Museologia

Construção de Centro de Memória resgata história de Hortolândia

Data de publicação: 17/02/2011

Data de publicação no Blog DA ECI: 16/03/2011

Por RAC

A Prefeitura de Hortolândia conquistou a posse definitiva da Estação Ferroviária Jacuba, que será utilizada para a construção do Centro de Memória. O documento foi assinado, nesta quarta-feira (16/02), no Ministério Federal, em São Paulo, pelo Prefeito Angelo Perugini (PT) e representantes do Governo Federal. O Centro de Memória proporcionará acesso a documentos, fotos e objetos antigos por meio de equipamentos modernos com exibição simultânea de vídeos que narram a história da cidade.

Para Perugini, a conquista é muito significativa, pois o Centro de Memória vai relatar as origens da cidade. “Um patrimônio, que até então estava sendo depredado, agora passa a ser o marco histórico da cidade. O Centro de Memória vai resgatar os valores culturais e mostrar um novo olhar para os nossos jovens”, observa o prefeito.

O analista de infraestrutura do Ministério do Planejamento, Luiz Fernando de Melo Correia, considera muito importante a construção de um Centro de Memória. “Nosso foco é destinar para os municípios lazer, cultura e conhecimento. Conseguimos facilitar a burocracia e os hortolandenses contarão com um patrimônio cultural que será muito bem utilizado”, afirma Correia.

Para a secretaria de Cultura, Sandra Fagundes, a posse definitiva da Estação Ferroviária é uma grande vitória para os moradores. “Estamos tentando há muito tempo conseguir a posse da estação. Agora vamos limpar e revitalizar o local para implantarmos o Centro de Memória”, adianta Sandra.

Para o diretor de Cultura, Tino Sampaio, a construção do Centro de Memória é uma reconquista da história. ‘A posse definitiva representa mais que a conquista de um prédio, é a reconquista da história de Hortolândia. A cidade nasceu entorno daquele prédio e com o Centro de Memória é uma forma de resgatar a história que muitos cidadão hortolandenses não conhecem’.

Continue lendo: http://www.rac.com.br/noticias/campinas-e-rmc/75757/2011/02/17/construcao-de-centro-de-memoria-resgata-historia.html

Professores da UFMG desenvolvem pesquisa que permite recuperação de acervo da obra de Portinari

Data de publicação: 17/02/2011

Data de publicação no Blog DA ECI: 04/03/2011

Por Portugal Digital

A contribuição da Escola de Belas Artes para a conservação e o estudo da obra de Candido Portinari estende-se além da possibilidade de restauração digital dos slides do acervo do Projeto Portinari.

O professor Alexandre Leão, da Escola de Belas Artes (EBA) da Universidade Federal de Minas Gerais vai defender amanhã, dia 18, em Belo Horizonte, a tese intitulada “Restauração Cromática Digital de Fotografias em Filme a partir da Cartela Kodak Q13: Estudo de Caso do Acervo do Projeto Portinari”. O Projeto Portinari contém documentação da obra do artista brasileiro com cerca de 5 mil fotografias em slides geradas há mais de 30 anos.

O professor João Cândido Portinari, diretor do Projeto Portinari e único filho de Candido Portinari, estará em Belo Horizonte amanhã, para acompanhar a defesa da tese.

A contribuição da Escola de Belas Artes para a conservação e o estudo da obra de Candido Portinari estende-se além da possibilidade de restauração digital dos slides do acervo do Projeto Portinari. Os laboratórios associados da Escola de Belas Artes – Laboratório de Ciência da Conservação (Lacicor) e Laboratório de Documentação Científica por Imagem, encontram-se em processo de colaboração técnico-científica com o Projeto Portinari, trabalhando na análise de materiais e técnicas do artista Candido Portinari, e no momento estão empenhados nas análises de materiais e técnicas dos painéis Guerra e Paz, além de toda a documentação científica por imagem dos painéis no Rio de Janeiro.

Continue lendo: http://www.portugaldigital.com.br/noticia.kmf?cod=11525746&indice=10&canal=156

Oficinas no museu

Data de publicação: 16/02/2011

Data de publicação no Blog DA ECI: 04/03/2011

Por Correio do Povo

Crianças e adolescentes de São Leopoldo estão descobrindo no Museu do Trem um novo local para aprender e se divertir durante as férias escolares. Desde janeiro, acontecem as oficinas do projeto Verão no Museu do Trem, que reúnem moradores de 5 a 11 anos. Nos encontros, as aulas sobre a história desse transporte e o acervo da instituição são mesclados com atividade de variadas expressões artísticas, despertando nos alunos a conscientização para a valorização do patrimônio do local.

O interesse pela iniciativa surpreendeu os organizadores. “Tivemos uma procura muito variada. Desde escolas de educação infantil, que estão trazendo seus alunos, até crianças da rede particular de ensino em férias. O interessante é que os pais trazem os filhos e acabam ficando no local. Essa procura e essa aproximação da comunidade nos surpreendeu até certo ponto, mas atinge os objetivos propostos pelo projeto”, diz a diretora do Museu do Trem, Alice Bemvenuti.

São seis oficinas que misturam as aulas de patrimônio com expressões que se inserem no mundo infantil, como desenho, teatro, história, hora do conto e jogos educativos. “Nossa preocupação é sair da simples teoria e entrar no universo do lúdico”, explica Alice. Participam quatro mediadores com formação em diferentes áreas, compondo um grupo multidisciplinar. Ainda em janeiro, antes do início do projeto, essa equipe passou por um curso intensivo de capacitação, informa a diretora.

Fonte: http://www.correiodopovo.com.br/Impresso/?Ano=116&Numero=139&Caderno=9&Noticia=258329

Rede de Educadores em Museus e Patrimônio de Mato Grosso se reúne nesta terça

Data de publicação: 15/02/2011

Data de publicação no Blog DA ECI: 04/03/2011

Por O Documento

A Rede de Educadores em Museus e Patrimônio de Mato Grosso (REMP) convida os interessados para a primeira reunião de abertura da rede em 2011. A reunião acontecerá na próxima terça-feira (15.02), às 19h, no Museu de Arte e Cultura Popular da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), localizado no Centro Cultural. A pauta da reunião será a eleição dos novos gestores e a organização da programação do II Seminário da REMP, que será realizado nos dias 24 e 25 em junho.

De acordo com a coordenadora Simone Nolasco, o evento é importante por ser “um espaço de reflexão sobre processos de formação e atuação de profissionais é importante para integrar os educadores sociais, atuantes nos museus e no campo do Patrimônio nas suas áreas de confluência da Educação para o Patrimônio”.

Nolasco lembra que durante a ocasião as inscrições estarão abertas para apresentação de trabalhos com comunicações de estudos, investigação, pôsteres, oficinas, palestras para o II Seminário intitulado Olhares Educativos sobre História, Memória e Arte, evento que contará com palestrantes externos com apoio do Ministério da Cultura (IBRAM).

A REMP-MT é uma rede social presencial e virtual, sem fins lucrativos, para promover a troca de experiências e informações com vistas a fomentar reflexões sobre processos educativos junto a museus, centros culturais, localidades históricas e que envolvam os bens do patrimônio (material, imaterial e natural), espaço de reflexão sobre processos de formação e atuação de profissionais envolvidos.

Fonte: http://www.odocumento.com.br/materia.php?id=355310

Pesquisadora cataloga museus e galerias de Belém

Data de publicação: 15/02/2011

Data de publicação no Blog DA ECI: 04/03/2011

Por Flávio Meireles

Um esforço árduo em busca dos polos artísticos de Belém. É, assim, como uma contribuição para o turismo paraense, que se pode caracterizar o Guia de Museus e Galerias de Arte de Belém, produzido pela pesquisadora e bibliotecária Cristina Alencar. O panorama museológico apresenta 29 museus e 15 galerias de arte existentes na cidade.

Lançado em junho de 2010, o livro foi o produto final do curso de especialização que a pesquisadora realizou, em 2005, pela Faculdade de Biblioteconomia da Universidade Federal do Pará. Sua monografia ficou restrita aos museus da capital, já que, por falta de tempo, não foi possível mapear as galerias de arte. Na época, Cristina Alencar catalogou 22 museus na cidade, ou seja, sete a menos do que consta no Guia.

Ao ser perguntada sobre o motivo pelo qual decidiu realizar este projeto, a pesquisadora não demorou a responder: “simplesmente, porque não existia! Belém não tinha nenhum trabalho dessa natureza”. Como todo produto de especialização precisa partir de uma problemática, a inquietação inicial da pesquisadora foi com relação às necessidades turísticas, pois não havia algo que pudesse nortear as visitas aos museus existentes.

Contudo, o Projeto deveria estar relacionado com a biblioteconomia, já que seus estudos convergiam para esta área. “Em uma biblioteca, um guia é uma obra de referência. Esse foi o vínculo que encontrei”, explica Cristina Alencar.

O livro foi pensado de modo que atendesse não somente aos museus e às galerias, mas também às bibliotecas, às escolas ou ao público interessado em arte. Foram dois mil exemplares produzidos com o patrocínio do Banco da Amazônia.  “Cerca de 1.200 não foram comercializados. Doei 700 às escolas públicas municipais e estaduais de Belém”, afirma Cristina Alencar.

Continue lendo: http://museuhistoricodopara.blogspot.com/2011/02/pesquisadora-cataloga-museus-e-galerias.html

Museos y bibliotecas serán gratuitos en China

Data de publicação: 11/02/2011

Data de publicação no Blog DA ECI: 04/03/2011

Por El Universal

Los ministerios de Cultura y Finanzas de China se han comprometido a que a partir del año que viene las bibliotecas y museos de arte públicos sean gratuitos para los ciudadanos del país asiático, según señalaron en un comunicado conjunto ambas instituciones.

A finales de 2011, los museos y bibliotecas de nivel estatal y provincial serán gratuitos, y más tarde se hará lo propio con el resto, como instituciones de distrito o locales.

Con esta medida, museos y bibliotecas de China buscan hacer frente a las críticas de la opinión pública, que les acusa de buscar beneficios económicos y servir sólo a la elite académica, en lugar de a la ciudadanía en general.

El museo más conocido de China, por ejemplo, situado en el interior de la Ciudad Prohibida (antiguo palacio imperial) llega a cobrar hasta 100 yuanes (más de 10 euros ó 13,5 dólares) a los visitantes chinos y extranjeros, un precio que muchos consideran excesivo en un país donde el poder adquisitivo aún es considerablemente menor al de las naciones desarrolladas.

Los ministerios también señalaron en el comunicado que buscarán paliar la reducción de ingresos que la gratuidad de las entradas causará a museos y bibliotecas, dedicando más partidas presupuestarias al mantenimiento de estas instituciones culturales.

Fonte: http://www.eluniversal.com.mx/notas/744189.html

Urgen apoyos para Museo de Historia Natural

Data de publicação: 13/02/20101

Data de publicação no Blog DA ECI: 28/02/201

Por Víctor Adrián Espinosa

Cerca de 700 millones de pesos se requieren para el Proyecto de Refundación del Nuevo Museo de Historia Natural y Cultura Ambiental (MHNCA), recinto que desde su fundación en 1964 no ha recibido mejoras.

En entrevista con El Universal DF, el director del inmueble, Eduardo Vázquez Martín, explica que hacen falta una mayor inversión de capital y la suma de voluntades políticas, empresariales y educativas para convertir al museo en un espacio interactivo de última generación.

“Hacía falta un nuevo museo de historia natural y ya hay un proyecto para realizarlo. Lo que hace falta son apoyos y recursos tanto públicos como privados, pues la necesidad de un recinto así es innegable  en nuestro país y su utilidad pública también es indiscutible”, asevera.

En 2010 la Secretaría del Medio Ambiente capitalina (SMA) solicitó 100 millones de pesos a la Cámara de Diputados para rehabilitar el museo, ubicado en la segunda sección del Bosque de Chapultepec, con motivo de los festejos del Bicentenario. El edificio fue construido por Porfirio Díaz para conmemorar el Centenario de la Independencia.

Continue lendo: http://www.eluniversaldf.mx/miguelhidalgo/nota20352.html

Museu do Relógio: a estética do tempo

Data de publicação: 13/02/2011

Data de publicação no Blog DA ECI: 28/02/2011

Por Erick Tedesco

Criado em 1975 pelo professor Dimas de Melo Pimenta, local tem mais de 600 peças

Antes mesmo de o homem saber ler e escrever, o relógio era, assim como o primórdio do calendário, o instrumento que o ajudava a medir o tempo, para regrar os afazeres e para distinguir – e dividir – dia e noite. Fontes históricas acreditam que o tempo começou a ser medido há aproximadamente 5.000 anos e o modelo mais antigo é o relógio de sol, seguido dos de água, as clepsidras, encontrados pela primeira vez em 600 A.C., na Judéia, e os relógios de areia, popularmente conhecidos como ampulheta, inventada pelos egípcios. Mas são os mecânicos, repletos de engrenagens e modelos, que ganharam espaço na vida pública e privada das sociedades.

A origem dos relógios mecânicos, ou melhor, da medição mecânica do tempo, data de meados do milênio passado. Muitos foram construídos por ordens religiosas, que demarcavam os momentos exatos para orar e realizar cultos, como os relógios de câmara, cujo toque era de responsabilidade do monge “guardião do relógio”. Ele tocava o sino da torre para convocar os outros para afazeres do mosteiro.

Desde então, o relógio saiu do enclausuramento monástico, enfeitou paredes e foi, enfim, elevado a objeto de uso pessoal nos pulsos dos indivíduos e desejo de colecionadores ao redor do mundo. Um deles é o brasileiro Dimas de Melo Pimenta, que em 1975 fundou o Museu do Relógio na capital paulista. “Em 2009, recebeu cerca de 2.500 pessoas”, ressalta a assessoria do museu, que é ligado à empresa de tecnologia de ponta Dimep Sistemas. Sempre fascinado pelos marcadores de tempo, acumulou tantos itens que decidiu montar um museu. A coleção teve início em 1950 e, desde então, não parou mais de crescer.

Os números indicados são uma informação relevante à instituição porque o intuito, afirma a assessoria, é atrair mais visitantes. “Em 2011, o Museu do Relógio Professor Dimas de Melo Pimenta abriu com muitas novidades. A casa passou por uma grande reforma para ampliar o espaço.” O novo layout possibilitou ao museu abrigar o relógio atômico, o medidor de tempo mais preciso já inventado.

Continue lendo: http://www.tribunatp.com.br/modules/news/article.php?storyid=8425

Museus valorizam design com mostras de anúncios antigos

Data de publicação: 09/02/2011

Data de publicação no Blog DA ECI: 28/2011

Por SILAS MARTÍ

Nos carros sobre trilhos que cortavam São Paulo antes de ela ser metrópole, cartazes anunciavam de tudo, dos milagrosos rum Creosotado e colírio Lavolho ao forte café Paraventi, passando até pelas notícias da recém-lançada “Folha da Tarde”.

Dos anos 1940 aos 1970, a Companhia de Annuncios em Bonds, grafada assim mesmo, inventou cerca de 9.000 anúncios em cartaz, num ateliê comandado pelo polonês Henrique Mirgalowski na rua do Carmo, atrás da praça da Sé.

“Ele era mãe de todos lá”, lembra Wilson Limongelli, último cartazista sobrevivente da velha companhia. “Todos os meninos começavam pequenos, não tinha escola de desenho nem de publicidade, tinha que ter o dom.”

E, com esse dom, não seguiam a estratégia agressiva do marketing atual, nem pesquisas de comportamento.

Eram desenhos de influência soviética, art déco e futurista, com textos um tanto singelos. Quase tudo estava à venda nas “boas casas do ramo”, e clientes eram chamados de “ilustre passageiro”.

Mas tudo isso se perdeu quando os bondes deram lugar aos ônibus e o ateliê foi despejado de seu endereço.

Cartazes que sobreviveram foram passando de mão em mão até serem expostos agora pela primeira vez, numa mostra que o Instituto Tomie Ohtake abre hoje à noite.

No mesmo museu, outra exposição reúne rótulos de cachaça feitos no pais entre as décadas de 1950 e 1960.

“É um retrato arqueológico de uma época que mudou”, resume Milton Cipis, designer que organiza as mostras. “Nunca se juntou tanto material, e a gente começa a valorizar o que houve. Fica claro que a gente não é só filho do modernismo.”

Continue lendo: http://www1.folha.uol.com.br/ilustrada/872515-museus-valorizam-design-com-mostras-de-anuncios-antigos.shtml

Museu ‘guarda’ história, arte e até fantasmas

Data de publicação: 08/02/2011

Data de publicação no Blog DA ECI: 23/02/2011

Por Fábio Massalli

O acervo histórico do Museu Helington Borba Cortes tem aproximadamente 800 peças. “São todas peças importantes por serem um depoimento de uma época”, diz Rachel Coelho, gerente do patrimônio histórico de Maringá.

São muitos objetos ligados à casa, ao trabalho e à agricultura da cidade, armazenados e catalogados em uma sala no último andar do Teatro Calil Haddad. “Quando fazemos uma exposição, procuramos seguir um tema ou período histórico”, diz Rachel.

Entre os destaques, estão o projetor cinematográfico do Cine Peduti, poltronas do Cine Horizonte, uma urna funerária indígena, instrumentos musicais (como violões, trompete e sanfona), televisões antigas, rádios, vitrolas, rodas de carroça, arado, um relógio de ouro doado pela prefeitura de Kagogawa para Maringá e utensílios que pertenceram ao consultório do médico Helington Borba Cortes (berço, mesa de consulta ginecológica, instrumentos médicos e objetos da maçonaria).

“Muitas famílias vêm aqui querendo ver como estamos preservando o acervo que nos doaram e se ele foi exposto, como é o caso da família do Helington Borba Cortes, que veio em 2009”, conta Rachel.

Outro destaque do acervo histórico é uma coleção de títulos eleitorais de 1954 a 1985, de Maringá, Floresta, Doutor Camargo, Paiçandu, Água Boa e Ivatuba. Segundo a gerente do patrimônio, a consulta a esses documentos permitiu que muitas pessoas pudessem se aposentar, pois eles trazem informações sobre a profissão da pessoa na época.

Continue lendo: http://maringa.odiario.com/dmais/noticia/389901/museu-guarda-historia-arte-e-ate-fantasmas/

Dos gigantes del arte se abrazan

Data de publicação: 07/02/2011

Data de publicação no Blog DA ECI: 23/02/2011

Por PILAR BONET

Los Museos del Prado y del Ermitage firman un acuerdo de intercambio de exposiciones – La primera muestra enfrentará en Rusia a Velázquez y Goya con otros artistas europeos

Rusia “necesita muchísimo” un auténtico museo de arte moderno como el MoMA de Nueva York , pero falta la persona con “gusto, talento, relaciones y sentido comercial” en torno a la cual puede cristalizar ese proyecto. Y no lo dice cualquiera, sino Mijaíl Piotrovski, el director del Ermitage , el gran museo ruso. Hoy Piotrovski firma en Madrid el acuerdo para intercambiar exposiciones con el Prado con motivo del “año dual” entre Rusia y España. El 25 de febrero, los jefes de Estado de ambos países inaugurarán una gran exposición del Prado en el Ermitage. Consta de 66 obras (33, de artistas españoles, entre ellos Velázquez y Goya, y 33, de artistas de Europa Occidental) del periodo comprendido entre mediados del siglo XV y principios del XIX. En noviembre, el centro ruso llevará al español una selección de 170 obras. El intercambio no tiene precedentes en la historia de ambas instituciones. Los camiones con los cuadros del Prado comenzarán a llegar a San Petersburgo el próximo jueves y son esperados con excitación en el Ermitage, cuyo núcleo es la colección con la que Catalina II decoró el Palacio de Invierno en 1764.

