahorrarle dinero. Por ejemplo, si el tiempo que tarda un médico (o cualquier otro trabajador sanitario del hospital) en hacer una búsqueda bibliográfica y/o localizar un artículo a texto completo lo dedica enteramente a tratar a un paciente o pasar consulta, la empresa sale ganando. Pero para que ese tiempo lo pueda dedicar al paciente y no a la búsqueda es necesario que cuente con la ayuda de una persona experta: un bibliotecario.

La Biblioteca Médica no es sólo un requisito imprescindible para conseguir la acreditación ante el Ministerio y poder tener Residentes MIR. Somos un servicio imprescindible para mejorar la atención al paciente, impulsar la formación continuada del personal sanitario, facilitar la investigación y, por lo tanto, la publicación.

El cartel lo he sacado de esta página, perteneciente a la “Greater Midwest Region” de la NNLM. En ese enlace podéis localizar más material promocional.

¿Alguien conoce de material similar en castellano? ¿Alguien se anima a diseñar uno y compartirlo con nosotros? Me encantaría tener uno para poder ponerlo en mi blog (y en mi biblioteca si me lo permiten).

Para el debate: ¿Hay biblioteca médica en tu hospital? ¿Cómo la ves?

Fonte: http://bibliovirtual.wordpress.com/2010/10/11/tiempo-es-oro/

Surpresa: bibliotecas do futuro não terão atendentes, nem pedidos de silêncio

Data de publicação: 25/10/2010

Data de publicação no Blog DA ECI: 04/11/2010

Por Leo Martins

Sabe aquelas maquininhas que vendem refrigerante nas ruas? Pois bem, elas já ganharam suas versões cultas no metrô de São Paulo e outras cidades brasileiras, com venda de livros como se fossem biscoitos. Agora, nos EUA, começam a surgir as primeiras bibliotecas futuristas, que dispensam todos os trabalhadores e apostam apenas em softwares, internet e armários com cadeados. Como diz a matéria do Wall Street Journal, são as bibliotecas da geração Amazon.

A matéria mostra que algumas livrarias começam a juntar o útil ao necessário: enquanto os EUA passam por uma complicada fase de falta de empregos e cortes de investimentos governamentais, utilizar tecnologia de baixo custo e sistemas que economizam salários, energia e tempo surge como uma opção no país. Uma biblioteca na cidade de Hugo, em Minneapolis, por exemplo, não usa mais atendentes, cartões de cadastro ou grandes mesas para leitura. Ela utiliza apenas armários, os famosos lockers.

O usuário faz o cadastro num site, escolhe o livro e busca no dia seguinte o pedido no local, com uma senha para abrir o armário. Simples assim.

A expansão das “bibliotecas expressas” tem assustado os mais tradicionalistas. O argumento é que o caminho para eliminar o espaço físico das bibliotecas começa por ações desse tipo, e que não seria apenas o fim de um local de aprendizado e estudo, mas também o término de programas para incentivo de leitura à crianças.

Empresas como a Evanced Solutions e a Public Information Kiosk já são especializadas em fornecer soluções online para venda de livros. Mas o número de pedidos ainda é baixo, para alívio dos defensores das bibliotecas públicas: os alemães da Public Information Kiosk tiveram apenas 25 pedidos desde a abertura da empresa, no ano passado. Mas a expectativa é que o número dobre em 2011. E você? Prefere o clima clássico das bibliotecas, com pedidos de silêncio e acesso à milhares de livros na hora, ou um sistema online, mais prático e simples de encontrar o livro desejado, mas sem a relação física com as obras?

Fonte: http://www.gizmodo.com.br/conteudo/surpresa-bibliotecas-do-futuro-nao-terao-atendentes-nem-pedidos-de-silencio

Os segredos da Biblioteca

Data de publicação: 23/10/2010

Data de publicação no Blog DA ECI: 04/11/2010

Por O Dia online

A Nacional completa 200 anos com acervo em que uma só obra vale até R$ 9 milhões

Principal guardiã da memória do Brasil e zeladora de 9 milhões de obras, a Biblioteca Nacional comemora 200 anos na próxima sexta-feira com muita história e segredos a contar. Junto a manuscritos e documentos centenários — boa parte trazida pela Família Real, em 1808 —, a instituição guarda relíquias: cartas de D. Pedro I à amante, peças únicas no mundo e livros decorados com ouro. Todo o acervo é monitorado por criterioso esquema de segurança, capaz de visualizar até o que o visitante escreve.

Andar pela Biblioteca Nacional equivale a uma viagem no tempo com estações por todas as épocas da História. Para desfrutar do local, porém, o usuário só pode levar lápis e papel. Bolsa deve ser guardada em armários e celular, só no modo silencioso.

Setor onde o acesso é o mais restrito, a Divisão de Obras Raras guarda as peças impressas mais valiosas da instituição, algumas de quase R$ 9 milhões. Entre as ‘joias’ está a Bíblia de Mogúncia, primeiro impresso que contém data, lugar de impressão e nome do impressor. Segundo a chefe do departamento, Ana Virgínia Pinheiro, uma universidade norte-americana ofereceu um prédio por um exemplar da obra, mas a instituição recusou a proposta. A Biblioteca tem dois exemplares, cada um com dois volumes.

Por ter valor incalculável, a Bíblia fica guardada em um dos três cofres do setor, cujo segredo é conhecido por apenas um funcionário. O livro ‘Os Lusíadas’, de Luís de Camões, também está trancafiado. O acesso às obras raras não é proibido, mas o pesquisador precisa de uma boa justificativa para explorar o local. “O usuário deve comprovar que o objeto de estudo necessita das obras raras. Quando o cofre é aberto, a equipe de segurança é avisada e fica alerta”, explica.

Continue lendo:

http://odia.terra.com.br/portal/rio/html/2010/10/os_segredos_da_biblioteca_119306.html

Por trás das prateleiras da Biblioteca Nacional

Data de publicação: 25/10/2010

Data de publicação no Blog DA ECI: 04/11/2010

Por Beatriz Salomão

Oito funcionário/s vasculham 3 milhões de livros e restauração de um só leva até 2 meses

Nos bastidores da Biblioteca Nacional, em salas excluídas do roteiro de visita pública, atua uma equipe de funcionários — enxuta, mas eficaz — que trabalha para garantir a segurança e cuidar da ‘saúde’ física das obras, além de oferecer serviços de pesquisa para quem não pode ir à instituição. São 630 funcionários que cuidam dos 9 milhões de peças que guardam a História do País. Nesta sexta-feira, a Biblioteca Nacional celebra 200 anos.

Oito pesquisadores são lotados na Divisão de Informação Documental. Inversamente proporcional ao número de funcionários, é o volume de pesquisa que o grupo faz por mês: 600. O serviço é exclusivo para quem mora longe da capital e precisa encomendar a pesquisa por telefone, e-mail ou fax. Os pedidos vão desde a localização de documentos e artigos em jornais até temas inusitados, como a história dos perus de Natal

Já informações rápidas, como datas de nascimento e morte são passadas por telefone, sem que o usuário saia da linha. Segundo a chefe do departamento, Anna Maria Naldi, a encomenda pode ser entregue via e-mail (até 5 páginas), CD ou através do rolo microfilme (para livros inteiros). Para uma obra de 200 páginas, o serviço custa R$ 90, em média. “Muitas pessoas pedem artigos antigos que saíram em jornal para ajudar em processos judiciais”, cita.

No Salão de Leituras, há 3 milhões de livros à disposição do público. Após identificar no sistema computadorizado a obra desejada, o usuário envia um papel ao setor chamado Armazém, onde as obras se distribuem por 6 andares de estantes. Para encontrar o título requisitado, oito funcionários se dividem e entregam o pedido em 15 minutos. Detalhe: não há sistema de GPS para ajudar na tarefa e os responsáveis percorrem estante por estante.

Continue lendo: http://odia.terra.com.br/portal/rio/html/2010/10/por_tras_das_prateleiras_da_biblioteca_nacional_119431.html

Em plena era digital, estudantes ainda se apegam ao papel

Data de publicação: 24/10/2010

Data de publicação no Blog DA ECI: 03/11/2010

Por The New York Times

Nos EUA, geração de alunos se mantém firme aos tradicionais livros impressos

Eles enviam torpedos para os amigos o dia inteiro. À noite, fazem pesquisas para as provas trimestrais usando o laptop enquanto batem papo com os pais pelo Skype. Porém, enquanto trilham seus caminhos no Hamilton College, uma escola de artes liberais nos Estados Unidos, os alunos continuam carregando os tradicionais livros de papel, com centenas de páginas – e adoram isso. “No livro, a página não vai simplesmente apagar de uma hora para outra. Não existe vírus”, comenta Faton Begolli, estudante de Boston, que está no segundo ano da faculdade.

Embora o mercado dos livros impressos venha recuando diante da onda de livros digitais, blogs e websites, uma geração de alunos de faculdade se mantém aparentemente firme aos tradicionais livros de papel. Mas toda essa lealdade tem um preço. Livros tradicionais são caros – o custo durante o ano letivo pode variar entre 700 e 900 dólares – e a frustração dos alunos com os gastos, aliado ao surgimento de novas tecnologias, tem resultado num amontoado confuso de opções.

Varejistas como o Amazon e o Textbooks.com vendem livros novos e usados. Eles se juntaram a inúmeros serviços on-line que alugam livros por semestre para estudantes. Cerca de 1.500 livrarias nas faculdades oferecem ainda o aluguel de livros no início do semestre. Em Hamilton, este ano os alunos têm mais uma opção: um site sem fins lucrativos, criado pelo Clube do Empreendedor da faculdade, que permite aos alunos venderem seus livros diretamente a outros estudantes.

A explosão de lojas e formatos – incluindo os livros digitais, que estão cada vez mais sofisticados – deixou alguns alunos confusos. Depois de ter de lidar com a grande lista de obras, os alunos precisam analisar a relação entre custo e comodidade, além de seus próprios hábitos de estudo, e decidir quais textos eles vão querer guardar pelos próximos anos e aqueles que não vão lhes fazer muita falta.

“Depende muito de cada curso”, afirma Victoria Adesoba, estudante de medicina na Universidade de Nova York, na frente da livraria da escola, carregando uma bolsa azul desbotada pendurada nos ombros. “No semestre passado, aluguei alguns livros de psicologia e saiu mais barato. Mas preciso ter alguns livros como os de química orgânica, por exemplo. Os digitais são muito bons, mas é difícil entrar na internet e se esforçar para não cair na tentação e se distrair no Facebook.”

Continue lendo: http://veja.abril.com.br/noticia/educacao/em-plena-era-digital-estudantes-se-apegam-ao-papel

Terceiro dia do SIBD e SNBU : o conceito de informação e conhecimento associado ao digital

Data de publicação: 21/10/2010

Data de publicação no Blog DA ECI: 03/11/2010

Por Alex da Silveira

O terceiro dia do SIBD e SNBU foi até o momento o melhor em relação à discussão de aspectos da tecnologia digital. O foco não era a própria tecnologia, mas conceitos sobre onde e em que esta influencia.

As melhores apresentações estiveram concentradas na parte da manhã. O primeiro a palestrar foi David Weinberger (Ph.D. Havard Library Innovation Lab) que iniciou sua fala apresentando seus últimos livros que tratam sobre conhecimento e indicando que vivemos mudanças fundamentais pelo uso da web. O conhecimento se parece com a biblioteca, mas vem as poucos se tornando mais próximo da rede Internet, recebendo suas propriedades. A tecnologia cria efeitos, muda as pessoas. Uma tecnologia, como a internet, não é nada, pois a internet é aquilo que nós fazemos com ela.

Algumas características da Internet em relação a informação foram apresentadas:

Abundancia: A internet é enorme, tão enorme! Isto é algo diferente para quem nasceu na era da informação, que por acaso foi uma era com pouca informação. O palestrante fala sobre sobrecarga sensorial, que é a ideia de que existe um excesso de informação, que é algo real, porém, sendo um conceito dos anos 60. Mas quanto era “o muito de informação” que se pensava na década de 60? Hoje não se fica “louco”, “insano” com a sobrecarga de informação como não passado. Isto não é valido hoje!

A sobrecarga de informação “não existe”! Existem filtros para a seleção de informação, e se você está sobrecarregado são seus filtros que estão errados. Existe uma mudança nos filtros entre os da biblioteca tradicional e o da internet: na biblioteca há a escolha da editora que publicou uns e não outros, da biblioteca que selecionou uns e não outros, enquanto que na internet está tudo disponível. Sempre houve excesso de informação, mas se escondia aquilo que “não era útil”, entretanto, hoje isto mudou. Tudo está disponível!

Existe muito lixo para nossos anseios individuais na web, mas nós sabemos filtrar isto. Nosso problema é filtrar aquilo que é bom. Uma biblioteca física é um local para selecionar o que é bom, mas e na web? Como filtrar havendo uma abundancia de coisas boas?

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Segundo dia do SIBD e SNBU. Redes sociais, referência virtual e arquitetura de bibliotecas

Data de publicação: 19/10/2010

Data de publicação no Blog DA ECI: 03/11/2010

Por Alex da Silveira

Durante a manhã deste segundo dia do SIBD/SNBU o tema que esteve em alta foi à arquitetura de bibliotecas. Foram mostrados conceitos de bibliotecas abertas, em contraste com as antigas bibliotecas fechadas, com acesso físico e social dificultado.

O Arquiteto Manoel Coelho, que elaborou o projeto da biblioteca da Universidade Positivo, sinalizou que a biblioteca deve ser confortável ao usuário e sustentável. Em seu projeto indicou o uso de mais de um meio de construção, onde utilizou um prédio de concreto para a área onde fica o acervo e uma estrutura metálica para o restante da biblioteca. Este método permite a segurança da guarda do acervo, com uma base para sustentar seu peso, ao mesmo tempo em que se abre espaço para a utilização de paredes de vidro em todo o restante, permitindo a entrada da claridade e excluindo a necessidade do uso de ar-condicionado no ambiente, tornando o projeto ecologicamente adequado. Um balcão de face dupla (com um lado para empréstimo e outro para devolução) e um café dentro da biblioteca, evitando que o usuário tenha que sair do espaço para realizar seu lanche, são outros aspectos interessantes em seu projeto. Manoel Coelho falou da importância do profissional bibliotecário para a criação do projeto de arquitetura da biblioteca, sendo necessário agrupar os conceitos de arquitetura com a prática de uso do ambiente.

Já o Arquiteto Jorge Mário Jauregui, da Biblioteca Parque de Manguinhos, enfocou a necessidade da criação da biblioteca estar envolvida em aspectos sociais, ambientais e urbanísticos. Devido a estes aspectos, exaltou o fato da biblioteca estar integrada ao Programa de Aceleração do Crescimento, PAC, o que permite que estejam inseridos os desenvolvimentos urbano e ambiental que o PAC pretende alcançar na região do complexo, no Rio de Janeiro. Quanto ao desenvolvimento social, enfocou o fato da biblioteca fazer parte da área central do projeto, o que significa uma valorização do lado social, através da educação e da disseminação da cultura na comunidade.

Durante o período da tarde, a palestra de maior impacto foi “As bibliotecas universitárias em redes sociais: facebook, myspace e Ning” de Gisele Adornato de Aguiar e outros (ECA/USP). Explorou o uso de ferramentas de redes sociais pelas bibliotecas, começando por uma revisão teórica sobre o tema e os serviços abordados.

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Biblioteca Joanina, um tesouro público

Data de publicação: 18/10/2010

Data de publicação no Blog DA ECI: 28/10/2010

Por: Christiana Martin

O encanto da Joanina vai para além das lombadas douradas. Os portugueses podem conhecer os segredos da biblioteca da Universidade de Coimbra, que abre no próximo mês os seus subterrâneos para visitas. Espreita nesta fotogaleria as preciosidades que por lá se encontram

1. RELÍQUIA VIVA

Joia do século XVIII, a Biblioteca Joanina, integrada na Universidade de Coimbra, mantém-se em plena atividade: recebe centenas de visitantes diariamente e as suas obras estão disponíveis para serem consultadas

2. GOOGLE MAPS À SÉC. XVI

Uma das cópias das tábuas dos roteiros do vice-rei D. João de Castro na Índia é provavelmente a peça mais valiosa da biblioteca. Datada do século XVI, é a única com os desenhos. Como as outras maiores raridades do espólio de Coimbra, está guardada no cofre do edifício central.

3. À PROVA DE MORCEGOS

Quando a biblioteca fecha, as mesas são cobertas com peles para as proteger das fezes dos morcegos. Animais que não são exterminados porque se alimentam dos insetos que danificam os livros. Há registos de peles compradas à Rússia já no século XVIII para preservar as mesas.

4. À MÃO DE QUEM PRECISA

Os 59 mil livros guardados na Joanina podem ser consultados. Basta avisar com 24 horas de antecedência. A obra será transportada para o edifício da Biblioteca Geral, onde poderá ser estudada. No local do livro requisitado, fica um papel com o aviso de uma obra ausente.

5. SALA DE VISITAS DE LUXO

Quando há doutoramentos honoris causa, o cortejo de sábios vai da Joanina à Sala dos Capelos. Concertos e cerimónias também podem ali ter lugar. O conjunto da Biblioteca Geral da Universidade de Coimbra – o edifício e o conteúdo – é candidato a Património Europeu.

Continue lendo: http://aeiou.expresso.pt/biblioteca-joanina-um-tesouro-publico=f609945

Congresso discute como formar leitores

Data de publicação: 18/10/2010

Data de publicação no Blog DA ECI: 28/10/2010

Por: UnB Agência

Professores e escritores debateram meios de incentivar o hábito da leitura no III Congresso Latino-Americano de Compreensão Leitora

O problema da educação no Brasil passa pela formação de leitores. Segundo pesquisa do Instituto Pró-Livro, o brasileiro lê uma média de 1,3 livro por ano. Nos Estados Unidos, são 11. Na França, 7. A falta do hábito da leitura em todos os níveis da educação brasileira, do ensino básico ao superior foi um dos temas discutidos por especialistas no III Congresso Latino-Americano de Compreensão Leitora, que aconteceu na semana passada na Universidade de Brasília.

“O objetivo do Congresso é solidificar entre educadores de todos os níveis a importância da formação leitora”, afirma a professora Hilda Lontra, do Departamento de Teoria Literária e Literaturas da UnB, que organizou o encontro. Entre as iniciativas apresentadas, está o projeto Protagonistas da História, realizado em escolas públicas do Ceará. A proposta é simples: alunos do ensino contam histórias de livros em turmas do ensino fundamental. “O ato de contar histórias pode ser mais que uma leitura, pode ser a emoção do aprender a compartilhar”, afirma a professora Magnólia Araújo Santos, 36 anos, coordenadora do projeto. “Não quero ser uma professora comum, quero que minha prática seja significativa”, completa.

O escritor carioca Gabriel Perissé, que tem 18 obras publicadas, afirma que a cultura do analfabetismo literário, embora ainda muito forte no país, pode e deve ser mudada por meio da criatividade de professores em sala de aula. “Professores leitores podem estimular alunos criativos que no futuro constituirão famílias leitoras criativas e assim por diante”, conta o autor do livro Ler, Pensar e Escrever.

Continue lendo: http://www.correioweb.com.br/euestudante/noticias.php?id=14728

BookCrossing já tem 2 mil adeptos em São Paulo

Data de publicação: 16/10/2010

Data de publicação no Blog DA ECI: 28/10/2010

Por G1 SP

Prática consiste em trocar livros em locais públicos. Movimento, criado em 2001 nos EUA, abriga 7 mil participantes no Brasil.

Criado com o objetivo de transformar o mundo em uma grande biblioteca, o BookCrossing nasceu da ideia de praticar o desapego material e estimular a cultura. E a prática vem ganhando adeptos: já são 2 mil em São Paulo.

O BookCrossing consiste em deixar um livro em um local público para que outra pessoa o encontre, leia e faça o mesmo processo. O lema do movimento é: ler, registrar e libertar. Leia um bom livro, registre o exemplar no site para adquirir um número de identificação e o liberte.

Qualquer pessoa pode participar do movimento. Não há regras pré-determinadas e nada é cobrado. É esperado, no entanto, que todas as pessoas que peguem esses livros acessem o site e digam que estão com ele. Dessa forma, é possível rastrear o exemplar.

Os livros podem ser deixados ou pegos em pontos fixos de BookCrossing ou em lugares públicos como bares, estações de metrô e praças. Em todos os livros há uma mensagem que explica para aos novatos o que deve ser feito: ler e repassar. O cadastro do livro é feito no site oficial do movimento, que é em inglês.

A orientação é optar por deixar ou pegar o livro em um ponto fixo do que em um local público, pois eles são locais mais seguros, onde os funcionários já conhecem e sabem dar informações sobre o movimento. Além disso, o livro não corre o risco de se perder.

O movimento foi criado em 2001 por um programador norte-americano. Em seguida, foi lançado o site e, desde então, o BookCrossing tem crescido e ganhado adeptos em todos os cantos do mundo.

Atualmente está presente em 130 países, com mais de 6,1 milhões de livros registrados e cerca de 845 mil membros. No Brasil, são cerca de 7 mil participantes, a maior parte em São Paulo. A estimativa é que tenham circulado, em setembro deste ano, pelo menos 600 livros no estado de São Paulo, sendo 380 na capital e 220 no interior.

Contine lendo: http://g1.globo.com/sao-paulo/noticia/2010/10/bookcrossing-ja-tem-2-mil-adeptos-em-sao-paulo.html

Joaquín Rodríguez: “La biblioteca también debe asumir la alfabetización digital de sus usuarios”

Data de publicação: 18/10/2010

Data de publicação no Blog DA ECI: 28/10/2010

Por Ivan Vila

El sociólogo y editor Joaquín advierte de los riesgos de supeditar un sistema público de acceso al conocimiento al filtro de Google

Es mediodía y la biblioteca Jaume Fuster, la joya de la corona de la plaça Lesseps de Barcelona, está hasta arriba de gente. Y al menos una sesentena de usuarios está enchufada a un ordenador. La biblioteca, inaugurada hace cuatro años, es un éxito. Joaquín Rodríguez no la conocía y le ha sorprendido gratamente. El sociólogo y editor, autor de varios libros y del blog Los futuros del libro , ha venido para coordinar algunos de los debates que integran las jornadas Els futurs de la biblioteca pública, organizadas por el Ayuntamiento y Biblioteques de Barcelona.

Casi un tercio de los usuarios que hay ahora en esta biblioteca está utilizando los ordenadores del centro o sus propios portátiles. Es un síntoma.

Hasta hace poco, las bibliotecas eran lugares tranquilos, reflexivos, casi autistas y sencillos de administrar donde se catalogaban las materias, se ordenaba el mundo, el conocimiento, y se esperaba que los usuarios, los lectores, demandaran los contenidos para proporcionárselos. Y el propio espacio de la biblioteca encarnaba esa idea: espacios de lectura, con pupitres individuales, con flexos, para que la gente se volcara sobre los textos. La revolución digital nos trae una expansión hacia otras formas de mediación y acceso al conocimiento, y a la biblioteca no le queda más remedio que transformarse. Ya no puede seguir siendo sólo un lugar donde coleccionar libros. Tienes que dar cabida a otras formas de acceso a la realidad: textos digitalizados, libros electrónicos, vídeos, grabaciones. Y el espacio tiene que transformarse en función de eso. Y cada vez más es obvio que los usuarios se tienen que integrar de alguna manera en la gestión de ese espacio.

¿Y de qué forma se aborda eso?

Hay muchos modelos. Perviven las grandes, maravillosas bibliotecas tradicionales, cerradas sobre si mismas, dónde uno va simplemente a leer. Pero ahora ya puedes encontrar bibliotecas que se han transformado completamente, y que son también espacios de creación con zonas reconfigurables y flexibles, que van de una sala de ensayos o de grabación hasta cualquier otra cosa. O bibliotecas que se convierten en un ágora pública que cuenta con todas las formas de acceso al conocimiento, pensada para todo tipo de público. La paradoja es que ahora muchos advierten de que en estos nuevos centros tampoco hay que olvidarse de crear una sala de lectura, un espacio de tranquilidad, de reflexión, donde uno pueda leer en solitario. A eso que antes ocupaba todo, ahora hay que buscarle un sitio, porque las bibliotecas se van pareciendo poco a lo que fueron. Las bibliotecas nórdicas, holandesas o alemanas ya llevan tiempo trabajando en esto. Y aquí en Catalunya, la red de bibliotecas públicas de Barcelona probablemente ahora mismo sea en España la que más se aproxima a ese modelo.

Se pasa de biblioteca a centro cultural.

Claro. ¿Cómo llamas ya a eso? ¿Biblioteca? Pues le llamamos biblioteca, pero es un centro polimorfo donde cabe todo, que aglutina todo tipo de inputs y outputs culturales. Para mi el único peligro es que nos desprendamos de la carga principal de la biblioteca, que siguen siendo los libros, que son la memoria histórica de una civilización, y que deben ocupar un espacio central, arropado por todo lo demás. Desde luego, si a mi me preguntan, yo seguiría comprando libros físicos.

Continue lendo: http://www.recbib.es/noticia/joaquin-rodriguez-quotla-biblioteca-tambien-debe-asumir-la-alfabetizacion-digital-de-sus-usu

El Departamento de Medio Ambiente de Aragón pone en marcha el Centro de Documentación Ambiental

Data de publicação: 17/10/2010

Data de publicação no Blog DA ECI: 28/10/2010

Por Europapress.es

El Departamento de Medio Ambiente del Gobierno de Aragón ha puesto en marcha el Centro de Documentación Ambiental, ubicado en el Edificio Pignatelli de Zaragoza y que cuenta ya con un fondo bibliográfico de más de 5.000 documentos, de los que más de 3.000 se encuentran catalogados a través de ‘AbsysNet’ y están accesibles desde el catálogo de la Red de Bibliotecas de Aragón.

Al catálogo bibliográfico también se puede acceder a través de la web del Gobierno de Aragón, en el Departamento de Medio Ambiente, ha informado este último en un comunicado.

El Centro también cuenta con 600 documentos audiovisuales –cedés y DVD– y está previsto que próximamente se catalogue e integre la documentación sobre temas hídricos del Centro Internacional del Agua y el Medio Ambiente (CIAMA) de La Alfranca.

El Centro de Documentación Ambiental ha sido concebido como un nuevo medio de consulta de información ambiental, que facilite el acceso a la misma, mejore los procesos de comunicación con las organizaciones y ciudadanos en general, y avance en los procesos de participación en la toma de decisiones en materia medioambiental en la Comunidad autónoma, han señalado las mismas fuentes.

Continue lendo: http://www.europapress.es/aragon/noticia-departamento-medio-ambiente-aragon-pone-marcha-centro-documentacion-ambiental-20101017124042.html

Catálogo reúne preciosidades

Data de publicação: 17/10/2010

Data de publicação no Blog DA ECI: 28/10/2010

Por Edison Veiga – O Estado de S.Paulo

Desde 1945, pesquisadores mapeiam anualmente a produção de livros dedicados ao público jovem

Para as formiguinhas que trabalham na Biblioteca Monteiro Lobato – a mais antiga infanto-juvenil do País -, cada página é um torrão de açúcar, cada livro é uma vida inteira de sonhos. E não são poucas páginas, não são poucos livros. Cada membro da equipe dos resenhistas profissionais que lá atuam devora 80 páginas por dia – para dar conta de toda a produção brasileira do segmento, que varia de 800 a mil títulos por ano.

Estamos falando de um trabalho que é realizado pela biblioteca desde 1945 – primeiro como suplemento de uma revista literária, depois, em 1953, de forma independente. A ideia era – e, de certa forma, ainda é – mapear toda a produção literária infanto-juvenil do País. Não só mapear, mas balizar o que é bom, o que não passa de mediocridade, o que nem deveria ter sido publicado. Ideia do escritor Mario de Andrade (1893-1945), quando comandava o então Departamento de Cultura. Posta em prática pela professora Lenyra Fraccaroli, então chefe da Divisão de Bibliotecas Infantis da Prefeitura de São Paulo.

De lá para cá, com algumas interrupções, anualmente é lançado o livro Bibliografia Brasileira de Literatura Infantil e Juvenil, com pequenas resenhas críticas de toda a produção do setor. “É uma tentativa de acompanhar e documentar a produção”, conta a pesquisadora Silvia Oberg que, desde 1982, quando começou a trabalhar na Monteiro Lobato, coordena o trabalho. “Quando aqui cheguei, a biblioteca havia parado de fazer a leitura crítica por anos. É uma perda histórica que jamais vamos conseguir recuperar.” Os problemas ainda não foram totalmente resolvidos. Para se ter uma ideia, a última edição publicada do anuário data de 2005. O de 2006, pronto, deve ser lançado em novembro, graças a uma parceria com a Imprensa Oficial – e o apoio da editora Cosac Naify.

O principal problema é a equipe técnica. A única contratada de forma fixa é a própria Silvia. Os outros três membros do time são prestadores de serviço, por tempo determinado. Cada renovação de contrato pode levar meses, período em que as estantes ficam acumuladas de novos títulos. “A burocracia impede a continuidade. Por isso, ainda estamos lendo os livros publicados em 2007. O certo seria acompanharmos a produção do ano atual”, diz Silvia.

Continue lendo: http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20101017/not_imp625750,0.php

Primeiro dia do SNBU e SIBD. Dia para falar de repositórios

Data de publicação: 18/10/2010

Data de publicação no Blog DA ECI: 28/10/2010

Por Alex da Silveira

Começou, efetivamente, hoje o XVI Seminário Nacional de Bibliotecas Universitárias e o II Seminário Internacionais de Bibliotecas Digitais. O Bibliotecno teve problemas para acompanhar o evento durante o horário da manhã e, devido a isto, este texto representa aquilo que pode ser observado durante o horário da tarde.

Sem dúvidas, o tema que mais chamou atenção durante a tarde desta segunda foi o de repositórios. No tema, o destaque foi para a  RICAA, Rede Brasileira de Informação de Acesso Aberto. O foco não está apenas em uma interface única, apontou Fernando Leite, um dos palestrantes, mas a integração as instituições. Uma critica é feita ao indicar que os repositórios estão demasiadamente focados em tecnologia, sendo necessário contextualizá-los, pois, a ferramenta em si não gera nada.

Uma comparação entre os repositórios dos países desenvolvidos e em desenvolvimento foi feita pelo autor. É notável que nos países desenvolvidos o conceito de acesso aberto já é bastante difundido e até aceito no meio científico, além de avanços políticos sobre a temática. Enquanto nos países em desenvolvimento o foco dos repositórios ainda é fortemente ligado a publicações, nos desenvolvidos já se fala em repositórios de dados brutos, outra diferença entre as duas realidades. SciElo, SEER e a BDTD podem ser apontadas como iniciativas bem sucedidas e que colocam o Brasil em um nível diferente quanto comparado com outros países em desenvolvimento.

O sistema de publicação científica nacional é visto como pouco estruturado e se somado a avanços tecnológicos facilitam a via dourada e a via verde. A via dourada é relativa a acesso a partir de periódicos científicos e a via verde por repositórios. Características como o fato de editores brasileiros estarem alheios à linha mercadológica apontam flexibilidade e um caminho mais fácil para a implantação da via verde.

Continue lendo: http://alexdasilveira.com/?p=1110

Ednei Procópio fala sobre o livro na era digital

Data de publicação: 18/10/2010

Data de publicação no Blog DA ECI: 23/10/2010

Por: Mariana Riscala

Autor está lançando uma obra em que faz um balanço complexo sobre o tema

Depois de longos anos de estudo e pesquisa, o autor Ednei Procópio está lançando um novo livro.

A obra “O Livro na Era Digital” traz 23 capítulos que nos mostram em que estágio estamos na digitalização, dá dicas de como nos preparar para a próxima tendência e o que podemos fazer para manter os negócios na chamada Web 2.0 e tirar ainda mais proveito da Era Digital.

José Luiz Menegatti conversou com o autor de “O Livro na Era Digital.

Cinfira a entrevista: http://jovempan.uol.com.br/entretenimento/programas/radioaovivo/2010/10/ednei-procopio-fala-sobre-o-livro-na-era-digital.html?utm_source=twitterfeed&utm_medium=twitter

Senado poderá imprimir livros com letra ampliada para portadores de baixa visão

Data de publicação: 15/10/2010

Data de publicação no Blog DA ECI: 23/10/2010

Por Roberto Homem / Agência Senado

Durante entrega de publicações em braile, nesta sexta-feira (15), na 29ª Feira do Livro de Brasília, o diretor-geral do Senado, Haroldo Tajra, determinou que sejam iniciados estudos para a impressão de livros com letra ampliada. A edição desse novo formato de publicação atenderia as pessoas com baixa visão. A Feira do Livro de Brasília prossegue até domingo (17) no Pavilhão de Feiras e Exposições do Parque da Cidade Sarah Kubitschek (ExpoBrasília).

Quem sugeriu à Secretaria Especial de Editoração e Publicações (SEEP) do Senado a impressão de títulos com as fontes em tamanho ampliado foi Bernardo Silva, presidente da Associação dos Amigos do Deficiente Visual. Ele disse que as pessoas que sofrem com a baixa visão encontram dificuldade semelhante à do cego no momento em que procuram livros adequados à sua deficiência.

Logo que Haroldo Tajra indagou sobre a possibilidade de o pedido ser atendido, o diretor da SEEP, Florian Madruga, agendou com o subsecretário industrial, José Farias Maranhão, o início dos estudos técnicos para viabilizar a impressão dos livros com a letra ampliada. O diretor-geral destacou a importância do trabalho que o Senado desenvolve em favor das pessoas com deficiência visual.

– Esse serviço de doação de publicações em braile é importante porque contribui para a valorização dos portadores de deficiência visual, para o exercício de sua cidadania e sua inserção social. Além disso, através da impressão desse tipo de livro, o Senado incentiva a leitura – afirmou Haroldo Tajra.

Continue lendo: http://www.senado.gov.br/noticias/verNoticia.aspx?codNoticia=104766

Repositórios brasileiros de acesso aberto serão lançados amanhã

Data de publicação: 14/10/2010

Data de publicação no Blog DA ECI: 23/10/2010

Por  IBICT

A partir de amanhã, dia 15/10, as universidades brasileiras passarão a contar com um importante aliado para aumentar a visibilidade de suas produções acadêmicas. Trata-se do marco para o lançamento, em conjunto, dos repositórios institucionais das 33 instituições públicas de ensino e pesquisa contempladas com os kits tecnológicos distribuídos por meio da parceria entre o IBICT – Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia e FINEP – Financiadora de Estudos e Projetos, ambos órgãos vinculados ao Ministério da Ciência e Tecnologia.

O chamado “kit tecnológico” é composto de um servidor instalado com software livres que compõem o ambiente de desenvolvimento, tais como sistema operacional Linux, acompanhado de servidor Web Apache, PHP e banco de dados MySQL, além dos aplicativos específicos para a construção e gerenciamento dos repositórios, como o Dspace e SEER – Sistema Eletrônico de Editoração de Revistas.

A primeira distribuição dos kits para construção de repositórios ocorreu no final de 2009, acompanhado de um encontro presencial com representantes das instituições onde foram tratados diretrizes para a elaboração e desenvolvimento de um plano de trabalho para implantação dos repositórios. Na ocasião, também foi lançado e distribuído o livro “Como gerenciar e ampliar a visibilidade da informação científica brasileira: repositórios institucionais de acesso aberto”, do professor Fernando César Lima Leite.

Em julho de 2010, representantes dessas instituições tornaram a se reunir, em Brasília, para o I Workshop para Construção de Repositórios Institucionais com o objetivo de capacitar os profissionais de informação e técnicos envolvidos diretamente com os projetos de repositórios institucionais. O evento mobilizou os esforços de técnicos e especialistas do IBICT e da Universidade de Brasília (UnB) durante os treinamentos.

Continue lendo: http://webcache.googleusercontent.com/search?q=cache:FFK5oFIHcTYJ:www.ibict.br/noticia.php%3Fid%3D732+RICAA+reposit%C3%B3rios&cd=2&hl=pt-BR&ct=clnk&gl=br

Biblioteca Virtual em Saúde acessível via celular e dispositivos móveis

Data de publicação: 12/05/2010

Data de publicação no Blog DA ECI: 23/10/2010

Por Abel Packer, Marcia Barretto, Patrícia Santos

Esta inovação amplia a ubiquidade da BVS e, portanto, do acesso à informação científica e técnica em acesso livre e aberto. O desenvolvimento foi iniciado pela BIREME há um ano e a partir de resultados dos relatórios Mobile access to health information for increased equity and improved public health contratados da consultoria Nicholas Cop Consulting de agosto e setembro de 2009. A operação dos produtos e serviços de informação da BVS e redes associadas por meio de dispositivos móveis é uma das principais linhas de ação do desenvolvimento de metodologias e tecnologias da BIREME para o biênio atual.

A primeira fase de desenvolvimento do projeto foi a preparação da página, os produtos e serviços da BVS para acesso por dispositivo móvel. A partir da mesma plataforma tecnológica do portal global da BVS, a chamada BVS-Site para a criação dos portais da BVS, foi possível desenvolver uma interface adaptada do portal BVS Regional para dispositivos móveis. Esse desenvolvimento foi facilitado pela arquitetura tecnológica em camadas da BVS que separa os dados das interfaces de publicação, navegação e busca.

A implantação da interface da mBVS seguirá a estrutura do marco operacional da BVS, baseado em redes sociais, de conteúdo e de ambientes aprendizes. Assim, nesta primeira versão, a interface da mBVS, restrita ao portal global da BVS, apresenta a área para buscas nas coleções de fontes de informação da BVS, o acesso ao thesaurus de conceitos da BVS – Descritores em Ciências da Saúde (DeCS) e o acesso às redes associadas da BVS – CVSP, ePORUGUÊSe, EVIPNet, GHL, SciELO, ScienTI e TropIKA.net.

De acordo com o Diretor da BIREME, Abel Packer], o desenvolvimento do projeto mBVS durante o biênio de 2010-2011 abarcará quatro implementações e resultados esperados principais que serão realizadas em paralelo. Primeiro, adaptar os produtos, serviços e portais das redes associadas a BVS em cooperação com as instituições que lideram estas redes. “Este desenvolvimento é importante para levar para os dispositivos móveis toda a interoperabilidade que a BVS tem com as redes associadas”, afirma. Segundo, disseminar a implantação e operação da mBVS em mais de uma centena de instâncias nacionais, temáticas e institucionais da BVS. Ao mesmo tempo em que amplia a ubiquidade da BVS, esta implantação contribuirá para o desenvolvimento de capacidades e infraestruturas nacionais e instituição na plena adoção das tecnologias móveis para a área de informação e comunicação científica em saúde, de acordo com o Diretor. Terceiro, desenvolver, manter e inovar aplicativos de acesso e navegação que operam nos dispositivos móveis (apps) com prioridade para os smartphones de modo a maximizar a capacidade do usuário final ter em mãos o acesso atualizado à BVS. Quarto, desenvolver, manter e inovar aplicativos de alimentação e atualização das fontes de informação da BVS e, particularmente, aplicativos que facilitem a interação nos espaços de colaboração online a BVS.

Continue lendo: http://cvirtual-ccs.bvsalud.org/tiki-read_article.php?articleId=451

Curitiba ganha seu primeiro Biblioparque

Data de publicação: 15/10/2010

Data de publicação no Blog DA ECI: 23/10/2010

Por Paraná Online

Passar o domingo lendo no parque é um programa que o curitibano vai poder fazer, mesmo que não tenha trazido um livro de casa. O prefeito de Curitiba, Luciano Ducci, e o presidente da Fundação Cultural de Curitiba (FCC), Paulino Viapiana, inauguram hoje, às 10h30, no Parque Barigüi, o primeiro Biblioparque da cidade, um posto móvel de empréstimo gratuito de livros que vai percorrer os parques da cidade aos domingos.

Um dos projetos que integra o programa Curitiba Lê, o Biblioparque é composto por um veículo movido a energia elétrica e uma estrutura adaptada para acomodar livros, periódicos, ombrelones, cadeiras para adultos e crianças, pufs e mesas desmontáveis. O projeto irá funcionar todos os domingos, das 10h às 18h.

Esta primeira unidade foi patrocinada pela Vivo, que também será a responsável pelo gerenciamento da operação até abril de 2011, em parceria com a FCC. A programação inclui sessões de contação de histórias, distribuição de marcadores de livros, além de pintura em livros de quadrinhos.

A empresa também disponibilizará uma tela interativa que dá acesso à sinopse dos livros que podem ser emprestados e dois notebooks para navegação na internet. Junto ao Biblioparque, o público encontrará ainda um local para descarte de aparelhos celulares e baterias velhas.

Continue lendo: http://livrosepessoas.blogspot.com/2010/10/curitiba-ganha-seu-primeiro.html?utm_source=feedburner&utm_medium=feed&utm_campaign=Feed%3A+livrosepessoas+%28Livros+s%C3%B3+mudam+pessoas+%3A+%29%29&utm_content=Twitter

Vargas Llosa teme que livro digital banalize literatura

Data de publicação: 15/10/2010

Data de publicação no Blog DA ECI: 23/10/2010

Por EFE

O escritor peruano Mario Vargas Llosa, Prêmio Nobel de Literatura de 2010, teme que o impacto do livro digital possa causar uma banalização da literatura, afirmou nesta quinta-feira (15) o próprio escritor, numa palestra em Porto Alegre.

“É uma realidade que não pode ser detida. Meu temor é que o livro eletrônico provoque uma certa banalização da literatura, como ocorreu com a televisão, que é uma maravilhosa criação tecnológica, que, com o objetivo de chegar ao maior número de pessoas, banalizou seus conteúdos”, argumentou.

Vargas Llosa participou hoje do ciclo de conferências “Fronteiras do pensamento” na Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS).

Em sua palestra a professores e estudantes, o escritor admitiu que os formatos eletrônicos já são uma realidade e começam a suplantar o tradicional livro de papel, que, se não desaparecer, tende a ficar relegado a segundo plano.

A preservação da qualidade cultivada no formato de papel, destacou o escritor, está relacionada com o que diferencia a cultura da ciência.

Para Vargas Llosa, a ciência progride rompendo com o velho e obsoleto, enquanto as letras e as artes não se desenvolvem, só se renovam.

Segundo o escritor, elas não aniquilam seu passado. “Na literatura, [Miguel de] Cervantes é tão atual como [Jorge Luis] Borges. A obra artística não morre com o tempo. Segue vivendo e enriquecendo as novas gerações”.

Continue lendo: http://www1.folha.uol.com.br/tec/814909-vargas-llosa-teme-que-livro-digital-banalize-literatura.shtml

Biblioteca Nacional espera verba do BNDES para acervo

Data de publicação: 14/10/2010

Data de publicação no Blog DA ECI: 23/10/2010

Por Bruno Boghossian / RIO – O Estado de S.Paulo

Cerca de 3,5 milhões de exemplares de periódicos, entre eles, ‘A Província de São Paulo’, ficarão em prédio na zona portuária

Um acervo de 3,5 milhões de exemplares de jornais e revistas vai contar os últimos 200 anos da história do Brasil em uma nova unidade da Biblioteca Nacional na zona portuária do Rio. A instituição espera receber recursos do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) para organizar uma coleção de peças raras, como edições do Diário Oficial do Império e exemplares dos primeiros periódicos do País.

A verba pedida, cujo montante não foi divulgado, será usada para reformar um prédio que já pertence à biblioteca, mas que precisa passar por adaptações para receber o peso do acervo gigantesco de jornais e revistas. O objetivo é criar ali uma hemeroteca – nome dado às coleções de periódicos e publicações seriadas. Atualmente, a coleção de jornais e revistas está armazenada em 17 quilômetros de prateleiras, divididas entre o edifício da zona portuária e a sede da biblioteca, na Cinelândia, centro do Rio.

Além de obras impressas no início do século 19, fazem parte da coleção edições de jornais que marcaram a história do País, como A Província de São Paulo (que passou a se chamar O Estado de S. Paulo em 1890), Última Hora e Jornal do Brasil.

“O prédio-sede está com sua capacidade de armazenamento esgotada nos armazéns de obras gerais e de periódicos. Ainda há espaço para novas aquisições somente nas áreas de acervo especial, compostos por obras de iconografia, cartografia, manuscritos e obras raras”, afirma Mônica Rizzo, diretora do Centro de Referência e Difusão da Fundação Biblioteca Nacional.

Continue lendo: http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20101014/not_imp624525,0.php

¿Tienen futuro las bibliotecas?

Data de publicação: 12/10/2010

Data de publicação no Blog DA ECI: 23/10/2010

Por Bdig

Javier Guallar. Hemos empezado hablando del presente de las bibliotecas y vamos a terminar haciéndolo del futuro. Lee Rainie decía en la conferencia inaugural de las recientes Jornades Catalanes de Documentació que las bibliotecas en el nuevo ecosistema digital deberían jugar un papel como nodos de las redes sociales que establecerán cada vez más las personas. ¿Qué opinas de este argumento y cómo ves el futuro de las bibliotecas en este futuro digital, en el cual, como has dicho en tu blog, quizá ya no sean tan “indispensables”?

LA. Como institución, la biblioteca es muy antigua. Hay pocas organizaciones que hayan resistido el paso del tiempo tan bien como lo han hecho las bibliotecas. Cierto es que las bibliotecas de hoy se diferencian bastante de las que hubo en Roma o en la Edad Media, pero la “biblioteca” permanece. Esto ha sido así porque las bibliotecas han sabido recrearse o reinventarse cuando la situación lo ha exigido. Las bibliotecas pusieron los libros bajo cadenas cuando éstos eran bienes escasos, los recogieron cuando la desamortización de bienes eclesiásticos los dispersaba, los coleccionaron cuando fue necesario organizar el saber y los difundieron cuando la sociedad necesitó apoyo para la extensión de la alfabetización.

La existencia futura de bibliotecas depende de dos factores: de la evolución de las necesidades sociales con respecto a la información y de la capacidad de las bibliotecas de satisfacerlas. Las bibliotecas no son indispensables hoy y quizá no lo hayan sido nunca. Por desgracia, nuestras sociedades han dado sobradas muestras de cómo son prescindibles la paz, la justicia social, la cultura. ¿Porqué las bibliotecas serían una excepción a esto?

Continue lendo:  http://bdig.blogspot.com/2010/10/tienen-futuro-las-bibliotecas.html

Bibliotecas Académicas 2.0 y sus Portales Web

Data de publicação: 05/09/2010

Data de publicação no Blog DA ECI: 23/10/2010

Por BiblioInstruccion

La Biblioteca 2.0 es un concepto  (popuesto por Michael Casey) derivado del término Web 2.0 que a su vez fue propuesto por Tim O’Reilly y Dale Dougherty en el cual define unas bibliotecas que van más allá de la tecnología y aplicaciones de la Web 2.0. La Biblioteca 2.o según algunos expertos en la materia la describen como una serie de servicios de las Bibliotecas que van dirigido a satisfacer las necesidades que son consecuencia directa de el  cambio en el mundo de la información producidos por la Web 2.0 – Habid, 2006.

Teniendo varias características principales (Maness, 2006).

  • Centrada en el usuario
  • Provee una experiencia rica en multimedios
  • Provee medios para la socialización
  • Una comunidad innovadora y participativa del usuario

En mundo de las bibliotecas académicas el concepto y lo que representa la Biblioteca 2.0 es de vital importancia construir portales para sus instituciones. En el mundo en que se desenvuelve las bibliotecas universitarias y sus componentes, la construcción de sus portales se dirige a unos que básicamente aparte de implementar las tecnologías y el estilo de vida 2.0, implementen diversas plataformas de que se tengan presencia en tres esferas importantes de la comunidad académica que sirven.

Continue lendo: http://biblioinstruccion.blogspot.com/2010/09/bibliotecas-academicas-20-y-sus.html?spref=tw

Governo do DF terá que devolver R$ 2,2 milhões ao governo federal

Data de publicação: 11/10/2010

Data de publicação no Blog DA ECI: 23/10/2010

Por DFTV

Verba serviria para comprar livros e equipamentos para a Biblioteca Nacional.
População não consegue utilizar todos os serviços da

O governo do Distrito Federal (GDF) terá de devolver R$ 2,2 milhões ao governo federal por conta de irregularidades na compra de livros e equipamentos para a Biblioteca Nacional, ainda na gestão de de José Roberto Arruda, que teve o mandato de governador cassado pelo Tribunal regional Eleitoral (TRE-DF) em março deste ano, após envolvimento no esquema que ficou conhecido como mensalão do DEM.

Na cerimônia de inauguração da biblioteca, em dezembro de 2008, foi anunciado um convênio entre o Ministério da Cultura e o GDF. Documentos da Controladoria-Geral da União mostram que em fevereiro de 2009 foram repassados R$ 2,2 milhões ao GDF.

O dinheiro deveria ser usado para comprar mais livros, além de equipamentos de segurança e informática necessários para o empréstimo do acervo. Em contrapartida, a Secretaria de Cultura tinha que investir R$ 550 mil. Mas nada disso foi feito. Os R$ 2 milhões do governo federal não foram usados.

A Secretaria de Cultura informou que, legalmente, o convênio nunca existiu, porque não foi assinado pelo então governador José Roberto Arruda. Por isso, vai ter que devolver o dinheiro com juros e correção monetária ao governo federal.

“Seria necessário um novo convênio, abrir um novo processo para que fosse dada a validade”, afirma Fabiano dos Santos Piúba, da Secretaria do Livro do Ministério da Cultura.

Continue lendo: http://g1.globo.com/brasil/noticia/2010/10/governo-do-df-tera-que-devolver-r-22-milhoes-ao-governo-federal.html

Contações de histórias na praça aproximam jovens da literatura

Data de publicação: 13/10/2010

Data de publicação no Blog DA ECI: 23/10/2010

Por Akamine

Uma professora narra um conto popular sobre uma menina e um monstro enquanto dezenas de olhos atentos acompanham cada movimento da contadora da história. A cena se repete todos os dias na 26ª Feira do Livro de Caxias do Sul, variando as idades e os uniformes dos ouvintes, assim como as histórias e os narradores. Alunos de praticamente todas as escolas (particulares e públicas) da cidade participaram ou ainda vão participar das contações de histórias até o final da Feira, no dia 17.

– É bem legal e divertido – disse Morgana Zanandrea, nove anos, aluna da 4ª série da Escola Municipal de Ensino Fundamental Catulo da Paixão Cearense.

Assim como Morgana, outros também não desgrudaram olhos e ouvidos da fábula que lhes era contada. Na primeira fila, a concentração de Rafaela Santos, seis, chamava a atenção.

– Gostei mais da parte do monstro – revelou a pequena, aluna do 1º ano, acrescentando que até já sabe ler.

Entre uma história e outra, mais e mais estudantes vão chegando. Os maiores se soltam na Praça Dante Alighieri, visitando as bancas e passeando de um lado para o outro. Os mais novos ficam sob supervisão das professores, andando de mãos dadas em direção ao palco infantil.

Continue lendo: http://livrosepessoas.blogspot.com/2010/10/contacoes-de-historias-na-praca.html?utm_source=feedburner&utm_medium=feed&utm_campaign=Feed%3A+livrosepessoas+%28Livros+s%C3%B3+mudam+pessoas+%3A+%29%29&utm_content=Twitter

A indexação de conteúdos e a qualidade da busca

Data de publicação: 16/09/2010

Data de publicação no Blog DA ECI: 23/10/2010

Por Melina Alves

Melhore a indexação de conteúdos em seu site ou blog e tenha mais qualidade nos resultados de busca e até em SEO.

Cada vez mais a clareza e a organização das documentações são importantes para um bom arquiteto da informação.

Mais do que a construção de um protótipo bem feito, é necessário documentar como se organiza a estrutura por trás das telas.

E, com a cultura do hiperlink, é impensável criar um site sem considerar tags ou assuntos relacionados, mesmo que não façam parte do front-end.

Portanto, a forma como é feita a indexação de conteúdo é decisiva na hora de apresentar uma busca eficiente e exibir sugestões de conteúdos que realmente façam sentido.

A premissa básica é definir hierarquias aos agrupamentos de palavras-chave.

Ou seja, quais seriam os grupos de palavras-chave que não podem faltar ao indexar um conteúdo?

E quais seriam os grupos de keywords que poderiam ser complementares?

Campos de preenchimento

Para facilitar a sua gestão de acompanhamento do projeto, insira campos de preenchimento no seu site administrativo.

Vai facilitar a vida de quem vai inserir o conteúdo e garantir que o processo que você imaginou seja realmente implementado.

E, se caso o seu administrador de conteúdo não seja um redator com experiência em textos, semântica e construção de conteúdo, as keywords já devem vir definidas.

Continue lendo: http://webinsider.uol.com.br/2010/09/16/a-indexacao-de-conteudos-e-a-qualidade-da-busca/

Bibliotecas devem evoluir na web

Data de publicação: 07/07/2010

Data de publicação no Blog DA ECI: 22/10/2010

Por: Conteúdos Digitais

Breno Pires

Jornal do Commércio (PE)

Convergência de mídias e novos dispositivos de acesso ao conhecimento, como e-readers, exigem mudanças na forma de sistematizar conteúdo

As possibilidades de acesso à informação trazidas pelas novas tecnologias de informação e comunicação estão modificando de forma radical a relação das pessoas com a leitura e o conhecimento. O acesso aos mais diversos conteúdos é potencializado através da pesquisa em sites, especializados ou não, de qualquer lugar do mundo, bem como de livros virtuais (os e-books), com crescente disponibilização para download e agora portáteis graças a aparelhos como o Kindle.

A oferta de leitura e de conhecimento passa a ter um alcance sem precedentes, e o consumo de informação também se expande, até devido ao cuidado crescente com educação, que passa a ser levada mais a sério nos países que ainda não são de primeiro mundo. Nesse contexto, as bibliotecas percebem a importância de uma evolução rumo a um futuro mais digital – sem deixar, no entanto, que a tecnologia comprometa a sua essência.

O futuro do conhecimento está na internet, como plataforma, defende o professor e pesquisador Marcos Galindo, coordenador do departamento de ciência da informação da UFPE, que congrega os cursos de biblioteconomia e gestão da informação. “O rio corre para o mar, e o mar da gente hoje é a internet. O mar da biblioteca e do conhecimento está na internet”, pontua.

No Laboratório de Tecnologia da Informação da UFPE (Liber), Galindo coordena um projeto de digitalização de arquivos, norteado por dois eixos fundamentais: a preservação de conteúdos e a disponibilização para o acesso na rede. “O que a gente tem pensado para isso é desenvolver projetos que combinem a preservação e o acesso à biblioteca pública. Não se pode pensar em uma iniciativa de modernização nas bibliotecas com uma ação conservadora”, diz o pesquisador.

Continue lendo: http://culturadigital.br/conteudosdigitais/2010/07/07/bibliotecas-devem-evoluir-na-web/

Curitiba reúne profissionais que atuam nas bibliotecas escolares

Data de publicação: 05/10/2010

Data de publicação no Blog DA ECI: 22/10/2010

Por G1

A Prefeitura de Curitiba promove entre esta terça-feira (5) e a quinta-feira (7) um encontro entre profissionais que atuam em bibliotecas escolares da rede municipal. Terceiro evento do tipo, a ideia, segundo a secretária da Educação, Eleonora Bonato Fruet, é “sensibilizar” os cerca de 1.200 profissionais pela literatura.

“Tentamos mostrar para os profissionais que tão importante quanto ler para as crianças é construir um repertório de literatura. Mostramos que a biblioteca não é um santuário de livros, é um ambiente colaborativo”, disse.

Segundo a secretária, a rede municipal tem 175 bibliotecas em escolas e fora delas. A cidade tem 179 escolas com 140 mil estudantes.

De acordo com Eleonora, os profissionais das escolas incentivam as crianças a levar livros para casa, emprestam títulos nas férias e contam histórias.

“Temos um trabalho de literatura no berçário (crianças de 3 meses a um ano). É todo um processo de literatura para essa faixa etária. Os professores e educadores fazem leitura já no berçário, além dos livros que são facilmente manuseáveis, de plástico, tecido, que também é um processo de tato, contato importante para a criança na fase de berçário”, afirmou.

Fonte: http://g1.globo.com/vestibular-e-educacao/noticia/2010/10/curitiba-reune-profissionais-que-atuam-nas-bibliotecas-escolares.html

Bibliotecas que twittam

Data de publicação: 06/10/10

Data de publicação no Blog DA ECI: 22/10/2010

Por Jeannie Nuss – Associated Press

Tweets, SMS e aplicativos para celular são as armas das bibliotecas norte-americanas para cativar pessoas que torcem o nariz para fichas de papel. E parece que a tática está funcionando. Desde que começaram a se moldar à geração iPod, essas instituições, em geral associadas ao silêncio, já viram milhares de pessoas baixarem músicas gratuitamente de seus sites. Isso sem falar nas longas filas que se formam para emprestar e-readers. Assim, aos poucos, as bibliotecas se afastam da lista de coisas que podem ser eliminadas pelos desdobramentos da internet.

“As pessoas têm uma imagem antiquada de bibiliotecas, de um lugar que não tem nada além de livros e microfichas”, diz Hiller Goodspeed, designer de 22 anos que mora em Orlando, na Flórida, e usa o aplicativo da biblioteca de Orange County para descobrir filmes estrangeiros. Dados do Instituto de Serviços de Museus e Bibliotecas dos EUA mostram que as visitas e a circulação em bibliotecas cresceu 20% entre 1998 e 2008.

De lá para cá, segundo especialistas, a tecnologia continuou a estimular o aumento da frequencia, da circulação e do uso desses espaços. “A tecnologia também está trazendo de volta à biblioteca pessoas que em algum momento deixaram de achar que esse lugar era relevante para elas”, diz Chris Tonjes, diretor de tecnologia da informação da biblioteca pública de Washington.

Bibliotecas públicas têm fornecido acesso gratuito à internet e emprestado filmes e músicas já há anos. Nos EUA, elas têm adotado rapidamente as novas mídias desde o surgimento do VHS e do vinil. Agora, a esfera digital está se expandindo: 82% das mais de 16 mil bibliotecas públicas norte-americanas têm Wi-Fi – quatro anos atrás, apenas 37% ofereciam acesso gratuito à internet sem fio, segundo a Associação Americana de Bibliotecas.

Desde a crise econômica, que afetou o país no fim de 2007, as pessoas passaram a procurar cada vez mais as bibliotecas para acessar a internet e testar novos equipamentos digitais.

Continue lendo: http://livrosepessoas.blogspot.com/2010/10/bibliotecas-que-twittam.html?utm_source=feedburner&utm_medium=feed&utm_campaign=Feed%3A+livrosepessoas+%28Livros+s%C3%B3+mudam+pessoas+%3A+%29%29&utm_content=Twitter

Rumo aos novos letramentos

Data de publicação no Blog DA ECI: 18/10/2010

Por Revista Educação

Referência nos estudos de linguagem e na análise do livro didático, pesquisadora da Unicamp crê que está na hora de ampliar a oferta de materiais para uso em sala de aula

Em tempos de mídias digitais, o processo de letramento não deve mais restringir-se apenas aos impressos, diz a professora Roxane Rojo, do Instituto de Estudos da Linguagem da Universidade de Campinas e coordenadora do projeto de pesquisa “Multiletramentos e abordagem da diversidade cultural no ensino de língua materna. O papel dos materiais didáticos”.
Apesar dessa restrição, a especialista, que participou da institucionalização do processo de avaliação dos livros didáticos ocorrido a partir da segunda metade dos anos 90, vê um processo de evolução dos materiais à disposição do professor que tem a missão de alfabetizar na escola contemporânea.

Qual a sua avaliação sobre os livros didáticos destinados aos anos da alfabetização e aos subsequentes?
Participo mais do processo de avaliação dos livros do 3º ao 9º ano, mas, ainda assim, se avaliarmos as séries iniciais – o 3º ano, que é um ano de consolidação do processo -, houve uma considerável
melhora no tratamento dos letramentos em 10, 12 anos de política de avaliação do livro didático. Seja para leitura, seja para produção de texto, seja para consolidação da alfabetização e da ortografização. Em leitura e produção textual, por exemplo, os livros ficavam muito centrados nos gêneros estritamente escolares – as historinhas, as narrativas -, não havia diversidade. A leitura era meramente uma leitura de localização de informação, linear, rasa. Na ortografia, se trabalhava de maneira muito transmissiva. Isso no início, lá em 1998. As novas levas de livros são sucessivamente melhores em todos os âmbitos: leitura, produção, análise linguística, ortografização etc. Com variações, é claro. Embora as menções [classificatórias] tenham sido abolidas para o público em geral, os avaliadores ainda operam com elas, ou ao menos com um ranking de pontuação para cada quesito de avaliação. Então há livros classificados que não matam ninguém, mas que são bastante rasos e outros com propostas bem mais ambiciosas, organizados por projetos. A amostra é bastante variada e, dentro dos limites do que um programa como este pode fazer, atingimos um patamar de manutenção.