Símbolo del poder imperial, el Ermitage es también la casa de Piotrovski. Este arabista y arqueólogo de 66 años dirige el museo desde 1992, siguiendo los pasos de su padre, Borís Piotrovski, que fue director hasta su muerte en 1990. Piotrovski mantiene las tradiciones, aunque también explora el arte contemporáneo, del que tiene una incipiente colección. Aun así opina que el gran museo de arte contemporáneo, inexistente aún en Rusia, “debería estar en oposición al Ermitage, porque este muestra que no hay arte viejo y arte nuevo, sino una continuidad y una tradición” y alberga lo que “ya tiene renombre”. Un museo contemporáneo, en cambio, debería enseñar la “pluralidad de lenguajes y de materiales, estimular el desarrollo del arte y mostrar cómo se forman las obras”.

El Ermitage se financia del presupuesto del Estado (en un 60% o 70%) y se complementa con ingresos propios. El deslinde entre proyectos comerciales y no comerciales, advierte Piotrovski, es “muy sutil” y depende de “cada caso concreto”. El museo colabora con los oligarcas rusos. El magnate Mijaíl Jodorkovski (ahora en prisión) le ayudó en el pasado a organizar exposiciones en Reino Unido. Ahora, el oligarca Vladímir Potanin es el presidente del “consejo patrocinador” del museo, formado por empresarios. Potanin financia el Ermitage a través de su fundación, da becas a sus especialistas, ayuda a montar exposiciones y a comprar obras como Cuadrado negro, de Malévich.

Continue lendo: http://www.elpais.com/articulo/cultura/gigantes/arte/abrazan/elpepicul/20110207elpepicul_1/Tes

Museu do Dodge, exemplo de iniciativa

Data de publicação: 02/02/2011

Data de publicação no Blog DA ECI: 23/02/2011-02-23

Por Marcelo Monegato / Diário do Grande ABC

Sabia que o Brasil tem o Museu do Dodge na região de Campinas (SP)? Pois é, graças à iniciativa de Alexandre Badolato, aficionado e colecionador de veículos da marca, jovens que nasceram nos anos 1980, 1990 e 2000 têm condições de conhecer a história de alguns automóveis mais marcantes de todos os tempos.

“Temos cerca de 40 carros no museu e um outro tanto de carros aguardando restauração”, revela Badolato, que iniciou seu acervo há 21 anos e tem, entre as raridades, o último Dart fabricado no mundo. “Eu o procurei por 16 anos e o encontrei praticamente destruído”.

Aficionado por carros antigos, Badolato é um exemplo. Construiu o museu com recursos próprios e em nenhum momento, contou com apoio governamental pelo contrário. “Ainda gasto uma ‘pequena fortuna” com seguranças para suprir a ineficiência do Estado, além de investir muito dinheiro para licenciar esses carros que praticamente não andam. Fora os impostos astronômicos pagos nas poucas importações de veículos antigos que fizemos para enriquecer o acervo. Pagar IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados) de carro que foi produzido em outro país há mais de 40 anos é de uma insanidade ímpar”, desabafa o colecionador.

Atualmente, mantém as ‘joias” sobre rodas com recursos próprios, com visitas somente com horário marcado (www.museudodge.com).

Badolato, no entanto, é mais um Dom Quixote. Outros museus dedicados à história do automóvel respiram com ‘ajuda de aparelhos”. “O Museu de Brasília está sendo despejado para dar lugar a um depósito de papel velho das decadentes ferrovias brasileiras. O Museu de Caçapava (SP) tenta juntar o que sobrou de décadas de abandono”, alerta o dodgeiro.

Fonte: http://www.dgabc.com.br/News/5863350/museu-do-dodge-exemplo-de-iniciativa.aspx

Google cria ferramenta para visitação virtual de museus em 360 graus

Data de publicação: 01/02/2011

Data de publicação no Blog DA ECI: 23/02/2011

Por O Globo

A Google lançou nesta terça-feira uma ferramenta on-line que permite a visitação virtual de 17 importantes museus em todo o mundo e a visualização de suas mais de mil obras de arte. Por meio da tecnologia Street View e de um veículo exclusivamente desenvolvido para o projeto, o Google Art Project fotografou em 360 graus o interior de lugares como o MoMA, de Nova York, o Museu Van Gogh, em Amsterdã, a Tate Britain e a National Gallery, de Londres. O resultado é que pode-se andar pelas galerias assim como se passeia pelas ruas com o Google Street View, pelo qual também é possível acessar o Google Art Project.

“O projeto começou quando um grupo (de funcionários da Google) apaixonado por arte se juntou para pensar quando poderíamos usar nossa tecnologia para ajudar museus a tornar sua arte mais acessível” afirmou Amit Sood, chefe da nova ferramenta.

Além disso, cada um dos 17 museus escolheu uma única obra de arte de seu acervo para ser fotografado com câmeras de altíssima resolução, ou “gigapixel” (veja a lista completa no fim desta matéria). As imagens contém cerca de 7 bilhões de pixels, o que significa, segundo a Google, que é mais de mil vezes mais detalhada do que uma foto comum de câmera digital. Por meio da tecnologia do Picasa, serviço de fotos da empresa, um zoom especial permite que se esmiuce esses quadros em microdetalhes.

Todas as obras de arte listadas no Google Art vêm acompanhadas de informações como títulos originais, os anos em que foram criadas, suas dimensões e a quais coleções já pertenceram. Os usuários também podem criar suas próprias coleções e compartilhá-las pela web.

Continue lendo:  http://oglobo.globo.com/tecnologia/mat/2011/02/01/google-cria-ferramenta-para-visitacao-virtual-de-museus-em-360-graus-923713687.asp

Europeana, o museu digital europeu, enfrenta o Google Books

Data de publicação: 11/01/2011

Data de publicação: 23/02/2011

Por IDG News Service

Comissão Europeia convidou países membros a contribuírem com o projeto e disse que competição com a Google é benéfica.

A Comissão Europeia está disposta a enfrentar o Google Books. Em anúncio referente aos próximos passos do Projeto Europeana, ela convida todos os países membros a digitalizarem suas coleções, estando elas nos arquivos governamentais, bibliotecas ou museus.

O Europeana é a biblioteca digital da Europa, que oferece acesso gratuito a mais de 15 milhões de livros, mapas, jornais, pinturas, fotografias e artefatos. Pelo número, pelo menos, ela está em pé de igualdade com o Google Books, que já dispõe de cerca de 15 milhões de títulos. A principal preocupação do Europeana, no entanto, é com “obras órfãs”, materiais cujos potenciais proprietários são desconhecidos ou livros que não são mais impressos.

O informativo também diz que, embora a digitalização e exploração de obras fora de catálogo seja essencialmente o papel dos detentores dos direitos autorias, instituições culturais devem ter a opção de torná-las disponíveis ao público, sem que, no entanto, a devida remuneração seja repassada aos legítimos donos.

Continue lendo: http://idgnow.uol.com.br/internet/2011/01/10/europeana-o-museu-digital-europeu-enfrenta-o-google-books/

¿Cómo enseñar un museo?

Data de publicação: 13/01/2011

Dta de publicação no Blog DA ECI: 23/02/2011

Por: Anatxu Zabalbeascoa

La historiadora Encarna Jiménez Losantos, directora de comunicación del IVAM y ex jefa del Gabinete de Prensa del Ministerio de Cultura y del Museo Reina Sofía de Madrid, ha publicado un libro que, con esa preguntaCómo enseñar un museo (IVAM) analiza el papel de los museos de arte contemporáneo hoy y discute qué estrategia resulta cabal para acercarlos a un público amplio.

“Si la Revolución Francesa abrió las colecciones reales al pueblo”, escribe, “las políticas sociales y estrategias de comunicación han hecho posible que nadie olvide que un museo de arte moderno debe ofrecer servicios que no se dejen arrastrar por el oportunismo y que no confundan un museo con un parque temático”.

Jiménez sostiene que la proliferación de este tipo de centros públicos por las diversas Comunidades Autónomas obedece al valor añadido y la imagen de modernidad asociado, desde los años ochenta, al arte y la arquitectura. El turismo cultural estaría, así, detrás de la creación de muchos de estos museos, que dejaron de construirse con el fin de conservar bienes patrimoniales para abrazar el esquema anglosajón de rentabilidad económica y social.

Según Jiménez, internacionalmente, a los nuevos museos españoles se les reconoce “personalidad”: “Son menos intercambiables”. Pero tiene claro que “la mayor parte de la gente a la que se dirige un museo para captar su atención, y hacer que lo visite, desconoce el arte contemporáneo”. Esa situación justificaría la labor de divulgación y publicidad que ella misma desarrolla.

Continue lendo: http://blogs.elpais.com/del-tirador-a-la-ciudad/2011/01/c%C3%B3mo-ense%C3%B1ar-un-museo.html

Secretaria da Cultura requalifica museu do Ilê Axé Opô Afonjá

Data de publicação: 12/01/2011

Data de publicação no Blog DA ECI: 23/02/2011

Por Correio

Márcio Meirelles, secretário de Cultura do Estado e técnicos da Diretoria de Museus do Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural (Ipac/Secult), visitaram, na manhã desta quarta-feira (12), as obras do Museu Ilê Ohun Lailai, no terreiro de candomblé Ilê Axé Opô Afonjá, localizado no bairro do Cabula, em Salvador.

Durante a visita, o secretário Meirelles destacou: “O Afonjá é um patrimônio brasileiro conhecido internacionalmente. Requalificar esse museu, com o restauro de suas peças, é uma prova de que esse governo apoia o povo do candomblé, porque reconhece nesse espaço, um local de valorização da cultura africana e de luta pela cidadania”, disse.

O Museu Ilê Ohun Lailai (Casa das Coisas Antigas, em Yorubá) será reaberto no mês de fevereiro deste ano, e terá o acervo restaurado, tendo mais de 750 peças ligadas aos rituais, ao cotidiano e às figuras importantes da centenária casa.

Continue lendo: http://www.correio24horas.com.br/noticias/detalhes/detalhes-3/artigo/secretaria-da-cultura-requalifica-museu-do-ile-axe-opo-afonja/

El lento e inexorable camino de los museos hacia los medios digitales

Data de publicação: 12/01/2011

Data de publicação no Blog DA ECI: 23/02/2011

Por Hoy es Arte

“En los últimos años, los grandes museos e instituciones de arte se han movido dentro del mundo de la tecnología y han hecho grandes progresos en su adaptación a la era digital, pero necesitan ir mucho más lejos para adecuar sus contenidos a los nuevos requerimientos de sus visitantes”.

Esta es la tesis que defiende András Szántó, editor asociado de The Art Newspaper, en un reciente artículo titulado Time to loose control (Es hora de perder el control), que, por su interés, reproducimos a continuación:

Una serie de números se desplaza a lo largo de la pantalla mientras una música etérea impregna el aire. A continuación, un flash de imágenes de diversas ciudades: Nueva York, Hong Kong, Venecia, San Francisco… Calles y horizontes se sumergen en la luz dorada del sol. Pero en todas ellas hay algo que no cuadra: en el corazón de cada ciudad aparece siempre el mismo rascacielos futurista. Sus tres brillantes torres están encerradas en una espiral entrelazada. Sus formas onduladas y blanquecinas surgieron de la imaginación del arquitecto italiano Filippo Innocenti, uno de los socios de Zaha Hadid.

Bienvenidos al Museo de Medios Digitales de Adobe (AMDM). Situado en ninguna parte y en todos lados, abrió de forma on line el pasado mes de octubre (adobemuseum.com). Cuenta con un comisario, Tom Eccles, y con una exposición inaugural del artista Tony Oursler. Una especie de personaje de Pixar, un pez con un solo ojo dentro de una burbuja de jabón con aletas hace de introductor y guía a través de la página a través de una serie de locuciones en inglés con un leve acento francés.

¿Es este el futuro digital de los museos? De momento parece que no. El AMDM es un paseo virtual fascinante pero tiene bastante poco parecido con el modo en que los museos tradicionales están usando las herramientas digitales e incluso con lo que queda por delante una vez estos se integren plenamente en los nuevos medios.

Continue lendo: http://www.hoyesarte.com/museos/museos/9030-el-lento-e-inevitable-camino-de-los-museos-hacia-los-medios-digitales.html

Museu do Futebol, em São Paulo, tem programação especial para pessoas com deficiência

Data de publicação: 26/11/2010

Data de publicação no Blog DA ECI: 12/02/2011

Por Vida Mais Livre

O dia 3 de dezembro foi instituído pela ONU (Organização das Nações Unidas) como o Dia Internacional da Pessoa com Deficiência e tem, como um dos principais objetivos, estimular a reflexão sobre seus direitos. Por considerar essa data tão importante, o Museu do Futebol oferecerá uma imersão cognitiva e sensorial para a conscientização sobre a importância da acessibilidade.

O futebol tornou-se um esporte popular justamente por ser tão acessível. Ele pode ser jogado nos mais inusitados lugares, bastando o desejo, e com os mais diferentes materiais, vale tampinha, bola de papel ou tudo aquilo que a imaginação permitir! Um museu também pode ser um espaço acessível, basta ter uma equipe preparada e adaptar seu acervo e conteúdo para que todos tenham acesso à memória por ele preservada e apresentada. É isso que o Museu do Futebol pretende: transformar seu espaço em um lugar de conhecimento e aprendizagem para todos.

Para comemorar essa data tão importante, desenvolveremos algumas atividades no dia 2/12,  que a entrada ao Museu é gratuita e todos os visitantes poderão participar. Os educadores do museu estarão nas salas da exposição apresentando os materiais e os projetos desenvolvidos pelo PAMF (Programa de Acessibilidade do Museu do Futebol). A proposta é compartilhar com os visitantes as possibilidades de fruição que o acervo oferece para as pessoas com deficiência e refletir sobre a experiência adquirida no Projeto Deficiente Residente.

Fonte: http://www.vidamaislivre.com.br/noticias/noticia.php?id=2488&/museu_do_futebol_em_sao_paulo_tem_programacao_especial_para_pessoas_com_deficiencia

Museu da República no Rio comemora 50 anos e oferece visitas virtuais

Data de publicação: 15/11/2010

Data de publicação no Blog DA ECI: 28/11/2010

Por Agência Brasil

O Museu da República, no Rio de Janeiro, comemora hoje (15), dia da Proclamação da República, 50 anos de criação. A data foi marcada com uma programação especial que incluiu o lançamento do projeto de visita virtual. A partir de agora, os interessados em conhecer o Palácio do Catete, na zona sul da cidade, podem acessar a página do Museu da República na internet e passear pelo local que, durante 63 anos, foi a sede do Poder Executivo do Brasil (clique aqui para conferir).

A diretora do museu, Magaly Cabral, informou que é a primeira vez que um museu do estado abre essa possibilidade. “A partir de hoje, o Museu da República pode ser visitado de qualquer parte do mundo. Isso pode atrair novos visitantes, porque uma pessoa pode acessar o link, conhecer a história da República e, depois, querer visitar ao vivo o que viu pelo site”.

Segundo Cabral, a instituição, que guarda a memória de 16 presidentes que por ali passaram, tem entre seus objetivos provocar a reflexão sobre o papel da sociedade no atual modelo republicano do Brasil. “O Museu da República tem compromissos com a preservação da história republicana do país através dos diversos testemunhos que abriga, mas também tem o compromisso de propor reflexões sobre o que acontece nos dias atuais. Tem a missão de mostrar para a sociedade o que a República é hoje e que depende de nós”.

Continue lendo: http://www.atarde.com.br/brasil/noticia.jsf?id=5650917

Algunas reflexiones sobre el museo en la era de lo global

Data de publicação: fevereiro de 2009

Data de publicação no Blog DA ECI: 28/11/2010

Por Ricardo Arcos-Palma

A manera de introducción

Desde hace ya un buen tiempo, luego de la pretendida crisis del “cubo blanco”, se viene pensando el Museo: su pertinencia, sus bondades, sus defectos, sus transformaciones, etc. En nuestro contexto el colombiano, entrado el siglo XXI, ese espacio de las “musas” se ha convertido en el objeto de estudio por excelencia. Se le dedican tesis de maestría[i] y páginas web especializadas[ii], se crean estudios de postgrado[iii], de hecho la Revista Calle 14 dedica el número 2 especialmente al Museo[iv] y la Universidad Nacional de Colombia se autoreconoce como el conglomerado museístico más grande de Colombia y quizá de Latinoamérica[v]. El nuevo milenio se despierta en Colombia con la necesidad de pensar ese espacio garante de la memoria (como el Museo Nacional). Vamos a contribuir entonces a ampliar ese terreno reflexivo desde un punto de vista estético-crítico donde dilucidaremos una serie de ideas que nos permitirán ampliar el panorama del museo en la contemporaneidad.

La globalización ha tocado nuestro contexto desde dos puntos de vista: el primero de una manera emancipadora, donde la globalización se entiende como un fenómeno donde las fronteras se borran para pensar un mundo mucho más amplio, donde las restricciones y las exclusiones parecen desaparecer. El segundo punto de vista es completamente opuesto, donde surge un movimiento homogeneízante que tiende, cierto a abolir las fronteras pero con intereses polarizados que terminan por agrandar las diferencias; por ejemplo los tratados de libre comercio (ALCA) impulsados por los países del norte, principales beneficiarios. En estos términos, lo cultural se ve afectado de manera directa y negativa, pues el movimiento de influencias continua siendo norte sur.

En lo referente al Museo, figura hegemónica de la Modernidad, que se creó como un espacio donde se acumulaban los tesoros de guerra –por ejemplo el Musée du Louvre que atesoró piezas importantes de las conquistas napoleónicas-, convirtiéndose así en guardianes de la memoria colectiva, ha sufrido varias transformaciones desde entonces. En la era de lo global, donde el museo de ve atravesado por múltiples intereses sobre todo de orden económico, las relaciones con su entorno tienden a volverse cada vez más hostiles. Tal hostilidad, en un momento dado, llegó a generar la idea de la desaparición “del cubo blanco”. Se cuestionó su utilidad y su función pública: las prácticas artísticas de la postmodernidad, parecían prescindir de este sagrado espacio. “El arte ha salido a la calle” se convirtió en el slogan predilecto de los artistas de esta época. Esta idea hizo su camino en nuestro contexto.

Recuerdo una anécdota a mi regreso al país en el año 2005: el ya tradicional Salón Cano se exhibía en el Museo de Arte de la Universidad Nacional. El maestro Gustavo Zalamea, director de la Escuela de Artes Plásticas por ese entonces, realizó un foro con estudiantes y algunas personalidades del medio entre ellos María del Carmen Suezcun Posas –residente en Canadá-, la antigua directora de la Facultad de Artes de la Universidad Jorge Tadeo Lozano y yo. En la discusión surgió esa pregunta: ¿para qué un “cubo blanco como este” -decía la directora de esa escuela de Artes de la Tadeo-, si los jóvenes artistas pueden perfectamente llevar el arte a la calle? Frente a tal pregunta, realizada en uno de los espacios más bellos de la ciudad, no nos quedó más opción que recordarle a los asistentes, la importancia de ese espacio. En Europa y América del Norte, regiones que María del Carmen y yo conocíamos perfectamente, espacios como “ese cubo blanco” son apreciados enormemente. De hecho la apreciación de nuestra colega se calló al piso, en el momento en que su institución, un poco más tarde, se replantea la orientación del programa curricular y además inaugura un espacio expositivo digno.

Continue lendo: http://esferapublica.org/magazine/index.php?option=com_content&view=article&id=44:algunas-reflexiones-sobre-el-museo-en-la-era-de-lo-global&catid=35:lo-publico&utm_source=twitterfeed&utm_medium=twitter&utm_campaign=museus

Onde o virtual e o elétrico se encontram

Data de publicação: 10/11/2010

Data de publicação no Blog DA ECI: 14/11/2010

Por Carolina Drago

Museu na internet hospeda máquinas elétricas criadas no século 19. Imagens dos equipamentos, biografias dos inventores e vídeos em 3D fazem parte de acervo aberto ao público.