O que isso significa?
Digo isso por uma série de razões. O livro é limitado. Não pode trazer uma série de letramentos porque ele é um impresso. Na medida em que não se permite nos livros de português, como acontece nos livros de língua estrangeira, que haja satélites – CDs etc. – ficamos limitados a um conjunto de gêneros que circulam nos impressos e que hoje são insuficientes. Diria que a política precisa de uma revisão mais profunda, em termos do que se está entendendo como material que deve circular em sala de aula.
Hoje não basta mais letrar para produzir textos à mão ou para impressos, é preciso lidar com outras linguagens.

Contuinue lendo: http://revistaeducacao.uol.com.br/textos.asp?codigo=12986

Feira de troca de livros no Rio quer tornar maior o acesso à leitura

Data de publicação: 06/10/2010

Data de publicação no Blog DA ECI: 18/10/2010

Por Correio Brazilense

Quem já leu todos os livros guardados em casa tem a chance de trocá-los por um outro exemplar na feira de troca promovida pela Secretaria Municipal de Cultura. A feira será realizada amanhã (6), na sede da prefeitura do Rio de Janeiro.

A iniciativa é mensal e, a cada edição, são trocados, em média, cerca de 60 livros. De acordo com a coordenadora do projeto, Leda Fonseca, a ideia é atrair mais leitores, pois os funcionários da prefeitura já têm o hábito de participar.

“Qualquer pessoa pode vir trocar os livros aqui. É uma possibilidade democrática de as pessoas terem acesso à leitura e lerem bastante, sem desculpas”, disse Leda, que admitiu que o livro é um bem pouco acessível ao brasileiro.

Nas edições anteriores, os exemplares mais trocados foram os de literatura. Na feira, também são encontrados documentos técnicos, informativos e publicações da prefeitura. O militar Renato Marques, de 36 anos, aprovou a iniciativa e disse que pretende ir à feira. Para ele, o acesso ao livro é pequeno devido ao alto preço e à distância das bibliotecas das casas das pessoas. “A prática da leitura ajuda na interpretação de texto. Ajuda a pensar, temos que incentivar”, disse.

Fonte: http://livrosepessoas.blogspot.com/2010/10/feira-de-troca-de-livros-no-rio-quer.html?utm_source=feedburner&utm_medium=feed&utm_campaign=Feed%3A+livrosepessoas+%28Livros+s%C3%B3+mudam+pessoas+%3A+%29%29&utm_content=Twitter

Ex-presidente da Biblioteca Nacional é multado pelo TCU por negligência em caso de furto de fotos raras

Data de publicação: 05/10/2010

Data de publicação no Blog DA ECI: 18/10/10

Por Rafael D’Angelo

RIO – O bibliófilo Pedro Corrêa do Lago, ex-presidente da Biblioteca Nacional, e a ex-coordenadora geral de planejamento da instituição Maria da Glória Lopes Pereira foram multados em R$ 36 mil cada um pelo Tribunal de Contas da União (TCU) e proibidos de exercer cargos em comissão no serviço público federal por oito anos. Os dois tiveram as contas de 2005 julgadas irregulares pelo TCU, por conta do furto, em julho daquele ano, de 991 fotos raras do acervo da biblioteca, avaliadas em R$ 7,55 milhões. Segundo o tribunal, houve negligência dos gestores ao não investirem em segurança.

Maria da Glória Lopes Pereira não foi encontrada para comentar o assunto. Pedro Corrêa do Lago está em viagem no exterior, mas segundo seu advogado, Raphael Duarte, vai recorrer da decisão.

– O STJ entende que só deve haver condenação quando o gestor age com intenção, o que não foi o caso. Ele comunicou o furto e tomou todas as providências cabíveis. Além disso, o furto foi durante a greve dos servidores, quando a segurança estava fragilizada. Há uma perseguição política ao Pedro Corrêa do Lago – afirmou o advogado.

Atualmente, segundo a diretora do Centro de Referência e Difusão, Mônica Rizzo, o levantamento das obras de arte na biblioteca é realizado de forma continuada.

Continue lendo: http://oglobo.globo.com/rio/mat/2010/10/05/ex-presidente-da-biblioteca-nacional-multado-pelo-tcu-por-negligencia-em-caso-de-furto-de-fotos-raras-922715676.asp

´El libro físico por ahora no va a morir, pero sí lo va a hacer la revista científica´

Data de publicação: 12/09/2010

Data de publicação no Blog DA ECI: 18/10/2010

Por Información.es

José Pablo Gallo es relativamente nuevo en la Universidad Miguel Hernández, pero no en el mundo de las bibliotecas. Ha llegado al campus de Elche tras ser el responsable de la Biblioteca Regional de Murcia, una institución con mucho renombre en la comunidad vecina. Previamente puso sus conocimientos al servicio de la Universidad de Alicante y ahora quiere que alumnos, profesores y científicos de la UMH aprovechen al máximo los recursos bibliotecarios.

J. M. GRAU – Llegó a la UMH el pasado 1 de febrero y en estos ocho meses se ha puesto al día en el trabajo que hay que hacer con las bibliotecas de la institución académica. ¿Cuál es su misión?

Mi objetivo es coordinar las bibliotecas de los diferentes campus y que realicen un trabajo más coordinado, así como que mejoren su presencia dentro de la comunidad universitaria. La intención también es ponerlas al día en la prestación de varios servicios, sobre todo tecnológicos.

– ¿Cómo están en últimas tecnologías?

Tenemos muchos recursos electrónicos. Somos de los que más tenemos de España, tanto por coste como por número de revistas electrónicas y bases de datos. Estamos destinando casi un millón de euros al año a suscripciones electrónicas y eso es uno de los grandes potenciales, sobre todo para los investigadores.

– ¿De cuántas bibliotecas y salas estudio disponen?

Tenemos cinco bibliotecas. Las salas de estudio no dependen de nosotros, y está bien que sea así organizativamente. En cualquier caso aquí no tendría sentido una biblioteca por centro, por facultad, como ocurre en otras universidades.

Continue lendo:  http://www.diarioinformacion.com/elche/2009/11/12/libro-fisico-ahora-morir-revista-cientifica/950554.html

Sistemas de Gestão de Conteúdo: vale a pena!

Data de publicação no Blog DA ECI: 17/10/2010

Por Felipe

Gerenciar tanta informação com qualidade nos dias atuais não é uma das maneiras mais fáceis de se fazer se você não usa um CMS, aqui no Brasil traduzido como Sistemas de Gestão de Conteúdo.O tema tem chamado cada vez mais atenção e me instiga bastante o quão poderosos são esses sistemas que são capazes de gerir conteúdo eficientemente agregados com um infinidade de extenções e diversos templates grátis para customizar o seu site, seu projeto.

A idéia básica por trás de um CMS é a de separar o gerenciamento do conteúdo do design gráfico das páginas que apresentam o conteúdo. O design das páginas que apresentam os conteúdos, são colocados em arquivos chamados moldes (templates), enquanto o conteúdo é armazenado em banco de dados ou arquivos separados. Quando um usuário solicita uma página, as partes são combinadas para produzirem a página HTML padrão. A página resultante pode incluir conteúdos de diferentes fontes.

Uma das principais características é que há um distanciamento maior por parte do desenvolvedor em relação ao código, o que reduz a margem de erros nos Web Sites produzidos aumentando a produtividade e a confiabilidade dos sistemas desenvolvidos.

Continue lendo: http://infoxzone.wordpress.com/2010/10/04/sistemas-de-gestao-de-conteudo-vale-a-pena/

El Hospital de Parapléjicos instala lectores electrónicos para tetrapléjicos

Data de publicação: 24/09/2010

Data de publicação no Blog DA ECI: 17/10/2010

Por ABC

(Castilla La Mancha) SOCIEDAD-SALUD,SALUD | > AREA: Sanidad y Salud

Toledo, 24 sep (EFE).- La biblioteca del Hospital Nacional de Parapléjicos de Toledo ha incorporado lectores electrónicos para personas con tetraplejia, lo que permite a los pacientes ingresados en el centro acceder a documentos a través de punteros que se manejan con la boca.

Las dificultades de movilidad de las personas con tetraplejia para acceder a un libro se han solventado con la incorporación de varios “eReader” o libros electrónicos en la biblioteca del hospital, que facilitan la lectura a los pacientes con mayores problemas de movilidad, según ha informado la Junta de Comunidades.

La función principal de estos lectores, marca Papyre, consiste en reproducir documentos digitales (libros, periódicos, revistas, etc.)

con una calidad óptima, lo que permite disfrutar de la lectura como lo hacemos en papel.

Esta iniciativa del Servicio de Rehabilitación Complementaria es un nuevo proyecto de la Fundación del Hospital para la Investigación y la Integración, que ha contado con la colaboración de la empresa española Grammata, especializada en el diseño, contenido y comercialización de libros electrónicos.

Continue lendo: http://www.abc.es/agencias/noticia.asp?noticia=529525

Bill Gates donará US$20 millones para modernizar bibliotecas colombianas

Data de publicação: 23/09/2010

Data de publicação no Blog DA ECI: 17/010/2010

Por La Republica

Más de 20 millones de dólares de ayuda recibirá Colombia del empresario estadounidense Bill Gates, para avanzar en el proceso de modernización y sistematización de las bibliotecas del país.

Así lo manifestó el creador de Microsoft, Bill Gates, al Presidente de la República, Juan Manuel Santos, durante la reunión que sostuvieron el jueves en Nueva York, donde el mandatario colombiano asiste a la Asamblea General de las Naciones Unidas.

El fundador de Microsoft, Bill Gates, encabezó la lista de los 400 estadounidenses más ricos que elabora la revista Forbes, mientras el fundador de Facebook, Mark Zuckerberg, sorprendió a todos al superar al gurú de Apple, Steve Jobs.

Gates, de 54 años, quien ha renunciado a las actividades de Microsoft para dedicarse a la filantropía, tiene una cartera con un valor neto estimado de 54.000 millones de dólares.

Fonte: http://www.larepublica.com.co/archivos/ECONOMIA/2010-09-23/bill-gates-donara-us20-millones-para-modernizar-bibliotecas-colombianas_111307.php

Borracharias viram bibliotecas em Minas

Data de publicação: 01/10/2010

Data de publicação no Blog DA ECI: 03/10/2010

Por Jarbas

Criada há oito anos, a Borrachalioteca cresce e inaugura novas unidades, inclusive o Espaço Libertação, no presídio municipal. Projeto desenvolve oficinas de poesia e percussão

Fundar uma Borrachalioteca, ou seja, uma biblioteca dentro de uma borracharia. Essa ideia começou a andar pela cabeça do então estudante Marco Túlio Damascena há 10 anos, quando ele, com 22 anos, passou a trabalhar com seu pai, o borrracheiro Joaquim Escolástico Damascena, numa pequena borracharia na Praça Paula de Souza Lima, no Bairro Caieira, periferia de Sabará. Fica a menos de 30 metros metros do poluído Rio das Velhas. Como era de se esperar, o “velho”, a princípio, não achou nenhuma graça naquele projeto, pois onde já se viu uma coisa daquelas, misturar livros com pneus? É claro que não daria certo. Mas Marco Túlio, que é tão cabeça dura quanto o pai, continuou insistindo. Coração mole, Joquim acabou cedendo.

Estava nascendo, a partir desse pequeno embate familiar, um dos projetos culturais mais originais de Minas, a Borrachalioteca de Sabará, que hoje, oito anos depois da sua fundação, além de ser reconhecida em todo o país, se transformou numa associação: o Instituto Cultural Aníbal Machado. O nome foi dado em homenagem ao escritor, filho da terra, autor de obras-primas como Tati, a garota. Atualmente conta com mais três unidades: a Sala Son Salvador, que funciona no Bairro Cabral; o Libertação pela leitura, dentro do presídio municipal de Sabará; e a Casa das Artes, também no Bairro Caieira. Recém-inaugurado, este novo espaço abriga, além da Cordelteca Olegário Alfredo, uma biblioteca infanto-juvenil, com cerca de 5 mil títulos, doados pelo Centro de Educação, Leitura e Escrita, da Faculdade de Letras da UFMG, e ainda os grupos Arautos da Poesia e Tambores Gerais, com mais de 40 integrantes.
Na Borrachalioteca, que continua funcionando no local de origem, estão em fase de catalogação quase 10 mil livros, dos mais diversos gêneros, à disposição da comunidade de Sabará. Ali, às quartas-feiras, ocorrem as Tardes culturais, voltadas para as escolas da região, quando são realizadas sessões de leitura, declamação de poemas e contação de histórias com as professoras Aguida Alves, Lourdinha Reis, Márcia Reis e Izabela Cristina. Ao lado, vendo tudo “com bons olhos”, ‘‘seu’’ Joaquim continua remendando os pneus e fazendo seus negócios.

Continue lendo: http://livrosepessoas.blogspot.com/2010/10/borracharias-viram-bibliotecas-em-minas.html?utm_source=feedburner&utm_medium=feed&utm_campaign=Feed%3A+livrosepessoas+%28Livros+s%C3%B3+mudam+pessoas+%3A+%29%29&utm_content=Twitter

A representação da informação imperfeita

Data de publicação: 02/10/2010

Data de publicação no Blog DA ECI: 03/09/2010

Por  Aldo de Albuquerque Barreto

A falta de informação é geralmente referenciada na literatura como uma condição de incerteza demonstrando a falta de subsídios para uma decisão adequada. O termo incerteza aponta para imprecisão e imperfeição no tratar com fatos e ideais. O que se estabelece como incerteza pode, porém estar remetendo a uma circunstância de imprecisão, ruído, não abrangência, conflito e ignorância sobre os conteúdos.

Suponhamos, por exemplo, que se espera descobrir a que horas começa uma determinada conferência em um Congresso. Algumas das respostas que podemos obter são:

Informação direta: A conferência começa às 8 horas.

Informação imprecisa: A conferência começa entre 10 e 11 horas.

Informação incerta: Talvez a conferência comece às 8 horas.

Informação incompleta: A conferência começa lá pelas 8 horas.

Informação titubeante: É provável que a conferência comece às 8 horas.

Informação inconsistente: Disseram que a conferência começa às 8 horas, mas o programa diz que ela começa às 10 horas.

Ignorância total: Não faço a menor ideia do horário desta conferência.

As informações que conseguimos obter podem, portanto, variar de corretas, quando descobrimos exatamente o que queremos saber ou as completamente imperfeitas, seja pela total ausência de dados ou por estes estarem completamente inadequados, irrelevantes e sem prioridade.

A demanda por informação é quase sempre imprecisa, pois o usuário por não conhecer os itens armazenados em um estoque não sabe precisamente o que solicitar. Neste caso os agentes trabalhando para a oferta tem uma importante ação para estabelecer uma escala de necessidades para o receptor. O Google funciona assim para a Internet.

Continue lendo: http://aldobarreto.wordpress.com/2010/10/02/a-representacao-da-informacao-imperfeita/

Y los usuarios dictarán sentencia

Data de publicação: 29/09/2010

Data de publicação no Blog DA ECI: 03/10/2010

Por Jesús

En esto últimos días se ha producido una discusión en la lista de correo IWETEL, a raíz de una entrada en el blog Bibliotecarios 2.o, de N. González, sobre la razón por la cual baja notablemente el número de usuarios de los OPACs y de los webs de bibliotecas. Nieves realiza una interesante y amena recopilación y resumen de varios trabajos recientemente publicados, que llaman la atención sobre este hecho. Una primera característica de estos trabajos, provenientes del entorno anglosajón, es que ofrecen estudios con datos reales, algo que parece ser ajeno a las costumbres bibliotecarias en otros entornos. Y una segunda, y preocupante, es que siguen pensando que la culpa es del otro: si no usan el OPAC es porque no es atractivo… y si no usan los recursos especializados de las bibliotecas es porque no los conocen, luego alfabetización hasta en la sopa… premio para el caballero, como en las ferias.

Pues mira, va a ser que no. De nuevo, el punto de mira apunta hacia donde no corresponde, pero esto parece ser un entretenimiento popular en la comunidad bibliotecaria desde que apareció internet. Un poco de perspectiva histórica no vendría mal. La biblioteca (pública o educativa) ha sido el punto casi único de acceso a la información durante doscientos años, pero eso se acabó el 6 de agosto de 1991. El cambio ha sido progresivo, continuado, pero se ha acelerado en los tres o cuatro últimos años porque los usuarios han abrazado como conversos los servicios y las posibilidades que les ofrece la web social. Posibilidad de crear, de compartir, de participar, a través de interfaces simplificadas, sencillas de usar, y veloces… Y se han encontrado con servicios y productos de información que resuelven sus necesidades de información. En el mundo digital se han acabado muchos monopolios, y uno de los primeros en caer ha sido el del acceso a la información.

La principal pregunta no debería ser en qué mejorar los OPACs. Esa es una pregunta equivocada. Los OPACs sólo se pueden mejorar añadiendo participación y recomendación. Pero la participación no puede esconder que el producto básico que ofrece no satisface a los usuarios. El núcleo del OPAC es una información referencial, incompleta, y local. No soluciona ningún problema, más allá de saber si hay un ejemplar físico cercano y cuándo se puede conseguir (y eso lo hace bastante bien, la verdad). Pero poco más. Los añadidos de enlaces a recursos no son más que un pegote: las interfaces que te ofrecen un vaciado de revista, para que cuando el usuario intente acceder a la misma se encuentra con un muro de identificación, de permisos, o una interfaz completamente diferentes, que les desorienta, no dejan de ser una chapuza que rompe con las normas básicas de arquitectura de información y de usabilidad. No se debería construir un producto de información alrededor de un OPAC: éste sólo debería ser un elemento o recurso más en un entorno orientado a resolver problemas de información. Quizá el problema de base sea que hay que pensar en reconstruir el enfoque y modelo de los sistemas de gestión de bibliotecas, pero eso ya se escapa del alcance de este comentario.

Continue lendo: http://tramullas.com/2010/09/29/y-los-usuarios-dictaran-sentencia/

Piracicaba inaugura novo prédio da Biblioteca Municipal

Data de publicação: 29/09/2010

Data de publicação no Blog DA ECI: 03/10/2010

Por Canal Rio Claro


O prefeito Barjas Negri, acompanhado dos secretários Rosângela Camolese, Arthur Ribeiro e João Chaddad, respectivamente da Ação Cultural, Obras e Ipplap, visita hoje, 29, às 11 horas, o prédio da nova Biblioteca Pública Municipal “Ricardo Ferraz de Arruda Pinto”. Durante a visita as autoridades confirmaram a inauguração do prédio para o próximo dia 29 de outubro.

70 anos de história

A biblioteca foi criada em 02 de maio de 1939, na gestão do prefeito Ricardo Ferraz de Arruda Pinto – interventor municipal nomeado pelo então interventor estadual Adhemar de Barros. Há 71 anos, começou seu atendimento numa sala da Câmara Municipal, com apenas 837 livros e seria a primeira de todo o interior do Estado de São Paulo. Desde então, busca adotar políticas afirmativas, desenvolvendo seu trabalho enquanto espaço cultural ativo. Sua atuação busca consolidá-la como ponto de referência para o desenvolvimento intelectual, científico e artístico, expandindo valores, divulgando a cultura e os costumes da sociedade. Seu primeiro diretor foi Leandro Guerrini.

Idas e vindas

De 1940 a 1945 a Biblioteca foi instalada à rua Governador Pedro de Toledo, hoje, sede Centro do Clube Cristovão Colombo. De 1945 a 1952, ocupou espaço no Teatro Santo Estevão. No período de 1952 a 1965, atendeu ao público à rua Voluntários de Piracicaba, hoje Colégio João Wesley. Na década de 1950, o professor João Chiarini, elabora o projeto-lei para implantação da Biblioteca Infantil o qual é vetado pelo prefeito da época.

Em 1960 a Câmara Municipal, sanciona a Lei 918 de 19/11/60, da “Implantação da Biblioteca Infantil”. De 1965 a 1968 a Biblioteca pública Municipal de Piracicaba ocupa o prédio da rua Prudente de Moraes, hoje Imprensa Oficial e de 1968 a 1988 atende ao público à rua Moraes Barros.

Em setembro de 1988 ocorreu o fechamento da Biblioteca Pública Municipal “Ricardo Ferraz de Arruda Pinto” para a mudança de endereço. Em fevereiro 1989 a Biblioteca Municipal passa a atender ao público à Rua do Rosário, 871, hoje Procuradoria do Estado. Em 1990 é instalada no prédio da Rua do Rosário, 833. Em 18 de abril de 1998 ocorre a inauguração da Biblioteca Infantil “Thales Castanho de Andrade”.

Continue lendo: http://www.canalrioclaro.com.br/index1.php?s=news&idnews=12594

Biblioteca Universitária implanta novo sistema em Portal de Periódicos

Data de publicação: 29/09/2010

Data de publicação no Blog DA ECI: 03/10/2010

Por Agência de Comunicação – Universidade Federal de Santa Catarina

Sendo uma das pioneiras na implantação do serviço de identificação de objetos digitais, a BU da UFSC é uma das primeiras bibliotecas universitárias a implantar o sistema DOI em um Portal de Periódicos. Após estudos e testes realizados na área, a seção que cuida de toda a publicação científica de periódicos da Biblioteca já conta com os serviços que permitem identificação de conteúdos acadêmicos no ambiente digital aos quais são atribuídos direitos de propriedade intelectual.

O que é o DOI

O DOI (Digital Object Identifier) é um identificador alfa-numérico composto por prefixo e sufixo, que oferece infraestrutura de forma a ligar os usuários aos conteúdos acadêmicos dispostos pelos editores, gerenciando a comunicação entre estes e os seus leitores. Além disso, o depósito desse número na agência CrossRef – principal agência de serviço da International DOI Foundation (IDF) -, também pode ser usado na identificação de textos, áudios, vídeos, imagens e softwares.

Para prover a persistência no acesso aos objetos digitais a IDF utiliza o software Handle System. O Handle System gera meios para que os objetos digitais sejam únicos e acessíveis, independente de configurações de rede, mudanças no nome do servidor ou até mesmo se o servidor deixa de existir.

Continue lendo: http://www.agecom.ufsc.br/index.php?secao=arq&id=22854

Desafios das preservação digital de arquivos sonoros

Data de publicação: 29/09/2010

Data de publicação no Blog DA ECI: 03/09/2010

Por Alex da Silveira

O caderno Digital publicou hoje uma excelente matéria sobre o aspecto preservação x digital, que foi observada pelo Bibliotecno.com.br graças a uma de nossas seguidoras no twitter (que recomendamos, @Vivi_biblio). O texto da matéria (leia a matéria completa aqui) aborda a problemática da preservação de arquivos de áudio nos EUA, que se torna preocupante devido ao uso do CD-Rom como suporte, e sua curta durabilidade, e a possibilidade de arquivos estarem corrompidos quando ocorrer o acesso.

Uma frase que merece destaque no texto publicado pelo O Globo Digital é de Sam Brylawski, afirmando que para os acervos digitais é necessário “um trabalho de preservação ativa, não apenas deixar os arquivos e uma prateleira”. A idéia de preservação ativa para bibliotecas brasileiras é algo muito distante a ser alcançado, pois devido as condições financeiras das unidades de informação em nosso país, o que se vê, de um modo geral, é sempre um foco maior na restauração do que na preservação.

E se a preservação para documentos em papel, que não necessita de um ciclo tão curto de intervenções, em muitos casos nem mesmo é feita, imagine falar em algo ininterrupto, um monitoramento constante.

Para melhor entendimento, tomamos como preservação uma “função da biblioteca digital que compreende as atividades de armazenamento da informação em suportes digitais, a manutenção das coleções, o acesso permanente e a difusão de documentos digitais“, “administrando o ciclo de vida do documento digital, com ênfase no acesso de longo prazo à informação digital, conservada em sua integridade“, conforme aponta o livro “A biblioteca digital”, de Anna Maria Tammaro e Alberto Salarelli.

O livro acima citado também aborda o aspecto da vida limitada do suporte, mas também acrescenta um item importante, não mencionado na matéria do jornal, que é a preservação da tecnologia necessária para a leitura dos arquivos. Isto também deve ser pensado para arquivos sonoros, por mais que os padrões deste tipo de arquivo estejam estáveis, já que a tecnologia relacionada ao suporte vem “oferecendo” mudanças constantes. Observe que na matéria do jornal fala-se em CD, contudo, os arquivos sonoros também podem ser armazenados em DVDs, em Blu-Ray Disc, em HDs e outras formas menos populares.

Continue lendo: http://alexdasilveira.com/?p=1085&utm_term=%23bibliotecno&utm_source=twitterfeed&utm_medium=twitter

Livros digitais para cegos buscam espaço na Bienal

Data de publicação: 28/09/2010

Data de publicação no Blog DA ECI: 03/10/2010

Por Denise Dalla Colletta

Empresa quer popularizar formato na Bienal Internacional do Livro em São Paulo

Deficientes visuais têm de quebrar barreiras todos os dias para viverem em um mundo que ainda não é preparado para eles. Atravessar a rua, pegar um ônibus e ir ao médico são tarefas cotidianas, mas que exigem o desenvolvimento de muitas habilidades. Com as atividades básicas superadas, ainda sobram milhares de outros problemas que afligem qualquer pessoa – cegas ou não: passar na faculdade, estudar e ter um diploma, só para citar alguns dilemas. Eduardo da Rosa, de 43 anos, conhece essa realidade dos dois lados. Com a visão perdida em 1991, passou a sentir o mundo de outra maneira e ter que reaprender coisas básicas.

Depois do incidente, ler virou um desafio. Ele teve que aprender a linguagem Braille. Cursou supletivo e até conseguiu bolsa para a faculdade de direito em 2005, na cidade de Jaú, onde vive. “Era muito difícil porque não havia estrutura para mim na faculdade. No começo gravava as aulas e escutava tudo para estudar”, diz. Mas não havia livros para ele até descobrir a Fundação Dorina Nowill, que edita e distribui livros digitais para deficientes visuais.

O livro digital para cegos não é só uma obra escrita transformada em áudio. “O texto está vinculado a um som no formato mp3 e permite que o leitor tenha a mesma facilidade de quem enxerga, índice, sumário e até notas de rodapé”, diz Ricardo Soares, gerente do livro digital da Fundação. O livro segue um padrão internacional chamado “Daisy” (Digital Accessible Information System).

O leitor acessa sua obra por um programa (que pode ser baixado aqui), e nele tem as ferramentas que precisa para realizar a leitura. A maioria das obras digitalizadas pela fundação estão relacionadas à educação, principalmente universitária.

Continue lendo: http://revistagalileu.globo.com/Revista/Common/0,,EMI162834-17770,00-LIVROS+DIGITAIS+PARA+CEGOS+BUSCAM+ESPACO+NA+BIENAL.html

Ser documentalista digital… o no ser

Data de publicação: 27/09/2010

Data de publicação no Blog DA ECI: 03/10/2010

Por M. M. GARRIDO

En la denominada Sociedad de la Información o se es documentalista digital o no se es. Esta afirmación se debe a que la globalización que ha traído consigo la eclosión de la World Wide Web necesita el uso de las nuevas tecnologías para poder hacer frente al caos informativo; poner un poco de orden para que toda esa información sea útil y así favorecer el desarrollo de las empresas e instituciones.

El documentalista, gestor del conocimiento (knowledge manager) o el broker de la información (information broker), como ya se les viene conociendo en Estados Unidos, es una figura clave en una sociedad altamente competitiva como la nuestra, tanto a nivel empresarial como institucional. Un buen uso de la información garantiza a las organizaciones una mejora en la productividad y, por lo tanto, en el escalafón social. También permite recuperar la memoria histórica de una ciudad o país.

Este trabajo puede sonar aburrido, pero, si eres un apasionado de las letras, puede resultar muy satisfactorio, pues se obtienen resultados realmente espectaculares. Se trata de un trabajo muy especializado que tiene que gustar, pues los documentalistas pasan  muchas horas de búsqueda de información, de filtro y análisis de cantidades ingentes de documentos, de escaneo, de audios o visionado de vídeos, para organizar los resultados en bases de datos en los centros de documentación de alguna empresa, organización, administración, televisión, medio de comunicación, etc… Después queda prepararlos para su uso final en forma de libros, anuarios, informes, memorias, estadísticas… que no sólo se podrán encuadernar, sino también colgar en la web o grabarlos en CD, DVD, USB o cualquier soporte de almacenamiento.

Es imprescindible conocer los nuevos sistemas tecnológicos de escaneo, software ofimático, navegación por Internet (principal fuente de búsqueda)… Pero como documentalista digital, además, te vendrá bien poseer algún conocimiento de leyes sobre derechos de autor, para negociar el uso de la información que se acoja a este tipo de licencias. También debes especializarte en búsquedas en la red y te será muy útil saber diseñar páginas web e intranets.

Continue lendo:  http://gacetajoven.com/quiero-ser/ser-documentalista-digital%E2%80%A6-o-no-ser/

El uso de Twitter y Facebook en las bibliotecas

Data de publicação: 27/09/2010

Data de publicação no Blog DA ECI: 02/09/2010

Por Julian Marquina

Cada vez hay más bibliotecas que hacen un uso de las redes sociales para la difusión de sus noticias, de los eventos y actividades que celebran, de fotografías y vídeos para mostrar cómo son y qué hacen, de enlaces de interés para su comunidad… y, sobre todo, un uso para la comunicación con sus usuarios. Por lo tanto podríamos decir que las redes sociales son las herramientas perfectas para la difusión y comunicación de las bibliotecas con su público.

Las bibliotecas ven a las redes sociales como una plataforma que les permiten una comunicación rápida, eficaz y directa con sus usuarios. El problema de estas (las bibliotecas) viene cuando dependen de una administración lenta y arcaica para implementar los beneficios que trae consigo las redes sociales. Las redes sociales son un fenómeno comunicativo en expansión donde hace que cualquier persona, sin necesidad de unos conocimientos extras elevados, pueda interactuar con el resto de personas.

A continuación trataré de responder brevemente a una serie de preguntas que habrá que tener en cuenta a la hora implantar las redes sociales en las bibliotecas. En este caso solamente haré referencia a la red social Facebook y a la plataforma de microblogging Twitter por ser las dos con mayor extensión en su uso. (Dependiendo de la biblioteca y de su público también sería importante tener en cuenta el uso de la red social Tuenti)

Continue lendo: http://www.julianmarquina.es/uso-twitter-facebook-bibliotecas

Sistemas de informação, assimilação do conhecimento

Data de publicação: 27/09/2010

Data de publicação no Blog DA ECI: 02/10/2010

Por Aldo de Albuquerque Barreto

O enfoque sistêmico foi trazido para área de ciência da informação junto com as práticas de organização e controle, que foram a preocupação dominante de uma época em que, armazenar e recuperar o enorme volume de informação produzida a partir de 1945 constituía o problema central desta área. Nesta fase as unidades de informação adaptaram-se perfeitamente ao modelo sistêmico para as funções de armazenamento e recuperação da informação – information retrieval systems.

Na teoria dos sistemas  as funções técnicas estão bem definidas, interrelacionadas e interdependentes. Em uma situação que a necessidade era a ordem e o controle o modelo foi importante dentro das prioridades e das preocupações de uma determinada época.

Porém, considerando a perspectiva de um sistema de maior nível o estudo da produção de estoques seria uma parte no processo de geração de conhecimento,  onde o sistema de armazenamento e recuperação corresponde, somente, a produção dos acervos estáticos, que representam só uma parte na  dinâmica de processo de geração do conhecimento.

Ao tratar da problemática da informação como sistema é preciso notar os conceitos básicos da teoria de sistemas, que indicam os seus elementos formadores como um conjunto de elementos inter-relacionados e interdependentes, que possam ser controlados  pelo sistema.

Neste sentido o conceito de sistema não admite, tecnicamente, que se considere o receptor ou o gerador da informação como um elementos, partes do sistema de informação, pois o sistema não os controla. Eles estão na ambiência do sistema. De outra forma o sistema teria controle sobre estas funções podendo decidir qual a informação seria produzida e qual informação representaria a necessidade do usuário.

Continue lendo: http://lexias.tumblr.com/post/1198229421/sistemas-de-informacao-assimilacao-do-conhecimento

BliblioSESC leva o projeto Leitura na Praça aos bairros de Boa Vista

Data de publicação: 24/09/2010

Data de publicação no Blog DA ECI: 02/10/2010

Por BV News

O Sesc iniciou neste mês de setembro o projeto Leitura na Praça, que consiste na instalação da unidade móvel do BiblioSESC em praças públicas de Boa Vista, com acesso gratuito à população a livros, revistas e outros materiais.

O projeto teve início no último dia 11 de setembro e continuará acontecendo sempre às sextas-feiras, até o dia 26 de novembro, em alguma praça da cidade.

Na semana que antecede o atendimento, uma equipe do Sesc visitará as escolas próximas ao local e fará a divulgação do evento. Alunos e a comunidade receberão um panfleto informativo onde constará um cupom a ser preenchido pelo leitor, que concorrerá ao sorteio de CDs e livros durante a realização do Leitura na Praça.

“O livro é de fundamental importância para o desenvolvimento das sociedades e para o crescimento intelectual do indivíduo. É ele que permite ao ser humano registrar fatos importantes da sua história e repassar tais fatos às sociedades posteriores, atuando como vetor do conhecimento. Além da importância de levar o conhecimento de geração a geração, o livro tem uma importância fundamental na disseminação do conhecimento em uma mesma geração”, define Vera Vieira, supervisora de cultura do Sesc.

Continue lendo: http://www.bvnews.com.br/diversao1345.html

Carro-biblioteca comemora 50 anos visitando bairros carentes de BH

Data de publicação: 21/09/2010

Data de publicação no Blog DA ECI: 02/10/2010

Por  Glória Tupinambás – Estado de Minas

Manhã de terça-feira, no Bairro Diamante. Um caminhão-baú, transportando uma carga valiosa, estaciona numa das esquinas mais movimentadas do bairro, na Região do Barreiro, em Belo Horizonte. Depois de várias manobras cuidadosas, abrem-se as portas para o desembarque de nomes ilustres, como Machado de Assis, Carlos Drummond de Andrade, Jorge Amado e Agatha Christie. A cena, que diariamente muda a rotina de moradores de áreas carentes, se repete há exatos 50 anos na história da capital. Com um acervo de 12 mil obras literárias e revistas, o projeto Carro-Biblioteca comemora cinco décadas levando cultura, conhecimento e diversão para crianças em fase de alfabetização, adolescentes em busca de material de pesquisa para trabalhos escolares, vestibulandos ansiosos com a preparação para as provas e outros amantes da leitura.

Coordenado pela Superintendência de Bibliotecas Públicas da Secretaria de Estado de Cultura, o Carro-Biblioteca atende um público médio de 15 mil pessoas a cada ano. Em três horas de visitas diárias em comunidades que não têm uma biblioteca tradicional, o projeto itinerante abre as portas da literatura e do conhecimento para quem se aventura por entre prateleiras repletas de livros, revistas e periódicos. “É onde o livro encontra o leitor. A iniciativa é uma forma de democratizar o acesso à leitura. A cada três anos, mudamos os bairros beneficiados e percebemos que o projeto ajuda a mobilizar a comunidade para criar bibliotecas e espaços de leitura próprios”, explica a diretora de Extensão e Ação Regionalizada da superintendência, Márcia Caldas de Melo.

Às segundas-feiras, o Carro-Biblioteca pode ser encontrado no Bairro Capitão Eduardo, na Região Nordeste de BH; às terças, no Bairro Diamante, no Barreiro; às quartas, no Vale do Jatobá, também na Região do Barreiro; às quintas, no Bairro Guarani, na Regional Norte; e, às sextas, no Minas Caixa, em Venda Nova. Para fazer um empréstimo, basta confeccionar gratuitamente uma carteirinha, apresentando documento de identidade e comprovante de endereço recente. Cada leitor pode pegar dois livros e uma revista emprestados e o prazo de devolução é de 14 dias. Em caso de atraso, é cobrada multa de valor simbólico: R$ 0,50 por semana de atraso.

Na comemoração do aniversário de 50 anos do projeto, duas ações já consagradas ganham ainda mais força. A primeira é o investimento em obras literárias cobradas nos principais vestibulares de Minas, além de aquisição de novas apostilas preparatórias para os processos seletivos. A segunda é a ampliação da oferta de livros escritos em braile. “A biblioteca itinerante cria leitores e ajuda a fidelizar o público. As comunidades ganham uma fonte de prazer, entretenimento e saber e os resultados são transformadores, pois criamos cidadãos mais conscientes e críticos”, acrescenta Márcia.

Fonte: http://www.em.com.br/app/noticia/especiais/vestibular/2010/09/21/internas_vestibular,180988/carro-biblioteca-comemora-50-anos-visitando-bairros-carentes-de-bh.shtml

Biblioteca é inaugurada no Aeroporto Internacional de Schiphol, na Holanda

Data de publicação: 25/06/2010

Data de publicação no Blog DA ECI: 02/10/2010

Por NICOLA CLARK – New York Times Syndicate

Peter Rasenberg não conseguia se lembrar de quando foi a última vez que tinha lido um livro por prazer. Logo, foi com certa estupefação que o professor escolar canadense se viu em uma enorme poltrona, absorto em uma coleção de contos retirados da estante da biblioteca que ele encontrou aqui, inserida entre as butiques situadas entre o controle de passaporte e o portão de check-in para seu voo para Montreal.

“Eu normalmente não escolheria algo assim”, ele disse, acariciando uma fina antologia de ficção holandesa do século 20 intitulada “In Praise of Navigation”. Mas Rasenberg, 51 anos, cujos pais holandeses emigraram para Ontário após a Segunda Guerra Mundial, disse que o livro estimulou o interesse por suas raízes. Em rota após uma visita de duas semanas à Tanzânia, Rasenberg disse que nunca visitou a Holanda. Sua escala de quatro horas no Aeroporto de Schiphol, perto de Amsterdã, era, por ora, o mais próximo que tinha chegado.

A descoberta casual por Rasenberg da nova Biblioteca do Aeroporto de Schiphol é precisamente a experiência que Dick van Tol, o coordenador do projeto, disse que espera engendrar. Aberta com pouca fanfarra há poucos meses, a biblioteca – a primeira em um grande aeroporto internacional – conta com 1.200 livros em mais de duas dúzias de línguas, todos de autores holandeses ou sobre assuntos relacionados à história e cultura do país.

“Há 18 milhões de passageiros por ano que fazem escala apenas em Schiphol”, aproximadamente 40% do tráfego total, disse Van Tol, que trabalha para a ProBiblio, uma agência sem fins lucrativos que apoia as bibliotecas públicas holandesas. A parada deles, ele disse, costuma demorar em média entre cinco e sete horas. “A maioria dessas pessoas não deixa o aeroporto, de forma que não veem nada da Holanda.”

Continue lendo:  http://viagem.uol.com.br/ultnot/2010/09/25/em-schiphol-um-santuario-improvavel-de-livros.jhtm

MCT terá rede de bibliotecas

Data de publicação: 22/09/2010

Data de publicação no Blog DA ECI: 02/10/2010

Por Jornal da Ciência

Objetivo da Rede de Bibliotecas do ministério é otimizar acervos das unidades de pesquisa vinculadas ao ministério

O Ministério da Ciência e Tecnologia (MCT) instituiu a rede por meio de portaria publicada no Diário Oficial desta quarta-feira, dia 22. O objetivo da rede é “proporcionar funcionamento integrado, otimizando a utilização e a gerência de acervos das bibliotecas, de forma a atender as demandas informacionais dos seus usuários”.

A Rede de Bibliotecas do MCT terá um Comitê Gestor, coordenado pelo Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia (Ibict). Integram ainda o comitê os responsáveis pelas bibliotecas das demais unidades de pesquisa – Centro Brasileiro de Pesquisas Físicas (CBPF), Centro de Tecnologia Mineral (Cetem), Centro de Tecnologia da Informação Renato Archer (CTI), Instituto Nacional de Pesquisa da Amazônia (Inpa), Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), Instituto Nacional de Tecnologia (INT), Instituto Nacional do Semiárido (Insa), Laboratório Nacional de Astrofísica (LNA), Laboratório Nacional de Computação Científica (LNCC), Museu de Astronomia e Ciências Afins (Mast), Museu Paraense Emílio Goeldi (MPEG) e Observatório Nacional (ON).

O comitê deliberará sobre questões técnicas, com quorum mínimo de cinco representantes das bibliotecas, mais o coordenador. O trabalho do comitê deverá estar focado em “promover e articular a realização de eventos de capacitação e promover atividades que proporcionem o compartilhamento de conhecimentos e experiências entre as equipes das bibliotecas” dos institutos de pesquisa.

Fonte: http://www.jornaldaciencia.org.br/Detalhe.jsp?id=73624

Ex-catadora de papel mantém biblioteca com 22 mil livros

Data de publicação: 24/09/2010

Data de publicação no Blog DA ECI: 26/09/2010

Por Almanaque Brasil

Em 1998, a mineira Vanilda de Jesus Pereira sofreu um derrame cerebral. Impossibilitada de retomar o trabalho de babá, passou a recolher papéis nas ruas. Havia um tipo, porém, que não servia à reciclagem: os livros. Hoje seu acervo reúne cerca de 22 mil títulos, disponíveis na biblioteca Graça Rios, que fundou na favela de Paquetá, em Belo Horizonte.

DesdE muito cedo Vanilda manifestava interesse pela literatura, apesar de ter estudado apenas até a sexta série. O pai, analfabeto, achava leitura coisa à toa. Mulher tinha que aprender a cozinhar e a ser boa esposa.

Em 1977, aos 14 anos, a menina foi trabalhar como babá. Certo dia, esqueceu de fazer uma tarefa. A patroa encontrou-a com um livro aberto: “Onde você quer chegar lendo?”, esbravejou. Foi demitida. Com o dinheiro que dispunha, tratou de comprar o livro da discórdia – Escrava Isaura. “Queria terminar de ler a história, uai…”. Quinze dias depois, a prima da ex-patroa a contratou. Além do novo emprego, ganhou passe livre para a biblioteca da casa. “Aqui você pode ler tudo.”

A cada salário, mais livros. Guardava-os embaixo da cama. Com o tempo, o espaço ficou pequeno. Em vez de livrar-se dos títulos, alugou um barraco para abrigá-los. Em 2002 um jornalista descobriu o espaço. Só então Vanilda deu-se conta de que possuía uma biblioteca. Aprendeu a catalogar os livros com a escritora Graça Rios (“Coloquei seu nome na biblioteca para homenageá-la em vida”), e passou a receber doações de outras entidades.

Continue lendo:  http://livrosepessoas.blogspot.com/2010/09/ex-catadora-de-papel-mantem-biblioteca.html?utm_source=feedburner&utm_medium=feed&utm_campaign=Feed:+livrosepessoas+(Livros+s%C3%B3+mudam+pessoas+:+))&utm_content=Twitter

Bibliotecas Municipais de Cubatão têm novos livros à espera dos leitores

Data de publicação: 26/09/2010

Data de publicação no Blog DA ECI: 26/09/2010

Por Morgana Monteiro

São quase 300 títulos diferentes, com destaque para Literatura Infantil. Os livros foram adquiridos com investimento do Governo Municipal e são, também, fruto de doações

O tempo em que Biblioteca Municipal era sinônimo apenas de livros de pesquisa já passou. As bibliotecas se modernizaram e é possível encontrar nas prateleiras romances de autores contemporâneos, títulos que muitas vezes figuram no topo da lista dos mais vendidos em livrarias de todo o Brasil. Em Cubatão, essa história não é diferente. E a Biblioteca Central da cidade vai além: está disponibilizando só este mês 279 novos títulos, fruto de investimento do Governo Municipal e de doações recebidas da Secretaria de Cultura do Estado.

Destaque para a renovação do acervo infantil. São 90 livros de escritores importantes como Eva Furnari, Ana Maria Machado, clássicos como “Poemas para crianças” de Fernando Pessoa, “Lili inventa o mundo” de Mário Quintana, “O mistério do coelho pensante” de Clarice Lispector e “Zoo” de Guimarães Rosa. A remessa inclui, ainda, títulos juvenis e adultos de autores de primeira grandeza tais como Moacyr Scliar, Nelson Rodrigues, Nelson Mota, Alice Ruiz (que recentemente esteve na Biblioteca de Cubatão participando do projeto Viagem Literária).

Para ter acesso a um dos títulos é fácil: basta se cadastrar na Biblioteca Municipal Central que fica na av. 9 de Abril, 1977. É preciso levar documento de identidade original e comprovante de residência. Os leitores podem, também retirar os livros nas outras unidades da Biblioteca que funcionam no Jardim Casqueiro, Jardim Costa e Silva (UME Padre José de Anchieta) e Vila Nova (UME Bernardo José Maria de Lorena).

Continue lendo: http://bibliotecacubatao.blogspot.com/2010/03/bibliotecas-de-cubatao-recebem-mais-de.html

¿Por qué baja el número de visitas a los catálogos y webs de las bibliotecas?

Data de publicação: 23/09/2010

Data de publicação no Blog DA ECI: 26/09/2010

Por NievesGlez

Un compañero de bibliotecas universitarias nos lanzaba recientemente esta pregunta: “Estamos observando un descenso en el número de consultas, tanto a nuestro catálogo como a la página web de nuestra biblioteca en los últimos años… me inclino a pensar que la explicación estará en los algoritmos de búsqueda de los grandes motores de búsqueda como google, que muestran directamente la información sin que el usuario necesite acceder a la fuente de origen, pero ¿y el catálogo?”

Se trata de un tema del que tenía muchas ganas de escribir. Desde hace tiempo estoy recopilando información en mi gestor Mendeley, de los informes que se están publicando sobre el comportamiento de los usuarios de las bibliotecas en relación a los recursos y servicios que ésta les ofrece. ¡¡El tema da para escribir un monográfico!!.

Razones para este comportamiento hay muchas. Por otro lado, se trata de un tema de actualidad máxima ya que las evidencias del decreciente uso de las bibliotecas y sus recursos se ponen de manifiesto en las estadísticas que se publican.

Se trata de un tema de impacto mundial. Fijaros que hasta tiene una entrada en la Wikipedia, aunque se refiere más a las bibliotecas como espacios físicos: Decline of library usage.

http://en.wikipedia.org/wiki/Decline_of_library_usage

Este otro artículo del 76º congreso de la IFLA (From Dominance to Decline? The Future of Bibliographic Discovery, Access and Delivery) si se hace referencia al poco éxito de nuestros sistemas, catálogos y productos on line. http://www.ifla.org/files/hq/papers/ifla76/71-flynn-en.pdf

Las estadisticas de REBIUN lo constatan tambien para nuestro pais. Se observa un descenso generalizado tanto en el número de visitas a la web como en las consultas a los catálogos.

Continue lendo: http://www.nievesglez.com/2010/09/por-que-baja-el-numero-de-visitas-los.html

Biblioteca Digital Internacional para Niños

Data de publicação no Blog DA ECI: 26/09/2010

La misión de la ICDL Foundation (Fundación Biblioteca Digital Internacional para Niños) es entusiasmar e inspirar a los niños del mundo para que se conviertan en miembros de la comunidad global. Niños que comprendan el valor de la tolerancia y el respeto de la diversidad cultural, los idiomas y las ideas, logrando todo esto al poner a disposición de ellos la mejor literatura infantil en línea sin cargo. La fundación lucha por lograr su visión mediante la construcción de una biblioteca digital de libros infantiles destacados de todo el mundo y que apoye a las comunidades de niños y adultos en la exploración y el uso de esta literatura a través de una tecnología innovadora diseñada en asociación con los niños y para los niños.

Confira a biblioteca: http://es.childrenslibrary.org/index.shtml

Un nuevo papel y nuevas oportunidades para las bibliotecas públicas en la era digital

Data de publicação: 24/09/2010

Data de publicação no Blog DA ECI: 26/09/2010

Por Julian_Marquina el Vie

Los 200 congresistas de más de 27 países que participaron en la reunión de ECEI10 celebrada en Bruselas, llegaron a la conclusión de que el papel del bibliotecario no será en el futuro el de un mero custodio de libros, sino que se definirá como un guía por Internet. Sugirieron además a las bibliotecas públicas que hagan una mejor difusión del valor añadido de los servicios que pueden ofrecer a sus usuarios.

El Congreso Europeo de E-inclusión (ECEI10) “Por una Europa digital en las bibliotecas públicas”, una conferencia oficial auspiciada por la Presidencia belga del Consejo de la Unión Europea, se desarrolló en el Parlamento Flamenco en Bruselas entre el 20 y el 21 de septiembre. El Congreso ECEI10 ha sido organizado en el marco del Año Europeo de Lucha contra la Pobreza y la Exclusión Social, así como en el contexto de la nueva Agenda Digital para Europa, ya que ambas políticas tienen en un punto central de sus agendas observar y responder a las retos y oportunidades generadas por una época cada vez más digital, y cuáles son los beneficios sociales, culturales y económicos que pueden aportan.

El programa analizó una amplia gama de áreas, incluyendo las formas en las que bibliotecas públicas pueden colaborar para reducir la brecha digital, el papel que pueden desempeñar para aumentar la accesibilidad a los servicios e información, así como su papel en el apoyo a programas de alfabetización digital.

Fonte: http://www.recbib.es/noticia/un-nuevo-papel-y-nuevas-oportunidades-para-las-bibliotecas-publicas-en-la-era-digital

O livro está morto?

Data de publicação: 22/09/2010

Data de publicação no Blog DA ECI: 25/09/2010

Por  Isabel Coutinho

“Já tivemos a morte do livro, a morte dos autores e, agora, a morte das bibliotecas: então eu não acredito na morte. A verdade é essa!”, diz com o seu apurado sentido de humor o historiador norte-americano Robert Darnton, director da Biblioteca da Universidade de Harvard desde 2007.

Na última edição da Festa Literária Internacional de Paraty (FLIP), no Brasil, o livro e o seu futuro estiveram em destaque. Além de Robert Darnton, discutiram este assunto o historiador Peter Burke e John Makinson, o CEO do grupo editorial Penguin. “Professor Darnton, o livro tal qual o conhecemos hoje é um objecto em extinção?”, pergunta a jornalista e escritora brasileira Cristiane Costa. “Não é a primeira vez que me fazem essa pergunta…”, responde o autor de “The Case for Books: Past, Present and Future” (com tradução na editora brasileira Companhia das Letras, “A Questão dos Livros: Passado, Presente e Futuro”).

“A pergunta costuma ser seguida da questão: ‘Está o livro morto?’ Isso lembra-me sempre um dos meus grafitos preferidos na casa de banho dos homens na Biblioteca da Universidade de Princeton. Alguém escreveu na parede: ‘Deus está morto’, assinado Nietzsche. E alguém escreveu a seguir: ‘Nietzsche está morto’, assinado Deus. Não penso que o livro esteja morto. Foi declarado morto tantas vezes que só pode estar vivo.”

Este historiador, especialista na história do livro, tem coleccionado estatísticas. Sabe que cada ano são publicados mais livros impressos do que no ano anterior (há uma excepção: 2009, ano desastroso em todo o lado). “Mais um milhão de novos livros serão publicados este ano em todo o mundo. É absurdo declarar que o livro está morto! Se olharmos para a história do livro e da comunicação, uma das lições a tirar é que um ‘media’ não substitui os outros”, diz. A rádio não matou os jornais, a televisão não matou a rádio, o cinema ainda continua forte apesar de termos a Internet. Claro que é importante reforçar que o futuro será digital, acredita, mas isso não significa que o livro impresso esteja morto. Acha que vamos passar por um período de transição e que teremos que inventar novas formas em que o livro digital e o livro analógico se completam. Para Robert Darnton, esse vai ser o futuro dos próximos 20 anos: “Depois disso, quem sabe?”

Continue lendo: http://ipsilon.publico.pt/livros/texto.aspx?id=265234

Cientos de libros fueron “abandonados” en plazas y parques de Lima

Data de publicação: 21/09/2010

Data de publicação no Blog DA ECI: 25/09/2010

Por El Comerceio.pe

Esta actividad forma parte de una singular iniciativa del colectivo ALPE, conformado por diez editoriales independientes en el Perú, con presencia en otros cinco países de la región

La Alianza Peruana de Editories compartió libros con transeúntes limeños de una manera muy singular, para promover la lectura en el país y difundir la bibliodiversidad, concepto que alude a la variedad de producciones editoriales en beneficio de los lectores y de la sociedad.

Integrantes de la ALPE se repartieron por equipos y visitaron algunos parques y plazas de la capital, donde abandonaron intencionalmente libros en puntos clave con la esperanza de que alguien los recoja, los lea y, eventualmente, los comparta con quienes prefiera.

El objetivo principal es, ante todo, que los libros circulen por toda la ciudad, y que la gente los deje en lugares públicos de manera similar a cómo los encontró. Para esto, un sello en el interior de cada ejemplar informa a quien se anime a leerlo la intención de los promotores del proyecto.

El inicio de esta circulación de libros se programó para hoy para celebrar el Día de la Bibliodiversidad. Entre los puntos elegidos para poner en marcha la inicitiva figuraron la Plaza de Barranco, el Parque Universitario y la Plaza San Martín. En otros cinco países, como Argentina y Chile, se hizo algo similar.

MÁS LECTORES Y PROMOCIÓN DE AUTORES
Leonardo Dolores (31), director ejecutivo de Borrador Editores, considera que la ALPE contribuye al incremento del interés por la lectura en el país “promocionando autores que de otra forma no saldrían al mercado. Estamos poniendo ese granito de arena”.

“Nosotros le apostamos básicamente al talento de los autores, nuestra directriz está llevada por una cuestión más artística que comercial. Creo que las editoriales grandes tienen otra matiz”, dijo Dolores.

Continue lendo: http://elcomercio.pe/noticia/642664/cientos-libros-fueronabandonados-plazas-parques-lima

Biblioteca Municipal mobiliza população para recuperar acervo não devolvido

Data de publicação no Blog DA ECI: 25/09/2010

Por Jornal Agora Paraná

A Biblioteca Municipal Scharffenberg de Quadros, em São José dos Pinhais, promove, de 20 a 30 de setembro, a 1ª Semana do Perdão. Com o intuito principal de recuperar parte do acervo não devolvido por usuários, a Semana pretende incentivar as pessoas que deixaram de devolver publicações através do perdão da dívida.

“Em média, cerca de 20 livros não são devolvidos por mês. Por isso, o principal objetivo dessa semana é recuperar a maior quantidade possível dos nossos livros”, conta o bibliotecário Vitor Magliocco.

A multa cobrada por cada obra não devolvida é de R$ 0,92 por dia ou a suspensão da carteirinha por 30 dias. O usuário pode ficar com cada livro 15 dias, prazo que pode ser renovado. “Além dos 15 dias, damos dois dias de tolerância antes de iniciar a cobrança da multa, mesmo assim, o número de não devoluções ainda é grande”, complementa Magliocco.

Com um acervo atual de cerca de 76 mil livros, a Biblioteca atende diariamente, cerca de 880 pessoas que emprestam, por mês, aproximadamente 1.900 obras. Somente no mês de agosto, 25 livros não foram devolvidos, o que gera prejuízo para o público. “O principal prejudicado é próprio usuário, que perde a oportunidade de emprestar algumas obras. Para a Biblioteca, o prejuízo também é grande, pois precisamos repor obras que são muito procuradas”, afirma a bibliotecária responsável Luciméri Pauletto Nogueira.

Serviço: A Biblioteca Pública Municipal Scharffenberg de Quadros fica na Praça Oito de Janeiro, no início da rua XV de Novembro. A Semana do Perdão acontece no horário normal de funcionamento, de segunda a sexta-feira, das 9h às 18h. Mais informações: (41) 3381 5845.

Fonte: http://agoraparana.uol.com.br/index.php/cidade/sao-jose-dos-pinhais/2161-biblioteca-municipal-mobiliza-populacao-para-recuperar-acervo-nao-devolvido.html

Bibliotecas recebem doações  do projeto ‘Estação do Livro’

Data de publicação: 20/09/2010

Data de punlicação no Blog DA ECI: 25/09/2010

Por Prefeitura Municipal de João Pessoa

A Prefeitura Municipal de João Pessoa (PMJP), através da Secretaria de Educação (Sedec), está re-estruturando as bibliotecas em três unidades de ensino da rede municipal: as escolas Davi Trindade (Mangabeira), Ruy Carneiro (Mandacaru) e Darcy Ribeiro (Funcionários II). Os novos exemplares são parte das doações de livros feitas ao projeto ‘Estação do Livro’ – que já contabiliza 11 mil edições doadas pela população.

A previsão, segundo o coordenador da Biblioteca Municipal de João Pessoa, Marcos Paulo de Farias, é que esses espaços sejam reabertas no próximo mês de novembro. “Elas funcionarão como pólos interligados à Biblioteca Municipal”, disse.

De acordo com Marcos, essas bibliotecas servirão não somente aos estudantes, mas a toda a população local. Assim, o pessoal do bairro (principalmente pessoas de idade e crianças que não podem se dirigir à Biblioteca Municipal, que funcionará no Conventinho, Centro da cidade) poderá fazer empréstimos de livros nessas escolas. “Se não houver um exemplar ali, faremos a reserva e enviaremos o livro da Biblioteca Municipal”, explicou Marcos.

As escolas também serão ponto de coleta de livros, dando seguimento a uma campanha de arrecadação que começou em março deste ano e que tem dado resultados muito positivos, conforme avaliação do coordenador. “A população abraçou essa causa”, disse. Todo o acervo recebido é levado para o Centro de Capacitação dos Professores (Cecapro), na Avenida Beira Rio, onde passa por um processo de seleção para fins de catalogação. Depois dessa primeira etapa, a equipe responsável faz a higienização e o processamento técnico do material coletado para, em seguida, enviá-lo ao seu destino.

Continue lendo: http://www.joaopessoa.pb.gov.br/noticias/?n=15156

Forro de biblioteca desaba

Data de publicação: 21/09/2010

Data de publicação no Blog DA ECI: 25/09/2010

Por Diário Catarinense

Parte da estrutura, que, segundo os bombeiros, estava deteriorada, caiu sobre 18 mil exemplares

O que era para ser uma manhã tranquila de leitura acabou em pó, entulhos e lágrimas. Pedaços de madeira pelo chão, livros empoeirados e o telhado à mostra. Este é o resultado da queda de parte do forro da Biblioteca Pública Municipal Rolf Colin, de Joinville, ontem pela manhã.

Na hora do acidente, somente 15 dos 30 funcionários estavam na biblioteca, mas nenhum deles estava na área atingida. Após o acidente, o prédio foi interditado.

Segundo o bombeiro João Manoel Machado da Silva, o forro que caiu estava deteriorado.

– A estrutura do telhado está boa. O que desabou foi a parte de baixo, formada por um compensado de madeira para sustentação revestido com PVC. Com o passar dos anos, o material foi estragando e cedeu. A área está isolada para uma avaliação de todo o edifício – diz Silva.

Cerca de 18 mil títulos estavam na área atingida, que abriga o setor de cadastro e empréstimo de livros, mas o acervo não foi prejudicado.

– Não tivemos perdas em relação ao material, apenas ficaram sujos. O mais importante é que não tivemos nenhuma pessoa ferida – diz.

Continue lendo: http://www.clicrbs.com.br/diariocatarinense/jsp/default2.jsp?uf=2&local=18&source=a3047258.xml&template=3898.dwt&edition=15542&section=213

Biblioteca Pública está parcialmente interditada

Data de publicação: 20/09/2010

Data de publicação no Blog DA ECI: 25/09/2010

Por Secretaria de Comunicação (Prefeitura Municipal de Joinville)

Na manhã desta segunda-feira (20/9), a Biblioteca Pública Pref. Rolf Colin foi interditada. O motivo foi uma queda parcial do forro no setor de cadastro e empréstimo de livros. Uma ação rápida dos funcionários e dos usuários evitou outros transtornos e ninguém ficou ferido. No momento do incidente aproximadamente 15 pessoas estavam no local.