Anel de Gramme, máquina de Clarke, motor de Tesla. Para quem já conhece ou nunca ouviu falar, esses são apenas alguns dos 101 inventos disponíveis ‘para visita’ no Museu virtual de máquinas elétricas, iniciativa criada por professores da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).

A página hospeda, desde o início do ano, réplicas virtuais das máquinas elétricas criadas de 1820 a 1890.

As máquinas podem ser vistas em realidade virtual, ou seja, terceira dimensão. Além disso, o site leva também para biografias dos inventores e vídeos que fazem a apresentação da criação sob vários ângulos.

Para serem assistidos, os vídeos exigem a instalação de programas como o Adobe Flash Player ou o Windows Media Player. Já para conhecer as máquinas em realidade virtual, o próprio portal sugere o download do Cortona3D.

Várias áreas e um mesmo projeto

Elaborado por uma equipe multidisciplinar da UFRJ, das áreas de história, engenharia e computação gráfica, o projeto nasceu para atender aos alunos do curso de engenharia elétrica, mas sem descartar a possibilidade de servir ao público em geral.

Continue lendo:  http://cienciahoje.uol.com.br/blogues/bussola/onde-o-virtual-e-o-eletrico-se-encontram

La catalogación de objetos culturales y la difusión en red del patrimônio

Data de publicação: 14/10/2010

Data de publicação no Blog DA ECI: 13/11/2010

Por Tomás Saorín

VIVIMOS UN BUEN MOMENTO para los proyectos digitales. Si mezclamos las mejores características de cada uno de ellos, detectamos los puntos de innovación y exploramos analogías con otros servicios de éxito en la red, quizá podamos decir que están alcanzando la masa crítica y la robustez tecnológica para dar el salto.

¿Hacia dónde?

Una respuesta oscura sería hacia un espacio semántico de objetos de información relevantes. Una respuesta más llana sería: crear el youtube del patrimonio cultural.

¿Cuánta información sobre objetos culturales existe en la red?
¿Alguien duda de la sobreabundancia de contenidos sobre patrimonio, arte o museos?

Sin embargo aún hay escasez de contenidos, tanto en cantidad como en calidad. Sin duda bastarían unos pocos clicks para localizar unas fotos sobre el Teatro Romano de Cartagena, un artículo y varias menciones en Wikipedia, el sitio web específico del museo, una página didáctica en el canal de patrimonio del portal regional de contenidos digitales, unos vídeos pirateados en Youtube, otros varios caseros, la memoria de intervenciones arqueológicas, noticias de prensa de su inauguración y musealización, y un largo etcétera.

Con un poco más de esfuerzo accederíamos a bibliografía científica sobre el teatro y su investigación arqueológica. Sin embargo el objeto informativo digital “Teatro Romano de Cartagena” no existe.

Vamos a explicarlo, para poner de relieve la importancia y espacio de crecimiento que hay para la catalogación y creación de repositorios normalizados de objetos culturales.

Deliberadamente he optado por usar de ejemplo un sitio arqueológico que no pertenece a la colección de un museo (aunque él mismo lo sea). Lo mismo ocurriría con monumentos, edificios, conjuntos históricos, etc., que pertenecen al ámbito de gestión del patrimonio cultural extramuseístico.

En la última década los museos españoles han dado el salto hacia la gestión de información documental de sus colecciones a través del desarrollo del sistema integral DOMUS, que abarca todos los subsistemas informativos del museo, siendo de especial relevancia la catalogación o descripción de las piezas de las colecciones.

¿Cómo repercute en el público la mejora de la capacidad informativa de los museos? A través de la publicación y consulta en línea de sus colecciones.

Continue lendo: http://www.thinkepi.net/catalogacion-objetos-culturales-difusion-red-patrimonio

Erick Krulikowski – a história contada por pessoas comuns

Data de publicação: 21/10/2010

Data de publicação no Blog DA ECI: 13/11/2010

Por Priscila Fernandes e Luíza Costa

No clássico da literatura Em busca do tempo perdido, o escritor Marcel Proust cria um ambiente impregnado de memórias que ajudam o personagem principal a perceber sua própria identidade. Os conceitos construídos em forma de narrativa mostram a importância da memória para quem busca decifrar a verdade e reforçam a máxima de que se aprende com o passado. Quase um século depois, o Museu da Pessoa concretiza os conceitos sugeridos na obra de Proust, registrando as memórias de gente comum, com o intuito de criar uma rede de “histórias de vida capaz de contribuir para a mudança social”. Para entender um pouco mais sobre a concepção e o trabalho do Museu, o Acesso entrevistou Erick Krulikowski, coordenador de Comunicação e Mobilização de Recursos do Museu da Pessoa.

Acesso – O Museu da Pessoa foi criado em 1991, quando ainda não se falava muito em patrimônio imaterial ou mesmo em museus digitais. Como surgiu o conceito do Museu?

Erick Krulikowski – A ideia do Museu da Pessoa surgiu a partir de um projeto de pesquisa da Karen Worcman, diretora do Museu, sobre a imigração judaica no Brasil durante e após a Segunda Guerra Mundial. Com o estudo, ela detectou que esses imigrantes vinham para o Brasil, portando somente a roupa do corpo e suas histórias de vida. Esse diagnóstico fez a Karen pensar nas histórias de tantas outras pessoas que nunca seriam conhecidas, porque a memória social não contemplava as pessoas comuns. Foi daí que partiu a ideia de construção do Museu da Pessoa,.

Acesso – Como se articula essa história “alternativa”, baseada na memória de pessoas comuns, com a História oficial?

E. K. – Nosso maior interesse não é encontrar uma verdade definitiva, mas contar uma história levando em consideração a memória das pessoas, suas diferentes visões. As histórias de pessoas comuns incorporam dimensões humanas sensíveis e afetivas, apresentando um ângulo que vai além do oferecido pela historiografia. O que fazemos é utilizar os fatos como marcos, empregando testemunhos pessoais para dar mais humanidade aos fatos. Afinal, quando se fala da importância de registrar essas histórias, automaticamente se fala da importância que cada uma dessas pessoas tem para a construção da sociedade.

Continue lendo: http://www.blogacesso.com.br/?p=3376

Museu de Paleontologia da FEF amplia acervo e é referência em pesquisas

Data de publicação: 05/11/2010

Data de publicação no Blog DA ECI: 06/11/2010

Por Região Nordeste

O acervo de fósseis do Museu de Paleontologia da Fundação Educacional de Fernandópolis foi ampliado através da cessão de peças pelo Departamento Nacional de Produção Mineral (DNPM), autarquia vinculada ao Ministério de Minas e Energia, responsável pela fiscalização das atividades que envolvem fósseis no país, e doações feitas pela Universidade de São Paulo (USP) e Universidade de Bristol da Inglaterra.

O museu mantido pela FEF é referência internacional em pesquisas.
Atualmente o museu conta com cerca de 150 exemplares diferentes de fósseis. “É um dos maiores acervos da região”, diz o paleontólogo e professor da FEF Carlos Eduardo Maia de Oliveira.

Entre os exemplares o acervo conta com fósseis de dinossauros (ossos e dentes), crocodilos pré-históricos (ossos, dentes, fezes fossilizadas, garras e ovos), tartarugas pré-históricas (ossos), um mesossauro completo (lagarto pré-histórico), lula pré-histórica, dentes de tubarões pré-históricos, amonitas (moluscos com 80 milhões de anos), trilobitas (artrópodes com 370 milhões de anos), plantas fossilizadas com 250 milhões de anos (troncos e folhas) entre outros.

Os fósseis cedidos pelo DNPM são produtos de apreensão em operações de combate ao contrabando. “É importante ressaltar que os fósseis são patrimônio da União e, por isso, não podem ser comercializados ou mantidos em casa como troféus ou objetos de decoração”, adverte o professor Carlos Eduardo.

O acervo mantido pela FEF também recebeu fósseis pré-históricos doados pela Universidade de Bristol da Inglaterra, através do biólogo Marco Brandalise de Andrade, que é doutorado pela Universidade. Continue lendo: http://regiaonoroeste.com/portal/materias.php?id=27291

MP tenta acordo para recuperação do museu

Data de publicação: 05/11/2010

Data de publicação no Blog DA ECI: 06/11/2010

Por JC Rio Claro

O Ministério Público de Rio Claro, por meio da Promotoria de Justiça de Habitação e Urbanismo, tenta assinar um TAC (Termo de Ajustamento de Conduta) com a prefeitura para promover a recuperação do Museu Histórico e Pedagógico Amador Bueno da Veiga, cujo prédio foi destruído por um incêndio ocorrido no dia 21 de junho.

A informação foi divulgada pelo promotor Gilberto Porto Camargo. De acordo com ele, a medida visa proteger o patrimônio cultural da cidade. A assinatura do TAC está prevista para acontecer no dia 25 deste mês, às 17 horas, no gabinete da promotoria. Caso não haja acordo, a promotoria deve mover uma ação civil pública contra a prefeitura.

Pela proposta, a compromissária, no caso a prefeitura, “se compromete a reconstruir integralmente o museu, observando-se suas características originais, no prazo de um ano”. Além disso, a prefeitura se compromete ainda a renovar anualmente o alvará do Corpo de Bombeiros de todos os patrimônios públicos municipais, tombados ou não.

Um dos itens do TAC refere-se a segurança. O MP pede que a prefeitura garanta a proteção permanente do patrimônio público de atos de vandalismo, além de recuperar, dentro de seis meses, aqueles que foram destruídos.

Continue lendo:  http://jornalcidade.uol.com.br/rioclaro/dia-a-dia/dia-a-dia/68093–MP-tenta–acordo-para–recuperacao–do-museu–

Museus devem instigar produção do conhecimento

Data de publicação: 05/11/2010

Data de publicação no Blog DA ECI: 06/11/2010

Por UnB Agência

Para especialista, museólogos devem incorporar a perspectiva educacional na prática da profissão

Museus não precisam ser lugares silenciosos, chatos e monótonos. Para a museóloga Maria Célia dos Santos, professora aposentada da Universidade Federal da Bahia (UFBA) eles devem instigar a comunidade a fazer parte da produção do conhecimento. Célia defendeu o papel educacional dos museus no 14º Encontro da Rede de Educadores em Museus e Instituições Culturais (REMIC), que acontece na Universidade de Brasília.

Maria Célia estimulou os estudantes do curso de Museologia da UnB, que lotaram o auditório da Faculdade de Ciências da Informação (FCI), a estenderem suas práticas para além dos muros da universidade. “Não deixem que os laboratórios os separem da realidade social”, disse. Como exemplo, ela contou sua experiência na criação de um museu dentro de escola pública da comunidade de Itapoã, na periferia de Salvador. Alunos, membros da comunidade e estagiários da UFBA participaram. “Todas as metas e a organização eram pensadas em conjunto. Museu de favela não é museu de quintal”, afirma.

A cada ano um tema era escolhido para pesquisa e organização do acervo. “Em primeiro lugar o grupo escolheu fazer sobre a história do colégio, depois, a história da Lagoa de Abaeté”, recorda. A professora participou do projeto durante sete anos, que serviu de base de sua tese de doutorado.

Continue lendo: http://www.correioweb.com.br/euestudante/noticias.php?id=15201

Museu estará em evidência na China

Data de publicação: 03/11/2010

Data de publicação no Blog DA ECI: 06/11/2010

Por Gazeta do Sul

A organização da comunidade de Venâncio Aires para coleta de acervo e de recursos financeiros que viabilizaram a formação do museu local será destacada na 22ª Conferência do Conselho Internacional de Museus (Icom)  – organização não governamental ligada à Unesco –, entre os dias 7 e 12 de novembro, em Xangai, na China. Coordenadora no Brasil do Comitê Internacional para a Educação e a Ação Educativa (Ceca) do Icom, Adriana Mortara Almeida apresentará em sua comunicação durante o evento o exemplo do museu da Capital Nacional do Chimarrão, criado em 1994 e que mantém independência do poder público, com ampla participação da comunidade em suas atividades cotidianas.

Adriana Almeida é  pós-doutora na área de Museologia, realizado no Instituto de Geociências da Unicamp, e diretora do Museu Histórico do Instituto Butantan. A diretora técnica da Casa de Cultura de Venâncio Aires, Angelita da Rosa, ressalta a importância de ser lembrado e citado por pessoas que, embora morando em grandes centros e atuando em museu muito conhecido e rico, sabem e reconhecem o trabalho executado em Venâncio Aires. Angelita e o secretário do Núcleo de Cultura (Nucva), Flávio Luiz Seibt, são associados do Icom.

Fonte: http://www.gaz.com.br/gazetadosul/noticia/245234-museu_estara_em_evidencia_na_china.html

Portinari na internet e para todos

Data de publicação: 03/11/2010

Data de publicação no Blog DA ECI: 06/11/2010

Por Fábio de Castro

Agência FAPESP – Pesquisador das áreas de engenharia de telecomunicações e de matemática, João Candido Portinari deixou a carreira acadêmica de lado há 35 anos, quando decidiu se dedicar integralmente a um projeto grandioso: localizar, digitalizar e catalogar as mais de 5 mil obras de seu pai, Candido Portinari (1903-1962), um dos principais artistas brasileiros.

O Projeto Portinari conseguiu disponibilizar em forma digital praticamente toda a obra do artista. De acordo com João Candido, a iniciativa é uma forma de corrigir uma consequência perversa da importância e do reconhecimento da obra de seu pai: com a maior parte de seus quadros dispersa em coleções privadas de todo o mundo, o pintor que dedicou sua vida a retratar o povo tem sua obra inacessível ao público geral.

Depois de 20 anos de pesquisas, qualificadas por João Candido como “um verdadeiro trabalho de detetive”, toda a obra foi catalogada. Nos últimos 13 anos, o Projeto Portinari tem divulgado a obra do pintor por todo o Brasil, realizando exposições itinerantes em comunidades afastadas, com foco especial nas crianças.

O próximo passo do projeto será grandioso: trazer de volta ao Brasil, temporariamente, a obra Guerra e Paz: dois painéis de 14 metros de altura que foram concebidos especialmente para a sede das Nações Unidas, em Nova York.

Com a sede passando por uma grande reforma, o Projeto Portinari conseguiu a guarda dos dois painéis até 2013. A obra, concluída em 1956, foi a última de Portinari e causou sua morte. Durante os cinco anos em que trabalhou nos painéis de 140 metros quadrados, o pintor já estava intoxicado pelo chumbo das tintas a óleo. Ele morreria no início de 1962 em decorrência do envenenamento.

Continue lendo: http://www.agencia.fapesp.br/materia/12986/entrevistas/portinari-na-internet-e-para-todos.htm

Museu: paredes do prédio atingido por incêndio começam a ser escoradas por restauradores

Data de publicação: 20/10/2010

Data de publicação no Blog DA ECI: 03/11/2010

Por Janyne Godoy

Equipes da empresa Estúdio Sarasá Conservação e Restauração atuam diariamente na recuperação do Museu Histórico e Pedagógico Amador Bueno da Veiga, atingido por um incêndio no último dia 21 de junho.

O trabalho que consiste na retirada de materiais é bastante detalhado e preciso. Além disso, as equipes já começaram a colocar a estrutura metálica que fará o escoramento das paredes, evitando novos desmoronamentos. A parede de fundos do prédio já está escorada e nos próximos dias equipes da Elektro devem fazer a retirada de um poste da Rua 7, para que as equipes possam colocar a estrutura na parede dessa mesma rua.

Toda peça retirada dos escombros será colocada em uma maquete, onde será simulado o prédio destruído pelas chamas.

A parte externa do prédio será preservada e por dentro será construída uma estrutura moderna, mesclada com a antiga.

Segundo a Assessoria de Imprensa da Prefeitura, o contrato com a empresa Sarasá, que faz parte dos R$ 180 mil, inclui entre outros itens a aquisição dos materiais necessários para consolidar as paredes, os alicerces, deixando o prédio em condições de ser recuperado.

O trabalho sob responsabilidade da empresa de restauração seguirá diretrizes padrões para esses casos, que são: montagem do canteiro; instalação de canteiro para análise das peças, tanto para arquitetura como do ponto de vista arqueológico; remoção dos escombros, com seleção e estudo das peças; mapeamento de danos e registro gráfico com elaboração de plantas; sondagem de solo e de fundações; escoramento provisório (emergencial) das paredes remanescentes; e elaboração de projeto básico para instalação de museu.

Fonte: http://www.defender.org.br/rio-clarosp-museu-paredes-do-predio-atingido-por-incendio-comecam-a-ser-escoradas-por-restauradores/

Belo Horizonte ganha Cachaçatur e Expocachaça tem 2a ediçao anual

Data de publicação: 17/10/2010

Data de publicação no Blog DA ECI: 23/10/2010

Por Pamela Mascarenhas

A capital de Minas Gerais, Belo Horizonte, recebeu recentemente o roteiro Cachaçatur. Uma iniciativa da Belotur, com parceiros institucionais e empresariais, ele foi lançado oficialmente em setembro e agora começa a funcionar efetivamente. O M&E foi conferir as atrações do roteiro criado para valorizar a cachaça artesanal mineira, patrimônio líquido de Belo Horizonte.

Assim como a Argentina que oferece um roteiro para os turistas conhecerem o vinho e a Escócia com o whisky, percebeu-se que Minas Gerais poderia realizar o mesmo e que havia uma carência de valorização do produto. Foi então que criaram o projeto, que selecionou 16 bares e restaurantes, quatro lojas de bebidas e três alambiques para fazer parte do roteiro. Todos eles seguem normas e critérios pré-determinados, como a apresentação de uma carta de cachaças artesanais de Minas, com 50 marcas, no mínimo, e pratos especiais preparados à base da bebida.

Minas Gerais é líder na produção de cachaça de alambique, são 8.500, eles produzem 250 milhões de litros por ano, volume que representa 50% da produção nacional. De acordo com Júlio Pires, presidente-diretor da Belotur, o projeto, além de apresentar o produto típico de Minas ao turista, quer atrair investimentos e impulsionar os diversos estabelecimentos do ramo: “Semanalmente, Belo Horizonte recebe aproximadamente 15 mil turistas. Ao integrar a oferta de cachaça artesanal tipicamente mineira, poderemos revelar a esse público, de forma organizada, um de nossos produtos mais tradicionais”.

Para Miguel Murta de Almeida, dono do bar participante do roteiro Via Cristina, a “cachaça mineira é mesmo uma coisa a se decifrar”, por isso a importância do projeto. Rubens Beltrão, do bar Inusitado, também comentou sobre a iniciativa: “A cachaça é tão importante para a gente quanto o rum é para Cuba. E hoje ela cresceu de importância, cresceu de nome”.

Continue lendo: http://www.mercadoeeventos.com.br/script/FdgDestaqueTemplate.asp?pStrResolucao=&pStrLink=3,108,0,64580&IndSeguro=0

Museu online: Biblioteca virtual facilita o acesso à pesquisa sobre arte

Data de publicação: 16/10/2010

Data de publicação no Blog DA ECI: 23/10/2010

Poblicado por: Luciana Jacques – O FluminenseBoa notícia para os apreciadores e pesquisadores de arte: o Museu de Arte Contemporânea (MAC) de Niterói acaba de ganhar uma biblioteca online. O material a ser pesquisado inclui 4.350 catálogos, 1.350 livros, 500 títulos de CDs e DVDs, além de teses, dossiês de artistas e críticos de arte, clippings, entre outras publicações sobre arte moderna e contemporânea, arquitetura, fotografia, design e, como não poderia deixar de ser, sobre o idealizador do MAC, o arquiteto Oscar Niemeyer.