A parte do foro que caiu havia sido reformada em 1997 e uma aplicação do foro de PVC foi feita por baixo do foro antigo que era de madeira compensada. A Defesa Civil e os engenheiros da Divisão de Obras da Prefeitura de Joinville vão avaliar os estragos e emitir um laudo técnico com as possíveis causas do incidente.

Segundo a coordenadora das Bibliotecas, professora Alcione Pauli, o atendimento completo só deverá ser retomado após liberação dos engenheiros. “Por enquanto vamos atender parcialmente, para que os usuários possam fazer a entrega de seus livros”.

O prédio da Biblioteca vai completar 55 anos de existência nesta semana. Em 2009, uma reforma emergencial foi realizada no telhado e nas calhas, já que existiam inúmeras infiltrações na estrutura. A parte elétrica também recebeu uma reforma emergencial. A coordenadora destaca que um projeto de reforma completa e ampliação está sendo concluído pelo IPPUJ.

Continue lendo: http://www.oestadorj.com.br/?pg=noticia&id=5629&editoria=Pa%C3%ADs

Um improvável santuário de livros

Data de publicação: 19/09/2010

Data de publicação no Blog DA ECI: 25/09/2010

Schiphol abre sua biblioteca – a 1ª num aeroporto internacional importante

A nova biblioteca tem 12 mil livros em mais de duas dezenas de línguas, todos de autores holandeses

Peter Rasenberg não conseguia se lembrar da última vez que havia lido um livro por prazer. Assim, foi com alguma surpresa que o professor canadense encontrou-se em uma enorme poltrona, absorto em uma coleção de histórias curtas tirada da estante de uma biblioteca que encontrou escondida no meio de lojas entre o posto de controle de passaportes e o balcão de check-in.

“Normalmente não teria escolhido algo assim”, disse ele, acariciando uma antologia de ficcionistas holandeses do século 20 chamada Elogio da Navegação. Mas Rasenberg, de 51 anos, cujos pais imigraram da Holanda para Ontário depois da Segunda Guerra, disse que o livro havia despertado o interesse por suas raízes nas terras baixas. No caminho de uma visita de duas semanas à Tanzânia, Rasenberg disse que nunca havia visitado os Países Baixos. Sua estada de quatro horas no Aeroporto de Schiphol, perto de Amsterdã, por enquanto, era o mais perto que havia conseguido.

A descoberta fortuita de Rasenberg da nova Biblioteca do Aeroporto de Schiphol é precisamente a experiência que Dick Van Tol, coordenador do projeto, disse que esperava proporcionar. Inaugurado discretamente durante o verão no hemisfério norte, a biblioteca – a primeira num aeroporto internacional importante – tem 12 mil livros em mais de duas dezenas de línguas, todos de autores holandeses ou sobre temas relacionados à história e à cultura do país.

“São 18 milhões de passageiros por ano que apenas trocam de voo em Schiphol”, cerca de 40% do tráfego total, disse van Tol, que trabalha para a ProBiblio, uma agência sem fins lucrativos que apoia bibliotecas públicas na Holanda. As escalas demoram em média entre cinco e sete horas. “A maioria das pessoas nunca sai do aeroporto, de modo que não vêem nada da Holanda.”

Continue lendo:  http://veja.abril.com.br/noticia/educacao/um-improvavel-santuario-de-livros

Holanda inaugura primeira biblioteca em um aeroporto

Data de publicação: 25/08/2010

Data de publicação no Blog DA ECI: 25/09/2010

Por M.Fernanda Rodrigues

Ela fica no aeroporto de Schiphol, em Amsterdã, e terá uma boa mostra da cultura holandesa

Esperar em aeroporto não precisa mais ser entediante. Alguns já contam com cinema, mas as cerca de duas horas do filme às vezes não condizem com o tempo que se tem antes do embarque. A Holanda teve uma ideia melhor. Está sendo inaugurada hoje (25), no Schiphol, em Amsterdã, a primeira biblioteca em um aeroporto.

Ela vai funcionar dia e noite e os livros não serão emprestados. O que querem é que a Biblioteca do Aeroporto seja um lugar para as pessoas relaxarem. Lá, encontrarão livros holandeses traduzidos para mais de 29 línguas, música e filmes locais. A iniciativa é da ProBiblio, que contou com a cooperação da Associação de Bibliotecas Públicas Holandesas e do Ministério da Educação. Museus e instituições culturais também ajudaram a formar o acervo

Além dos nove iPads doados pela Apple, outro gadget estará disponível lá. O chamado TankU’ foi criado pela biblioteca pública DOK Delft para permitir que filmes sejam salvos no celular. Assim, os visitantes poderão levar um pouquinho da Holanda com eles ou terminar de assistir ao vídeo no voo.

A Biblioteca do Aeroporto é parte do novo espaço chamado Holland Boulevard, no terminal de embarque, por onde passam mais de 18 milhões de pessoas todos os anos. Há ainda restaurantes típicos, bares, uma galeria de arte, salas com lareira, lojas, salas de massagem, cassino e mais.

Fonte: http://www.publishnews.com.br/telas/noticias/detalhes.aspx?id=59636

Município de Santa Terezinha de Itaipu terá Biblioteca Cidadã

Data de publicação: 18/09/2010

Data de publicação: 25/09/2010

Por Agência de Notícias – Estado do Paraná

O governador Orlando Pessuti autorizou, neste sábado (18), licitação para a construção de uma Biblioteca Cidadã, em Santa Terezinha do Itaipu, a 20 quilometros de Foz do Iguaçu. Ainda pela manhã, o governador esteve em Medianeira e liberou recursos para recape asfáltico para o município e para Serranópolis do Iguaçu.

“A construção da biblioteca é uma reivindicação antiga da prefeita Ana Maria Carlessi, que vem ao encontro das necesidades do município”, afirmou o governador. A biblioteca terá Telecentro, sala de consulta, sala de reunião, acervo de aproximadamente dois mil volumes, equipamentos de informática, áudio e vídeo. O terreno onde a biblioteca será construída foi cedido pela prefeitura.

A secretária estadual da Cultura, Vera Mussi, destacou que o programa Biblioteca Cidadã tem boa receptividade nos municípios. “Os prefeitos estão atentos ao desenvolvimento intelectual dos cidadãos”, disse. Ela destacou que o conjunto de serviços disponibilizados pela Biblioteca Cidadã dá oportunidade de acesso à formação e à informação da população. “A biblioteca ajuda a construir a cidadania”, afirmou Vera Mussi.

Continue lendo:  http://www.aen.pr.gov.br/modules/noticias/article.php?storyid=59253&tit=Municipio-de-Santa-Terezinha-de-Itaipu-tera-Biblioteca-Cidada&ordem=73000

Quatro cidades do interior de MS ganham bibliotecas da FIEMS

Data de publicação: 19/09/2010

Data de publicação no Blog DA ECI: 25/09/2010

Por Fiems – Edição 1503 – 19 de Setembro de 2010

O presidente da Fiems, Sérgio Longen, vai inaugurar, nos próximos dias 24 e 28 de setembro, cinco bibliotecas da Indústria do Conhecimento do Sesi construídas em Amambai, Maracaju, Chapadão do Sul, Paranaíba e Inocência, beneficiando cerca de 113,6 mil habitantes dos cinco municípios. Ao todo, de abril de 2007 a abril de 2010, o Sistema Fiems já entregou 20 unidades distribuídas por 16 cidades do Estado – Campo Grande (3), Três Lagoas (2), Dourados (2), Corumbá, São Gabriel do Oeste, Sidrolândia, Aquidauana, Ponta Porã, Ribas do Rio Pardo, Rio Verde, Naviraí, Nova Andradina, Costa Rica, Iguatemi, Bataguassu e Rio Brilhante.

Segundo Sérgio Longen, além dessas cinco novas bibliotecas, ainda serão construídas outras cinco no interior de Mato Grosso do Sul para levar aos municípios beneficiados mais educação e cultura. “Até o fim de dezembro deste ano, esperamos ter em funcionamento 28 unidades no Estado, que também serão utilizadas para ministrar cursos de capacitação profissional do Senai por meio do EaD (Ensino a Distância) a partir do próximo ano”, informou, completando que, com a entrega dessas bibliotecas, o Sistema Fiems cumpre o papel de levar conhecimento às populações do maior número possível de municípios sul-mato-grossenses.

Continue lendo: http://www.acritica.net/index.php?conteudo=Noticias&id=22190&edicao=1503

Com o uso de computadores, muitos alunos não aprendem a pesquisar em livros

Data de publicação: 20/09/2010

Data de publicação no Blog DA ECI: 25/09/2010

Por Folha.com

Luiz Felipe Pezzino Lugarinho, 12, está no 6º ano do colégio Elvira Brandão, na zona sul de São Paulo. Dentre seus cerca de 30 colegas, é o único que sabe o que é uma enciclopédia, mesmo que não a utilize com frequência. A informação é da reportagem de Fabiana Rewald e Luciano Bottini Filho publicada na edição desta segunda-feira da Folha

De acordo com o texto, com um mundo de informações a apenas um clique, muitos alunos não aprendem a pesquisar em livros, o que preocupa as escolas. “Não é preciso evitar a internet, mas o estudante deve entender a diferença [entre o material impresso e o que está disponível na rede]”, diz Jorge Cauz, presidente da Encyclopaedia Britannica, que concentra 95% das vendas no meio digital.

Para suprir essa falta de costume de pesquisar em livros, o colégio Santa Maria (zona sul de SP) dá aulas sobre como usar a biblioteca. “As crianças se assustam quando ouvem as palavras ‘acervo’ ou ‘lombada'”, conta a bibliotecária Marilúcia Bernardi. Os estudantes aprendem a manusear livros, jornais e revistas.

Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/saber/801482-com-o-uso-de-computadores-muitos-alunos-nao-aprendem-a-pesquisar-em-livros.shtml

Diez consejos para desarrollar las bibliotecas escolares, en la voz de una experta

Data da publicação: 25/09/2010

Data de publicação no Blog DA ECI: 25/09/010

Por Eltiempo.com

La mexicana Claudia Gabriela Nájera, que trabaja desde hace 25 años en el área de bibliotecas, plantea claves para poner en marcha ese espacio de lectura.

Claudia Gabriela Nájera era coordinadora estatal del Programa Nacional de Lectura en su país, México, cuando decidió irse a crear la biblioteca de una escuela oficial de 300 alumnos en una zona de bajos recursos en Chihuahua.

Quería saber de primera mano si lo que se recomendaba desde arriba, desde los programas estatales, podía ponerse en práctica en un sitio de esas características, considerado, además, como problemático. Era un reto que le interesaba, después de veinticinco años de experiencia en el sector educativo.

Al tiempo que daba vida a la biblioteca, Claudia llevó un diario detallado de este proceso que luego publicó en un libro titulado ‘… pero no imposible. Bitácora de la transformación de una biblioteca escolar y su entorno’, publicado por la Editorial Océano.

La experta estuvo la semana pasada en Colombia, dictando charlas en Bogotá y Medellín. En sus primeras palabras aclara que no es bibliotecaria de profesión, sino maestra. Pero lo es de corazón.

¿Cuáles considera ella que son los pasos por seguir si se pretende dar vida a una biblioteca escolar? Esto es lo que recomienda:

1. Ofrecer un espacio. Gestionar un lugar, si la escuela no lo tiene. Por lo general, en las escuelas no existe un espacio de lectura libre y voluntaria, que sea diferente a las aulas. Ese lugar hay que crearlo.

2. Lo siguiente es dar de leer. Tener libros y darles a conocer a los estudiantes y profesores lo que hay. No tiene que empezarse con muchos textos (eso depende de los recursos de la biblioteca), pero algunos libros no pueden faltar, entre ellos, diccionarios, libros de historia del país, de salud y de literatura clásica.

Continue lendo: http://www.eltiempo.com/vidadehoy/educacion/consejo-para-desarrollar-las-bibliotecas-escolares_7924140-1

Vá apanhar o avião, mas antes leia um livro

Data de publicação: 16/09/2010

Data de publicação no Blog DA ECI: 18/09/2010

O aeroporto de Amesterdão, na Holanda, com 18 milhões de passageiros em trânsito por ano, tem uma biblioteca pública

As primeiras discussões sobre a criação da biblioteca tiveram início em 2006, na sede ProBiblio, uma agência sem fins lucrativos que apoia as bibliotecas públicas holandesas, e que fica precisamente nas traseiras do aeroporto, o quinto mais movimentado da Europa. Ao passarem os dias a ver «os aviões levantar e a descer» pensaram: por que não criar uma biblioteca ali dentro? A agência apresentou a proposta um ano mais tarde à direcção do Schiphol e começaram a trabalhar juntos no projecto, em 2008, com um orçamento inicial de 250 mil euros.

«Há 18 milhões de passageiros por ano em trânsito através de Schiphol», cerca de 40 por cento do tráfego total. Em média, estes passageiros esperam entre cinco e sete horas pelo avião de ligação e a maioria dessas pessoas nunca deixar o aeroporto», diz ao «New York Times» Hans van Tol que trabalha para ProBiblio.,

Entre os cais de embarque E e F encontra bancos onde se pode sentar a ler. Os livros devem ser lidos no local e deixados para outros também lerem. A biblioteca também oferece e-livros e músicas de artistas holandeses e compositores que pode fazer o «download» gratuitamente,. A biblioteca também está equipado com nove iPads carregado com conteúdo multimédia, incluíndo fotos e vídeos, que é sobre a cultura holandesa, já que estes milhares de passageiros que nunca põem, na prática, um pé na Holanda. Um livro de visitas digital convida os visitantes a apontar as suas reflexões ou deixar mensagens para companheiros desobedientes.

Mas, nem tudo são rosas nesta terra de tulipas. Os bancos são aproveitados pelos passageiros para dormir, para além dos furtos. Os iPads também tiveram que ser temporariamente desactivados após uso indevido da ligação.

Hans van Tol reconhece que tal é inevitável numa biblioteca cujo único esforço para desencorajar o roubo é um adesivo na capa de cada livro identificando-o como parte da colecção Biblioteca do aeroporto, mas «estamos dispostos a correr o risco».

Fonte:  http://www.tvi24.iol.pt/internacional/aeroporto-amesterdao-biblioteca-aeroporto-tvi24–/1192026-4073.html

Paraná terá cinco novas Bibliotecas Cidadãs

Data de publicação: 15/09/2010

Data de publicação no Blog DA ECI: 18/09/2010

Por Agência de Notícias do Estado do Paraná

O governador Orlando Pessuti autorizou nesta quarta-feira (15) a construção de cinco novas Bibliotecas Cidadãs em Céu Azul, General Carneiro, Ivaiporã, Jardim Alegre e São Pedro do Iguaçu.

Criado pelo Governo do Paraná em 2004, o programa Biblioteca Cidadã oferece equipamentos culturais que promovem a democratização do conhecimento nas regiões mais carentes do Paraná.

O programa é coordenado pela Secretaria da Cultura, em parceria com as secretarias de Obras Públicas e Assuntos Estratégicos, a Biblioteca Pública do Paraná e as prefeituras.

Cada Biblioteca Cidadã conta com acervo inicial de 2 mil livros, computadores com acesso à internet em banda larga, aparelhos de televisão e DVD. Até o final de 2010, mais de 300 municípios serão beneficiados pelo programa

Fonte: http://www.aen.pr.gov.br/modules/noticias/article.php?storyid=59180&tit=Parana-tera-cinco-novas-Bibliotecas-Cidadas

Livro eletrônico chega aos ‘imortais’ de SP

Data de publicação: 17/09/2010

Data de publicação no Blog DA ECI: 18/09/2010

Por Vinícius Queiroz Galvão

Se Maomé não vai à montanha, a montanha vai a Maomé. Foi assim ontem na sede da Academia Paulista de Letras, onde, pela primeira vez, os imortais conheceram a versão eletrônica dos livros que os levaram a ter uma cadeira cativa ali.

Na conversa com o livreiro Pedro Herz, dono da Livraria Cultura, nenhum deles jamais havia ouvido aquele vocabulário antes: iPad, e-pub, Kindle, Adobe Content Server, e-books, tablet, arquivos PDF. “Hein?”, retruca um.

A resistência era proporcional à curiosidade: se haverá mais escritores, como ficam os direitos autorais e qual a sensação de ler na tela eram algumas perguntas.

“Prefiro ler no papel”, diz Herz, com um iPad revestido de capa de livro antigo.

“Não teremos mais edições esgotadas, isso é uma tremenda vantagem”, completa o livreiro, que deixou a turma de escritores boquiaberta ao dizer que ganhara do filho uma máquina de datilografar, daquelas antigas, que se conecta a seu tablet.

Continue lendo: http://www1.folha.uol.com.br/multimidia/videocasts/800072-livro-eletronico-chega-aos-imortais-de-sp-veja.shtml

O mais novo jeito de contar histórias

Data de publicação: 16/09/2010

Data de publicação no Blog DA ECI: 18/09/2010

Por Rafael Kenski

O futuro dos livros pode estar em um novo romance que narra histórias acontecidas há quase 800 anos atrás.

The Mongoliad será divulgado inteiramente pela internet, e pode criar uma nova maneira de se vender ficções. Feito por um time de programadores, videomakers e escritores – incluindo o best-seller Neal Stephenson – ele criará um mundo de ficção em torno da invasão mongol da Europa no século 13.

A cada semana, ao longo de um ano, eles publicarão um capítulo da história pela internet, alguns deles acompanhados de imagens, vídeos e músicas. Os leitores podem participar compilando informações sobre o universo de Mongoliad em um site estilo wiki ou criando narrativas secundárias – os autores avisam que, se forem interessantes, essas idéias dos fãs poderão ser incluídas na história oficial. Os autores também criaram um novo modelo de negócios: os leitores precisarão pagar 6 dólares (por seis meses de fascículos) ou 10 dólares (a história inteira).

Parece uma jogada inteligente, um avanço em relação a várias outras maneiras de se contar histórias pela internet. É como se o Lost assumisse que os fãs importam para determinar o rumo da história, ou como se ARGs criassem um modelo de negócios rentável. Se der certo, pode influenciar até o jornalismo, que ainda hoje não conseguiu um bom meio de cobrar pelas histórias que publica pela internet.

Fonte: http://super.abril.com.br/blogs/tendencias/o-mais-novo-jeito-de-contar-historias/

Bibliotecas recebem modernização

Data de publicação: 17/09/2010

Data de publicação no Blog DA ECI: 18/09/2010

Por Neila Baldi

Até o final do ano serão contemplados todos os 200 selecionados no Edital Mais Cultura de Modernização de Bibliotecas Públicas Municipais

Bibliotecas vão enriquecer seus acervos

Bibliotecas públicas de municípios com até 20 mil habitantes começaram a receber os kits de modernização do Edital Mais Cultura de Modernização de Bibliotecas Públicas Municipais. Até o final do ano, todos os 200 selecionados no edital serão contemplados. Os primeiros caminhões começaram a sair agora em setembro da Fundação Biblioteca Nacional (FBN), no Rio de Janeiro. Ao todo, o Ministério da Cultura (MinC) está investindo R$ 6,8 milhões, através do Programa Mais Cultura, na modernização de bibliotecas públicas municipais de cidade de pequeno porte.

O edital recebeu 926 propostas e habilitou 453 na primeira fase – de análise documental. Do total de habilitados, 230 foram classificadas, ou seja, obtiveram nota igual ou superior ao mínimo exigido (45 pontos). O edital previa a premiação de 100 projetos, mas os recursos foram ampliados e 200 cidades serão contempladas.

Cada kit de modernização é composto de mil livros, mobiliários e itens de ambiência e ainda um Telecentro Comunitário com 11 computadores conectados à internet banda larga, por meio de parceria com o Ministério das Comunicações.

Minas Gerais foi o estado que obteve, entre os 200 selecionados para receber o kit, mais municípios classificados (71), seguido do Rio Grande do Sul (31) e São Paulo (23).

Fonte: http://www.cultura.gov.br/site/2010/09/17/bibliotecas-recebem-modernizacao/

Bibliotecas vão receber revistas culturais

Data de publicação: 16/09/2010

Data de publicação no Blog DA ECI: 16/09/2010

Por Movimento Cultura Brasil

Ministério da Cultura divulgou hoje no Diário Oficial da União os selecionados do Edital Periódicos de Conteúdo Mais Cultura

O Ministério da Cultura (MinC) divulgou hoje (16 de setembro) no Diário Oficial da União (Seção 1, página 10) a lista final dos selecionados no Edital de Periódicos de Conteúdo Mais Cultura. As 12 publicações escolhidas vão compor o acervo de bibliotecas públicas. Ao todo o MinC investiu R$ 5,2 milhões para a aquisição de 7 mil assinaturas de cada uma das publicações.

A seleção pretende popularizar materiais de leitura, estimular o hábito da leitura e despertar o pensamento crítico, disponibilizando a populações urbanas e rurais, freqüentadoras de espaços culturais públicos, publicações com conteúdos diversificados e de qualidade. Por isso, as obras serão distribuídas a bibliotecas públicas, Pontos de Leitura, Pontos de Cultura e outros equipamentos e espaços culturais indicados pelo Ministério da Cultura. Devido à legislação eleitoral, as revistas  só serão enviadas após as eleições.

Revistas, jornais e publicações de quase todas as regiões do país enviaram propostas ao edital. Ao todo foram 62 inscritos. Deste total, 12 foram contempladas – inicialmente seriam quatro, mas o edital previa a ampliação em caso de maior disponibilidade orçamentária.

Continue lendo: http://www.movimentoculturabrasil.com.br/blog/?p=2138

Zila e outros retratos de Edson Nery

Data de publicação: 12/09/2010

Data de publicação no Blog DA ECI: 15/09/2010

Por Nelson Patriota – EscritorAo prosador Edson Nery da Fonseca nunca falta de memória um verso de Dante ou Shakespeare e, especialmente, de Manuel Bandeira, Zila Mamede ou Carlos Drummond de Andrade. Com tal talento, atende por inteiro aos requisitos de homem culto exigidos pelo ex-ministro da Educação Gustavo Capanema (“Um homem culto é aquele que tem sempre um grande poeta ao alcance da mão”).

É sob a guia de Bandeira que Edson Nery, do alto dos seus 85 anos de dedicação à “forte certeza” que toda fé pressupõe, mas também à biblioteconomia e à cultura em geral, reincide no exercício de lembrar e relembrar pessoas, deixando claro que não lhe move outra paixão. Assim já fizera em livros como O Recife revisitado, Vão-se os dias e eu fico e, agora, repetindo uma fórmula já consagrada, no livro Estão todos dormindo, lançado este ano. O título é retirado do conhecido poema bandeiriano Profundamente, que a certa altura diz: “Quando eu tinha seis anos / Não pude ver o fim da festa de São João / Porque adormeci // Hoje não ouço mais as vozes daquele tempo / Minha avó / Meu avô / Teotônio Rodrigues / Tomásia / Rosa / Onde estão todos eles? // — Estão todos dormindo / Estão todos deitados / Dormindo / Profundamente”.

Ao contrário dos mortos evocados pelo poeta de Estrela da Manhã, esses recolhidos por Edson Nery são capturados nos seus afazeres em breves perfis, suficientes, porém, para ressituá-los no nosso tempo, através de um gesto, de uma frase, de uma atitude que se aninhou na privilegiada memória voluntária do autor.

A poetisa Zila Mamede é lembrada em Estão todos dormindo também como bibliotecária que passou pelas classes de Edson Nery. Resumindo essa última faceta da autora de Navegos, Edson sentencia: “Ela era a avis rara numa atividade cheia de grandes ignorâncias gerais especializadas em catalogação e classificação”.

Continue lendo: http://tribunadonorte.com.br/noticia/zila-e-outros-retratos-de-edson-nery/159529

Aquidauana ganha moderno Centro de Documentação

Data de publicação: 15/09/2010

Data de publicação no Blog DA ECI: 15/09/2010

Por: Josemil Arruda

Dentro das comemorações de 40 anos do câmpus da UFMS de Aquidauana, foi inaugurado no último sábado (11) o Centro de Documentação Histórica, contendo documentação de Aquidauana e demais áreas de abrangência da BPRAM – Base de Pesquisas Históricas e Culturais das Bacias dos Rios Aquidauana e Miranda.

Do outro lado da rua

Detalhes coincidentes do local onde está a BPRAM ficaram evidentes durante o evento. A Base está localizada na antiga escola particular Ester Sanches, em frente onde durante muitos anos funcionou a Câmara Municipal de Aquidauana. Como afirmou em sua fala o servidor Lauri Gama. “Eu já era servidor da Câmara quando a mesma funcionava no prédio bem aqui em frente. Quem diria que, muitos anos depois, os documentos do Legislativo fossem atravessar a rua e estarem hoje mantidos em perfeita conservação nesta Base. É uma incrível coincidência”, disse ele a título de curiosa informação.

Sobre o Centro de Documentação

Durante a inauguração, o professor Carlos Martins fez uma explanação sobre as etapas dos trabalhos que culminaram com a inauguração do Centro de Documentação, sob sua coordenação geral. “Foi um longo trabalho que se iniciou por volta de 2001 quando começamos os primeiros trabalhos de pesquisa nos documentos da Câmara Municipal de Aquidauana. Com a parceria do Legislativo e do funcionário Lauri Gama, podemos hoje estar aqui inaugurando o Centro de Documentação, um dos mais moderno do Estado. Aqui temos à disposição para pesquisas, documentos do executivo e legislativo de Aquidauana desde 1907, portanto, um acervo que considero muito rico. Apenas uma lacuna referente à década de 1930 pode ser observada. Este acervo e seu mecanismo de acondicionamento talvez sejam um dos mais ricos e modernos do Mato Grosso do Sul. Foram investidos cerca de R$ 300 mil para a finalização do Centro de Documentação. Com sua inauguração cumprimos o papel mais importante: colocar à disposição da comunidade os documentos que, na verdade, pertencem a todos os cidadãos e assim, reforçar o exercício da cidadania”, afirmou Carlos Martins.

Continue lendo: http://www.msnoticias.com.br/?p=ler&id=48087

Amantes de livros e editoras tentam se adaptar aos e-books

Data de publicação: 14/09/2010

Data de publicação no Blog DA ECI: 15/09/2010

Por The New York Times – Tradução de: Cláudia Lindenmeyer

Auriane e Sebastien de Halleux debatem intensamente o livro “A Garota Com Tatuagem de Dragão”, mas a discussão não se refere ao enredo da obra. O problema é que ela prefere a versão em livro, enquanto ele prefere ler em seu iPad. O casal diz que nesta disputa literária eles jamais irão entrar em acordo.

“Ela fala sobre o cheiro do papel e da sensação de segurá-lo em suas mãos”, explica Sebastien de Halleux, 32, que diz que o conteúdo é o mesmo, não importa o meio. E acrescenta, levemente irritado: “Ela usa a palavra “real”.

Até o final deste ano, 10,3 milhões de pessoas devem adquirir leitores de livros digitais nos Estados Unidos, o que significa uma venda de 100 milhões de e-books, segundo a previsão da empresa de pesquisa de mercado Forrester. É um crescimento considerável em relação aos 3,7 milhões de leitores digitais e 30 milhões de e-books vendidos no ano passado.

Esta tendência está causando caos no mercado editorial. Porém, dentro dos lares, a trama tem um toque pessoal, pois os casais possuem opiniões distintas sobre a “maneira correta” de ler. Na hora de dormir, por exemplo, o casal deita-se lado a lado e enquanto um vira as páginas de um livro iluminadas pelo abajur, o outro faz sua leitura no painel eletrônico de um Kindle ou na tela de LCD de um iPad, sendo que cada um dos dois fica julgando o outro em silêncio.

Embora não existam estatísticas sobre a dimensão desta disputa, a indústria editorial presta atenção e tenta descobrir como comercializar livros para as famílias que leem de formas diferentes.

Algumas livrarias e editoras estão testando a venda casada de livros impressos com e-books a um preço especial. A livraria americana Barnes & Noble começou a oferecer pacotes em junho em cerca de 50 lojas e planeja ampliar o programa até o final deste ano, conta Mary Ellen Keating, porta-voz da Barnes & Noble.

O grupo editorial Thomas Nelson, especializado em livros religiosos, oferece e-books gratuitos junto às cópias impressas de alguns títulos. Tal iniciativa agrada aos leitores que desejam compartilhar livros com a família e amigos e preferem ler em diferentes formatos, explica Tod Shuttleworth, vice-presidente sênior e editor da Thomas Nelson. Os pacotes têm vendido bem e a Thomas Nelson planeja adicionar outros durante a temporada de compras de Natal.

Continue lendo: http://noticias.terra.com.br/educacao/noticias/0,,OI4676928-EI8266,00-Amantes+de+livros+e+editoras+tentam+se+adaptar+aos+ebooks.html

Leitura de mapas e paisagens

Data de publicação: janeiro de 2010

Data de publicação no Blog DA ECI: 15/09/2010

Por Elisa Meirelles

Refletir sobre a organização do espaço em que vivemos é a principal missão da Geografia. Ensine a moçada a viajar por mapas, reportagens e textos literários para chegar lá

Em Santana de Parnaíba, na Grande São Paulo, a professora Julia Pinheiro Andrade, da Escola Castanheiras, propõe à classe do 7º ano a leitura de reportagens de revista sobre mudanças climáticas. Seu pedido é que a turma levante hipóteses sobre causas, consequências e possíveis soluções para o problema. Na capital paulista, Tânia Pinto Figueiredo, da EMEF Conde Pereira Carneiro, incentiva a garotada da 8ª série a examinar imagens da avenida Paulista em diferentes épocas. A ideia é refletir sobre o dinamismo do espaço e o impacto das ações do homem na natureza. Bem longe dali, a 2,9 mil quilômetros da capital paulista, na periferia de Teresina, o professor Roberto Souza e Silva, da EMEF Casa Meio Norte, apresenta aos alunos do 7º ano uma série de imagens de satélite da Terra, desde a visão espacial do planeta até o bairro onde vivem. Estudando e relacionando essas aproximações, a moçada entende as diferentes representações do espaço geográfico.

As três histórias exemplificam algumas possibilidades de leitura na disciplina (leia o quadro abaixo). Estão presentes textos verbais – acadêmicos, jornalísticos e literários – e não verbais – mapas, fotos, imagens, desenhos (leia o infográfico). “Na verdade, quase todos os materiais que circulam na sala de aula são de leitura”, resume Sueli Furlan, professora da Universidade de São Paulo (USP) e selecionadora do Prêmio Victor Civita – Educador Nota 10.

Essa diversidade de fontes tem em comum o fato de descrever ou representar o principal objeto de estudo na área – o espaço, composto de paisagens naturais e culturais, que estão em constante transformação. “Ele traz em si todas as marcas da vida dos homens, indicando as relações existentes entre a sociedade e a natureza”, explica Helena Callai, doutora em Geografia pela USP e professora da Universidade Regional do Noroeste do Estado do Rio Grande do Sul (Unijuí).

A compreensão do que se lê, porém, exige direcionar o olhar da turma para os aspectos específicos da Geografia. Esse esforço deve nortear o ensino das estratégias de interpretação tanto de textos como de imagens nos gêneros mais utilizados. Os caminhos para chegar lá, entretanto, variam nesses dois casos.

Continue lendo:  http://revistaescola.abril.com.br/geografia/pratica-pedagogica/leitura-mapas-paisagens-526502.shtml

Biblioteca no Terminal

Data de publicação: 15/09/2010

Data de publicação no Blog DA ECI: 15/09/2010

Por Movimento Cultura Brasil

Iniciativas para combater o analfabetismo funcional devem ser tomadas não só com crianças e adolescentes, mas com adultos também. Bibliotecas em espaços públicos de grande circulação podem ser uma ferramenta poderosa na promoção da leitura, como mostra projeto de Piracicaba.

Outro projeto com propósito semelhante é a instalação de minibibliotecas em fábricas.

Onde você acha que deveria ter uma biblioteca? Opine.

Confira matéria publicada pelo jornal Gazeta de Piracicaba, em 15 de setembro de 2010

Mais de 500 mil pessoas terão acesso diário a livros de literatura, conhecimento, culinária, infantis e juvenis com a inauguração, amanhã, da biblioteca Máquina do Saber, no Terminal Central de Integração (TCI). A abertura será às 11 horas e o projeto é uma iniciativa da Caterpillar, Prefeitura de Piracicaba, por meio das secretarias de Ação Cultural e Trânsito e Transportes e do Instituto Brasil Leitor (IBL). A proposta tem ainda apoio do Ministério da Cultura.

A biblioteca vai iniciar com 2.125 títulos e, conforme os exemplares forem adquiridos, uma pesquisa com os usuários será realizada para a aquisição de novos livros. “A população tem bom gosto para a leitura e todos estão em permanente aprimoramento profissional e pessoal. Não é verdade que o brasileiro não gosta de ler. Essa é a 10ª biblioteca que inauguramos, a primeira do Estado em um terminal de ônibus”, contou a bibliotecária coordenadora do projeto Maria das Graças Garcia.

As atualizações dos títulos irão ocorrer a cada trimestre. “Vamos atender aos pedidos e também contaremos com os lançamentos das editoras. Todos os livros que vamos emprestar são novos. O objetivo do projeto é a minimização do analfabetismo funcional e o incentivo à leitura por prazer”, disse.

Continue lendo: http://www.movimentoculturabrasil.com.br/blog/?p=2113

E se cada livro publicado tiver um exemplar online?

Data de publicação: 31/08/2010

Data de publicação no Blog DA ECI: 15/09/2010

Por Carlos Nepomuceno

Ao contrário do que se pensa, ter uma cópia online vai gerar mais dinheiro do que não ter, pois tende a aumentar a base de interessados em outros produtos.

Coloquei a polêmica no ar, ao defender o fim do livro impresso.

Provocar é bom.

Um blog é um espaço de provocação para tirar as pessoas do conforto e extrair o que pensam sobre determinado assunto.

Ajudamo-nos todos a pensar juntos e ir avançando sobre o que pensamos, já que a realidade não existe, apenas nos aproximamos dela. E quanto mais nos aproximamos, mais ampla fica.

Defendi que cada livro publicado deve ter um exemplar de graça na internet.

E acho que isso, ao contrário do que se pensa, vai gerar muito mais dinheiro do que não colocá-lo, pois tende a aumentar a base de interessados, leitores, que serão consumidores de outros produtos, que gerem valor.

Os mais reticentes vêem nesse movimento do DE GRAÇA mais um gesto oportunista do brasileiro que não quer pagar nada, da pirataria, de não respeitar o trabalho alheio.

Têm motivos, pois há muito disso, porém não é o caso por aqui. Sugiro mentes abertas para separar o mouse do teclado.

Então, como vai sobreviver a indústria (e seus trabalhadores) que produz hoje os livros impressos?

O problema é que o dar de graça para gerar valor não é algo que surgiu com a Internet.

Veja que o modelo do rádio e da televisão foram baseados justamente nessa lógica: de graça, para vender anúncio. Na época, muito capitalista achou que era um modelo fadado ao fracasso.

Como já nasceu assim, ninguém estranha. E se montou uma mega-indústria em torno dessa lógica aparentemente ilógica de se ganhar dinheiro

Continue lendo: http://webinsider.uol.com.br/2010/08/31/e-se-cada-livro-publicado-tiver-um-exemplar-online/

“Uma biblioteca digital é onde o passado encontra o presente e cria o futuro.”

Data de publicação: 08/09/2010

Data de publicação no Blog DA ECI: 14/09/2010

Por FERNANDO HADDAD Ministro de Estado da Educação

“Portal Domínio Público”, lançado em novembro de 2004 (com um acervo inicial de 500 obras), propõe o compartilhamento de conhecimentos de forma equânime, colocando à disposição de todos os usuários da rede mundial de computadores – Internet – uma biblioteca virtual que deverá se constituir em referência para professores, alunos, pesquisadores e para a população em geral.

Este portal constitui-se em um ambiente virtual que permite a coleta, a integração, a preservação e o compartilhamento de conhecimentos, sendo seu principal objetivo o de promover o amplo acesso às obras literárias, artísticas e científicas (na forma de textos, sons, imagens e vídeos), já em domínio público ou que tenham a sua divulgação devidamente autorizada, que constituem o patrimônio cultural brasileiro e universal.

Desta forma, também pretende contribuir para o desenvolvimento da educação e da cultura, assim como, possa aprimorar a construção da consciência social, da cidadania e da democracia no Brasil.

Adicionalmente, o “Portal Domínio Público”, ao disponibilizar informações e conhecimentos de forma livre e gratuita, busca incentivar o aprendizado, a inovação e a cooperação entre os geradores de conteúdo e seus usuários, ao mesmo tempo em que também pretende induzir uma ampla discussão sobre as legislações relacionadas aos direitos autorais – de modo que a “preservação de certos direitos incentive outros usos” -, e haja uma adequação aos novos paradigmas de mudança tecnológica, da produção e do uso de conhecimentos.

Fonte: http://ateneulondrina.com.br/%E2%80%9Cuma-biblioteca-digital-e-onde-o-passado-encontra-o-presente-e-cria-o-futuro-%E2%80%9D.html/

Leitores de ontem, hoje e amanhã

Data de publicação: 13/09/2010

Data de publicação no Blog DA ECI: 14/09/2010

Por Keila Grinberg

Foi lançado sem muito alarde o livro O historiador como colunista: ensaios para a Folha, do inglês Peter Burke (Civilização Brasileira). O volume reúne uma seleção de textos que ele publicou bimestralmente ao longo de 14 anos na Folha de S. Paulo. Para alguém que, como eu, há dois anos vem enfrentando a tarefa de escrever uma coluna mensal, o livro é um alento.

Burke consegue escrever sobre temas complexos de maneira simples, tanto que torna qualquer tema de história interessante para o leitor de jornal. Ele passeia por temas variados com a leveza de quem quer apenas sugerir temas interessantes para uma conversa de domingo, mas ao mesmo tempo deixa pulgas atrás da orelha daqueles que, por interesse ou dever de ofício, querem ir mais longe – é o tipo de texto que qualquer colunista gostaria de escrever quando crescer.

Burke tem o tipo de texto que qualquer colunista gostaria de escrever quando crescer

O inglês é especialista em história cultural e um dos primeiros historiadores a se dedicar ao estudo da história dos livros e da leitura. Não surpreende que a própria leitura seja um de seus temas favoritos. Em uma das colunas, Burke se pergunta justamente se a leitura teria uma história.

A pergunta tem, de certa forma, uma resposta óbvia: tudo tem uma história, do lixo à limpeza, como mostram os temas de seus próprios artigos. Mas, se é fácil reconhecer a historicidade da leitura, não é tão simples evidenciá-la, j que a leitura não tem um objeto tão definido como o caso dos livros, por exemplo.

Alguém que faz história dos livros pode estudar desde o livro físico – como são impressos, quando deixaram de ser rolos, o tipo de papel usado – até seu comércio e circulação, o que inclui a fascinante história das bibliotecas, públicas e privadas.

Como as pessoas leem?

Mas e a leitura? Burke argumenta ser esta uma questão vaga, maleável e ilusória (p. 228). Como as pessoas leem? Com os olhos, por certo, mas também com os dedos. Nós marcamos livros, amassamos páginas e, para felicidade dos especialistas, sublinhamos, iluminamos palavras com canetas coloridas, escrevemos comentários ao lado de trechos.

Continue lendo: http://cienciahoje.uol.com.br/colunas/em-tempo/leitores-de-ontem-hoje-e-amanha

Emissora de cidade paraibana promove leitura para detentos

Data de publicação: 14/09/2010

Data de publicação no Blog DA ECI: 14/09/2010

Por Ionice Lorenzoni

As coleções de livros do programa Literatura para Todos do Ministério da Educação serão lidas e ouvidas pelos detentos da Penitenciária João Bosco Carneiro e do Presídio Regional de Guarabira, município do agreste paraibano. A partir do dia 24, as obras literárias farão parte da programação diária da Rádio Alternativa Esperança.

Criada em 2006 pelo juiz de direito Bruno César Azevedo, a emissora, comunitária, funciona no Fórum de Guarabira das 7h às 18h. Pioneiro em atividades de promoção da cidadania no município, o juiz Azevedo tem participação direta nas atividades da rádio. No Diário da Execução Penal, o meio-dia, por exemplo, ele informa o andamento de dez processos e comunica, ao vivo, as decisões tomadas. Em outros horários, ele fala sobre direitos do consumidor, funções do Poder Judiciário e cidadania.

A leitura dos livros do Literatura para Todos na Rádio Esperança, segundo Azevedo, vai contribuir para dinamizar a educação nas duas instituições penais, despertar os detentos para o poder da leitura e da escrita, melhorar o vocabulário e ajudar na formação dos cidadãos. O juiz resume a leitura como mais um estímulo à continuidade dos estudos nas prisões.

Hoje, 80 pessoas estudam na penitenciária, divididos em quatro turmas. O estúdio da Rádio Esperança é operado por dois detentos que cumprem pena em regime fechado. Marconi Macena, por exemplo, é operador de estúdio, mas também vende anúncios no comércio e na indústria local. Ele está no último estágio da pena, segundo Azevedo.

Continue lendo: http://portal.mec.gov.br/index.php?option=com_content&view=article&id=15866:emissora-de-cidade-paraibana-promove-leitura-para-detentos&catid=222&Itemid=86

Biblioteca vaticana reabre com maior segurança para proteger patrimônio

Data de publicação: 13/09/2010

Data de publicação no Blog DA ECI: 14/09/2010

Depois de três anos fechada para ser submetida a uma intensa restauração, a Biblioteca Apostólica Vaticana reabre as portas em 20 de setembro com novas medidas de segurança para proteger o extenso patrimônio literário que remonta ao século III.

Vários problemas estruturais obrigaram o fechamento temporário do edifício em 2007 para garantir a conservação dos milhares de documentos que fazem parte dos arquivos e que, a partir de agora, poderão ser consultados de maneira mais fácil.

Os trabalhos foram acompanhados de perto pelo papa Bento XVI e a obra deve ser totalmente concluída dentro de dois anos, garantiu hoje, durante a apresentação da restauração, o cardeal Raffaelle Farina, bibliotecário da Santa Igreja Romana.

Entre as melhorias estão um novo sistema de admissão, um método de consulta de documentos informatizado, conexão à internet, maiores controles de segurança e melhorias estruturais em várias das salas.

“A principal novidade é a informatização do acesso e de outros procedimentos que são realizados habitualmente na biblioteca, graças a um cartão com um microchip que os estudiosos receberão no momento da inscrição”, explicou hoje o prefeito regional da Biblioteca Apostólica, o bispo Cesare Pasini.

Desta maneira, tanto os materiais de consulta quanto os usuários da biblioteca estarão identificados o tempo todo e será possível confrontar os dados de ambos para impedir que os livros e documentos mudem de lugar sem permissão.

Continue lendo:http://br.noticias.yahoo.com/s/13092010/40/entretenimento-biblioteca-vaticana-reabre-maior-seguranca.html

Situação da biblioteca de Catanduva é motivo de reclamações

Data de publicação: 08/09/2010

Data de publicação no Blog DA ECI: 10/09/2010

Por Flavia Promencia – Agência BOM DIA

Local inadequado tornou-se até assunto discutido na Câmara Municipal

A Biblioteca Municipal está instalada em um lugar inadequado para estudos. O lugar não possui claridade, arejamento, e por estar situada no Centro, é um local de muito barulho, o que prejudica os estudantes que procuram o órgão municipal.

Existe um movimento, com apoio dos vereadores Vagner Bersa e Ana Paula Carnelossi pedindo um lugar melhor e entrando em debate com a Câmara, para que as pessoas possam frequentar e realizar suas atividades de pesquisa, e fazer seus trabalhos com tranquilidade em um ambiente mais adequado.

De acordo com informações da Coordenadoria Municipal de Cultura, o projeto para retirar a Biblioteca desse lugar precisa da reforma do prédio do antigo MIS (Museu Municipal) para onde a biblioteca será transferida. O local, depois de reformado, funcionará também uma parte do Museu Municipal (reserva técnica e área expositiva, com parte do acervo). O restante do acervo irá para o Castelinho, construção que está sendo reformada pelo Comdepahc (Conselho Municipal de Defesa do Patrimônio Histórico, Artístico, Cultural e Turístico de Catanduva) junto com a Pinacoteca Municipal.

Lígia Torchetti Ferreira, da coordenadoria de Cultura, diz que tem consciência juntamente com o Prefeito Afonso Macchione do estado em que a Biblioteca se encontra e querem resolver essa situação. De acordo com a Assessoria de Comunicação, a reforma do prédio do antigo MIS (Museu Municipal) deve entrar na pauta de investimentos do próximo ano. Enquanto isso, alunos e estudantes que precisam da Biblioteca, terão de estudar nesse local e aguardar a reforma.

Fonte: http://www.redebomdia.com.br/Noticias/Dia-a-dia/30242/Situacao+da+biblioteca++e+motivo+de+reclamacoes

Reescrevendo as Leis de Ranganathan

Data de publicação: 14/03/2010

Data de publicação no Blog DA ECI: 10/09/2010

por Fabiano Caruso

Ranganathan escreveu cinco leis fundamentais para Bibliotecas, mas estas leis não deveriam vigorar nos dias atuais. Foram escritas em uma economia industrial de escassez, em que as Bibliotecas eram o principal ambiente de conexão das pessoas com os livros. Os livros são importantes, mas o problema da escassez foi solucionado. O desafio atual não está na melhoria da qualidade da conexão das pessoas com os livros. Mas na melhoria da qualidade da conexão entre as pessoas.

O problema deixou de ser como encontrar o livro certo, mas como encontrar a inteligência certa. As redes sociais sempre foram a principal conexão das pessoas com os livros (dos clubes de leitura até os clãs de leitores de Harry Potter).  As pessoas na grande maioria do tempo não buscam livros digitando assuntos aleatóriamente em catálogos, mas porque outras pessoas as indicaram. Seja durante o seu período de formação acadêmica, seja no relacionamento com os familiares, ou porque inspiraram-se pela leitura de outra pessoa.

A Biblioteca 2.0 não é simplesmente sobre o uso de Tecnologias Sociais para promover a disseminação da informação. A Biblioteca 2.0 na verdade é sobre o desafio de conectar inteligências.

Continue lendo: http://fabianocaruso.com/reescrevendo-as-leis-de-ranganathan/

Doação de livros vira pena alternativa no interior de SP

Data de publicação: 26/08/2010

Data de publicação no Blog DA ECI: 09/09/2010

Da Agência Estado

Crimes leves podem ser pagos com doação em Presidente Venceslau.
Até agora, 14 acusados doaram 648 livros infantis à prefeitura.

Quem se envolver em crimes leves em Presidente Venceslau, no interior de São Paulo, terá a chance de optar pelo pagamento de uma pena alternativa inédita no país: a doação de livros infantis para os cerca de 4 mil alunos das 16 escolas municipais. O autor da ideia é o juiz Silas Silva Santos, de 33 anos, titular da 1ª Vara Judicial do Fórum de Presidente Venceslau.

A doação de livros substitui outras penas alternativas, como doação de cestas básicas, prestação de serviços comunitários e pagamento de multas. Para escapar de processos, 24 interessados aderiram à proposta do magistrado desde março. Até agora, 14 acusados doaram 648 livros infantis à Secretaria Municipal de Educação.

“Não há condenação, não há confissão de culpa quando o sujeito adere a essa transação. Há um ajuste entre o autor da infração e o Ministério Público, justamente para evitar o processo e uma eventual pena criminal mais grave”, explica o juiz, lembrando que os envolvidos têm interesse em aderir ao programa porque ficam sem antecedentes criminais. “Quando o sujeito adere não fica registrado antecedente.”

Serão beneficiados os acusados de crimes leves, como calúnia, desacato e lesões corporais leves, condenados a até dois anos de prisão. Além dessas exigências, a medida beneficia réus primários com bons antecedentes.

“Entrego uma lista de livros e ele (acusado) próprio entrega na secretaria. Nós optamos por transformar essa prestação de serviço no que eu chamaria de cesta de livros. O objetivo é formar bibliotecas municipais”, diz Silva Santos.

Fonte: http://g1.globo.com/sao-paulo/noticia/2010/08/doacao-de-livros-vira-pena-alternativa-no-interior-de-sp.html

O futuro será digital

Data de publicação: 05/09/2010

Data de publicação no Blog DA ECI: 05/09/2010

Por Diário as Beiras

Volvidos mês e meio desde a colocação online da Alma Mater, Biblioteca Digital de Fundo Antigo da Universidade de Coimbra (UC), o balanço “é extremamente positivo”. No total, o site já recebeu quase seis mil visitas, o que deixa os responsáveis “satisfeitos”.

Carlos Fiolhais, director da Biblioteca Geral, revela “que o feedback tem sido muito positivo”. “As pessoas têm tido uma reacção muito boa e têm sublinhado a utilidade do projecto”, garante o director.

O projecto Alma Mater, ficou disponível online no passado dia 17 de Julho através do endereço almamater.uc.pt . Encontram-se actualmente disponíveis a qualquer pessoa, em qualquer lugar do mundo cerca de quatro mil documentos e imagens, sendo que apenas estão abrangidas as faculdades de Letras, Direito e Ciências e Tecnologias.

O próximo passo é, segundo Ana Migueis, coordenadora do Serviço Integrado de Bibliotecas da UC (SIBUC),“integrar na Alma Mater, os documentos das outras faculdades”. Neste momento “procede-se já à digitalização de documentos das faculdades de Medicina e Farmácia, que constituirão a Biblioteca Digital das Ciências da Saúde”, revela a responsável.

Continue lendo: http://www.asbeiras.pt/?p=5374

O problema dos livros no Brasil é a baixa demanda

Data de publicação: 01/09/2010

Data de publicação no Blog DA ECI: 04/09/2010

Por Bruno Garcia

Se democratização da leitura é um monte de PDF circulando, isso já acontece há bastante tempo. O futuro do mercado editorial sobre a ótica de uma editora.

Muito se fala sobre a ascensão do livro digital, democratização do acesso à informação e sobre a “conservadora e malvada” indústria (sempre ela!) que deseja manter o status quo e impedir que as pessoas comuns tenham acesso a todo o conteúdo produzido.

As gravadoras ainda enfrentam esta fase enquanto “vilãs”, mas tudo indica que as editoras serão as novas “culpadas” por toda a miséria que ainda existe sob a face da Terra. Tudo porque cometem o pecado de, em pleno ano 2010, insistir em tentar vender livros.

Mas existe um elemento falho neste discurso. Trabalho no mercado editorial e percebo que em todas as discussões sobre os rumos deste setor no Brasil e no mundo, normalmente falta o ponto de vista das editoras. O recente artigo do grande Carlos Nepomuceno é exemplo disso.

Embora compartilhe com ele o mesmo desejo de ver toda e qualquer forma de informação circulando com maior liberdade, fica evidente que as defesas apaixonadas pelo fim do livro impresso (seja por razões econômicas, sociais ou até ecológicas) acabam deixando de lado alguns elementos básicos, que são bem mais determinantes para o livro não se democratizar que apenas a “ganância” de editoras e livreiros, que a todo o custo querem ganhar dinheiro “aprisionando a informação”.

Obviamente, não se trata disso. Tentarei enumerar aqui os elementos que considero bem mais determinantes.

Continue lendo: http://webinsider.uol.com.br/2010/09/01/o-problema-dos-livros-no-brasil-e-a-baixa-demanda/

Projetos educacionais incentivam o hábito da leitura

Data de publicação: 03/09/2010

Dta de publicação no Blog DA ECI: 04/09/2010

Por Ascom SEDF

Parceria contribui para a revitalização de salas de leitura nas escolas da rede pública de ensino do DF
Uma exitosa parceria entre escolas da SEDF com o Projeto Bibliotecas Casas do Saber tem refutado as previsões pessimistas sobre o futuro do livro diante das novas tecnologias. Um exemplo desta ação foi a inauguração da Sala de Leitura Monteiro Lobato, na Escola Classe Café Sem Troco no Paranoá, na quarta-feira (1º/9).

O projeto Casas do Saber desenvolvido pela Rede Gasol tem realizado um trabalho de arrecadação de livros nos postos de combustível do DF. Com a colaboração de voluntários, os livros são selecionados e distribuídos para as bibliotecas beneficiadas. Ademais, os espaços a serem destinados às salas de leitura também recebem manutenção e mobília.

Na Eescola Classe Café Sem Troco, a sala recebeu, além do acervo, estantes, mesas e cadeiras e um computador. A iniciativa favoreceu os 284 alunos da instituição educacional. Para o diretor, Marcelo Soares de Oliveira, a inauguração contribuiu para a valorização da leitura. “Queremos instigar nossos alunos a se tornarem leitores conscientes. Com o novo acervo, nossos projetos de leitura serão consolidados’, comemora.

A escola já desenvolve diversos projetos como o “Centopéia sabida” e o “Diário de bordo”. No primeiro, um dos servidores da escola fantasiado leva uma maleta de livros a cada sala de aula e desenvolve conteúdos de acordo com a disciplina em foco. O outro incentiva o hábito da leitura e da escrita, visto que o aluno pega emprestado um livro e, ao devolvê-lo, narra aspectos da sua vida e observações da obra escolhida.

Continue lendo: http://www.correioweb.com.br/euestudante/noticias.php?id=13744

Crítico britânico discute importância da literatura infantil

Data de publicação: 29/08/2010

Data de publicação no Blog DA ECI: 04/09/2010

Por EUCLIDES SANTOS MENDES

Em entrevista ao caderno “Ilustríssima”, o crítico literário e professor emérito na Universidade de Cardiff, no Reino Unido, Peter Hunt, autor de “Crítica, Teoria e Literatura Infantil” (Cosac Naify, trad. Cid Knipel, 328 págs., R$ 59), analisa a importância reservada aos livros para crianças.

Folha – Em que a literatura infantil se diferencia de outras formas literárias?

Peter Hunt – A grande diferença é que, de algum modo, ela contém alguma ideia sobre a criança ou sobre a infância. Os autores que escrevem literatura infantil estão pensando em alguma ideia sobre a criança. Eles podem escrever para uma criança real que conheçam, sobre o que pensam a respeito das crianças em geral, sobre o que o editor pensa que as crianças são, sobre como as crianças deveriam ser, sobre como eles eram quando crianças ou como um presente para a sua própria infância perdida. Os autores podem adaptar, mudar ou alterar seu estilo ou conteúdo para uma linguagem que as crianças entendam, mas eles são, ainda assim, adultos, e não podem deixar de sê-los quando escrevem. Há sempre um adulto escondido num livro infantil. Isto é complexo. Mas há sempre alguma ideia de criança no livro. Livros infantis não podem ser simples — são escritos por adultos!

Folha – Há complexo de inferioridade na literatura para crianças?

Peter Hunt – Sim, mas somente porque muitos adultos pensam que ela deve ser simples porque é para crianças. Livros infantis têm sido excluídos da história literária: críticos adultos estão muito ocupados sendo adultos e rejeitam (ou têm medo) da sua própria infância. Por isso, olham os livros infantis para baixo, e assim há muita pressão sobre autores infantis e editores para pensarem que eles devem ser inferiores. Além disso, críticos adultos gostam de achar que são uma elite, um grupo de alta classe de intelectuais, enquanto ninguém pode falar sobre livros infantis! Isto está mudando, em parte porque os livros para crianças são agora financeiramente muito importantes para editores. Mais ainda porque as pessoas estão começando a entender que livros infantis são diferentes de livros adultos e não podem e não deveriam ser julgados segundo os mesmos critérios e ideias. Além disso, livros infantis são poderosos e perigosos, sobretudo porque a ideia de um “cânone”, de que alguns livros são “melhores” que outros e que os livros para crianças não são tão bons quanto os clássicos adultos, está desaparecendo. Mais e mais, livros são julgados não por comparação, mas pelo que eles fazem. Por isso, nenhum é inferior ou superior. (Há também o problema de que as mulheres são muito importantes na literatura infantil -escrevem, publicam e dão livros às crianças- e, em muitas sociedades, elas são ainda consideradas inferiores.)

Confira o resto da entrevista: http://www1.folha.uol.com.br/ilustrissima/789556-critico-britanico-discute-importancia-da-literatura-infantil.shtml

Liberdade por meio da leitura

Data de publicação: 02/09/2010

Data de publicação no Blog DA ECI: 04/09/2010

Penitenciária de Joinville arrecada livros e incentiva presos a estudar

Muito mais do que arrecadar livros e deixá-los à disposição dos presos, a direção da Penitenciária Industrial de Joinville quer dar aos detentos a chance de, pela leitura, conhecer novos mundos.

Com mais de dois mil exemplares disponíveis, a biblioteca da penitenciária se tornou um local de aprendizado para os presos. E é por meio da leitura que a comunidade pode ajudar com doações de livros para a instituição.

Segundo o diretor da prisão, Richard Chagas dos Santos, a principal ideia é viabilizar a qualidade penal do indivíduo e aprimorar seu retorno à sociedade. “Essas atividades recreativas e educativas proporcionam ao apenado o desenvolvimento da inteligência, favorecendo o bom comportamento. Assim, é possível alcançar um melhor espaço na sociedade e minimizar o tempo de segregação”.

Ele comenta que os resultados da leitura têm surtido efeito positivo em toda a penitenciária. “Temos como exemplo apenados que começaram com simples leituras e hoje terminaram o ensino médio. Ingressaram até em ensinos superiores”, explica o diretor.

O detento Arnaldo Machado Júnior não abre mão dos livros. “Depois que aprendi a gostar de ler, me tornei uma pessoa muito melhor, mudei meu modo de ser e de pensar. Hoje, sei que sou outra pessoa, graças aos livros”. Ele conta que as pessoas ao seu redor também notaram a mudança. “Família e amigos entenderam que se pode evoluir muito intelectualmente com um simples livro.”

Fonte: http://www.clicrbs.com.br/anoticia/jsp/default2.jsp?uf=2&local=18&source=a3026092.xml&template=4187.dwt&edition=15415&section=2003

Aparecida do Taboado terá Biblioteca da Indústria do Conhecimento do Sesi

Data de publicação: 02/09/2010

Data de publicação no Blog DA ECI: 04/09/2010

Por Daniel Pedra

O presidente da Fiems, Sérgio Longen, anunciou a construção da unidade durante reunião com o prefeito André Alves Ferreira

Em reunião com o prefeito de Aparecida do Taboado, André Alves Ferreira, o presidente da Fiems, Sérgio Longen, anunciou a construção de uma Biblioteca da Indústria do Conhecimento do Sesi no município para atender reivindicação da classe política local e também do vice-presidente de finanças da CNA, Ademar da Silva Júnior. “Até o fim de dezembro deste ano, esperamos ter em funcionamento 28 de um total de 30 unidades no Estado, que também serão utilizadas para ministrar cursos de capacitação profissional do Senai por meio do EaD (Ensino a Distância)”, informou.

Sérgio Longen informou que o Sistema Fiems já inaugurou 20 bibliotecas da Indústria do Conhecimento do Sesi distribuídas por 16 cidades de Mato Grosso do Sul – Campo Grande (3), Três Lagoas (2), Dourados (2), Corumbá, São Gabriel do Oeste, Sidrolândia, Aquidauana, Ponta Porã, Ribas do Rio Pardo, Rio Verde, Naviraí, Nova Andradina, Costa Rica, Iguatemi, Bataguassu e Rio Brilhante. Além disso, neste mês de setembro, ele vai inaugurar as unidades de Paranaíba, Inocência, Maracaju, Amambai e Chapadão do Sul, totalizando 25 unidades.

Após essas inaugurações, terão início as obras de mais três unidades, sendo uma em Aparecida do Taboado, e depois serão definidas outras duas para atingir o total de 30 bibliotecas entregues. “Precisamos apenas que o prefeito encaminhe imediatamente o Projeto de Lei à Câmara Municipal pedindo autorização para ceder um terreno de 1.000 metros quadrados para essa finalidade. Toda a construção e equipamentos serão viabilizados pelo Sesi, apenas a manutenção ficará a cargo da Prefeitura”, avisou.