“O acervo digital surgiu com a necessidade de ampliarmos o acesso a esse material. A pesquisa é bastante simples e pode ser feita pelo nome do autor, pelo título da obra ou assunto desejado”, enumera o bibliotecário Alan Luiz e Silva Ramos. “Nosso público-alvo é formado por artistas, curadores, críticos, pesquisadores, estudantes”, completa ele.

O projeto está sendo coordenado por Lêda Abbês e conta com a parceria de uma empresa privada, que está cuidando da parte visual do portal. Por enquanto, segundo o bibliotecário, quem acessar a biblioteca online poderá consultar todas as referências do acervo físico do MAC,mas só encontrará a capa e a descrição dos livros. O conteúdo completo está liberado apenas para os materiais produzidos pelo museu.

Continue lendo: http://pesquisamundi.blogspot.com/2010/10/museu-online-biblioteca-virtual.html?utm_source=twitterfeed&utm_medium=twitter

Nova exposição do Abílio Barreto retrata os espaços do sagrado em BH

Data de publicação: 29/09/2010

Data de publicação no Blog DA ECI: 22/010/2010

Por Prefeitura de Belo Horizonte

O Museu Histórico Abílio Barreto inaugura nesta quinta-feira, dia 30, a exposição “Do Vale à Montanha: Cidade e Religiosidade, os Espaços do Sagrado em Belo Horizonte – Eixo Sul”, encerrando a agenda cultural organizada para celebrar a quarta edição da Primavera dos Museus. Instalada no andar térreo de seu casarão secular, a exposição traz elementos singulares na construção do simbolismo religioso na capital, com ênfase no eixo da avenida Afonso Pena, revelando sua pluralidade.

A exposição permanecerá aberta por um período de seis meses e pode ser visitada de terça-feira a domingo, das 10h às 17h, e nas quintas feiras, das 10h às 21h, com entrada gratuita. A promoção é da Prefeitura de Belo Horizonte, por meio da Fundação Municipal de Cultura e do Abílio Barreto, em parceria com a Arquidiocese de Belo Horizonte.

Entre documentos, fotos e objetos de espaços sagrados, o público poderá ver peças inéditas, como o cálice que João Paulo II usou para celebrar a missa na Praça do Papa. Poderá conhecer também símbolos da tradição judaica, como a Menorá, candelabro de sete braços, considerado um dos objetos sagrados junto à Arca do Testemunho, ao Tabernáculo e à Mesa dos Pães da Proposição. Outra peça que de grande importância na tradição judaica é o tefilá de cabeça, material ritual utilizado para as preces matinais judaicas, que contém, no interior das caixinhas, trechos da Torá que remetem aos mandamentos e à obediência a Deus, devendo ser amarrado na cabeça.

Chamam também a atenção do visitante objetos cerimoniais da Igreja do Sagrado Coração de Jesus, como as coroas matrimoniais, usadas em cerimônias de casamento do rito oriental durante o período do Antigo Império Romano, e uma estola, usada pelos antigos como símbolo de autoridade e condecoração honorífica, simbolizando o poder espiritual do sacerdote, bem como a dignidade do cristão e o penhor de imortalidade.

Entre as publicações expostas, destacam-se o folheto do Cenáculo Espírita Thiago Maior, que traz comunicações psicografadas pelo médium Francisco Cândido Xavier da sessão inaugural do dia 1º de novembro de 1938, e o Sidur, livro tradicional de orações judaicas, contendo as três preces diárias.

Museu Goeldi reforma biblioteca

Data de publicação: 05/10/2010

Data de publicação no Blog DA ECI: 22/10/2010

Por Assessoria de Comunicação do MPEG

Obras na Biblioteca Ferreira Penna começaram nesta semana

A Biblioteca Domingos Soares Ferreira Penna fica no Campus de Pesquisa do Museu Paraense Emílio Goeldi (MPEG), em Belém (PA). Os trabalhos envolvem a reforma do telhado, a construção da laje do acervo e a revisão da rede elétrica, entre outros.

“Considerando que o prédio que abriga as coleções bibliográficas tem mais de 30 anos de construído, faz-se necessária uma reforma na cobertura e uma revisão da rede elétrica, primando pela segurança, conservação e a preservação do patrimônio público científico e cultural”, explica a Coordenadora de Informação e Documentação do Goeldi, Aldeídes Rodrigues.

A segurança do patrimônio público é um dos aspectos mais importantes. Ele é destacado por Aldeídes Rodrigues, para quem há uma necessidade de ação “preventiva na área de gerenciamento de riscos”. Para além da segurança do acervo está o “atendimento confortável e eficaz aos usuários”. A obra é de responsabilidade da Atlas Construtora e Incorporadora Ltda., vencedora da licitação, e tem entrega prevista para o final de janeiro de 2011.

Continue lendo: http://www.jornaldaciencia.org.br/Detalhe.jsp?id=73899

História, beleza e religiosidade no rico acervo do Museu de Arte Sacra

Data de publicação: 05/10/2010

Data de publicação no Blog DA ECI: 18/10/2010

Por Portal do Governo do Estado do Pará

No período que antecede o Círio de Nazaré, quando a religiosidade aflora em paraenses e visitantes que chegam à cidade de Belém, conhecer o belo e raro acervo do Museu de Arte Sacra (MAS), onde cerca de 500 peças encantam e remetem ao período da arte barroca no Brasil, é uma grata surpresa. Entre pinturas, esculturas e objetos litúrgicos usados em celebrações, como cálice, ostensório e naveta, o visitante é conduzido em uma viagem no tempo, que o colocará frente a frente com obras únicas, como a imagem de Nossa Senhora do Leite – a mãe amamentando o pequeno Jesus.

Composto pela Igreja de Santo Alexandre e o antigo Palácio Episcopal, onde funcionou a Arquidiocese de Belém, em pleno centro histórico da capital paraense, o Museu de Arte Sacra foi inaugurado em 1998. Antes de chegar ao espaço onde estão expostas as imagens sacras, no pavimento superior do antigo Palácio, uma parada é obrigatória na Igreja de Santo Alexandre, cuja construção foi iniciada no final do século XVII (segundo alguns historiadores em 1698).

Em 21 de março de 1719 a Igreja foi inaugurada. O trabalho dos restauradores revelou as paredes erguidas em pedra, e trouxe de volta toda a beleza de sua nave e das capelas laterais. Identificada originalmente como Igreja de São Francisco Xavier, a atual Igreja de Santo Alexandre foi erguida com a ajuda da mão de obra indígena.

Tem uma nave única em forma de cruz, onde fica o retábulo (construção de madeira ou mármore, localizada atrás ou em cima do altar), a capela mor e dois púlpitos. Conta ainda com seis capelas laterais, onde estão diversas peças da arte sacra deixadas pelos jesuítas.

Na sacristia há um retábulo dourado e uma trabalhada pintura no forro, típica do barroco. Outra característica da arte barroca identificada na Igreja está nas esculturas em madeira, que recebiam uma pintura – técnica chamada de policromia – com folhas de ouro.

Continue lendo: http://www.pa.gov.br/noticia_interna.asp?id_ver=68028

Museu realiza mostra de brinquedos

Data de publicação: 05/10/2010

Data de publicação no Blog DA ECI: 18/10/2010

Por Diário de Marília

Exposição traz peças antigas e acervo produzido com recicláveis

O Museu Histórico e Pedagógico “Embaixador Hélio Antônio Scarabôtolo”, com o apoio da Secretaria Municipal de Cultura e Turismo, lançou na tarde de ontem, a exposição “Uma Viagem à Infância”, que tem como destaque brinquedos e coleções que marcaram várias gerações.

A mostra é uma homenagem ao mês das crianças e conta com jogos antigos como Genius, tabuada automática, fliperama, vídeo game, bonecas, bonecos e carrinhos antigos.

Além do acervo antigo estão na exposição algumas coleções de carrinhos e brinquedos da atualidade, como a coleção de carros do agente 007, e destaque especial para o acervo de brinquedos confeccionados com material reciclado.

Para a realização desta exposição o Museu contou com a colaboração dos colecionadores Marco Antonio Soares e Regina Tinetti, que cederam parte de seus acervos pessoais. Outros brinquedos que estão à mostra foram doados ao Museu por Jean Ratti, outro importante colaborador do Museu

Fonte: http://www.diariodemarilia.com.br/Noticias/89290/Museu-realiza-mostra-de-brinquedos

Museu da Imagem e Som recupera filmes históricos

Data de publicação: 01/10/2010

Data de publicação no Blog DA ECI: 03/10/2010

Por Diário do Pará

Depois de décadas relegados ao descaso, 20 filmes históricos do acervo do Museu da Imagem e do Som começam a passar por delicados processos de restauro, conservação e replicação. São imagens de um Pará de tempos remotos, feitas nas décadas de 1950 e 60, por verdadeiros desbravadores do audiovisual no Estado, como Líbero Luxardo, Alceu Massari, Milton Mendonça e Padre Giovanni Gallo. A iniciativa faz parte do projeto “Preservação da Memória do Acervo de Películas do Museu da Imagem e do Som do Pará (MIS/PA)”, contemplado pelo edital de Apoio a Projetos de Preservação de Acervos – 2008, do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), e está divido em quatro etapas.

Com uma verba total de R$ 687.942,00, o projeto teve em sua primeira fase a catalogação prévia dos filmes, já que as informações sobre conteúdo e registro nunca foram feitas de forma sistemática no museu. Depois, os filmes passaram por higienização e acondicionamento, para que o processo de degradação das películas fosse interrompido. Atualmente, encontra-se na fase de preservação/restauração, que consiste em converter as imagens das películas, de sistema analógico, para suportes digitais, e parte já foi finalizada. O procedimento foi feito nos estúdios Mega, em São Paulo.

“Estão no MIS os 20 filmes telecinados, em formato DV-Cam, DVD, Flash e Movie”, diz a diretora do espaço, Paula Macêdo, acrescentando que será feito ainda o transfer, que é printar o filme e imprimir. Em seguida, o que está em formato HD é transformado em película 35mm.

O processo de conversão é chamado de telecinagem. Com isso, algumas descobertas foram feitas: Líbero Luxardo filmou em cores o que antes pensava-se ter sido registrado em preto e branco.

“Nunca conseguimos descobrir as nuances. Isso aparece na telecinagem, porque você puxa a cor original”, explica a diretora. As cópias devem permanecer mais próximas do que são originalmente, já que não é permitido interferir na autoria do que o autor registrou. “Mas provavelmente ficará PB, porque não temos como recuperar as cores”, diz Paula.

Continue lendo: http://diariodopara.diarioonline.com.br/N-114142-MUSEU%20DA%20IMAGEM%20E%20SOM%20RECUPERA%20FILMES%20HISTORICOS.html

Barbatanas de baleia vão compor acervo da Unesc

Data de publicação: 29/09/2010

Data de publicação no Blog DA ECI: 03/10/2010

Por Jornal A Tribuna

As barbatanas da baleia franca encalhada e induzida a óbito Neste mês na Praia de Itapirubá, serão em breve mais uma atração da fauna marinha na Unidade de Zoologia do Muesc (Museu Universitário do Extremo Sul Catarinense), da Unesc.

As partes do animal – com 3,4 metros de comprimento e 1,8 metro de altura – estão sendo submetidas a processo de tratamento para preservação, devendo integrar o acervo. “As barbatanas têm a função de reter o alimento na boca do animal, que é o krill, camarão de pequeno porte que é a única coisa que esta espécie de baleia come”, explica o biólogo Rodrigo Ribeiro de Freitas.

Separadas da baleia, as barbatanas ganham uma aparência muito diferente do que se costuma ver. Os membros são formados por queratina que se assemelham a pelos. “As pessoas não estão acostumadas a ver esse tipo de peça, que ainda não tínhamos no nosso acervo nesta dimensão”, disse Freitas. Sobre o esqueleto, conforme ele, em princípio deverá ser montado no museu de Imbituba, com os trabalhos técnicos da Unesc.

Fonte: http://www.atribunanet.com/noticia/barbatanas-de-baleia-vao-compor-acervo-da-unesc-55702

Museu da Medicina

Data de publicação: 25/10/2010

Data de publicação no Blog DA ECI: 03/09/2010

Por Maniamuseu

Museu da História da Medicina do Rio Grande do Sul

A proliferação de “lugares da memória”, na clássica expressão do historiador francês Pierre Nora, indica, por um lado, uma preocupação do presente com o futuro. Por outro, que o passado encontra-se ameaçado, e é preciso destinar-lhe lugares. O Museu de História da Medicina (MUHM) pretende ser um destes lugares da memória, com toda a sua riqueza de documentos, objetos raros e depoimentos, ajuda a recuperar e narrar não apenas a atividade médica no Rio Grande do Sul, mas a história de nossa sociedade.

Este é um resumo do que o visitante vai encontrar ao fazer esta viagem virtual pelo MUHM, ou em sua sede física no prédio histórico do Hospital Beneficência Portuguesa.

O MUHM, portanto, vem preencher o espaço que faltava no Estado para a preservação e divulgação do patrimônio histórico-cultural médico, tanto no que diz respeito à profissão quanto de seus profissionais. Na moderna concepção de museu, tão imprescindível quanto conservar, deve ser informar, fomentar e promover o conhecimento. Esta é a missão do MUHM.

Continue lendo: http://maniamuseu.wordpress.com/2010/09/25/museu-da-medicina/

Masp põe 40 réplicas de telas na rua para atrair público

Data de publicação: 27/09/2010

Data de publicação no Blog DA ECI: 03/10/2010

Por AE – Agência Estado

A partir de sexta-feira, as obras do Museu de Arte de São Paulo (Masp) vão sair para passear. Em trechos das Ruas da Consolação e Estados Unidos, da Avenida Brigadeiro Luís Antônio e da Radial Leste-Oeste, o projeto “Revelarte – O Masp nas Ruas” vai exibir reproduções de 40 obras do museu. As imagens de trabalhos de Van Gogh, Modigliani, Manet e Cézanne, entre outros, ficarão do lado de fora do Masp durante todo o mês de outubro.

As reproduções são digitais – fotos impressas em placas de fórmica -, em tamanho um pouco maior ou menor que o original. “Não queríamos fazer cópias, e sim réplicas parecidas com o original”, diz um dos organizadores da mostra, Ronaldo Graça Couto. “O objetivo é despertar a vontade de conhecer o museu.” As telas ficarão em locais a no máximo 1,5 quilômetro do Masp.

Os quadros reproduzidos são alguns dos mais importantes do acervo, como “Menina Com as Espigas”, de Renoir, “Paisagem Com Tamanduá”, de Frans Post, “Retrato de Fernando VII”, de Francisco de Goya, e “Natureza-Morta Com Prato, Vaso e Flores”, de Van Gogh. A escolha foi feita pelo crítico e curador Teixeira Coelho. “A ideia não é que as pessoas parem diante das obras. Em uma cidade neurótica como São Paulo isso não acontece”, diz. “Só queremos que elas quebrem um pouco a rotina visual, que os retratos sirvam como interruptor do circuito de pensamento.”

Continue lendo:  http://www.estadao.com.br/noticias/arteelazer,masp-poe-40-replicas-de-telas-na-rua-para-atrair-publico,615866,0.htm

Twitteiros e profissionais de museus discutem a “mediação 2.0” nas Redes e Mídias Sociais

Data de publicação: 25/09/2010

Data de publicação no Blog DA ECI: 02/10/2010

Por Escrivinhadora

Neste sábado (25) profissionais de museus e twitteiros interessados em cultura passaram boa parte da tarde e da noite discutindo a presença dos museus em perfis e contas de Twitter, Facebook, Orkut e outros sites de relacionamento. A parceria aparentemente inusitada foi o ‘Encontro de Museus e Redes Sociais – Mediação 2.0’ e o 4º Encontro de Twitteiros Culturais de Porto Alegre.

A atividade aconteceu no Museu de História da Medicina do Rio Grande do Sul (MUHM) e integrou a 4ª Primavera dos Museus, proposta do Instituto Brasileiro de Museus (IBRAM) que termina domingo e tem as Redes Sociais como tema neste ano.

Museu do Inter, Memória Carris, Museu de Arte do Rio Grande do Sul (MARGS), Fundação Iberê Camargo, Museu da UFRGS, Memorial do Rio Grande do Sul, Museu de Comunicação Hipólito José da Costa (MUSECOM), Sistema Estadual de Museus (SEM/RS), Secretaria de Estado da Cultura, IBRAM e Sistema Brasileiro de Museus (SBM) apoiaram o evento, que também contou com a exibição de vídeos dos museus agora disponíveis no Canal do MUHM no YouTube – www.youtube.com/muhmrs. O vídeo do projeto Memória Carris será veiculado também nos ônibus da empresa a partir da segunda-feira e logo os dos demais museus também serão reunidos e exibidos nos coletivos.

Os debatedores foram a professora Jeniffer Cuty, vice-coordenadora do curso de Museologia da UFRGS, a professora Silvana Sandini, da FAMECOS/PUCRS e o consultor Silvio Belbute, empresário da área de Tecnologia de Informação. A mediação do encontro foi feita pela curadora dos Twitteiros Culturais, ETC_POA, Ana Kretzmann, e pela responsável pelo setor de Comunicação do MUHM, Letícia Castro.

Continue lendo: http://muhmrs.blogspot.com/2010/09/twitteiros-e-profissionais-de-museus.html

SP ganha ‘biblioteca de cheiros’ em Perdizes

Data de publicação: 24/09/2010

Data de publicação no Blog DA ECI: 02/10/2010

Por Valéria França – O Estado de S.Paulo

Museu do perfume tem peças de 3 mil a.C. e surge da parceria entre empresa e faculdade

Uma casa com aromas e muita história abre hoje as portas ao público em Perdizes, na zona oeste de São Paulo. O primeiro museu do perfume da cidade reúne, num espaço de 210 m², 500 peças. Descobre-se, ali, por exemplo, que Napoleão carregava sempre dentro da bota um perfume. E por isso a água de colônia Külnisch Wasser desenvolveu um vidro com um desenho mais longilíneo, especial para acomodar melhor no calçado.

O levantamento histórico do acervo começa em 3 mil a.C. Há muitas peças originais, caso de um frasco de 5 cm – que mais parece um bibelô do que um vidro de perfume -, feito de pátina no ano 4. “Ganhei essa relíquia do embaixador de Israel há oito anos”, diz o colecionador Miguel Krigsner, fundador do Boticário, empresa que investiu R$ 1,5 milhão no projeto, desenvolvido em parceria com a Faculdade Santa Marcelina.

Para montar o acervo foram recolhidas peças em cem empresas do setor – brasileiras, americanas e francesas. “Não montamos um museu, mas uma osmoteca, uma biblioteca de cheiros, que será um bom suporte para pesquisas”, diz Andréia Miron, professora da Faculdade Santa Marcelina. Além das informações sobre o mundo dos aromas estarem cruzadas com a moda da época, há pelo menos cinco estações multimídia, que oferecem imagem, som e aromas.

Experiência interativa. Entre elas, a estrela da exposição é a scentys, um equipamento com tela de 32 polegadas acoplada a um “chuveiro de som” e a um dispositivo que exala fragrâncias. É nesse espaço que o visitante aprende que um perfume é construído como uma pirâmide dividida em três partes. No ápice, menos representativo, estão os aromas mais voláteis. É o cheiro que o consumidor sente primeiro, mas que some rapidamente no ar. E dá lugar ao aroma responsável pela personalidade do perfume, que vem a ser o coração da pirâmide, a essência que se percebe quando o líquido seca na pele. Na base estão os fixadores, elementos indispensáveis para o perfume continuar na pele horas depois de aplicado. Na entrada do Espaço Perfume Arte + Histórica, nome dado ao museu, há uma estação divertida que solta aromas cítricos, florais e amadeirados. Basta apertar um botão para experimentar. Além de atrair até mesmo a curiosidade de crianças, o espaço tem piso tátil, legendas em braile e audioguia em inglês e espanhol.

Continue lendo: http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20100924/not_imp614466,0.php

Definido o restauro do Museu Farroupilha

Data de publicação: 24/09/2010

Data de publicação no Blog DA ECI: 26/09/2010

Por Silvana Losekann

O Governo do Estado dará aporte financeiro para a restauração do Museu Farroupilha, localizado no município de Piratini. Através da Associação de Amigos do Museu será feito um convênio a fim de receber verbas do BNDES para as obras.

Para definir o convênio e o projeto de restauro o secretário de Estado da Cultura, Cézar Prestes, junto com a Diretora do Sistema Estadual de Museus, Simone Monteiro, esteve em Piratini nessa quinta-feira (23).

O secretário participou de reunião com o Presidente da Associação de Amigos do Museu, Otávio Madruga Alves, para comunicar o aporte financeiro do Governo e definir o formato do convênio com o BNDES. Também esteve com o Prefeito de Piratini, Vilso Agnelo Gomes e acertar o depósito do acervo no prédio sob guarda da Prefeitura, para que seja abrigado de forma segura durante o período de restauro do Museu.

No prédio onde será depositado o acervo, terá um ambiente com uma sala para uma mostra de peças significativas e informações sobre o andamento da obra para que a comunidade continue a relação com o Museu e tenha acesso as informações sobre o restauro.

Continue lendo: http://www.defender.org.br/piratinirs-definido-o-restauro-do-museu-farroupilha/

USP terá museu sobre tolerância

Data de publicação: 24/09/2010

Data de publicação no Blog Da ECI: 26/09/2010

Por bibliofflch

Será apresentado nesta sexta-feira projeto da Universidade de São Paulo para a construção de um museu sobre tolerância, abordando segmentos como pobre e imigrantes. O museu deve ser inaugurado em até três anos, com custo estimado em R$75 milhões.

O espaço, criado sob coordenação do Laboratório de de Estudos sobre a Intolerância, terá a exibição de materiais como documentários e jogos interativos, além de peças vindas de outros países.

O projeto arquitetônico, assinado por José Alves, sócio do escritório Frentes, prevê a construção de um prédio localizado em um dos pontos mais altos da Cidade Universitária, com vista para a Av. Corifeu Azevedo Marques.

Fonte: http://bibliofflch.wordpress.com/2010/09/24/usp-tera-museu-sobre-tolerancia/

Estudantes fazem inventário de bens tombados de Angra dos Reis

Data de publicação: 24/09/2010

Data de publicação no Blog DA ECI: 26/09/2010

Por Agência Brasil

Um grupo de 24 alunos do curso de arquitetura e urbanismo da Universidade Federal Fluminense (UFF), sob a coordenação dos professores José Pessoa e Ana Carmen Casco, está fazendo o inventário dos bens históricos edificados de Angra dos Reis. O município está situado na Costa Verde do estado do Rio.

O trabalho é feito em parceria com a prefeitura e já levantou, no mês passado, quatro monumentos – as ruínas do Convento de São Bernardino e duas casas tombadas do século 19, no centro da cidade, entre elas a Casa de Cultura Poeta Brasil dos Reis e a Capela da Ribeira, nos arredores do município.

“Neste semestre, vamos ter mais nove imóveis dentro da disciplina [projeto de restauração]”, disse o professor. Um deles está situado em Ilha Grande, outro no centro de Angra e os sete restantes na Vila Histórica de Mambucaba. Segundo Pessoa, essa é uma experiência interessante na atividade de extensão dos universitários, “na relação da universidade com a sociedade, envolvendo a prefeitura de Angra e a população”.

Os alunos, segundo ele, têm a oportunidade de se deparar com casos concretos, além de poder devolver um produto para a população local, que é o inventário dos bens. “Angra dos Reis vai passar a contar com um banco de dados de todos os imóveis tombados, os imóveis de valor arquitetônico e cultural do município”.

Continue lendo: http://semanaeconomica.com/articulos/58941-derecho-de-informacion-vs-desinformacion

Uma sala de memórias na Rádio Difusora Acreana

Data de publicação: 22/09/2010

Data de publicação no Blog DA ECI: 26/09/2010

Por Samuel Bryan

Espaço aberto ao público traz mais do que a história do rádio acreano, mas uma viagem pela cultura popular brasileira

São 67 anos de história. Mais do que isso, são 67 anos de uma história que deve ser, acima de tudo, preservada. Assim, a Rádio Difusora Acreana, a Voz das Selvas, ganhou no dia do seu aniversário um espaço único: a Sala de Memória, onde, além de resgatar a história da rádio mais antiga do Acre, é possível fazer uma viagem por décadas da cultura popular brasileira, conhecer a Era de Ouro do Rádio e as gerações da nossa música popular.

A sugestão para a criação da Sala de Memória da Rádio Difusora Acreana foi da diretora Jacira Abdon. Ela conta que, 18 anos depois de trabalhar na rádio, visitou o local após uma grande reforma e encontrou vários equipamentos antigos retirados. “São objetos que contam a história da rádio”, diz Jacira. Começou então um trabalho de coleta e a emissora começou a receber doações de vários ouvintes.

“Na Região Amazônica, é o único museu conhecido em uma emissora de rádio”, conta José Costa, funcionário da Rádio Difusora há 18 anos e que também contribuiu para a fundação do espaço. Ele conta que os objetivos do museu são o de preservar a memória da rádio, servir de fonte para pesquisas tanto da história da MPB quanto do rádio acreano, e criar um grande alcance social, tanto na juventude, como dos saudosos que acompanham a voz que ecoa nas selvas há tanto tempo.

A Sala de Memória da Difusora está aberta para visitação, com entrada gratuita, de segunda a sexta-feira, das 8 às 17 horas, no próprio prédio da rádio.

Contunue lendo: http://www.agencia.ac.gov.br/index.php?option=com_content&task=view&id=13819&Itemid=26

Aprovada a criação do Museu Virtual da história de Cuiabá‏

Data de publicação: 21/09/2010

Data de poblicação no Blog DA ECI: 25/09/2010

Da Assessoria

Projeto de lei de autoria do vereador Roosivelt Coelho (PSDB) que cria o Museu Virtual da História de Cuiabá foi aprovado nesta terça-feira (21) em sessão ordinária pela Câmara Municipal de Cuiabá.

Com isso, a secretaria Municipal de Cultura (SMC) terá de fazer um levantamento do acervo de toda história da Capital, que será disponibilizado no site institucional da prefeitura.

O museu que é uma instituição permanente a serviço da sociedade e do seu desenvolvimento visa conservar, investigar, difundir e expor os testemunhos materiais do homem voltado para educação e instrução da sociedade.

Segundo Roosivelt, a partir de inserido no mundo digital, o material se tornará um instrumento de divulgação dos valores e riquezas que Cuiabá tem a oferecer, levando em consideração que o município será uma das sedes da Copa 2014.

“Temos que aproveitar o desenvolvimento comunicacional e tecnológico no sentido de satisfazer as novas correntes da museologia que se debruçam cada vez mais sobre o papel do museu na sociedade atual.” Roosevelt disse ainda que a Internet possibilitou aos museus existentes a interação de forma globalizada, alterando a noção de tempo e de espaço, ou seja, na internet o museu nunca se fecha.

Fonte: http://www.odocumento.com.br/noticia.php?id=344249

Museu do Termalismo será reinaugurado nesta quarta-feira

Data de publicação: 21/09/2010

Data de publicação no Blog DA ECI: 25/09/2010

Por Prefeitura de Poços de Caldas

Tornar o patrimônio histórico cultural um museu vivo. Este é o objetivo do museu Dr. Aristides Mello e Souza, o Museu do Termalismo, localizado nas Thermas Antonio Carlos, que será reinaugurado nesta quarta-feira (22), às 19h, juntamente com a inauguração da sala de Fisioterapia Cardiovascular.

No museu, objetos, instrumentos e mobiliários, muitos com décadas de vida, ainda estão em perfeitas condições de uso e a sala de Mecanoterapia auxilia pacientes até hoje, que são reabilitados e reintegrados com saúde.

Já a sala de Fisioterapia Cardiovascular tem como objetivo principal atender a população que apresenta problemas como hipertensão arterial sistêmica, obesidade, diabetes mellitus, entre outros. Os pacientes são encaminhados pelos médicos, passam por uma avaliação fisioterápica rigorosa e participam de atividades individuais e em grupo, com o intuito de melhorar as condições de saúde e, consequentemente, a qualidade de vida.

Fonte: http://www.pocosdecaldas.mg.gov.br/portal/index.php/leia-mais/24-turismo-e-cultura/1445-museu-do-termalismo-sera-reinaugurado-nesta-quarta-feira

Após três meses, restauro do Museu Histórico começa na segunda feira pela empresa Sarasá

Data de publicação: 21/09/2010

Data de publicação no Blog DA ECI: 25/09/2010

Por Silvana Losekann

Nesta segunda-feira, 20, o conservador e restaurador Antonio Luis Ramos Martin, do Estúdio Sarasá, chegou a Rio Claro com sua equipe de trabalho. No período da tarde, Martin visitou o museu com a diretora de Patrimônio Histórico e Cultural  da Secretaria de Cultura de Rio Claro, Marizilda Couto Campos. De acordo com o contrato, o restaurador terá 90 dias para a conclusão de seu serviço, prazo que deve coincidir com o final do ano. Segundo ele, até lá a construção estará estabilizada, o que evitará novos desabamentos, e haverá um diagnóstico e projetos prontos para o início das obras de recuperação do prédio. “Trata-se de uma operação delicada, que envolve muita atenção e cuidado”, observa o restaurador, que já iniciou as primeiras medições e observações do local sinistrado.

Para dar andamento ao trabalho, Martin estará comunicando imediatamente o início das ações ao Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) e ao Conselho de Defesa do Patrimônio Histórico, Arqueológico, Artístico e Turístico (Condephaat), que acompanharão todo o processo.

Os serviços serão realizados em quatro fases, começando pela análise do que restou do prédio, dando origem a um relatório que incluirá aspectos arqueológicos e análises preliminares de onde sairão informações e diretrizes básicas que orientarão o trabalho posterior. Na quarta etapa, serão realizadas as intervenções previstas, desde a montagem de canteiro até a elaboração de projeto básico para instalação do museu.

Continue lendo: http://www.defender.org.br/rio-clarosp-apos-tres-meses-restauro-do-museu-historico-comeca-na-segunda-feira-pela-empresa-sarasa/

Museu do Ipiranga completa 115 anos

Data de publicação: 20/09/2010

Data de publicação no Blog DA ECI: 25/09/2010

Por Andréa França

O museu público mais antigo de São Paulo, também desenvolve projetos educacionais e culturais

Um local para se contar a História de nossa nação e da Independência do Brasil, comemorada todo ano no dia 7 de setembro. A data lembra o episódio conhecido como o Grito da Independência. Conta-se, que foi nas margens do Riacho Ipiranga, localizado na cidade de São Paulo, que o príncipe regente D. Pedro teria gritado perante a comitiva, “Independência ou Morte!”.

E foi na capital paulista que foi inaugurado, no dia 7 de setembro de 1895, o Museu do Ipiranga, o mais antigo museu público de São Paulo. O edifício foi construído entre 1885 e 1890, e projetado pelo arquiteto Tommaso Guadenzio Bezzi para celebrar a Proclamação da Independência. A construção, além mostrar o local onde teria ocorrido o grito da independência, também tinha a intenção de associar a data de 7 de setembro ao regime monárquico e à construção da nação brasileira.

A professora e doutora Cecília Helena Lorenzini de Salles Oliveira, diretora do Museu Paulista da Universidade de São Paulo, explica que desde a organização, em 1893, o Museu denomina-se Museu Paulista. “O apelido, Museu do Ipiranga, se deve ao fato de a instituição estar instalada no edifício- monumento erguido, nos finais do século XIX, no bairro do Ipiranga, na cidade de São Paulo, no local onde D. Pedro teria declarado a Independência.”

Em 1963, ao se incorporar a Universidade de São Paulo (USP), o Museu já não contava mais com as áreas de Botânica e Zoologia. A intenção de se juntar à universidade era uma estratégia para desenvolver a instituição e garantir a preservação de ricas coleções.  “Durante as décadas de 1930 e 1940, o espaço transferiu as coleções para que outras instituições fossem criadas. O objetivo de Afonso Taunay, na época diretor do Museu Paulista, era organizar um museu de História do Brasil e de São Paulo, no edifício- monumento”, conta a diretora do museu.

Continue lendo: http://www.oestadorj.com.br/?pg=noticia&id=5629&editoria=Pa%C3%ADs

El Pequeño Museo del Escritor acoge los objetos personales de los autores

Data de publicação: 19/09/2010

Data de publicação no Blog DA ECI: 25/09/2010

Por ELMUNDO.es | Madrid

Cualquier objeto, por ‘simple’ que parezca permite conocer más sobre la persona a la que ha pertenecido. A partir de esta premisa ha surgido la idea de ‘Pequeño Museo del Escritor’ que se ha inaugurado en el Centro de Arte Moderno de Madrid.

Una colección de objetos de muchos autores entre los que se encuentran Jorge Luis Borges, Julio Cortázar, Juan Carlos Onetti, Adolfo Bioy Casares, Ramón Gómez de la Serna, Anonio Muñoz Molina, Julio Ortega, Raúl Zurita, Omar Prego Gadea y Mario Muchnik entre muchos otros.

Todos ellos se han conseguido reunir en este pequeño e íntimo Museo situado en la calle Galileo Galilei número 52, objetos que, pese a no ser importantes por su valor comercial son (o fueron) importantes para sus dueños. Asimismo también permite conocer algo más de los escritores o sentir emoción al pensar que formaron parte de los días de esa persona.

Pese a que, en muchas ocasiones, esto puede sonar fetichista, desde el pequeño Museo piensan que “este tipo de valorizaciones son una expresión de la sensibilidad humana”.

Algo muy importante, a la par que característico es que, al ver cada uno de los objetos ‘emociona’ el saber que la mano de cada uno de los artistas ha tocada cada milímetro, que el propio autor ha trabajado sobre el objeto.

En este proyecto también se pueden objetos de autores tan destacados como Silvina Ocampo, Alejandra Pizarnik, Ricardo Piglia, José Emilio Pacheco, Rosalba Campra, Luisa Futoransky, Rodolfo Alonso, Raúl Gustavo Aguirre o Rosa Pereda de Castro. Pero esto es solo el comienzo de este proyecto permanente que, desde el Centro de Arte Moderno indican que la colección irá creciendo con la incorporación de nuevas piezas.

Fonte:  http://www.elmundo.es/elmundo/2010/09/17/cultura/1284727693.html

YouTube firma parceria com museu Guggenheim

Data de publicação: 20/09/2010

Data de publicação no Blog DA ECI: 25/09/2010

Por  Reuters

O museu Guggenheim formou parceria com o YouTube, em uma aliança que reflete a crescente influência da nova mídia como forma de arte.

As duas organizações criaram o “YouTube Play”, cujo objetivo é descobrir e destacar o trabalho de artistas que trabalhem com vídeo online.

Na segunda-feira, uma lista inicial de 125 artistas e seus vídeos foi lançada no YouTube.com/play e em quiosques nos museus Guggenheim de Nova York, Berlim, Veneza e Bilbao. Eles foram selecionados entre mais de 23 mil trabalhos inscritos no YouTube, vindos de 91 países.

Nancy Spector, diretora assistente e curadora chefe da Guggenheim Foundation, disse à Reuters que o museu havia se interessado pelo projeto porque estava fascinado “pela ideia de ver como o vídeo online está emergindo enquanto forma de arte com vida própria”.

“É uma questão, não uma declaração”, disse. “Por isso, vale a pena considerá-la”.

O YouTube Play representa o mais recente esforço do site de vídeo para estender as fronteiras de diversas formas de arte, e se segue a iniciativas como a YouTube Symphony Orchestra e o projeto cinematográfico “Life in a Day”.

Continue lendo: http://info.abril.com.br/noticias/mercado/youtube-firma-parceria-com-museu-guggenheim-20092010-10.shl

Piloto do projeto “Dengo: um museu para todos” acaba de ser implantado pelo Museu da Língua Portuguesa

Data de publicação: 29/07/2010

Data de publicação no Blog DA ECI: 25/09/2010

Por Museu da Lingua Portuguesa

O projeto Dengo é uma ação do Educativo do Museu da Língua Portuguesa e tem como objetivo principal ampliar o acesso ao acervo do museu, superando barreiras físicas.

A ideia é levar o museu para aquelas pessoas que, por alguma razão, estão impedidas de visitá-lo. Trata-se, na realidade, de mais uma ação educativa, cultural e social da instituição que, desde sua inauguração, procura facilitar o acesso a seus ricos conteúdos a um número cada vez maior de cidadãos.

Experimentalmente, o projeto, pensado e desenvolvido pelos Educadores do museu, foi implantado por meio de uma importante parceria com o GRAACC (Grupo de Apoio ao Adolescente e à Criança com Câncer). É um primeiro passo que consubstancia a ideia de um museu itinerante, por permitir que crianças e adolescentes em tratamento de câncer interajam, experimentem e brinquem com o conteúdo do museu. Este projeto inovador, que propicia a visita de educadores do museu a distintas instituições, também pretende ampliar a discussão em torno da possibilidade de ação social dos museus.

A partir dos resultados verificados, o projeto “Dengo: um museu para todos” será ampliado e disponibilizado, gratuitamente, para outras entidades interessadas e que atuem junto a segmentos impossibilitados permanente ou temporariamente de visitar as instalações do Museu da Língua Portuguesa.

Mais uma vez, o museu, uma unidade da Secretaria de Cultura do Governo do Estado de São Paulo administrada pela Organização Social de Cultura Poiesis, inova em suas ações e procura se aproximar mais e mais de seu público.

Fonte: http://www.museudalinguaportuguesa.org.br/noticias_interna.php?id_noticia=102

Patrimônio ignorado

Data de publicação: 18/09/2010

Data de publicação no Blog DA ECI: 18/09/2010

Por  Silvana Losekann

Livro mostra o impressionante conjunto de fazendas históricas que sobreviveram no Sul de Minas. Erguidas nos séculos 18 e 19, essas propriedades continuam ativas economicamente.

O livro que Cícero Ferraz Cruz, de 36 anos, lança hoje, em BH, não se resume a estudo sobre a arquitetura rural desenvolvida em Minas Gerais nos séculos 18 e 19. Na verdade, o pesquisador oferece ao país – e sobretudo aos mineiros – o “mapa do tesouro”: revela impressionante conjunto de antigas fazendas que sobreviveram no Sul do estado, mais precisamente na antiga Comarca do Rio das Mortes. Quase três séculos se passaram, mas a maioria continua na lida: nelas, se planta café, cultiva-se o milho, produz-se leite.

O livro Fazendas do Sul de Minas Gerais – Arquitetura rural nos séculos XVIII e XIX (Monumenta/Iphan/Ministério da Cultura) cataloga nada menos de 100 imóveis, com casas-grandes, pátios e senzalas. Alguns em “ótimo estado de conservação e péssimo estado de preservação”, como anota Cícero, ao se referir a propriedades sucessivamente reformadas. Outros se encontram bastante combalidos, mas ainda guardam características de séculos atrás. Também há verdadeiras damas: bem conservadas e orgulhosas em exibir as marcas de origem.

Aventura – Cícero Ferraz levou 10 anos para concluir a pesquisa – ou aventura, melhor dizendo. Filho de sul-mineiros, desde criança ele visitava a região. Aos 7, mudou-se de Belo Horizonte para Varginha. Amigos e parentes possuíam fazendas antigas, algumas migraram da família para novos donos. Mais tarde, aluno do respeitado especialista Antônio Luís Dias de Andrade, o Janjão, na Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo (FAU-USP), o jovem estudante decidiu transformar seus passeios na roça em ciência. Mestre Janjão havia estudado fazendas rurais do Vale do Paraíba; o discípulo queria contar a outra história de Minas Gerais. Afinal de contas, a Minas que ele conhecia não era a do ouro, a dos diamantes ou a do barroco de Aleijadinho.