De acordo com ele, a biblioteca será equipada com aparelhos de ar condicionado, mesas, cadeiras e 10 computadores com acesso à Internet, além de acervo com 1,6 mil livros e dezenas de CDs e DVDs. “As obras começaram assim que o prefeito liberar o terreno e deverá ser inaugurada ainda este ano”, prometeu. Em nome de toda a população aparecidense e do Legislativo Municipal, o prefeito André Alves Ferreira agradeceu ao presidente Sérgio Longen e também a Ademar Júnior por terem envidado esforços no sentido de beneficiar o município com esse presente.

Fonte: http://www.pantanalnews.com.br/contents.php?CID=59780

Programas governamentais que oferecem livros a escolas públicas

Data de publicação no Blog DA ECI: 04/09/2010

Por Paula Nadal

Conheça os projetos nacionais e estaduais que ajudam o diretor a organizar um bom acervo literário para as bibliotecas e salas de leitura das escolas da rede pública

Um dos primeiros passos para transformar a escola em uma verdadeira comunidade de leitores é contar com um bom acervo. Programas coordenados pelo Ministério da Educação e pelas Secretarias Estaduais de Educação ajudam os gestores escolares nessa tarefa, seja pela doação de livros, ou ao oferecer recursos para que as próprias escolas adquiram os títulos das bibliotecas e salas de leitura.

Fique atento às regras de cada programa e não deixe de garantir o acesso de toda a comunidade escolar aos livros.

Para conhecer os projetos de distribuição e de aquisição de acervo em cada estado brasileiro, clique nas regiões no mapa ao lado. E conheça, abaixo, o PNBE, que atende a todas as unidades da federação.

Saiba mais: http://revistaescola.abril.com.br/politicas-publicas/planejamento-e-financiamento/programas-governamentais-oferecem-livros-escolas-581764.shtml

Biblioteca comunitária perto da escola melhora desempenho do aluno, diz pesquisa

Data de publicação: 31/08/2010

Data de publicação no Blog DA ECI: 04/09/2010

Por Carolina Stanisci – Estadão.edu

Estudo feito por pesquisadores do Ipea concluiu que taxa de abandono caiu pela metade e aprovação subiu

Pesquisa divulgada na última terça-feira concluiu que o rendimento de alunos de escolas no entorno de bibliotecas comunitárias é maior do que a média. O impacto da leitura na vida dos estudantes repercutiu tanto na taxa de abandono, que diminiu, como na aprovação, que aumentou.

O estudo, encomendado pela ONG Ecofuturo a pesquisadores do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), analisou 41 bibliotecas localizadas nos estados da Bahia e Pernambuco participantes do projeto Ler é Preciso, tocado pela organização não governamental.

Além de indicadores físicos da biblioteca (infraestrutura, conservação das publicações, entre outros), a pesquisa se debruçou, em uma segunda fase, sobre o impacto na vida dos estudantes. E foi onde descobriu números reveladores: entre 2000 e 2005, a taxa de abandono dos alunos diminuiu drasticamente, de 17,1% para 8,8%. Já a taxa de aprovação aumentou de 66,% para 72,7%.

Para Christine Castilho Fontelles, diretora de educação e cultura da Ecofuturo, a pesquisa foi fundamental para saber se as bibliotecas, equipadas com acervos novos de literatura infantil e juvenil pela ONG, estavam sendo bem cuidadas. “A gente queria saber se estava formando o leitor”, conta. “Há uma parceria com poder público, mas não existe cultura de biblioteca, então é importante que a gente interaja criando modelo de excelência.”

O pesquisador do Ipea Ricardo Paes de Barros ficou impressionado com os resultados. Para ele, que usou como comparativo escolas sem bibliotecas comunitárias próximas, chama a atenção o fato de as bibliotecas serem para a comunidade, e não exclusivas para a escola. “Fora do entorno têm redução metade disso”, disse. “São resultados importantes para analisar, já que o Brasil está investindo bem mais em bibliotecas públicas.”

Fonte: http://www.estadao.com.br/noticias/vidae,biblioteca-comunitaria-perto-da-escola-melhora-desempenho-do-aluno-diz-pesquisa,603206,0.htm

O que você acha: o iPad e o Kindle vão matar o livro impresso?

Data de publicação: 04/08/2010

Data de publicação no Blog DA ECI: 04/09/2010

Por Clayton Melo

No Fórum Econômico Mundial de Davos, em 2008, um especialista fez conjecturas sombrias sobre os principais acontecimentos dos próximos 15 anos no mundo. Um deles é o fim do livro.

Um dos principais roteiristas de cinema da atualidade, o francês Jean-Claude Carrière – parceiro freqüente do diretor Luis Buñuel (“Esse obscuro objeto de desejo”) – parte desse ponto para refletir com o escritor italiano Umberto Eco (“O nome da rosa”) e o jornalista Jean-Philippe de Tonnac sobre o que a revolução tecnológica reserva para esta que é essa uma das maiores aventuras humanas: o livro.

Com os leitores de livros eletrônicos e os tablets – especialmente o Kindle, iPad e similares -, o livro impresso está fadado à extinção?, perguntam-se Carrière e Eco, também bibliófilos e amantes da palavra escrita.

Passeio pela cultura

Provocadora, a questão permeia silenciosamente a conversa entre eles em “Não contem com o fim do livro” (Editora Record), mas não é a principal preocupação deles. É antes um pretexto para uma viagem pela história do livro e da cultura ao longo dos séculos.

Mediados por Tonnac, Eco e Carrière valem-se das interrogações diante do futuro do livro impresso para, primeiro, reiterarem a certeza da sobrevivência de uma invenção que sobreviveu à Inquisição e outras fogueiras. E – aqui está a meu ver o grande achado dos diálogos entre Eco e Carrière – uma reflexão sobre as escolhas que a civilização fez a respeito de sua própria memória, ou seja, as razões que levaram o homem a preservar para a posteridade certos livros e autores em detrimento de outros e, assim, perpetuar uma certa visão de si mesmo.

Para eles, a cultura é, nesse sentido, tudo aquilo que ficou, em substituição ao que foi lançado no esquecimento. Numa época marcada pela revolução tecnológica e transformações profundas no comportamento da sociedade, não deveríamos nos fazer a mesma pergunta?

Continue lendo: http://idgnow.uol.com.br/blog/navedigital/2010/08/04/conversas-sobre-ipad-kindle-e-o-possivel-fim-do-livro/

Material digital constrói história humana

Data de publicação: 01/09/2010

Data de publicação no Blog DA ECI: 04/09/2010

Por Diego Braga Norte – Folha de S. Paulo

Vídeos, posts em blogs e tuítes são parte importante da composição da identidade contemporânea, diz historiador

No entanto, quantidade enorme de dados cria um novo problema: exige seleção e edição pelos pesquisadores

Em 5 de novembro de 2008, pouco depois de confirmada sua vitória nas urnas, o recém-eleito presidente americano Barack Obama postou em seu Twitter [twitter.com/BarackObama]: “Nós acabamos de fazer história. Tudo isso aconteceu porque vocês dedicaram seu tempo, talento e paixão. Tudo isso aconteceu por causa de vocês. Obrigado“.

Não só o fato virou história, mas as palavras escritas no microblog também.
Isso porque a Biblioteca do Congresso dos EUA [www.loc.gov] firmou um acordo com o Twitter e passou a arquivar todas as mensagens enviadas desde a entrada do serviço no ar, em março de 2006. Além de tuítes, na seção de coleções digitais [tinyurl.com/2knoku] a biblioteca também se dedica a guardar outras informações em forma digital.

Para o historiador Pedro Puntoni, professor da USP [Universidade de São Paulo] e coordenador da Brasiliana, a biblioteca on-line da instituição, o material digital produzido hoje representa parte importante da construção da cultura e da identidade contemporânea. No entanto, a quantidade enorme de dados cria um novo problema: exige seleção e edição.

“Todo problema arquivístico passa por uma questão física, de descarte. A biblioteca é uma extensão da memória humana. E a memória exige o esquecimento. Se não, é uma patologia não esquecer. Guardar tudo que se escreve no Twitter para quê?”, questiona Puntoni.

Continue lendo: http://ebookpress.wordpress.com/2010/09/01/material-digital-constroi-historia-humana/

A digitalização dos livros

Data de publicação: 30/08/2010

Data de publicação no Blog DA ECI: 30/08/2010

por Renato Cruz

Entrevista com John Thompson, professor de sociologia em Cambridge e autor do livro Books in the digital age, feita por correio eletrônico, sobre o futuro do livro.

Qual é o impacto da digitalização na indústria do livro?

Thompson: A revolução digital nas editoras é muito mais complicada do que pensa a maioria das pessoas que não pertence a esse mercado. Não se trata somente dos livros eletrônicos, ou da questão de se os livros físicos vão desaparecer. Esse é somente um aspecto de uma transformação mais profunda, que mudou, e está mudando, a natureza do setor de publicação de livros – o que eu chamo de “revolução encoberta”.

Os livros físicos vão desaparecer?

Thompson: Já que você perguntou, darei a melhor resposta que qualquer um pode dar: ninguém sabe. Muitas pessoas especulam sobre isso, mas a verdade é que ninguém sabe. A revolução digital é uma revolução não somente das editoras, mas dos setores criativos de um modo mais geral, e faz parte da própria natureza das revoluções que ninguém saiba qual será o resultado final. Dessa forma, qualquer um que afirme com grande confiança que os livros físicos vão desaparecer, ou mesmo que os e-books representarão 10% ou 20% ou até 50% do mercado em cinco ou dez anos, está simplesmente chutando – eles simplesmente não sabem.

O que é possível saber então?

Thompson: Os únicos fatos que temos é que, num mundo de publicações de interesse geral, as vendas de livros eletrônicos nos Estados Unidos – que é provavelmente o mais desenvolvido para e-books – foram mínimas até 2006, e depois, com o lançamento do leitor da Sony, seguido do Kindle e do iPad, as vendas de livros eletrônicos subiu significativamente no período de 2007 até o começo deste ano.

Mesmo assim, as vendas de e-books representam uma fração pequena das vendas totais nos EUA – provavelmente menos de 2%, dependendo de como se façam os cálculos.  Muito provavelmente as vendas de e-books continuarão a subir nos próximos anos, conforme mais e melhores leitores cheguem ao mercado e os preços caiam. Mas ainda é muito cedo para dizer como o padrão de vendas mudará em dois ou três anos, sem falar em cinco anos. O crescimento pode acelerar conforme mais pessoas se tornam acostumadas a ler livros em equipamentos portáteis de vários tipos, ou pode desacelerar – como aconteceu, por exemplo, com os audiolivros. Neste momento, simplesmente não sabemos.

Confira o resto da entrevista: http://www.blogmidia8.com/2010/08/digitalizacao-dos-livros.html

Pequeno, mas levado a sério

Data de publicação: 28/08/2010

Data de publicação no Blog DA ECI: 30/08/2010

Por Antonio Gonçalves Filho – O Estado de S.Paulo

Um dos principais estudiosos dos livros dedicados a crianças, o britânico Peter Hunt – de quem chega ao País Crítica, Teoria e Literatura Infantil – fala [br]sobre o gênero e discute seu futuro na era da internet

Nos congressos de profissionais ligados ao livro para crianças, as sessões menos concorridas são as que apresentam conferencistas falando sobre teoria e crítica, diz o estudioso inglês Peter Hunt, de 65 anos, uma autoridade em literatura infanto-juvenil, cujo livro Crítica, Teoria e Literatura Infantil acaba de ser lançado no País pela Cosac Naify. Hunt, professor emérito da Universidade Cardiff, pai de quatro filhas, todas grandes leitoras incentivadas por ele, conta que escreveu a obra numa época em que um “maremoto de teorias” cobria as estantes das bibliotecas universitárias britânicas, isto é, no começo de 1990, sete anos antes do fenômeno Harry Potter, que não entraria na lista dos favoritos do professor – ele gosta mais de Rudyard Kipling, Quentin Blake e Arthur Ransome. Hunt, aliás, escreveu seu livro justamente para acabar com a crítica intuitiva e vaga de gente que considera a literatura infantil simples e inferior à destinada ao público adulto.

O professor também sempre desconfiou de pedagogos que lhe recomendavam não deixar os livros para criança cair nas mãos dos departamentos de literatura das universidades, assumindo uma injustificável posição anti-intelectual. Há algo errado com acadêmicos que não consideram a teoria da literatura infantil digna de nota, observa. Esse anti-intelectualismo, diz ele, ultrapassa a fronteira acadêmica para dominar até mesmo as associações e federações de livros para crianças, que influenciam as compras governamentais de obras destinadas a escolares, funcionando às vezes como censores – é histórico o caso da ilustradora alemã Rotraut Susanne Berner, que há três anos, por sugestão de seu editor americano, recusou retirar de seu livro infantil a figura de um homem nu, tendo a publicação suspensa. Num país como o Brasil, em que o governo compra um em cada três livros vendidos pelas editoras, pode-se imaginar as proporções do desastre comercial dessa interferência.

Cânone. Hunt não chegou a publicar seu cânone da literatura infantil, como o fez nos anos 1980 a Associação Americana de Literatura Infantil. Não que ele seja inútil, argumenta. Pode ajudar a bibliotecários sob pressão, mas um cânone é sempre restritivo. Impede justamente uma escolha mais criteriosa, sugerida por princípios teóricos básicos. Hunt quer ser o homem que sugere como funcionam os textos para criança e como entendê-los. Parece natural que, instigado a fornecer sua lista de autores básicos, Hunt cite Lewis Carroll, Tolkien ou Roald Dahl, mas também inclua Oscar Wilde e Virginia Woolf, autores associados automaticamente à literatura adulta, embora tenham escrito textos destinados a crianças.

“Algumas das opiniões expressas na primeira edição do livro mudaram, naturalmente, porém mantive o tom polêmico para confrontar ideias que estão muito solidificadas entre os universitários, público ao qual me dirijo”, diz Hunt, para quem a literatura infantil é um laboratório para as teorias literárias. Ele compara, por exemplo, um nome clássico de séculos passados, Jane Austen, com a americana Judy Blume (de Desventuras De Um Irmão Mais Velho, publicado pela Salamandra em 2006), que já tratava de sexo em livros infantis nos anos 1970, concluindo que a segunda talvez tenha influenciado mais gente que a autora de Orgulho e Preconceito (1813). Hunt defende Blume, ainda que tenha lá suas restrições a respeito de outros escritores ousados e suas subversões temáticas – como a italiana Susanna Tamaro, que trata das observações de uma octogenária sobre repressão feminina em conversa com a neta no pouco convencional Vá Aonde o Seu Coração Mandar (Rocco, 2007).

Continue lendo: http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20100828/not_imp601563,0.php

Biblioteca decreta: A internet é coisa antiga, a web vai acabar, o futuro está num aplicativo de smartfone

Data de publicação: 28/08/2010

Data de publicação no Blog DA ECI: 28/08/2010

Por alexdasilveira

INTRODUZINDO AO TEMA

No último dia 15 de agosto, o blog de Aldo Barreto (Pesquisador sênior do CNPq e pesquisador titular no Ibict – http://aldobarreto.wordpress.com) decreta o fim de algo repetido por muitos bibliotecários, mas que já não é uma verdade: Internet é uma nova tecnologia. A Internet com cerca de 20 anos de idade não pode ser encarada como uma nova tecnologia.

Esta visão pode – ou deveria – ocasionar em uma mudança, em que não deveríamos pensar no que a Internet será, como algo abstrato e para futuro, mas no que ela é e nas soluções para “novidades” que já foram implantadas nos últimos 20 anos. Uma dos campos que deve, por exemplo, ser aprofundado e implantado é o do arquivamento da web, já discutido várias vezes neste blog, com a finalidade de encerrar o ciclo de perda de conteúdo, da falta de preservação com a memória da era digital, evitando a perda do conteúdo dos milhares websites que somem da rede ao dia. Neste caso é bom relatar que o arquivamento da web já existe desde a década de 90, várias bibliotecas nacionais, arquivos e universidades já o fazem e que 10 workshops internacionais anuais já foram realizados.

Mas neste artigo o arquivamento da web é só um exemplo de como a Internet não é tão nova assim, aliás, de como muita coisa tida como nova é tão velha que está próxima ao fim. Falamos aqui da constatação (ou provocação, já que muitos veem o caso como um exagero) do Wired, publicada em vários websites brasileiros na ultima semana, de que a web estaria próxima ao fim.

Cabe aqui uma informação para não gerar confusão: WEB (World Wibe Web ou WWW) e Internet são coisas distintas. A Web está na Internet, na forma de visualização de websites em um navegador acessada por uma URL, mas o que não visto desta forma não deixa de estar na Internet, porém não faz parte da web. É o caso dos e-mails visualizados em softwares para computadores, de aplicativos para acompanhamento do twitter, facebook para smartfones, rádios online por aplicativos e muitas outras formas de acessar o conteúdo da Internet sem o uso da web.

Continue lendo: http://alexdasilveira.com/?p=983

Das estantes para o computador

Data de publicação no Blog DA ECI: 28/08/2010

A digitalização de grandes bibliotecas levanta discussão sobre o acesso à leitura, os custos e os direitos autorais

Por Camila Viegas-Lee

Quem está acostumado ao ambiente austero e silencioso de bibliotecas mundo afora ficaria surpreso com a algazarra formada em frente ao tribunal federal de Nova York na fria quinta-feira de 18 de fevereiro deste ano. O juiz Denny Chin passou quatro horas numa sala lotada colhendo testemunhos de bibliotecários, autores e editores e anunciou que não decidiria o caso na hora porque havia “simplesmente muita informação para digerir”. O processo? A biblioteca on-line do Google.

Esse é um novo capítulo da controversa decisão de outubro de 2008 que autorizou o Google a escanear livros de bibliotecas famosas, como a de Harvard e a do Congresso americano, e torná-los acessíveis na internet para busca e leitura parcial. O Google, por sua vez, deve criar novas formas para compensar autores e editoras, inclusive por edições digitais de obras que saíram de circulação. A empresa já escaneou milhões de livros, e uma busca por Machado de Assis, por exemplo, mostra mais do que três mil volumes no Google Books.

Os partidários da decisão – como a Universidade de Michigan, a Sony e a Federação Nacional dos Cegos – dizem que o acordo tornará milhões de livros de difícil acesso disponíveis a uma vasta audiência e estimula “o desenvolvimento de uma cultura próspera e vibrante”.

A oposição – formada pelas rivais Amazon.com e Microsoft e por representantes de autores, herdeiros e agentes literários – diz estar preocupada com monopólio, privacidade, abuso do sistema judiciário e violação de direitos autorais. Em entrevista para o jornal New York Times, William Cavanaugh, advogado sênior do Departamento de Justiça, diz que “aplaude os benefícios da digitalização em massa”, mas que a biblioteca do Google talvez “não seja o veículo apropriado para atingir esses objetivos”.

O Conselho de Recursos de Informação e Bibliotecas (Clir, na sigla em inglês), uma organização baseada em Washington cujo objetivo é promover novas abordagens para gerenciamento da informação digital, vai publicar até o fim deste ano três estudos que examinam questões chave da transição do ambiente analógico para o digital. Um desses estudos, A Nova Biblioteca para Pesquisas Pode Ser Toda Digital? de Geneva Henry e Lisa Spiro, analisa bibliotecas americanas já existentes e a aplicação das novas tecnologias.

Continue lendo: http://revistalingua.uol.com.br/textos.asp?codigo=12091

El eBook llega al público infantil

Data de publicação no Blog DA ECI: 28/08/2010

Publicado por Ana Mª Rodrigo

Dentro del nº 1 del Boletín Documenta que se ha creado como complemento informativo del Programa Territorio Ebook, lecturas sin fin (2009-2011)” (pdf) que desarrolla la Fundación Germán Sánchez Ruipérez, se reseñan tres informaciones que relacionan al e-book con los niños. La primera se refiere a la creación del Electronic Popable por la científica Jie Qi del MIT, que permite que cualquier historia infantil cobre vida en sus páginas. Además de luz permite un nivel de interacción nunca antes visto en los relatos infantiles gracias a los sonidos y a la vibración de algunas de sus piezas móviles. Un estudiado sistema de sensores, bombillas LED y circuitos integrados, animados por pequeñas baterías de litio, hacen que las plantas florezcan, el Universo se ilumine o el skyline de Nueva York resplandezca. Una idea que pretende hacer más actractivos los libros a través de la electrónica y que podría convertirse en el Kinder de los niños.

La segunda noticia nos habla del lanzamiento por Inves de un tablet para niños, el Inves Noobi 10. Se trata de un equipo ligero con pantalla rotatoria y táctil, que se puede apoyar a modo de pizarra, incorpora un Mouse Pad de panel táctil, que adicionalmente incluye dos botones de Página Adelante y Página Atrás, para facilitar la lectura de libros electrónicos y otros documentos digitales.

Continue lendo: http://bibliotecasinfantiles.blogspot.com/2010/06/dentro-del-n-1-del-boletin-documenta.html

Formato, preço e pouco acesso à banda larga travam livro digital no Brasil, diz especialista

Data de publicação: 20/08/2010

Data de publicação no Blog DA ECI: 28/08/2010

Por Sarah Fernandes

A incompatibilidade de formatos de arquivo, o preço elevado dos aparelhos de leitura digital e o pequeno número de pessoas com acesso à banda larga não permitem que os livros digitais se popularizem no Brasil. A avaliação foi feita por escritora e editor, durante a o debate “O livro na era digital”, que aconteceu quinta-feira (19/8), na 21ª Bienal do Livro de São Paulo.

Um dos principais entraves é o acesso à Internet banda larga. “Temos 39 milhões de consumidores de livros e 40 milhões de usuários de Internet banda larga, sendo que apenas 10 milhões utilizam em casa. Esse seria o nosso total de leitores”, avaliou o editor Ednei Procópio, durante o debate. “O analfabetismo digital tem que ser superado para substituir papel”.

Os diferentes aparelhos de leituras digitais e os formatos de arquivo exigidos por cada um também impedem a difusão dos livros digitais. “São inúmeros formatos e os aparelhos ora são compatíveis ora não. Isso travou o livro eletrônico”, disse Procópio. “Temos servidores que guardam vários livros, mas e se não tivermos uma tomada para ligá-lo?”, completou o editor sobre um problema que ele considera ainda mais básico.

Porém, ele ressaltou que o preço dos aparelhos de leitura digital é o principal entrave. “Eles nunca vão ficar baratos porque as indústrias vão criar e recriar ferramentas que vão mantê-los caros”, observou. “Ao todo, 80% do preço dos aparelhos é determinado pelo tipo de tela e as preto-e-branca são as mais baratas. Imagine migrar livros infantis ilustrados para esse formato?”.

Continue lendo: http://aprendiz.uol.com.br/content/cofresleni.mmp

Acervos literários serão distribuídos a 67 mil escolas no próximo ano

Data de publicação: 11/08/2010

Data de publicação no Blog DA ECI: 23/08/2010

Todas as escolas públicas do sexto ao nono ano do ensino fundamental e do ensino médio, independente do número de alunos matriculados, receberão no início de 2011 acervos literários. A escola com o menor número de estudantes receberá do Ministério da Educação um acervo com 50 títulos e as maiores, três acervos com 150 títulos. Dados do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), autarquia do MEC responsável pelo Programa Nacional Biblioteca da Escola (PNBE), mostram que 49.799 escolas do sexto ao nono ano do ensino fundamental e 17.830 do ensino médio serão atendidas. No conjunto, o PNBE 2011 vai distribuir para essas bibliotecas escolares 7 milhões de livros de literatura.

Incentivar e desenvolver o gosto pela leitura, exercitar a criatividade e a crítica e contribuir com a formação cidadã dos estudantes são objetivos do PNBE, segundo a coordenadora geral de materiais didáticos da Secretaria de Educação Básica (SEB) do ministério, Jane Cristina da Silva. O programa deve contribuir também para a construção de acervos das bibliotecas escolares, conforme prevê a Lei nº 12.244/2010, de 24 de maio.

Acervos – A seleção das obras do PNBE 2011 foi realizada pelo Centro de Alfabetização, Leitura e Escrita da Faculdade de Educação da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). A instituição recebeu 1.938 inscrições de livros, dos quais selecionou 300. Os livros pertencem aos gêneros poesia, conto, crônica, novela, teatro, texto de tradição popular, romance, memória, diário, biografia, relatos de experiências, obras clássicas da literatura universal, livros de imagens e de histórias em quadrinhos e traduções de obras literárias.

Continue lendo: http://www.planetauniversitario.com/index.php?option=com_content&view=article&id=15955:acervos-literarios-serao-distribuidos-a-67-mil-escolas-no-proximo-ano&catid=27:notas-do-campus&Itemid=73

Biblioteca de São Roque incentiva leitura por meio de contação de histórias

Data de publicação: 12/08/2010

Data de publicação no Blog DA ECI: 23/08/2010

da assessoria de imprensa da Prefeitura de São Roque

Além do trabalho pedagógico desenvolvido na rede municipal de ensino de São Roque de incentivo à leitura, a Biblioteca Pública do município, “Prof. Arthur Riedel” também está promovendo atividade nesta área. Na segunda-feira, 9, em parceria com a Secretaria de Estado da Cultura, o local teve como atração, contação de histórias. A apresentação foi feita pela Companhia “Ópera na Mala”, do projeto Viagem Literária da Secretaria da Cultura. Os atores, Sergio Serrano e Cris Miguel contaram o espetáculo “Baú de Histórias” que também apresentam na TV Cultura e na TV Rá Tim Bum.  Ao todo 551 pessoas entre crianças de 5 a 10 anos de escolas municipais e particulares da cidade, e público em geral, assistiram ao espetáculo.

Utilizando bonecos de várias técnicas e música ao vivo, a dupla de contadores contou de forma dinâmica e bem-humorada o “Baú de Histórias” que retrata de um Rei que quer ouvir histórias e oferece um prêmio para aquele que contar a história mais longa. Dom Quixote e Sancho Pança, o Contador de Histórias, a Princesa e o Lelo do Castelo, Senhor Andino, Professor Nicolau Nicolaievski, entre outros, apresentam suas histórias trazendo um pouco da cultura de várias partes do mundo.

O projeto da Secretaria da Cultura é apresentado por grupo de artistas especializados em contação de histórias e leva contos e cantos para as bibliotecas, proporcionando às crianças uma inesquecível viagem literária e imaginária.

Continue lendo: http://www.guiasaoroque.com.br/noticia/noticia.asp?id=3053

Falta de apoio ameaça bibliotecas comunitárias no Grande Recife

Data de publicação: 21/08/2010

Data de publicação no Blog DA ECI: 22/08/2010

Doação de equipamentos e livros são algumas das medidas que podem salvá-las

Da Redação do pe360graus.com

Os livros trazem esperança e conhecimento a crianças e adolescentes de bairros pobres da Região Metropolitana, onde existem bibliotecas comunitárias. Mas os voluntários que mantêm essas bibliotecas precisam de apoio para não deixar que elas fechem as portas.

Em uma dessas bibliotecas, no Alto José Bonifácio, o movimento é sempre alto, mas nem endereço próprio ela tem, uma vez que funciona em uma sala emprestada pela Associação dos Moradores local. Os livros ficam amontoados nas mesas e no chão.

“Nós estamos há um ano e meio sem sede. Ela começou a funcionar em um espaço, perdemos o espaço e agora conseguimos esse local”, disse o coordenador da bibiblioteca Fábio Rodrigues.

As bibliotecas comunitárias surgem de forma espontânea nos bairros, numa iniciativa de voluntários e apaixonados pelos livros, mas a falta de uma fonte de renda permanente ameaça
o futuro deste reduto onde muitas crianças descobrem o mundo da leitura.

No Coque, nem só de fantasia é feita rotina da biblioteca. A casa cheia de livros está cheia de infiltrações, mofo e goteiras. As instalações elétricas cheias de gambiarras oferecem risco para os frequentadores. Pra tentar colocar as telhas no lugar, a fundadora da biblioteca, Maria Betânia do Nascimento, usa uma vara de bambu.

Continue lendo: http://pe360graus.globo.com/noticias/cidades/grande-recife/2010/08/21/NWS,519202,4,217,NOTICIAS,766-FALTA-APOIO-AMEACA-BIBLIOTECAS-COMUNITARIAS-GRANDE-RECIFE.aspx

Senador propõe que livro digital também fique livre de impostos

Data de publicação: 20/08/2010

Data de publicação no Blog DA ECI: 21/08/2010

Por Agência Senado

Está pronto para ser votado na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) o projeto de lei do Senado, de autoria do senador Acir Gurgacz (PDT), que altera a Política Nacional do Livro (PNL – Lei 10.753/03) para atualizar a definição e ampliar a lista de produtos equiparados a livro.

A proposta (PLS 114/2010) amplia o rol dos produtos isentos de impostos (nos termos da Constituição federal) para incluir qualquer livro em formato digital, magnético ou ótico. Atualmente, a Lei 10.753/03 só atribui a isenção a esses produtos quando destinados a pessoas com deficiência visual.

Pelo projeto, também ficarão equiparados aos livros os equipamentos cuja função exclusiva ou primordial seja a leitura de textos em formato digital ou a audição de textos em formato magnético ou ótico, como o conhecido Kindle, leitor eletrônico de livros (e-book reader).

Na justificação da matéria, Acir Gurgacz argumenta que a digitalização de obras e a publicação de livros digitais vêm crescendo exponencialmente nos últimos anos e que a própria Biblioteca Nacional do Brasil já firmou acordo com a companhia Google para a digitalização de mais de 2 milhões de livros.

Continue lendo: http://www.internetlegal.com.br/2010/08/senador-propoe-que-livro-digital-tambem-fique-livre-de-impostos/

Sites ‘.gov.br’ não adotam padrões de navegação e acessibilidade

Data de publicação: 18/08/2010

Data de publicação no Blog DA ECI: 21/08/2010

Por Murilo Cunha

Autor: Celio Yano. Data: 17/08/2010.
Fonte: Exame Online.

Apenas 5% das páginas HTML disponíveis em domínios “.gov.br” estão completamente de acordo com os padrões internacionais de publicação na web W3C, e 98% delas não apresentam qualquer aderência aos padrões de acessibilidade WCAG. Os dados são do projeto “Censo da Web .br”, cujos primeiros resultados foram apresentados nesta terça-feira (17) pelo Comitê Gestor da Internet no Brasil (CGI.br) e o Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto BR (NIC.br).

O W3C é um consórcio internacional formado por cerca de 500 entidades, entre empresas, órgãos governamentais e organizações independentes, que se propõem a criar padrões para a criação de interpretação de conteúdos para a web. Mais do que uma normatização técnica, as regras estabelecidas pelo W3C garantem que os conteúdos sejam compatíveis com novas tecnologias que possam surgir na internet. O padrão WCAG, sigla em inglês para “orientações de acessibilidade para conteúdo web”, também é definido pelo mesmo consórcio.

“Quanto mais aderente aos padrões, melhor a página será acessada por qualquer usuário, independentemente do dispositivo e de seu ambiente operacional. Principalmente para conteúdos da Web governamental, a aderência aos padrões e a universalidade do acesso devem ser constantemente considerados e exigidos”, afirmou Vagner Diniz, gerente do escritório W3C Brasil.

Continue lendo: http://a-informacao.blogspot.com/2010/08/sites-govbr-nao-adotam-padroes-de.html

Panorama e Perspectivas para as Bibliotecas no Brasil

Data de publicação: 19/08/2010

Data de publicação no Blog DA ECI: 21/08/2010

Por Ivan

Esse post, um dos raros desse blog, é dedicado ao “Bloguinaço em Defesa da Rede de Bibliotecas Comunitárias da Região Metropolitana do Recife“. Veja o vídeo abaixo para maiores detalhes sobre tal ‘movimento digital’.

A ajuda à Rede pode ser em forma de doação de equipamentos, trabalho voluntário ou apoio financeiro. Para depósitos: Caixa Econômica Federal / Conta corrente número: 544-5 / Agência: 2193 / OP: 003. Mais informações pelos telefones (81) 3244-3325 / 8850-5507.

Creio que, no Brasil, seja perceptível um crescente fortalecimento de iniciativas da sociedade civil no plano literário. Projetos como a Cooperifa, em São Paulo, a Rede de Bibliotecas Comunitárias do Recife, conseguiram aos poucos se firmar, tendo assim uma continuidade que, espero, possa vir a auxiliar também na criação de uma verdadeira ‘política de leitura do mundo‘, construída em conjunto entre os diferentes envolvidos nessa teia artística.

Em São Paulo, a partir dessa quinta-feira, dia 19/08/2010, teremos o III Seminário Internacional de Bibliotecas Públicas e Comunitárias e o III Fórum do PNLL. O simples fato de se agregar esferas governamentais distintas (estadual & federal ; educação & cultura) já seria algo a ser valorizado; a inserção de algumas iniciativas na área de Bibliotecas Comunitárias, ainda que por ora seja de baixa incidência, é um esforço a ser considerado; sinal de reconhecimento para com esses verdadeiros Transformadores Sociais da peri phereia.

Ainda no plano dos eventos, pode-se destacar o começo de aproximação que o Sistema Municipal de Bibliotecas Públicas de São Paulo fez no primeiro semestre desse ano. Com o tema “Ações de leitura, bibliotecas e comunidades“, o cotidiano de aproximação entre as bibliotecas paulistanas e o seu entorno nos foi apresentado – se quiserem, podem conferir por aqui parte do que lá foi mostrado. Foi importante verificar que o Sistema tem a preocupação de, ao menos, tentar se aliar as “Bibliotecas Agregadas”, como são descritas no decreto que possibilita atividades conjuntas, nessa área, entre o Estado e os seus governados. Na ocasião, o Secretário de Cultura, Carlos Augusto Calil, chegou a mencionar que a criação de algo na linha do VAI (programa cultural específico para pessoas físicas, visando facilitar o fomento de atividades culturais pelo público de baixa renda), que atendesse especialmente as Bibliotecas Comunitárias, não seria uma má idéia. Esta aí uma boa sugestão sobre o assunto.

Continue lendo: http://abrapira.posterous.com/panoramas-e-perspectivas-para-as-bibliotecas

Minas é um dos estados que menos consome livros

Data de publicação: 18/08/2010

Data de publicação no Blog DA ECI: 21/08/2010

por Akamine

Minas Gerais é um dos estados que menos consomem livros no Brasil, revela pesquisa do Ibope Inteligência. De acordo com o diretor de Geonegócios do instituto, Antônio Carlos Ruótolo, os números mostram que o estado está “mais alinhado com o Nordeste que com o Sudeste” em termos de leitura.

A pesquisa indicou que cada pessoa gasta R$ 14,40/ano com livros em Minas Gerais. A média brasileira é R$ 30/ano. A diferença fica ainda mais gritante quando o estado é comparado ao Rio de Janeiro. Anualmente, os fluminenses, campeões no Brasil, gastam R$ 67,03 com livros. A enquete foi feita de agosto de 2009 a janeiro deste ano e ouviu 19.456 pessoas em todos os estados do país.

Susto
“Catorze reais? Achei que era isso por mês!”, reagiu a administradora Ana Luisa Almeida ao ficar sabendo dos números do Ibope. Ela passou parte de seu domingo em uma livraria na capital mineira e destina R$ 300 aos livros por ano.

Em Belo Horizonte, o gasto médio da população com o produto é de R$ 25,32/ano, abaixo da média nacional. A capital fluminense vem em primeiro lugar: anualmente, cariocas destinam R$ 95,60 aos livros. Em seguida vêm os paulistanos (R$ 67,31) e os brasilienses (R$ 61,32).

Edésio de Souza, gerente da Livraria Leitura do Pátio Savassi, na Zona Sul da capital mineira, estranhou o resultado da enquete. De acordo com ele, sua loja vende R$ 400 mil em livros mensalmente. A unidade do BH Shopping supera esse valor. “Talvez o Ibope tenha feito a pesquisa no Vale do Jequitinhonha”, especula Souza. Entretanto, a enquete abrange toda a Minas Gerais. O estado, anualmente, gasta R$ 244,8 milhões com livros, informa o Ibope.

Continue lendo: http://livrosepessoas.blogspot.com/2010/08/minas-e-um-dos-estados-que-menos.html?utm_source=feedburner&utm_medium=feed&utm_campaign=Feed%3A+livrosepessoas+%28Livros+s%C3%B3+mudam+pessoas+%3A+%29%29&utm_content=Twitter

Biblioredes de Chile en IFLA 2010 // Advocacy y la responsabilidad de los profesionales de la información

Data de publicação: 15/08/2010

Data de publicação no Blog DA ECI: 21/08/2010

por David Ramírez

En varios eventos he coincidido con personas de Biblioredes (Chile) y en esta ocasión participaron en el IFLA 2010 con su proyecto sobre “advocacy”, un tema que como menciona Pablo en el video, todavía no tiene una traducción al español definida. Advocacy en bibliotecas consiste, según lo entendí, en el apoyo que ofrece el gobierno a las bibliotecas para financiar proyectos, en este caso específico el de Biblioredes para acortar la brecha digital.

En la presentación de su trabajo comenté que me parecía que las bibliotecas podrían estar generando consumidores potenciales para Microsoft, si la Fundación Bill y Melinda Gates patrocinaba a bibliotecas para acercar a las personas a la tecnología con productos de Microsoft que cuando requieran actualización o adquisición de nuevas licencias implica pagar. La discusión que se desenvolvió revela que hay un gran componente de responsabilidad en los profesionales de la información en conocer otras opciones y usar las alternativas que mejor se adapten a sus contextos para no caer en este juego. Es verdad que hay una relación entre la empresa y la fundación, pero que las ayudas de la fundación no son taxativas en cuanto al uso de herramientas, es decir, podría usarse software libre y por ende capacitar a los usuarios en el uso de estas herramientas para no generar “dependencias” a este tipo de empresas. Así que la responsabilidad de usar herramientas privativas no está en los patrocinadores, sino en los profesionales de la información que deben mostrar una gama amplia para que los usuarios escojan y no simplemente tengan que consumir productos de una única empresa.

Una vez más felicitaciones a los de Biblioredes por su trabajo y gracias especiales a Pablo, Pilar y Gonzalo.

Fonte: http://hiperterminal.novenopiso.org/2010/08/15/biblioredes-de-chile-en-ifla-2010-advocacy-y-la-responsabilidad-de-los-profesionales-de-la-informacion/

Bloguinaço pelas bibliotecas!

Data de publicação: 17/08/2010

Data de publicação no Blog DA ECI: 21/08/2010

Postado por Wellington de Melo

Em meio aos livros, con­ta­dores de histórias atraem olhos aten­tos, a magia do uni­verso literário vai abrindo um outro mundo den­tro de uma real­i­dade cheia de difi­cul­dades. O brilho nas reti­nas das muitas cri­anças ben­e­fi­ci­adas com os pro­je­tos de estí­mulo à leitura nas oito bib­liote­cas que inte­gram a Rede de Bib­liote­cas Comu­nitárias da Região Met­ro­pol­i­tana do Recife já é motivo sufi­ciente para que muitos se dêem as mãos com o intu­ito de sim­ples­mente per­mi­tir que esse belo tra­balho con­tinue sendo feito. Vaza­men­tos e infil­trações, mofo, rachaduras, falta de estantes para colo­cação ade­quada de livros, estes são ape­nas alguns dos prob­le­mas enfrenta­dos atual­mente e vários blogueiros per­nam­bu­canos decidi­ram unir suas vozes para estim­u­lar toda a pop­u­lação a aju­dar. Se você está recebendo este email, é porque tam­bém pode jun­tar forças a este grupo e par­tic­i­par dessa ação em que o mundo vir­tual chama a atenção para a importân­cia de bib­liote­cas bem reais.

A ideia con­siste em pub­licar, na próx­ima quinta (19/08), tex­tos, áudios, vídeos ou ima­gens que remetam à cam­panha pelas “Bib­liote­cas Vivas”, incen­ti­vando a pop­u­lação asal­var as oito bib­liote­cas, que estão pre­cisando de mais do que livros. Estantes, cadeiras, com­puta­dores e obras de infra-estrutura são urgentes. A ajuda pode vir em forma de equipa­men­tos, pro­postas de tra­balho vol­un­tário ou apoio finan­ceiro. Para deposi­tar qual­quer quan­tia: Caixa Econômica Fed­eral / Conta cor­rente número: 544–5 / Agên­cia: 2193 / OP: 003.

Nomes como Homero Fon­seca, Samarone Lima, Ivan Moraes Filho, Welling­ton de Melo, Iná­cio França, Cezar Maia e muitos out­ros já con­fir­maram sua par­tic­i­pação e vão for­mar um coro vir­tual com a real­iza­ção do “Blogu­inaço em Defesa da Rede de Bib­liote­cas Comu­nitárias da Região Met­ro­pol­i­tana do Recife”. Você também?

Para par­tic­i­par, basta pub­licar qual­quer coisa que possa sen­si­bi­lizar a sociedade para a questão das bib­liote­cas, sem­pre procu­rando sen­si­bi­lizar seus/as leitores/as para juntar-se às bib­liote­cas, aju­dando com din­heiro ou equipa­men­tos.  Iden­ti­fique seu texto com o selo da cam­panha (anexo) e informe a par­tic­i­pação do seu blog a ivanmoraesfilho@yahoo.com.br e a silviacrivellare@hotmail.com, para que pos­samos ter uma ideia do tamanho da participação.

Continue lendo: http://www.escritoresetal.com.br/site/2010/08/bloguinaco_bibliotecas/

Metabuscador de bibliotecas, desarrollado en el Ecuador

Data de publicação: 15/08/2010

Data de publicação no Blog DA ECI: 21/08/2010

A través del portal  http://www.bibliotecasdelecuador.com, desarrollado en el Ecuador, se puede acceder de forma libre y gratuita a cerca de 200 mil registros, en texto completo, trabajos de investigación, tesis de grado, tesinas y material de clase de bibliotecas y centros de información universitaria.

Bibliotecasdelecuador.com es un portal creado y desarrollado por el Consorcio de Bibliotecas Universitarias del Ecuador (Cobuec) y por la empresa nacional de soluciones informáticas Multisolutions que permite acceder en línea a trabajos de investigación producidos en universidades latinoamericanas y europeas, de acceso abierto y gratuito.

Este sitio web es un metabuscador, es decir, un buscador de buscadores. Es una herramienta orientada a estudiantes, docentes e investigadores que funciona desde enero de 2010 y reúne los repositorios digitales de ocho universidades ecuatorianas, seis colombianas, tres mexicanas, seis españolas y tres chilenas y todos los repositorios venezolanos.

El Cobuec, organismo que reúne a todos los directores de bibliotecas del país, es el encargado de estandarizar los formatos y parámetros bajo los que las bibliotecas catalogan su información.

“Organizar cada repositorio es un trabajo independiente pero colaborativo”, definió Freddy Guerrero, coordinador del buscador de repositorios ecuatorianos del Cobuec y administrador del Sistema Integrado de Bibliotecas de la Politécnica Nacional. Guerrero sostuvo que la información intelectual desarrollada en el país no estaba disponible hasta 2009 en la Red, y solo se podía acceder al catálogo. “Ahora, es posible descargar el contenido que está además garantizado al ser información académica desarrollada en los centros de educación superior”, señaló.

Continue lendo: http://www.hoy.com.ec/noticias-ecuador/metabuscador-de-bibliotecas-desarrollado-en-el-ecuador-424544.html

Superprodução: sobre livros perdidos e descartados

Data de publicação: 16/08/2010

Data de publicação no Blog DA ECI: 21/08/2010

JOSÉLIA AGUIAR

O MODISMO CHAMADO “O Código Da Vinci”, o romance histórico-policial de Dan Brown, estava no auge quando o Eurostar, serviço europeu de trens de alta velocidade, divulgou a notícia de que, ao cabo de um ano, quase mil exemplares do best-seller haviam sido deixados na linha Londres-Paris.

“O que pensar disso?”, perguntou-se uma colunista, chocada. “Devemos achar que as pessoas jogam livros fora como se fossem lenços de papel?”, perguntou outro articulista -ambos na França. “Sinal da má qualidade da trama”, concluiu viperinamente um suplemento cultural. “Quantos exemplares não foram atirados pela janela ou descartados no vaso do toillette!?”, debochou o colunista.

Os promotores do filme baseado no livro não demoraram a usar a notícia a seu favor. O mistério dos livros perdidos se converteu em jogada de marketing. O fenômeno seria um sinal do envolvimento dos tantos leitores que, no embalo de Dan Brown, pegavam o trem para visitar o Museu do Louvre para ver de perto a tela do pintor renascentista.

SUPEROFERTA O descarte de tantos “Código Da Vinci”, por um motivo ou outro, trazia de volta, porém, o antigo debate -que data do século 18- sobre a superoferta de títulos. O mal-estar com o excesso de informação só se intensificou no começo do 21, como lembra à Folha o historiador Robert Darnton, autor de “A Questão dos Livros – Passado, Presente e Futuro” (trad. Daniel Pellizzari, Companhia das Letras). No início do mês, ele foi uma das atrações da Flip.

Quando tantos anunciam o fim do livro, nunca se publicou tanto: a cada ano, são cerca de 1 milhão de títulos, com milhares de exemplares por tiragem, acrescenta Darnton. Ele adora repetir esses números quando lhe perguntam sobre o “fim” do livro.

Não é outra a reflexão de Michel Melot, historiador francês, autor de “Livre”, ainda sem tradução no país. Desde 1880, lembra ele, anuncia-se o fim do livro. “Mas a única crise, hoje, parece ser a de superprodução”, afirmou, por e-mail, de Paris. Como conta Melot, de 1980 a 2000, o número de títulos lançados dobrou na França. O fenômeno também pode ser observado no mercado anglo-saxão ou latino-americano. “O livro não desaparece: está se tornando comum. Pode ser encontrado em qualquer momento da vida cotidiana e em cada mão.”

Continue lendo: http://www1.folha.uol.com.br/ilustrissima/782655-superproducao-sobre-livros-perdidos-e-descartados.shtml

Formar bibliotecários é grande desafio dos Estados

Data de publicação: 18/08/2010

Data de publicação no Blog DA ECI: 21/08/2010

A Assembléia Legislativa, através do proponente deputado Marquinhos Trad (PMDB), deu mais um importante passo para garantir bibliotecas em todas as escolas, um acervo qualificado e profissionais capacitados. Foi realizada a Audiência Pública “Biblioteca Escolar: uma porta aberta para o conhecimento” no Plenário Deputado Julio Maia.

Entre os convidados para debater o assunto, representante da Secretaria Municipal de Educação de Campo Grande Denise Arakaki Takimoto, representante da Secretaria de Estado de Educação de Mato Grosso do Sul Maria Ferreira Barrueco, presidente do Instituto de Ensino Superior Funlec/Iesf Mafuci Kadri, presidente do Conselho de Biblioteconomia da 1ª Região Arlan Morais de Lima, presidente da Associação dos Professores Bibliotecários de Mato Grosso do Sul Eunice de Lourdes Franco, bilbiotecários de todo o Estado e a palestrante e presidente do Conselho Federal de Biblioteconomia Nêmora Arlindo Rodrigues.

Nêmora participou da aprovação da lei federal que obriga que, no prazo de 10 anos, todas as escolas públicas e privadas tenham uma biblioteca e pelo menos um bibliotecário. Com a obrigatoriedade sancionada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva em maio deste ano, os desafios são formar profissionais e sensibilizar os empregadores. “Por isso a importância dessa discussão. Recursos para infra-estrutura e livros existem, mas falta pessoal. No País são 175 mil escolas e apenas 30 mil bibliotecários”, expôs a palestrante.

Com a demanda surgindo, também é urgente a abertura de novos cursos. “Eles ficam concentrados na região sudeste. Por exemplo, em Mato Grosso do Sul existe apenas um curso e em escola particular”, apontou Nêmora que disse ainda que existem Estados sem nenhum curso universitário para formar bibliotecários.

Continue lendo:  http://www.cfb.org.br/noticias-cfb.php?codigo=470

Futuro do livro é digitalData de publicação: 17/08/2010Data de publicação no Blog DA ECI: 20/08/2010Por Ethevaldo Siqueira
Não tenho dúvida: o futuro do livro é digital. Minha convicção está ainda mais reforçada depois de participar do Fórum Internacional do Livro Digital, que antecedeu a abertura da Bienal do Livro de São Paulo, na semana passada.Com base na visão dos três palestrantes – o norte-americano Mike Shatzkin, o inglês John B. Thompson e o brasileiro Jean Paul Jacob – descrevo, por minha exclusiva responsabilidade, o que poderá ser, em 2025, a mais famosa enciclopédia virtual do mundo da UniPaedia (Universal Encyclopaedia), acessível por meio do SmartPad, o e-reader do futuro.Essa enciclopédia conterá algo equivalente a 100 vezes mais informação do que a Wikipédia que hoje conhecemos, escrita em mais de 200 idiomas.Veja como funcionará a UniPaedia. Enquanto aperta a tecla do microfone, você diz com clareza ao e-reader o tema de sua consulta. Por exemplo: Jean-Jacques Rousseau.Em menos de dois segundos, abre-se a página com o artigo principal sobre o grande filósofo franco-suíço.No lugar de uma foto central da página, você tem um display de super high definition onde se exibem vídeos, filmetes ou de recursos de multimídia.ColaborativaPara minha surpresa, as imagens vão se sucedendo, num audiovisual incrível. Um avatar apresenta o filósofo com texto e áudio: “Jean-Jacques Rousseau, né le 28 juin 1712 à Genève et mort le 2 juillet 1778 à Emenonville, est um écrivain, philosophe et musicien genevois de langue française…”Como prefiro fazer a consulta em minha língua-mãe, aperto a tecla de seleção de idioma e escolho o português.O avatar retoma sua biografia: “Jean-Jacques Rousseau, nascido no dia 28 de junho de 1712 em Genebra…” Ao fundo, o cenário da cidade suíça naquele ano.Imagine a utilidade e o valor cultural de uma enciclopédia como essa com todos os recursos de multimídia, disponível em qualquer lugar do planeta, altamente colaborativa, permanentemente revisada e avalizada por especialistas das maiores universidades do mundo.Continue lendo: http://www.observatoriodaimprensa.com.br/artigos.asp?cod=603AZL004

UNIRIO: alteração de currículo

Data de publicação: 06/08/2010

Data de Publicação no Blog DA ECI: 20/06/2010

Projeto pedagógico e alteração de currículos do curso de Bacharelado em Biblioteconomia e Licenciatura

Por: Adriana Ramos, aluna do 3º período – UNIRIO.

“Com o objetivo de atualização de nomes das disciplinas e diminuição do inchaço na grade curricular, o Curso de bacharelado em Biblioteconomia e Licenciatura ganham novo currículo, aprovado pela Resolução n. 3.438, de 15/07/2010. Da versão 2002/2 para 2010/2. O Professor e coordenador do curso Marcos Miranda junto com a sua comissão de docente da Universidade, criaram um currículo que melhor adapta-se a nossa atualidade. Desde 1984, o currículo já estava em período de vigência, segundo o DCN da UNIRIO – Diretrizes Curriculares Nacionais, a Universidade Federal Fluminense já havia feito essa mudança.

A nova grade ganha três linhas obrigatórias e três eixos. O aluno deverá escolher um ou dois eixo para seguir, e quando terminar os dois poderá fazer o terceiro, o que implicará em mais um semestre. Para entrar no currículo novo o aluno deverá assinar um termo de opção. Algumas matérias mudaram o nome na grade nova, então é preciso olhar o mapa de equivalência para saber quais matérias correspondem as que nós já fizemos.

A mudança de currículo não é obrigatória, porém não é o mais recomendado, pois o currículo novo é mais atualizado com as tendências recentes. As matérias que foram trancadas ou reprovadas serão zeradas e vocês poderão fazê-las ou não novamente. A escolha pelos eixos será a partir do 4º período. Quem quiser, poderá fazer mais de um eixo.

Saiba mais: http://biblioo.blogspot.com/2010/08/unirio-alteracao-de-curriculo.html

De Pérgamo, el pergamino

Data de publicação: 14/08/2010

Data de publicação no Blog DA ECI: 20/08/2010

Visita a dos de las grandes bibliotecas del pasado, focos de cultura mediterránea

CÉSAR ANTONIO MOLINA

Los restos de dos de las bibliotecas más antiguas del mundo occidental se encuentran en Pérgamo y Éfeso (Turquía). De la de Alejandría no queda nada, aunque ahora se alza una nueva edificación majestuosa. De la de Pérgamo solo se conservan basamentos y lienzos de muros. Donde antes crecían los papiros y pergaminos, ahora lo hacen las hierbas y las margaritas. Fue la segunda biblioteca más importante de la antigüedad después de la de Alejandría. Se hallaba en la parte oriental de la ciudad, entre el templo de Trajano y el vestíbulo norte del santuario de Atenea. Fue construida en tiempos de Eumenes II (197-159 antes de Cristo).

01 Pérgamo

Estoy ahora delante de sus despojos y me imagino las diversas estancias, así como el amplio salón de lectura. Es la única biblioteca helenística descubierta. Han desaparecido las paredes de las caras sur y este, pero aún se distingue el interior de las habitaciones. Los agujeros visibles en la superficie de las dos paredes del salón de lectura sujetaban, seguramente, los ganchos sobre los cuales se colgaban las estanterías de madera. Para proteger los escritos de la humedad, el salón tenía paredes dobles y las estanterías estaban igualmente separadas de la piedra. Los arqueólogos confirman que su espíritu helenístico se mantuvo durante el imperio romano. Lo mismo sucedió en Éfeso.

La sala de lectura de la biblioteca de Pérgamo estaba presidida por una gran estatua de la diosa Palas Atenea. Esta magnífica escultura la contemplé en Berlín. Excepto los brazos, el resto del cuerpo se mantiene muy bien. No conserva el oro ni el marfil que la cubrían, pero ya es bastante gratificante que sobreviviera durante más de 2.000 años. Se modeló a imagen y semejanza de la estatua de Atenea Partenos. El casco estaba compuesto por tres penachos.

El basamento aún acoge, en perfecto estado, seis de las diez figuras esculpidas que no han podido identificarse. El discreto tamaño del inmueble me siembra dudas. ¿Cabían aquí los 200.000 rollos de los que se hablan? Probablemente esta fue la sede central y se acondicionaron además otros edificios contiguos como depósitos para el resto de los fondos. La institución no se libró de saqueos e incendios. Parte de la gran biblioteca de Alejandría se quemó (le pasó varias veces a lo largo de los más de ocho siglos de existencia) a causa de las escaramuzas provocadas por el desembarco de Julio César. Marco Antonio, posteriormente, le prometió a su amante Cleopatra reponer parte de los fondos desaparecidos trayéndoselos de Pérgamo. ¿El asesino de Cicerón cumplió la promesa? No lo sabemos. Pasados los siglos, ambas bibliotecas sucumbieron definitivamente a la barbarie.

Continue lendo: http://elviajero.elpais.com/articulo/viajes/casas/estan/locas/20100814elpviavje_8/Tes/

Futuro do livro ainda está por ser escrito, diz John B. Thompson

Data de publicação: 15/08/2010

Data de publicação no Blog DA ECI: 20/08/2010

Professor da Universidade de Cambridge estudioso do assunto diz que é impossível prever se e-books vão destronar formato de papel

O dia 20 de julho pode entrar para a história do livro devido a uma marca curiosa. Naquela data, a gigante livraria on-line Amazon anunciou que as vendas de obras para seu leitor digital Kindle haviam superado a comercialização de livros de papel com capa dura nos três meses anteriores. Logo surgiu a pergunta: isso quer dizer que, a curto, médio ou longo prazo os e-books vão destronar o livro em sua clássica apresentação? Não exatamente, segundo John B. Thompson, professor de sociologia da Universidade de Cambridge, autor de obras como Books in the Digital Age (Livros na era digital, ainda inédito no Brasil) e estudioso há três décadas das transformações impostas pela tecnologia ao mercado editorial e aos costumes dos leitores. “Não acredito que vamos passar por uma simples transição do impresso ao digital. Há diversas publicações em papel que continuam sendo úteis a muitas pessoas”, diz Thompson, que esteve no Brasil nesta semana para participar do Fórum Internacional do Livro Digital, ligado à 21ª Bienal do Livro de São Paulo – que será aberta ao público nesta sexta-feira. Na entrevista a seguir, ele fala sobre a revolução digital que atinge o livro e desafia qualquer um a prever a morte do formato em papel.

Confira a entrevista: http://veja.abril.com.br/noticia/vida-digital/futuro-do-livro-ainda-esta-por-ser-escrito-diz-john-b-thompson?utm_source=KingoFeed&utm_campaign=VEJA.com:%20Revista%20VEJA,%20acervo%20digital,%20notícias,%20blogs,%20colunistas,%20vídeos&utm_medium=twitter

Nos escombros da história, o futuro

Data de publicação: 12/08/2010

Data de publicação no Blog DA ECI: 20/08/2010

O anseio de tornar o acesso à cultura cada vez mais amplo permeia a diversificada carreira de Robert Darnton. Uma das atrações da recém-encerrada Flip, o historiador fala à CH sobre tecnologias digitais, os rumos da palavra impressa e um futuro marcado pela convivência de ambos.

Por: Isabela Fraga

De reportagens policiais até a direção de uma das bibliotecas mais importantes do mundo. A longa trajetória do historiador Robert Darnton pelo universo das humanidades tem muitas facetas, que se unem em torno de um anseio comum: tornar o acesso à cultura escrita cada vez mais amplo. Um objetivo que, segundo o próprio Darnton, tem raízes nos ideais do Iluminismo francês, objeto de estudo e fascínio do historiador desde o começo de sua carreira acadêmica.

É da França do século 18 que o historiador tira inspiração para suas iniciativas e reflexões sobre o século 21 em diante. A ‘República das Letras’ – ideal iluminista segundo o qual todos teriam acesso ao conhecimento escrito –, para Darnton, teria mais chances de se concretizar hoje em dia do que à época em que foi elaborado.

Ideal iluminista de que todos tenham acesso ao conhecimento escrito teria mais chances de se concretizar hoje em dia, com as transformações tecnológicas

Como? Com as transformações tecnológicas que impactam diretamente esse acesso, como a digitalização de livros, os livros eletrônicos, as plataformas digitais e outras ferramentas do tipo.

Nascido em Nova York, Darnton é hoje professor e diretor da biblioteca da Universidade Harvard. Nessa posição, tem mostrado um papel importante nas negociações da universidade com a empresa Google para a criação do Google Book Search, empreendimento que, se aprovado pelo Tribunal Federal norte-americano, deverá digitalizar milhões de livros e disponibilizá-los no mercado.

A questão que atormenta o historiador e que, inclusive, o levou a publicar seu último livro – A questão dos livros: passado presente futuro (Companhia das Letras, 2010) – é justamente sobre as implicações que o Google Book Search terá sobre o acesso à cultura.

Foi este o tema da participação do historiador na Feira Literária de Paraty (Flip), encerrada no último domingo em Paraty (RJ). Nesta entrevista, dada por telefone, Darnton fala sobre como seu estudo sobre o passado o ajudou a construir um futuro no qual novas tecnologias de leitura e estudo terão um papel fundamental – e consequências positivas e negativas para os seus usuários.

Confira perte da entrevista: http://cienciahoje.uol.com.br/revista-ch/2010/273/nos-escombros-da-historia-o-futuro

Clipping da Biblioteca do Senado ficará disponível para consulta na Internet

Data de publicação: 14/08/2010

Data de publicação no Blog DA ECI: 20/08/2010

A Biblioteca do Senado se prepara para pôr a disposição da população, via Internet, um acervo de três milhões de recortes de jornais sobre os mais variados assuntos – aproximadamente cinco mil temas -, coletados pela Biblioteca do Senado desde 1974. Eles vão se juntar aos cerca de 34 mil textos já digitalizados e acessíveis na rede sobre a Assembléia Constituinte _ projeto iniciado em 1987.

O processo de digitalização dos recortes será realizado pela Secretaria Especial de Editoração e Publicações (Gráfica do Senado) que, com esse trabalho, inicia uma nova modalidade de prestação de serviço. A conclusão da primeira etapa está prevista para o final deste ano. São cerca de 160 mil recortes de jornais sobre eleição, partido político e legislação eleitoral.

Atualmente, nove jornais de circulação nacional são arquivados diariamente pela Biblioteca do Senado, em sua versão completa: O Globo, O Dia, Jornal do Brasil, O Estado de S. Paulo, Folha de São Paulo, Jornal da Tarde, Correio Braziliense, Jornal de Brasília e Valor Econômico. Dessas mesmas publicações, são feitos os recortes guardados em papel. Mesmo com o processo de digitalização desse material, a versão integral dos periódicos continuará sendo arquivada.

Desde 2004, a Biblioteca do Senado também faz a clipagem eletrônica de alguns jornais, reunindo em um banco de notícias o conteúdo disponível diariamente na internet. Esse banco já conta com quase 132 mil notícias, que podem ser recuperadas por título, autor, assunto e data.

O endereço da Bobioteca do Senado é www2.senado.gov.br/bdsf

Fonte: http://idgnow.uol.com.br/blog/circuito/2010/08/14/clipping-da-biblioteca-do-senado-ficara-disponivel-para-consulta-na-internet/

Senado lança livros e doa publicações em braile na Bienal do Livro de São Paulo

Data de publicação: 13/08/2010

Data de publicação no Blog DA ECI: 20/08/2010

Agência Senado

A Bienal Internacional do Livro de São Paulo deverá ser visitada por 700 mil pessoas na sua 21ª edição, que teve início na quinta-feira (12/8) e prossegue até o dia 22 de agosto, no Anhembi. A expectativa dos organizadores é de que, somente de estudantes do ensino fundamental e médio, o número de visitantes chegue a 180 mil. No total, estão mostrando suas publicações 350 expositores nacionais e estrangeiros, representando 900 selos editoriais. Um deles é o Senado Federal, que apresenta suas principais obras e promove lançamentos durante o evento.

No dia 20 de agosto, às 16 horas, será realizada uma solenidade no estande do Senado para o lançamento dos livros Anteprojeto do Novo Código de Processo Civil, Licitações & Contratos – Orientações e Jurisprudência do TCU e Catálogo do Acervo das Obras de Arte do Senado Federal. O evento contará com a participação de Luiz Fux, ministro do Superior Tribunal de Justiça (STJ), e Ubiratan Aguiar, presidente do Tribunal de Contas da União (TCU).

O Senado reservou para a Bienal de São Paulo o lançamento de outros quatro livros: História do Brasil, de Frei Vicente do Salvador; Memórias secretas de Carlota Joaquina, de D. José Presas; História da Independência do Brasil, de Francisco Adolfo de Varnhagen; e O Tráfico de Escravos do Brasil para o Rio da Prata, de Corsino Medeiros dos Santos.

Outro evento já agendado pelo Senado é a entrega de publicações em braile para entidades que prestam apoio ao portador de deficiência visual de São Paulo. A solenidade ocorrerá no sábado, dia 21 de agosto, às 16 horas. Serão doados o Novo Código Civil, a Legislação Eleitoral e Política, a Lei de Falências e Legislação Correlata, a Lei de Diretrizes e Bases da Educação, a Lei Antidrogas, a Constituição Federal, o Pequeno Dicionário da Língua Portuguesa e a obra de Machado de Assis O Velho Senado.

Fonte: http://www.correioweb.com.br/euestudante/noticias.php?id=13193

Recortes de jornais da Biblioteca do Senado serão digitalizados

Data de publicação: 12/08/2010

Data de publicaçãono Blog DA ECI: 20/08/2010

Por Denise Costa / Agência Senado

Um acervo de três milhões de recortes de jornais sobre os mais variados assuntos – aproximadamente cinco mil temas -, coletados pela Biblioteca do Senado desde 1974, sairá das estantes deslizantes, climatizadas e com sistema de segurança, onde estão armazenados, para entrar no espaço virtual da internet, por meio da digitalização. Com isso, uma enorme gama de informações estará à disposição de toda a população brasileira e também de interessados em todo o mundo.

O processo de digitalização será realizado pela Secretaria Especial de Editoração e Publicações (Gráfica do Senado) que, com esse trabalho, inicia uma nova modalidade de prestação de serviço.

A conclusão da primeira etapa está prevista para o final deste ano. São cerca de 160 mil recortes de jornais sobre eleição, partido político e legislação eleitoral. Quando o trabalho de digitalização estiver concluído, os interessados poderão ter acesso ao texto completo da notícia, com a recuperação podendo ser feita por autor, título, nome do jornal, data e assuntos, no site da Biblioteca Digital do Senado, pelo endereço http://www2.senado.gov.br/bdsf/.

– É um projeto importante para a memória brasileira, possibilitando o acesso ao nosso patrimônio histórico sobre ciências políticas e sociais em língua portuguesa. Vai representar uma mudança absoluta na democratização do acesso à informação – afirma a diretora da biblioteca, Simone Bastos Viera.

Continue lendo: http://www.senado.gov.br/noticias/verNoticia.aspx?codNoticia=103903&codAplicativo=2

Biblioteca do DF é referência internacional na inclusão de deficientes visuais

Data de publicação: 19/08/2010

Data de publicação no Blog DA ECI: 20/08/2010

DA AGÊNCIA BRASIL

Quando perdeu a visão, o aposentado Francisco de Paula, 62, passava a maior parte do tempo em casa, deprimido. Agora, faz aulas de informática, inglês, fotografia, dança e reciclagem de leitura em braille. As atividades que ele desenvolve agora, de segunda a sexta-feira, o fizeram “ressurgir e descobrir uma nova vida”. Elas ocorrem na biblioteca Braille Dorina Nowill, em Taguatinga, no Distrito Federal.

“Isso preenche meus dias e me sinto feliz com a companhia das pessoas que têm a mesma deficiência que eu, dos professores e dos voluntários”, conta. Um de seus colegas é o aposentado Napoleão Queiroz, 51 anos, que participa da dançaterapia e das aulas de informática. “Estou aprendendo coisas que pensava que não seria capaz de fazer”, diz.

A biblioteca Dorina Nowill atende todo mês, em média, 80 deficientes visuais como Francisco e Napoleão. Além dos adultos, que buscam o resgate da autoestima, há jovens que frequentam o ensino regular e fazem aulas de reforço.

Os voluntários leem textos e exercícios das apostilas escolares, impressas em tinta, e tiram dúvidas do conteúdo. “É bom saber que posso ajudar e me sentir útil”, afirma a voluntária Valéria Freitas, 24 anos, estudante, que dá aulas de reforço de inglês e biologia.

Continue lendo: http://www1.folha.uol.com.br/saber/785470-biblioteca-do-df-e-referencia-internacional-na-inclusao-de-deficientes-visuais.shtml

Não vejo pessoas lendo ‘Guerra e paz’, diz historiador sobre o futuro do livro

Data de publicação: 05/08/2010

Data de publicação no Blog DA ECI: 06/08/2010

Na Flip, Peter Burke disse que obras de mil páginas devem desaparecer.
Para pesquisador, próxima geração deve perder capacidade de ler devagar

Dois historiadores da cultura, o britânico Peter Burke e o norte-americano Robert Darnton, promoveram um vai-e-vem entre o passado e o futuro dos livros em debate realizado nesta quinta-feira (5) na Flip, em Paraty.

“Viver nos últimos 30, 40 anos foi desconfortável e divertido”, disse Burke em sua fala de abertura. “Desconfortável porque sou um leitor à moda antiga, filho de livreiro, e os livros perderam seu papel na sociedade. Sou dos tempos em que ir a livrarias e ficar circulando pelas estantes e folheando era uma forma boa de passar um final de semana.”

Por outro lado, ele diz se sentir um privilegiado por ter vivido “a revolução da virada do século XX para o XXI”. “Também sou um historiador da cultura e me sinto privilegiado de poder observar essas mudanças que fazem desse um tempo de virada na história de uma mídia”, disse.

Quanto ao destino dos livros de papel, Burke se diz um “semiotimista”. “É o mesmo que dizer um semipessimista”, brinca, citando as conversas sobre Gilberto Freyre na mesa de debates que abriu o segundo dia de Flip, nesta quinta. “Não sou realmente pessimista. Não acredito na morte do livro de papel nas próximas poucas décadas, mas acho que ele vai diminuir. Essa redução será em dois sentidos: na importância dos livros em relação a outras formas de comunicação e também a redução literal. Os livros que sobreviverem serão mais curtos, fáceis de ler nessas máquinas de leitura, como o Kindle, que existirão.”

Para o historiador, volumes densos como o clássico “Guerra e Paz” não devem resistir aos novos tempos. “Não vejo as pessoas pegando o Kindle para ler um livro de 1.000 páginas. Os hábitos de leitura vão mudar”, projeta.

Continue lendo: http://g1.globo.com/pop-arte/flip/noticia/2010/08/nao-vejo-pessoas-lendo-guerra-e-paz-diz-historiador-sobre-o-futuro-do-livro.html

Escola de Amambai transforma carrinho de pipoca em biblioteca Data de publicação: 04/08/2010Data de publicação no Blog DA ECI: 06/08/2010
A Escola Estadual Coronel Felipe de Brum, em Amambai, usou a criatividade para incluir o hábito da leitura na vida dos alunos por meio do Projeto de Leitura “O Saber em Três Rodas”.Professores da escola identificaram que a principal dificuldade de aprendizagem está concentrada na questão da leitura e na falta de compreensão daquilo que se lê. Para reverter esse quadro, a coordenadora da área de língua portuguesa, Jucélia Pavão Flores, criou o projeto, que logo foi adotado por outros professores da escola. Um carrinho de pipoca foi transformado em biblioteca e os alunos foram distribuídos em grupos diferentes de acordo com a sua capacidade de leitura.

Continue lendo: http://www.acritica.net/index.php?conteudo=Noticias&id=19313

‘É absurdo dizer que o livro está morrendo’, diz editor da Penguin

Data de publicação: 06/08/2010

Data de publicação no Blog DA ECI: 06/08/2010

Makinson destacou que neste ano 1 milhão de exemplares serão impressos.
Executivo debateu futuro do livro com Robert Darnton em mesa na Flip.

A discussão sobre o futuro dos livros, que fechou a segunda noite da Flip nesta quinta-feira (5), foi retomada na manhã desta sexta pelos historiadores Robert Darnton e John Makinson. Na  mesa “O livro: capítulo 2”, mediada por Cristiane Costa, eles fizeram um balanço das novas tecnologias ligadas ao livro e sugeriram que estamos vivendo uma nova era, com a emergência da “quarta tela” dos tablets e e-readers – após as telas da televisão, do computador e do celular.

Antes do início do debate, foi exibido um vídeo cômico sobre a chegada do códex em substituição aos rolos de papiros, cinco séculos atrás, num paralelo com a transição que vivemos hoje.

O debate foi interessantíssmo para qualquer pessoa interessada no futuro do livro num mundo crescentemente digital. “Somente este ano 1 milhão de livros serão impressos no mundo, então, de certa forma, é absurdo dizer que o livro está morrendo”, lembrou Makinson, o convidado mais otimista. “Da mesma forma que a televisão não matou o rádio, acredito que o livro digital e o livro impresso serão complementares. Mas é inegável que o negócio das livrarias físicas está em declínio, não somente pela ameaça representada pelo livro eletrônico, mas também pelas vendas online de empresas como a Amazon.”

Continue lendo: http://g1.globo.com/pop-arte/flip/noticia/2010/08/e-absurdo-dizer-que-o-livro-esta-morrendo-diz-editor-da-penguin.html

Bibliotecas têm aumento de 50% nas visitações

Data de publicação: 31/07/2010

Data de publicação no Blog DA ECI: 02/08/2010

Por Janine Maia

Biblioteca Pública Governador Menezes Pimentel recebe, em média, de oito a dez mil pessoas por mês

É difícil encontrar quem não tenha a ideia pré-concebida de que os fortalezenses, assim como os brasileiros, não procuram as bibliotecas. Os números das principais unidades públicas localizadas em Fortaleza, porém, trazem uma boa surpresa! Após as reformas de melhorias em ambas, o público em busca de obras e pesquisas até dobrou. Apesar, diga-se de passagem, de as férias serem responsáveis pela redução, em média, de 20% a 30% das visitações.

“O nosso público é muito formado por universitários, concurseiros e até de alunos do ensino Médio. Como diminuem as pesquisas, nas férias realmente há uma redução de 30%, embora ainda haja a frequência de usuários”, explica a diretora da Biblioteca Municipal Dolor Barreira, Herbênia Gurgel.

Segundo ela, em meios às aulas, as visitas à unidade municipal giram em torno de 500 por mês, durante os três turnos. Enquanto que, como lembra Herbênia, no período anterior à reinauguração no segundo semestre do ano passado, os usuários mensais variavam entre 200 e 300.

Da mesma forma, Enide Maria Chaves Vidal, diretora da Biblioteca Pública Governador Menezes Pimentel, do Estado, indica que, atualmente, as visitas mensais são entre oito e dez mil pessoas. Antes de 2002, entretanto, a lista era de 4 a 5 mil. “Com as melhorias das condições e a climatização, os usuários passaram a ter mais conforto e procuram a biblioteca. Em geral, são estudantes do ensino Médio, universitários e concurseiros. Realmente, a procura cai em 20% nas férias. Mas ainda temos frequentadores e com a volta às aulas, a procura fica normal”, observa Enide Vidal.

Dentre os setores mais procurados, lista, há o setor de obras gerais, do Ceará, de periódicos e o Centro Digital do Ceará.

Na Dolor Barreira, por sua vez, Herbênia Gurgel cita as partes destinadas ao Ceará, ao acervo geral e à gibiteca. “O que se percebe é que está mudando o hábito de ler. Os fortalezenses estão lendo mais e a internet agregou valor à pesquisa”, ressalta a diretora. Para quem optou por continuar as visitas e os estudos no período de recesso escolar, as férias trazem, inclusive, boa oportunidade para a prática da leitura e de preparação para concursos.

Continue lendo: http://diariodonordeste.globo.com/materia.asp?codigo=824549

Na Argentina, bares e cafeterias mantêm bibliotecas a disposição dos clientes

Data de publicação: 01/08/2010

Data de publicação no Blog DA ECI: 02/08/2010

Gabriela Borges

Um dos principais charmes de Buenos Aires são os seus cafés, espalhados por diversas ruas e esquinas. Desde os tempos em que escritores, intelectuais, jornalistas e artistas se reuniam, entre os séculos XIX e XX, para conversar nas mesas de bares e cafeterias portenhas, o ato de tomar café se tornou uma instituição na capital argentina.

A qualquer hora do dia, os cafés estão lotados de clientes. É costume de moradores e visitantes da cidade fazer uma pausa durante o dia para sentar-se em uma mesa desses lugares e ler um livro ou o jornal o do dia.
Incentivando ainda mais esta tradições, o Governo da cidade de Buenos Aires lançou este ano o projeto “Yo leo en el bar”, que espalhou bibliotecas com obras do escritor Jorge Luis Borges – um dos principais nomes da literatura argentina –, em 15 importantes bares e cafeterias da cidade, conhecidos como “bares notables”.

Esses bares notáveis são estabelecimentos tombados pelo Governo portenho em 1998, por uma comissão destinada a proteger e promover os cafés, bares, casas de bilhar e confeitarias mais tradicionais da cidade.

Entre eles está o Café Tortoni, que recebia com frequência nomes como Federico Garcia Lorca e Carlos Gardel, o mais popular entre os turistas. Sua especialidade são os deliciosos chocolates quentes com churros. Outro famoso estabelecimento, o 36 Billares, além do salão de café, tem salas de jogos como dominó, dados, cartas e bilhar

Continue lendo: http://livrosepessoas.blogspot.com/2010/08/na-argentina-bares-e-cafeterias-mantem.html?utm_source=feedburner&utm_medium=feed&utm_campaign=Feed%3A+livrosepessoas+%28Livros+s%C3%B3+mudam+pessoas+%3A+%29%29&utm_content=Twitter

Viver de sonhos e revoluções

Data de publicação: 31/07/2010

Data de publicação no Blog DA ECI: 31/07/2010

Um dos principais convidados da Festa Literária Internacional de Paraty, o historiador americano Robert Darnton defende a criação de bibliotecas públicas com obras digitais com acesso liberado

Ubiratan Brasil – O Estado de S.Paulo

O pesquisador americano Robert Darnton terá jornada dupla na Festa Literária Internacional de Paraty, que começa na quarta-feira: ele participará de duas mesas que tratam do futuro do livro. Não se trata de um exagero – diretor da biblioteca de Harvard, Darnton é autor de A Questão dos Livros (Companhia das Letras), “uma apologia descarada da palavra impressa e seu passado”, como escreve na introdução. Ou seja, busca conciliar a obra tradicional, em papel, com as novidades digitais. Mais que isso, defende a criação de uma biblioteca nacional de e-books, com acesso livre. Utópico? Pode ser, mas não o suficiente para frear esse colecionador de livros proibidos da França pré-revolucionária, que falou com o Sabático por telefone.

É possível comparar a revolução dos livros digitais com a de Gutenberg e a criação da imprensa?

Acredito que revoluções são coisas do passado. Podemos fazer uma lista de tudo o que é considerado revolucionário, desde novas formas de se vestir até táticas defensivas no futebol. Por isso que só uso essa palavra para algo realmente grandioso, como é o caso do livro digital, tão fabuloso como a revolução provocada por Gutenberg. Posso estar errado pois é preciso uma distância temporal muito grande para se avaliar devidamente o valor de uma transformação, mas, como vivemos, nos últimos 15 anos, mudanças decisivas na forma de comunicação que atingem nossa vida diária, o risco é seguro. Por outro lado, há quem não defenda como revolucionária a criação de Gutenberg: para alguns pesquisadores, como o francês Lucien Lefevre, a prensa retardou mudanças especialmente no tocante aos manuscritos que, ao serem adaptados ao formato de livro, perdiam muitas qualidades. Assim, segundo Lefevre, tal malefício não pode ser considerado revolucionário.

Mas o senhor concorda?

Não, acredito que Lefevre agiu como um provocador. Basta observar a evolução do papel, que atingiu níveis elevados um século antes de Gutenberg e que é mais importante que a própria invenção da prensa. Ou seja, é um assunto complicado. De uma maneira geral, acredito que a invenção da prensa trouxe mudanças menos dramáticas do que se imagina, mas, por outro lado, essas alterações são mais profundas do que se acredita.

Continue lendo: http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20100731/not_imp588479,0.phphttp://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20100731/not_imp588479,0.php

Pesquisa revela que os brasileiros estão lendo mais

Data de publicação: 31/07/2010

Data de publicação no Blog DA ECI: 31/07/2010

por Akamine

Um dia na vida de Ulisses. Um dia na morte de Quincas. Quem gosta de ler sabe: é possível ir da Irlanda de James Joyce até a Bahia de Jorge Amado só correndo a prateleira.

É um mundo imenso, cada vez mais lido e vivido pelos brasileiros. O aumento no número de livrarias confirma essa boa notícia que apareceu em uma pesquisa, que será divulgada nesta terça-feira (27) pela Associação Nacional de Livrarias. Essa pesquisa também traz algumas surpresas, como o estado brasileiro com mais livrarias por habitante.

A leitura é de alguém que começa a descobrir o prazer das palavras. Estamos lendo mais. Esta é uma das principais conclusões de uma pesquisa inédita da Associação Nacional de Livrarias (ANL). O levantamento mostra que no país existem 2.980 lojas – 11% a mais do que havia em 2006. Os dirigentes do setor comemoram, mas dizem que dá para melhorar.

“O nosso índice ainda é muito baixo. Ainda é 1,9 livros ano lido por habitante ano. Isso é muito pouco e muito aquém de países latino-americanos. Na Argentina, se lê em torno de cinco. No Chile, três. Na Colômbia, se lê 2,5 livros por anos”, declara Vitor Tavares, presidente da ANL.

Um dos motivos para o índice não ser mais alto é a falta de livrarias em pequenas e médias cidades. Hoje, a maior parte está concentrada nos grandes centros. A região Sudeste é a que tem o maior número de lojas. O estado de São Paulo tem mais que o dobro do segundo colocado, o Rio de Janeiro.

Destaque para a Bahia com o maior número de livrarias no Nordeste. É o sexto colocado no país, empatado com Santa Catarina. Curiosa é a situação de Roraima que tem apenas 25 livrarias. Parece pouco, mas, proporcionalmente, o estado do Norte tem a melhor média nacional.

Continue lendo: http://livrosepessoas.blogspot.com/2010/07/pesquisa-revela-que-os-brasileiros.html?utm_source=feedburner&utm_medium=feed&utm_campaign=Feed%3A+livrosepessoas+%28Livros+s%C3%B3+mudam+pessoas+%3A+%29%29&utm_content=Twitter

A Wikipédia como ferramenta de marketing e auxiliar a catálogo de uma biblioteca digital

Data de publicação: 11/05/2010

Data de publicação no Blog DA ECI: 31/07/2010

Por alexdasilveira

Primeiro, o conhecimento sobre a coleção, depois listagens, as fichas – que se casaram muito bem com o AACR/AACR2 – e anos depois o formato MARC. Este não é um roteiro oficial de como os recursos para consulta a um acervo evoluíram, mas ilustra bem o que aconteceu até chegarmos aos dias atuais. Com exceção ao último item, todos os demais serviam apenas para aquela pessoa que se dirigisse a uma biblioteca especifica para realizar sua consulta.

Com o Marc, registro documental “passou a ser mundialmente padronizado”, e este ajudou no acesso via máquina. Com o advento da Internet/Web, o acesso se torna remoto, possibilitando que qualquer um, em qualquer lugar do mundo – em tese – possa acessar um catálogo, apenas com uma conexão a rede e um navegador. Com o aumento de acervos digitalizados se tornou possível ver o documento em si, e não apenas as informações do catálogo.

Mas, paralelo a isto, a web se tornou popular, cresceu, virou o principal meio para que qualquer um registrasse qualquer informação, num volume crescente que tornou necessário o surgimento dos sites de busca. Os acervos digitalizados de várias bibiliotecas encontram-se em seus portais, perdidos a tantas as outras informações existentes na web, nem sempre tão frequentados como outros sites, que aparecem como primeiro item na recuperação realizada por um buscador.

As pessoas também mudaram, e outras – a tão falada geração y – surgiram, criando uma sociedade baseada na informação. Os integrantes desta sociedade nem sempre tem tempo para encontrar a informação desejada, e em alguns casos, nem mesmo consideram as informações que não estejam no meio digital e não se façam presentes nos recursos da web que costuma utilizar, conforme pode ser observado na palestra de Dr. Klaus Ceynowa, que ocorreu na Biblioteca Nacional em Março de 2010 (http://alexdasilveira.com/?p=517)

Continue lendo: http://alexdasilveira.com/?p=677

O E-book e a leitura compartilhada

Data de publicação: 10/05/2010

Data de publicação no Blog DA ECI: 31/07/2010

Por alexdasilveira

Ao lado temos a reprodução em miniatura de uma matéria publicada na última semana de abril pelo Jornal do Trem / Folha do Ônibus de São Paulo sobre o livro cibernético (e-book) ou de papel. É interessante vermos este tipo de conteúdo para o publico em geral, como acesso a informação as possibilidades inovadoras que poderão estar na vida de todos em relação ao ato da leitura (que poderá não ser apenas leitura).

Leia a matéria mencionada neste texto

A intenção do Bibliotecno não é polemizar, mas falar de tecnologia associada a leitura, atualmente, sempre irá gerar opiniões diferentes. Um dos aspectos abordados ao fim da matéria é relacionado a divulgação dos livros, onde, através da capa um leitor faz daquele livro uma peça publicitária para outra pessoa que possa ver a obra sendo lida tenha interesse pelo título. Diz-se que a publicidade é feita boca a boca, olho no olho.

Mas qual são as possibilidades de interação com o uso do livro eletrônico? Com o e-book passa a ser possível compartilhar não só o título, como ocorre com o livro em papel após aquela olhada na capa de outro leitor em ambiente público, mas chegarmos ao compartilhamento do conteúdo e até mesmo uma leitura em grupo a distância com o uso das redes sociais, através do próprio aparelho.

O pioneiro neste tipo de recurso integrado ao leitor eletrônico  é o já “popular” Kindle. A versão 2.5 do software do leitor permite a integração com as redes facebook e twitte, havendo um recurso de saída e outro de entrada. Leitores poderão compartilhar trechos que acreditem ser importante do livro que está lendo e o batizado Popular Highlights permitirá ver através do aparelho as passagens consideradas mais importantes por outros usuários.

Contine lendo: http://alexdasilveira.com/?p=667

ALGUNS USOS DO TWITTER PARA BIBLIOTECAS. DA DIVULGAÇÃO DE NOTÍCIAS A CONSTRUÇÃO DO CONHECIMENTO

Data de publicação: 11/01/2010

Data de publicação no Blog DA ECI: 31/07/2010

Por alexdasilveira

Assim como qualquer outra tecnologia utilizada para a distribuição de informações nova o twitter vem sendo cada vez mais utilizado por Bibliotecas em todo o mundo buscando formas úteis de interação e serviço para seus clientes. Mas qual a utilidade que o twitter pode ter para uma biblioteca de forma a agregar valor? Observei diversos twitters de uma lista de bibliotecas que utilizam a ferramenta publicada em http://lindyjb.wordpress.com/2009/01/10/libraries-on-twitter-updated-list/

É bom  frisarmos que várias bibliotecas brasileiras já utilizam a ferramenta, inclusive a Biblioteca Nacional ( http://twitter.com/FBN ). No caso da Biblioteca Nacional a ferramenta é utilizada basicamente para a divulgação de informações sobre a instituição, eventos e noticias sobre leitura e cultura, principalmente retwetters do Ministério da Cultura. Contudo, outros usos estão sendo incorporados como forma de agregar valor.

Partiremos do principio de que as instituições que utilizam o twitter tem seus portais onde noticias e eventos já são publicados e, neste caso, o twitter serve apenas para divulgar as novidades do site para seus seguidores. Esta ação é util mas poderia ser feita também por Feeds RSS, mas o twitter permite uma interação que o outro formato não proporciona. Assim, fica claro que não adianta apenas utilizar o twitter como um site para divulgar o conteúdo do portal da biblioteca, sendo necessário um profissional para acompanhar comentários que mencionem a instituição e para responder questionamentos dos seguidores.

Verifica-se que o twitter também funciona como uma ferramenta para a análise da imagem da instituição e de comunicação. No caso da análise da imagem da instituição é possível verificar as necessidades dos clientes usuários da ferramenta e até mesmo verificar clientes em potencial através. Como canal de comunicação é sempre bom verificar que o twitter tem uma dinâmica diferente do email. No email se responde somente ao usuário e no twitter (a não ser que se use o recurso de mensagem direta) as perguntas e respostas ficam disponíveis a todos os usuários da ferramenta, servindo como base de informações para que determinados clientes tirem duvidas que outros já tiveram.

Continue lendo: http://alexdasilveira.com/?p=378

Quadrinhos retratam clássicos de Herman Melville, Lewis Carroll e Júlio Verne

Data de publicação: 31/07/2010

Data de publicação no Blog DA ECI: 31/07/2010

Livros estimulam leitura entre os jovens sem cair no risco da banalização

Marcello Castilho Avellar

Quanto mais adaptações de clássicos literários para quadrinhos chegam às bancas e livrarias, mais elementos temos para debater uma polêmica significativa: se uma das funções da arte é formar as pessoas para instrumentalizar o máximo possível de linguagens, que formação esta vertente específica do mercado editorial está oferecendo aos leitores, principalmente os mais jovens? Os mais otimistas dizem que os clássicos nos quadrinhos estimulam as pessoas rumo à intimidade com os livros e a um salto para a literatura convencional. Os pessimistas afirmam que não é nada disso: o que teríamos diante de nós seria uma banalização e uma diluição do que a literatura teria de melhor. O lançamento, pela Farol HQ, de uma série especificamente voltada para o gênero mostra as nuances que existem entre estes dois extremos. Já estão à venda títulos como Moby Dick (adaptação do original de Herman Melville por Lance Stahlberg, desenhos de Lalit Kumar Singh), Alice no país das maravilhas (Lewis Carroll/ Lewis Helfand/ Rajesh Nagulakonda), 20.000 mil léguas submarinas (Júlio Verne/ Dan Rafter/ Bhupendra Ahluwalia) e O senhor do mundo (Verne/ Dale Mettam/ Suresh Digwal).

O melhor deles é Moby Dick. Stahlberg consegue captar o clima construído por Melville, e nos apresenta uma narrativa que, na maior parte, não prende nossa atenção pelo que está ocorrendo, mas pelos presságios que a ocorrência constrói. Isso é dado tanto pela síntese elaborada pelo adaptador quanto pelo tom sombrio dos desenhos. Stahlberg é capaz, também, de nos apresentar com extrema eficiência, num crescendo contínuo, o retrato da personalidade obsessiva do capitão Ahab (o tradutor preferiu “Acab”, não se sabe por quê). Mas para sintetizar a enormidade de Moby Dick em 88 páginas ilustradas, a adaptação renuncia a elementos que estão entre as melhores coisas que o livro tem a oferecer: elimina quase completamente as reflexões metafísicas e sociais do narrador, o marujo Ishmael, a crônica da vida nos navios baleeiros, e o jogo de referência com a Bíblia, a história ou a literatura. O resultado é que o Moby Dick dos quadrinhos, para contar a história da busca de Ahab pelo cachalote branco Moby Dick, acaba enfraquecendo o caráter de alegoria que é um dos traços mais marcantes do romance.

Alice no país das maravilhas padece do mesmo defeito. Mas o que em Moby Dick é apenas um prejuízo, aqui é fatal. Quando a adaptação tenta apenas contar a história em uma narrativa cuja essência é a lógica (ou a ausência dela), como em Alice, elimina por completo o que ela tem de singular. O resultado é um conto linear, bem comportado, em que a ilustração, por mais exuberante que seja, é incapaz de substituir o jogo das palavras. E, nessa incapacidade, elimina a possibilidade de algo que a palavra escrita tem, a faculdade de fazer funcionar a imaginação do leitor. Em Moby Dick temos o contrário: por mais belas que sejam suas imagens sombrias, elas sempre parecem remeter a algo insinuado, algo fora do quadro, que só pode ser construído pelo leitor

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Especial SBPC: Diálogo entre cultura impressa e digital responde ao desafio da formação do leitor no século XXI

Data de publicação: 29/07/2010

Data de publicação no Blog DA ECI: 30/07/2010

Por Raquel Wandelli, jornalista Secarte/UFSC/SC

Professores de ensino fundamental e médio vivem em todo mundo talvez o maior desafio da sua história: formar leitores em uma sociedade que sofreu a mudança drástica da cultura impressa para a digital e do paradigma de leitura para o de navegação. Como a escola pode formar leitores nessa contemporaneidade, quando impera uma cultura à qual os professores aderem como emigrantes, enquanto os alunos são os nativos? E como fazer desse leitor.com recém-inventado, esse adolescente zapper que ziguezagueia como um pássaro, um autor intérprete crítico e produtor de sentidos? E ainda: como potencializar as possibilidades de interatividade e multilinearidade da internet em favor da apreensão de saberes complexo em uma sociedade lan house, onde reina o sensorial, o efêmero e a superficialidade dos chats e jogos virtuais?

A busca de respostas a esse desafio reuniu três educadoras em torno da conferência A formação do leitor no século XXI, realizada na tarde de quarta-feira (28), terceiro dia da 62ª Reunião Anual da Sociedade Brasileira de Pesquisa e Ciência, no campus da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN). As pesquisadoras Maria Zaíra Turchi, da Universidade Federal de Goiás (UFG) e Marly Amarilha, da UFRN apresentaram reflexões e saídas para esse impasse, tão urgente e emergente a ponto de constituir grupos de estudos e uma linha de pesquisa dentro da SBPC. Alice Aurea Penteado, professora da Universidade Estadual de Maringá (UEM), complementou a discussão apresentando os critérios de compra de livros dentro do Edital de Convocação para o Programa Nacional Biblioteca na Escola (PNBE 2011), que primam pela oferta de uma linguagem atraente para os jovens. O diálogo relacional entre gerações e linguagens diferentes, a postura do professor-aprendiz e a convicção de que nenhuma forma de leitura é superior à outra são posições compactuadas pelos palestrantes como ponto de partida para o enfrentamento da questão contemporânea da leitura.

O professor precisa suspender o preconceito contra a cultura digital e imergir no universo dos adolescentes para criar possibilidades de formação do gosto pela leitura, como Maria Zaíra propôs ao abrir sua palestra Do livro à rede: mudança da leitura ou dos leitores? Mas também não deve se sentir inferiorizado diante das novas tecnologias e nem se acuar como se não tivesse, com sua experiência letrada e impressa, mais contribuição a dar para a formação desse leitor zappeante, conforme alertou Marly Amarilha ao falar sobre A multimodalidade na formação do leitor contemporâneo. É justamente na tangência entre as duas culturas – digital e impressa – que reside a riqueza do momento contemporâneo e é nessa troca que se abrem novas possibilidades de ensino, como pode se abstrair do debate.

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Factor de impacto de revistas científicas

Data de publicação: 26/07/2010

Data de publicação no Blog DA ECI: 30/07/2010

Rubén Izquierdo Martín

Evaluar la calidad de una revista científica es una tarea compleja, pues no deja de suponer el aceptar cierto componente subjetivo en dicho proceso. Por ejemplo, las autocitas, referencias cruzadas o las referencias cosméticas, pueden llegar a desvirtuar en mayor o menor grado este análisis.

La Bibliometría es la ciencia que aplica métodos matemáticos y estadísticos a toda la literatura de carácter científico y a los autores que la producen, con el objetivo de estudiar y analizar la actividad científica. En la web localizamos interesantes espacios monográficos sobre esta materia, donde podemos mantenernos al día y familiarizarnos con términos tales como índice de citas, factor de impacto, etc. o aprender a redactar y a citar correctamente en un artículo científico. Dos buenos ejemplos de este tipo de páginas son Bibliometría.com y EC3Noticias. Dentro de la escasa literatura sobre Bibliometría, podemos destacar algunas monografías de interés: Cienciometría: la medición de la actividad científica: de la bibliometría a la vigilancia tecnológica, de Michel Callon e Introducción a la bibliometría, de Pedro López López.

Una herramienta fundamental para el control de la actividad científica son los índices de citas. Estos índices adquieren en ocasiones forma de bibliografías de artículos, donde los registros incluyen un resumen elaborado por el propio autor y, además, las referencias tienen enlaces a la bibliografía citada por los autores, a los artículos y autores que han sido citados y a los artículos que comparten bibliografía. Algunos de los índices más relevantes son el Social Science Citation Index, el Science Citation Index y el Arts and Humanities Citation Index, todos ellos de la editorial Thomsom Reuters. Los tres son accesibles a través de El Buscón.

Para comparar y evaluar la importancia de una determinada revista respecto a otras dentro de un mismo campo científico, debemos atender al Factor de Impacto (FI). Se obtiene calculando el número de veces que se cita, por término medio, un artículo publicado en una revista. Es decir, las citas que los artículos publicados en una determinada revista obtienen en otras. Por ejemplo, para obtener el factor de impacto del año 2009 de una determinada revista, se tendría en cuenta el número de veces que las revistas analizadas han citado durante ese año artículos publicados por dicha revista durante el periodo 2007-2008, dividido entre el número total de artículos publicados en la revista durante ese mismo periodo. Pero, ¿por qué es importante el FI? Básicamente, por cuatro razones:

– En la evaluación del desempeño científico se suele premiar a aquellas revistas con un alto FI

– A mayor impacto se presupone una mayor calidad de la publicación

– A mayor calidad, mayor competencia para publicar en la revista

– Mayor visibilidad de la publicación

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A qualidade de nossa leitura

Data de publicação: 30/07/2010

Data de publicação no Blog DA ECI: 30/07/2010

“Um público comprometido com a leitura é crítico, rebelde, inquieto, pouco manipulável e não crê em lemas que alguns fazem passar por idéias” – Mario Vargas Llosa

Há tempos vivemos numa época de ostracismo intelectual. Os títulos de livros que fazem maior sucesso entre leitores nada mais são que obras de cunho duvidoso – salvo raríssimas exceções. De nada adianta a leitura se o entendimento e capacidade de estimular a imaginação forem irrisórios.

Na semana passada, li uma reportagem que dizia que a vendas dos chamados e-books superaram a dos livros convencionais, mas – cabe ressaltar – que a comercialização dos livros de capa dura também continua a crescer. Os dados são de um dos maiores sites do gênero no mundo, a Amazon . O crescimento de livrarias em nosso país é mais um dado a ser comemorado pelos ávidos por conhecimento.

Jornais e revistas são coisas obrigatórias: mesmo dentre as mais duvidosas das publicações pode-se ter certeza que conseguimos extrair algo para estimular nosso senso crítico. Quanto ao crescimento da leitura de livros e de novas bibliotecas, sei perfeitamente do calvário que é estimular isso, afinal, também sou educador.Segundo pesquisa encomendada pela Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República, 46% da população brasileira costumam ler jornais. Mas o fato de quase metade da população declarar “ler jornais” não quer dizer muita coisa, haja vista que de nada adianta ler e não entender, ou ler somente o que lhes interessa, de forma míope e superficial.

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Operários terão biblioteca em fábricas de Diadema (SP)

Data de publicação: 27/07/2010

Data de publicação no Blog DA ECI: 29/07/2010

Em parceria com a Prefeitura de Diadema, Ministério da Cultura e empresas, o Sindicato dos Metalúrgicos do ABC abriu na quarta-feira (28/07), na IGP (Rua Vicente Ceccarelli, 133 – Vila Odete, Diadema)  o primeiro dos dez pontos do Leitura nas Fábricas no município. O programa beneficiará 20 mil metalúrgicos e seus familiares de dez empresas – Apis Delta, Delga, IGP, Autometal, Legas, Grupo Papaiz, Uniforja, TRW, Uniferco e Metalpart.  A iniciativa é inédita no País.

O Leitura nas Fábricas terá ponto de leituras (minibibliotecas) dentro das empresas que poderão ser acessados pelos trabalhadores e seus familiares nos horários de café, refeições ou fora da jornada de trabalho. Os metalúrgicos também poderão levar os livros para casa, por empréstimo. Cada uma das dez fábricas recebeu do Ministério da Cultura Cada fábrica receberá um kit com cerca de 650 livros, duas estantes, uma mesa, uma cadeira, três puffs, um computador completo e uma impressora. Os trabalhadores terão acesso à literatura brasileira, estrangeira, infantil e juvenil, além de  livros didáticos, DVDs e enciclopédias.

Três funcionários (em média) por empresa foram capacitados para cuidar do ponto de leitura e do atendimento aos leitores. Dezoito funcionários das primeiras dez empresas parceiras passaram por processo de capacitação que começou em 17 de maio no Sindicato dos Metalúrgicos do ABC. Os futuros agentes de leitura foram escolhidos de acordo com o interesse pessoal para se tornarem orientadores dos pontos de leitura em seus ambientes de trabalho.

Nas aulas de capacitação os agentes receberam orientação sobre a organização do acervo que as fábricas irão receber, de como atender os companheiros que farão uso do espaço e como despertar o interesse pela leitura. Cada empresa indicou as datas de instalação, inauguração e horários de funcionamento do ponto de leitura em sua fábrica.

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Novas bibliotecas – literatura à mão ou via internet

Data de publicação: 27/07/2010

Data de publicação no Blog DA ECI: 29/07/2010

Por Blog Acesso

Erguida durante o século III a.C., a Biblioteca de Alexandria foi considerada, durante mais de quatro séculos, o mais importante espaço voltado ao conhecimento de seu período. Consta dos livros de História que a construção da biblioteca tinha como principal objetivo preservar e divulgar a cultura nacional e a ambição de reunir todos os livros escritos no mundo. Após vários incêndios, os materiais que ela abrigava foram quase completamente destruídos, porém, seu valor como espaço de preservação e de propagação do conhecimento permaneceu vivo na memória popular. Passados quase 2000 anos, nas proximidades da antiga biblioteca, foi construída a Biblioteca Alexandrina. Se na Antiguidade, Alexandria e outras bibliotecas viviam dos papiros e manuscritos únicos, hoje, a Alexandrina e suas contemporâneas se constituem como centros culturais, que abrigam, além do inestimável conteúdo livresco, espaços para apresentações, palestras, exposições e uma sofisticada rede de computadores conectados à bibliotecas de várias partes do globo. Trazendo novos rumos para acervos tão importantes, essas modernas bibliotecas buscam ampliar o acesso público ao conhecimento e à cultura e trazer outras formas de apropriação do espaço público.

O exemplo da Biblioteca Alexandrina acontece também em outros lugares. Na Europa, existem centros como este em Londres, Roma e Paris. Na Ásia, a Biblioteca de Singapura é uma das mais avançadas, podendo ser acessada via celular. Já a de Nova York, inaugurada em 2001, é a considerada  a pioneira das Américas, tendo aberto espaço para centros como o de Santiago, no Chile, e o de São Paulo, no Brasil.

A presidente da Federação Internacional de Associações de Bibliotecários – IFLA e diretora da Fundação Biblioteca Central e Regional de Berlim, na Alemanha, Claudia Lux, em sua tese A biblioteca moderna: sua face no século XXI, afirma que “muitas bibliotecas já iniciaram as mudanças na forma de prover informações e materiais para os seus usuários. Elas estabeleceram mais e melhores serviços de forma tradicional com a combinação de um conjunto de serviços, com o uso de elementos virtuais como a web, sms, rfid, referência digital e web 2.0, proporcionando serviços de forma mais rápida e de fácil acesso”.

Entretanto, como já comentara o escritor, crítico e professor Affonso Romano de Sant’Anna, em entrevista ao caderno RioCultura, da Gazeta Mercantil, em 2001, “uma coisa é pensar a biblioteca em países de primeiro mundo – como a Suécia e a Dinamarca, que têm uma biblioteca a cada quarteirão, ou os Estados Unidos que destinam verba anual de US$200 milhões para as bibliotecas públicas –, outra é pensar na biblioteca de países como o Brasil, onde as comunidades da Era da Pedra Lascada convivem com aquelas que parecem estar na Idade Média e ainda com as que pensam estar no século 21 – o que é pura ilusão”.

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Pontos de Leitura nas Fábricas

Data de publicação: 27/07/2010

Data de publicação no Blog DA ECI: 29/07/2010

Projeto irá atender trabalhadores de indústrias da cidade de Diadema (SP)

Começa a funcionar nesta quarta-feira, 28 de julho, a primeira ‘minibiblioteca’ em uma indústria.  Uma parceria entre o Ministério da Cultura e a Prefeitura de Diadema está implantando o projeto Pontos de Leitura nas Fábricas – ‘minibibliotecas’ – em que o acesso ao livro é direto, exposto em estantes baixas, com pufes para o funcionário se sentar e apreciar a obra, além de poder levá-la para casa – em dez unidades fabris da região.

Os investimentos do Programa Mais Cultura são de R$ 200 mil para a instalação dos Pontos de Leitura, que devem beneficiar 20 mil pessoas. A primeira unidade a abrir a ‘minibiblioteca’ é a da fábrica de autopeças IGP (Rua Vicente Ceccarelli, 133 – Vila Odete/Diadema (SP). O Ponto de Leitura será inaugurado às 7h, após a assembleia dos funcionários. Na sexta-feira, 30 de julho, será a vez da Legas Metal, às 14h. A Uniferco abre oficialmente seu Ponto de Leitura nas Fábricas dia 6 de agosto, às 14h, e a Uniforja, dia 26 de agosto, às 10h. Outras seis fábricas (Apis Delta, Delga, Autometal, Grupo Papaiz, TRW, e Metalpart) irão inaugurar suas ‘minibibliotecas’ até o final de agosto.

Cada Ponto de Leitura é composto por um acervo de 650 obras – exemplares de literatura brasileira, estrangeira, infantil e juvenil, DVD’s, enciclopédias, entre outros – computador e impressora. A proposta é que os trabalhadores das indústrias se sintam estimulados a ler no ambiente de trabalho, obtendo momentos de prazer, fruição e aprendizado. Além de oferecer o acesso direto aos livros, o projeto Pontos de Leitura nas Fábricas prevê, ainda, que funcionários das empresas atuem como Agentes de Leitura que vão desenvolver atividades que estimulem os colegas a interagir com o livro e o mundo literário. O projeto conta com o apoio dos sindicatos dos Metalúrgicos do ABC, dos Químicos e Construção Civil.

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Duas bibliotecas estão fechadas

Data de publicação: 29/07/2010

Data de publicação no Blog DA ECI: 29/07/2010

Projeto de estimulo à leitura está parado em dois bairros

Por ADRIANO DUARTE

Caxias do Sul – Um serviço de estímulo à leitura está parado em dois bairros por falta de entendimento entre a prefeitura e os moradores. Crianças e adultos do Cinquentenário II e do Loteamento São Gabriel não têm acesso às bibliotecas comunitárias há pelo menos seis meses. Elas foram inauguradas em 2008.

No caso do Cinquentenário II, pelo menos 1,5 mil livros estão empilhados na casa da professora Ana Paula Santos da Silva, 34 anos, responsável pela biblioteca. Ela funcionou até o início deste ano em uma peça no segundo piso da moradia da docente. Durante meses, crianças e adultos frequentavam o lugar para ler ou para pegar livros emprestados. O atendimento ocorria duas vezes por semana, no início da noite, e aos sábados à tarde. A professora disponibilizava inclusive um banheiro para os leitores.

Para oferecer o serviço, Ana Paula recebia uma ajuda de custo de R$ 100 mensais da Secretaria Municipal da Cultura. O dinheiro foi repassado durante um ano porque a professora participava de um curso para treinar voluntários para a função. Com o final do treinamento, o auxílio financeiro foi cancelado. Ana Paula, porém, diz que usava o dinheiro para pagar a conta da luz, a limpeza e a manutenção do espaço. Em janeiro, ela fechou a biblioteca, que tinha 50 sócios cadastrados.

– Me disseram apenas que a partir dali era para mim tocar o projeto por “amor à camisa”. Só que isso é inviável. Eu cedi a minha casa. A biblioteca consome tempo e gera despesas. Não tive mais como continuar – justifica Ana Paula.

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Mauá: Centro para professores vai custar R$ 10 milhões

Data de publicação: 27/07/2010

Data de publicação no Blog DA ECI: 28/07/2010

Havolene Valinhos
Do Diário do Grande ABC

A população de Mauá não poderá mais usufruir da biblioteca que há oito anos vinha sendo construída no prédio localizado no Terminal Rodoviário da cidade. O elefante branco será transformado em Centro de Formação de Professores. E no final das contas, a obra pode custar mais de R$ 10 milhões ao município.

O centro atenderá os 850 professores da rede municipal de ensino por meio de capacitações e atividades pedagógicas.

A biblioteca municipal começou a ser construída no início de 2004, na gestão anterior do prefeito Oswaldo Dias (PT) (2001-2004). A obra foi questionada pelo TCE (Tribunal de Contas do Estado), que entre outras falhas apontou pagamentos em duplicidade à empresa responsável pelo empreendimento. Na época, a Prefeitura já tinha investido R$ 4.088 milhões.

O governo do ex-prefeito Leonel Damo (2005-2008) não deu continuidade às obras. Em 2009, de volta ao poder, Oswaldo abriu outra licitação e determinou que o local fosse utilizado como Centro de Formação de Professores. O contrato atual com a empresa Oestevalle Construções e Saneamento Ltda é de quase R$ 5 milhões. Mas a empresa já pediu este mês aditamento de R$ 714 mil. No total, a soma chega a R$ 9,7 milhões. Contudo, o contrato ainda permite outro aditamento de 10% do contrato (R$ 497 mil), o que eleva o montante para R$ 10,2 milhões.

O vice-prefeito de Mauá, Paulo Eugenio Pereira Junior (PT), garantiu que a obra será concluída até o final de 2010. Mas ele próprio concorda de que a localização não era adequada. “Não achava que ali era local ideal para biblioteca, próximo à rodoviária, à ferrovia, mas agora vamos dar novo destino à obra.”

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Bebê que convive com livros vai melhor na escola

Data de publicação: 25/07/2010

Data de publicação no Blog DA ECI: 26/07/2010

Especialistas indicam contato com publicações desde os primeiros meses de vida; ONG vai lançar guia com indicação de 600 títulos

Karina Toledo – O Estado de S.Paulo

Ler para um bebê que ainda não fala nem entende o que é falado pode parecer perda de tempo, mas diversos estudos mostram que, a longo prazo, a prática pode beneficiar o desempenho escolar. Além de adquirir gosto pela leitura, as crianças que têm contato com livros desde o berço chegam ao ensino fundamental com vocabulário mais rico e maior capacidade de compreensão e de manter a atenção nos estudos.

Para ajudar na escolha do título mais adequado para cada idade e no desafio de manter as crianças pequenas entretidas, o Instituto Alfa e Beto (IAB) apresenta na próxima Bienal do Livro de São Paulo a Biblioteca do Bebê. Além de vários livros divididos por faixa etária, o local terá voluntários que ensinarão aos pais técnicas de leitura. As principais dicas estão reunidas em uma cartilha que será distribuída aos visitantes (mais informações nesta página).

“Não se trata de ler um conto de fadas para um bebê com menos de 1 ano. Os primeiros livros devem ter apenas imagens e o tempo para folheá-los deve ser breve”, explica David Dickinson, especialista em alfabetização pela Universidade Harvard. Durante a bienal, ele apresentará estudos que relacionam a leitura precoce a um maior desenvolvimento da linguagem.

Uma dessas pesquisas mostra que as crianças de 3 anos que possuem o hábito de leitura em família apresentam, aos 10, desempenho escolar superior ao daquelas que não leem com frequência.

“O importante é ler com regularidade, de preferência todos os dias, e tornar a experiência agradável”, afirma Dickinson. Os pais, diz ele, devem usar as imagens do livros como base para iniciar uma conversa com a criança. “Faça perguntas sobre a figura ou sobre a história. Não se limite a ler as palavras e virar a página”, explica.

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Bebeteca estimula a leitura nas creches

Data de publicação: 04/07/2010

Data de publicação no Blog DA ECI: 05/07/2010

Bruna Gonçalves
Do Diário do Grande ABC

A importância da leitura não é novidade. Mas muitos desconhecem que o estímulo e o interesse pelos livros começa muito cedo, antes da idade pré-escolar, ainda bebê. Para tanto, decoração e mobília atraentes. Esse é o conceito das bebetecas, bibliotecas escolares voltadas a crianças de até 3 anos.

Há um ano e meio, a Prefeitura de Ribeirão Pires investiu na criação desse espaço nas 15 creches, atendendo 1.360 alunos dessa faixa etária.

Segundo a secretária de Educação e Cultura, Rosi Ribeiro de Marco, o objetivo é a formação de novos leitores. “A preocupação é despertar o interesse na criança, que só acontece na pré-escola, mas aliada à diversão. O acervo é diversificado, com livros de sons, texturas, formas e histórias de animais”, disse.

A intenção da secretária é também estimular a participação da família. “Todo fim de semana os alunos levam para casa um livro. Sabemos que muitos trabalham, mas é importante esse momento com os filhos.”

Para a professora de literatura infantil Renata Junqueira de Souza, da Unesp (Universidade Estadual Paulista) de Presidente Prudente, a família é a primeira mediadora da leitura. “Os pais precisam ser leitores e estimular os filhos. Não podem deixar essa função apenas para a escola”, disse a professora, que afirma que falta o hábito da leitura na sociedade brasileira.

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Estudo aponta: e-books demoram mais para serem lidos que livros impressos

Data de publicação: 05/07/2010 às 18h09

Data de publicação no Blog DA ECI: 05/07/2010

por  Juarez Lencioni Maccarini

De acordo com um estudo realizado pelo Nielsen Norman Group — que não deve ser confundido com a empresa de análise de mercado Nielsen — com 24 leitores que apreciaram obras de Ernest Hemingway no PC, no Kindle 2, no iPad e no bom e velho livro impresso, este último ainda é o mais rápido para concluir a leitura.

O estudo concluiu que dos três meios digitais analisados, o iPad foi o que mais perto chegou dos livros impressos, sendo 6,2% mais lento que o papel. Leitores no Kindle foram 10,7% mais lentos do que no método mais tradicional. A leitura no PC foi a mais lenta, embora não tenha sido divulgado o quanto.

O nível de compreensão também foi analisado ao fim de cada leitura, para garantir que os participantes do estudo estavam realmente entendendo plenamente o que liam, e não só correndo pelas páginas. Foi concluído que o nível de compreensão era o mesmo independentemente da plataforma.

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Finep aprova projeto da Biblioteca de Obras Raras da Unicamp na íntegra

Data de publicação: 29/06/2007

Data de publicação no Blog DA ECI: 03/07/2010

Luiz Sugimoto

A Coordenadoria Geral da Universidade (CGU) e o grupo de trabalho que elaborou o projeto da Biblioteca de Obras Raras e Coleções Especiais (Bora) da Unicamp comemoram a liberação pela Finep de R$ 8,3 milhões para a construção do prédio, em terreno ao lado da Biblioteca Central Cesar Lattes. “Desde o início do programa CT-Infra (destinado a obras de infraestrutura para ensino e pesquisa), a Unicamp sempre concorreu e recebeu recursos. O inusitado é que, dessa vez, nosso projeto foi aprovado na íntegra, num edital que teve perto de 450 concorrentes de todo o país. É o maior valor que recebemos da agência para um único projeto”, afirma o professor Edgar Salvadori De Decca, coordenador geral da Universidade.

Segundo De Decca, o valor é de R$ 8,3 milhões e cobre a maior parte do custo previsto para a obra – aproximadamente R$ 11,5 milhões. “O complemento será de responsabilidade da Reitoria, em função da importância e do impacto do projeto, não apenas acadêmico, mas também visual. O prédio vai redirecionar o olhar em torno do Ciclo Básico, formando-se uma área nobre. É um projeto que traz um conceito novo em relação à preservação e conservação do inestimável acervo bibliográfico e documental que já possuímos – e que vamos ampliar quando a sede estiver pronta”.

O coordenador geral informa que o arquiteto contratado, Cláudio Mafra, é o mesmo que projetou a Biblioteca Central, mas que cumpriu o requisito de conceber um edifício diferenciado para abrigar um acervo raro e altamente especializado, a exemplo de instituições como de Yale, Columbia, Berkeley e Aveiro. “Calculamos que a construção seja concluída em dois anos. A ideia é juntar as coleções espalhadas pelo campus, como as de Sérgio Buarque de Holanda, Hélio Viana e Paulo Duarte. Além disso, há obras antigas e relevantes que não são necessariamente de humanidades, mas de ciências, medicina ou biologia”.

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Livrarias, bibliotecas e outros paraísos

Data de publcação: 02/07/2010

Data de publcação no Blog DA ECI: 03/07/2010

Ana Elisa Ribeiro

O primeiro passeio por uma livraria já vai longe. Na verdade, nem me lembro dele, sequer vagamente. Talvez tenha vindo tarde, já em meados da adolescência, quando algum dinheiro sobrava dos lanches não comprados na escola. Assim, forçando a memória, me vem uma livraria Siciliano de um shopping, então recém-inaugurado, no centro da cidade de Belo Horizonte. Uma Siciliano pela qual nutri imenso carinho ao longo de vários anos. Uma livraria que cobicei, com a qual sonhei e que me ajudou a encorpar a estante de livros de poesia contemporânea que ostento até hoje, no hall dos quartos, em minha casa.

Na infância ou pouco depois, não me lembro de passeios por corredores e prateleiras em livrarias da cidade. Não era um passeio promovido nem por pais, nem por tios, nem padrinhos ou amigos. Se bobeasse mais um pouco, era o tipo de turnê que ninguém desejava fazer. Talvez nem eu mesma, antes, diante da falta de quem me apresentasse essa espécie de flanérie.

Lembro, isso sim, dos passeios pelas bibliotecas públicas. A ideia geral (e aprendida em casa) era a de que livros são emprestados. Não havia razão para se comprá-los ou para mantê-los em cárcere privado. Algo assim norteava a ideia de que se deveria ser sócio de uma biblioteca pública. Em algum momento, fui obrigada, então, a fazer uma carteirinha da biblioteca (parca e feia) do bairro ao lado. Um prédio escuro, no fundo de uma escola pública, era, então, o abrigo de uns livros poucos e mal-conservados. Tenho cá, até hoje, esse cartão de papel, com uma foto três por quatro impublicável, que me dava direito a alguns empréstimos de livros, com restrições normais de instituições de empréstimo. Havia lá umas regras de uso e umas datas de devolução. O carimbo torto entre as linhas do cartão dá prova dos livros que achei e que peguei naquela filial da biblioteca pública estadual.

Também lembro bem da biblioteca da escola, colégio municipal à época disputado e prestigioso, em que cumpri a maior parte dos meus anos de formação básica. Mais uma vez, tratava-se de um lugar escuro, mais precisamente uma espécie de porão, em que ficavam (mais armazenados do que à disposição) os livros que li na adolescência, pela altura da antiga oitava série. Foi ali que descobri coisa muito importante, como a leitura de Paulo Leminski, por exemplo. Ou foi ali que conheci Carlos Herculano Lopes e, junto com ele, que muitos escritores ainda estavam vivos, bem vivos.

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O futuro não é tão sombrio

Data de publicação: 02/07/2010

Data de publicação no Blog DA ECI: 03/07/2010

Ignácio de Loyola Brandão – O Estado de S.Paulo

Treminhões imensos, repletos de cana metros acima do permitido, correm à nossa frente, as rodas da direita no acostamento de terra, enchendo nossos olhos de poeira vermelha. A estrada corta canaviais e sinto-me em labirintos dos quais nunca mais vou sair, para onde se olha é verde, verde. Aqui e ali, talhões de terra onde a cana já foi cortada e regados pelo restilo fedorento que ajuda a recuperar a terra para uma nova safra. Torres altíssimas servem às servidoras de celulares e você pode ver caboclões, de mãos calosas, dirigindo o trator e falando ao telefone móvel, como dizem em Portugal. Quem imagina o interior bucólico, desista. Quitandas, empórios, armazéns, cinemas, tudo cedeu lugar aos supermercados e shoppings. E igrejas das mais diferentes religiões. Mas neste novo interior há um processo que me interessa muito, o da revitalização das bibliotecas. Finalmente se está olhando para um dos momentos mais importantes na criação de leitores.

Começam a desaparecer as bibliotecas escuras, colocadas numa saleta no fundo das prefeituras, com acervos mínimos, em geral livros de carregação doados por caridosos locais, administrados por velhos funcionários encostados à espera de aposentadoria. Entra aqui também a ação de bibliotecárias tenazes, resolutas, que com criatividade e zelo mudam tudo ao seu redor. Percorri centenas de quilômetros do interior paulista, conversando em cinco cidades, dentro do projeto Viagem Literária. Em Jaboticabal, o trabalho de Mônica Reino, do Departamento de Cultura, aliada à biblioteca, colocou 600 pessoas na plateia de um antigo cinema restaurado. A biblioteca da cidade, com 42 mil volumes, está instalada em um solar magnífico, conservadíssimo, espaçoso, iluminado, doação de uma fazendeira que adorava livros. Visitava a biblioteca e comentei com uma funcionária a calma. “De manhã é assim, mas à tarde é um fervo.” Maravilhoso, há décadas não ouvia o termo. Fervo = agitado, movimentado. Em Descalvado foi comovente, porque Maria Lúcia Izeppi, bibliotecária, e Rosinês Gabrieli, secretária de Cultura e Educação, lotaram o auditório, havia mais de 200 pessoas. Em seguida, ela mudou o velho ritual. Em lugar de um jantar para poucos, ofereceu ? e adorei ? um lanche junino, mesmo porque era época das festas. Refrescos, quentão, cachorro-quente, pé de moleque, broas de milho, bolo de fubá, sanduíches e doces caseiros. O papo mudou do auditório para o meio dos livros. À entrada, fui recebido por Carlos Drummond de Andrade me dizendo versos sobre livros. Era um ator vestido a caráter. Na manhã seguinte, na saída do hotel, esperando o carro, conversava com uma senhora, quando ela viu uma pessoa se aproximar pé ante pé, atravessando a praça. Comentou: “Lá vem ela para ficar curiano. Vendo quem chega e quem vai.” Curiano, misto de curiosidade e olhando, já que no interior se elimina o “d”: andano, visitano, pesquisano, trabalhano. Não, a linguagem acariocada da Globo não matou certas coisas.