Quase solitariamente – às vezes, levava alguém para ajudá-lo a medir os achados –, Cícero Cruz rodou quilômetros por estradas sul-mineiras. O famoso boca a boca – método “científico” tão caro à gente das Gerais – o conduziu a muitos de seus objetos de pesquisa. Certa dose de cara de pau e o jeitinho de moço bem-criado foram de muita valia na hora de bater à porta de famílias que nunca o viram, ainda por cima pedindo para entrar, fotografar e vasculhar a casa.

Continue lendo: http://www.defender.org.br/minas-gerais-patrimonio-ignorado/

28 mil pessoas visitam o Museu do Zebu anualmente

Data de publicação: 17/08/2010

Data de publicação no Blog DA ECI: 18/09/2010

Por Jornal de Uberaba

Embora lute contra a ausência de recursos, o Museu do Zebu, localizado no interior do Parque Fernando Costa, tem tido bons resultados quando o assunto são os visitantes. Uma média de 28 mil pessoas vai conferir de perto o rico acervo anualmente.

“Estamos indo bem, embora falte dinheiro. Temos uma média anual de 28 mil visitantes, o que dá aproximadamente 100 pessoas por dia, já que abrimos cerca de 20 dias por mês. Isso é fantástico”, exclama Hugo Prata, presidente do Museu.

Ele também exalta a importância do acervo histórico presente no local. “Temos homenagens aos principais criadores de gado da história, exposição de peças de fazendas, bonita série de fotografias de famílias uberabenses e da região do século passado, e de exposições de gado desde 1941, com os presidentes e ministros das épocas identificados. É um acervo fotográfico com cerca de 50 mil fotos, além de diversos jornais e livros históricos”, diz Hugo.

O presidente também revela como funcionam as exposições do Museu. “Parte do nosso acervo fica guardado. Sempre renovamos o material, de acordo com o tipo de exposição que esteja acontecendo no Parque, para evitar que fique monótona”.

O Museu do Zebu encontra-se aberto para visitação de segunda à sexta-feira, das 13h às 18h.

Fonte: http://www.jornaldeuberaba.com.br/?MENU=CadernoA&SUBMENU=Cidade&CODIGO=38929

El cuartel donde fue condenado a muerte Ceausescu será convertido en museo

Data de publicação: 15/09/2010

Data de publicação no Blog DA ECI: 15/09/2010

El cuartel militar en el que fueron juzgados y condenados a muerte el dictador comunista rumano Nicolae Ceausescu y su mujer, Elena, será restaurado y convertido en un museo del comunismo, informó hoy el diario “Adevarul”.

El vicepresidente del Consejo provincial de Dambovita -en el sur del país, donde se encuentra el acuartelamiento- ha anunciado al periódico que la institución buscará fondos europeos para rehabilitar el edificio.

Nicolae y Elena Ceausescu fueron sometidos a una farsa de juicio y condenados a muerte en esta zona militar -a unos 80 kilómetros de Bucarest- el 25 de diciembre de 1989.

Tres días antes habían sido capturados por el Ejército y llevados hasta allí, después de que trataran de escapar en helicóptero de la sede del Comité Central en medio de las protestas de los manifestantes.

El muro en el que fueron ejecutados inmediatamente después del proceso también formará parte del museo.

Las instalaciones no se utilizan desde 2002, y sólo han podido ser visitadas por periodistas e historiadores con permisos especiales.

El general Andrei Kemenici, al mando de la unidad militar en aquellos días, discrepa de la temática que debe alojar el museo.

“Sería más acertado hacer un museo de la revolución”, ha declarado Kemenici.

La revolución rumana de 1989 acabó con el régimen comunista y se cobró alrededor de mil muertos. EFE

Fonte:  http://www.abc.es/agencias/noticia.asp?noticia=517103

Museu Nacional do Mar em São Francisco do Sul passa por crise financeira por conta de burocracia

Data de publicação: 15/09/2010

Data de publicação no Blog do DA ECI: 15/09/2010

Por Silvana Losekann

O Museu Nacional do Mar em São Francisco do Sul, único do gênero na América Latina, passa por uma crise financeira por conta da demora na liberação de recursos. Criado em 1993 e revitalizado entre 2003 e 2004, o local abriga embarcações de todo o País e tenta resgatar a memória dos trabalhadores do mar.

Segundo o presidente da Associação dos Amigos do Museu Nacional do Mar — Embarcações Brasileiras (AAMNM-EB), Bruno Ottoni de Brito, os recursos da Fundação Catarinense de Cultura (FCC) não chegaram esse ano.

O valor de R$ 400 mil faz parte do convênio do Governo do Estado para a manutenção do Museu, que também é de responsabilidade do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), a Associação e a Prefeitura. A instituição também sobrevive com o patrocínio de empresas e convênios diversos.

Segundo Brito, houve demora na aprovação do repasse. Como é ano eleitoral, perdido o prazo, o dinheiro só pode ser liberado em novembro.

— O Estado nunca se comprometeu de verdade com o Museu do Mar. Sempre foi a Associação que manteve aberto — afirmou em um email.

Continue lendo: http://www.defender.org.br/sc-museu-nacional-do-mar-em-sao-francisco-do-sul-passa-por-crise-financeira-por-conta-de-burocracia/

Museu do ICMC abriga equipamentos que fizeram a história da computação

Data de publicação: 13/09/2010

Data de publicação no Blog DA ECI: 15/09/2010

Por Simone Harnik

O pen drive que você carrega para todo canto e onde armazena informações do trabalho, músicas e apresentações deve virar peça de museu em poucos anos. Também os roteadores, utilizados para permitir o acesso à internet por meio da rede sem fio, serão em breve preservados pelo Museu de Computação Professor Odelar Leite Linhares, do Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação (ICMC) da USP em São Carlos. Segundo as professoras Elisa Yumi Nakagawa e Maria Cristina Ferreira de Oliveira, integrantes do conselho que coordena o órgão, só entram no acervo as peças e equipamentos de informática que tiverem grande impacto para a sociedade.

“Computadores de três anos de uso  são considerados desatualizados e antigos e já poderiam fazer parte do acervo do museu. Mas, para entrar no acervo, é importante que os computadores tenham um diferencial que justifique sua guarda como peça histórica”, contam. Hoje, o “caçula” no museu é o notebook IBM PS/2 Note, que saiu de linha no ano de 2001. Entre os objetos mais antigos, destacam-se as réguas de cálculo do início da década de 1960.

As cerca de 200 peças, entre elas réguas de cálculo, máquinas de calcular, além de equipamentos e periféricos de informática, no entanto, não agradam apenas as mentes curiosas. “Para os alunos do ICMC, o museu oferece uma excelente oportunidade de ter conhecimento sobre como evoluíram as tecnologias relacionadas ao computador atual: processadores, memórias, periféricos, interfaces e software em geral”, dizem as professoras.

Continue lendo: http://www4.usp.br/index.php/tecnologia/19790-revisado-museu-do-icmc-abriga-equipamentos-que-fizeram-a-historia-da-computacao

Museu do Rio São Francisco será o primeiro federal do Nordeste

Data de publicação: 06/09/2010

Data de publicação no Blog DA ECI: 09/09/2010

A cidade histórica de Penedo terá o primeiro museu federal do país. O chalé conhecido como dos Loureiros, que data do fim do século XIX, está sendo restaurado, desde fevereiro, para abrigar o Museu do Rio São Francisco. O presidente da Fundação Casa do Penedo, autora do projeto, Francisco Sales, também historiador e médico, afirmou que o processo de federalização do acervo deve sair em outubro. A instituição conta com o apoio do presidente do Instituto Brasileiro de Museus (Ibram), José do Nascimento Júnior, da bancada de deputados e senadores de Alagoas e de intelectuais envolvidos com a causa.

Entre as peças que ilustrarão o museu estão fotografias que remontam a história do pescador e atividades do homem ribeirinho; objetos e fotos da passagem de D. Pedro I e D. Pedro II pela cidade; salas com jornais antigos da cidade; peça em madeira da roda dos injeitados, na qual os bebês eram abandonados por mães solteiras, que ficava em frente à Igreja da Penha; sala com instrumentos de tortura usados para punir os escravos, a exemplo de algemas e palmatória, e outros registros de igual riqueza, a exemplo da passagem dos holandeses por Penedo e seu marco na história.

De acordo com Sales, a construção do chalé foi um marco do desenvolvimento urbano da cidade, hoje conhecida como a Ouro Preto do Nordeste. A casa foi palco de luxuosos eventos e festas, a exemplo do baile de máscaras, que movimentou a pacata cidade. O chalé que se tornará uma espécie de casa da memória de Penedo foi construído, segundo relatos históricos, pelo engenheiro sanitarista José Loureiro. A Fundação Casa do Penedo reconhece a importância cultural do imóvel e investe no resgate da sua beleza original.

O Museu tem o apoio do Ibram e a restauração conta com recursos provenientes da Lei Roaunet de incentivo à Cultura do Ministério da Cultura (MinC). O projeto arquitetônico foi aprovado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN). O museu terá salas de exposições culturais e será ponto de pesquisa para estudantes, professores e estudiosos das variadas áreas do saber.

Continue lendo: http://www.primeiraedicao.com.br/?pag=alagoas&cod=13652

Museu do poeta de 32 vai reabrir em outubro

Data de publicação: 01/09/2010

Data de publicação no Blog DA ECI: 04/09/2010

Por Viviane Biondo

A casa em Perdizes onde viveu Guilherme de Almeida ficou 3 anos fechada para obras

Após cerca de três anos fechada, a Casa Guilherme de Almeida, museu que preserva a coleção de obras de arte, livros raros, móveis, objetos pessoais e roupas do poeta Guilherme de Almeida, integrante da Semana de Arte Moderna de 1922 e autor do poema em homenagem aos combatentes da Revolução de 32 que está no Obelisco do Ibirapuera, reabrirá no dia 16 de outubro, em Perdizes, zona oeste de São Paulo.

Neste período, a Casa foi restaurada e ampliada e recebeu rampas e uma estrutura para um elevador panorâmico que facilita a entrada de portadores de deficiência. O acervo também teve investimentos. As obras de arte, que incluem retratos em grandes telas a óleo de Almeida e da mulher do poeta, Baby de Almeida, feitos por modernistas como Lasar Segall, foram recuperadas. Há ainda uma ilustração da casa feita pelo próprio poeta na década de 1940.

Já os cerca de 6 mil títulos da biblioteca, que incluem raridades do século 18, foram higienizados e catalogados. “Os pesquisadores e interessados poderão conferir quais são os títulos do arquivo e agendar uma visita para consultar o exemplar”, explica o diretor da Casa Guilherme de Almeida, Marcelo Tápia.

“Há exemplares da primeira edição de títulos como Pauliceia Desvairada, de Mário de Andrade, e Alguma poesia, de Carlos Drummond de Andrade, por exemplo, todos com dedicatória ao poeta”, comenta Tápia. De acordo com o diretor, todo o procedimento foi feito pela Secretaria do Estado de Cultura.

Continue lendo: http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20100901/not_imp603307,0.php

Patrimônio – Museu do Automóvel pode perder a sede

Data de publicação: 03/09/2010

Data de publicação no Blog DA ECI: 04/09/2010

Por Lucas Tolentino

Prédio onde funciona o único mostruário de Brasília de modelos antigos e raros corre o risco de ser desativado. Pertencente à União, o imóvel está no centro de uma ação de reintegração de posse

Preciosidades que remontam à história dos carros produzidos no país correm o risco de parar no olho da rua. O Museu do Automóvel tem até o fim do mês para deixar o prédio onde funciona, às margens do Eixo Monumental. O imóvel ocupado pela entidade pertence à União e é alvo de uma briga de reintegração de posse por parte do governo federal. Há um mês, chegou à direção do local um comunicado da Secretaria de Patrimônio da União (SPU) com a data-limite de saída dos veículos e de todo o aparato que garante as atividades do espaço.

Arquivos do Ministério dos Transportes ficam em uma parte do galpão que acolhe o acervo há seis anos (veja Para saber mais). O órgão quer o restante da área do prédio para guardar outros documentos. Além disso, o espaço físico será usado para a instalação de setores administrativos e de atendimento ao público. Em nota, a pasta ressalta que a fundação mantenedora do museu “vem fazendo uso de parte desse imóvel sem amparo jurídico”. De acordo com o Executivo federal, o contrato de implantação do centro cultural foi dissolvido em 2000.

O ministério enviou o caso para a Advocacia-Geral da União (AGU). A ação de reintegração de posse foi protocolada na última quarta-feira na Justiça Federal do DF. Enquanto a questão não passa pelo crivo jurídico, o idealizador e curador do Museu do Automóvel, Roberto Nasser, se defende da maneira que pode. Advogado por formação, ele pediu que o órgão comprovasse a propriedade do edifício. “No ano passado, o ministério começou a pedir o prédio de volta. Não questiono o poder deles, mas até agora não conseguiram provar que são realmente os donos”, explica.

Continue lendo: http://www.correioweb.com.br/euestudante/noticias.php?id=13726

Tesouro trancafiado

Data de publicação: 25/08/2010

Data de publicação no Blog DA ECI: 28/08/2010

Por Luciano Assis

A discussão sobre os rumos do prédio que abriga o Museu Histórico Pedagógico Municipal Dr. João da Silva Carrão, em Americana, foram tão intensas e decepcionantes  – a verba de R$ 2 milhões buscada junto à iniciativa privada não foram conseguidas – que quase não se tocou no assunto acervo, que hoje se encontra encaixotado em uma das enormes salas do casarão construído no início do século 19.

Durante os anos de 2006 e 2007 as cerca de 5 mil peças que contam a história do nascimento do município americanense foram embaladas por especialistas e guardadas na espera da reforma do local, que estava prevista para acontecer pelos dois anos seguintes. Mas essa meta esbarrou na falta de investimento via Lei Rouanet.

Com isso, cresce a preocupação em relação à conservação do acervo do local, que segundo especialistas pode se perder se não tiver os cuidados necessários.

Especialistas em museologia garantem que a importância de se preservar peças de acervo histórico deve ser redobrada quando estas se encontram em inatividade para visitação.  De acordo com a diretora do Museu Paulista, localizado nas dependências da USP (Universidade de São Paulo), Cecília Lorenzini de Oliveira, as avaliações e intervenções constantes permitem que se conserve os sinais do tempo que já existem no objeto, ao mesmo tempo que impede que os objetos se deteriorem.

Continue lendo:  http://www.oliberalnet.com.br/cadernos/caderno_l_ver.asp?c=03A32AEFB89

MoMA põe imagens do acervo em novo aplicativo para iPhone

Data de publicação: 12/08/2010

Data de publicação no Blog DA ECI: 21/08/2010

O Museu de Arte Moderna de Nova York, MoMA, lançou hoje um aplicativo para o iPhone e o modelo touch do iPod.

Usuários terão acesso às 32 mil obras de arte no acervo do museu, um glossário com informação sobre movimentos e escolas, biografias dos artistas, além de um calendário com a agenda do MoMA. Também ficará disponível nos produtos da Apple visitas guiadas em áudio.

Visitantes também poderão tirar fotos no museu e enviar as imagens como cartões-postais a partir do aplicativo.

Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/ilustrada/781922-moma-poe-imagens-do-acervo-em-novo-aplicativo-para-iphone.shtml

Dia Nacional do Patrimônio é comemorado em todo o Brasil

Data de publicação: 17/08/2010

Data de publicação no Blog DA ECI: 21/07/2010

Por Ascom

Hoje, dia 17 de agosto, é celebrado o Dia Nacional do Patrimônio Histórico. A data foi escolhida em função do nascimento do advogado, jornalista e escritor Rodrigo Melo Franco de Andrade, o primeiro presidente do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional – Iphan, criado no governo do presidente Getúlio Vargas, em 1937. Até pouco antes de sua morte, Rodrigo Melo Franco de Andrade ainda prestava depoimentos à imprensa e comparecia a eventos ligados à sua experiência no Instituto. Anualmente o Iphan homenageia seu antigo diretor com o prêmio em dinheiro que agracia projetos e ações destinados à preservação, divulgação e valorização do patrimônio cultural.

Em seus mais de 70 anos de atuação, o Iphan atua na fiscalização, identificação, restauração e revitalização dos bens culturais do país. Atualmente em todo o país, são tombados mais de 40 mil imóveis, 92 centros urbanos, 17.263 mil sítios arqueológicos e mais de um milhão de objetos protegidos, incluindo acervo museológico, volumes bibliográficos, documentação arquivística, registros fotográficos e audiovisuais. Isso sem falar no Patrimônio Imaterial Brasileiro que conta hoje com 18 bens registrados e mais de 50 inventariados.

Para comemorar o Dia Nacional do Patrimônio Cultural, várias ações estão acontecendo em todo o país. No Mato Grosso do Sul, logo mais às 19h, acontece um painel de debates com o tema O Patrimônio de Mato Grosso do Sul, no auditório do Museu da Imagem e do Som – MIS-MS, com a participação da Superintendente do Iphan – MS, Maria Margareth Lima. Em Minas Gerais, o Iphan está presente na comemoração organizada pela Secretaria Municipal de Cultura de Paracatu em e  Prefeitura estará realizando uma grande caminhada envolvendo os monumentos locais.

Continue lendo: http://portal.iphan.gov.br/portal/montarDetalheConteudo.do?id=15523&sigla=Noticia&retorno=detalheNoticia

Acervos protegidos

Data de publicação: 2/8/2010

Data de publicação no Blog DA ECI: 02/08/2010

Por Fabio Reynol, de Natal (RN)

Agência FAPESP – Um incêndio ocorrido na manhã de 15 de maio deste ano destruiu grande parte do maior acervo de serpentes no Brasil. Como muitas das espécies carbonizadas nem sequer haviam sido descritas, a tragédia do Instituto Butantan, em São Paulo, representou um prejuízo à ciência que não pôde ser calculado.

O acidente motivou um debate sobre as condições dos museus brasileiros de história natural durante a 62ª Reunião Anual da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência, realizada na semana passada em Natal (RN).

O curador da coleção de herpetologia do Butantan, Francisco Luiz Franco, o diretor do Museu Paraense Emilio Goeldi, Nilson Gabas Júnior, e a diretora do Museu Nacional do Rio de Janeiro, Cláudia Rodrigues Carvalho, participaram de uma mesa-redonda coordenada pelo herpetólogo Miguel Trefaut Rodrigues, professor da Universidade de São Paulo (USP), para tratar do assunto.

“Laboratórios de física ou de química podem ser reconstruídos após um acidente, mas a perda de coleções naturais é irreparável”, disse Trefaut ao abrir o encontro. Segundo ele, o acidente no maior acervo brasileiro de serpentes e artrópodes deverá suscitar mudanças e fazer o país se dar conta da importância desse material.

Ao relembrar o incêndio, Franco contou a história da coleção que continha mais de 85 mil serpentes, que teve início no fim do século 19 por meio de uma campanha do fundador do instituto, o médico Vital Brazil.

Fundado inicialmente para combater a peste bubônica que atingia a população da Baixada Santista, o Instituto Butantan logo absorveu as pesquisas de seu fundador no desenvolvimento de soros antiofídicos. Para tanto, Brazil precisava de serpentes que fornecessem veneno, a matéria-prima para os antídotos.

Uma campanha nacional foi lançada pedindo à população o envio de serpentes capturadas. Exemplares de todo o Brasil começaram a ser enviados à instituição paulistana, contando com transporte gratuito dos Correios, das Forças Armadas e de companhias de estradas de ferro.

A maior parte da coleção destruída pelo incêndio foi formada desse modo, com exemplares doados pela população durante mais de um século. “As perdas também incluem parte da história do Brasil, informações sobre a alternância das culturas e muitos outros dados que esses animais guardavam”, lamentou Franco.

Continue lendo: http://www.agencia.fapesp.br/materia/12559/especiais/acervos-protegidos.htm

Mercosul define ações de proteção e valorização do patrimônio cultural

Data de publicação: 05/07/2010

Data de publicação do Blog DA ECI: 05/07/2010

A proposta de criar um instrumento regional de reconhecimento do patrimônio cultural foi um dos temas do encontro que reuniu Argentina, Bolívia, Brasil, Equador, Paraguai, Peru, Uruguai e Venezuela

Reunidos em Buenos Aires, nos dias 22 e 23 de junho de 2010, na III Reunião da Comissão de Patrimônio Cultural do Mercosul, no âmbito da presidência pro-tempore argentina, as delegações dos países integrantes debateram estratégias para a valorização e preservação do patrimônio cultural do Bloco. Abrindo o encontro, o secretário de cultura da Argentina,

Alberto Petrina, que ocupou a presidência do grupo neste primeiro semestre, ressaltou a importância estratégica da comissão para acelerar os processos de integração regional.

Entre as decisões tiradas na reunião está a solicitação aos ministérios de Cultura que cada um dos países indiquem os seus representantes que deverão atuar na Comissão de Patrimônio Cultural do Mercosul como núcleos focais. Outros assuntos abordados no encontro foram os itinerários culturais, onde ficou acordada a realização de um seminário no Brasil, em 2011 para aprofundar possíveis temáticas em torno dos itinerários culturais na região. Por outro lado, o Projeto de Itinerário Cultural da Região das Missões Jesuíticas Guaranis foi retomado em reunião técnica realizada no dia 21 de junho, antecedendo a reunião da Comissão com o objetivo de apresentar os encaminhamentos a serem dados, reconsiderando a participação da

Bolívia no projeto. Neste sentido, também foi decidida a realização de uma reunião técnica, ainda esse ano, na Bolívia para apresentação dos primeiros resultados conjuntos na próxima reunião do Mercosul, já na presidência pro-tempore brasileira.

Continua lendo: http://portal.iphan.gov.br/portal/montarDetalheConteudo.do?id=15226&sigla=Noticia&retorno=detalheNoticia

Bom em museu de ciência, bobagem para os de arte

Data de publicação: 04/07/2010

Data de publicação no Blog DA ECI: 04/07/2010

Por Fernando Martines

Para a ciência, é válido. Para a arte, uma bobagem. Essa é a opinião do curador Marcello Dantas, um dos idealizadores do acervo do Museu da Língua Portuguesa e seu diretor artístico. Um dos principais nomes no Brasil quando o assunto é museu, Dantas é Formado em Cinema e Televisão pela New York University e pós graduado em Telecomunicações Interativas pela mesma universidade. Estudou História da Arte e Teoria de Cinema em Florença na Itália. O Link conversou com ele durante a preparação do especial sobre 3D que saiu na segunda, 28/6. Confira abaixo a entrevista e entre aqui para ver a edição 3D.

Confira a entrevista: http://blogs.estadao.com.br/link/bom-em-museu-de-ciencia-bobagem-para-os-de-arte/

Mobilidade e acessibilidade em sítio histórico é tema de oficina técnica do Iphan

Data de publicação: 02/07/2010

Data de publicação no Blog DA ECI: 05/07/2010

Como manter as características de um centro histórico, tombado pelo patrimônio cultural, e ao mesmo tempo garantir a modernidade, a qualidade de vida e o acesso a todos os monumentos em cidades históricas no Brasil? Essa é uma das perguntas que servem como base para o Programa Nacional de Mobilidade e Acessibilidade Urbana em Áreas Tombadas, criado e desenvolvido pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional – Iphan. Neste sentido, Brasília será a sede da Oficina Técnica sobre Mobilidade e Acessibilidade Urbana em Áreas Tombadas, nos dias 5 e 6 de julho, reunindo técnicos do Iphan e das prefeituras das cidades participantes, além de consultores das empresas contratadas para realização de estudos e Planos de Mobilidade e técnicos do Ministério das Cidades, da Associação Nacional de Transportes Públicos – ANTP e do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada – IPEA.

A reunião tem como objetivo debater os desafios e estratégias para a mobilidade e acessibilidade em áreas urbanas tombadas pelo Iphan, definindo as diretrizes gerais do Programa e fornecendo insumos para a construção do Caderno de Referência para elaboração de Planos de Mobilidade em Cidades Históricas. O Programa Nacional de Mobilidade e

Acessibilidade Urbana em Áreas Tombadas foi criado para implantar novas praticas para a otimização da mobilidade, em cidades históricas, de modo a compatibilizar a preservação do patrimônio com as diversas formas de apropriação dos espaços urbanos e à utilização de equipamentos e tecnologias referenciados em padrões atuais.

Continue lendo: http://portal.iphan.gov.br/portal/montarDetalheConteudo.do?id=15224&sigla=Noticia&retorno=detalheNoticia

Iphan e ICMBio instalam Comitê Técnico Interinstitucional para desenvolver candidatura de Paraty a Patrimônio Mundial

Em articulação com parceiros como a Prefeitura de Paraty, o Governo do Estado do Rio de Janeiro e a Fundação Roberto Marinho, reiniciam-se os trabalhos para o desenvolvimento do dossiê de Paraty à Lista do Patrimônio Mundial.

Encontro envolvendo o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional – Iphan, o Instituto Chico Mendes de Conservação e Biodiversidade – ICBIO, a Prefeitura de Paraty, o INEPAC – Instituto Estadual do Patrimônio Cultural, do Governo do Estado do Rio de Janeiro e a Fundação Roberto Marinho, acaba de ser realizado, dando início aos trabalhos do Comitê Interinstitucional para desenvolver o dossiê para a candidatura da cidade de Paraty a Patrimônio Mundial junto à Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura – UNESCO. A sua criação, conforme Portaria Interinstitucional n.º 02/2009, atendeu à recomendação do Comitê do Patrimônio Mundial que aconselhou que a candidatura de Paraty fosse reapresentada considerando-a como um bem misto, ou seja, que reúne valores excepcionais e universais, tanto naturais quanto culturais.  Parecer da IUCN – International Union for Conservation of Nature, órgão assessor da Unesco para bens naturais, foi decisivo para orientar a posição da delegação brasileira no Comitê do Patrimônio Mundial sobre essa questão.

Caso a UNESCO aprove o título de Patrimônio Mundial, Paraty será o único bem na América Latina e do Caribe reconhecido como sítio misto, em que estão presentes de modo peculiar a relação entre o sítio histórico urbano e a natureza. Atualmente, apenas três bens mistos foram declarados Patrimônio Mundial na região. São eles o Parque Nacional de Tikal, na Guatemala (1979), o Santuário Histórico de Machu Picchu, no Peru (1983), e o Parque Nacional de Rio Abiseo, no Peru (1990).

Continue lendo: http://portal.iphan.gov.br/portal/montarDetalheConteudo.do?id=15165&sigla=Noticia&retorno=detalheNoticia

MG – Casa de Juscelino pede socorro em Diamantina

por Silvana Losekann

No ano em que Brasília (DF) comemora meio século, parte da memória do seu fundador, o presidente Juscelino Kubitschek (1902-1976), corre o risco de desaparecer na sua terra natal, Diamantina, no Vale do Jequitinhonha. Preocupado com a falta de recursos para garantir aberta e em funcionamento a Casa de Juscelino, misto de museu, biblioteca, bar e praça de eventos, no Centro Histórico da cidade, o dirigente da instituição, Serafim Jardim, de 74 anos, conclama o empresariado a ajudá-lo a preservar a história do mineiro que foi prefeito de Belo Horizonte (1940-1945), governador de Minas (1951-1955) e chefe da República (1956-1961), além de médico.

A crise na Casa de Juscelino, sociedade civil sem fins lucrativos que completará 25 anos em dezembro, começou em 2009, a partir de problemas no repasse de verbas pela Secretaria de Estado da Cultura (SEC). Até então, diz Jardim, a instituição se beneficiava da Lei 9.722/88, que autorizava a ajuda financeira pelo estado, algo em torno de R$ 150 mil por ano. “Ficamos sem receber esse valor durante seis meses, no ano passado, e a situação ficou muito difícil, pois temos sete empregados, custos de manutenção, encargos sociais, fazemos uma revista bimensal e não há receita para arcar com os gastos”, afirma. Para Jardim, preservar a casa é mais do que uma missão, pois, 13 dias antes de morrer, JK lhe pediu que comprasse o imóvel, então em poder de uma família, e zelasse por ele.

Jardim explica que houve mudanças no sistema de repasse de verbas e que, agora, para ter direito a elas, é obrigado a firmar convênios com a SEC. Recentemente, o secretário Washington Mello liberou recursos considerados “insuficientes” para resolver a questão. “Acredito que a campanha SOS JK vai sensibilizar os patrocinadores que entendem a importância de Juscelino na vida do país. Este aqui é o Memorial JK de Minas”, afirma, lembrando que a casa de 120 anos, onde o presidente viveu dos 3 aos 19 anos, é de propriedade do governo de Minas, embora a gestão esteja a cargo de uma organização de sociedade civil de interesse público (Oscip). O imóvel fica em área tombada pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) e reconhecida como patrimônio da humanidade pela Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura (Unesco).

Continue lendo: http://www.defender.org.br/mg-casa-de-juscelino-pede-socorro-em-diamantina/

Manifesto Público em Defesa do Patrimônio Cultural Edificado Brasileiro

por Silvana Losekann

Abaixo Assinado

No momento em que o Excelentíssimo Senhor Deputado Federal Angelo Vanhoni, D.D.  Presidente da Comissão de Educação e Cultura da Câmara Federal, realiza Audiências Públicas em todo o País acompanhado por técnicos do Ministério da Cultura para ouvir e receber as propostas da Sociedade Brasileira que possam aperfeiçor o Projeto de Lei nº 6722/2010, que institui o Procultura – Programa Nacional de Fomento e Incentivo à Cultura:

É oportuno trazer a público
, o que não é novidade, mas relevado pelo Poder Público Brasileiro: o deplorável estado de conservação, que se encontra o nosso Patrimônio Cultural Edificado, em, absolutamente, todos os cantos deste País.

Mesmo sabendo de sua relevante importância, no contexto cultural, urbano, histórico, social, antropológico, paisagístico, ambiental, econômico e cívico…

Mesmo alertando sobre a importância que estes exemplares construídos, registro e memória material da história do saber fazer de nossos antepassados, da nossa evolução econômica e do nosso desenvolvimento urbano e social, além, é claro, da evidente impossibilidade de sua reconstituição, ainda assim, a sua destruição é implacável e, pior, absolutamente impune.

Quando a Sociedade Brasileira é consultada sobre a criação de uma Nova Lei de Incentivo à Cultura Brasileira, se descobre que justamente o Incentivo aos Projetos Culturais voltados à preservação e conservação do Patrimônio Cultural Edificado Brasileiro, aqueles que requerem profissionais altamente especializados, são de elevado custo, mas que resultam em benefícios eternos: cai de 100% para 80%.

Continue lendo: http://www.defender.org.br/manifesto-publico-em-defesa-do-patrimonio-cultural-edificado-brasileiro/

Porto Alegre/RS – Curso de Extensão Universitária – Preservação de Patrimônio Cultural: Conceitos e Técnicas

por Silvana Losekann

A ação restaurativa se constitui, desde seu advento, em uma prática recheada de polêmicas e desafios. Desde então trabalhamos, na construção de uma base teórica consistente para fundamentação desta prática e o enfrentamento das decisões difíceis que nos são impostas ao atuar na preservação do patrimônio cultural.

O panorama atual da preservação no Brasil tem demonstrado bons avanços técnicos, no entanto verificaram-se retrocessos conceituais.  O restauro não é mera operação técnica sobre a obra – deve ser necessariamente um ato crítico antes de se tornar operacional; projeto e criatividade fazem parte do seu desenvolvimento.

Este curso propõe discutir a preservação de bens culturais móveis e imóveis nos seus aspectos técnico e conceitual visando o aperfeiçoamento dos profissionais da área e a conscientização do público em geral.

Veja o programa do curso: http://www.defender.org.br/porto-alegrers-curso-de-extensao-universitaria-preservacao-de-patrimonio-cultural-conceitos-e-tecnicas/

Minas Gerais – Demolição ameaça 150 anos de história em Oliveira

Um dos casarões só foi tombado depois de ir a ruínas e outros correm risco.

Prestes a celebrar um século e meio de emancipação política, Oliveira, a 147 quilômetros de Belo Horizonte, na Região Centro-Oeste de Minas, convive com a ameaça constante a seu patrimônio arquitetônico. Com a festa dos 150 anos marcada para setembro, a cidade natal do cientista Carlos Chagas, descobridor do agente causador da doença de Chagas, ainda guarda viva grande parte de sua história, em casarões datados do início dos séculos 18 e 19, mas pode perder essa memória. Das construções de interesse histórico que continuam de pé, a maioria não é tombada como patrimônio histórico e o abandono é visível.

Um desses imóveis, conhecido como “Casa do Doutor Hélio”, só não foi derrubado graças à intervenção do Ministério Público Estadual e do Instituto Estadual do Patrimônio Histórico e Artístico de Minas Gerais (Iepha/MG), que entraram com ação e conseguiram liminar proibindo a demolição. Apesar de o casarão integrar o conjunto arquitetônico da Igreja Matriz de Nossa Senhora de Oliveira, tombada pelo estado, e de fazer parte do Inventário de Proteção ao Acervo Cultural de Minas Gerais (Ipac-MG), a prefeitura local havia autorizado a demolição, negligenciando, segundo a Justiça, a necessidade de autorização do Iepha. Caso a administração municipal desobedeça a liminar, será punida com multa de 550 salários mínimos, além de os responsáveis estarem sujeitos a pena de reclusão de um a três anos.

Outros imóveis ainda correm o risco de ser destruídos, como é o caso do Casarão da Figuinha, um sobrado de dois andares, do século 18, no qual atualmente funciona um pequeno bar. O pedido de demolição do imóvel provocou polêmica na cidade, levando ao pedido de demissão de cinco dos nove membros do Conselho Municipal Deliberativo do Patrimônio Histórico de Oliveira (Codempac), o que levou à dissolução do órgão.

Continue lendo: http://www.defender.org.br/minas-gerais-demolicao-ameaca-150-anos-de-historia-em-oliveira/

Mineração sufoca e depreda patrimônio natural e histórico de MG

por Silvana Losekann

Exploração de minério modifica topografia do estado, depredando montanhas importantes como a da Moeda e da Piedade. Encardidas, cidades afetadas convivem com inchaço e pobreza.

Se por um momento os 12 profetas de Aleijadinho, postados há mais dois séculos no adro da Basílica Bom Jesus de Matosinhos, em Congonhas, no fim da Serra da Moeda, ganhassem vida e pudessem fazer um pedido, não seria improvável que quisessem ter os seus olhos vendados. As estátuas, parte de um conjunto histórico formado pela igreja e por 12 capelas que reconstituem os passos da Paixão de Cristo na cidade, reconhecido pela Unesco como patrimônio cultural da humanidade, são testemunhas passivas da devastação do meio ambiente e do inchaço descontrolado de um município embaçados pelas nuvens de pó vermelho provenientes da exploração de minério de ferro. Mas eles não estão sozinhos. Se também ganhassem vida, as serras mineiras mostrariam um semblante tão ou mais angustiado do que os profetas de pedra sabão do mestre do barroco brasileiro.

Esburacadas como queijo suíço pela mineração, as serras da Moeda, do Itatiaiuçu, da Piedade, do Rola Moça, do Gandarela e da Ferrugem abrigam cidades encardidas.

Ao contrário da expectativa de melhoria de qualidade de vida, alimentada pelo anúncio de cifras bilionárias de investimentos, a maior parte das cidades que abrigam esse tipo de atividade continua pobre. Entre os 306 municípios mineradores no estado, apenas 40 concentram 80% da arrecadação com a Compensação Financeira pela Exploração de Recursos Minerais (Cfem). Municípios como Jeceaba, na Região Central, vizinho de Congonhas, recebem R$ 20,58 ao ano a título de royalty do minério. No fim de 2009, um abaixo assinado por 600 habitantes da cidade protestava contra a construção de duas barragens de rejeitos no município. Elas integram o projeto da Ferrous, em Congonhas, para a produção de 15 milhões de toneladas de minério de ferro ao ano.

Continue lendo: http://www.defender.org.br/mineracao-sufoca-e-depreda-patrimonio-natural-e-historico-de-mg/

Pelotas/RS – Cidade sedia encontro de comunidades quilombolas

por Silvana Losekann

A memória histórica, a inclusão étnica e a diversidade cultural de 40 comunidades remanescentes de antigos quilombos da região Sul do Estado estarão integradas pela primeira vez em Pelotas. A cidade sedia hoje a 4 edição do Encontro Regional de Comunidades Quilombolas, promovido pelo Centro de Apoio ao Pequeno Agricultor (Capa) e pela Comissão das Comunidades Quilombolas do Território Zona Sul.

A programação tem início às 8h30min, com a recepção às caravanas e café da manhã. O encerramento está previsto para as 17h. As instalações do Colégio Sinodal Alfredo Simon, no bairro Cohab Lindoia, serão o local do encontro e devem receber um público estimado em 800 representantes das comunidades de 16 cidades da região.

Participam ainda das atividades os angolanos Domingos Fingo, economista e diretor-executivo da Associação Construindo Comunidades – ONG que promove os direitos humanos -, e Matheus Mifungua, líder comunitário no país africano.

Continue: http://www.defender.org.br/pelotasrs-cidade-sedia-encontro-de-comunidades-quilombolas/

Publicaciones de Museos

Acceso a las publicaciones oficiales editadas por el Ministerio de Cultura en materia de Museos.

Confira: http://www.mcu.es/museos/IN/Publicaciones.html?utm_source=twitterfeed&utm_medium=twitter&utm_campaign=museus

Biblioteca Pública do Amazonas é restaurada

MANAUS – A restauração da Biblioteca Pública do Estado, em reforma há vários meses, deve ser entregue à população dentro de 45 dias. Além do acervo de mais de 200 mil obras, o prédio da biblioteca guarda um pouco da história de Manaus.

Depois de dois anos fechado, a prédio restaurado deve ser reaberto ao público em pouco mais de um mês. A obra custou R$ 2,5 milhões. Por enquanto, em vez de livros, os quatro salões ainda abrigam um canteiro de obras.

A equipe de 15 restauradores faz um trabalho minucioso. Eles tentam descobrir o que há por trás da tinta que reveste as paredes, tentando descobrir a pintura original. E uma surpresa: A moldura das portas há mais de cem anos imitava pedras.

O imponente prédio da Biblioteca Pública começou a ser erguido em 1905 e é o retrato de uma época de ouro em Manaus. As peças de ferro vieram desmontadas de Glesgow, na Escócia. Atravessaram o Atlântico para compor a arquitetura eclética do palácio dedicado às letras.

Continue lendo: http://portalamazonia.globo.com/pscript/noticias/noticias.php?idN=103202

Seminário Brasil-Paraguai define ações de resgate do patrimônio histórico

01/04/2010

A equipe do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional – Iphan que esteve em Assunção, no Paraguai, entre os dias 23 e 26 de maço, já está no Brasil trabalhando para colocar em prática as metas definidas no Seminário Técnico de Patrimônio Brasil-Paraguai, realizado na capital paraguaia.