Localizar Cruz das Posses, distrito de Sertãozinho, foi um perereco, como se diz no interior. Perdidos nos canaviais, ansiávamos por uma plaquinha que nos garantisse não estarmos perdidos. Ao mesmo tempo, adorava o sabor de aventura, não mais me reencontrar. A cidade se chamava Santa Cruz das Posses, depois abreviaram. O nome vem de um dos pioneiros, homem de muitas posses. Pequena biblioteca, mas Ana Lucia Trovo, uma bibliotecária alucinada por livros, por fazer, promover, estimular crianças e adultos, criar feiras, eventos. Tudo debaixo dos olhos sonhadores da secretária de Educação e Cultura de Sertãozinho, Maria Dirma Francisco. No meio da tarde, ali estavam jovens, crianças, pessoas de meia-idade e meia dúzia de mulheres de 80 anos, que me ouviram, perguntaram, e saíram pouco antes porque “iam tomar parte em outra atividade”. Pensar que meus avôs, tios-avôs, velhas tias ficavam em casa, dormiam cedo e se enfastiavam na modorra no nada acontecer. Bolachas e biscoitos caseiros, quitutes saborosos enchiam as mesas.

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Livros de plástico reciclado

Data de publicação: 26/06/2010

Data de publicação no Blog DA ECI: 29/06/2010

Eles parecem feitos de papel “couché”, são resistentes, permitem a escrita de caneta esferográfica, caneta de ponta porosa e grafite. Essa é a tecnologia do livro de plástico, feito com plástico reciclado pós-consumo, aqueles que já foram usados em sacolas, embalagens e rótulos.

A Fundação Paula Souza vai imprimir 261 mil livros didáticos com esse material, para ser utilizado nas escolas técnicas e FATECs do estado de São Paulo. Para isso serão usadas 170 toneladas de Vitopaper, nome comercial da matéria prima. A tecnologia desenvolvida para a reutilização do plástico é da Vitopel, terceira maior produtora de filmes flexíveis do mundo.

A tecnologia utilizada na fabricação do papel sintético é a mesmo que a dos filmes flexíveis de polipropileno, um plástico de fácil modelagem e coloração, utilizado na produção de embalagens de alimentos, tubos de carga de caneta esferográficas, rótulos e até prancha de bodyboard.

Continue lendo: http://livrosepessoas.blogspot.com/2010/06/livros-de-plastico-reciclado.html?utm_source=feedburner&utm_medium=feed&utm_campaign=Feed%3A+livrosepessoas+%28Livros+s%C3%B3+mudam+pessoas+

%3A+%29%29&utm_content=Twitter

O impacto e o acesso à comunicação científica na América Latina e Caribe

Data de publicação: 31/05/2010

Data de publicação no Blog DA ECI: 29/06/2010

 

 

A região da América Latina e Caribe (AL&C) apresenta em seu conjunto um desenvolvimento notável na área de informação e comunicação científica em saúde, considerando a capacidade e o desempenho alcançados no acesso, publicação, disseminação da pesquisa científica bem como em sua síntese e transferência para informar com evidências as políticas, programas e serviços de saúde.

A contribuição e o impacto da Biblioteca Virtual em Saúde (BVS) por meio da cooperação técnica do Centro Latino-Americano e do Caribe de Informação em Ciência da Saúde (BIREME/OPAS/OMS) é significativo na promoção da informação científica e técnica qualificada, organizada, acessada e avaliada pelos índices bibliográficos que controlam e registram por meio de referências bibliográficas as publicações e documentos, que são identificados como literatura científica e técnica.

O núcleo principal da informação científica é constituído por artigos científicos que são produto de pesquisa, sejam estudos controlados, estudos de observação, relatos de caso, as revisões e síntese da literatura, artigos históricos, editoriais, etc. Este núcleo é complementado por uma miríade de outros tipos de literatura, como: as monografias e livros, anais de congressos, tese e dissertações, documentos governamentais, de organismos internacionais, de instituições de referência, Web sites e seus tipos de literatura, como o blog.

Continue lendo: http://espacio.bvsalud.org/boletim.php?newsletter=20100531&newsLang=pt&newsName=Newsletter%20BVS%20100%2031/maio/2010&articleId=05103159201033

O passado e o futuro do livro eletrônico

Data de publicação: 25/06/2010

Data de publicação no Blog DA ECI: 28/06/2010

por bibliofflch

Muito se tem falado dele nos últimos tempos. Desejo de consumo por parte dos fãs da tecnologia e ao mesmo tempo temido pelos defensores dos livros tradicionais, não há como negar que o livro eletrônico ou e-book tornou-se uma celebridade nos debates sobre o futuro do livro e até mesmo da imprensa em geral. Mas, você consegue imaginar o que foi o livro eletrônico no passado? O que esperar dele daqui 10 anos?

Uma imagem divulgada pelo site LiveJournal suscita um interessante questionamento a esse respeito. Trata-se de uma propaganda da Radio Shaek, uma empresa que produziu um livro eletrônico bastante pitoresco no longínquo ano de 1986!

Continue lendo: http://bibliofflch.wordpress.com/2010/06/25/o-passado-e-o-futuro-do-livro-eletronico/

Um mapa de livros

Data de publicação: 23/06/2010

Data de publicação no Blog DA ECI: 280/06/2010

por bibliofflch

Não, o título não está incorreto. Não estamos falando de um livro contendo mapas, mas de um mapa que sinaliza alguns lugares famosos retratados em livros de ficção e não ficção.

Trata-se do projeto Livros e Lugares , um projeto colaborativo (formulado a partir do Google Maps ) em que os leitores podem indicar algum livro bacana cuja história ou informações se refiram a algum lugar real do planeta. Vale de tudo: romances, guias de viagem, contos, qualquer obra que seja representativa do lugar retratado, que descreva a sua geografia ou sua cultura. “O que importa é ir sentindo o clima, criar um vínculo com as ruas, praças, prédios, antes de vê-los pela primeira vez”, conforme descreve o site do projeto.

Continue lendo: http://bibliofflch.wordpress.com/2010/06/23/um-mapa-de-livros/

Kindle e os e-readers

Data de publicação: 16/06/2010

Data de publicação no Blog DA ECI: 28/06/2010

Que tal carregar cerca de 3500 livros em sua bolsa ou mochila, pesando somente 300 gramas. Impossível? Não mais com os leitores de livros digitais, mais conhecidos como e-readers. A empresa de comércio virtual Amazon foi o pioneira ao lançar o Kindle, primeiro aparelho, junto com uma gama gigantesca de livros digitalizados. Logo, veio a fila de concorrentes atrás, alguns, inclusive, comercializado por lojas brasileiras. Com a promessa de acabar com a impressão em papel, os e-readers ainda despertam curiosidade e levantam muitas dúvidas. O ShopTour – Eletro e Informática esclarece tudo para você!

Continue lendo: http://blogs.shoptour.com.br/shoptourweb/kindle-e-os-e-readers/

Livro digital: nasce um novo mercado

Data de publicação: 23/062010

Data de publicação no Blog DA ECI: 28/06/2010

ABMG Blog

O desaparecimento do livro tradicional, o maior acesso à leitura e outros temas instigantes foram discutidos entre 7 e 10 de junho passado na XXIII Reunião Anual da ABEU (Associação Brasileira das Editoras Universitárias), em São Paulo.

Para o Diretor-presidente da Editora Unesp, José Castilho Marques Neto, o encontro serviu para que as editoras universitárias se situassem em relação ao livro digital. Flávia Garcia Rosa, presidente da ABEU, afirmou que “os professores universitários devem estar atentos aos desafios e possibilidades deste novo cenário”.

Hubert Alquéres, presidente da Imprensa Oficial de São Paulo, ficou surpreso com a quantidade de downloads feitos no site da Coleção Aplauso  e revelou que “algumas pessoas que baixam o livro, depois de ler, procuram o exemplar em papel, o que vai na contramão da idéia de que o digital substitua o tradicional”.

A Editora UNESP também disponibilizou, neste ano, uma primeira coleção de livros digitais, com acesso gratuito no site www.culturaacademica.com.br.      Mais de 35 mil downloads foram feitos em menos de três meses.

Continue lendo: http://abmg.org.br/abmgblog/?p=178

USP lidera ranking de publicações ibero-americanas

Data de publicação: 21/06/2010

Data de publicação no Blog DA ECI: 28/06/2010

Por Fabio Reynol

A Universidade de São Paulo é a instituição de ensino superior que mais publicou artigos científicos no período de 2003 a 2008 entre os países ibero-americanos, segundo ranking recém-divulgado.

A instituição paulista produziu 37.952 artigos no período, de acordo com o SCImago Institutions Rankings (SIR) 2010, produzido por um grupo de pesquisa sediado na universidade espanhola de Granada e que reúne pesquisadores de instituições na Espanha, Portugal, Argentina e Chile.

A Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) ocupa o terceiro lugar, com 14.913 artigos, depois da Universidade Nacional Autônoma do México, com 17.395, e à frente da Universidade de Barcelona (14.742).

Entre os dez primeiros da lista ainda figuram duas outras instituições de ensino superior brasileiras, a Universidade Estadual Paulista (Unesp), em sexto lugar, com 12.270 artigos publicados, e a Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), em sétimo, com 12.133.

Completam a lista das dez mais a Universidade Complutense de Madri (em 5º, com 12.315 artigos), a Universidade Autônoma de Barcelona (8º, com 10.911), a Universidade de Valência (9º, com 10.107) e a Universidade Autônoma de Madri (em 10º, com 9.755).

“Essa classificação é apenas uma maneira de apresentar os resultados, não quer dizer que uma universidade seja melhor do que a outra porque produziu mais papers”, ressaltou Borja González, diretor de comunicação do SCImago, à Agência FAPESP.

Continue lendo: http://www.agencia.fapesp.br/materia/12348/especiais/usp-lidera-ranking-de-publicacoes-ibero-americanas.htm

Vem aí uma verdadeira revolução cultural no mundo dos livros

Data de Publicação: 23/04/2010

Data de Publicaçãi no Blog DA ECI: 23/06/2010

A pergunta “que livro levava para uma ilha deserta?” está definitivamente ultrapassada. Hoje, qualquer um poderia levar, para essa ilha, uma quantidade infinita de livros, bastando, para isso, ter um computador portátil, um Kindle, um PDA para descarregar os milhares de livros já disponíveis online ou uma Espresso Book Machine – uma máquina que, ligada a um computador onde exista um ficheiro informático com livros armazenados, os pagina, encaderna e imprime em poucos minutos.

“Estamos no fim da era Gutemberg”, declarou numa conferência Jason Epstein, o editor americano e fundador da The New York Review of Books. Epstein é também o responsável pela comercialização desta Espresso Book Machine, que já está em muitos aeroportos, hospitais, cafés dos Estados Unidos da América, a imprimir livros como quem tira café e capuccino.

Hoje, podemos adquirir todo o tipo de livros em qualquer lugar e isso está a alterar “não o livro mas a forma de o fazer e todo o funcionamento do mercado livreiro”, declara Zita Seabra, editora da Aletheia e que acaba de criar uma empresa de print-on-demand, ou impressão a pedido. “A digitalização dos livros para serem vendidos em formato de e-book ou print-on-demand (impressão a pedido) vai prolongar a vida das obras, permitir reeditar os clássicos, dar a conhecer novos autores. Mas vai também impedir que os livros sejam destruídos para sempre porque ficam armazenados no ciberespaço que é ilimitado”, diz ainda Zita Seabra.

A diminuição dos custos com o armazenamento, as novas formas de distribuição online, a possibilidade de fazer edições pequenas de livros efémeros, como manuais académicos, com destinatários específicos, apontam para uma forma de consumir livros muito diferente da tradicional e, como enunciou Epstein, “são as livrarias que têm de mudar”.

Continue lendo: http://dn.sapo.pt/inicio/artes/Interior.aspx?content_id=1551232

O básico da tecnologia para bibliotecários. CDU, Cutter, WordPress, Scriblio…

Data de publicação: 18/06/2010

Data de publicação no Blog DA ECI: 19/06/2010

Este não é um artigo que pretende trazer alguma inovação, discutir a inserção de novas tecnologias no mundo tecnológico da bibliotecnomia, mas uma compilação de muitos recursos disponíveis – a tecnologia básica – na criação de uma biblioteca, orientado a muitos bibliotecários que precisam de elementos básicos para a criação/organização de uma biblioteca.

Lembro que em 2001 fui desafiado na criação de uma biblioteca, como estagiário de uma empresa de consultoria. O cenário na época era crítico: livros largados por salas (e mesmo em banheiros) e nenhuma tecnologia ou recurso básico da biblioteconomia disponíveis, tendo sido utilizada uma cópia da CDU, da tabela de Cutter e o “velho de guerra” winisis, sem a presença de um programador ou gerente de rede, ocasionando em uma base de dados de acesso em um único computador, monousuário. Já se vão 9 anos e muitas facilidades surgiram, e são estas que este artigo pretende elencar.

O primeiro problema é qual sistema de classificação utilizar. É claro que sempre será possível a criação de sistemas próprios, como já fiz em uma outra empresa, contudo, quando estamos falando de uma empresa técnica, com várias áreas distintas a CDD e a CDU acabam surgindo como soluções. Em 2001 utilizei a CDU em uma versão que poderíamos chamar de não muito legalizada (reprografia), mas mesmo partindo para este caminho é necessário que se tenha uma edição da classificação para se realizar a cópia, contudo, esta é uma das dificuldades que não se precisa ter tanta preocupação no passado

Continue lendo: http://alexdasilveira.com/?p=837

Mercedes Reis Pequeno, pioneira na biblioteconomia musical do Brasil

Escrito por Maria Celina Machado    Ter, 15 de Junho de 2010 19:36 Entrevista concedida a Maria Celina Machado, jornalista e mestre em Comunicação pela UFRJ, em novembro de 2008, no Rio de Janeiro, para a Revista Brasileira de Música.

Mercedes Reis Pequeno foi aluna de piano da Escola de Música da então Universidade do Brasil, hoje UFRJ. Foi o encontro com Luiz Heitor Corrêa de Azevedo que a levou para a área da pesquisa. Com Charles Seeger, na Organização dos Estados Americanos (OEA), em Washington (EUA), descobriu que queria, de fato, unir música e biblioteca. Em sua trajetória, “garimpou” precosidades, como diz, e as colocou ao alcance de todos. Fundamentada em uma formação sólida, fez um trabalho ainda maior, de pesquisa e edição de obras importantes, considerado extraordinário por todos. Na entrevista, a seguir, fala de uma história que incluiu partilhar da confiança de mestres, colaborar com a Biblioteca Alberto Nepomuceno e com a Revista Brasileira de Música. Mas, sobretudo, e pela primeira vez, conta como criou e organizou a Divisão de Música e Arquivo Sonoro da Biblioteca Nacional – aquela que podemos chamar de “a menina dos seus olhos”.

Revista Brasileira de Música (RBM): Dona Mercedes, a sra. se formou em piano pela Escola de Música, na época Instituto Nacional de Música, e depois disso se interessou por biblioteconomia. Como foi esta trajetória?

Mercedes Reis Pequeno (MRP): Em 1938, recém-formada na Escola, tive oportunidade de assistir à defesa de tese de Luiz Heitor Corrêa de Azevedo para professor da cadeira de Folclore. Minha vida até então era o piano, mas me interessei pela matéria e fui falar com ele, me candidatei a ser sua aluna. Luiz Heitor gostou da ideia e daí nasceu um relacionamento muito bom entre nós e, ainda com a Cleofe Person de Mattos, que também foi da primeira turma de Folclore da Escola.

Leia a entrevista: http://www.musica.ufrj.br/index.php?option=com_content&view=article&id=267:mercedes-reis-pequeno-pioneira-na-biblioteconomia-musical-do-brasil&catid=66:pos-graduacao&Itemid=86

Google digitalizará los fondos de la Biblioteca Nacional de Austria

Copiará 400.000 volúmenes históricos de la institución vienesa.- El buscador prosigue así con su controvertido plan de escaneado

ANTONIO FRAGUAS – Madrid – 16/06/2010

La Biblioteca Nacional de Austria (BNA), una de las cinco mayores colecciones del mundo de libros y documentos de los siglos XVI al XIX, ha firmado un acuerdo de 30 millones de euros con el buscador informático Google para digitalizar los 400.000 volúmenes de ese periodo (120 millones de páginas), informa la BNA en un comunicado.

Esta institución, localizada en el palacio de Hofburg, en Viena, sigue la estela de bibliotecas de renombre como las de las universidades de Roma, Florencia, Harvard, Stanford y Oxford (también la Complutense de Madrid y el Instituto de Estudios Catalanes) y permite así a Google ampliar su catálogo de 12 millones de libros digitalizados, un proyecto que ha desatado las críticas de editores, Gobiernos y expertos en derechos de autor que acusan al buscador de monopolio.

“En Europa hay pocos proyectos semejantes a este. Es un paso importante”, declaró en una rueda prensa la directora de la BNA, Johanna Rachinger.

El acuerdo, el mayor de Austria de los que aúnan iniciativa pública y privada, establece que Google asumirá el coste de la digitalización (de 50 a 100 euros por libro). La BNA correrá con los gastos de preparación de los volúmenes para su digitalización, además de por almacenar los datos y hacerlos accesibles al público, informa el diario Die Presse.

Continue lendo: http://www.elpais.com/articulo/cultura/Google/digitalizara/fondos/Biblioteca/Nacional/Austria/elpepucul/20100616elpepucul_3/Tes

UAB terá comissão técnica de biblioteconomia

Data de publicação: 11/06/2010

Data de publicação no Blog DA ECI: 18/06/2010

Publicada por Assessoria de Imprensa da Capes

O Sistema Universidade Aberta do Brasil (UAB) terá uma Comissão Técnica de Biblioteconomia para o acompanhamento e avaliação das ações de implantação do curso de bacharelado a distância na área. O grupo foi instituído pela Portaria nº 117, publicada no Diário Oficial da União de quinta-feira, 10 de junho.

A Comissão atuará na proposição, acompanhamento e avaliação de projetos e conteúdos pedagógicos. O grupo deve deliberar sobre a implantação e oferta do curso pelas instituições públicas de ensino superior, integrantes do Sistema UAB, e também sobre outras questões técnicas dos cursos, manifestando-se por meio de pareceres técnicos conclusivos, atendendo solicitações da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes).

Os trabalhos da comissão serão coordenados por membro escolhido pelo pares acadêmicos. As atividades da comissão constituem trabalho relevante para o interesse público e não serão remuneradas: haverá apenas a concessão de diárias e passagens, quando apropriado.

UAB
Criada em 2005, a Universidade Aberta do Brasil é um sistema integrado por universidades públicas que oferece cursos de nível superior para camadas da população que têm dificuldade de acesso à formação universitária, por meio do uso da metodologia da educação a distância. O público em geral é atendido, mas os professores que atuam na educação básica têm prioridade de formação, seguidos dos dirigentes, gestores e trabalhadores em educação básica dos estados, municípios e do Distrito Federal. Hoje, o Sistema é coordenado pela Capes.

Saiba mais sobre Universidade Aberta do Brasil.

Fonte: http://www.capes.gov.br/servicos/sala-de-imprensa/36-noticias/3876-uab-tera-comissao-tecnica-de-biblioteconomia

Livro digital facilita acesso de estudantes

Data de publicação: 14/06/2010

Data de publicação no Blog DA ECI: 18/06/2010

Rogerio Jovaneli

Os universitários estão lendo menos? O livro digital ameaça as editoras e sugere o desaparecimento do livro tradicional? O livro digital facilita o acesso à leitura dos alunos e do público em geral?

O evento, ocorrido entre os dias 7 e 10 de junho, reuniu na sede da Fundação Editora da Unesp, em São Paulo, profissionais do mercado editorial e acadêmicos para reflexão sobre a leitura na universidade e o livro digital.

Segundo pesquisa divulgada por Eliane Yunes, da Cátedra Unesco de Leitura (PUC-RJ), os índices de leitura dos estudantes é baixíssimo ao ingressarem na universidade, mas, ao saírem, há uma melhoria significativa, da ordem de 20%.

Um aspecto fundamental levantado pela especialista é o papel dos professores como mediadores da leitura, “ensinando os alunos a lerem os textos, destrinchando-os, articulando-os, correlacionando os conhecimentos”.

Outro fator identificado como estimulante é o acesso aos bens. Nesse sentido, “a internet configura-se como um instrumento facilitador”, afirma Yunes, ressalvando, entretanto, que não é neste espaço que se forma um leitor.

Continue lendo:  http://portalexame.abril.com.br/tecnologia/noticias/livro-digital-eleva-indice-leitura-estudantes-569390.html?page=1

7 perguntas simples com respostas óbvias (e desconfortáveis) sobre biblioteconomia

Data de publicação: 05/07/2009

Data de publicação no Blog DA ECI: 18/06/2010

Queria deixar aqui algumas perguntas aparentemente simples com respostas óbvias, mas extremamente relevantes para a biblioteconomia atual:

1) Por que os cursos de biblioteconomia, de maneira geral, não adequam seus currículos para a realidade, não só do mercado de trabalho, mas do mercado de informação, cada vez mais digitalizado, interativo e interconectado?

2) Por que ainda hoje dá-se mais valor aos aspectos rigorosamente técnicos das atividades cotidianas de uma biblioteca, deixando de lado os aspectos sociais, tecnológicos e comunicacionais que são igualmente (em determinados casos, até mais) importantes?

3) Por que algumas disciplinas dedicam dois ou mais semestres letivos para assuntos que poderiam ser tratados em dois meses?

Confira as outras 4 perguntas: http://wl.blog.br/archives/1476

Bibliotecário é arquiteto da informação, sabia?

Data de publicação: 13/10/2005

Data de publicação no Blog DA ECI: 18/05/2010

Bibliotecários devem perder o bloqueio frente à internet e perceber que seu foco deixou de ser somente o suporte (o livro) para abranger o acesso à informação em todos os tipos de suporte.

Por Katyusha Souza

A popularização de equipamentos eletrônicos tem contribuído para o crescimento da internet e da tecnologia utilizada por ela. A internet cada vez mais popular, mais fácil e acessível por meio de banda larga, o que facilita a navegação, já está em escritórios, cafés, bares, em casa, aviões, shoppings, universidades, escolas, além das residências e ocupando um espaço cada vez maior no cotidiano das pessoas.

Mas a tecnologia ainda é vista com olhos desconfiados por grande parte dos profissionais da biblioteconomia. A internet, especialmente, é um desafio que poucos se propõem a enfrentar.

Essa atitude auxilia na exclusão do bibliotecário do mercado de trabalho relacionado à internet e é ruim para a profissão. Isso porque o foco do bibliotecário deixou de ser somente o suporte (o livro) para abranger o acesso à informação (ou seja, a informação em todos os tipos de suporte).

Tendo essa idéia em mente, a informação na internet é um grande nicho que escapa das mãos destes profissionais, principalmente com relação ao tratamento e organização da informação em websites, astro principal na grande rede. Este trabalho, que cabe perfeitamente aos bibliotecários, tem ficado por conta de profissionais da área de jornalismo, publicidade, design de interfaces e análise de sistemas.

Continue lendo: http://webinsider.uol.com.br/2005/10/13/bibliotecario-e-arquiteto-da-informacao-sabia/

Bibliotecas públicas de todo país vão receber telecentros comunitários

Data de publicação: 10/06/2010

Data de publicação no Blog DA ECI: 18/06/10

por João Mello Bourroul ltima

Prazo para municípios cadastrarem suas bibliotecas vai até terça-feira, 15 de junho.

Está aberto até 15 de junho o prazo para todos os municípios brasileiros indicarem ao Ministério das Comunicações as bibliotecas públicas municipais – e não bibliotecas de escolas – que poderão ser contempladas com novos telecentros comunitários. A iniciativa faz parte do programa de Inclusão Digital do Governo Federal, que vem realizando um grande esforço para diminuir o número de brasileiros sem acesso à Internet.

Até o momento, já foram entregues 7 mil telecentros para 5.480 municípios, o que significa que 98,25% dos municípios do Brasil já conta com pelo menos um Telecentro Comunitário, cuja composição é de: 11 computadores – 10 terminais e um servidor – cada, além de impressora a laser, projetor data-show, um roteador para acesso à Internet e o mobiliário, que inclui armários, cadeiras e mesas. A contrapartida municipal é a disponibilização do espaço físico para instalação dos equipamentos e de monitores para atendimento ao público.

Continue lendo: http://www.inclusaodigital.gov.br/noticia/bibliotecas-publicas-de-todo-pais-vao-receber-telecentros-comunitarios

Ponto de Leitura nas Fábricas

Data de publicação: 10/06/2010

Data de publicação no Blog DA ECI: 18/06/2010

MinC e Prefeitura de Diadema (SP) lançam projeto nesta sexta-feira, dia 11 de junho

Trabalhadores de fábricas terão “minibibliotecas” em Diadema

Dez indústrias da cidade de Diadema, em São Paulo, recebem, a partir desta sexta-feira, dia 11 de junho, Pontos de Leitura nas Fábricas – espécie de minibibliotecas composta de um acervo de 650 livros, pufs, computadores e impressoras. O objetivo é incentivar o hábito da leitura, o acesso aos clássicos da literatura e fomentar novos pólos geradores de cultura entre os funcionários. O projeto é uma parceria inédita, entre o Ministério da Cultura e a Prefeitura da cidade.

A cerimônia do anúncio será no Sindicato dos Metalúrgicos do ABC – Subsede Diadema (Avenida Encarnação, 290, Piraporinha), às 10h, e contará com a presença do prefeito, Mário Wilson Pedreira Reali, e do diretor de Livro, Leitura e Literatura do Ministério da Cultura, Fabiano dos Santos Piúba. “Os investimentos do Programa Mais Cultura potencializam as ações de acesso ao livro e a formação leitora na perspectiva da construção de uma cidade de leitores”, diz Piúba.

Foram investidos R$ 200 mil para a instalação dos Pontos de Leitura nas Fábricas. Outros R$ 1, 13 milhão serão destinados para a modernização de 11 bibliotecas, a criação de 11 Cines Mais Cultura e a seleção e formação de 50 Agentes de Leitura. Os investimentos fazem parte de convênios entre o Programa Mais Cultura – R$ 908 mil – e contrapartida do município, de R$ 227 mil.

Continue lendo: http://www.cultura.gov.br/site/2010/06/10/ponto-de-leitura-nas-fabricas/

Cliques literários ao acesso de todos

Data de publicação: 09/06/2010

Data de publicação no Blog DA ECI: 18/06/2010

EDITORAS DE UNIVERSIDADES E INSTITUIÇÕES PÚBLICAS CRIAM BIBLIOTECAS VIRTUAIS PARA OFERECER LIVROS PELA INTERNET

O livro ainda não acabou, prateleiras de bibliotecas e livrarias continuam abarrotadas e nem o anúncio do sedutor iPad fez caírem os índices da lista dos mais vendidos do jornal New York Times. Mas há, sim, uma batalha travada silenciosamente na galáxia do livro impresso. Enquanto se discute por aí se e-books vão substituir o papel, uma indústria paralela se prepara para digitalizar a maior quantidade de livros possível.

Nos Estados Unidos, a Google passou por cima das leis de direitos autorais e digitalizou 12 milhões de livros. O que não está em domínio público fica indisponível na web, mas permanece integralmente armazenado nos discos rígidos da empresa para futura comercialização.

No Brasil, o projeto mais expressivo começou a ser realizado na Universidade de São Paulo (USP) no ano passado. A instituição disponibilizou na web 1,2 mil volumes da coleção de 40 mil títulos doada por José Mindlin, em 2006. A Biblioteca Brasiliana pode ser consultada por qualquer pessoa com acesso à internet e é um braço de projeto mais amplo que envolve a construção de um prédio para receber o acervo de Mindlin.

Para montar a Brasiliana, a USP conta com um scanner robótico único na América Latina. Dotado de braço mecânico, o equipamento tem capacidade para digitalizar 2,4 mil páginas por hora. “Mas não estamos conseguindo atingir essa meta porque temos livros raros, delicados. Tenho conseguido colocar três livros novos por dia”, conta Pedro Puntoni, diretor da Brasiliana. A intenção é colocar na rede todo o acervo livre de direitos autorais, aqueles livros que já estão em domínio público.

Continue lendo: http://livrosepessoas.blogspot.com/2010/06/cliques-literarios-ao-acesso-detodos.html?utm_source=feedburner&utm_medium=feed&utm_campaign=Feed%3A+livrosepessoas+%28Livros+s%C3%B3+mudam+pessoas+%3A+%29%29&utm_content=Twitter

Em que medida é que é relevante arquivar na Biblioteca do Congresso todos os tweets produzidos desde 2006?

Data de publicação: 09/06/2010

Data de publicação no Blog DA ECI: 18/06/2010

José Afonso Furtado responde:
“Em 14 de Abril do corrente ano, a Biblioteca do Congresso anunciava no seu twitter e no seu blogue um acordo com a empresa Twitter para a doação de todos os tweets públicos da sua plataforma, desde o início do serviço em 2006 até à actualidade: uma vertiginosa quantidade de informação que cresce a um ritmo que ronda os 50 milhões por dia, tendo atingido a 4 de Março último o valor acumulado de 10 mil milhões de de tweets.

Talvez seja ainda cedo para nos apercebermos do real significado deste acontecimento em todas as suas facetas, mas estou em crer que, para o bem e para o mal, se trata do facto mais importante desde que, em vários países o depósito legal passou a abranger a Internet.

Antes de avançarmos algumas pistas de reflexão, convirá esclarecer os factos e a argumentação que conduziram a esta decisão.

Continue lendo: http://pauloquerido.pt/media/e-relevante-arquivar-todos-os-tweets-na-biblioteca-do-congresso-jose-afonso-furtado-responde/

Minibiblioteca é selecionada como boa prática para compor curso de formação de técnicos em biblioteconomia

Data de publicação: 31/05/2010

Data de publicação no Blog DA ECI: 18/06/2010

Kátia Marsicano

Preparar técnicos em biblioteconomia para atuar nas Bibliotecas Públicas dos mais de cinco mil municípios brasileiros, a serem instaladas com incentivos da Política Nacional do Livro e Leitura. Essa é a proposta do projeto de Formação e Qualificação de Responsáveis por Bibliotecas Públicas, que selecionou as Minibibliotecas da Embrapa para compor os vídeos que farão parte da capacitação desses profissionais.

De acordo com a coordenadora do projeto, professora Walda de Andrade Antunes, a proposta é formar agentes com nível de auxiliar em Bibliotecas que possam organizar e dinamizar as ações das Bibliotecas Públicas “atuando como mediadores de leitura, estimulando a utilização do acervo e motivando a comunidade a desenvolver o hábito de ler”.

O projeto Minibibliotecas foi selecionado como uma boa prática de disseminação da informação para compor os vídeos – que serão usados no processo de capacitação dos técnicos em biblioteconomia – porque “elas levam informações até onde essas precisam chegar, a exemplo dos jovens e agricultores das áreas rurais” ressalta Walda Antunes.
Para mostrar os recursos de informação disponibilizados pelas Minibibliotecas e o processo de produção de seu acervo, a equipe do projeto entrevistou o gerente-geral, Fernando Amaral, e a gerente de produção, Mayara Carneiro, além de empregados da gráfica e do setor de editoração da Embrapa Informação Tecnológica, Unidade da Embrapa responsável pela coordenação das Minibibliotecas.

Continue lendo: http://www.embrapa.br/embrapa/imprensa/noticias/2010/junho/1a-semana/minibiblioteca-e-selecionada-como-boa-pratica-para-compor-curso-de-formacao-de-tecnicos-em-biblioteconomia

A Regra é Clara! E-books Precisam Ter Seu Próprio ISBN

Data de Publicação: 10/05/2010

Data de publicação no Blog DA ECI: 18/05/2010

por Eduardo Melo

O lançamento do Google Editions, semana passada, trouxe algumas sinalizações interessantes para o mercado. Uma das menos comentadas, embora das mais relevantes, foi o acordo entre o Google e a Bowker, responsável pela designação do ISBN nos Estados Unidos. A Bowker irá fornecer ISBN’s para os livros vendidos através do Google, que não tenham recebido um ISBN do seu editor.

Há décadas o ISBN facilita a distribuição e o controle de catálogos, tornando possível distinguir as várias edições de uma mesma obra. O acordo do Google com a Bowker demonstra o quanto a empresa se preparou para a entrada no mercado de livros. Chega a ser curioso que o Google esteja se preocupando com esse detalhe, enquanto muitas editoras de ofício demonstram um certo desprezo pelo ISBN nos e-books.

O mercado de e-books trouxe confusão para o palco. Alguns editores consideram que o e-book é apenas uma reprodução fiel da versão impressa, portanto empregaria o mesmo ISBN.

Se Arnaldo Cézar Coelho fosse um funcionário da Biblioteca Nacional, ele diria o seguinte:

– Galvão, a regra é clara: a cada edição, a cada tipo de suporte, tipo de formato, tipo de acabamento e tipo de capa, tem que ter um ISBN diferente. A editora sabe disso… não fazer um ISBN só para o e-book é catimba, Galvão!

E nós sabemos que o Arnaldo carrega as regras debaixo do braço!

Continue lendo: http://simplissimo.com.br/blog/a-regra-e-clara-e-books-precisam-ter-seu-proprio-isbn/

Quantos livros fazem uma BIBLIOTECA?

LEI FEDERAL EXIGE QUE ESCOLAS TENHAM ESTRUTURA DE LEITURA E PESQUISA BIBLIOGRÁFICA, COM PROFISSIONAIS ESPECIALIZADOS. FOMOS ATRÁS DE COMO ESTÃO AS ESCOLAS DE JOINVILLE NESSES QUESITOS

Biblioteca é aquele espaço não apenas de leitura, mas de desafios e descobertas. É também o nome dado a uma coleção de livros. Independentemente disso, estas duas definições estão presentes na lei sancionada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva no dia 25 de maio. De acordo com o texto, todas as instituições de ensino do País, incluindo públicas e privadas, devem ter biblioteca. Em Joinville, todas as escolas têm um acervo, conforme exigido pela lei. Porém, nem todas possuem um espaço próprio e um profissional responsável por esta casa de leitura.

A lei exige: cada biblioteca deve ter, no mínimo, um livro para cada aluno matriculado. O funcionamento, a organização e a manutenção desses espaços serão definidos pelas instituições. Além da coleção de livros, a biblioteca deve contar com materiais videográficos e documentos registrados em qualquer suporte disponíveis para leitura e consulta. Segundo o censo escolar de 2008, realizado pelo Ministério da Educação, 37% das 200 mil escolas de educação básica no Brasil não possuem biblioteca. Em dez anos, todas devem se regularizar.

“Se pensamos na lei, todas as escolas estão dentro da lei. O que precisamos adequar é a necessidade de um profissional. Não basta ter só o acervo, ele precisa ser usado” explica a coordenadora da Biblioteca Municipal Rolf Colin, Alcione Pauli. Segundo ela, também é necessário levar mais livros para as escolas rurais e periféricas.

Continue lendo: http://www.clicrbs.com.br/anoticia/jsp/default2.jsp?uf=2&local=18&source=a2923269.xml&template=4187.dwt&edition=14815&section=1186

Leitura ao alcance de poucos

Houve um tempo, na história da educação brasileira, que frequentar a biblioteca da escola era uma forma de castigo. O aluno que não se comportava bem tinha a obrigação de todos os dias visitar a biblioteca até conseguir ler uma coleção completa dos grandes clássicos da literatura. Quem já passou por uma prenda desse tipo hoje se regojiza com a aprovação da lei proposta pelo governo federal, que obriga toda escola a ter uma biblioteca e possibilita que o estudante possa desfrutar da leitura não apenas como um castigo ou obrigação, mas como um direito e, acima de tudo, um prazer. No Rio Grande do Norte, apesar de o governo do estado desde 2004 ter lançado o programa Biblioteca para Todos, elas estão em funcionando em cerca de 35% das escolas. A novidade foi comemorada por educadores (ver matéria abaixo)

A lei está sendo aplaudida por secretários de Educação, diretores de escolas, sindicalistas, estudantes e pais. Mas para atender às normas, no entanto, as instituições precisarão fazer algumas adequações, como oferecer e ampliar o espaço, além de adquirir mais equipamentos e material para pesquisa.

Segundo a responsável pelas bibliotecas escolares da rede estadual, Erileide Maria Oliveira Rocha, até o momento, o governo já reformou cerca de 200 das 730 bibliotecas escolares. “Elas receberam acervos atuais, equipamentos adequados, ambientação e material didático, além de capacitação para profissionais. Em 2010 foram organizadas 42 bibliotecas e, atualmente, encontra-se em processo de licitação equipamentos para novas bibliotecas em 82 escolas. Já nas 153 escolas da grande Natal, segundo Erileide quase 100% têm acervo.

Continue lendo: http://www.diariodenatal.com.br/2010/06/02/cidades1_0.php

Programa de Bibliotecas realiza videodebate com o filme Filhos do Paraíso

O Programa de Bibliotecas da Prefeitura realiza, nesta segunda-feira, dia 7, mais um videodebate dentro da programação do Debate-papo na Educação. O evento será às 16h, na Secretaria Municipal de Educação (rua Carangola, 288, anfiteatro, bairro Santo Antônio). O encontro tem a parceria do Núcleo de Relações Étnico-Raciais e Gênero.

Será exibido o filme iraniano Filhos do Paraíso e, logo após, haverá um debate sobre temas como desigualdade social e o papel da escola na vida das crianças. Os debates têm como objetivo oferecer oportunidades de reflexão sobre as leituras necessárias a uma melhor compreensão do momento atual. Não é necessário fazer inscrição prévia e os participantes receberão certificado.

O filme, que concorreu ao Oscar de melhor filme estrangeiro ao lado do brasileiro Central do Brasil e do vencedor A Vida é Bela, conta a história de Ali, um garoto de nove anos que perdeu o sapato recém-consertado da irmã, Zahra, quando ia para a escola. Filhos de pais humildes, as crianças decidem não contar o ocorrido e revezam o único par de sapatos restante, enquanto Ali tenta ganhar o prêmio de terceiro lugar numa maratona, na qual o prêmio é justamente um par de sapatos.

Fonte: http://portalpbh.pbh.gov.br/pbh/ecp/noticia.do?evento=portlet&pAc=not&idConteudo=37801&pIdPlc=&app=salanoticias

A “Biblioteca pirata” e a “biblioteca” sem a biblioteca. O futuro clama por parcerias

O último artigo do Bibliotecno, sobre ciclo de palestras “Readers 2.0 : O mercado e o cenário de e-boos e e-readers no Brasil”  (http://alexdasilveira.com/?p=695),  trouxe uma das mensagem do palestrante Carlos Eduardo Ernanny, fundador da livraria de e-books brasileira Gato Sabido, onde se pedia que autores cobrassem de seus editores a publicação de seus títulos para e-books. Carlos afirmou que a tendência é a busca da compra do documento (livro, revista, jornal) legalizado, contudo, não havendo a oferta destes documentos, em forma digital, para compra o passo seguinte será buscar a versão não legalizada e em último caso comprar o impresso, digitalizar e compartilhar com as demais pessoas.

Em uma simples busca é possível encontrar milhares de documentos piratas e disponíveis para qualquer um que não quiser pagar pelo documento original. Muitos são os blogs que disponibilizam acesso aos conteúdos, por exemplo, o “De Graça é mais Gostoso” (http://www.degracaemaisgostoso.org/), que além de vídeos e áudio também tem um grande acervo “catalogado” de revistas como “super interessante”, “Photoshop Creative”, “Dieta Já”, Veja” “Mundo estranho”, “Info”, “Dicas Info” e outros vários títulos populares, além de uma seção orientada a revistas adultas.

Estes blogs na verdade não os “donos” do conteúdo disponível em suas páginas, sendo, na grande parte dos casos, meros replicadores e organizadores de links que orientam a documentos mantidos em sites de armazenamento de conteúdo, como o “4 Shared” e o “Rapidshare”. Dos populares, o “4 Shared” (http://www.4shared.com/) é o único que apresenta uma ferramenta própria de busca para todos os usuários, e uma simples consulta pelo termo “livro” reportou 27.054  respostas, contendo obras como “O livro dos espíritos, de Alan Kardec” (47.417 downloads já efetuados) e “O Símbolo Perdido, de Dan Brown” (17.286 downloads efetuados). Sem dúvidas este volume representa um grande problema financeiro para editoras, livrarias e escritores.

Mas e as bibliotecas? Sofrem influencia deste mercado negro? As bibliotecas digitais tem 2 caminhos para oferecerem documentos digitalizados: ou entram em acordo com as editoras (autores…) ou disponibilizam apenas as obras em domínio público, devido as questões de direito autoral. Contudo, não se vê, de forma ampla, acordos entre bibliotecas e editoras e o pouco do que está em domínio público é oferecido. É visível as dificuldades financeiras para se oferecer documentos digitalizados, devido a necessidade de investimentos em equipamentos para a digitalização e armazenamento, contudo, se não quiser perder a “disputa”, a biblioteca deverá buscar meios para oferecer os documentos.

Continue lendo: http://alexdasilveira.com/?p=700

ABDR retira da rede mais de 25 mil links que reproduziam livros ilegalmente

Entre agosto de 2009 e abril de 2010, a Associação Brasileira de Direitos Reprográficos (ABDR), com apoio do Sindicato Nacional dos Editores de Livros, localizou 27.232 links que permitiam download completo de obras literárias de diversas editoras sem autorização dos autores. Por meio de notificações extrajudiciais, a ABDR conseguiu tirar da web 25.448 links (93,4%) que realizavam essa prática ilegal.

Março e abril deste ano representam o período de melhores resultados que o departamento obteve nos nove meses de trabalho. Em março, 3.748 dos 4.014 links encontrados foram retirados da web. Esse número foi superado no mês seguinte, já que 4.927 dos 5.302 links que reproduziam livros ilegalmente foram excluídos da rede mundial de computadores.

Continue lendo: http://cms.olhardigital.com.br/digital_news/noticia.php?id_conteudo=12125&/ABDR+RETIRA+DA+REDE+MAIS+DE+25+MIL+LINKS+QUE+REPRODUZIAM+LIVROS+ILEGALMENTE

28/05/2010 – Digitalização de livros aumenta no mundo

No Brasil, as bibliotecas na internet contribuem para a  democratização da informação

Nahima Maciel

Publicação: 24/05/2010

O livro ainda não acabou, prateleiras de bibliotecas e livrarias continuam abarrotadas e nem o anúncio do sedutor iPad fez caírem os índices da lista dos mais vendidos do New York Times. Mas há, sim, uma batalha travada silenciosamente na galáxia do livro impresso. Enquanto se discute por aí se e-books vão substituir o papel, uma indústria paralela se prepara para digitalizar a maior quantidade de livros possível e coloca em pauta a mais importante das discussões sobre a ligação entre tecnologia e acesso à informação. Disponibilizar o conhecimento na web é democratizar a informação, mas como fazê-lo? E nesse campo de batalha há pelo menos dois fronts bem definidos. De um lado está a lógica comercial, que aceita o risco de burlar os direitos autorais. Do outro, as instituições apegadas à ética da preservação do objeto e seu autor.

Nos Estados Unidos, a Google passou por cima das leis de direitos autorais e digitalizou 12 milhões de livros. O que não está em domínio público fica indisponível na web, mas permanece integralmente armazenado nos discos rígidos da empresa para futura comercialização. Em Paris, a Biblioteca Nacional da França (BNF) criou o Gallica, sistema que armazena, online, mais de um milhão de livros e documentos. O Brasil ainda engatinha nessa trilha.

O projeto mais expressivo começou a ser realizado na Universidade de São Paulo (USP) no ano passado. A instituição disponibilizou na web 1.200 volumes da coleção de 40 mil títulos doada por José Mindlin em 2006. A biblioteca digital intitulada Brasiliana pode ser consultada por qualquer pessoa com acesso à internet e é um braço de projeto mais amplo que envolve a construção de um prédio para receber o acervo de Mindlin.

O projeto de digitalização conta com financiamento de R$ 1,8 milhão do Ministério da Cultura e da Fapesp. Quase nada se comparado aos 14 milhões de euros anualmente destinados ao projeto da francesa Gallica. Na França, toda compra de equipamentos audiovisuais implica o pagamento de imposto reservado para a digitalização do acervo da BNF.

Continue lendo: http://www.crb6.org.br/index.php?option=com_content&task=view&id=1309&Itemid=0

Lula sanciona lei que determina instalação de bibliotecas em escolas

Cada unidade deve ter pelo menos um título por aluno matriculado.
‘Diário Oficial’ também tem determinação sobre salas de aula em presídio.

Do G1, em São Paulo

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou uma lei que determina a instalação de bibliotecas em todas as instituições de ensino do país, incluindo públicas e privadas. De acordo com o texto, publicado no “Diário Oficial” da União nesta terça-feira (25), cada biblioteca deve ter, no mínimo, um título para cada aluno matriculado.

A organização, a manutenção e o funcionamento desses novos espaços devem ser definidos pelas instituições.

Ainda segundo a publicação oficial, as bibliotecas escolares devem contar com “coleção de livros, materiais videográficos e documentos registrados em qualquer suporte destinados a consulta, pesquisa, estudo ou leitura”. O prazo máximo para a instalação dessas bibliotecas é de dez anos.

Também no “Diário Oficial”, há uma lei que autoriza a instalação de salas de aulas em presídios. Nesses locais, devem ser realizados cursos do ensino básico e profissionalizante. Essa determinação entra em vigor a partir da data da publicação.

Fonte: http://g1.globo.com/brasil/noticia/2010/05/lula-sanciona-lei-que-determina-instalacao-de-bibliotecas24052010.html

Escolas do Brasil fazem aluno odiar leitura, diz professor

Por Ana Cláudia Barros

“Na verdade, ter uma biblioteca não garante que as pessoas vão ler”. O comentário é do autor do livro Educação como exercício do poder – Crítica ao senso-comum em educação , o professor da Universidade de São Paulo (USP), Vítor Henrique Paro. Ao falar sobre a lei 12.244, que pretende universalizar as bibliotecas nas instituições de ensino do País, ele deixa patente a complexidade da questão.

Sancionada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, a nova legislação, que entrou em vigor nesta terça-feira (25), estabelece prazo de 10 anos para que as escolas, públicas e privadas, ajustem-se à regra.

O professor da USP não tira o mérito da lei, que considera “importantíssima”, mas destaca a necessidade de se enfatizar discussões, como qualidade de ensino e investimento na educação.

-A nossa escola é tão ruim que faz as pessoas odiarem a leitura, porque as aulas são chatas. Estou falando de instituições públicas e privadas. Não tem diferença. O professor está mal formado, porque a escola é ruim. Está completamente invertido. Todas as políticas que existem por aí, todas as justificativas de políticas de educação que existem por aí deveriam ir para a lata do lixo, porque não têm o menor fundamento.

Continue lendo: http://terramagazine.terra.com.br/interna/0,,OI4449333-EI6581,00-Escolas+do+Brasil+fazem+aluno+odiar+leitura+diz+professor.html

Lei prevê que bibliotecas de escolas sejam administradas por profissionais habilitados

Agência Brasil

A lei publicada hoje (25) no Diário Oficial da União que obriga todas as escolas públicas e privadas a terem uma biblioteca também estabelece que o espaço deverá ser administrado por profissionais da área. Para a presidente do Conselho Federal de Biblioteconomia (CFB), Nêmora Rodrigues, esse detalhe faz toda a diferença porque sem a organização adequada a biblioteca fica subutilizada.

Segundo o Censo Escolar de 2009, 28,2% das escolas públicas do país contam com bibliotecas, atendendo a 53% das matrículas da educação básica. “Nós tivemos muito trabalho para aprovar uma lei que deveria ser o óbvio: todas as bibliotecas deveriam ser aparelhadas e contar com profissionais habilitados”, ressalta Nêmora.

Mesmo que a escola conte com o equipamento, é preciso profissionais capacitados para que o espaço não se transforme em um mero “depósito de livros”. “O profissional da área vai prestar serviços tanto na questão da organização de acervos quanto na promoção das atividades que atraiam os alunos para utilizar a biblioteca para ampliar os conhecimentos de sala de aula. Também é um ponto importante de acesso de informação para professores e a comunidade”, defende a presidente da entidade

Continue lendo: http://www.correioweb.com.br/euestudante/noticias.php?id=11104

Direitos autorais impedem digitalização de acervos

Por Tatiana de Mello Dias

São Paulo, 05 (AE) – “Em todo lugar a que vou, tenho que debater com o Ecad. Não tem ninguém do Ecad aqui?”, provocou Marcos Souza, coordenador-geral de direitos autorais do Ministério da Cultura (MinC), no Simpósio Internacional de Políticas Públicas para Acervos Digitais. Ali, por acaso, não tinha. O evento, que aconteceu semana passada em São Paulo, reuniu especialistas de vários países para discutir a digitalização de acervos. E quase todos concordaram em uma questão: os direitos autorais são um dos maiores impedimentos para digitalizar acervos, mesmo que seja só para fins de preservação.

São vários exemplos: quase 80% do acervo digitalizado pelo Google Books não pode ser colocado na web por causa de direitos autorais. A Brasiliana, biblioteca digital da USP, não pôde digitalizar obras raras de Guimarães Rosa. A Cinemateca assiste sem ter o que fazer o tempo destruir o original do filme “A Hora e a Vez de Augusto Matraga” (1965), de Leonardo Villar, porque os herdeiros estão brigando por quanto vão cobrar pela digitalização da obra. E, só para dar mais um exemplo: Marcos Souza contou que foi alertado por uma entidade de proteção aos direitos autorais que uma biblioteca não poderia emprestar livros porque “isso fere os direitos autorais”.

“Hoje, se uma biblioteca tem um livro que não caiu em domínio publico que começa a ser estragado pela umidade, ela tem que deixar estragar”, diz o coordenador do MinC. A lei brasileira impede, por exemplo, a cópia de um livro mesmo que ele esteja esgotado. Não há menção às novas possibilidades da tecnologia – como a digitalização para restauração.

Por que chegamos a esse ponto? “A lei é de 1998. Havia uma perspectiva de que o direito autoral era só no âmbito privado. A lei ficou mais de 11 anos tramitando no Congresso e foi objeto de vários interesses específicos, e nenhum deles era o interesse público”, critica Marcos Souza.

Continue lendo: http://br.noticias.yahoo.com/s/05052010/25/tecnologia-direitos-autorais-impedem-digitalizacao-acervos.html

Ciência é informação

Portal propõe uma nova forma de compartilhar e divulgar conhecimento científico: disponibilizar dados de pesquisas por meio de arquivos em ‘torrents’

Uma casa aberta. Onde, por maior que seja a informação a ser compartilhada, ela sempre cabe. Assim é a internet para muita gente. Pessoas que usam esse espaço – que muitas vezes dá a impressão de ser fisicamente infinito – com vários fins, entre eles o profissional.

Essa casa aberta ainda não é, no entanto, a realidade do meio científico. Por vários motivos. Seja pelo fato de ter de lidar com processos lentos de revisão por pares, seja pela publicação em revistas de acesso restrito, por falta de hábito e, às vezes, até por vaidade, a área ainda engatinha quando o assunto é disponibilizar conteúdo na rede.

Algumas iniciativas tentam romper com isso. Nas ciências exatas, muitos cientistas disponibilizam seus estudos no portal arXiv antes mesmo de eles serem aceitos para publicação em periódicos. Nas ciências da vida, há projetos como o Bio-Mirror, por exemplo, que dá acesso a sequências de genes e proteínas. Mas ainda são escassas as iniciativas que apontam para esse caminho.

Um dos impeditivos é que, cada vez mais, os arquivos nos quais os estudos são salvos aumentam em tamanho. E, por maior que seja a ilusão de que o espaço na internet é infinito, a premissa não é verdadeira. Há servidores, megacomputadores, responsáveis pelo armazenamento desses dados. É caro mantê-los.

Continue lendo: http://cienciahoje.uol.com.br/blogues/bussola/ciencia-e-informacao

Via dourada ou via verde: Quem vem primeiro?

Segundo os posts de Stevan Harnad, hoje a estratégia mais recomendada seria a da via verde. Ou seja, a construção de repositórios institucionais e o estabelecimento de mandatos tornando obrigatório aos pesquisadores o depósito de seus trabalhos publicados em revistas com revisão por pares. Ao mesmo tempo, Stevan faz uma crítica às iniciativas açodadas no sentido de apoiar as revistas de acesso livre, que são aderentes ao modelo “autor paga” e consequentemente no contexto da via dourada.

Desde o início do movimento do acesso livre não me parecia claro a existência de prioridade ou sequência entre as duas vias (verde e dourada). No post de Stevan essa dúvida foi esclarecida, o primeiro e prioritário passo é a implantação das iniciativas aderentes à via verde. Ou seja, a construção e implantação de repositórios institucionais e estabelecimento de mandatos de suporte ao auto-depósito. Que, aliás, no final das contas será a estratégia que promoverá a disponibilização dos resultados das pesquisas em acesso livre.

Continue lendo: http://kuramoto.blog.br/2010/05/05/via-dourada-ou-via-verde-quem-vem-primeiro/

Editoras têm dúvidas sobre livros digitais

Ubiratan Brasil – O Estado de S.Paulo

Com dúvidas sobre qual ferramenta escolher para lançar seus títulos no formato digital, as editoras deixaram a corrida para as livrarias. Assim, na sexta-feira, a Livraria Cultura completou um mês com vendas também de conteúdo digital, com quase 200 títulos vendidos. Ontem, o site da livraria apontava Leite Derramado (Companhia das Letras), de Chico Buarque de Holanda, como o e-book mais vendido do momento.

A briga deverá engrossar em poucos dias, quando finalmente a Saraiva também entrar no mercado das e-bookstores, que já conta com a Gato Sabido, pioneira no ramo.

“As editoras ainda têm dúvidas sobre qual caminho seguir”, diz Pedro Herz, presidente da Cultura. “Assim, preferem que as livrarias façam inicialmente a intermediação.”

O resultado é que os livros digitais são oferecidos tanto no formato escolhido até agora como padrão pelo mercado, o ePUB, como no Adobe Digital, mais comum no Brasil. Os preços são mais convidativos no digital que as edições em papel, que geralmente custam o dobro do valor.

Continue lendo: http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20100505/not_imp547011,0.php

O cheiro do saber

O historiador Robert Darnton analisa por que a realidade digital pode tornar opaco o conhecimento acumulado durante anos nas estantes

Em 1771, o obscuro escritor iluminista Louis Sébastien Mercier publicou O Ano 2440, uma utopia futurista na qual o narrador cai no sono e acorda sete séculos depois em uma Paris harmoniosa, livre dos males do Antigo Regime. No principal capítulo do relato, visita a Biblioteca Nacional, esperando encontrar aquele templo do saber ultraorganizado e acessível, mas encontra apenas uma sala modesta, com quatro estantes. O bibliotecário lhe explica: “Descartamos tudo. Cinquenta mil dicionários, 100 mil livros de poesia, 800 mil livros de viagem e 1 bilhão de romances. Uma comissão de sábios virtuosos leu todos os livros, eliminou o que era falso e resumiu tudo em algumas verdades e preceitos morais básicos, que cabem sem dificuldade nestas quatro estantes”.

Mercier nunca defendeu o descarte de livros. Mas sua fantasia expressou um sentimento já forte no século XVIII e, na nossa época, tornado obsessão: a sensação de estar sobrecarregado de informações, impotente diante da necessidade de encontrar material relevante em meio a futilidades. A utopia de Mercier anunciava algo que hoje deixou de ser utopia: uma biblioteca sem livros. Em lugar das três estantes residuais, terminais de computador com acesso a gigantescos bancos de dados e hiperlinks de livros digitalizados, onde os leitores encontrariam o que desejassem por meio de mecanismos de busca perfeitamente afinados, segundo os algoritmos mais recentes.

Esta é uma das muitas provocações do historiador Robert Darnton em A Questão dos Livros – Passado, presente e futuro (Companhia das Letras, 231 págs., R$ 42,50), um guia apetitoso para alimentar o debate sobre o lugar dos livros no ambiente digital que se tornou uma realidade para milhares de seres humanos. Difícil encontrar uma trajetória mais apropriada para encaminhar a discussão sobre o futuro do livro nesse universo. Após uma breve carreira de repórter policial no New York Times, Darnton, que estará presente na Festa Literária Internacional de Paraty, em agosto, tornou-se professor universitário e um pesquisador dedicado ao estudo da história do livro e da leitura no século XVIII.

Continue lendo: http://www.cartacapital.com.br/app/materia.jsp?a=2&a2=10&i=6609

Curitiba é a capital com maior número de bibliotecas públicas

Curitiba foi apontada no 1º Censo Nacional das Bibliotecas Públicas Municipais como a capital com o maior número de bibliotecas municipais por cem mil habitantes. São 184 unidades incluindo as 171 bibliotecas da Rede Municipal de Bibliotecas Escolares e as 13 Casas da Leitura da Fundação Cultural de Curitiba. O índice é de 9,93 bibliotecas para cada grupo de cem mil habitantes, em uma população de 1.851.215 habitantes.

“Investir em bibliotecas, com a expansão de unidades, reforço no acervo e formação de agentes de leitura são parte das ações da Prefeitura para democratizar a cultura e contribuir na formação de cidadãos mais participativos e conscientes”, diz o prefeito de Curitiba, Luciano Ducci. O prefeito lançou neste mês o programa Curitiba Lê, de incentivo à leitura. O lançamento foi junto com a inauguração de mais uma Casa da Leitura e da primeira Estação de Leitura da cidade, no terminal de ônibus do Pinheirinho.

O ranking das bibliotecas foi feito pela Fundação Getulio Vargas (FGV) e encomendado pelo Ministério da Cultura para subsidiar o aperfeiçoamento de políticas públicas nas esferas federal, estadual e municipal. O objetivo é a melhoria e valorização das bibliotecas públicas brasileiras. O estudo foi feito entre setembro e novembro de 2009.

Continue lendo: http://www.crb6.org.br/index.php?option=com_content&task=view&id=1274&Itemid=0

Tudo sobre leitura

Formar leitores é uma tarefa que começa antes mesmo da alfabetização e se estende por toda a vida escolar. Pensando nisso, preparamos um especial com tudo o que você precisa saber sobre leitura! Confira reportagens, vídeos e planos de aula desenvolvidos especialmente para ajudar você a despertar em seus alunos o gosto pelos livros e garantir que eles consigam ler e entender os mais diversos tipos de texto. BOA LEITURA!

Continue lendo: http://revistaescola.abril.com.br/leitura/

Uma Problemática na catalogação de seriados digitalizados, digitais e online

Por Alex da Silveira

Este blog desde seu lançamento vem abordando temas relativos ao mundo digital e online quase sempre relacionado aos suportes da informação. É impossível negar que mesmo discutindo todos os tipos de documentos em suporte eletrônico este site tem uma relação mais próxima com as publicações seriadas (jornais, revistas, anais…) e deve-se ter claro que é importante discutir os suportes, suas particularidades, problemáticas de captura e, como bibliotecários, a organização desta informação para futuro acesso.

Aos leitores deste texto logo deve vir a mente o termo metadados, contudo, discutiremos – sem a pretensão de ser conclusivo – algo mais mais comum a todos os bibliotecários (ou quase todos): O marc (em específico o campo 856).

O campo 856 é relacionado a localização e acesso eletrônico, sendo um campo repetitivo e permitindo replicar ao usuário vários links para uma obra ou relacionados a mesma. Segundo Margarida M. Ferreira (2000, p.274) “a informação contida neste campo, é suficiente para permitir a transferência eletrônica do arquivo, assinatura de um jornal eletrônico, ou ligação a um catálogo de biblioteca.

Tomando por exemplo uma biblioteca que tenha digitalizado parte do “Jornal do Brasil” tem-se a clareza de que o campo será utilizado para a página relacionada ao conteúdo digitalizado pela biblioteca.

Continue lendo: http://alexdasilveira.com/?p=660

Manguinhos ganha biblioteca high-tech inspirada em Medellín

Lugar terá 40 computadores, 3 milhões de músicas e 3 livros digitais.

Os moradores do Conjunto de Favelas de Manguinhos, no subúrbio do Rio de Janeiro, ganharão nesta quinta-feira (29) a primeira biblioteca-parque do Brasil. O projeto é inspirado em Medellín, na Colômbia, que investe na construção de equipamentos culturais como forma de promover inclusão social.

Veja as fotos da primeira biblioteca-parque do Brasil

A biblioteca-parque de Manguinhos ocupará uma área de 2,3 mil m² do antigo Depósito de Suprimento do Exército (1º DSUP) e atenderá a 16 comunidades da Zona Norte, cuja população soma, aproximadamente, 100 mil habitantes. O lugar  foi criado a partir de uma viagem feita pela secretária estadual de Cultura, Adriana Rattes, à cidade colombiana.