As ações foram definidas como parte das comemorações do bicentenário da independência do Paraguai, a ser celebrada em 2011, e contribuem para o desenvolvimento do projeto “Ciudadela de Asunción”, capitaneado pela Secretaria Nacional de Cultura do Paraguai e proposto para recuperar e valorizar o patrimônio cultural da capital daquele país.

O encontro definiu quatro linhas de ação: instrumental que prevê a regulação, a produção de conhecimentos e gestão; a linha comunicacional, envolvendo a população por meio de informes sobre o centro histórico e com a instalação de um centro de atenção ao cidadão; a linha da intervenção, com a definição de projetos-âncora voltados para a sensibilização e mobilização local; e a linha de fomento que estabelecerá estratégias de captação de recursos, capacitação de equipes e cooperação internacional.

O seminário também definiu uma área piloto no centro histórico de Assunção denominada de “Caminho Cívico” para no curto prazo desenvolver, de modo concentrado, atividades que serão empreendidas no âmbito do Bicentenário da Independência do Paraguai e corresponderão à primeira fase do Projeto de Reabilitação do Centro Histórico de Assunção. Os técnicos brasileiros e paraguaios elaboraram um plano de ação, dentro do Projeto de Cooperação Binacional Brasil-Paraguai, reunindo iniciativas como a conclusão do Plano de Gestão do Arquivo Nacional paraguaio, assessoramento técnico ao plano de iluminação pública e de monumentos do Centro Histórico de Assunção e orientação para implantação de um plano de recuperação de imóveis privados na capital paraguaia e o desenvolvimento de ações educativas voltadas para a valorização do patrimônio. Também ficou definido a realização de visitas técnicas de profissionais paraguaios a instituições técnicas de cidades históricas brasileiras, para conhecer os projetos de fiação subterrânea.

Continue lendo: http://portal.iphan.gov.br/portal/montarDetalheConteudo.do?id=15030&sigla=Noticia&retorno=detalheNoticia

Educação científica e cultural por meio de museus requer tecnologia especial

O Museu do Holocausto, em Berlim, reproduz fielmente os ruídos propagados nos campos de concentração de judeus. Lá, o visitante sente na pele o frio das grandes construções de concreto e o desespero de se ver acuado em um labirinto. No Museu Histórico de Amsterdã, a experiência é mais agradável, mas não menos real: o frequentador fica com a sensação de estar pedalando cidade afora, pois lá existe uma bicicleta que, quando movimentada, projeta imagens feitas nas ruas. E, em Belo Horizonte, no recém-inaugurado Espaço TIM UFMG do Conhecimento, há mesas sensíveis ao toque que permitem a criação de organismos virtuais e linha do tempo interativa com animações sobre a evolução da vida na terra.

Não importa se em Berlim, Amsterdã ou Belo Horizonte, os museus contemporâneos se transformaram em grandes aliados do aprendizado, justamente porque incorporam novas tecnologias para aprimorar a “cumplicidade” dos visitantes com os objetos observados. Evoluções como essa são tema das reflexões do Laboratório de Estudos Museu e Educação (Leme), da Faculdade de Educação da UFMG. Foi-se o tempo em que a relação entre uma criança e uma peça de museu era mediada pelo olhar contemplativo e distante. “Pesquisas recentes em educação revelam que a interação física, envolvendo movimentos do corpo, como pegar, sentir e experimentar, aumentam em grande escala a compreensão de objetos desconhecidos”, explica a pesquisadora Ana Paula Bossler, integrante do Laboratório.

Esta semana, de 5 a 9 de abril, o grupo realiza, na Faculdade de Educação, o encontro Tecnologia e Educação, que discutirá áreas de interseção entre museus e escolas. Aberto a alunos da graduação, pós-graduação e educadores de museus, o curso oferece sessões práticas que trabalharão temas como animação com massinha de modelar e blogs. Em encontros como esse, o Leme busca favorecer a troca de experiências: “Se uma ação torna a presença de alunos mais interativa e divertida em um museu, é importante que ela seja analisada e adotada por outras instituições do gênero”, explica Ana Paula.

Continue lendo: http://www.ufmg.br/online/arquivos/015040.shtml

Minas Gerais – Iphan restaura jóia barroca de Ouro Preto

Silvana Losekann

Depois de obras no telhado e instalação de para-raios, chegou a hora da pintura. Uma das mais principais igrejas de Ouro Preto, a Matriz de Nossa Senhora do Pilar, inaugurada em 1733, recebe tinta nova na fachada para concluir o processo de reforma – a última vez que um pincel chegou perto das paredes históricas foi em 1988. Quem passa no Centro Histórico da cidade, a 95 quilômetros de Belo Horizonte, pode ver a equipe nos andaimes e a mudança no templo imponente, um dos mais ricos do país, em ouro, que, desta vez, ganha um produto mais adequado a uma construção secular. Na obra, o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), responsável pelo tombamento há 71 anos, usa um tipo de tinta mais natural, à base de silicato, e com mais vantagens sobre outras, com a cal, por ser mais durável, resistente, impermeável e com melhor desempenho técnico.

Segundo o chefe do escritório do Iphan em Ouro Preto, arquiteto Rafael Arrelaro, o produto escolhido é, a grosso modo, “uma evolução da tinta a cal”, sendo enriquecida com outros minerais. O certo é que, com esse produto, a igreja estará protegida em termos “meteorológicos e cronológicos”, diz Arrelaro. Dessa forma, a garantia é de visual com cara de novo num período de cinco a 10 anos, enquanto a primeira, à base de cal, duraria no máximo três anos. Já a tinta a óleo não é indicada.

De acordo com a superintendência do Iphan, a cor segue o padrão cromático atual, com vermelho sangue-de-boi, verde colonial e amarelo ocre nas aberturas (janelas, portas e molduras), alvenarias em branco-neve e os gradis em preto. As molduras em massa, presentes nas cimalhas, cunhais posteriores e volutas do frontão da fachada principal seguirão a paleta de fotografia fornecida pela paróquia e datada de 1988, quando foi entregue a última pintura. Tais elementos foram cobertos de amarelo claro, pouquíssimo alaranjado, tom que já se alterou pelo desgaste natural do material._

Continue lendo: http://www.defender.org.br/minas-gerais-iphan-restaura-joia-barroca-de-ouro-preto/

Museu Imperial comemora 70 anos com acervo digitalizado na web

Publicado terça-feira, 30 março, 2010 – 10:27 por marihaubert

Em parceria com a IBM, três coleções já foram convertidas e podem ser consultadas no site; trabalho completo deverá levar dez anos.

Cartas, aquarelas, libretos de óperas e outros documentos históricos do período imperial brasileiro já podem ser consultados a partir desta segunda-feira (29/3) no site do Museu Imperial de Petrópolis (RJ).

A data, que marca os 70 anos da criação do museu, foi escolhida para estreia de três coleções recém-digitalizadas: a do Visconde de Itaboraí, a de Carlos Gomes e a de Sérgio Lemgruber.

O acervo inclui partituras de Carlos Gomes escritas em homenagem ao centenário da independência dos Estados Unidos; aquarelas dos cenários da primeira produção da ópera O Guarany, no Scala de Milão (Itália); e cartas trocadas entre o Visconde e Dom Pedro II, entre outros itens.

Para consultar as obras, que foram digitalizadas com o patrocínio da IBM Brasil, basta acessar o site www.museuimperial.gov.br e procurar o link para o projeto DAMI – Digitalização do Acervo do Museu Imperial. A ideia é que, em dez anos, todo o acervo esteja disponível em meio eletrônico.

Fonte: http://www.informacaopublica.org.br/?q=node/1055

Iphan anuncia tombamento provisório de São Luiz do Paraitinga (SP)     27/03/2010

Estão tombados em caráter provisório cerca de 400 imóveis do conjunto histórico de São Luiz do Paraitinga, município do interior do estado de São Paulo afetado há quase quatro meses por uma grande enchente que destruiu e danificou suas edificações. A notificação sobre a medida foi publicada nesta sexta-feira, no Diário Oficial da União, pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan). Em virtude da decisão, terão de ser autorizadas todas as obras de restauração e reconstrução realizadas dentro do perímetro delimitado. Os proprietários da área têm um prazo de 15 dias para anuir ou tentar impugnar a iniciativa.

Além da poligonal submetida ao tombamento provisório, a notificação apresenta a área de entorno definida para assegurar a ambiência do conjunto tombado. O processo de tombamento efetivo do centro histórico de Paraitinga pelo Iphan já está em curso e é fundamentado em seu elevado valor histórico e paisagístico. Quando concluídas as análises, o conjunto arquitetônico tombado deverá ser inscrito nos Livros do Tombo Histórico e Arqueológico, Etnográfico e Paisagístico.

Fonte: http://portal.iphan.gov.br/portal/montarDetalheConteudo.do?id=15021&sigla=Noticia&retorno=detalheNoticia

Livro sobre edificações históricas de Pernambuco é lançado na Casa do Patrimônio em Recife     29/03/2010

No último dia 17/03/2010 foi lançado o livro “A identidade da beleza: dicionário de artistas e artífices do século XVI ao XIX em Pernambuco”, na Casa do Patrimônio em Recife, da historiadora pernambucana Vera Lúcia Costa Acioli.

Além do Superintendente do Iphan em Pernambuco, Frederico Almeida, estiveram presentes ao evento o arquiteto José Luís da Mota Menezes, o historiador Dênis Bernardes e o antropólogo Bartolomeu Tito Figuerôa.

O livro, resultado de trinta anos de pesquisa da autora, foi editado e produzido pela Fundação Joaquim Nabuco (FUNDAJ/MEC) e expressa a mais completa análise das atividades ligadas à iconografia, ao imaginário religioso, às artes e ofícios e à decoração arquitetônica presentes nas edificações históricas de Pernambuco.

Fonte: http://portal.iphan.gov.br/portal/montarDetalheConteudo.do?id=15024&sigla=Noticia&retorno=detalheNoticia

Belo Horizonte/MG – Aécio anuncia destino dos últimos prédios para o circuito na Praça da Liberdade

A nova história da Praça da Liberdade está completa. Os quatro últimos prédios a integrar o Circuito Cultural, considerado o maior complexo aberto de arte e entretenimento do Brasil, tiveram ontem o futuro definido. O antigo prédio da Secretaria de Estado de Viação e Obras vai se transformar no Museu do Homem Brasileiro; a Secretaria de Estado de Cultura, localizada no Palacete Dantas, vai dar lugar à nova sede do Instituto Estadual do Patrimônio Histórico e Artístico de Minas Gerais (Iepha-MG) e a um centro de referência em restauração artística; as garagens do Palácio da Liberdade vão abrigar o Museu do Automóvel; e o Edifício da Previdência, do Instituto de Previdência dos Servidores do Estado de Minas Gerais (Ipsemg), vai se tornar um hotel cinco estrelas.

O anúncio dos futuros espaços do Circuito Cultural Praça da Liberdade foi feito ontem pelo governador Aécio Neves (PSDB), em solenidade que ele chamou de “ato derradeiro” nos salões da Cidade Administrativa Presidente Tancredo Neves, na Região Norte de Belo Horizonte, já que ele se desliga da administração estadual no fim do mês para se dedicar às eleições. “Quero deixar, se não pronto, pelo menos encaminhado o circuito cultural. Assinamos uma parceria para a nova destinação da antiga Secretaria de Estado de Viação e Obras e para os outros espaços, estamos buscando aliados e acertando os detalhes de novos acordos”, afirmou Aécio, que quarta-feira transfere o governo para o vice Antônio Anastasia (PSDB).

O Museu do Homem Brasileiro será criado em parceria com a Fundação Roberto Marinho e promete ser um espaço de conhecimento, divulgação e interpretação da memória e origem do povo brasileiro. O projeto, assinado pela diretora teatral e cenógrafa Bia Lessa, prevê um mapa da miscigenação no Brasil e centros com ambientes virtuais e interativos para mostrar a relação do homem com a natureza, a história, a cultura e a ciência. A pesquisa museográfica vai contar com o apoio de especialistas em antropologia, sociologia, filosofia, gastronomia e genética. “Criaremos um museu atípico, em que as pessoas possam usufruir não apenas contemplando, mas fazendo parte dele”, disse Bia Lessa. As instalações vão ocupar cerca de 8 mil metros quadrados do antigo prédio da Secretaria de Estado de Viação e Obras, construído entre 1895 e 1897, em estilo eclético.

Continue lendo: http://www.defender.org.br/belo-horizontemg-aecio-anuncia-destino-dos-ultimos-predios-para-o-circuito-na-praca-da-liberdade/

Encontro nacional de museus de medicina terá sede no Rio de Janeiro

JB Online

RIO DE JANEIRO – Nem todo mundo sabe, mas o Brasil possui quase duas dezenas de museus de História da Medicina espalhados pelo país, e é com o intuito de dar publicidade ao trabalho e às exposições e eventos desses locais que o Museu de História da Medicina do Rio Grande do Sul (Muhm) divulga o I Encontro Nacional de Museus de História da Medicina, que acontece nos dias 11 e 12 de março de 2010 no Auditório (Av. Franklin Roosevelt, 84, salas 803/804, Centro, Rio de Janeiro, RJ) da Federação Nacional dos Médicos (Fenam), realizadora do evento. A iniciativa é apoiada pelo museu e pelos Sindicatos Médicos do Rio Grande do Sul, Bahia, Pernambuco, Pará, São Paulo e Minas Gerais.

O encontro visa reunir e aproximar os representantes dos museus da área de todo o Brasil, impulsionar a criação da Rede Brasileira de Museus de Medicina, que já tem um site para que os museus se cadastrem, http://www.redemuseusmedicina.org.br, além de proporcionar a divulgação das atividades desenvolvidas e a discussão de questões técnicas referente a museus.

O público-alvo do evento é de profissionais e estudantes da área médica, histórica e museológica, e interessados por História da Medicina. As inscrições são gratuitas e feitas no local, e serão fornecidos certificados aos participantes. A programação está disponível em pdf e também no site do Muhm e inclui apresentações de médicos, historiadores e demais profissionais de museus de todo o país: Pará, Bahia, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Minas Gerais e São Paulo estão na programação, mas outros estados, como Piauí, também vão enviar profissionais para o evento.

A abertura está prevista para as 9h do dia 11. Os médicos Paulo de Argollo Mendes, Presidente da Fenam, Waldir Araújo Cardoso, Secretário de Comunicação da entidade e José Caíres Meira, Secretário Geral Adjunto da federação, abrem o evento juntamente com o historiador Éverton Quevedo, Diretor do Muhm e também membro da Comissão Organizadora.

Segundo Quevedo, esta é uma oportunidade única para que os museus do país troquem experiências e divulguem suas ações. “Cada instituição pode incluir seus dados no site da Rede e assim o público passa a encontrar em um só local todas as informações de museus de História da Medicina”, explica o historiador.

Fonte: http://jbonline.terra.com.br/pextra/2010/03/08/e080313226.asp?utm_source=twitterfeed&utm_medium=twitter&utm_campaign=museus

Cidade de Goiás lança livro sobre Educação Patrimonial

O Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional em Goiás – Iphan-Go está concluindo uma ação pedagógica que, por seis meses, debateu e incentivou a preservação cultural no município de Goiás. O projeto Educação Patrimonial: Memória e Identidade da Cidade de Goiás, realizado de agosto a dezembro de 2009, envolveu professores do 1º ao 5º ano do ensino fundamental das redes estadual, municipal e particular em oficinas de capacitação para estimular o estudo do tema patrimônio nas salas de aulas. Em agosto, o trabalho teve início com o seminário Patrimônio pra que te quero! e o encerramento solene será no próximo dia 11 de março de 2010, às 18h, no Teatro São Joaquim, em Goiás. Haverá a entrega do certificado aos professores que participaram do projeto e a exibição de documentário sobre as ações de educação patrimonial desenvolvidas na escola.

Logo depois da solenidade, no Palácio Conde dos Arcos, haverá o lançamento do livro Educação Patrimonial: Memória e Identidade da Cidade de Goiás – Patrimônio para que te quero! A publicação traz as conferências, os projetos das escolas, os relatos de experiências dos professores e as fotografias que documentaram as atividades educacionais com os alunos.

Continue lendo: http://portal.iphan.gov.br/portal/montarDetalheConteudo.do?id=14992&sigla=Noticia&retorno=detalheNoticia

Iphan defende sistema de patrimônio na II Conferência Nacional de Cultura

Ampliar o acesso da população às políticas de patrimônio; contribuir para o desenvolvimento de sociedades sustentáveis; instituir a gestão compartilhada do patrimônio cultural entre as três esferas de governo e a sociedade, são temas estratégicos defendidos pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional – Iphan e que serão debatidos nas Pré-Conferências Setoriais sobre patrimônio, nos dias 8 e 9 de março, em Brasília, preparatórias da II Conferência Nacional de Cultura, a ser realizada entre 11 e 14 de março.

O presidente, Luiz Fernando de Almeida, e os diretores do Iphan estarão presentes na solenidade de abertura das Pré-Conferências Setoriais no domingo, 7 de março, 19h, no Teatro Nacional Cláudio Santoro. Eles participam também da abertura das setoriais de patrimônio, na segunda-feira, nas tendas montadas no gramado da Esplanada dos Ministérios.

Continue lendo: http://portal.iphan.gov.br/portal/montarDetalheConteudo.do?id=14994&sigla=Noticia&retorno=detalheNoticia

Fundação lança museu virtual com obra de José Américo, nesta quarta

Um museu virtual com toda a obra do escritor e político José Américo de Almeida será lançado nesta quarta-feira (3), às 18h30, na Fundação Casa José Américo, em João Pessoa.

O evento faz parte das homenagens aos 30 anos de falecimento do escritor, celebrado no dia 10 de março. Na ocasião, a presidente da fundação, Letícia Maia, fará um balanço das atividades culturais realizadas em 2009 e anunciará as ações para este ano.

Letícia informou que o museu virtual foi criado pela estudante Mabel Petruci e faz parte de um trabalho de dissertação de mestrado. “Ela nos presenteou com o museu e agora podemos levar a obra e história de José Américo de Almeida aos internautas.

Outra possibilidade desse projeto é despertar a curiosidade dos alunos de escolas públicas e privadas para conhecer a Fundação, sua história e os arquivos de 28 ex-governadores do Estado, além de personalidades paraibanas”, comentou.

Entre as ações e atividades culturais realizadas pela fundação, em 2009, podemos destacar: lançamento de 17 livros; quatro exposições artísticas; três cursos, sete palestras e dois workshops na área de cultura e educação.

“Em 2010 pretendemos realizar atividades interagindo com estudantes das escolas públicas e privadas. Também estamos com um projeto de reforma do auditório da instituição”, ressaltou.

Continua neste link: http://www.portalcorreio.com.br/entretenimento/matLer.asp?newsId=123569

Curso de Museologia vai explorar terreno fértil em Minas Gerais

Minas Gerais abriga mais de 200 museus, o que torna o estado um campo fértil para quem deseja trabalhar nessa área. Por isso a UFMG decidiu criar o curso de graduação em Museologia, que será oferecido pela primeira vez no Vestibular 2010. “É um desejo antigo a criação desse curso, em função da existência em Minas Gerais de um acervo cultural e natural muito rico e da necessidade de trabalhar com profissionais qualificados na área de patrimônio e memória”, conta o coordenador do curso, professor Carlos Alberto Ávila Araújo.

Com sede na Escola de Ciência da Informação (ECI), no campus Pampulha, a graduação tem interface com os cursos de Biblioteconomia e Arquivologia, principalmente nos três primeiros períodos. O curso prevê conteúdos nas áreas de gestão de museus, tratamento do acervo, exposições e relacionamento com o público, além dos recursos tecnológicos relacionados aos museus virtuais e a relação dos museus com a cultura e a sociedade.

Saiba mais: http://www.ufmg.br/online/arquivos/012988.shtml

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  1. CASAL é o coordenador? Jurava que ia ser o Paulo!

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