” Esse projeto tem a intenção de despertar o interesse dos moradores de Manguinhos e de toda sociedade pelo conhecimento digitalizado”, disse Adriana.

Com 900 DVD’s, 5 televisões de LCD, 3 livros digitais, 40 computadores, 25 mil livros e mais de 3 milhões de músicas distribuídas em aparelhos de Mp3, a infraestrutura de nível internacional custou R$ 8,7 milhões em recursos do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC).

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Biblioteconomia faz 45 anos e homenageia criador do curso

Edson Nery da Fonseca veio para a UnB em 1962 a convite de Darcy Ribeiro. O professor fundou o curso de Biblioteconomia na universidade
Thais Antonio – Da Secretaria de Comunicação da UnB

Foram abertas as comemorações dos 45 anos do curso de Biblioteconomia da UnB. O pontapé inicial foi dado em um dia de homenagens ao biblioteconomista e professor emérito da UnB, Edson Nery da Fonseca, fundador do curso na universidade. Na ocasião, o professor lançou um livro de memórias, intitulado Estão Todos Dormindo. A ideia do Departamento de Ciência da Informação e Documentação (CID) é celebrar o aniversário do curso em eventos ao longo do ano.

“Estou limitado ao Norte pela literatura / Ao Sul pela saudade da vida militar / A Leste por Gilberto Freyre / E a Oeste pelo Mosteiro de São Bento”. O poema de Edson Nery conta um pouco de sua trajetória. O estudioso da obra de Gilberto Freyre quase virou monge beneditino. Veio morar em Brasília em 1962, quando foi convidado pelo antropólogo Darcy Ribeiro para ajudar a construir a UnB. Ficou na universidade por 30 anos, quando se aposentou por limite de idade.

“Retornar à universidade foi emocionante porque, entre as instituições em que trabalhei, foi a que mais me empolgou”, relata o professor emocionado. “Desde o reitor até o mais humilde funcionário, tínhamos a consciência de que estávamos fazendo a melhor universidade do país”, lembra. Edson Nery orgulha-se de ter trabalhado com o educador Anísio Teixeira e com Darcy Ribeiro nos primórdios da Universidade de Brasília.

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Bibliotecas municipais têm quatro funcionários em média, a maioria sem formação específica

Agência Brasil

As bibliotecas municipais brasileiras têm em média 4,2 funcionários e a maioria (84%) é mulher. Entretanto, 52% dos trabalhadores desses estabelecimentos não têm capacitação para a atividade em bibliotecas. Os dados fazem parte do 1º Censo Nacional das Bibliotecas Públicas Municipais, divulgado hoje (30) pelo Ministério da Cultura.

O levantamento, realizado pela Fundação Getulio Vargas (FGV), também aponta que a média de idade dos funcionários é de 41,2 anos e que 40% deles completaram apenas o ensino médio, enquanto 57% concluíram o ensino superior.

Já o perfil de quem frequenta bibliotecas municipais no país indica que 65% dos usuários vão ao local para fazer pesquisa escolar, 26% para pesquisa em geral e 8% para lazer. Os assuntos mais pesquisados são geografia e história, literatura e obras gerais (como enciclopédias e dicionários).

Segundo o estudo, 55% dos usuários frequentam as bibliotecas de uma a cinco vezes ao mês; 18%, de seis a dez vezes; 20%, de dez a 20 vezes, e 3% fazem mais de 20 visitas mensais.

Continue lendo: http://www.correioweb.com.br/euestudante/noticias.php?id=10249

Primeiro Censo Nacional das Bibliotecas Públicas Municipais

MinC divulga pesquisa encomendada à FGV, que revela o perfil das instituições em todo o país, e esse mapeamento inédito permitirá o aperfeiçoamento das políticas para o setor

O 1º Censo Nacional das Bibliotecas Públicas Municipais mostra que, em 2009, 79% dos municípios brasileiros possuíam ao menos uma biblioteca aberta, o que corresponde a 4.763 bibliotecas em 4.413 municípios. Em 13% dos casos, as BPMs ainda estão em fase de implantação ou reabertura e em 8% estão fechadas, extintas ou nunca existiram. Considerando aquelas que estão em funcionamento, são 2,67 bibliotecas por 100 mil habitantes no país.

O levantamento aponta que as BPMs emprestam 296 livros por mês e têm acervo entre dois mil e cinco mil volumes (35%). Quase a metade possui computador com acesso à Internet (45%), mas somente 29% oferecem este serviço para o público. Os usuários frequentam o local quase duas vezes por semana e utilizam o equipamento preferencialmente para pesquisas escolares (65%). Quase todas as bibliotecas funcionam de dia, de segunda à sexta (99%), algumas aos sábados (12%), poucas aos domingos (1%). No período noturno, somente 24% estão abertas aos usuários. A maioria dos dirigentes das BPMs são mulheres (84%) e tem nível superior (57%).

Foram pesquisados todos os 5.565 municípios brasileiros. Em 4.905 municípios foram realizadas visitas in loco para a investigação sobre a existência e condições de funcionamento de BPMs, no período de setembro a novembro de 2009. Os 660 municípios restantes – identificados sem bibliotecas entre 2007 e 2008 pelo Sistema Nacional de Bibliotecas Públicas e atendidos pelo Programa Mais Cultura com a instalação de BPMs – foram pesquisados por contato telefônico, até janeiro deste ano.

O Censo Nacional tem por objetivo subsidiar o aperfeiçoamento de políticas públicas em todas as esferas de governo – federal, estadual e municipal – voltadas à melhoria e valorização das bibliotecas públicas brasileiras. Segundo o levantamento, em 420 municípios as BPMs foram extintas, fechadas ou nunca existiram. O MinC – por meio da Fundação Biblioteca Nacional, com recursos do Programa Mais Cultura – em parceira com as prefeituras municipais, promoverá a implantação ou reinstalação dessas bibliotecas, com a distribuição de kits com acervo de dois mil livros, mobiliário e equipamentos, no valor de R$ 50 mil/cada, totalizando R$ 21 milhões. As BPMs receberão, ainda, Telecentros Comunitários do Ministério das Comunicações.

Continue lendo: http://www.cultura.gov.br/site/2010/04/30/primeiro-censo-nacional-das-bibliotecas-publicas-municipais/

Pesquisa mostra que 71% das bibliotecas municipais do país não têm internet

Por JOHANNA NUBLAT

Uma pesquisa divulgada nesta sexta-feira pelo Ministério da Cultura aponta que 71% das bibliotecas públicas municipais não disponibilizam acesso à internet aos usuários. Os dados foram coletados durante o primeiro censo nacional das bibliotecas municipais feito no país.

Pesquisa mostra que 445 municípios ainda não têm bibliotecas
Rio recebe a primeira biblioteca-parque do país

A falta de acessibilidade foi classificada como “gravíssima” por Fabiano Piúba, diretor de livro, leitura e literatura do ministério. Segundo ele, a responsabilidade por essas bibliotecas é principalmente dos municípios. O governo federal, diz ele, tem o papel de definir políticas públicas e instigar as prefeituras a disponibilizarem esses equipamentos culturais.

Para tentar alterar a situação, o ministério pretende investir R$ 30,6 milhões na modernização e construção de bibliotecas públicas brasileiras. Prefeituras e Estados podem se inscrever até o dia 15 de junho no edital de convocação.

Continue lendo: http://www1.folha.uol.com.br/folha/educacao/ult305u728350.shtml

Uma biblioteca para bebês no Recife

Estado é um dos primeiros do país a ganhar um espaço de leitura voltado para primeira infância, período que vai de zero a seis anos

Mirella Marques
mirellamarques.pe@dabr.com.br

Quando a educadora Lílian Veiga começou a ler historinhas para sua primeira filha, Sofia, chamou a atenção dos familiares. Afinal, Sosô, como é chamada, era apenas uma recém-nascida. Hoje, aos oito meses de idade, basta olhá-la para perceber o quanto a pequena gosta dos livros. A mãe não poupa esforços e, além de entonação diferenciada, sempre utiliza bonecos ou musiquinhas nas contações. É um momento de relax, lazer e também de estímulo. Achou estranho? Pois Pernambuco é um dos primeiros estados brasileiros a ganhar uma biblioteca da primeira infância (período que vai de zero a seis anos de idade). A experiência, iniciada na comunidade de Vasco da Gama, Zona Norte do Recife, vem dando certo, de acordo com o Instituto Brasil Leitor, responsável pela unidade. Contar historinhas, segundo os especialistas em educação, estimula o desenvolvimento do gosto pela leitura. Mesmo em quem ainda nem sabe falar.

Antes de sair correndo atrás de um livro para o seu bebê de trêsmeses, saiba que eles não vão compreender toda a história. Óbvio. Mas saiba que a entonação diferenciada usada para a leitura vai colocá-lo em contato, desde cedo, com o mundo dos livros. Por mais inocente que pareça, sentar com a criança de colo e ler faz com que ela desenvolva a oralidade/linguagem, a concentração e a atenção, a percepção e a criação do saudável hábito da leitura. E nem precisa ter sempre um livro à mão. Inventar historinhas desde que o bebê esteja focado no assunto também é uma boa, ensinam as pedagogas. Basta prestar atenção a algumas regrinhas.

“Os pais devem caprichar na entonação, utilizar encenações com fantoches ou músicas e escolher histórias curtas. Além disso, devem ter prioridade os livros grandes, de borracha, com figuras ou bonecos que a criança possa ver e interagir com eles”, explicou a coordenadora pedagógica do ensino infantil da Escola Primeiro Passo, Mariana de Carvalho. Os pais da pequena Manuela Maranhão, de dois anos, seguiram à risca as dicas. Hoje o presente que elamais gosta de ganhar são livros. Ela adora historinhas e já virou fã da Chapeuzinho Vermelho

Continue lendo: http://www.diariodepernambuco.com.br/2010/04/25/urbana7_0.asp

O enigma do e-book: ‘decifra-me ou te devoro’

Por Natalia Cuminale

O e-book desafia o mercado de livros como um enigma da esfinge da Antiguidade. “Decifra-me ou te devoro.” Os editores, que há anos encaram a ascensão dos e-readers, dispositivos portáteis de leitura digital, se debatem entre as promessas do novo formato (entre elas, a de atingir leitores em qualquer parte do globo) e o receio de serem abocanhados por ele. A apreensão cresceu recentemente com o lançamento do iPad. A nuvem de expectativa, incerteza e planos se formou em torno do tablet da Apple, que aprimorou a maneira de apresentar textos eletronicamente com recursos touch screen. Mas ainda se trata de uma nuvem, que até agora só revelou uma certeza: o livro eletrônico chegou para ficar. “O modelo de negócio no futuro vai ser completamente distinto do que conhecemos hoje”, prevê Sônia Machado Jardim, presidente do Sindicato Nacional de Editores de Livro (Snel). “Mas várias questões ainda não estão claras”, completa.

Entre os enigmas dos e-readers está o preço do livro eletrônico, o e-book. Uma vez que sua produção elimina gastos de impressão, papel e transporte ao ponto de venda, o custos e, portanto, o preço das obras digitais poderiam ser sensivelmente inferiores aos do livro tradicional. E são. Outra charada: no novo cenário, como seria a remuneração de autores e editoras? Mais uma: qual dos formatos oferecidos por fabricantes de e-readers se tornará padrão? Como sobreviverão as livrarias, se um dia todas as obras puderem ser adquiridas pela internet, por exemplo? Finalmente: como evitar que o arquivo digital, facilmente reproduzível e compartilhável em ambiente virtual, vire alvo de pirataria, repetindo com a indústria do livro o que o formato MP3 fez com a dos discos?

“No Brasil, o número de equipamentos de leitura eletrônica ainda é ínfimo. Vamos ter de esperar mais tempo para ver o que vai acontecer no mercado externo e depois tomarmos uma posição”, afirma Sérgio Machado, presidente da Record, maior editora do país no campo de obras não-didáticas, que acumula em acervo 6.500 títulos. “Na nossa economia editorial, não podemos ficar brincando com as tecnologias.”

Continue lendo: http://veja.abril.com.br/noticia/ciencia-tecnologia/enigma-e-book-decifra-me-ou-te-devoro-536582.shtml

Cerca de 90% das bibliotecas do país estão  em más condições, diz conselho federal

Prefeitos tratam acervos municipais com descaso, segundo o Ministério da Cultura

Rafael Sampaio, do R7

Aproximadamente 90% das bibliotecas do país têm problemas de infra-estrutura, de acervo ou falta de funcionários, afirma a presidente do CFB (Conselho Federal de Biblioteconomia), Nêmora Rodrigues. Ela ressalta que as instituições no interior do Norte e do Nordeste são as mais afetadas.

O Brasil possuía 5.186 bibliotecas públicas até julho do ano passado, segundo o SNBP (Sistema Nacional de Bibliotecas Públicas), ligado ao governo federal. São Paulo é o Estado com mais locais (719 bibliotecas), seguido do Rio Grande do Sul (480) e do Paraná (464).

O Ministério da Cultura, que está preparando um censo sobre as bibliotecas do país em convênio com a FGV (Fundação Getúlio Vargas), confirma os problemas. Segundo Fabiano Santos, diretor de Livro e Leitura da pasta, há dezenas de cidades em que os prefeitos não se comprometem em manter a estrutura de bibliotecas municipais, mesmo recebendo kits prontos enviados pelo governo.

– O compromisso é o principal problema, na minha opinião. Quando troca a gestão [acaba o mandato do prefeito], as bibliotecas acabam ficando esquecidas. Outros prefeitos não enviam a documentação mínima para receber o acervo.

Continue lendo: http://noticias.r7.com/vestibular-e-concursos/noticias/cerca-de-90-das-bibliotecas-do-pais-estao-em-mas-condicoes-diz-conselho-federal-20100423.html

Formato e direitos travam e-book no Brasil

FABIO VICTOR
da Reportagem Local

Se livrarias virtuais brasileiras já têm milhares de livros eletrônicos à venda, por que tão poucos títulos são em português? Por que esse mercado, ascendente nos EUA, não deslanchou no Brasil? As perguntas, que circulam no meio editorial e entre leitores, não têm respostas prontas nem simples, mas por ora duas surgem como mais esclarecedoras.

Uma, inacreditável, é tecnológica: o país praticamente não tem mão de obra especializada para converter os livros para o formato escolhido até agora como padrão pelo mercado, o ePUB. A outra razão é empresarial: editoras, livrarias e autores não definiram um modelo de negócios, ou seja, não há consenso sobre o preço médio do livro, sobre a divisão de receitas entre as partes da cadeia produtiva e, o mais grave, a maioria das editoras terá de renegociar os contratos com os autores, já que os atuais não preveem direitos digitais.

No primeiro caso, chama a atenção a experiência da Zahar, pioneira na venda de e-books no país. A editora recorre a empresas na Índia e nas Filipinas, subcontratadas de firmas nos EUA, para transformar em ePUB os seus livros digitais. Desenvolvido pelo IDPF (fórum internacional de publicações digitais) para ser o formato padrão do mercado, o ePUB é mais dinâmico que o popular PDF, pois o fluxo e o corpo do texto se adequam ao aparelho.

Continue lendo: http://www1.folha.uol.com.br/folha/ilustrada/ult90u725278.shtml?utm_source=twitterfeed&utm_medium=twitter

Digitalizar acervos: uma estratégia para ampliar o acesso à cultura

Dados do Ministério da Cultura mostram que mais da metade dos municípios brasileiros não contam com nenhum centro cultural, museu, teatro, cinema ou espaço multiuso. Cerca de 60% das bibliotecas públicas e comunitárias estão concentradas em sete dos 27 estados do país. A parcela da população que nunca visitou um museu supera os 90%. Esses números revelam que grande parte do Brasil ainda vive à margem de seu próprio patrimônio cultural. Uma das saídas para mudar essa realidade é digitalizar os acervos culturais – hoje hospedados em museus, bibliotecas, cinematecas – e assim permitir que esse patrimônio circule pelo país em formato digital por meio da internet.

Tecnologias, modelos, limites e ideais de como isso deve ser feito serão discutidos por especialistas e profissionais nacionais e internacionais no Simpósio Internacional de Políticas Públicas para Acervos Digitais, a ser realizado em São Paulo entre 26 e 29 de abril, no Novotel São Paulo Jaraguá Convention (Rua Martins Fontes, 71 – Centro). Haverá transmissão pela internet, no endereçohttp://culturadigital.br/simposioacervosdigitais/. Organizado pelo Ministério da Cultura, pelo Projeto Brasiliana USP e pela Casa da Cultura Digital, o encontro indicará possíveis rumos para que a digitalização dos acervos culturais no Brasil seja uma estratégia eficaz para facilitar o acesso da população à cultura.

Acesso qualificado – “Um equipamento eletrônico, seja ele um leitor digital, um celular ou um computador, pode armazenar ou acessar um acervo tão rico quanto o do Real Gabinete de Leitura, da Biblioteca Nacional, ou mesmo da Cinemateca de São Paulo”, compara um dos coordenadores do simpósio, Roberto Taddei. De acordo com ele, não se trata mais de apenas publicar conteúdos apenas em sites na rede. “É preciso organizar tudo de maneira intercambiável, com acesso por meio de diferentes suportes e plataformas, de fácil indexação e consulta por parte do público”, explica o jornalista que integra a Casa da Cultura Digital.

Continue lendo:http://url4.eu/2pRdI

RBPG terá edição temática dedicada ao Portal de Periódicos

Publicada por Assessoria de Imprensa da Capes

A Revista Brasileira de Pós-Graduação (RBPG) terá uma edição especial em comemoração aos 10 anos do Portal de Periódicos da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes). O regulamento para participação foi publicado em edital no Diário Oficial da União, nesta terça-feira, 20 de abril.

As propostas deverão ser encaminhadas, até 31 de julho, conforme especificam as Normas para Colaboração da RBPG, para o e-mail // <![CDATA[// rbpg@capes.gov.br

Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo.

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Um dos objetivos dessa edição temática é a abertura de espaço para as pesquisas realizadas sobre o

Portal de Periódicos por diferentes áreas do conhecimento. A Revista busca assim traçar os desafios da política brasileira de acesso à informação científica em meio digital para os próximos anos.

Continue lendo: http://www.capes.gov.br/servicos/sala-de-imprensa/36-noticias/3736-rbpg-tera-edicao-tematica-dedicada-ao-portal-de-periodicos

iPad pode recuperar o prazer da leitura de jornais e revistas

Quando comentei em meu vídeo-relato sobre o iPad de que eu encontrava nele um futuro para o jornalismo uma polêmica se instaurou. Estaria eu sendo irônico? Manifestando apenas uma paixão cega pela Apple? Defendendo o modelo pago de jornalismo digital?

Primeiramente é preciso lembrar que a discussão do jornalismo passa por muitos caminhos. Podemos discutir a experiência da leitura de notícias, o modelo de negócios, o processo de produção jornalística, entre outros tantos. Eu quero aqui focar apenas aquele primeiro aspecto. E foi justamente ele que provocou aquele meu comentário entusiasmado.

É realmente uma satisfação poder acessar diariamente (e várias vezes ao dia) sites e twittter de webjornais. E, melhor que isso, de forma gratuita e hipertextual. Porém, não posso deixar de comentar que acho hoje os jornais e revistas digitais todos muito parecidos. A recente mudança da interface do G1 mostra o caminho em direção a essa padronização progressiva.

Analise o design dos periódicos que você lê na web. Você verá que eles se repetem. Muito provavelmente você cai em sites jornalísticos aleatórios a partir de links no Twitter e da página de resultados do Google. A leitura dessas notícias é quase automática e sem maiores surpresas. Pior do que isso é constatar que quase todos jornais digitais trazem as mesmas informações e com o mesmo formato. Diante desse cenário eu me arrisco dizer: notícias na web tornaram-se uma commodity.

Não importa onde você leu, nem quem escreveu ou publicou. A experiência é quase sempre a mesma.

Continue lendo: http://www.interney.net/blogs/alexprimo/2010/04/22/ipad_pode_recuperar_o_prazer_da_leitura_/

Prática profissional e ética: O pensamento coletivo fragmentado do bibliotecário no Brasil – Parte 4: A exclusão – hoje – de bibliotecários por bibliotecários
[Abril/2010]

Francisco das Chagas de Souza

Tenho trazido mensalmente a esta coluna algumas reflexões em torno da conduta dos bibliotecários brasileiros, quando lidam com a construção de uma imagem e de um futuro. Uma expectativa que sempre tenho é a  de que o futuro pode ser melhor, na medida em que possamos apreciar o que vimos fazendo, desde quando teve início a série de eventos designada pela sigla CBBD.

Na coluna de março, fiz referência à exclusão no CBBD das temáticas educacionais e estudantis, especialmente a partir do VI CBBD, realizado em 1971. Evidentemente, a exclusão daquelas temáticas das pautas do CBBD afastou parte dos docentes e estudantes de Biblioteconomia desse evento, o qual ainda considero o maior fórum de discussão das temáticas bibliotecárias no Brasil. Aliás, defendo que ele seja recuperado como o fórum para o qual convergiriam todas as discussões sobre os problemas e sobre os caminhos novos a serem criados pelos bibliotecários como próprios de sua missão.

Entretanto, a expansão ou complexificação das atividades biblioteconômicas no país levou a uma situação especial: o esgarçamento do papel coordenador da FEBAB e uma grande dificuldade dos bibliotecários de se enxergarem como constituintes de um coletivo.

Parte desse movimento de despedaçamento da categoria bibliotecária fica evidente na proliferação de eventos, cujas pautas ou deliberações não estão articuladas a um projeto político profissional mais amplo. Aliás, não existe esse projeto mais amplo na categoria bibliotecária brasileira.

Continue lendo: http://www.ofaj.com.br/colunas_conteudo.php?cod=511

Quase três anos sem a Biblioteca Mário de Andrade

Por Cristiane Bomfim. Jornal da Tarde

Biblioteca, a maior de São Paulo, está fechada para reforma desde 2007

“Fechar a biblioteca é bloquear o acesso ao conhecimento. É nela que se lê o livro de graça, se faz a pesquisa e se documenta. E toda essa parte cultural está travada e há quase três anos. É um total descaso do poder público.” É assim, de forma contundente e realista, que o escritor e jornalista Ignacio de Loyola Brandão fala sobre a Biblioteca Municipal Mário de Andrade. Fechado para reforma desde setembro de 2007, o local deverá reabrir todos os seus setores ao público apenas no fim deste ano.

No começo de sua carreira como jornalista, Loyola frequentava o espaço para fazer pesquisa. “Ia procurar referências para escrever matérias”, diz o escritor. A previsão para a conclusão das obras era março de 2009. Com um ano e um mês de atraso, a Secretaria Municipal de Cultura diz agora preferir não especificar as datas, mas promete que até o fim deste semestre ao menos a biblioteca circulante será aberta ao público – e todo o complexo até dezembro.

Segundo operários, todos os dias alguém busca informações sobre a reabertura do local, onde não há nenhum aviso ou previsão de data de reabertura. A biblioteca, fundada em 1925, fica na esquina da Avenida São Luís e Rua da Consolação, no centro histórico da capital. O edifício-sede é considerado um dos marcos arquitetônicos da cidade.

Continue lendo: http://diadaleitura.blogspot.com/2010/04/quase-tres-anos-sem-biblioteca-mario-de.html

Caxias do Sul/RS – Expresso da Leitura desperta gosto pelo livros

por Silvana Losekann

A administração municipal de Caxias do Sul promove, até o dia 12 de maio, o Projeto Expresso da Leitura e a 10 edição do Tapete Mágico. Os eventos são orientados pela Secretaria da Cultura, a partir do Programa Permanente de Estímulo à Leitura (PPEL/Livro Meu). O projeto Tapete Mágico tem como objetivo despertar o interesse das crianças pelos livros de forma lúdica, fazendo uma analogia entre o hábito de ler e uma viagem.

Com essa perspectiva, o PPEL preparou uma surpresa para as 11 mil crianças de escolas públicas que devem participar do Tapete: o Expresso da Leitura. Trata-se de uma comemoração aos 100 anos da chegada do trem em Caxias do Sul. A versão lúdica do antigo trem é um projeto permanente e que continuará na Estação Férrea, mesmo após o término das atividades do Tapete Mágico. O Expresso disponibiliza ao público infantil e juvenil, além de livros, um passeio pela estação.

A 10 edição do Tapete Mágico estreou com o espetáculo “As Aventuras no Trem da Leitura”. Na peça, uma menina fascinada por videogames sonha e desembarca em novas estações, onde descobre os livros. As apresentações já estão agendadas com 120 escolas.

Fonte: http://www.defender.org.br/caxias-do-sulrs-expresso-da-leitura-desperta-gosto-pelo-livros/

Bases de dados e Repositórios de informação

Pergunta:

Sou bibliotecária e trabalho numa biblioteca especializada na área nuclear em SP.
Tenho ouvido muito falar sobre o tema Repositórios de informação e peço a sua opinião sobre este assunto.

Na minha simples visão, vejo semelhanças entre as bases de dados, “velhas amigas nossas” construídas nas bibliotecas e os novíssimos repositórios… claro que guardadas as diferenças de evolução da tecnologia de informação que permite armazenamento digital e interconectividade com outros repositórios entre outras vantagens, mas as bases tbm permitem tudo isto se adaptadas a estas ferramentas de tecnologia.Gostaria de ter uma palavra sua a respeito deste assunto obrigada pela atenção.

RESPOSTA ( por favor, contribuam abaixo se não for isto)

Os dois artefatos se destinam a guardar (armazenar informações) mais existem boas diferenças entre os dois;

As bases de dados têm documentos de temática semelhantes, podem ou não estar online aberta para todos. São estoques estáticos de informação e na maioria das vezes contem indicações para encontrar o documento, mas não o documento completo.p

Os repositórios são multidisciplinares, estão e OnLine e em formato digital. Não só armazenam documentos mas tem a função de preservar e disseminar as informações que estão guardando.

A base LISA é sobre ciência da informação pode estar OnLine mas vc pode comprar partes dela para ter em seu PC no trabalho.

Um repositórios de periódicos deve estar sempre OnLine , é multidisciplinar, todos os documento estão em texto completo, em formato digital e OnLine

Continue lendo: http://aldobarreto.wordpress.com/2010/04/21/bases-de-dados-e-repositorios-de-informacao/

E-books que respeitem o leitor

Eduardo Melo

A leitura eletrônica é tentadora. Os e-books tendem a custar menos que os livros impressos, é possível carregar centenas deles em um aparelho que pesa menos de 300 gramas, entre outras vantagens. Só que existem alguns poréns, que poucos vendedores e editoras discutem em público.

Quando você adquire um livro impresso, ele é uma propriedade sua e pode ser emprestado, revendido, copiado para uso pessoal, sem que você precise pedir permissão a ninguém. Com os e-books, a coisa não é tão simples. Temendo a pirataria, editores e vendedores empregam o chamado DRM (Digital Rights Management), uma tecnologia cara que “embala” os e-books em um código, conhecido apenas pelo vendedor. Cada vez que o livro é baixado em um aparelho, o vendedor precisa autorizar o seu uso por meio do envio de um código pela internet. Dessa forma, limita-se o número de cópias.

Esse controle sacrifica a liberdade do leitor. E-books “protegidos” só podem ser abertos em determinados aparelhos e programas autorizados. Trocar de aparelho ou de programa pode significar perder acesso aos livros. A necessidade eterna de autorização prévia, via Internet, para ler o e-book, é mais perversa: se a empresa sair do ar, o e-book nunca mais será liberado, tornando-se um arquivo inacessível. Isso já aconteceu, nos EUA, com a empresa Embiid, que quebrou e deixou seus leitores na mão.

Continue lendo: http://simplissimo.com.br/blog/e-books-que-respeitem-o-leitor/

Leitores compartilhando leituras

20/04/2010 por bibliofflch

Você está procurando alguma indicação de livro sobre um assunto específico e gostaria de saber o que outras pessoas recomendam? Gostou do que leu e gostaria de compartilhar a leitura com alguém? Ou não gostou e quer fazer uma crítica? Se sua resposta tiver sido positiva para alguma dessas perguntas, saiba que existem redes especializadas em quem gosta de livros e quer ampliar seu conhecimento sobre um determinado assunto.

Confiram algumas dicas: http://bibliofflch.wordpress.com/2010/04/20/leitores-compartilhando-leituras/

Educação em presídios: por que é importante…

Bibliotecas escolares passarão a ser obrigatórias

Segundo o projeto, considera-se biblioteca escolar a coleção de livros, materiais videográficos e documentos registrados em qualquer suporte destinados a consulta, pesquisa, estudo ou leitura

Dentro de no máximo 10 anos, deverá haver uma biblioteca escolar em cada instituição de ensino do país, pública ou privada. A obrigatoriedade está prevista no Projeto de Lei da Câmara (PLC) 324/09, cujo relator foi o senador Cristovam Buarque (PDT-DF), que foi aprovado em decisão terminativa, nesta terça-feira (13), pela Comissão de Educação, Cultura e Esporte (CE).

Segundo o projeto, considera-se biblioteca escolar a coleção de livros, materiais videográficos e documentos registrados em qualquer suporte destinados a consulta, pesquisa, estudo ou leitura. No que diz respeito ao acervo de livros, deverá haver pelo menos um título para cada aluno matriculado. E os sistemas de ensino, ainda de acordo com a proposta, promoverão “esforços progressivos” para alcançar a universalização das bibliotecas escolares.

– Este projeto só tem dois defeitos: demorou tantas décadas para ser aprovado e estabelece um prazo longo para sua execução. Os sistemas de ensino poderiam reduzir de 10 para cinco anos o prazo de instalação das bibliotecas – sugeriu Cristovam, ao apresentar seu voto favorável à proposta.

Em seu texto, o relator lembrou que o Brasil tem uma biblioteca pública para cada 33 mil habitantes, enquanto a vizinha Argentina tem uma biblioteca para cada 17 mil habitantes. O senador citou ainda pesquisa promovida pelo Ibope, segundo a qual o brasileiro lê, em média, 4,7 livros por ano – cifra que cai para 1,3 quando se excluem os livros didáticos. Nos Estados Unidos e na França, a média é de 10 livros por ano.

Continue lendo: http://www.gterra.com.br/politica/bibliotecas-escolares-passarao-a-ser-obrigatorias-28610.html

Biblioteca canadense quer disponibilizar acervo de games

A Biblioteca Pública de Toronto está procurando investidores para poder disponibilizar, em 38 de suas filiais, um acervo de 150 títulos de jogos eletrônicos para retirada. Para realizar o projeto, os administradores calculam um investimento de R$ 545 mil e, para isso, buscam investidores interessados no projeto. A administração espera que esse investimento venha, principalmente, de pequenos empresários locais.

A ideia por trás do projeto vem da intenção de incentivar e aumentar a visitação dos jovens nas bibliotecas. Iniciativas parecidas nos Estados Unidos registraram um aumento de cerca de 20% na frequência de jovens em suas instalações. Apesar de, inicialmente, esses jovens irem realmente atrás dos jogos, a possibilidade de eles entrarem em contato com os livros motiva o conceito da proposta.

A primeira discussão implica em quais tipos de jogos seriam disponibilizados. Se apenas jogos de temática mais leve estariam no acervo ou se todos os tipos de jogos poderiam estar nas prateleiras.

A Biblioteca Pública de Toronto, ou como é conhecida, TPL (sigla para Toronto Public Library) foi fundada em 1884, no Instituto de Mecânica de Toronto. No mesmo ano, outras duas filiais já foram abertas. Atualmente, a biblioteca conta com 99 filiais espalhadas pela cidade.

Revista Pequenas Empresas & Grandes Negócios

Fonte: http://www.acbsc.org.br/site/noticias-acb/164-biblioteca-canadense-quer-disponibilizar-acervo-de-games.html

Por una biblioteca diferente

por Joaquín Rodríguez

Hoy ha comenzado en Madrid un seminario del que me gustaría haber podido hablar, pero me he quedado en la revisión del programa: “La digitalizacion del material cultural. Bibliotecas digitales y derechos de autor“, organizado por la Biblioteca Nacional con aforo estrictamente limitado, aborda asuntos claramente inaplazables: la puesta a disposición pública mediante su comunicación digital del patrimonio bibliográfico antes exclusivamente analógico; las licencias bajo las que esa circulación es posible o deseable, sobre todo en el caso de obras que se quieren sujetas a copyright; la aberración de las obras huérfanas, ese patrimonio inutilizado por falta de una solución legal satisfactoria; el papel, en fin, que le queda reservado a las bibliotecas en el siglo XXI.

Me atrevo a proponer, por seguir la forma canónica, un decálogo para la biblioteca que se está comenzando a construir, un decálogo de funciones que deberá observar y desarrollar consecuentemente si quiere encontrar un espacio propio  y distintivo en el ecosistema de la red.

Continue lendo: http://www.madrimasd.org/blogs/futurosdellibro/2010/04/12/131858

Concepto 2.0 en las bibliotecas de Argentina: algunas opiniones y consideraciones generales

En Argentina, la evolución desde aquel modelo bibliotecario en que la biblioteca preparaba y entregaba la información que el usuario consumía, hacia el nuevo paradigma colaborativo 2.0,  se viene danto lentamente, de manera despareja  y con iniciativas aisladas en la mayoría de los casos.
Todavía estamos asomándonos al tema  no obstante los demostrados beneficios y ventajas  que este modelo de gestión ha producido en las bibliotecas de varias partes del mundo, especialmente en aquellas con escasez de oportunidades y recursos.

Los que conocen a fondo del tema opinan que esta lentitud y dificultad de pasaje de un modelo a otro,  se produce porque implica básicamente un cambio en la concepción de la profesión y del  rol  del profesional.

Es una cuestión de cambio de actitud más que de incorporar tecnologías. Significa  migrar desde un concepto de biblioteca siministradora hacia una concepción de biblioteca administradora de información y recursos. Es pasar de una biblioteca que gestiona para el usuario hacia una biblioteca que evoluciona con el usuario. Es una gestión de ida y vuelta de los recursos, donde se confía en el usuario y se le estimula a aportar valor y recursos a su biblioteca.

Personalmente me atrevo a pensar que la dificultad para integrar lo  dospuntocero a la biblioteca,  puede ser también el temor natural que todos tenemos a los cambios, sobre todo a los cambios dirruptivos. Debiéramos considerar entonces que se puede ser una biblioteca 2.0 con los mismos recursos y acervos actuales, porque  lo que  hace falta  más que nada es un cambio de mirada, un cambio de percepción de la biblioteca y su comunidad. La biblioteca 2.0 incorpora, nunca reemplaza.

Continue lendo: http://biblioticando.blogspot.com/2010/04/concepto-20-en-las-bibliotecas-de.html

Jornal digital x jornal online: 2 tipos de documentos distintos para uma biblioteca

Em um artigo publicado pela revista ciência da informação em 1999 (CUNHA, Murilo Bastos da. Desafios na construção de uma biblioteca digital. Ci. Inf. [online]. 1999, vol.28, n.3, pp. 257-268. ISSN 0100-1965.) o item acerca da catalogação, classificação e indexação continha a seguinte afirmativa: “Com o advento da Internet, surgiram novos tipos de documento que devem ser processados pelos serviços técnicos. São, por exemplo, as páginas iniciais (home pages), os periódicos eletrônicos e as listas de discussão”. A discussão era em torno de incluir ou não estes tipos de documentos nos catálogos de bibliotecas, porém muitas mudanças ocorreram desde então, principalmente com o surgimento de novos tipos de documentos como o caso do blog.

Para jornais e revistas o texto vislumbrava apenas um aumento de conteúdo para a disseminação seletiva da informação, mesmo que na época estes já estivessem presentes na vida de internautas – já que para periódicos eletrônicos se focava nos títulos acadêmicos – contudo, com pouca popularidade e interesse e, por conseqüência, importância para a preservação. Em 1995 já existia o primeiro jornal brasileiro na web, o Jornal do Brasil, mas apenas como uma versão web reproduzindo aquilo que era publicado na edição impressa, com fins de aumentar a base de assinantes para a versão impressa.

O jornalismo na web pode ser dividido em três fases não cronológicas: A primeira fase: reproduções do jornal impresso na Internet, atualizado a cada 24 horas; a segunda fase: os jornais na web passam a utilizar novos recursos que a Internet passou a disponibilizar, como links para fatos que ocorreram entre as edições; e a terceira fase: passam a ser usados a interatividade, a customização do conteúdo, a hipertextualidade, o uso de recursos multimídias e a possibilidade de armazenamento do conteúdo antigo, segundo Mielniczuk (2001).

Continue lendo: http://alexdasilveira.com/?p=567

El poeta Jaime Siles considera que el eBook marcará un hito en la literatura

El poeta español Jaime Siles aseguró hoy que la irrupción del libro electrónico marcará un hito tan importante en la historia de la escritura como en su día lo fueron la invención del alfabeto o la imprenta.

“Todo lo que contribuya a lograr una mayor difusión de la literatura me parece bien”, subrayó Siles en una entrevista a Efe antes de participar en una lectura comentada de una selección de sus poemas en la sede londinense del Instituto Cervantes.

Siles, exponente de la poesía contemporánea española, señaló que cada vez son más los autores que deciden publicar sólo en formato digital, ya que de esa manera se saca mayor rendimiento económico a una obra por el ahorro que supone no editar en papel.

Sin embargo, Siles -que combina su faceta como poeta, ensayista y crítico con su cátedra en filología clásica en la Universidad de Valencia (España)- reconoció que la celeridad e inmediatez que las nuevas tecnologías imprimen a la realidad no sienta las bases para una lectura relajada y reflexiva de la poesía.

“Tanto en el teatro como en la poesía, el espectador se expone a una experiencia de la que sale conmocionado, lo que requiere una tensión y una formación previa, de una manera que no ocurre con la novela, donde el lector puede ser más pasivo”, explicó.

Pese a esto, el poeta valenciano considera que en la actualidad corren mejores tiempos que nunca para la poesía.

Continue lendo: http://www.adn.es/internacional/20100414/NWS-3238-Siles-Jaime-literatura-considera-marcara.html

Library of congress arquivará e preservará o twitter

O que escrever em 140 caracteres? Esta é uma questão que diariamente é pensada pelo vários usuários do twitter, seja eles corporativos, voltados ao conteúdo científico ou mesmo celebridades e usuários comuns que querem dizer ao mundo “estou aqui”, “eu existo e sou assim”. Estes textos cursos são chamados na rede social twitter de tweet e tem-se atualmente uma produção de aproximadamente 50 milhões de textos de no máximo 140 caracteres por dia, somando um quantitativo total de tweets na cada dos bilhões desde o lançamento do twitter. Mas o que fazer com todo este conteúdo? Preservar parece ser o primeiro passo a ser dado.

Hoje (14 de abril de 2010) a Biblioteca do Congresso Americano (Library of Congress) anunciou em seu blog (veja aqui) que irá criar um arquivo de tweets públicos.  No seu texto a biblioteca afirma que não é apenas livros e que já preserva conteúdos da web desde 2000 , como a campanha presidencial de 2000, reunindo mais 167 terabytes de informações. O BIBLIOTECNO já apresentou neste blog o arquivo da web da Library of Congress, o LCWA, o que pode ser lido em http://alexdasilveira.com/?p=442, e outros como UK Web Archive, da Biblioteca Britânica ( http://alexdasilveira.com/?p=412 ) e o Arquivo da Web Portuguesa ( http://alexdasilveira.com/?p=474 ), contudo, várias outras bibliotecas já tem seus arquivos da web, além do pioneiro Internet Archive, demonstrando a importância em escala mundial que vem se dando a preservação de informação da web. O twitter é apenas mais um dos tipos de sites que será arquivado e será a primeira iniciativa focada exclusivamente em uma rede social.

A principal questão é: Por que arquivar o twitter? No próprio blog da Library of Congress alguns twitters importantes são citados, como o do presidente, ainda candidato, Barack Obama ( http://twitter.com/barackobama/status/992176676 ) fundamental no processo eleitoral.

Continue lendo: http://alexdasilveira.com/?p=584

Presidente da FBN, Muniz Sodré, participa de programa de entrevista

Programa 3 a 1, da TV Brasil, em 07/04/2010

Na pauta os 200 anos da FBN, o Programa Nacional de Leitura, as bibliotecas municipais e o projeto Brasiliana, dentre outros assuntos.

Confira os vídeos: http://www.cultura.gov.br/site/2010/04/09/presidente-da-fbn-muniz-sodre-participa-de-programa-de-entrevista-na-pauta-os-200-anos-da-fbn-as-bibliotecas-municipais-e-o-projeto-brasiliana-dentre-outros-assuntos/

Pelos olhos dos livros

Universidades e bibliotecas públicas constroem acervos específicos para pessoas com deficiência visual

Por Sibele Oliveira

Uma casa sem livros é como um corpo sem alma”, já dizia o pensador romano Marco Túlio Cícero. A prova de que os brasileiros já se conscientizaram dessa ideia é o crescimento contínuo do mercado editorial. Mas o prazer de mergulhar nos enredos de belas histórias ou tecer novos conhecimentos a partir da leitura não é privilégio dos que leem de forma convencional. Se antes os cegos precisavam frequentar bibliotecas especializadas para fazer pesquisas ou apreciar um bom romance, agora também podem recorrer às universidades, que promovem uma inclusão literária de qualidade e algumas dessas instituições investem em tecnologias sofisticadas e buscam meios de tornar o processo de aprendizagem mais acessível e estimulante.

Ao alcance da comunidade

Cumprindo seu papel social, além de focar na formação dos alunos, grande parte das universidades abrem as portas de suas bibliotecas para a comunidade. Entre os vários exemplos, destaca-se a Biblioteca Digital e Sonora (BDS), da Universidade de Brasília (UnB), que disponibiliza textos em formato digital e sonoro por meio do acesso on-line e empréstimo de CDs. “Os cegos ainda são bastante excluídos da sociedade, e a forma que encontramos para reverter isso é trabalhar a inclusão social por meio da leitura. É necessário ter em mente que todos nós temos direito à informação, direito de ampliarmos nossos horizontes e aprimorarmos nossos conhecimentos. Pensando nisso, oferecemos esse serviço para que todas as pessoas que desejarem tenham acesso a um material de qualidade para uma boa leitura”, ressalta Marília de Freitas, bibliotecária da instituição.

Continue lendo:  http://revistasentidos.uol.com.br/inclusao-social/57/artigo164217-1.asp

Ação social (e marqueteira) da Ford para ajudar uma biblioteca pública

A biblioteca pública de Brighton District, em Michigan, recebe muitas doações de livros. Depois de uma triagem, alguns livros são introduzidos ao acervo, enquanto que outros vão para a reciclagem ou são colocados à venda. Toda a arrecadação dos livros vendidos é importante para a manutenção dos serviços oferecidos pela biblioteca – afinal, as bibliotecas dos EUA também sofrem do mal da falta de recursos fornecidos pelos seus governos locais.

Para ajudar a biblioteca – e promover os seus automóveis -, a Ford concedeu um frete social gratuito para ajudar a Brighton District Library no transporte das doações excedentes.

Confira um vídeo sobre a ação social: http://wl.blog.br/archives/2276

Paulista terá a primeira biblioteca em terminal de ônibus do Brasil

Ela será implantada no Terminal Integrado Pelôpidas Silveira, em Paulista, e funcionará a partir da próxima segunda-feira (12)

O Instituto Brasil Leitor (IBL), o Grande Recife Consórcio de Transporte e a Fundação Gilberto Freyre inauguram, às 10h da próxima segunda-feira (12), a primeira biblioteca em terminal de ônibus do Brasil. Ela será implantada no Terminal Integrado Pelôpidas Silveira, em Paulista.

O acervo inicial da biblioteca Leitura Integrada conterá títulos de diversos gêneros, incluindo literatura brasileira, auto-ajuda, best-seller, infanto-juvenil, filosofia, religião, ciências sociais, linguística, artes e história. A expectativa é de que, nos dois primeiros anos, 3 mil pessoas se associem.

O horário de funcionamento será de segunda a sexta-feira, das 11h às 20h. Para utilizar o serviço, os passageiros precisarão apenas fazer um cadastro gratuito. Para isso, será preciso apresentar documento de identidade e CPF (originais e cópias), juntamente com uma foto 3×4. Também será necessário levar o comprovante de residência atual (original e cópia).

Fonte: http://pe360graus.globo.com/noticias/cidades/servico/2010/04/07/NWS,510780,4,286,NOTICIAS,766-PAULISTA-TERA-PRIMEIRA-BIBLIOTECA-TERMANL-ONIBUS-BRASIL.aspx

Uma questão de suporte

Muito se tem discutido se os livros eletrônicos substituirão de fato o livro tal qual o conhecemos. Para editores e escritores, no entanto, o futuro da leitura pode muito bem comportar tanto livros convencionais quanto e-books, cada um com sua função

Experimente ler um livro impresso, depois leia um e-book. Logo você verá a diferença. O desafio, lançado por Plinio Martins Filho, diretor-presidente da Editora da USP (Edusp), mostra que, ao contrário do que pensam os entusiastas da alta tecnologia, que já decretaram o fim dos impressos em decorrência da popularização e do aumento do comércio de e-readers (aparelhos como o Ipad ou o Kindle) e dos e-books, os livros tradicionais, bons e velhos companheiros de cabeceira, ainda terão vida longa no mercado editorial.

Martins Filho não está sozinho. Ele e outros editores, que não se deixaram levar por um exercício de futurologia descabido, acreditam que os dois suportes (eletrônico e impresso) são complementares e tendem a se manter no mercado por muito tempo. Até porque, quando o assunto são os livros, o presidente da Edusp discorda de maneira incisiva das ideias que associam alta tecnologia à qualidade: “O livro vai conviver com outros suportes porque sabemos que sua tecnologia é superior à usada em aparelhos como os kindles ou Ipads. Esdes produtos foram criados à imagem e semelhança do livro, não oferecem recursos ou elementos suficientes que os diferenciam completamente dele”.

Destituindo-se da necessidade de defender ou atacar o uso de leitores digitais no cotidiano popular, Plinio Martins reconhece o valor dos eletrônicos, apontando algumas características que tornam os e-readers interessantes: “Eles têm ferramentas que facilitam o armazenamento de dados, também são ótimos para a pesquisa. Se pensarmos no trabalho que dá consultar ou carregar uma enciclopédia, percebemos que, nesse sentido, leitores digitais cumprem bem esse papel”.

Continue lendo: http://espaber.uspnet.usp.br/jorusp/?p=8724

Raridades do Instituto de Biociências da USP

Matéria trata de projeto apoiado pela FAPESP para recuperar e acondicionar 2.440 obras de valor histórico e artístico que revelam ciência dos séculos 18 e 19

Há 16 anos, a bibliotecária Nelsita Trimer iniciou a organização dos livros raros do Instituto de Biociências da Universidade de São Paulo (IB-USP). Décadas de traças, carunchos e fungos ameaçavam relatos de pesquisas, belas gravuras e registros únicos de animais e plantas, alguns deles já extintos. Libertados da poeira, cerca de 2.440 títulos podem agora ser consultados por cientistas e visitantes na sala de obras raras do instituto.

“O acervo não é grande, mas contém as obras essenciais”, disse Gerhard Jarms, biólogo alemão do Museu de Zoologia de Hamburgo, depois de observar com admiração as lombadas nas estantes.

Como a maioria das obras pertence aos séculos 18 e 19, folhear os livros equivale a uma viagem pelos debates científicos que movimentaram o período. Pode-se começar, por exemplo, com Erasmus Darwin, avô do famoso naturalista inglês. A biblioteca conta com uma edição da sua Zoonomia, escrita em elegantes caracteres góticos. O livro já propunha que “um único filamento vivo” teria gerado os animais.

A teoria ganhou coerência e força com o neto Charles Darwin, que está representado no acervo por quase 30 títulos, em vários idiomas. Há trabalhos sobre orquídeas, plantas carnívoras e recifes de coral. Naturalmente, não faltam A Origem das Espécies e A Origem do Homem, livros que marcam o nascimento do evolucionismo.

Alfred Russel Wallace, outro pai da teoria da seleção natural, também tem dois livros nas estantes de obras raras do IB. Um deles, A Distribuição Geográfica dos Animais, conta com belas pranchas da fauna sul-americana, fruto da sua aventura juvenil na Amazônia, quando reuniu espécies para colecionadores. A teoria proposta no livro continua válida: o isolamento geográfico é essencial para que as espécies evoluam e se diferenciem.

Continue lendo: http://www.bv.fapesp.br/namidia/noticia/36085/raridades-instituto-biociencias-usp/

Revitalização da Biblioteca Pública de Santa Catarina vai valorizar arquitetura e circulação

A Biblioteca Pública vai ganhar uma nova cara. Uma reforma de R$ 5 milhões deverá estimular o acesso e garantir a preservação de um dos mais importantes acervos literários do Estado, com 120 mil itens. O projeto de revitalização foi escolhido por meio de um concurso nacional organizado pela Fundação Catarinense de Cultura (FCC) e Instituto dos Arquitetos do Brasil (IAB). O vencedor foi o arquiteto paulistano Filipe Gebrim Doria.

A partir de agora, Doria tem seis meses para desenvolver o projeto com suas especificações técnicas. Depois, será aberta uma licitação para seleção da empresa que executará a reforma, que não tem data para começar.

O arquiteto conta que desenvolveu a proposta pensando em transformar o lugar num signo urbano forte e legível, um espaço rico, agradável, que atraísse as pessoas, para ser usufruído em sua plenitude pela população.

– Pensar o projeto de readequação nos levou além das considerações pertinentes aos aspectos materiais da intervenção. Acreditamos que a mesma devia impor-se como uma importante referência na sociedade local – observa Filipe que queria para a edificação não apenas uma arquitetura funcional, mas oportuna.

Continue lendo: http://www.clicrbs.com.br/diariocatarinense/jsp/default2.jsp?uf=2&local=18&source=a2861649.xml&template=3898.dwt&edition=14432&section=1315

Uma reflexão sobre a palestra: O papel das bibliotecas na vida digital #2

por Moreno Barros

Achei a palestra do alemão fodona, muita coisa que a gente já tá cansado de saber, especialmente em termos de ferramentas, mas coisas interessantes também, abordagens que eu não conhecia.

O que me chamou atenção foi ele ter resgatado um artigo publicado no Library Journal em 2008, que foi mega citado entre os bibliotecáros na época e apresenta os indicadores de uso da base BISON da Universidade de Buffalo, em comparação com o uso do Google Books. A pesquisa dos bibliotecários de lá mostra que somente a partir do momento em que abraçassem a tecnologia disruptiva do Google, em vez de tratá-lo como competidor, utilizando APIs e convergência para fazer com que os materiais das bibliotecas da universidade fossem plenamente rastreáveis, o número de hits para buscas no catálogo local aumentaria. Graças a possibilidade de integração do catálogo com os APIs do Google Books e do World Cat.

Esta história sintetiza o que pra mim foi mais importante e resume toda a palestra, a idéia de que os serviços da biblioteca precisam se tornar invisíveis e a biblioteca física, visível.

Se por um lado de que adianta investir em catalogação, indexação, digitalização se o resultado desse esforço não é visível aos usuários comuns, dentro das ferramentas que eles usam naturalmente, como o Google, por outro lado bastaria que os serviços de bibliotecas fossem acoplados ao movimento natural dos usuários nas diferentes tecnologias pervasivas (google, iphone, youtube, facebook, twitter, etc) para os serviços se tornarem invisíveis – ao mesmo tempo em que os acervos ganham destaque, sem ter que necessariamente obrigar o usuário a associar o material que precisa à uma biblioteca específica. Todo o processo de consulta aos materiais da biblioteca se dá exatamente aonde os consulentes estão (no google, facebook, mobile, etc), de forma natural, imperceptível, invisível.

Continue lendo: http://bsf.org.br/2010/04/02/klaus-ceynowa-bayerischen-staatsbibliothek/#comments

Bibliotecas mais atraentes

Para acompanhar o avanço tecnológico e atrair leitores, espaços implantam programas diferentes ligados ao livro

Rodrigo Levino – O Estado de S.Paulo

“É como um Game Boy (videogame portátil), só que para livros?”, indaga Antonio Claudio, tentando entender o que é um e-reader. O estudante de 12 anos frequenta cinco dias por semana a Biblioteca Pública Érico Veríssimo, em Parada de Taipas, na periferia de São Paulo, e desde 2007 anota num caderno escolar os livros que lê, seguidos de pequenos resumos. A lista de títulos é variada, entre eles cinco volumes da série Harry Potter, de J. K. Howling, seis romances de Sidney Sheldon e algumas peças de William Shakespeare. Claudio nunca ouviu falar de leitores eletrônicos e ao ser apresentado a um demonstrou desinteresse: “Nada se compara a um livro.”

Tratado como prodígio pelas atendentes da biblioteca, o adolescente destoa de seus pares pelo tanto que lê e com os quais pouco tem o que conversar, a não ser sobre “os livros da moda, Crepúsculo, Lua Nova, essas coisas”, reclama. Claudio encaixa-se na estatística do Ministério de Cultura, aferida na última pesquisa Retratos da Leitura no Brasil, segundo a qual apenas um em cada quatro brasileiros frequenta regularmente bibliotecas públicas (uma para cada 33 mil habitantes). Ele ultrapassa, no entanto, a média nacional de 4,7 livros lidos por ano. “Acho que em dezembro, a lista de 2010 terá uns 20”, especula.

Em São Paulo, a Prefeitura administra 52 bibliotecas cujo acervo soma pouco mais de 2 milhões de livros, catalogados por 277 bibliotecários em atividade. O volume de empréstimos foi de 955 mil em 2009, distribuídos entre os 85 mil usuários inscritos e a lista dos mais retirados iguala-se à dos best-sellers nas livrarias. Na biblioteca frequentada por Claudio há uma lista de espera com 21 nomes de interessados – já foi de 38 – em ler Crepúsculo, da norte-americana Stephenie Meyer. Os campeões de empréstimos são também os mais furtados ou não devolvidos. Em cada biblioteca da cidade, pelo menos 20 livros não retornam às estantes, todo mês.

Continue lendo: http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20100328/not_imp530302,0.php

Bibliocicleta: biblioteca circulante e ecológica

31/03/2010 por bibliofflch

Se você já achava legal a ideia de uma biblioteca que vai até as pessoas, sobretudo em bairros carentes que não possuem uma boa biblioteca pública por perto, imagine como seria uma biblioteca circulante feita com material reciclado e movida a energia alternativa? Pois é esta a base para a Bibliocicleta.

Fruto do trabalho de conclusão de curso de Augusto Leal para a Escola de Belas Artes da Universidade Federal da Bahia (UFBA), a ideia surgiu a partir de ”uma demanda do Água Comprida – Fórum Permanente de Cultura de Simôes Filho, intituição sem fins lucrativos situada em Salvador e que trabalha em prol da produção artítica e cultural da cidade”, conforme texto do autor em seu blog. Como o projeto de construir uma biblioteca comunitária foi adiado, a ideia era que os livros doados à instituição começassem a circular imediatamente. Nasceu a fonte de inspiração para a Bibliocicleta, cuja construção  empregou 90% de matéria-prima recolhida das ruas e contou com a participação de voluntários. Segundo o criador da obra, leveza, resistência e a possibilidade de replicação também foram considerados para a elaboração do projeto.

Continue lendo: http://bibliofflch.wordpress.com/2010/03/31/bibliocicletas-bibliotecas-circulantes-e-ecologicas/

Como é a biblioteca dos seus sonhos?

Quem gosta de livros automaticamente gosta de bibliotecas. E assim, é capaz de passar horas e horas dentro de uma. As estantes cheias de livros são um colírio para seus olhos, e ter tempo para usufruir do clima silencioso de uma biblioteca é o que o leitor mais quer (principalmente quando está de saco cheio do trabalho). Todos tem sua biblioteca ideal, uma imagem desse lugar que existe só na sua cabeça. Todos já pensaram em como seria a sua própria biblioteca, se tivesse uma. Que tal compartilhar essa ideia?

Vi através do twitter do jornalista Carlos André Moreira, que faz o blog Mundo Livro da Zero Hora, que a escritora Laurie R. King está fazendo um concurso relacionado a bibliotecas. Para comemorar a Semana Nacional da Biblioteca nos EUA, ela propôs em seu site que os leitores imaginem sua própria biblioteca e enviem a ideia. O dono da biblioteca que a autora mais gostar vai ganhar alguns agradinhos, incluindo um de seus livros.

Continue lendo: http://rizzenhas.com/2010/03/31/como-e-a-biblioteca-dos-seus-sonhos/

O futuro do livro

Valor Econômico -SP, João Luiz Rosa, Heloísa Magalhães e Cibelle Bouças, em 1/04/2010

Mercado editorial está preocupado com o avanço de empresas de tecnologia como Apple, Amazon e Sony

Em uma sequência de “Cleópatra”, o filme de 1963, a soberana egípcia interpretada por Elizabeth Taylor invade a sala onde está Júlio César e desafia, aos gritos, o ditador romano. “Como você ousa destruir a minha biblioteca?”, pergunta a rainha, enquanto vê arder, a distância, a Biblioteca de Alexandria. Hollywood não costuma ser muito fiel à história e a cena não foge à regra. Para muitos historiadores, a versão segundo a qual Júlio César incendiou acidentalmente a mais famosa biblioteca da Antiguidade não passa de mito. A eficácia da cena, porém, é inquestionável. Sem muitos rodeios, egípcios e romanos são postos em campos opostos. Os primeiros, sugere o roteiro, formam uma civilização antiga, guardiã da sabedoria da época, embora politicamente instável. Já os romanos são os senhores do mundo – detêm o poder político e militar -, mas não passam de brutos.

Milênios depois, parece que a biblioteca está pegando fogo novamente. Claro, em sentido figurado. Editoras, livrarias e autores – os principais elos da cadeia editorial – estão preocupados com o avanço de companhias de tecnologia como Apple, Amazon e Sony, ávidas em lucrar com seus leitores eletrônicos de livros. Para os pessimistas, essas empresas seriam os novos bárbaros, capazes de colocar abaixo o edifício ao minar as bases que há muito tempo sustentam negócio. Os mais otimistas veem exagero nisso tudo, mas concordam que os atores tradicionais do setor terão de mudar seu script para não sair de cena. Nos dois lados, prevalece a dúvida: afinal, qual será o futuro do livro?

“Vai haver uma coexistência. [O meio digital] é uma evolução natural do livro. Os consumidores dos livros físicos e dos digitais continuarão existindo porque são tipos de leitura diferentes”, diz Eduardo Mendes, diretor-executivo da Câmara Brasileira do Livro (CBL). “O público é que vai definir com que intensidade consumirá um tipo ou outro.” O tema ganhou tanta importância que o órgão organizou nesta semana, em São Paulo, o I Congresso Internacional do Livro Digital.

Leia mais: http://www.cultura.gov.br/site/2010/04/01/o-futuro-do-livro/

Mudança de biblioteca de faculdade da USP coloca acervo em risco, diz MPF

Pelo menos 130 mil livros estão guardados de modo incorreto em pilhas de caixas

A mudança de local do acervo da biblioteca da Faculdade de Direito da USP (Universidade de São Paulo) não foi feita da maneira correta e coloca em risco os livros que são bens públicos e culturais, constatou o MPF (Ministério Público Federal).

Realizada durante o fim de semana e feriado do dia 25 de janeiro (aniversário da capital paulista), a alteração dos livros de lugar foi feita sem a presença dos funcionários da biblioteca e sem o cuidado necessário às obras.

Durante a visitoria ao local, no último dia 24, o MPF diz ter encontrado 160 mil livros colocados em pilhas de caixas de papelão. O peso das caixas, uma sobre as outras, põe em risco o estado dos volumes das obras. Segundo a diretoria da faculdade, havia 130 mil livros no local.

O ministério afirma que a empresa contratada para fazer o serviço não possui preparo algum para o transporte desse tipo de material, uma vez que foram encontradas caixas rasgadas e amassadas.

Continue lendo: http://noticias.r7.com/vestibular-e-concursos/noticias/mudanca-de-biblioteca-de-faculdade-da-usp-coloca-acervo-em-risco-diz-mpf-20100330.html

Modernização de Bibliotecas Públicas Municipais

Divulgadas as relações de propostas habilitadas e inabilitadas no edital de seleção do Programa Mais Cultura

O Ministério da Cultura divulgou a lista dos habilitados e inabilitados para o Edital Mais Cultura de Modernização de Bibliotecas Públicas Municipais. Por meio do Programa Mais Cultura, o Governo Federal está investindo R$ 3,2 milhões para melhor equipar as unidades localizadas em cidades com até 20 mil habitantes.

Das 925 propostas inscritas, 453 foram habilitadas e, desse total, 100 serão selecionadas. Os projetos contemplados receberão kit composto de mil livros, mobiliários e itens de ambiência, além de telecentro digital com 11 computadores conectados à Internet banda larga, iniciativa em parceria com o Ministério das Comunicações.

O estado que teve mais propostas habilitadas foi Minas Gerais, com um total de 128 bibliotecas classificadas, seguido pelo Rio Grande do Sul, com 70, e São Paulo, com 66. A seleção final está prevista para o mês de abril.

As relações, com os nomes dos proponentes, por município e unidade federativa, foram publicadas nesta terça-feira, 23 de março, no Diário Oficial da União (Seção 3, páginas 10 a 14). Os não habilitados têm prazo de cinco dias para encaminhar recurso para o Sistema Nacional de Bibliotecas Públicas da Fundação Biblioteca Nacional do MinC.

Confira o Resultado de Habilitação.

Fonte: http://www.cultura.gov.br/site/2010/03/23/modernizacao-de-bibliotecas-publicas-municipais-2/

Polícia encontra 12 mil livros em lixão de Goiás

Descoberta na cidade de Iporá foi feita após ligação anônima.
Secretaria disse que material será reciclado; sindicância foi aberta.

Após uma ligação anônima, a polícia descobriu 12 mil livros, que deveriam ser usados por estudantes, jogados no lixão de Iporá, a 200 quilômetros de Goiânia. O Ministério Público quer investigar o caso.
Veja o site do Jornal Hoje

Boa parte do material, que inclui livros didáticos e de alfabetização de crianças, além de dicionários e uma coleção sobre a Independência do Brasil, está em bom estado de conservação.

Um motorista trabalha para a prefeitura disse que levou os livros e documentos como carteiras de estudante em duas viagens de caminhão, da Subsecretaria Estadual de Educação, em Iporá, para o lixão. “Eu sou funcionário público, se mandarem eu fazer uma coisa, eu sou obrigado a cumprir”.

A Secretaria de Educação de Goiás diz que os livros não usados são doados para reciclagem e vai abrir uma sindicância interna.

Leia mais: http://g1.globo.com/Noticias/Vestibular/0,,MUL1541359-5604,00-POLICIA+ENCONTRA+MIL+LIVROS+EM+LIXAO+DE+GOIAS.html

[Resumo/Palestra] O papel das bibliotecas na vida digital: perspectivas e desafios tendo como exemplo a Biblioteca Estadual da Baviera

Hoje, na palestra “O papel das bibliotecas na vida digital: perspectivas e desafios tendo como exemplo a Biblioteca Estadual da Baviera” apresentada por Dr. Klaus Ceynowa, da Biblioteca Estadual de Baviera, pode-se verifica várias questões sobre o futuro das bibliotecas, algumas já levantadas anteriormente pelo BIBLIOTECNO, e se chegar a conclusão que no Brasil ainda estamos bem distante deste futuro, que poderá ser próximo.

Uma das primeiras questões a ser destacadas da palestra é relacionada aqueles que necessitam de informação e que são de uma nova geração, uma futura geração, de consumidores informacionais. Falamos aqui da geração Y e daqueles que vivem no mundo digital como os nativos digitais. Para esta geração a informação existente é aquela que está presente nos seus mecanismos de busca e leitura de forma simples de ser acessada, ex. google, e o restante não tem valor, importância ou simplesmente inexiste. O que as bibliotecas fazem para captar estes novos cliente? Lotar-se de equipamentos tecnológicos? Isto ocasiona algum efeito?

O que vemos em relação a web são bibliotecas criando seus portais, seus catálogos, reformulando seus portais, seus catálogos, contudo, cada vez mais perdem usuários para serviços de busca. A questão é levar a biblioteca aonde estão os clientes, ou seja, ao google, ao facebook, a instituições especializadas. Pouco importa o portal da biblioteca e distribuição de seus catálogos o essencial é que a informação da biblioteca seja levada a quem necessita aonde este cliente busca a informação. Aqui vemos a necessidade de a biblioteca buscar a se reconhecer como um serviço focado na catalogação, nos metadados.

Continue lendo: http://alexdasilveira.com/?p=517

Crianças fazem mutirão para salvar livros jogados fora por escola

Os alunos improvisaram o transporte. O importante era resgatar um tesouro jogado fora.

A biblioteca é agora o lugar mais disputado na escola estadual. Não é para menos: as prateleiras, antes vazias, ganharam livros didáticos, dicionários, obras de literatura, enciclopédias. Fonte de pesquisa trazida em um mutirão. Os alunos improvisaram o transporte: nas mãos, na carriola ou com ajuda do carro do pai. O importante era resgatar um tesouro jogado fora.

As crianças moram no Fazenda Grande, um bairro de gente simples na periferia de Jundiaí. Um lugar sem muitas opções de lazer e cultura. Foi por conta dessa falta de recursos que os moradores ficaram ainda mais indignados nos últimos dias: eles encontraram, abandonados, na calçada, centenas de livros. Todos foram descartados pela direção de uma escola.

O aposentado Luiz Carlos Generali registrou, com o celular, fotos das obras na calçada: “Tinha Machado de Assis, José de Alencar, Cecília Meirelles. As mães ficaram indignadas. Algumas pegaram livros e levaram para casa”.

Leia mais: http://g1.globo.com/bomdiabrasil/0,,MUL1531132-16020,00-CRIANCAS+FAZEM+MUTIRAO+PARA+SALVAR+LIVROS+JOGADOS+FORA+POR+ESCOLA.html

Conselho Federal de Biblioteconomia abre concurso para 55 vagas

Cargos são de todos os níveis de escolaridade. Os salários vão de R$ 465 a R$ 2.277,55.

Conselho Federal de Biblioteconomia
Inscrições
Até 15 de abril
Salário
De R$ 465 a R$ 2.277,55
Vagas
55
Taxa de inscrição
De R$ 25 a R$ 50
Prova
25 de abril

O Conselho Federal de Biblioteconomia abriu concurso para 12 vagas imediatas e 43 para cadastro de reserva em cargos de todos os níveis de escolaridade. Os salários vão de R$ 465 a R$ 2.277,55 (veja aqui o edital).

Confira lista de concursos e oportunidades

Os cargos são de auxiliar de serviços gerais, auxiliar administrativo, técnico contábil, técnico de informática, assessor jurídico, bibliotecário fiscal, bibliotecário gerente e gerente administrativo.

As vagas são para Brasília, Salvador, Rio de Janeiro, Curitiba, Porto Alegre, Manaus e João Pessoa.
As inscrições devem ser feitas pelo site www.quadrix.org.br até as 12h de 15 de abril. As taxas vão de R$ 25 a R$ 50.

As provas objetivas serão realizadas nas cidades de Brasília, Salvador, Rio de Janeiro, Curitiba, Porto Alegre, Manaus e João Pessoa no dia 25 de abril.

Fonte: http://g1.globo.com/Noticias/Concursos_Empregos/0,,MUL1534594-9654,00-CONSELHO+FEDERAL+DE+BIBLIOTECONOMIA+ABRE+CONCURSO+PARA+VAGAS.html

Dia (a dia) do Bibliotecário

12/03/2010 por bibliofflch

Você sabia que hoje é o Dia do Bibliotecário? A data, criada pelo Decreto nº 84.631, de 12 de abril de 1980, foi instituída como uma homenagem ao nascimento do bibliotecário, escritor e poeta Manuel Bastos Tigre, grande colaborador para a cultura brasileira.

Mas, alguém pode perguntar: o que faz exatamente um bibliotecário? Passa o dia inteiro atrás de uma mesa, catalogando e classificando livros e mandando as pessoas ficarem em silêncio? Essa pergunta, que em si já carrega um pouco do estereótipo do qual ainda padece a profissão, já foi feita a 10 dentre 10 profissionais que atuam nesse ramo. No entanto, há bastante tempo a imagem de uma senhora de óculos, coque na cabeça e uma cara amarrada não corresponde (ou pelo menos não deveria corresponder) às atribuições do(a) bibliotecário(a) moderno(a). Cada vez mais temos um profissional ligado a questões que vão muito além do livro em papel ou das bibliotecas tradicionais.

O que pode fazer um bibliotecário?: http://bibliofflch.wordpress.com/2010/03/12/dia-a-dia-do-bibliotecario/

Conselho Regional de Biblioteconomia entrega prêmio Laura Russo a José Luiz Goldfarb – 12/03/10

A entrega do prêmio acontece hoje, 12 de março, Dia do Bibliotecário, às 18h30, no Auditório do MASP. Curador do prêmio Jabuti há 20 anos, com doutorado em História da Ciência, o multidisciplinar José Luiz Goldfarb é, entre outros, coordenador de diversos programas de incentivo à leitura, como “São Paulo, um Estado de Leitores”, da Secretaria de Estado da Cultura de São Paulo; “Letras de Luz”, da Fundação Victor Civita/Energias de Portugal, nos estados do Tocantins, Espírito Santo, Mato Grosso do Sul e São Paulo; e “Rio: uma cidade de Leitores”, da Secretaria de Educação da Prefeitura da cidade do Rio de Janeiro.

O multidisciplinar José Luiz Goldfarb recebe hoje, dia 12 de março, às 18h30, no Auditório do Museu de Arte de São Paulo (MASP), à Av. Paulista, 1578, o “IX Prêmio de Biblioteconomia Paulista Laura Russo”, que será entregue durante a celebração do Dia do Bibliotecário. Segundo a presidente do Conselho Regional de Biblioteconomia do Estado de São Paulo – 8a. Região, 15a. gestão, Evandra Verri Paulino, o nome de José Luiz Goldfarb foi indicado por relevantes trabalhos realizados na área social e cultural.

De acordo com Goldfarb, o bibliotecário é primordial e cada vez será mais importante, tanto para o uso do livro impresso quanto das novas mídias digitais. “A biblioteca é o alicerce da cidadania, de uma sociedade educada e culta. Essa opinião não é só minha: estudos constatam a importância do estimulo à leitura junto à população. Esse hábito, leitura por prazer, pode ser alimentado por uma rede de bibliotecas públicas e escolares, que dependa de profissionais que atuem não só na organização da informação e do acervo, mas também para os tornar esses espaços mais dinâmicos e atraentes”.

Conheça mais sobre José Luiz Goldfarb: http://www.jornow.com.br/jornow/noticia.php?idempresa=1007&num_release=15852&ori=P

Bibliotecário avança para o mundo digital

Os bibliotecários, profissionais dedicados a uma atividade recheada de pesquisa e conhecimento, comemoram hoje, no dia dedicado à categoria, uma conquista especial: a entrada definitiva no mundo das novas tecnologias. Os guardiões da informação celebram a data como um passo decisivo rumo ao universo da internet. E deixam, no passado, a imagem relacionada apenas à organização de prateleiras e estantes. Muito do conteúdo em circulação na rede mundial de computadores passa pelas mãos cuidadosas desses especialistas, cuja profissão foi regulamentada há quase 50 anos.

Sempre cercada por obras literárias, Cleide Aparecida Fernandes, de 28 anos, resume, em poucas palavras, a nobreza do trabalho: “A biblioteconomia abre caminhos para se chegara ao conhecimento”, diz a gestora de cultura da Superintendência de Bibliotecas Públicas da Secretaria de Estado de Cultura. Há cinco anos na profissão, ela considera gratificante o trabalho de levar o leitor à fonte de informação. “O bibliotecário é aquele que organiza e sistematiza acervos e arquivos e também o responsável por mediar a leitura, ou seja, compreender o interesse de um pesquisador, de um aluno e de outros amantes da cultura e guiá-los pelo melhor caminho”, explica Cleide, que também coordena o projeto Carro-Biblioteca da superintendência, que leva a literatura a seis bairros carentes de Belo Horizonte.

Na Biblioteca Pública Estadual Luiz de Bessa, na Praça da Liberdade, onde passa a maior parte do dia, Cleide ajuda a organizar o acervo composto por mais de 200 mil títulos e que atrai uma média de 1,5 mil leitores por dia. “Amo a biblioteconomia porque ela me aproxima das minhas paixões: livros e pessoas. Sei que pode parecer estranho, mas meu maior sonho é extinguir o projeto que coordeno. Digo isso porque no dia em que o carro-biblioteca deixar de existir, vai significar que a todas as pessoas já terão acesso à cultura”, conta Cleide.

Para celebrar a data, o Conselho Regional de Biblioteconomia da 6ª Região (CRB-6) entrega hoje a medalha Etelvina Lima a profissionais, empresas privadas e instituições públicas que ressaltam o valor social da profissão. Entre os homenageados na solenidade, marcada para as 19h30, na sede da Câmara dos Dirigentes Lojistas (CDL), estão a Fundação Municipal de Cultura de BH, lembrada pela manutenção de centros culturais e bibliotecas na capital; e a empresa Vale, responsável pelo projeto de valorização da leitura Trem da Vale. Para a escolha da profissional de destaque, o conselho criou uma enquete on-line e a vencedora será anunciada durante o evento.

Fonte: Estado de Minas, 12/03/10

Bibliotecários buscam apoio de deputados

Categoria foi recebida pelo deputado Wanderlê Correia na sessão desta quinta-feira, 11 e reivindicou a presença dos profissionais nas escolas da rede pública

O deputado estadual Wanderlê Correia (PMDB) defendeu, na sessão da Assembleia Legislativa desta quinta-feira, 11, o cumprimento da lei estadual nº 2.824, de julho de 1990, que tornou obrigatória a presença de bibliotecários nas escolas da rede pública. Durante o pronunciamento, o parlamentar registrou a presença nas galerias dos profissionais da área, com destaque para a senhora Lucimar Oliveira Silva, presidente do Conselho Regional de Biblioteconomia da 5ª Região – Bahia/Sergipe.

“Quero registrar minha solidariedade e o meu apoio irrestrito ao movimento em defesa da Lei 2.824, que garante o espaço nas escolas da rede pública para estes profissionais que realizam um trabalho de fundamental importância para a viabilização do processo educativo”, afirmou o Professor Wanderlê.

De acordo com o parlamentar sancristovense, a ação do profissional de Biblioteconomia tem um efeito multiplicador em diversos setores, a exemplo de centros de referência científica, salas de leitura, bibliotecas públicas, populares, comunitárias, escolares, universitárias, infantis, de usuários com necessidades especiais e de empresas privadas. “Me recordo com emoção da adolescência, quando passava momentos marcantes na biblioteca da Escola Técnica Federal, e depois na UFS, adquirindo muito conhecimento, tanto em termos profissionais como para a vida”, concluiu.

Fonte: http://www.infonet. com.br/politica/ ler.asp?id= 96126&titulo=politicaeeco nomia

Hoje é o dia do Bibliotecário!

O Dia do Bibliotecário é comemorado em 12 de março em homenagem à data do nascimento do bibliotecário, escritor e poeta Manuel Bastos Tigre. Após terminar o curso de Engenharia Elétrica, Manuel Tigre resolveu se aperfeiçoar em eletricidade nos Estados Unidos e conheceu o bibliotecário Melvil Dewey. Após este encontro abandonou a carreira de engenheiro para trabalhar com a Biblioteconomia.

O profissional desta área não somente lida com bibliotecas, como também é apto no gerenciamento, organização e sistematização da informação. Na graduação em Biblioteconomia, os acadêmicos são preparados para esse tipo de atuação durante o curso, que ensina a buscar e selecionar informações, classificá-las e disponibilizá-las de maneira fácil e acessível, algo fundamental em tempos de excesso de informação.

O Núcleo Integrado de Bibliotecas da Universidade Federal do Maranhão
parabeniza a todos os bibliotecários em especial aqueles que fazem parte da família NIB/UFMA que no dia-a-dia, contribuem para a difusão da informação, gestão do conhecimento e a democratização da cultura neste país.

Fonte: http://www.ufma.br/noticias/noticias.php?cod=7766

O QUE FAZ UM BIBLIOTECÁRIO?

Como você responderia a esta pergunta? Talvez alguma experiência ou lembrança das bibliotecas que você tenha freqüentado, ou mesmo um filme que você já tenha, visto tenham lhe dado algum referencial sobre esta profissão. “É o cara que fica atrás do balcão atendendo o público ou nos fundos da biblioteca organizando o acervo” poderia ser uma resposta padrão.

O trabalho em qualquer biblioteca (do seu bairro, da escola, da universidade – por exemplo), requer muitas outras atividades que fazem do bibliotecário um administrador: gerenciar a equipe da biblioteca e os trabalhos que envolvem a organização e disseminação do acervo (seleção, aquisição, catalogação, classificação, indexação, serviço de atendimento, etc.), implementar e gerenciar os sistemas de informação, entre outras atividades.

Mas o universo do bibliotecário não se restringe apenas aos livros, revistas e outros materiais das bibliotecas tradicionais há tempos.

Com o rápido desenvolvimento das tecnologias de informação e comunicação, nos vemos cercados de informações por todos os lados, através de milhares de livros e textos, artigos de revistas e jornais, músicas, websites, filmes, vídeos, anúncios publicitários, noticiários, e-mails, imagens, dados estatísticos, etc., que fazem parte do nosso dia-a-dia no trabalho, nos estudos e no lazer.

Você já deve ter ouvido falar que estamos vivendo a Sociedade do Conhecimento, onde o conhecimento e a inovação são os bens mais valorizados, até mesmo em termos econômicos. Mas não significa que receber muitas informações seja adquirir conhecimento, pois ele só se constrói quando nos utilizamos das informações para compreender algo e as aplicamos de algum modo. Com tanta oferta de informação em nosso cotidiano, percebeu-se a necessidade de focar no que os estudiosos chamam de “competência em informação” (information literacy), ou seja, na capacidade de saber selecionar, interpretar, analisar e utilizar a informação mais adequada para determinada necessidade. Assim, o bibliotecário, pela sua formação e experiência profissional, acaba sendo fundamental na promoção da competência em informação, atuando nos lugares onde é preciso organizar a informação (independente de onde ela esteja) e facilitar o seu acesso aos usuários.

Hoje em dia, o bibliotecário pode atuar em centros de documentação ou informação, arquivos, centros culturais, centros de memória, museus, editoras, empresas de rádio, TV e Internet, órgãos governamentais, empresas privadas e do terceiro setor, bancos de imagem, serviços de informação em geral, entre outros. Além de tratar e desenvolver recursos de informação, ele pode desenvolver e realizar ações educativas e de ação cultural (principalmente de acesso à leitura); trabalhar com organização e disponibilização de documentação histórica e conservação e restauração de obras raras; integrar e desenvolver estudos e pesquisas em diversas áreas; fazer parte dos processos das empresas na tomada de decisão e na certificação de qualidade; atuar como analista de conteúdo de Internet; administrar, desenvolver e manter bancos de dados, sistemas de informação, bibliotecas digitais e virtuais; organizar sites e portais corporativos, realizando a arquitetura de informação; implementar e integrar os processos de gestão de conhecimento de organizações.

Além disso, ele também pode atuar como autônomo, prestando consultorias a empresas. Por conta de suas múltiplas possibilidades de atuação, o bibliotecário foi ganhando outros nomes ou “apelidos”, tais como: profissional da informação, gestor da informação, gestor de conhecimento. Seja como for, a presença de um profissional com as suas competências tem sido cada vez mais necessária nos atuais tempos.

Fonte: Biblioteca Virtual do Governo do Estado de São Paulo: http://www.bibliotecavirtual.sp.gov.br/especial/200703-bibliotecario.php

Eventos do Dia do Bibliotecário 2010

12 de março é uma data muito especial para um grupo profissional bem legal. Esse pessoal trabalha com muita dedicação para promover o prazer da leitura e o acesso ao conhecimento através dos livros, revistas, vídeos e muitos conteúdos que também podemos acessar na internet. Algumas vezes mal compreendidos, é uma galera que luta pelo seu reconhecimento e por um espaço de destaque.

Dia 12 de março é o Dia do Bibliotecário!

Em homenagem a essa data, diversos eventos estão programados em várias cidades do Brasil.

Confira os eventos: http://wl.blog.br/archives/2138

Mulher Brasileira (Bibliotecária Brasileira)

(Fernando Modesto)

Mulher BrasileiraBenito Di PaulaAgora chegou a vezVou cantarMulher brasileiraEm primeiro lugar…(4x)Norte a sulDo meu BrasilCaminha sambandoQuem não viuMulher de verdadeSim senhor!Mulher brasileiraÉ feita de amor…Agora chegou a vezVou cantarMulher brasileiraEm primeiro lugar…(2x)Norte a sulDo meu BrasilCaminha sambandoQuem não viuMulher de verdadeSim senhor!Mulher brasileiraÉ feita de amor…Agora chegou a vezVou cantarMulher brasileiraEm primeiro lugar…(7x) Bibliotecária BrasileiraFernando ModestoAgora chegou a vezVou cantarBibliotecária BrasileiraEm primeiro lugar…(4x)Norte a sulDo meu BrasilCircula informandoQuem não viuProfissional de verdadeSim senhorBibliotecária brasileiraÉ competência e amorAgora chegou a vezVou cantarBibliotecária brasileiraEm primeiro lugar…(2x)Norte a sulDo meu BrasilCircula informandoQuem não viuProfissional de verdadeSim senhorBibliotecária brasileiraÉ competência e amorAgora chegou a vezVou cantarBibliotecária brasileiraEm primeiro lugar…(7x)

Fonte: http://www.ofaj.com.br/debastandos_conteudo.php?cod=82

POR TRÁS DE UM CONHECIMENTO SEMPRE HÁ UM BIBLIOTECÁRIO

Em 12 de março é comemorado em todo território nacional o Dia do bibliotecário. Data comemorativa instituída pelo Decreto no. 85631, de 12/04/1980. Se a atividade profissional é pouca conhecida, a efeméride, menos ainda. Mas na cadeia de produtiva de qualquer tipo de atividade, pode-se ter certeza, que há pelo menos um bibliotecário envolvido no processo de organização e difusão da informação, explica a bibliotecária Evanda Verri Paulino, Presidente do Conselho Regional de Biblioteconomia – 8ª. Região – Estado de São Paulo (CRB-8).

http://www.itapedigital.com.br/rol/index.php?option=com_content&task=view&id=4026

O DIA 12 DE MARÇO

No Brasil, o Dia do Bibliotecário, foi instituído pelo Decreto nº 84.631, de 12 de abril de 1980, a ser comemorado em todo o território nacional a 12 de março, data do nascimento do bibliotecário, escritor e poeta Manuel Bastos Tigre.

Comemora-se no dia 12 o Dia do Bibliotecário em homenagem ao engenheiro e bibliotecário por vocação, Manuel Bastos Tigre.

Ele nasceu no dia 12 de março de 1882 e, ao terminar o curso de Engenharia, em 1906, resolveu fazer aperfeiçoamento em eletricidade, no Estados Unidos. Uma vez lá, conheceu o bibliotecário Melvil Dewey, que instituiu o Sistema de Classificação Decimal.

Este encontro foi decisivo na sua vida, porque, em 1915, aos 33 anos de idade, largou a engenharia para trabalhar com biblioteconomia.

Prestou concurso para bibliotecário do Museu Nacional do Rio de Janeiro e se classificou em primeiro lugar, com o estudo sobre a Classificação Decimal. Transferido, em 1945, para a Biblioteca Nacional, onde ficou até 1947, assumiu depois a direção da Biblioteca Central da Universidade do Brasil, na qual trabalhou, mesmo depois de aposentado, ao lado do Reitor da instituição, Professor Pedro Calmon de Sá.

MANUEL BASTOS TIGRE

Manuel Bastos Tigre (Recife, 12 de março de 1882 – Rio de Janeiro, 1 de agosto de 1957) foi um bibliotecário, jornalista, poeta, compositor, humorista e destacado publicitario brasileiro.

Estudou no Colégio Diocesano de Olinda, onde compôs os primeiros versos e criou o jornalzinho humorístico O Vigia. Diplomou-se pela Escola Politécnica, em 1906. Trabalhou como engenheiro da General Electric e depois foi ajudante de geólogo nas Obras Contra as Secas, no Ceará.

Foi homem de múltiplos talentos, pois foi jornalista, poeta, compositor, teatrólogo, humorista, publicitário, além de engenheiro e Bibliotecário. E em todas as áreas obteve sucesso, especialmente como publicitário. “É dele, por exemplo, o slogan da Bayer que correu o mundo, garantindo a qualidade dos produtos daquela empresa: “Se é Bayer é bom”. Foi ele ainda quem fez a letra para Ary Barroso musicar e Orlando Silva cantar, em 1934, o “Chopp em Garrafa”, inspirado no produto que a Brahma passou a engarrafar naquele ano, e veio a constituir-se no primeiro jingle publicitário, entre nós.” (As vidas…, p. 16).

Prestou concurso para Bibliotecário do Museu Nacional (1915) com tese sobre a Classificação Decimal. Mais tarde, transferiu-se para a Biblioteca Central da Universidade do Brasil, onde serviu por mais de 20 anos.

Exerceu a profissão de bibliotecário por 40 anos, é considerado o primeiro bibliotecário por concurso, no Brasil.

No dia 12 de março é comemorado o Dia do Bibliotecáio, que foi instituído em sua homenagem.

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ESPECIAL DIA DO BIBLIOTECÁRIO

No dia 12 de março é comemorado o dia do Bibliotecário. Uma profissão já antiga, cheia de mistérios, coberta de mitos e verdades e de mentiras. Para uns são deuses, para outros, os Bibliotecários são os que exercem funções singelas. Para alguns são profissionais dispensáveis, mas esse ponto de vista muda radicalmente quando se vêem barrados em meio a tantas informações, tantos livros e não sabem para onde seguir.

Mas o que faz uma pessoa querer ser bibliotecário?

Quando entrei na ECI muitos queriam fazer da Biblioteconomia uma ponte para outros cursos da UFMG, mas até hoje nenhum dos que cogitaram essa possibilidade realmente a puseram em pratica. Parece que a Biblioteconomia deixou de ser uma ponte, e agora passa a ser uma opção, “Eu quero ser Bibliotecário!”, e esse querer ser deve estar aflorando ao longo do curso.

O ser Bibliotecário é ter a vontade de ser um profissional que leva a informação, que a organiza, que a trata, que enfrenta o usuário não educado, que enfrenta a administrações para que a aquisição seja feita, que compra a briga pelo direito do usuário a ter acesso ao livro, é aquele que está lá na frente do balcão, aquele que está no corredor da biblioteca auxiliando o usuário, o que faz o processamento técnico, o que grava os textos para seu usuário portador de necessidades especiais, o que ensina as crianças a inclusão digital, o que aprende uma nova língua para poder ter um melhor contato com seu usuário estrangeiro, o que auxilia um estudante com uma matéria que nunca estudou, o que entra em um Carro Biblioteca e leva livro a comunidades carentes de leitura, é aquele que incentiva a leitura, é aquele que testa a usabilidade de m site, o que faz projetos, o que executa ações culturais, o que em meio a tantas tecnologias deve saber se adequar a elas, o que apesar de tantas dificuldades, sabe o valor que tem a profissão, e o quanto ela é importante para a sociedade.

A todos os que amam o que fazem, a todos que esperaram 4 longos anos ou mais para serem Bibliotecários, e aquele que por ironia do destino não são graduados, mas trabalham em bibliotecas e que podem ser chamados sim de Bibliotecários, desejamos um Feliz dia do Bibliotecário.

Veja abaixo algumas curiosidades e não percam as comemorações que ocorrerão para festejar esse dia, nem a que o Diretório Acadêmico em conjunto com a CGI Jr. Esta realizando para o dia 19 de março.

Josué Sales.

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PROGRAMAÇÃO DO DIA DO BIBLIOTECÁRIO DO CRB 6

De 9 a 13 de março, uma série de eventos marcará a data de 12 de março, “Dia do Bibliotecário”.
Numa parceria entre o CRB-6, a Biblioteca Pública de Minas Gerais, o Sistema de Bibliotecas da UFMG e a Associação de Bibliotecários de Minas Gerais, foram programados palestras, mesas redondas, mini-cursos e debates. Você terá oportunidade de se descontrair, dançar e rever amigos no evento de confraternização que encerrará a semana. Confira a programação:

http://www.crb6.org.br

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Brilho do passado: Instituto de Biociências da USP lança catálogo de obras raras com o melhor da ciência do século XVIII e XIX

Neldson Marcolin

Edição Impressa 169 – Março 2010

A Biblioteca do Instituto de Biociências da Universidade de  São Paulo (IB/USP) deu uma dupla contribuição à difusão  da ciência no começo deste ano. A primeira foi organizar um catálogo de obras raras e especiais de seu acervo. A segunda foi ilustrá-lo com algumas das mais belas e significativas imagens do próprio acervo, feitas em sua maioria por artistas contratados pelos cientistas. Dessas duas ações resultou  um catálogo com jeito de livro de arte, que traz o que há de melhor  da ciência sistematizada do século XVII ao XIX. Ciência, história e arte (Edusp/Fapesp, 352 páginas) foi idealizado e organizado por  Nelsita Trimer, diretora técnica do Serviço de Biblioteca do IB/USP,  e levou cinco anos e meio para ficar pronto.

A maioria das obras é do século XVIII ao XIX. O acervo foi formado por meio de doações, pela aquisição de outros acervos,  pela transferência de obras da biblioteca da Escola Politécnica e da Faculdade  de Farmácia e por títulos importantes identificados no próprio IB.  A restauração dos 2.440 títulos começou há 14 anos com recursos da FAPESP,  em sua maior parte, Fundação Vitae  e do IB. “No meio do processo achei  que deveríamos publicar um catálogo com descrições mais rigorosas do que  as existentes e ilustrá-lo com as lindas imagens disponíveis”, diz Nelsita. “Nossa sala de obras raras e especiais é pequena, mas tem quase tudo o que foi produzido de importante nas ciências naturais  nos últimos três séculos.” Entre elas estão os 40 volumes da Flora brasiliensis (1840-1906), de Carl von Martius,  os 11 da Florae fluminensis (1825-27),  de frei José Mariano da Conceição Vellozo, Historie naturelle, de Buffon (1825), Le règne animal (1827-38),  de George Curvier e Edward Griffith,  e outras preciosidades.

Leia mais: http://revistapesquisa.fapesp.br/?art=4070&bd=1&pg=1&lg=

Biblioteca pública “do século XXI” entusiasma estudantes e educadores

Por Giulliana Bianconi

Esqueça o ambiente levemente empoeirado, as capas de livro remendadas com fitas isolantes e o acesso restrito a lentos computadores. Substitua esse “conjunto” nada atraente aos jovens por um espaço iluminado, colorido, aconchegante e moderno. Com livros sim, mas com CDs e DVDs novinhos também. Com 120 computadores que permitem acesso gratuito à internet e ainda com outros elementos instigantes, a exemplo dos leitores eletrônicos Kindles, que remetem ao universo high-tech. Enfim, uma biblioteca com potencial para ser um destino frequente dos jovens e um espaço para entusiasmadas pesquisas escolares e universitárias.

O lugar descrito existe há pouco mais de um mês. A Biblioteca de São Paulo reúne todas essas características e ainda prima pela inclusão das pessoas com deficiência. Muito bom, não? Tem mais: foi construída em parte do terreno que abrigava o presídio do Carandiru, onde uma história triste de chacina foi “escrita” e contada ao mundo em outubro de 1992.

Felizmente, as estudantes Gabriela Vallim, 15 anos, e Silmara Santana, 16 anos, puderam ler outras diversas histórias numa visita que fizeram à nova biblioteca, a convite do Instituto Claro.

Continue lendo: http://www.institutoclaro.org.br/observatorio/reportagens/detalhe/biblioteca-publica-do-seculo-xxi-entusiasma-estudantes-e-educadores

Senado lança catálogo de obras raras da Coleção Luiz Viana Filho

Seg, 08 de Março de 2010 09:44

O Senado Federal lança na próxima terça-feira (9), às 18h30, o “Catálogo de Obras Raras e Valiosas da Coleção Luiz Viana Filho”. O evento, que ocorrerá na Biblioteca do Senado, faz parte das comemorações do Dia do Bibliotecário, que transcorre em 12 de março. Foram selecionadas 275 obras raras para compor o catálogo. Os critérios foram a antiguidade da obra; seu valor histórico, cultural e literário; sua importância no universo dos bibliófilos, pesquisadores e historiadores; e as edições consideradas especiais no mercado editorial.

Autor do prefácio do catálogo, o bibliófilo José Mindlin – que morreu no último dia de fevereiro – foi amigo de Luiz Viana Filho, patrono da Biblioteca e antigo dono da coleção dos livros que integram o catálogo, adquiridos pelo Senado nos anos 1990. Ele destaca que são poucas as pessoas que poderiam se gabar de uma cultura tão vasta quanto a de Luiz Viana.

“O Catálogo de Obras Raras e Valiosas de sua biblioteca que está sendo preparado pelo Senado Federal, a quem coube o honroso ensejo de conservá-la, bem demonstra a amplitude de assuntos que através da vida provocaram seu interesse e estudo” analisa Mindlin.

Na apresentação do Catálogo, o presidente José Sarney contou como se deu o processo de aquisição, pelo Senado, da biblioteca de Luiz Viana. Depois que o ex-senador e ex-governador da Bahia morreu, em 1990, Sarney, que presidia o Senado à época, iniciou a compra dos livros. Seu sucessor, o ex-senador Antonio Carlos Magalhães, concluiu a negociação.

“A família, dona Juju e os filhos, preocupavam-se mais com a preservação da integridade do acervo do que no seu valor material, e o que pediam era justamente que a biblioteca não fosse dispersa em meio ao resto da Biblioteca do Senado, mas mantida como uma coleção à parte. Durante as negociações e avaliação feita por vários experts, em 1997 foram incorporados os 11 mil volumes à Biblioteca do Senado”, lembra Sarney.

Segundo o presidente Sarney, a catalogação e tratamento físico da Coleção Luiz Viana Filho revelou que os livros raros eram mais numerosos e valiosos do que se pensava. Sarney fez uma menção especial, entre os títulos incluídos no catálogo, às edições de viajantes e de seus biografados.

Saiba mais sobre o catálogo: http://www.acbsc.org.br/site/noticias-acb/154-senado-lanca-catalogo-de-obras-raras-da-colecao-luiz-viana-filho.html

Brasileiro gosta de ler, mas falta acesso
Desirèe Luíse – Portal Aprendiz – 04/03/2010

Os brasileiros letrados – 95 milhões – leem, em média, 1,3 livro por ano, revelou a última pesquisa do Instituto Pró-Livro, divulgada no final de 2009. Apesar disso, a coordenadora programática do Centro de Cultura Luiz Freire, Cida Fernandez, diz que é falsa a ideia de que o brasileiro não gosta de ler. Para ela, o problema é a falta de acesso à leitura. Ainda segundo a pesquisa, entre os leitores brasileiros, 75% disseram que sentem prazer em ler uma obra. Cida ressalta que a leitura de livros de ficção no país é ainda mais frágil. Para ela, um país mais literário pode trazer benefícios para a sociedade: “no mundo possível da ficção, o homem se encontra realmente livre para pensar, deixar a fantasia agir e, então, configurar alternativas para os problemas. Na literatura, ele se liberta do agir prático e da necessidade, daí sua possibilidade intrínseca de inclusão”.

Com o objetivo de incentivar ações que promovam a leitura de livros de literatura, nasceu o Movimento por um Brasil Literário. “Ler este gênero é um direito de todos e que ainda não está escrito”, revela o manifesto do movimento, que recentemente recebeu a adesão da escritora premiada Ana Maria Machado, eleita secretária geral da Academia Brasileira de Letras, e já contava com autores como Frei Beto, Marina Colasanti e Marisa Lajolo. Iniciativa do Instituto C&A, a campanha pela promoção da literatura no Brasil foi lançada oficialmente em junho de 2009, na Festa Literária Internacional de Paraty (Flip), que acontece todos os anos na cidade fluminense. Além do Centro de Cultura Luiz Freire, também faz parte da articulação do movimento a Fundação Nacional do Livro Infantil e Juvenil, Instituto Ecofuturo e a Associação Casa Azul, organizadora da Flip.

Continue lendo: http://www.blogdogaleno.com.br/texto_ler.php?id=7460&secao=32

¡Que llega la RDA (Resource Description and Access)!

¿Estáis ya preparados/as para el cambio que se avecina?. En Biblioposiciones.com sabemos lo importante que es estar al día en todo lo relacionado con los avances tecnológicos y nuevas tendencias en la catalogación. Por eso miramos al futuro inmediato, pendientes de la RDA, la nueva norma de catalogación para el entorno digital, en la que se lleva trabajando desde 2004 y que, presumiblemente, será publicada en junio de este mismo año. Lleva un cierto retraso, pues su publicación estaba prevista para finales de 2009, pero hay que entender que hacer la transición entre las AACR2 (segunda edición de las Reglas de Catalogación Anglo-Americanas), como manual en papel, a un kit de herramientas basado en la web como es RDA, es un complejo proceso que requiere tiempo.

Así pues, la RDA sustituirá definitivamente a las AACR2, que son las reglas más utilizadas a nivel mundial desde que se publicaran en 1978. Aunque estas reglas se han actualizado varias veces fueron concebidas sobre todo para materiales impresos. Debido a todos los cambios tecnológicos que se han producido en los últimos años, ha sido preciso crear un nuevo código acorde con nuestra realidad digital. De todas formas, aunque el nuevo código de catalogación se ha diseñado expresamente para un entorno digital también contempla los recursos analógicos. De este modo vamos a tener una norma aplicable a recursos de todo tipo de contenido y soporte. Y lo que es más, como su contenido es multinacional, la podrán utilizar todas las comunidades lingüísticas, sin predilección por las angloparlantes, como sucedía hasta ahora. Además, tiene la ventaja de ser independiente tanto de la codificación (MARC 21, MODS, Dublin Core…) como de la visualización (etiquetas de OPAC, ISBD).

Continue lendo por meio deste link: http://www.recbib.es/blog/que-llega-la-rda-resource-description-and-access?utm_source=feedburner&utm_medium=feed&utm_campaign=Feed%3A+recbib+%28RecBib+-+Recursos+Bibliotecarios%29&utm_content=Twitter

Um monge entre gatos e livros

A primeira coisa que clama atenção quando se entra na casa do escritor Edson Nery da Fonseca, em Olinda, é o cheiro de gato. São nada menos que 21 felinos, deitados no chão ou trepados em sofás, e nos raios de sol do entardecer que atravessam diagonalmente a janela vemos incontáveis pelos flutuando. “Herdei o gosto por gato da minha mãe”, conta. “Quando ela morreu, a gata dela morreu três dias depois. Isso me deixou encantado com os gatos.” Nery, como todo mundo o chama, também herdou da mãe a religiosidade. Durante as quase três horas em que falou ao Estado, ele interrompeu a entrevista apenas duas vezes. Uma foi para servir às visitas baba de moça, um doce típico de coco e ovo. A outra foi para receber a bênção do diácono, que todos os dias às 18 h vem rezar uma oração e lhe oferecer uma hóstia.

“Sou oblato beneditino”, diz com orgulho, referindo-se ao fato de pertencer à comunidade do Mosteiro de São Bento. “Tenho até a chave do claustro, mas não consegui ser monge.” Nery entoa sua prece, convicto e comovido, e afirma que foi por isso que decidiu passar os últimos anos de vida aqui, na Rua São Bento, 90, no centro antigo, a meros cem metros do mosteiro célebre por seu suntuoso altar barroco. É uma rua de casario colonial colorido e paralelepípedos, na qual caminhar é hoje para ele um ato de sacrifício. Aos 88 anos, completados em 6 de dezembro, Nery precisa recorrer a um andador de metal para locomover seu corpanzil de 1,89 m.

Continue lendo neste link: http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20100131/not_imp504127,0.php

Biblioteca de São Paulo – Carandiru

Texto da Folha:

Novo espaço cultural da zona norte de SP começa adaptado para pessoas com deficiência e se aproxima do conceito das grandes livrarias para atrair leitores

No próximo dia 8, a capital paulista ganhará um novo espaço de cultura: a Biblioteca de São Paulo. Instalada no parque da Juventude, na área da antiga Casa de Detenção do Carandiru, a nova biblioteca pública se inspirou no conceito das grandes livrarias da cidade para conquistar seus leitores.

“A ideia é que ela pareça uma “megastore” pública”, explica o Secretário de Estado da Cultura de São Paulo, João Sayad. “Ela deve ter tudo aquilo que essas lojas oferecem, mas estará aberta para atender a todos.”

A biblioteca custou cerca de R$ 12,5 milhões (R$ 10 milhões do Estado e R$ 2,5 milhões do Ministério da Cultura). E, para atrair seus futuros usuários, não investiu apenas no acrevo de 30 mil livros.

Além de dispor de outras mídias, como CDs e DVDs, o projeto centrou esforços na decoração do prédio, na oferta de tecnologia e em uma estrutura completamente acessível e preparada para atender pessoas com deficiência.

Continuação no link: http://bsf.org.br/2010/02/07/biblioteca-de-sao-paulo-carandiru/#comment-23324

O bibliotecário e a mediação

Iniciativas comunitárias que apostam no poder libertador da leitura são louváveis, mas não eximem os governos de sua responsabilidade de criar uma rede articulada de bibliotecas
Ezequiel Theodoro da Silva

Ônibus biblioteca, da Secretaria Municipal de Cultura de São Paulo, visita a Praça Traveiro do Campo, Jardim Helena, em São Paulo
“Talvez nenhum lugar em qualquer comunidade seja tão amplamente democrático como a biblioteca pública. A única exigência para entrar é o interesse!” – Lady Bird Johnson

Por várias vezes, em diferentes lugares do Brasil e do exterior, afirmei que uma revolução qualitativa da leitura brasileira tem de contemplar, necessariamente, questões relacionadas com a existência de uma rede articulada de bibliotecas e pela ampliação pedagógica do trabalho dos bibliotecários.

Neste texto, retomo, reitero e amplifico esse posicionamento mesmo porque os governos continuamente cometem verdadeiros crimes para escamotear as necessidades de trabalho científico, tecnológico e técnico no âmbito da organização e disponibilizaçã o de acervos de leitura para as múltiplas comunidades existentes nas regiões brasileiras.
As duas pesquisas nacionais sobre hábitos de leitura do povo brasileiro, publicadas com o nome “Retratos da Leitura” (ver

Inexistentes ou anacrônicas
Tais “retratos”, em verdade, apenas fazem redundar o óbvio no que se refere às bibliotecas: ou elas inexistem ou estão paradas no tempo ou ficaram apenas nas intenções, sem nunca terem sido organizadas e postas a funcionar condignamente. Em que pesem os cursos de biblioteconomia e de ciências da informação, a mostrar, de forma escancarada, que existe profissional graduado e habilitado para atuar na sociedade, a atitude das autoridades tem sido a de fuga ou de esquiva da responsabilidade, deixando que as comunidades “se virem” no que se refere à convivência com livros e outros suportes de escrita.

Recentemente, telefonou-me uma repórter de um jornal curitibano para perguntar o que eu achava de uma experiência de formação de uma biblioteca comunitária. Disse-me ela que os catadores de lixo da cidade tinham “catado” livros e revistas e fundado uma biblioteca para o segmento de catadores de lixo. Louvei a iniciativa, informei que os livros poderiam expandir os horizontes de mundo dos catadores de lixo etc., etc., mas, quando disse que era o governo que deveria organizar e manter as bibliotecas, a repórter entrou em parafuso, achando que não dera a devida importância à iniciativa grandiosa daquela comunidade.

Essa experiência com a “biblioteca catada” não é muito diferente de outras que conheço pelo Brasil, como borracharia- biblioteca, baú-biblioteca, peixaria-biblioteca , boteco-biblioteca, jumento-biblioteca etc., enaltecidas e espetacularizadas pela mídia como soluções absolutas para o problema da nossa vergonhosa situação nessa área. Numa análise mais fria e crítica e sem querer de maneira nenhuma desmerecer as iniciativas do borracheiro, do peixeiro e/ou do dono do jumento, o que vemos, de maneira reiterada, é a escamoteação dos governos, no passar dos anos, com aquilo que é mais do que claro, cristalino e evidente: que sem bibliotecas na real acepção da palavra e sem gente especializada, formada em biblioteconomia, para dinamizá-las profissionalmente, continuaremos incentivando os arremedos e, pior, curvando-nos à fuga de responsabilidade pelas esferas governamentais.

“Melhor isto do que nada”, dirão as más línguas. E talvez a minha própria língua já tenha dito isto à luz das possibilidades libertárias dos processos de leitura em si: o fenômeno de que a leitura autônoma pode levar à emancipação das pessoas e gerar a consciência das necessidades. Esse processo pode ser mais bem conhecido através da leitura do livro O queijo e os vermes – o cotidiano e as ideias de um moleiro perseguido, de Carlo Ginzburg (Companhia das Letras, 1987). Entretanto, o crescimento do número de livros desses acervos comunitários, a diversificação dos suportes da leitura, a organização, preservação e recuperação das obras, a sofisticação dos serviços de apoio aos usuários, a seleção de livros de interesse da comunidade em seus segmentos (infantil, adulto, 3ª idade) impõem, necessariamente, a presença de serviços especializados para fazê-los. E daí a esperança de que o profissional bibliotecário possa ser
envolvido para cuidar dessas tarefas e encaminhar os trabalhos de maneira objetiva e embasada nos saberes sistematizados, oriundos da área de biblioteconomia.

Os estereótipos em torno da figura do bibliotecário são também escaramuças para se esquivar da responsabilidade de sua contratação para trabalhos em diferentes tipos de bibliotecas, principalmente as escolares e as comunitárias. De fato, ao longo da nossa história e sendo muito fortalecida após a década de 1960, foi construída a imagem do bibliotecário como um trabalhador insensível, normatizado e normativista, catalogador de livros, controlador do silêncio dos espaços, estafeta dos castigos escolares, que em muito contribuíram para a sua “dispensa” no momento de constituição e de desenvolvimento das bibliotecas.

A briga de Darcy Ribeiro
Recordo-me, por exemplo, das grandes escaramuças entre Darcy Ribeiro, trabalhando para o governo Brizola no Rio de Janeiro (1983-1987), e a classe dos bibliotecários, com aquele afirmando que estes nada tinham a contribuir com a educação pública e com os CIEPs então estruturados. Tal estereótipo, infelizmente, ainda está muito presente no imaginário de muitas autoridades brasileiras, mas convém perguntar a quem esse estereótipo está servindo realmente… No meu ponto de vista, ele também serve à política de esquiva que vem sendo adotada pelos governos em relação à implantação de bibliotecas municipais, escolares e comunitárias neste país. Quer dizer, em se tratando de bibliotecas, sempre se dá um jeitinho e dentro desse jeitinho o bibliotecário nunca está incluído!

Para não colocar o bibliotecário como “vítima” de uma história meio ao contrário, acredito ser também importante uma visada crítica para dentro dos cursos de biblioteconomia ou de ciências de informação, oferecidos por diferentes instituições de ensino superior. Com o fim das habilitações, são raros os cursos que desenvolvem uma base adequada de conhecimentos e práticas para atuação que não seja em centros de informações e/ou empresas. A realidade escolar e as realidades comunitárias não são refletidas e discutidas ou então são tangencialmente tratadas, fechando o círculo vicioso de que o governo não contrata bibliotecários para as escolas e comunidades e, portanto, não existe por que tratá-las durante o período de formação básica. Daí que, quando da necessidade de profissionais para trabalhar nas bibliotecas escolares, ajeita-se, às carreiras, uma oficina rápida para que professores ou membros de uma comunidade
recebam dois pingos de biblioteconomia para “tomar conta da biblioteca”.

Em recente visita que fiz a minha cidade natal, cruzei com a filha de um amigo que, sei, possui tão somente o diploma do ensino fundamental. Portanto, sem ensino médio e muito menos o superior. Depois dos apertos de mãos e dos abraços, perguntei o que ela vinha fazendo. Ela me disse que era a responsável pela biblioteca da faculdade local e me pedia, naquele instante, que eu enviasse os meus últimos livros porque os professores e alunos tinham muito interesse nos meus escritos.

Um navio à deriva
Ora, sem querer desmerecer a escolaridade dessa conhecida e sua dedicação à biblioteca, fiquei perguntando se uma biblioteca de ensino superior poderia ser responsavelmente organizada e dinamizada por uma pessoa tão jovem e com formação leiga ou muito precária. Vê-se, aqui, mais um episódio desta comédia tragicômica chamada “biblioteca brasileira”. Sei, também, por exemplo, que falar para muitos prefeitos sobre a necessidade de contratação de bibliotecário é estar disposto a ouvir impropérios de volta.

Finalizando esta reflexão, creio que a melhor imagem da problemática das bibliotecas no Brasil seja a do filme E la nave va, de Federico Fellini. De fato, igual ao infindável problema da leitura no país, “haja paciência” para tanta contradição, para tanto descaso, para tanto cinismo. Se considerarmos uma biblioteca como um lugar para o qual constantemente nos dirigimos a fim de incrementar a nossa humanidade, então cabe indagar se a falta de humanidade em solo nacional, reiterada pela mídia todos os dias, não tem uma relação com a ausência e falta de bibliotecas em solo brasileiro.

Ezequiel Theodoro da Silva é professor colaborador voluntário junto à Faculdade de Educação da Unicamp. Foi Presidente da Associação de Leitura do Brasil (ALB) de 1982 a 1986 e de 2007 a 2008. Foi secretário municipal de Cultura, Esportes e Turismo e secretário municipal de Educação de Campinas na década de 1990.http://www.prolivro .org.br/ipl/ publier4. 0/texto.asp? id=48), mostram que 34% da população nunca foi a uma biblioteca; nas classes D e E, esse percentual sobe para 49%. Esses indicadores mostram a imensa distância que existe entre a casa do cidadão e os espaços formais onde se tem acesso à cultura escrita.

Fonte: Revista Educação – Edição 153

33 razões por que as bibliotecas e bibliotecários ainda se mantêm extremamente importantes

Muitos acreditam que a era digital irá acabar com as estantes públicas e extinguir permanentemente a era centenária das bibliotecas. A desconcertante proeza e progresso da tecnologia fez até um bibliotecário prever a queda da instituição.

Ele pode estar certo.

Porém, se estiver, então a perda será irreparável. Conforme a relevância das bibliotecas entra em questão, elas encaram uma crise existencial em uma época onde elas talvez sejam mais necessárias. Apesar de sua percebida obsolescência em uma era digital, tanto bibliotecas – quanto bibliotecários – são insubstituíveis por várias razões. 33, de fato. Nós as listamos aqui:

Confira neste link: http://extralibris.org/2009/10/bibliotecarios-obsoletos-importancia-bibliotecas/

Curso a Distância “Competência em Informação”

Docente Responsável: Profa. Elizabeth Dudziak
Plataforma: http://www.mmhinfor macao.com. br

Carga horária: 40 horas

Duração: 30 dias corridos para cada turma
Inscrições on-line: De 04 de agosto a 31 de agosto de 2009
Curso: De 01 de setembro a 30 de setembro de 2009
Investimento: parcela única de R$ 150,00 (somente p/sócios das Associações membros
da FEBAB) e R$ 250,00 (não associados)Ter CRB não dá direito ao desconto

Aceitamos inscrições por empenho:

Encaminhar o empenho via fax 11 3257-9979 em nome da Federação Brasileira de
Associações de Bibliotecários, Cientistas da Informação e Instituições – FEBAB
CNPJ: 44.075.687/0001- 08 Inscrição Estadual: 149.329.902. 110 Rua Avanhandava, 40
Conjs. 108/110 Bela Vista 01306-000 São Paulo – SP

Informações no site da FEBAB www.febab.org. br em cursos a distância

Polêmica e biblioteconomia espelham obra de Edson Nery da Fonseca

TERESA CHAVES
Colaboração para a Folha Online

Um pernambucano biblioteconomista, que quase foi militar, monge, e que hoje é considerado um dos maiores especialistas do Brasil na obra do sociólogo Gilberto Freyre (1900-1987), o autor de “Casa Grande & Senzala”, um dos livros mais importantes da historiografia brasileira. Edson Nery da Fonseca, 88, é tudo isso e um pouco mais.

Ele é formado em Biblioteconomia e apaixonado pela profissão. Uma crônica do escritor Mário de Andrade e um artigo do poeta Carlos Drummond de Andrade o influenciaram a perseguir a carreira e a demonstrar que, contrariamente a todas as piadas ignorantes, um biblioteconomista não é um organizador de estantes. Os dois modernistas descreviam a profissão como um ato de amor, e é assim que ela sempre foi encarada pelo pernambucano.

Hoje, ele é descrito como o mais polêmico autor da biblioteconomia nacional, capaz de criticar com precisão e pertinência até mesmo a Biblioteca Nacional do Rio de Janeiro. Mas ele fala com propriedade. É graças ao seu trabalho e à sua insistência que Recife ganhou, em 1950, seu primeiro curso de biblioteconomia. Chamado para organizar as bibliotecas da UFPE (Universidade Federal de Pernambuco), ele convenceu o reitor de que seu trabalho só seria válido se pudesse ser perpetuado depois que ele fosse embora. Uma vez conseguida a autorização, faltava apenas a verba –que continuou em falta. O pernambucano não desistiu.

Ciente dos hábitos de sua terra, escolhia os candidatos a professor e lá se ia, para a casa de cada um, na hora da ceia. Era inescapável. Montou o curso com professores dispostos a ensinar gratuitamente. Foi também um dos fundadores e o primeiro presidente da Comissão de Documentação da ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas) e fundador da Biblioteca Nacional Central da UnB (Universidade de Brasília), na qual é professor emérito desde 1955. Não fez pouco pelos livros e, ativo até hoje, ainda escreve e fala com paixão aos jovens que compartilham o seu prazer por esse objeto.

Ele vive numa casa em Olinda, cidade próxima à Recife, com muitos gatos e 12 mil volumes de livros. É em torno deles que gira a residência e a vida do morador. Dois de seus conterrâneos mais ilustres, Gilberto Freyre e Manuel Bandeira, foram amigos de Fonseca. O biblioteconomista escreveu livros sobre ambos, além de organizar edições com suas obras; mas especializou-se mesmo no estudo da vida e obra de Freyre, escrevendo biografia e ensaios que são considerados fundamentais em qualquer bibliografia sobre o sociólogo pernambucano.

“Eu não tenho sequer pós-graduação, não tenho mestrado, doutorado, tenho apenas um bacharelado em uma ciência que ninguém leva a sério chamada biblioteconomia. De modo que o que eu tive foi uma grande paixão intelectual por Gilberto Freyre, foi um encantamento pelas originalidades das ideias dele”, disse em uma entrevista ao programa da Rádio Universitária em Recife, “Café Colombo”.

O homem alto (Tio Gigante, como o chamava o filho de Freyre, Fernando) e de voz grave dedicou sua vida a sistematizar e pensar a produção cultural brasileira, incentivando outros a seguir seu caminho. Escreveu o livro que é considerado hoje a obra mais importante nos estudos de biblioteconomia, e que merece ser lido por qualquer amante de livros: “Introdução à Biblioteconomia” (Briquet de Lemos, 2007). Um de seus textos mais emocionantes está no livro “Ser ou Não Ser Bibliotecário e Outros Manifestos Contra a Rotina” (ABDF, 1988).

Convidado a ser paraninfo de uma turma de conclusão da Escola de Biblioteconomia de Minas Gerais, ele fez de seu discurso uma incitação política à crítica e à insatisfação. Sob o título de “Panorama Crítico da Biblioteconomia Brasileira”, o discurso não coloca panos quentes em nenhuma ferida e aponta de forma seca e direta os problemas mais graves das bibliotecas de um país que acha que não tem problemas.

É bela a paixão transmitida nessa crítica, que representa também a ferida do próprio Edson Nery da Fonseca ao ver o descaso que pode representar a destruição de uma cultura pela qual ele tem tanto apreço. “A Biblioteconomia brasileira vai bem? Vai muito bem, dirão os bovaristas e os basbaques. Só que a Biblioteca Nacional –isto é, a mais importante biblioteca de uma nação e, no caso da nossa, graças às coleções trazidas por D. João 6º, a mais rica da América Latina– está instalada num edifício quase em ruínas, que não comporta mais o seu acervo: fora disso tudo vai bem, porque o Governo construirá outra Biblioteca Nacional em Brasília. (…) Que tal o Plano Piloto? Ah, uma beleza, tudo vai bem. O genial Lúcio Costa tudo previu. Há supermercados, hospitais, igrejas, colégios, quartéis. Há até um ambiente de meia-luz, nas superquadras, para favorecer os namoros. Nem as bancas de revista e jornal foram esquecidas. Mas o genial Lúcio Costa confessou-me que esqueceu por completo as bibliotecas.”

Mas não fica nisso, pois o biblioteconomista não hesita em apontar as falhas tremendas da própria formação dos bibliotecários que trabalhavam naqueles ambientes tidos como templos de estudo. “Telefonei para a biblioteca do D.A.S.P. (Departamento Administrativo do Serviço Público), em Brasília, e perguntei se havia alguma edição de “Política”, de Aristóteles. “Só o senhor dizendo o sobrenome do autor, respondeu a bibliotecária, ‘porque no nosso catálogo os autores aparecem pelos sobrenomes’.” É triste, inegavelmente. Mas nada disso impediu Fonseca de se manter ativo na defesa de sua profissão e da construção cultural brasileira.

Ele escolheu dois templos para a sua vida: as bibliotecas e os mosteiros. Pouco afeito ao isolamento monástico, acabou ficando apenas entre as estantes. Ex-oblato do Mosteiro de São Bento de Olinda, falou em um livro sobre a vida nos monastérios. “Sub Specie Aeternitatis” (Arx, 2003), título que veio do livro “Ética” de Bento de Espinosa (1632-1677) e que significa “Sob Um Aspecto da Eternidade”, fala sobre claustros do Brasil e sobre a vida que neles se leva. Um oblato é o monge que vive a vida mundana, que permanece fora dos mosteiros. E o livro traz as lembranças de Fonseca sobre seu período entre os monges, salpicadas de histórias, explicações e referências acerca do papel dos monastérios na construção e preservação do conhecimento desde a Idade Média.

Uma obra de um erudito, sem dúvida. Mas é também uma obra de alguém que tem carinho pelo seu passado e respeito por aqueles que o construíram. Uma obra de um pernambucano que, apaixonado por seu país, traçou seu mapa: “Estou limitado ao Norte pela literatura / Ao Sul pela saudade da vida militar / A Leste por Gilberto Freyre / E a Oeste pelo Mosteiro de São Bento.” (in ‘Interpretação de Edson Nery da Fonseca’, Bagaço, 2001). Um homem que construiu, palavra a palavra, seu amor pelos livros e a luta por sua permanência no futuro.

Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/folha/ilustrada/ult90u586942.shtml

BIBLIOTECONOMIA E GESTAO DA INFORMACAO

O Curso de Biblioteconomia e Gestão da Informação tem por objetivo formar profissionais capacitados para atuar na organização e gestão da informação, a partir da compreensão crítica do valor social, econômico, tecnológico, político e cultural do conhecimento. O curso descreve o ciclo de transferência da informação na sociedade, as necessidades e o comportamento das pessoas em relação à informação, a maneira como a informação é produzida e assimilada, as técnicas e os procedimentos para controle, tratamento, organização e disseminação da informação registrada em diferentes suportes, além da base tecnológica necessária para lidar com recursos digitais. O profissional de Biblioteconomia e Gestão da Informação atua em organizações públicas e privadas como profissional liberal, no planejamento e administração de unidades de informação, na concepção de sistemas de informação. Atua em frentes distintas: identifica e atende as demandas de usuários através de acesso aos recursos de informação; seleciona, adquire e processa tecnicamente acervos em todos os tipos de suporte (papel e similares, magnético, óptico, digital) visando armazenamento, recuperação, disseminação e preservação.

ECI/UFMG – http://www.eci.ufmg.br/?Gradua%E7%E3o:Not%EDcias:Biblioteconomia_e_GI

  1. Todos os artigos foram muito útil para a minha profissão

  2. Olá,

    Parabéns por seu post, pois retrata bem o assunto.
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